Análise e Projeto de Sistemas - Apostilas - Informática_Part1, Notas de estudo de Computação. Centro Federal de Educação Tecnológico (CEFET-PA)
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Análise e Projeto de Sistemas - Apostilas - Informática_Part1, Notas de estudo de Computação. Centro Federal de Educação Tecnológico (CEFET-PA)

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Apostilas de Informática sobre Análise e Projeto de Sistemas, Abordagem sistêmica, O que é afinal um sistema, Interdependência, Eventos de um sistema, Natureza dos sistemas.
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CURSO DE TECNÓLOGO EM PROCESSAMENTO DE DADOS

Sérgio Luiz Tonsig

2000

Análise e Projeto de Sistemas

Prof. Sérgio Luiz Tonsig Página: 2

FACULDADE DE TECNOLOGIA DA ALTA NOROESTE

Curso de Tecnólogo em Processamento de Dados

Disciplina: Análise e Projeto de Sistemas

Prof.: Sérgio Luiz Tonsig*

Ementa:

Propiciar condições para formação técnica básica em Análise de Sistemas, mediante a compreensão, domínio e aplicação das técnicas inerentes à metodologia da análise essencial. Compreender causas e efeitos na abordagem sistêmica. Questionar/Interpretar problemas cotidianos de uma organização, parametrizando-os para possíveis soluções informatizadas. Transcrever a solução a ser informatizada, em especificações técnicas, compondo um projeto de sistema. Compreender as transformações, que a ação de um Analista de Sistemas pode trazer para uma organização.

* Docente da Faculdade de Tecnologia da Alta Noroeste. Especialista em Sistemas de Informação pela Universidade Federal de São Carlos. Mestrando em Gerência de Sistemas de Informação pela PUC Campinas.

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Prof. Sérgio Luiz Tonsig Página: 3

“O tempo nos foi dado de graça. Cabe ocupá-lo o máximo possível. Porém, não é preciso pressa. O que importa é o objetivo. Ele nos orienta e nos motiva. Para tudo existe tempo. E esse tempo ficará ocupado o máximo, quanto mais simplesmente executarmos o que nos cabe e nos motiva. Sem pressa. No devido tempo.” 1

1 Autor não identificado

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SUMÁRIO

1. ABORDAGEM SISTÊMICA (TEORIA DOS SISTEMAS).............................................................. 6

O QUE É AFINAL UM SISTEMA ? ............................................................................................................. 6 1.1. INTERDEPENDÊNCIA ....................................................................................................................... 9 1.2. EVENTOS DE UM SISTEMA ............................................................................................................. 11

1.2.1. Importação .......................................................................................................................... 11 1.2.2. Exportação .......................................................................................................................... 12 1.2.3. FeedBack............................................................................................................................. 13

1.3. HOMEOSTASIA ............................................................................................................................. 13 1.4. MORFOGÊNESE.......................................................................................................................... 14 1.5. ENTROPIA ................................................................................................................................. 14 1.6. REDUNDÂNCIA .......................................................................................................................... 15

2. A NATUREZA DOS SISTEMAS..................................................................................................... 16

3. A ANÁLISE DE SISTEMAS............................................................................................................ 19

3.1. O PAPEL DO ANALISTA DE SISTEMAS.......................................................................................... 20

4. ANÁLISE ESSENCIAL ................................................................................................................... 24

4.1. O CAMINHO DA ANÁLISE ESSENCIAL ......................................................................................... 25

5. FERRAMENTAS........................................................................................................................ 27

5.1. ENTREVISTAS .............................................................................................................................. 27 5.2. DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS (DFD)....................................................................................... 29 5.3. DICIONÁRIO DE DADOS ................................................................................................................ 32

6. O PROCESSO DE ANÁLISE – MODELO ESSENCIAL ......................................................... 34

O QUE O SISTEMA DEVERÁ FAZER ? QUAIS SÃO SEUS OBJETIVOS ? ........................................................ 34 Sistema: Controle de locação e consulta do acervo de uma biblioteca de universidade................... 35

6.1. MODELO AMBIENTAL ................................................................................................................ 37 6.1.1. Declaração dos Objetivos do Sistema................................................................................... 37 6.1.2. D.F.D. de Contexto.............................................................................................................. 38 6.1.3. Lista de Eventos................................................................................................................... 39

6.2. MODELO COMPORTAMENTAL .................................................................................................... 41 6.2.1. D.F.D. Particionado por Eventos ......................................................................................... 42 6.2.2. Modelagem de Dados .......................................................................................................... 46 6.2.3. Como Construir o Diagrama de Entidades Relacionamentos ................................................ 53 6.2.4. Teoria da Normalização ...................................................................................................... 64

7. BIBLIOGRAFIA .............................................................................................................................. 74

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1. Abordagem Sistêmica (teoria dos sistemas)

O que é afinal um Sistema ?

Olhando esta foto, de quantos sistemas você é capaz de se recordar ?

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Quantas vezes já nos referimos, ou ouvimos a palavra sistema: - O sistema telefônico ficou mudo ! - O sistema de coleta de lixo está perfeita. - Chefe, cheguei atrasado porque o sistema de trânsito desta cidade está uma porcaria...

Em qualquer um dos casos podemos observar que a palavra sistema está sempre acompanhada de outra que a qualifica. Desta forma encontra-se o objetivo declarado de um sistema, ou seja, a razão de sua existência. Por exemplo: Sistema de Trânsito, Sistema Circulatório, Sistema Educacional, Sistema Político, Sistema Médico, Sistema Nervoso, Sistema Digestivo, etc...)

Todo e qualquer sistema está inserido em um meio ambiente que o contém, ou seja, tudo que é externo a um sistema é chamada de seu meio ambiente.

Em qualquer sistema pode-se encontrar elementos característicos vinculados ao seu fim. No caso do sistema de trânsito, temos os veículos, motoristas, pedestre, ruas, guardas, placas, semáforos, etc... Igualmente, pode verificar-se isto em um sistema de controle do acervo de uma biblioteca. Lá tem-se: os títulos das obras, os exemplares, os usuários, a localização de cada exemplar, etc...

Observe que estes elementos interagem entre sí (alguns de são elementos passivos, outros não). Eles se completam e permitem ao sistema atingir seu objetivo.

Podem ser encontradas várias definições para sistema, as quais, muitas vezes são extremamente amplas, bastante abrangentes, em outros casos, carecem de uma generalização, como nos exemplos a seguir:

“Conjunto de partes coordenadas, que concorrem para a realização de um conjunto de objetivos” (DIAS & GAZZANEO, 1989:4).

“Um sistema é um conjunto de objetos unidos por alguma forma de interação ou interdependência” (CHIAVENATO, 1983:515).

“Sistema pode ser definido como um conjunto de elementos interdependentes que interagem com objetivos comuns formando um todo” (BALLESTERO ALVAREZ, 1990:17).

“Conjunto de elementos, entre os quais haja alguma relação. Disposição das partes ou elementos de um todo, coordenados entre sí, e que formam uma estrutura organizada” (FERREIRA, 1988:471).

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Assim, nosso trabalho, iniciará considerando sistema um conjunto de entidades relacionadas, que interagem entre sí, buscando atingir um objetivo declarado e outros correlatos.

O que são estas entidades ?

São aqueles elementos próprios (característicos, inerentes) do sistema em questão. Estes elementos podem ser internos ao sistema, ou estar em trânsito pelo mesmo. Qualquer que seja o caso, eles sempre entram com certas características e quando saem, possuem novas características.

Exemplos: No sistema educacional, encontramos como entidades os estudantes, os professores, os livros, a administração (funcionários) e equipamentos.

As entidades de um sistema estão relacionadas e interagindo entre sí com vistas ao objetivo declarado do sistema. (Exemplo: Professores, livros, alunos, direção, enfim, todas as entidades do sistema educacional, buscam atingir juntas o objetivo educacional).

Observe que, dentro de um sistema educacional, certamente se encontrará um sistema de avaliação. Temos então um sistema dentro de outro. Quando isto ocorre, tem-se um subsistema. Portanto, o sistema de avaliação, pelo fato de estar inserido no sistema educacional, é um subsistema deste.

Subsistemas também são consideradas entidades do sistema onde encontram-se.

Tudo que for externo a um sistema, é considerado o seu meio ambiente. Todos os sistemas conhecidos até o momento, possuem alguma interação com o seu meio ambiente (trocam algo com o seu meio – recebem – enviam), sendo portanto, conhecidos como sistemas abertos. Os sistemas fechados, no rigor de sua definição, não foram até o momento observados, portanto, existem apenas em teoria (por enquanto). Um sistema fechado é aquele que existe sem qualquer tipo de interação com seu meio ambiente, é totalmente auto-suficiente; jamais, em momento algum, precisa de algo que esteja fora dele.

As funções de um sistema dependem de sua estrutura, elas podem ser: Deterministas – Normalmente sistemas autômatos, exemplo: relógio. No seu estado perfeito de funcionamento você sabe exatamente o que acontecerá.

Probabilisticas – Normalmente sistemas sociais (onde haja pessoas), ou alguns sistemas biológicos. No seu estado perfeito de funcionamento você tem uma probabilidade do que acontecerá (exemplo: sistema educacional – você não sabe exatamente quantos alunos serão aprovados)

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1.1. Interdependência

Como foi visto, as entidades buscam atingir o objetivo declarado do sistema. Contudo, observa-se que em alguns casos, os sistemas falham, não conseguem atingir seu objetivo ou ainda atingem apenas parcialmente.

Por que tal fato ocorre ?

Veja que há dois tipos básicos de entidades em um sistema. Aquelas que são inerentes (próprias) ao sistema – no caso do sistema educacional: livros, carteiras, lousa, giz; e aquelas que estão em trânsito pelo sistema.

As entidades em trânsito pelo sistema são a energia necessária para a sobrevivência deste sistema.

Estas entidades em trânsito podem ter importâncias diferenciadas entre sí, com relação a terem mais ou menos peso na sobrevivência do sistema. Por exemplo: Para o meu sistema biológico, uma banana é uma entidade em trânsito, tal qual o oxigênio. Porém, o fato de meu sistema ser privado de banana não o levará a falência ou morte, o que não ocorre com a privação ou ausência do oxigênio. Portanto, para a sobrevivência de meu sistema biológico a entidade oxigênio tem maior relevância do que a entidade banana. Assim, cada sistema, com relação as suas entidades em trânsito, possui esta característica.

Professores

Estudantes

Sist.Avaliação

Livros

Administração

Equipamentos

SISTEMA EDUCACIONAL

Estudantes com novas características

Estudantes com certas características (professores, livros, etc...)

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Qualquer que seja a entidade (interna ou em trânsito), trabalha no sentido de conduzir o sistema ao objetivo declarado. Para isto ocorrer, cada entidade desempenha um papel dentro do sistema, caracteriza-se aí um divisão do trabalho. Em meu sistema digestivo, a boca tem sua função, o estômago outra e o intestino outra ainda; porém juntos conduzem o sistema ao seu objetivo, a digestão. No sistema de trânsito, existe o semáforo com sua função, o guarda idem, as ruas, avenidas, veículos e todos interagem para atingir o objetivo do sistema.

Em um sistema de informação, não é diferente. Por exemplo, em um sistema contábil, existe um cadastro de plano de contas que tem sua função, uma lançamento do movimento, relatório de balancete, balanço, razão, todos buscando o objetivo declarado do sistema. (A informação é a entidade em trânsito ).

Observe portanto, sendo as entidades responsáveis por apenas uma pequena parte do processo no sistema, implica que o desempenho de uma entidade, depende da outra, e a isto chamamos de interdependência.

Se a boca desempenhar mal seu papel, é provável que o fato se reflita no estômago. Se o professor desempenhar mal o seu papel, é certo que haverá reflexos em outros lugares no sistema. Em uma industria de móveis, se a seção de corte desempenhar mal seu papel, por certo a seção de montagem, não conseguirá executar sua tarefa, ou a desempenhará com falhas. Se no lançamento contábil, não for verificado a existência da conta de débito ou crédito informada, haverá problemas em toda seqüência do sistema.

Desta faceta da divisão do trabalho, vem a idéia de módulos. A boca é um módulo, com sua especialidade, o esôfago é outro, o estômago outro e assim sucessivamente. Ou seja, existe presente uma característica de alienação. Os módulos conhecem apenas parte do processo (são especializados naquilo que fazem) – o geral só se atingem pela união dos módulos, para tanto estão relacionados e interagem entre sí, criando a interdependência.

A interdependência requer controle ou administração.

As entidades devem funcionar convenientemente, de acordo com a sua finalidade (especialidade), ou comprometerão outras entidades.

Se não funcionarem deverão serem substituídas, reparadas, advertidas ou arrumadas (de acordo com cada sistema). Estes reparos ou substituições podem ser feitos mediante a importação de elementos do meio ambiente.

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1.2. Eventos de um sistema

1.2.1. Importação

A importação de elementos é o aspecto que permite a sobrevivência de um sistema aberto. Ela também é conhecida como Ingestão, Input ou Alimentação.

Qualquer sistema aberto é influenciado pelo seu meio ambiente, através da importação de elementos deste meio. Quando faço a ingestão de uma banana, diz-se que meu sistema biológico está importando um elemento do meio (a banana), através do subsistema digestivo.

Um elemento importado do meio ambiente pode ser prejudicial ao sistema. Para isto não acontecer, os sistemas devem ser capazes de detectarem problemas com os elementos importados (ou a serem importados), ou ainda, na impossibilidade de barrar este elemento, os sistemas devem ser capazes de se adaptarem ao elemento. Ao entrar no sistema, aquele elemento passa a ser uma entidade do sistema.

Ao fato dos sistemas não permitirem o ingresso, input ou ingestão de elementos do meio ambiente, é conhecido como seleção de elementos. É por isso que, antes de comer uma banana, você a “escolhe” – seleciona de acordo com certos padrões. Nos sistemas de informação, isto também acontece, quando por exemplo, um sistema acadêmico só libera a catraca para a entrada do aluno, se o mesmo não está em atraso com a mensalidade.

Para alguns sistemas, outro fator existente na importação de elementos, é a necessidade de terem os elementos importados em certa ordem, a isto chamamos de classificação de elementos. Pode-se citar como exemplo o sistema vestibular.

Verifica-se portanto que a importação de elementos é um fato que viabiliza a sobrevivência de um sistema, ou ainda, pode ser um fator de risco para o mesmo. Se o meio ambiente passa a fornecer os elementos com características diferentes daquelas que o sistema precisa, ele deverá então: barrar a entrada do elemento, mudar de elemento ou adaptar-se a nova realidade – mantendo com isto sua sobrevivência. Este processo de inspeção de elementos na entrada deve ser sensitivo e dinâmico.

É certo que o meio ambiente serve como contínua fonte de energia para o sistema, mas diante do fato de que ele está em contínua mudança, além de recurso poderá tornar-se uma ameaça. Por que isto acontece ?

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1.2.2. Exportação

Os elementos que entram no sistema (input), passam a ser uma entidade do mesmo. A maioria dos que entraram são entidades em trânsito pelo sistema. Eles entraram com certas características.

Dentro do sistema estas entidades são transformadas, fundidas, trocadas de ordem, polidas, demolidas, moldadas, somadas, digeridas, separadas, cortadas, coladas, verificadas, etc...

Um aluno do sistema educacional, jamais sairá de lá com as mesmas características que tinha quando entrou, tampouco o professor.

Em qualquer sistema aberto, as entidades que lá entrarem, em algum momento sairão, com novas características diferentes daquelas que traziam quando entraram. Este fato é conhecido como exportação de elementos.

No caso da banana, certamente vocês já devem ter observado este fato, ainda que ela não tenha concluído todo o trajeto como deveria. Ela certamente saiu de seu sistema biológico após determinada transformação. Ao sair o fez com novas características. Isto também aplica-se aos alunos e professores no sistema educacional, as informações dos sistemas de informação.

Os elementos exportados pelo sistema vão para o meio ambiente onde ele está inserido. O meio ambiente, por sua vez, é constituído de um ou vários sistemas sistemas.

A exportação de elementos, portanto, pode influenciar profundamente o meio ambiente. Ele pode ser lesado por meio da exportação de elementos danosos a ele. Isto implica em que o meio está sendo transformado e portanto está-se influenciando a outros sistemas e a ele mesmo.

Cabe portanto a qualquer sistema, censurar a saída de elementos, fazer uma checagem se o elemento pode sair do sistema (controle de qualidade). Um sistema contábil, portanto, não poderá deixar imprimir um balancete que apresente erros na apuração matemática do resultado final. Uma usina de álcool não pode deixar a fuligem com resíduos de carbono ir para a atmosfera. No sistema de trânsito, não pode haver emissão de poluentes para a atmosfera. Isto influenciará o meio ambiente e portanto a outros sistemas e a eles mesmos.

A exportação é conhecida como saída, resultado ou output.

As saídas em geral, são parte do objetivo declarado do sistema, ou ainda resíduos decorrente do processo para se atingir o objetivo.

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É importante observar que as saídas servem para avaliação total ou parcial do desempenho do sistema.

Se aquilo que está saindo possui características diferentes das estabelecidas, ou estão fora do padrão existente, duas coisas podem estar acontecendo com o sistema: Entidade(s) está(ão) com algum problema ou trata-se de efeitos referentes a novas adaptações pelas quais passa o sistema.

1.2.3. FeedBack

Trata-se de um evento dos sistemas que caracteriza-se por ser uma resposta ou retorno decorrente de uma avaliação.

O objetivo é um controle a partir de um critério. Submete-se algo no sistema a uma monitoração de acordo com um padrão preestabelecido.

Ao questionar um aluno, o professor ativa um processo de feedback, o aluno, a esta pergunta retornará uma resposta, que será avaliada criteriosamente, estando “ok”, segue- se adiante, caso contrário, algo precisa ser refeito.

Em uma industria de móveis uma peça pode constantemente ser submetida a processos de feedback. No corte do material por exemplo, confronta-se o desenho do corte com molde (inicio do feedback), avalia-se se a curvatura e tamanho da peça está correta, em caso afirmativo a peça segue adiante para montagem, caso contrário retorna.

O feedback também é conhecido como retroação, retroalimentação, retroinformação, servomecanismo ou realimentação.

O ar condicionado trabalha basicamente com mecanismos de retroinformação e retroalimentação – tal fato ocorre do sistema para com o meio ambiente.

O feedback impõe correções aos sistemas, permitindo o seu equilíbrio (Homeostasia). Portanto, o equilíbrio ou bom funcionamento é dinâmico, obtido através da auto- regulação ou autocontrole.

Normalmente é a parte sensorial dos sistemas.

1.3. Homeostasia

O termo nasceu com a fisiologia (parte da biologia que investiga as funções orgânicas) animal. Claude Bernard afirmou que todos os mecanismos vitais tem por objetivo conservar constantes as condições de vida no meio interior a ele.

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Sempre que uma parte sai do equilíbrio, algum mecanismo é acionado para restaurar a normalidade.

Este estado contínuo e incessante de desintegração e reconstituição é chamado de Homeostasia – do grego Homeos (semelhante) + Statis (situação).

Este equilíbrio dinâmico está presente em todos os sistemas e, em geral, é obtido pela ação de vários elementos de retroação.

1.4.Morfogênese

Alguns sistemas apresentam a característica de poderem mudar a sí próprios, em algum aspecto básico do qual é composto.

Normalmente, esta característica está presente nos sistemas sociais. As sociedades podem rapidamente gerar mudanças profundas em suas estruturas, como por exemplo, sair de um sistema comunista para um democrático.

Alguns sistemas biológicos também podem apresentar esta faceta, ajustando sua própria cor para poder se livrar de predadores.

Nos sistemas de informação, pode-se empregar a título de exemplo, os programas de vírus mutante.

1.5.Entropia

Vem do grego entrope (transformação), trata-se da 2ª lei da termodinâmica, que refere-se a distribuição desigual da energia.

Nós sabemos que as entidades em trânsito pelo sistema, são a energia necessário para a sobrevivência do mesmo.

Quando houver a falta destas entidades, diz-se que o sistema entrou em um estado de entropia, e isto poderá levá-lo a sua falência, morte ou desativação. Como não possui energia circulando, não tem como funcionar.

Portanto, uma escola que teve uma acentuada diminuição de alunos, entrou em um estado de entropia. Perceba que a entropia pode dar-se em maior ou menor grau, já que está diretamente relacionada com a ausência ou presença da energia necessária ao sistema.

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1.6.Redundância

Vários sistemas apresentam entidades redundantes na sua estrutura. Tal característica traz certa segurança na busca de atingir seus objetivos.

No sistema biológico, seu subsistema respiratório apresenta dois pulmões (trata-se de uma redundância). Mas isto é muito positivo, visto que qualquer problema que vier a ocorrer com um deles, o outro consegue fazer com que o objetivo seja atingido. Seu sistema auditivo, possui dois ouvidos, cabe aí a mesma observação.

Também nos sistemas de informação a redundância está presente. O backup, por exemplo é uma redundância (muito necessária aliás).

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2. A natureza dos sistemas

Existe, como pode ser visto, uma diversidade muito grande de sistemas. Dentre eles, podemos separar aqueles que são os naturais e os artificiais, criados pelo homem. É claro que tanto a um quanto ao outro, se aplica toda a abordagem sistêmica.

Vamos encontrar um grupo de sistemas artificiais, que pela sua natureza, são em geral chamados de sistemas de informação, justamente porque seu maior objetivo é fornecer, controlar, prover, pesquisar, analisar informações.

Estes sistemas são criados dentro ou para organizações sociais (empresas), considerando dois aspectos: os componentes da empresa e o nível de decisão na empresa.

Os componentes da empresa, correspondem aos diversos setores que executam as diferentes funções necessárias ao seu funcionamento.

Vendas Produção Financeiro Marketing R.H.

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Os níveis de decisão, obedecem à hierarquia existente na empresa e são conhecidos como: nível estratégico, tático e operacional.

As decisões estratégicas se dão nos altos escalões da empresa e geram atos cujo efeito é duradouro e difícil de inverter. As decisões estratégicas são tomadas com vistas a um planejamento de longo prazo.

As decisões táticas se dão nos escalões intermediários da empresa e geram atos de efeito a prazo mais curto tendo, porém, menor impacto no funcionamento da organização. Normalmente elas visam gerenciar a por em prática decisões estratégicas.

As decisões operacionais são aquelas que visam dar resposta imediata aos problemas do dia a dia, seguindo as orientações táticas ou gerenciais.

Estratégico

Tático

Operacional

Diretoria

Gerentes

Supervisores

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É visível que o tipo de decisão que é tomada em cada nível, requer um diferente grau de agregação da informação. Por exemplo, para uma decisão tática não é necessário que um sistema produza um relatório de faturamento individualizado cliente por cliente, necessitaria-se sim de um resumo do faturamento. Os diferentes níveis de decisão requerem diferentes tipos de relatórios, com diferentes graus de agregação da informação.

Veja que estes níveis de decisão encontram-se também setorizados, conforme mostra o esquema abaixo:

O ideal é que você faça um sistema que propicie recursos para cobrir os três níveis de decisões na empresa, bem como, permita elos de integração entre os departamentos.

Vendas Produção Financeiro Marketing R.H.

Estratégico

Tático

Operacional

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3. A análise de sistemas.

O processo de informatização (criação de sistemas de informação) dentro de uma empresa ou qualquer outro tipo de organização, traz inúmeras implicações, que vão desde mudanças nas rotinas de trabalho até reestruturações organizacionais, com toda a problemática que daí, invariavelmente, decorre.

A tarefa de construir estes sistemas de informação é uma das mais complexas e, em ultima análise, é um processo de solução de problemas.

Com o emprego do computador no processamento de dados, o homem abriu para sí novos campos de atuação profissional. Nesta trajetória sempre houve a necessidade de um profissional que definisse, o que, de que forma e para que, algo devesse ser feito pelo computador. Como colocar o computador para solucionar os nossos problemas, ou até mesmo tomar decisões. Este profissional, atualmente, é chamado de Analista de Sistemas.

A principal tarefa de um Analista de Sistemas é descobrir o que um sistema deverá fazer. Ao conjunto de necessidades a serem atendidas, usualmente, chama-se de requisitos do sistema. O grande problema, e que de certa forma, torna este profissional um artista, é que ninguém sabe exatamente o que um sistema desejado deverá fazer, nem mesmo quem solicitou sua construção. Portanto, descobrir os requisitos do sistema, é uma tarefa de investigação e de muita criatividade.

Portanto, faz parte do objetivo da análise a captura de todos os requisitos para o software que será desenvolvido.

A análise de sistemas consiste nos métodos e técnicas de investigação e especificação da solução de problemas, a partir dos requisitos levantados, para criação e implementação de software em algum meio que o suporte.

Mas, afinal, o que é um problema ?

Um dos usos mais freqüentes para a palavra problema, é aquele que a considera como sinônimo de questão. Neste sentido qualquer pergunta é um problema. Esta identificação resulta, porém, insuficiente para revelar sua essência.

Quando pergunto: Quantos anos você tem ? , parece claro que estou lhe propondo uma questão e igualmente claro, isto não traz nenhuma conotação problemática (não há elevado grau de complexidade).

Por mais que elevemos o grau de complexidade, mesmo que apontemos a um grau infinito, uma questão não irá caracterizar um problema.

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Se complico a pergunta feita e solicito determinar quantos segundos perfazem a sua existência, ainda assim não estaremos diante de algo problemático. A resposta poderá ser simples e imediata; dê-me tempo para fazer os cálculos e lhe apresentarei a resposta. Aqui se enquadra os exercícios escolares (principalmente os de matemática). Não são problemas, são questões. Portanto, uma questão em sí, não é suficiente para caracterizar um problema.

Toda questão comporta uma resposta já conhecida. E quando a resposta é desconhecida ? Estaremos aí diante de um problema ? Pode o problema se caracterizar pelo não saber ?

Ser assim for, problema é tudo aquilo que se desconhece (coisa inexplicável, incompreensível). Não sabermos a resposta a determinada questão não é suficiente para caracterizar um problema. Quais os nomes de cada uma das ilhas que compõem o arquipélago das Filipinas ? (cerca de 7.100) . Esta situação não se configura como problemática, basta uma pesquisa mais extensa para respondê-la.

Quando o não saber é elevado ao extremo, implicando na impossibilidade do saber, configura-se um mistério. Mistério porém não é sinônimo de problema, é, ao contrário e freqüentemente, a solução do problema.

Qual é então a essência do problema ?

Em sua existência, o homem enfrenta necessidades de cuja satisfação depende a continuidade desta mesma existência. Este conceito de necessidade é fundamental para se entender o significado essencial da palavra problema. Trata-se de algo muito simples, embora freqüentemente ignorado.

A essência do problema é a necessidade.

Com isto nós podemos resgatar os usos correntes do termo problema, que foi visto anteriormente, observando-se que se aos mesmos tivermos impregnado uma “necessidade”, teremos então um problema.

Assim, uma questão, em sí, não caracteriza o problema, nem mesmo aquela cuja resposta é desconhecida; mas uma questão cuja resposta se desconhece e se necessita conhecer, eis aí um problema.

Algo que eu não sei não é um problema; mas quando eu preciso saber, eis-me, então, diante de um problema.

3.1.O papel do Analista de Sistemas

Os usuários ou pretensos usuários de computador tem algo em comum: os problemas.

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Necessitam do computador trabalhando para sí, mas a grande maioria desconhece a princípio o que e como proceder para usá-lo. Aqueles que fazem alguma idéia de como utilizá-lo, não dispõem da formação necessária para tal.

Surge então o profissional Analista de Sistemas, que será o elo entre os usuários e o computador.

Ele deverá entender e avaliar as necessidades e expectativas de cada usuário, a fim de que estas sejam organizadas e especificadas seguindo uma formalidade técnica.

Eventualmente, analista e usuários poderão optar por uma solução do problema que não venha a ser empregado o computador. Todas estas decisões de se fazer ou não algo, via computador, é resultado de um processo que envolve analista e usuário.

O trabalho do Analista de Sistemas não é fácil.

Ele tem de ser capaz de lidar, ao mesmo tempo, com um grupo de usuários, outros profissionais de informática e um corpo administrativo (gerentes/diretores). Cada qual trazendo formações, pontos de vistas, vivências, experiências e maturidade totalmente distintas.

Os usuários, ou estarão preocupados em dinamizar seu serviço, tornando-o automático e extremamente rápido, aumentando a confiabilidade de resultados, ou ainda, estarão com medo da informatização, às vezes, até obstruindo o trabalho do Analista de Sistemas.

O pessoal técnico estará se preocupando com aspectos de performance, bits, bytes, estruturas de dados, técnicas de randonização, topologia de hardware e diversidade de recursos.

Administração

Usuários Pessoal Técnico

Analista de Sistemas

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Por fim, na administração, tem-se aqueles que só querem saber do retorno sobre o investimento e a proporção custo/benefício, lembrando a cada momento, que aquilo que você estará fazendo, era necessário para ontem.

Por causa deste contexto, onde impera uma absurda diversidade, é necessário que o Analista de Sistema, tanto quanto possível, busque os requisitos apresentados a seguir.

A maior desvantagem em estabelecer uma lista de requisitos, é que jamais encontrar-se-a alguém que venha a possuir todos eles.

Mesmo assim, não esqueça este panorama, e tente conciliar o máximo possível a presença destes requisitos na sua formação profissional.

Para uma boa atuação como Analista de Sistemas, é conveniente observar algumas diretrizes de conduta, que servirão para facilitar seu trabalho:

• Procure ser aceito profissionalmente, do nível mais alto ao mais baixo da empresa. • Tente entender o que o usuário “quer dizer” e não o que “você pensa” que ele quer

dizer • Escute muito primeiro, fale muito pouco depois ! (desenvolva grandes orelhas e boca

pequena) • Esteja sempre familiarizado com os últimos progressos da tecnologia de informação e

compreenda como aplicá-los na sua empresa

Iniciativa Criatividade

Comunicativo

Concentração

Persuasão

Autoconfiança Simplicidade

Ação Conciliadora

Clareza de Raciocínio

Espírito de Grupo

Sensibilidade Percepção

Persistência Flexibilidade

Determinação

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• Seja capaz de explicar conceitos complexos em termos simplificados • Não se esconda em jargão da informática; fale a linguagem da empresa • Conheça a área de negócio para a qual desenvolverá sistemas, passando boa parte de

seu tempo com o usuário • Sugira soluções inovadoras aos requisitos de informação e desenvolva com clareza,

analisando sempre a relação custo / benefício, utilizando alternativas viáveis

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4. Análise Essencial

Desenvolver sistemas de informação não é desenvolver programas.

Esta prática suicida para as organizações, ainda hoje, por incrível que pareça, em grande abundância no mercado, tem mostrado desde os primórdios do desenvolvimento os inúmeros riscos que traz para as empresas. Motivado, normalmente por “necessidades de última hora”, situações de emergência, necessidades não antecipadas, (enfim ingerências, desorganização, falta de planejamento) as empresas se lançam na aventura de construir remendos para alicerçar suas bases para tomadas de decisão, e normalmente, tornam-se reféns dos aspectos que seguem:

• Não há planejamento de qualquer natureza, isto compromete, futuras expansões, integrações e visão corporativa. Em geral, os problemas oriundos deste aspectos, serão sentidos a nível de ausência de informação para decisões estratégicas.

• Apenas uma pessoa detém o “conhecimento” sobre determinado desenvolvimento • Esta “memória do conhecimento” começa a apresentar problemas quando há um

crescimento do sistema • Normalmente há problemas quando se trata de efetuar manutenção naquilo que foi

desenvolvido • Em geral não há qualquer documentação sobre o desenvolvimento, assim, qualquer

intervenção no mesmo, requer a leitura dos programas fontes para se entender o que o sistema faz exatamente

O método que um Analista empregará para o desenvolvimento de um sistema, pode ser entendido como um caminho a ser percorrido em etapas, algumas delas podendo ser desenvolvidas em paralelo, outras não. As técnicas são procedimentos parametrizados e sistemáticos, pelos quais uma tarefa é executada; em uma analogia: é a forma de se caminhar pelo caminho escolhido.

Há vários métodos para o desenvolvimento de sistemas, isto decorre do fato de que sendo uma atividade de criação, desenvolvida pelo ser humano, sempre há uma preocupação com a pesquisa de novos caminhos de forma a tornar o método mais rápido e eficaz, segundo BALLESTERO ALVAREZ (1990:75) “ o objetivo básico do estabelecimento de um método padronizado no desenvolvimento de sistemas é obter maior consistência no trabalho, melhor qualidade oferecida ao usuário, maior facilidade no treinamento de novos Analistas, eliminação das perdas acarretadas por caminhos sem saída e, sem dúvida, melhor controle dos resultados obtidos no desenvolvimento de sistemas.”

O método que revela o estado da prática atual é a chamada Análise Essencial. Na Análise Essencial, deve-se considerar perfeito o ambiente tecnológico onde será implementado o software a ser projetado (princípio da neutralidade tecnológica). Isto significa considerar que a memória do computador é infinita, seu tempo de resposta é instantâneo, ele não para (não trava), não tem custo, ou seja, é infalível. Este aspecto

Análise e Projeto de Sistemas

Prof. Sérgio Luiz Tonsig Página: 25

propicia a análise pensar em uma solução ideal, no desenho do software, fazendo com que não sejam considerados certos requisitos impostos pelas restrições tecnológicas.

O método da Análise Essencial é uma evolução da Análise Estruturada, a qual o antecedeu. Pode-se sublinhar alguns fatores de seu uso:

a) O método mais utilizado atualmente. Este fator tem grande importância, visto que os domínios e recursos são totalmente utilizáveis por uma ampla parcela de profissionais, credenciando a metodologia para sua efetiva aplicação, em contrapartida a outras metodologias, cujo modelo de desenvolvimento de sistemas é restrito e falta uma maior definição de termos.

b) Princípio da Abstração. Este aspecto permite resolver o problema, separando os aspectos que estão ligados a certa realidade, visando representá-los de forma simplificada e geral. Parte dos eventos existentes naquela sintética visão da realidade para chegar aos dados ou informações manipulados. Nas outras metodologias, também está presente este princípio, mas com a preocupação de não dissociar eventos dos dados os quais manipulam, tendo nessa associação o encapsulamento que caracteriza o objeto.

c) Princípio da divisão. Para resolver um problema, o mesmo é dividido em um conjunto de problemas menores, que são mais fáceis de serem compreendidos e resolvidos.

4.1.O Caminho da Análise Essencial

A idéia global do caminho a ser trilhado pelo Analista de Sistemas, ao utilizar o método de análise essencial, pode ser sucintamente descrito como segue:

Domínio do Problema

O primeiro momento, de altíssima importância é delimitar exatamente o que se espera do sistema a ser desenvolvido. Trata-se de estabelecer seus limites fronteiriços, exatamente o que deverá ser feito. Por exemplo, alguém pode solicitar seus serviços para informatizar um hotel. Mas veja, um hotel é sem dúvida um macro problema. Ele é composto de várias facetas que podem ser informatizadas, como o controle da locação de quartos, o controle financeiro (contas a pagar/receber), a folha de pagamento dos funcionários, a contabilidade do hotel, enfim, é necessário que você verifique se a expectativa de quem o contratou é realmente informatizar todas estas facetas.

Uma vez delimitado a abrangência do que deverá ser feito, o segundo passo de absoluta importância deve ser dado, ou seja, fazer um amplo, rigoroso, profundo, minucioso

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