administracao basica, Pesquisas de Economia. Universidade Paulista (UNIP)
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ewerton-melo24 de Abril de 2017

administracao basica, Pesquisas de Economia. Universidade Paulista (UNIP)

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competitividade no novo cenário mundial
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CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL ROSEMAR PIMENTEL

INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DA TERRA E ENGENHARIAS

CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

A influência do novo cenário competitivo no modelo

administrativo

Ewerton Oliveira Melo

Mateus Mota

Mateus Tosta

Nicolas

Vitor Hugo Perina

Volta Redonda/RJ 2015

1. INTRODUÇÃO

Atualmente vivemos um período de transformação no cenário econômico, social,

empresarial e cultural. Essa transformação se dá em consequência da globalização,

a interdependência, mercado global cada vez mais competitivo e a disseminação da

informação através da tecnologia. Esses fatores geram uma necessidade de

mudança nas formas de realização de negócios, planejamento, utilização de

recursos, relacionamentos com clientes, fornecedores, funcionários, acionistas e

também com a comunidade.

As empresas precisam ser competitivas, pois sem essa premissa nenhuma

organização consegue se consolidar no atual mercado. Isso inclui buscas de novas

tecnologias, novos mercados e inovação dos métodos de gerenciamento. Para o

cliente, precisam oferecer qualidade, baixo custo e ótimo atendimento. São

requisitos mínimos para sobreviverem nos mais diversos segmentos de mercado.

É preciso analisar o ambiente competitivo e revisar as estratégias adotadas com o

objetivo de atingirem sucesso e sobrevivência no mercado.

2. DESENVOLVIMENTO

A principal mudança que ocorre para um novo modelo administrativo é o uso cada

vez maior da tecnologia da informação, uma estrutura da era da informação, onde o

conhecimento e poder de comunicação são primordiais para serviços de âmbito

global. Para isso, há um investimento em sistemas que integram todos os

funcionários de uma empresa em diferentes lugares, conectando filiais gerando uma

transmissão de informação para que seus funcionários estejam engajados com as

estratégias das empresas.

Nesse cenário, observamos uma reorganização estrutural, onde a pirâmide

hierárquica fica enxuta e achata suas estruturas hierárquicas dando mais

responsabilidades a todos os membros dessa nova estrutura, onde as principais

fontes de riqueza são o conhecimento e o poder da comunicação.

Levando em conta essa nova estrutura de informação, conhecimento e

comunicação, os novos líderes precisam de uma mentalidade diferente dos líderes

antigos. Um novo gerente, por exemplo, precisa prosperar em meio ao caos, não ser

o “mandão” e sim delegar e treinar sua equipe, transmitir informação e ser sensível

as diferenças de cada um para que assim possa liderar de forma mais assertiva

cada membro de sua equipe e ter mais controle, essa estratégia é fundamental para

melhorar a produtividade e ser uma organização mais competitiva.

Uma estrutura organizacional mais enxuta utiliza a técnica da administração

chamada downsizing, “achatamento”. Que tem como objetivo principal eliminar a

burocracia corporativa desnecessária e eliminar processos desnecessários que

engessam a empresa e atrapalham a tomada de decisão, isso cria uma organização

mais eficiente e enxuta possível. Os benefícios são: comunicação menos distorcida e mais rápida contribuindo para tomada mais imediata de decisões, criação do foco nas necessidades do cliente e não nos procedimentos internos, aumento da produtividade dos gerentes, redução de custos, ação com menos análise e paralizações. Essa nova estrutura também utiliza o empowerment, uma ação da gestão

estratégica que visa o melhor aproveitamento dos recursos humanos nas

organizações através da delegação de poder. Este poder como sendo o resultado do

compartilhamento de informações fundamentais sobre o negócio e seus projetos, da

delegação de autonomia para a tomada de decisões, e da participação ativa dos

colaboradores na gestão do negócio, assumindo responsabilidades e liderança de

forma compartilhada.

A prática do empowerment é fundamental para libertar a empresa do vício da

centralização das decisões, que a torna lenta e burocrática. Com esta atitude a

empresa descentraliza suas decisões e estabelece um estilo de gestão

extremamente mais participativa, dando maior autonomia a seus colaboradores. As

vantagens são maior motivação, maior satisfação das pessoas, maior agilidade e

flexibilidade, portanto, maior potencial de competitividade.

Para ser competitiva, uma empresa precisa conhecer as forças que a cercam, ou

seja, fornecedores, funcionários, concorrência, clientes, fatores econômicos.

Conhecer essas forças determina a rentabilidade da indústria, pois definem seus

custos, os preços, investimento em cada segmento. Após uma análise poderá então

ser definida a estratégia competitiva.

Para satisfazer seus clientes e até superar as necessidades, uma organização

precisa usar todo seu potencial direcionado às ações para aquele que é o seu

objetivo principal. O cliente deve perceber valores positivos de seus produtos e/ou

serviços, alguns atributos de valores devem ser considerados e percebidos pelo

consumidor como qualidade, confiabilidade, conveniência, praticidade, beleza,

status, garantia. Podemos a partir dessas variáveis entender o seu custo e benefício.

O contato com clientes e fornecedores devem ser maximizados, todos devem ser

beneficiados, os lucros virão como consequência da satisfação dos clientes.

A flexibilidade deve ser outro fator muito bem assimilado pela empresa, com

mudanças no mercado ela deverá ser capaz de reconfigurar-se a curto e médio

prazo. É necessário desenvolvimento de produtos e serviços com sistemas flexíveis

e adaptáveis de produção sempre incentivando o trabalho em equipe.

Um fator importante para competitividade das empresas é a melhor utilização dos

seus recursos e preservação do ambiente, uma empresa que polui além de pagar

multas, gera uma imagem negativa na sociedade. O aumento da produtividade dos

recursos é possível porque a poluição é, muitas vezes, um desperdício econômico.

Resíduos industriais, sejam sólidos, líquidos ou gasosos, podem ser reaproveitados

em diversos casos, utilizando os para a cogeração de energia, extraindo substâncias

que serão reutilizadas e reciclando materiais. Ao analisar o ciclo de vida do produto,

há também outros desperdícios, como o excesso de embalagens e o descarte de

produtos que requerem uma disposição final de alto custo. Tanto o desperdício dos

resíduos industriais quanto os desperdícios ao longo da vida do produto estão

embutidos nos preços dos produtos, fazendo com que os consumidores paguem,

sem perceber, pela má utilização dos recursos. É neste sentido que a utilização

mais racional dos recursos, somente possível através de inovações, pode aumentar

a produtividade e tornar a empresa mais competitiva: pela redução de custos e/ou

pela melhoria de seus produtos, pelos quais os consumidores estariam dispostos a

pagar mais.

3. CONCLUSÃO

Podemos concluir que para uma empresa ter vantagem competitiva ela deve ter

características fundamentais como orientação global para satisfazer seus clientes

atendendo efetivamente suas necessidades, com valor melhor que oferecido pelos

concorrentes, disseminar seus valores, aproveitar da melhor forma seus recursos,

aproveitando ao máximo todas as suas potencialidades.

A influência desse novo cenário competitivo traz exigências de um novo modelo

administrativo já que existem atualmente uma concorrência maior devido ao tráfego

facilitado de informações devido ao avanço tecnológico, ao desenvolvimento

econômico, à maior exigência dos clientes em todos os segmentos, as normas de

segurança, meio ambiente, responsabilidade social.

Como colaboradores de uma organização precisamos entender que devemos ser

bons recursos humanos, ou seja, devemos produzir e bem para justificar o

investimento da empresa, isso abrange salário e treinamentos oferecidos. Não há

mais lugar para funcionários engessados num papel rotineiro e mecânico pois

estamos na era do conhecimento, da competitividade. Para sermos líderes devemos

ter em mente atributos para o melhor aproveitamento da equipe para incentivar,

treinar e motivar.

Como consumidores/clientes temos a noção do custo e benefício de produtos e

serviços que consumimos e vamos levar em consideração a confiabilidade, suporte

técnico, qualidade. Aplicar nosso dinheiro no que mais vai me trazer benefícios.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MARQUES, Geraldo Lúcio. Além da qualidade total: a reengenharia de processos e

transformação do negócio. Rio de Janeiro, 1992.

MAXIMIANO, Antonio C. Administração de projetos: transformando idéias em resultados. São Paulo: Atlas, 1997.

Sobre Administração: http://www.sobreadministracao.com/downsizing-o-que-e-e- como-funciona/ Acessado em 17/04/2017

Administradores: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/o-que-e- empowerment-e-como-ele-funciona/46403/ Acessado em 18/04/2017

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