A verdadeira origem do Natal que temos hoje X O Verdadeiro Natal de Jesus, Pesquisas de História. Universidade de São Paulo (USP)
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gian-bortoto14 de dezembro de 2017

A verdadeira origem do Natal que temos hoje X O Verdadeiro Natal de Jesus, Pesquisas de História. Universidade de São Paulo (USP)

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A palavra ―Natal - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado...
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"A verdadeira origem do Natal que temos hoje X O Verdadeiro Natal de Jesus...".

O SIGNIFICADO DE “NATAL”

A palavra ―Natal‖ - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o

nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A ―festa de

Natal‖ não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. Teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século

IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo. É fato que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante

os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.

Enciclopédia Católica (edição de 1911): "A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os

primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se

concentravam na festa do Natal".

JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO?

Jesus certamente não nasceu no dia 25 de dezembro. Pois aproximadamente entre o dia 15 de outubro até o início do mês de

janeiro é um período chuvoso e com baixa temperatura, em Israel.

O argumento contestatório está em Lucas 8:2, que relata um acontecimento paralelo ao nascimento de Jesus, está escrito: “havia

naquela mesma região, pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho” . O

período no qual os pastores levavam seus rebanhos para o campo e cuidavam das ovelhas de dia e noite, tem início na Primavera

(próximo da Páscoa) até o início das chuvas (1ª quinzena de outubro).

Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar na região da Palestina ( Confira o comportamento do povo nessa época em

Esdras 10:9-13 ).

9 Entäo todos os homens de Judá e Benjamim em três dias se ajuntaram em Jerusalém; era o nono mês, aos vinte dias do mês; e

todo o povo se assentou na praça da casa de Deus, tremendo por este negócio e por causa das grandes chuvas.

10 Entäo se levantou Esdras, o sacerdote, e disse-lhes: Vós tendes transgredido, e casastes com mulheres estrangeiras, aumentando

a culpa de Israel.

11 Agora, pois, fazei confissäo ao SENHOR Deus de vossos pais, e fazei a sua vontade; e apartai-vos dos povos das terras, e das

mulheres estrangeiras.

12 E respondeu toda a congregaçäo, e disse em altas vozes: Assim seja, conforme às tuas palavras nos convém fazer.

13 Porém o povo é muito, e também é tempo de grandes chuvas, e näo se pode estar aqui fora; nem é obra de um dia nem de dois,

porque somos muitos os que transgredimos neste negócio.

Conseqüentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite. Naquela região, as

primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as

ovelhas no aprisco... Eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! Com certeza, o nosso Senhor não

nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente

desconhecida. O mais plausível é que tenha sido no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses

depois da Páscoa.

Outro argumento fica por conta da data do recenseamento, que motivou a família de Jesus sair de Nazaré e parar em Belém para que

Jesus nascesse. Era improvável que se fizesse um recenseamento em pleno o inverno rigoroso. Há estudos baseados nos documentos

do recenseamento, que ocorreu durante o período do nascimento de Jesus. Conforme esses documentos o mês provável do

nascimento de Jesus é Agosto ou Setembro.

AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?

Lembrando que ―as coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, mas as reveladas pertencem a nós e a nossos filhos (Dt.

29:29)‖, podemos declarar que a Bíblia nos dá pistas quanto à época do ano em que Jesus nasceu sem contudo precisar uma data

exata.

A dica principal encontra-se no evangelho de Lucas. Lucas era médico, portanto, pessoa acostumada a tratar de minúcias, homem

que devido à sua própria profissão se acostumara a ser meticuloso e detalhista.

Pois bem: no primeiro capitulo do seu evangelho, no versículo 5, encontramos fatos que não podem encontrados em nenhum dos

outros evangelhos: ―Nos dias de Herodes, rei da Judéia, houve um sacerdote chamado Zacarias, do turno de Abias. Sua mulher era

das filhas de Arão, e se chamava Isabel (Lc.1:5)‖. Quero que anote esta expressão sublinhada: DO TURNO DE ABIAS.

Continuando o relato nos versículos 8 e 9: ―Ora, acontecendo que, exercendo ele diante de Deus o sacerdócio na ordem do seu

turno, coube-lhe por sorte, segundo o costume sacerdotal, entrar no santuário do Senhor para queimar incenso‖.

O Espírito Santo insiste: NA ORDEM DO SEU TURNO.

E ali, conforme os versículos seguintes, Zacarias teve uma visão de um anjo, que lhe disse que teria um filho. Pelo fato de não ter

crido, ele ficou mudo; essa mudez constituiu um sinal de que aquela visão realmente fora de Deus.

Lucas continua: ―Sucedeu que, terminados os dias do seu ministério, voltou para casa. Passados esses dias (dias do seu ministério),

Isabel, sua mulher, concebeu‖.

A conclusão a que chegamos até agora é a seguinte: João Batista, o profeta, o precursor de Jesus, foi concebido imediatamente após

o período em que ocorria o ―turno de Abias‖, quando Zacarias voltou para casa e para sua esposa, depois de ministrar no templo.

Lucas 1:26-38 relata que um anjo visitou Maria, e ela ―achou-se grávida pelo Espírito Santo‖ (Mt. 1:18). No final daquela visita, o

anjo lhe disse: ―E Isabel, tua parenta, igualmente concebeu um filho na sua velhice, sendo este já o sexto mês para aquela que

diziam ser estéril (Lc.1:26,36).

Veja bem: agora chegamos à conclusão de que Jesus foi concebido seis meses depois de João Batista, ou seja, seis meses após o

período ou ―o turno de Abias‖. (Veja o quadro no final do nosso estudo).

O que é esse turno de Abias? Em que época do ano ocorre ?

Para lhe responder, precisaremos voltar ao Antigo Testamento.

No livro de 1º Crônicas 24, se apresenta a relação dos turnos em foram organizados os sacerdotes para ministrarem na casa do

Senhor. Foi esta relação que originou a tabela do início do nosso estudo. Eles começaram a ministrar no tabernáculo de Davi,

posteriormente passaram a ministrar da mesma forma no templo de Salomão, conforme verificamos em Lucas 1:5 e seguintes, esses

turnos de sacerdotes continuaram a ser obedecidos na ordem devida até a destruição do templo de Jerusalém por volta do ano 70

A.D. Nos versículos 7 a 18 encontramos uma relação de vinte e quatro turnos de sacerdotes, distribuídos entre as vinte e quatro

famílias de sacerdotes descendentes de Arão, que se sucediam ministrando na casa do Senhor. É fácil concluir que essa escala devia

ser cumprida no decorrer do ano religioso ou litúrgico dos judeus. Assim sendo, obviamente cada turno de sacerdotes oficiaria

durante quinze dias. ―Saiu a primeira sorte a Jeoiaribe, a segunda a Jedaías, a terceira a Harim, a quarta a Seorim, a quinta a

Malquias, a sexta a Miamim, a sétima a Coz, a oitava a Abias (1º Cronicas 24:7-10). ANOTE: O TURNO DE ABIAS ERA O OITAVO.

Quando então começava a funcionar o primeiro turno?

Esta interrogação é importante, pois como você deve ter desconfiado, da sua resposta vai depender a localização exata da época do

nascimento de Jesus!

O primeiro turno começava a funcionar no primeiro mês do ano religioso dos judeus. – Mas, quando era isso? Vejamos: ―Disse o

Senhor a Moisés e Arão na terra do Egito: este mês vos será o principal dos meses; será o primeiro mês do ano (Ex.12:1,2; 13:4; Dt.

16:1). ―No mês primeiro, aos catorze do mês, no crepúsculo da tarde, é a páscoa do Senhor (Lv. 23:5)‖.

O primeiro mês do calendário religioso judaico (mês de Abibe – Êxodos 23:15) coincide mais ou menos com o nosso mês de março

(veja o quadro!). É fato bem sabido que a Páscoa é uma festa móvel, que cai em março ou abril. Ela é móvel justamente porque sua

data não é marcada segundo o nosso calendário, mas segundo o calendário judaico, que se baseia no ano lunar (o nosso é romano,

gregoriano).

As pessoas que estão familiarizadas com os costumes modernos dos israelitas ficarão surpresas com esta constatação, pois na

verdade os judeus dos nossos dias, em todo o mundo, comemoram o Ano Novo na data da Festa dos Tabernáculos, isto é, entre

setembro ou outubro. Esta discrepância com a determinação bíblica se deve ao fato de que os israelitas, no decorrer dos séculos, por

razões que não vêm ao caso neste estudo, mudaram o início do ano civil para o meio exato do ano religioso – a data da Festa dos

Tabernáculos, e por isto existem dois inícios do ano judaico: o secular começar na Festa de Tabernáculos, no primeiro dia do sétimo

mês do ano religioso (Lv. 23:23-25), e o religioso começa catorze dias antes da Páscoa (Celebrando a saída do Egito). Contudo, para

nós as modificações feitas pelos homens nada nos interessam. Interessa-nos a Palavra do Senhor: ―Este mês ( o mês de Abibe, o da

Pascoa ) ... será o primeiro mês do ano (Ex. 12:1,2)‖. Assim, o ano religioso começa a primeira festa Bíblica, Pácoa, enquanto que o

ano civil começa com a terceira festa Bíblica, a Festa de Tabernáculos.

Com todos este dados em mãos, você agora deve estudar com atenção redobrada, o quadro que iniciamos este estudo, a fim de

entender melhor.

RESUMINDO...

João Batista foi gerado logo depois do período em que os sacerdotes do turno de Abias serviam no templo, ou seja, no fim de junho

ou começo de julho, em nosso calendário. Jesus nosso Senhor, foi gerado pelo Espírito Santo seis meses depois, isto é, no fim de

dezembro ou começo de janeiro (provavelmente durante os dias da festa de Hanuká ). Contando-se os nove meses normais de

gestação, segundo estes cálculos cronológicos, Maria veio dar à luz ao nosso Senhor no fim de setembro ou começo de outubro –

nos dias da Festa de Tabernáculos, no ano seguinte, ou sétimo mês do calendário judaico – o mês de Etanim (I Rs. 8:2). O sétimo

mês judaico era marcado pela soleníssima Festa dos Tabernáculos, a terceira e última das grandes festas instituídas por Deus por

intermédio de Moisés.

A conclusão surpreendente a que chegamos é de que Jesus não nasceu nem poderia ter nascido em dezembro, nem poderia usar

para nascer uma data de festividade pagã, como a Saturnália romana ou o natalis invicti solis , mas usou uma festa judaica, a Festa

dos Tabernáculos, como ocasião para vir ao mundo.

É importante notarmos a esta altura que estamos tratando com um Deus sábio e lógico, autor da matemática celeste e das ciências

exatas, que determinou a órbita dos astros e dos elétrons com exatidão inestimável, e que não faz nada por acaso ou coincidência,

nem é tomado de surpresa pelo desenrolar dos acontecimentos, pois é Onisciente.

COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?

Nos tempos antigos, entre tantas festas pagãs, duas tem ligação com o nosso atual ―Natal‖, a Saturnália e a Brumália. ‖… Essas

festividades pagãs eram acompanhadas de bebedices , chocarrices, muita danças ao deuses e orgias, (festa de libertinagem

sexual…).

Saturnália, festa em homenagem ao deus romano Saturno, ia de 17 a 24 de dezembro. Era uma comemoração alegre, com muita

dança, em que ricos e pobres conviviam igualmente, com os senhores servindo os servos, numa inversão de papéis.

Brumália - No dia 25 de dezembro, imediatamente após a Saturnália, comemorava-se a Brumália, o nascimento do deus-sol, ou "o

nascimento do Sol Invicto".

As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos

pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as

sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram

contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus

irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.

Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em

número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se

declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este

cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.

Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de

dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."

Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que

tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do

nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.

Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa

pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.

A Enciclopédia Britânica diz:

"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era

chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol,

apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido

inventada pelos discípulos de Cerinto."

A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL DE HOJE.

O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O

nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para

combater a ordem de espalhar-se:

- criou a instituição de ajuntamentos (cidades);

- construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna,

adoração aos astros);

- fundou Nínive e muitas outras cidades;

- organizou o primeiro reino deste mundo.

Ninrode é um personagem enigmático. O texto de Almeida diz que ele se tornou ―poderoso‖, e isso por três vezes. ―Poderoso

caçador‖, diz o versículo 9. O hebraico é gibbor tsayidh, que pode ser traduzido por ―caçador de homens‖, ou ―escravista‖.

Os escritos rabínicos derivaram o nome Ninrode do verbo hebraico ma·rádh, que significa "rebelar". Assim, o Talmude Babilônico

(Erubin 53a) declara: "Então, por que foi ele chamado de Ninrode? Porque incitou todo o mundo a se rebelar (himrid) contra a Sua

soberania." — Encyclopedia of Biblical Interpretation (Enciclopédia de Interpretação Bíblica), de Menahem M. Kasher, Vol. II, 1955,

p. 79.

A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria

e ocultismo.

Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de

prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação.

Existem duas linhas de crença na doutrina de Semíramis da reencarnação de Ninrode:

1ª - Em seu outro filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Ninrode desejaria presentes em

uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro.

2ª - Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de

árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de

nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore ―sempre viva‖ e deixava presentes nela.

Essas crenças dão a verdadeira origem da ―Árvore de Natal‖ e da prática de se dar ―presentes‖!

Obs.

Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias

gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema

babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração.

Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o

mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da

"Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

O “PAPAI” NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS JÁ INFLUENCIADAS NO ANTIGO COSTUME.

O velho ―Noel‖ não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome ―Papai Noel‖ é uma corruptela do nome ―São Nicolau‖, um

bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: ―São

Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de suas dádivas oferecidas as

escondidas, de dotes, à comunidade e às três filhas de um cidadão empobrecido…‖ Daí teria surgido a prática de se dar

presentes“as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o ―Dia de Natal‖ (25 de

dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”, como o fazia o Saint Klaus (o

velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!

POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO?

Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas depois do seu nascimento (Mt 2:16). Ao

contrário do que mostram os presépios, Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria.

Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaramnenhum presente

com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO.

Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: "Versículo 11 ("ofereceram-lhe presentes"). No

Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre

com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul."

Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus

Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles

foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a

Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.

O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um

costume pagão.

A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA

Às vezes conhecida por ―coroa de Natal‖ ou ―Guirlanda‖ são memoriais de consagração. Em grego é ―stephano‖, em latim ―corona‖ -

podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à

vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam

um ―Adorno de Chamamento‖ e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as

guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a ―guirlanda‖ na

cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de ―guirlanda‖ no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi

feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!

VELAS OU LUZES

O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios,

mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das

velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!

PRESÉPIO

O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo à idolatria! Os adereços encontrados no chamado

presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria.

Posteriormente ao século V, foi introduzido os ―símbolos do

cristianismo‖ Jesus, Maria e José.

Este foi o estudo que tivemos nesta quarta-feira 21-12-2011.

Fiquem na paz!!

Eric Telles

Ensino

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