Análise da Força Muscular em Mulheres Praticantes de Musculação Menstrual e Pós-menstrual, Pesquisas de Mecânica. Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
prysandes
prysandes24 de Março de 2014

Análise da Força Muscular em Mulheres Praticantes de Musculação Menstrual e Pós-menstrual, Pesquisas de Mecânica. Universidade Federal de Alagoas (UFAL)

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premesntrual

Artigo Original Pós-graduação Lato Sensu em Musculação e Treinamento de Força – Universidade Gama Filho

ANALISE DA FORÇA MUSCULAR EM MULHERES PRATICANTES DE

MUSCULAÇÃO NA FASE MENSTRUAL E PÓS-MENSTRUAL

AN ANALYSIS OF MUSCULAR STRENGTH IN WOMEN WHO WORK-OUT DURING THEIR PERIODS AND IN THE POST MENSTRUAL PHASE

Aurélio Henrique Machado Jocieldo Diniz Silva

Rogério Guanabarino

BRASÌLIA – DF __________________________ Endereço para Correspondência Aurélio Henrique Machado End: SHIN QI 02 conjunto 01 casa 02 Lago Norte, Brasília – DF E-mail: [email protected] RESUMO Grande parte da vida feminina normal baseia-se no ritmo e na repetição idêntica do ciclo menstrual. O objetivo deste estudo é verificar as diferenças de força muscular em mulheres nos períodos menstrual e pós-menstrual. A amostra foi composta de 10 mulheres praticantes de musculação há mais de 6 meses, com média de idade de 20 + 1,8 anos e com média peso corporal de 53,1 Kg + 6,1 Kg, sendo todas com ciclo menstrual regular e sem uso de contraceptivos. Para avaliação de força de membros inferiores foi utilizado um aparelho Leg press 45° da marca pro-fitness e protocolo de 1 RM proposto por BAECHLE (1992). Os testes foram feitos no 15° dia pós-menstrual e no 2° dia da menstruação. Resultados: Pode-se observar que durante a menstruação as mulheres tiveram um aumento de 9,5% da força em relação ao teste feito no período pós-menstrual, porém, o teste de correlação de pearson (p < 0,01) demonstrou uma significativa e forte associação (r= 0,97) entre o teste 1 e 2 de 1RM, porém há uma diferença significativa entre a força de resistência nos dois períodos menstruais (r= 0,57). Com isso, concluímos que, segundo este estudo, apesar da mulher exercer mais força máxima durante o período menstrual, não ocorre diferença significativa no nível de força máxima no período menstrual e no 15° dia pós-menstrual, mas a força de resistência a 70% de 1 RM foi maior no período menstrual, fazendo com que as participantes fizessem mais repetições. Palavras-Chaves: Ciclo menstrual, força muscular, mulher e força ABSTRACT Great part of normal female life is based on rhythmic and repeated menstrual cycle. This study aims to verify the differences in muscular strength of women in menstrual and post menstrual phases. Ten women who practiced body building for more than six months were studies. The average age was 20,3 + 1,8 years and the average body weight of 53,1 + 6,1 Kg. They had regular menstrual cycle and used no oral contraceptives. For the evaluation of the strength of the lower members a Pro-fitness Leg Press 45º machine was used with BAECHLE (1992) 1 RM protocol. The tests were conduct on the 15th post menstrual day and 2nd menstruation day. Results: it was observed that during the period, women showed a 9,5% increase in strength compared to test conducted during post menstrual phase, however, Pearson correlation test (p<0,01) showed significant association (r = 0,97) between tests 1 and 2 of 1 RM. However, exist significant difference between the resistant strength on the two menstrual phases (r= 0,57). Conclusion: Although women show more strength during their periods, there is no significant difference of strength during their periods and on the 15th post menstrual phase. Key Words: menstrual cycle, muscular strength, women and strength

INTRODUÇÃO

Em termos atuais, os exercícios físicos têm sido muito utilizados com a finalidade

de melhorar a qualidade de vida das pessoas fazendo com que estas não se sintam

limitadas para tarefas cotidianas, podendo realizá-las com vigor e vivacidade, sem fadiga

excessiva. Cada vez mais mulheres estão fazendo treinamento de força como uma parte

de seus programas de condicionamento físico. Um número crescente de mulheres atletas

também está usando o treinamento de força para melhorar o desempenho esportivo. Isto

é evidente pelo grande número de locais de treinamento de força disponíveis para

mulheres, pelo número de atletas colegiais e universitários dedicando-se a esse

treinamento e pelo crescente popularidade das provas femininas de fisiculturismo,

levantamento de peso olímpico e levantamento de potência. (FLECK & KRAEMER,1999).

Grande parte da vida feminina normal baseia-se no ritmo e na repetição idêntica do

ciclo menstrual. Considerando-se uma mulher ginecologicamente normal, com ciclo

menstrual ideal de 28 dias, as ações dos tipos de hormônios sexuais femininos (estrógeno

e progesterona) se fazem sentir de maneiras diferentes nas duas fases do ciclo. As

curvas representativas dessas ações se baseiam em considerações teóricas e

demonstrações bio-fisiológicas das respectivas atividades desempenhadas (MORRIS,

1994).

GHORAYEB & BARROS (1999) citam que problemas não totalmente resolvidos

são encontrados na avaliação diagnóstico cardiovascular da mulher, como uma baixa

especificidade do teste ergométrico e a interpretação duvidosa dos exames de imagem,

muitas vezes pressupondo o resultado como falso-positivo e com utilização de termos do

tipo “sugestivo de artefato” ou “compatível com o padrão feminino”. Esse preconceito

demonstra uma certa falta de conhecimento sobre a fisiologia feminina, diferente da

masculina em vários aspectos e de pesquisas mais aprofundadas do comportamento da

mulher no exercício, a curtos e a longos prazos. Existem diferenças marcantes entre os

sexos, nos aspectos fisiológicos, e que devem ser levadas em consideração na

programação da atividade física esportiva da mulher. Algumas variáveis fisiológicas

mostram essas diferenças são observadas junto com os benefícios para a saúde, obtidos

com o exercício físico num programa de exercício da mulher. Nos esportes, essas

diferenças manifestam-se com importante papel na capacidade física. Pois tanto na

fisiologia quanto no aspecto estrutural desfavorecem a mulher nas atividades que exigem

força.

A revisão das literaturas mostra achados divergentes sobre o rendimento de atletas

em diferentes fases do ciclo menstrual. WEINECK (1992), afirma que, na maioria das

mulheres o desempenho ideal é alcançado na fase pós-menstrual, e imagina-se que isso

seja causado pela crescente taxa de estrógeno e a ativação do córtex supra-renal, que

ocorre paralelamente provocando maior secreção de noradrenalina. Além disso, a posição

inicial favorável ainda é estimulada pela colocação parassimpática do sistema nervoso

vegetativo. Enquanto se considera a fase intermenstrual uma fase relevante para a

avaliação da capacidade de desempenho – somente a época em torno da ovulação pode

levar a determinados distúrbios – a fase pré-menstrual, especialmente os dias

imediatamente antes da menstruação, é considerada como a fase de menor capacidade

de desempenho. Neste período, há uma reduzida capacidade de concentração, assim

como fadiga muscular e nervosa mais rápida.

KLAFS & LYON, (1981) acreditam que, o treinamento e a competição não afetam

materialmente a função menstrual propriamente dita. Em estudo com 111 mulheres

atletas de pista e campo, 55% não evidenciaram nenhum decréscimo durante as fases da

menstruação enquanto que as restantes mostraram alguma diminuição no desempenho.

Algumas das atletas exibiram melhora durante a menstruação. Os melhores

desempenhos foram alcançados no período pré-menstrual imediato. Os estudo indicam

que as respostas circulatórias durante os primeiros 2 ou 3 dias do período menstrual são

algo desfavoráveis no que concerne o desempenho envolvendo cargas físicas de

considerável intensidade.

Durante esse mesmo período, os valores mínimos da pressão arterial aumentam

consideravelmente, e as respostas da freqüência do pulso ao exercício assim como as

freqüências de recuperação do pulso são cerca de 20 a 60 segundos maiores. Foram

estabelecidos recordes olímpicos e mundiais por mulheres em todas as fases do ciclo

menstrual; é difícil dizer com exatidão que a fase é mais positiva ou negativa com relação

ao desempenho. De todos os fatores que influenciam o desempenho físico, nenhum

parece mais variável em seu efeito que a menstruação.

Por outro lado, FOX & MATHEWS (1983) atestam que para a maioria das mulheres

atletas jovens performance física propriamente dita não é afetada pelo período menstrual,

contudo há grandes variações individuais. As performances das atletas de campo e tiro,

especialmente velocistas não foram gravemente afetadas pela menstruação tanto quanto

as atuações de outras modalidades atléticas. Há alguma evidência de que a performance

durante o período pré-menstrual e os primeiros dias da menstruação (dois primeiros dias)

são caracterizados pela diminuição em qualidade e quantidade de performance. As

melhoras são geralmente encontradas na última parte do ciclo com as melhores

performances acontecendo no período pós-menstrual, isto é, 15 dias do início do ciclo.

MORRIS , (1994) comenta que fisicamente as mulheres quebraram recordes

mundiais em todas as fases do ciclo menstrual; porém, levantamentos feitos em atletas

femininas afirmam que durante a menstruação, sua performance declina.

NADEU & PÈRONNET (1985) asseguram que, de um modo geral, o desempenho

esportivo não parece influenciado pelas diferentes fases do ciclo menstrual. O número de

atletas que teriam notado modificações em seu desempenho é muito variável e ,

certamente, tais modificações não podem ser totalmente atribuídas ás diferentes fases do

ciclo menstrual. Em contrapartida, LEBRUN (1993) acredita que os melhores

desempenhos geralmente estavam nos dias imediatamente após a menstruação, com os

desempenhos piores durante o intervalo pré-menstrual e os primeiros dias do fluxo

menstrual. Mas esses resultados pra ele, são difíceis de interpretar devido aos sintomas

pré-menstruais, as flutuações fisiológicas, ao numero pequeno de mulheres estudadas,

níveis de aptidão entre elas e variabilidade na definição das fases do ciclo.

Portanto, FLECK & KRAEMER (1999), refere-se à que: a força isocinética não é

diferente em três diferentes momentos do ciclo menstrual de mulheres que menstruam

normalmente, outros relatos, no entanto, indicam que a melhor performance física

provavelmente ocorre entre o período pós-menstrual imediato e 15º dia do ciclo

menstrual. Os sintomas pré-menstruais, ou dismenorréia podem ter um efeito negativo no

desempenho atlético,e alguns pesquisadores recomendam o uso de anticoncepcionais

orais ou injeções de progesterona para controlar a ocorrência das menstruações e evitar

as competições enquanto se menstrua. Por outro lado, desempenhos que obtiveram

medalhas olímpicas ocorreram durante todas as fases do ciclo menstrual. O efeito do ciclo

menstrual sobre o desempenho é portanto obscuro e é provavelmente muito específico do

indivíduo. A oligomenorréia ou a amenorréia secundária não deve afetar o desempenho.

A participação em treinamentos físicos e em eventos atléticos durante a menstruação não

deve ser desencorajada e não tem efeito adverso sobre a saúde.

OBJETIVO

Avaliar a força muscular máxima e de resistência de membros inferiores em duas

fases distintas do ciclo menstrual (pós-menstrual e menstrual)

METODOLOGIA

Participaram do estudo 10 mulheres fisicamente ativas, praticantes da modalidade

musculação há mais de 6 meses, com idades entre 18 e 23 anos de (x = 20.3 + 1.8 anos),

peso corporal entre 45,5 e 65,5Kg (x =55.3 Kg + 6,1 Kg) e com estatura variando de 162

a 167,5 cm de altura. (x = 164,7 + 1.7 cm). Foram selecionadas para a pesquisa mulheres

que apresentam o ciclo menstrual regular (média de 28 dias) e que não fazem uso de

contraceptivos.

A coleta constou das seguintes etapas: a) Medidas do peso corporal e estatura; b)

Aplicação do teste de predição de uma repetição (1RM) de BAECHLE (1992), objetivando

determinar a carga máxima de membros inferiores; e c) aplicação do teste de repetição

máxima com 70% de 1RM.

Os instrumentos utilizados foram um aparelho Leg-Press 45° da marca Pro-fitness;

anilhas da marca Queens; uma balança mecânica com estadiômetro da marca Fílizola,

com precisão de 100 gramas, cronômetro e protocolo de predição de 1 RM proposto por

BAECHLE (1992).

Os procedimentos adotados para os testes seguiram o protocolo proposto por

Baechle (1992). Antes de serem testadas, as participantes realizaram um aquecimento no

Leg-Press 45° composto por 15 repetições com uma carga calculada através da fórmula

proposta por BAECHLE (1992), onde peso corporal (Kg) x 0.5 resulta no total da carga de

aquecimento. As datas para a realização do 1° teste coincidam com o 15° dia pós-

menstrual e para o 2° teste no 2° dia da menstruação. O horário de aplicação dos testes

foi no período noturno.

Após o aquecimento, foi dado um intervalo de 2 minutos para, assim, ser iniciado o

teste de predição de 1RM. As participantes foram instruídas para ao iniciar o teste,

executar os movimentos completos e de forma correta. O teste era interrompido sempre

que se alcançava à falha concêntrica do movimento ou ultrapassava-se o máximo de 10

repetições. Para uma nova tentativa eram respeitados 3 minutos de intervalo.

Ao termino do teste era dado um descanso de 5 minutos para cada participante e

após este tempo executavam o máximo de repetições com 70% da carga máxima,

obtendo assim, a força de resistência.

A análise estatística foi realizada através de média, desvio padrão, correlação de

Pearson, utilizando a planilha EXCELL da MICROSOFT OFFICE XP .

RESULTADOS

A descrição dos testes de 1 RM e de resistências são apresentados na tabela 1.

Podendo observar, uma maior força máxima e de resistência no período menstrual, 184,1

+ 59,7 Kg e 17,4 + 3,37 Kg respectivamente.

Tabela 2. Media das cargas máximas nos testes de força e resistência nas participantes. (N = 10)

Média ± D.P* Variação

1 RM Pós-menstrual

1 RM Menstrual

70% de 1 RM Pós-menstrual

70% de 1 RM menstrual

168,9 + 51,6 Kg

184,1 + 59,7 Kg

15 + 3,06 Kg

17,4 + 3,37 Kg

111 a 254

107 a 272

12 a 22

11 a 22

Gráfico 1. Força máxima nos períodos menstrual e pós-menstrual

Os dados descritivos do teste 1 de 1 RM no leg press 45 estão presentes no gráfico

1, contendo a carga máxima nos dois períodos menstruais estudados, notando que, as

F o r ç a m á x im a n o l e g 4 5 º

0

5 0

1 0 0

1 5 0

2 0 0

2 5 0

3 0 0

1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 0

A m o s t r a s

C ar

g a

(K g

)

P ó s m e n s t r u a l M e n s t r u a l

maiores cargas foram na fase menstrual com uma diferença de 9,5%., porém, apesar

desta maior força muscular, estatisticamente, não houve diferença significativa (r= 0,97).

Da mesma forma, os dados do teste 2 estão postos no gráfico 2, informando o numero de

repetições máxima com 70% de 1 RM. Pode se observar que, as mulheres na fase

menstrual obtiveram um maior numero de repetições em comparação com a fase pós-

menstrual, sendo uma diferença de 13,5% e com diferença significativa (r= 0,57),

mostrando assim uma maior força de resistência no período menstrual.

Gráfico 2. Força de resistência nos períodos menstrual e pós-menstrual com 70% de 1RM

12 13

12

15

22

17

14 13

17 15

11

15

22

19 19

16 15

18 17

0

5

10

15

20

25

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Pós-mestrual Menstrual

DISCUSSÃO

O foco de nosso estudo foi medir em que período do ciclo menstrual

(menstrual ou pós-mesntrual) a mulher obtém maior força máxima e força de resistência.

Foi encontrado neste estudo uma diferença de 9,5% na força máxima, porém,

estatisticamente, não ocorre diferença significativa da força máxima entre os dois

períodos estudados. Em relação à força de resistência a mulher no período menstrual

obteve maior numero de repetições máximas com 70% de 1 RM media de 13% maior.

No estudo de Birch & Reilly (1999), também não ocorreu diferença significativa na

performance nas diferentes fases do ciclo menstrual (n = 17). Para Baddillo & Ayestarán

(2001), não ocorre diferença nos valores de força máxima de pernas ao longo do ciclo

menstrual.

O efeito do ciclo menstrual sobre o desempenho é portanto obscuro e é

provavelmente muito especifico do individuo (Fleck & Kraemer, 1999). Portanto, recordes

mundiais foram estabelecidos em todas as fases do ciclo menstrual. (Powers & Howley,

2000).

Em contrapartida, Arena & cols. (1995) relatam que a performance atlética é melhor

na fase pós-menstrual em comparação a fase menstrual.

Já Davies & cols. (1991), após comparar o desempenho da mulher na fase

menstrual, folicular e lútea, através de dois testes: 1º - handgrip e 2º - salto em distancia

parado, verificaram que nos 2 testes houve um desempenho, significativamente, superior

durante a fase menstrual. E Sarwar et al. (1996), citado por Janse de Jonge et al. (2001),

demonstra que ocorreu maior força muscular e maior fadiga no período menstrual em

mulheres que não usavam contraceptivos.

Desta forma, o desempenho de algumas mulheres pode ser afetado pela fase de

seu ciclo menstrual, mas muitas delas, se não a maioria, não são afetadas. Além disso,

parece que não há um padrão geral em relação à capacidade das mulheres atingir seus

melhores desempenhos durante qualquer fase especifica do ciclo menstrual. (Wilmore &

Costill, 2001)

CONCLUSÃO

Conforme os dados coletados neste estudo, apesar de uma diferença na força

máxima na fase menstrual ser maior que a fase pós-menstrual, não houve diferença

significativa entre as duas fases do ciclo menstrual. Em relação à força de resistência a

mulher na fase menstrual obteve maiores valores significativos que na fase pós-

menstrual.

Existe pouca informação disponível de estudos bem elaborados e bem controlados

a respeito dos níveis de força nas fases ciclo menstrual. Atualmente muitas das

informações disponíveis sobre este tópico baseiam-se em casos ou afirmações

subjetivas, feitas por atletas durante investigações informais. O que mostra a importância

de serem feitas mais pesquisas para uma melhor comprovação deste estudo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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1999 Rio de Janeiro,1999.

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6. Ghorayeb N, Barros T. O Exercício: Preparação Fisiológica, Avaliação Médica,

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7. Jansen de Jonge XAK, Boot CRL, Thom JM, Ruell PA, Thompson MW. The influence

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8. Klafs C, Lyon M. A Mulher Atleta: Guia de Condicionamento e treinamento físico. 2ed.

Rio de Janeiro: Interamericana, 1981.

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10. Morris B. M. Segredos em Medicina Desportiva. 2ed. São Paulo: Artes Médicas, 1994.

11. Nadeu M, Péronnet F. Fisiologia aplicada na atividade física. São Paulo: Manole, 1985

12. Weineck J. Biologia do esporte. São Paulo: Manole,1992.

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