Apostila circulação vertical, Pesquisas de Fundamentos de Físicao. Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC)
angela_bernardes
angela_bernardes26 de Agosto de 2015

Apostila circulação vertical, Pesquisas de Fundamentos de Físicao. Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC)

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Definicao e integracao de movimentos, construcoes e circulacao vertical
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Microsoft Word - Apostila circulação vertical.doc

CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO PROJETO IV Prof. Luis Gustavo Xavier

Circulação vertical em edifícios Página 1 de 1

CIRCULAÇÃO VERTICAL Rampas Retas – A rampa é um plano inclinado utilizado para circulação de pessoas,

cargas e veículos. Recomenda-se prever áreas de descanso ou manobras (patamares) em condições semelhantes às da escada. Para rampas externas (calçadas), deve-se prever inclinação transversal, até no máximo 2%. Para uso de pedestres a inclinação ideal é de 8%, mas às vezes por ocupar muito espaço, costuma-se usar 10%. A extensão de rampa é fator importante, pois rampas curtas podem ter até 12,5% de inclinação – ver tabela 1 abaixo. Assim como nas escadas, o corrimão deve ser colocado com altura entre 0,80 m e 1,00 m.

Além de rampas para pedestres observamos as rampas para paraplégicos e esta deve ser projetada com inclinação de 7% a 10%, excepcionalmente em rampas muito curtas pode-se chegar a 12,5%.

Já nas rampas para automóveis usa-se as inclinações abaixo, observando sempre os mesmos preceitos anteriores de patamares, lembrando que estas devem ter largura mínima de 3,00 m, nas rampas retas, e 3,5 m nas rampas curvas, com raio de manobra mínimo de 6,00 m:

· Inclinação usual – 10 a 13% · Rampas longas – até 5% · Rampa muito curta – até 20%

Tabela 1 Inclinação admissível de cada segmento de rampa ( i ) - %

Desníveis máximos de cada segmento de rampa ( d ) – m

Números máximos de segmento de rampa ( n )

Comprimentos máximos de cada segmento de rampa ( s )

5,00 1,50 - 30,00 6,25 1,00

1,20 14 12

16,00 19,20

8,33 0,90 10 10,80

10,00 0,274 0,50 0,75

08 06 04

2,74 5,00 7,50

12,50 0,183 01 1,46 Fonte ABNT - NBR 9050/1994 Pouco usadas em residências, as rampas são largamente utilizadas em edifícios

residenciais ou comerciais, edifícios garagens, hospitais, escolas, estádios, clubes esportivos, supermercados, etc, onde a circulação intensa justifica sua utilização. As rampas permitem o acesso entre diferentes níveis de uma edificação e, embora exijam um espaço muito maior que as escadas, são mais confortáveis, suave e seguras que as mesmas.

Sua utilização é, assim obrigatória em locais que devam ser acessíveis a pessoas limitadas em sua capacidade de locomoção, como: idosos, enfermos e portadores de deficiências, ou ainda, permitir a circulação de equipamentos dotados de rodas. Desta forma, escolas, hospitais, clubes, cinemas, teatros, museus, e edifícios públicos, de forma geral, devem dispor de rampas, de modo a garantir acessibilidade a qualquer pessoa. Por

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destinarem-se preferencialmente às pessoas com limitação parcial ou total de locomoção, o projeto de uma rampa deve sempre considerar, com muito cuidado, os seguintes aspectos:

· Inclinação compatível; · Piso anti-derrapante; · Corrimãos duplos; · Corrimão com terminações arredondadas.

Vale lembrar, que as rampas são a melhor opção, em saídas de emergência.

Para o dimensionamento das rampas usa-se a seguinte equação: i = h X 100, onde:

c i é a inclinação, em porcentagem; h é a altura a ser vencida; c é o comprimento da projeção horizontal. Ex : h = 2,40 m; i = 10%; L = 1,20 m, se aplicarmos a fórmula já dada, obteremos C = 24,00 m. Acrescido os patamares teremos: 4 segmentos de 6,00 m + 2,40 m, ver tabela. E ainda leva-se em conta o tipo de uso da rampa e os limites de inclinação estabelecidos na tabela anterior e deve-se acrescentar ao comprimento obtido para arampa a medida do patamar, que é geralmente igual a largura da rampa.

No caso de reforma, quando esgotadas as possibilidades de soluções que atendam integralmente os 2 primeiros itens da tabela acima, podemos usar inclinações superiores a 8,33% e até 12,5%. A largura das rampas ( L ) deve ser estabelecida de acordo com o fluxo de pessoas. A largura mínima recomendável em rotas acessíveis é de 1,50 m, sendo o mínimo admissível 1,20 m. OBS: Em edificações existentes, quando a construção de rampas nas larguras indicadas ou a adaptação da largura das rampas for impraticável, podem ser executadas rampas com largura mínima de 0,90 m e com segmentos de no máximo 4,00 m, medidos na sua projeção horizontal.

Rampa Helicoidal – As rampas curvas são usadas quando o perfil do terreno assim permitir ou quando da escolha profissional em função do partido arquitetônico adotado. As rampas curvas admitem inclinação máxima de 8,33% e raio mínimo de 3,00 m

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medido no perímetro interno à curva – ver figura abaixo – e devem possuir no início e final de cada segmento patamares medindo, no mínimo 1,20 m, na direção do movimento.

Para efeito de cálculo, o comprimento que se obtém na rampa helicoidal, é o do eixo

médio, isto é, aquele que é medido na metade da largura da rampa. Ex: h = 2,40 m; i = 8,33%; L = 1,20 m, se aplicarmos a fórmula já dada para rampas retas, obteremos C = 24,00 m. Assim como nas escadas helicoidais i = h X 100, trocando c com i, teremos: c c = h X 100 como c também é igual a: c = 2 x p x R i poderíamos então achar o raio, mas como devemos acrescentar patamar, temos :

28,80 + 1,20 = 2 x 3,14 x R 30,00 = 6,28 x R R = 30,00 / 6,28 = 4,77 aprox. 4,80 Sendo este o raio médio, precisamos verificar se o raio mínimo interno está sendo

atendido e para isso basta diminuir 0,60 m ( metade da largura ).

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Circulação Vertical - Elevadores e Escadas

Transporte Vertical em Edifícios 1 - Descrição dos diversos tipos de equipamentos: Elevadores de Passageiros Elevadores de Carga Elevadores de Carga - Automóveis Monta Cargas Elevadores de Maca Elevadores para residências Unifamiliares Elevadores Panorâmicos de Passageiros.

Para o dimensionamento destes equipamentos, diferentes cálculos e estudos deverão ser realizados, sempre em função das características especificas de cada projeto. O autor (s) do projeto arquitetônico deve sempre consultar a assessoria dos fabricantes, que geralmente prestam todas as informações necessárias sem qualquer tipo de ônus. Os fabricantes de elevadores mais conhecidos no mercado são: Atlas Schinder, Otis e Sur. 2- Normas:

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) fornece varias normas sobre: Elevadores Elétricos para passageiros (NBR NM-207), Cálculo de Tráfego (NBR-5665), Projeto e fabricação de Escadas Rolantes e Esteiras Rolantes (NBR NM-195). 2.1- Elevadores Elétricos de Passageiros - Requisitos de segurança para construção e instalaçãoNorma NBR NM-207

Editada em novembro de 1999 esta norma cancela e substitui a NBR-7192 passando a ter vigência a partir de 30-12-1999. Trata de requisitos de segurança relativos a elevadores elétricos de passageiros e estabelece as regras mínimas para instalação de elevadores nos edifícios/construções.

Várias leis federais, estaduais ou municipais, em especial os códigos de obras, fazem exigências adicionais, complementando as normas existentes e sempre obedecendo pelo menos aos seus requisitos mínimos. 3- O funcionamento do elevador: A cabina -É montada sobre uma plataforma, em uma armação de aço constituída por duas longarinas fixadas em cabeçotes (superior e inferior). O conjunto, cabina, armação e plataforma, denomina-se carro; O contrapeso - Consiste em uma armação metálica formada por duas longarinas e dois cabeçotes, onde são fixados pesos (intermediários), de tal forma que o conjunto tenha peso total ou igual ao do carro acrescido de 40 a 50% da capacidade licenciada; Tanto a cabina como o contrapeso - Deslizam pelas guias (trilhos de aço do tipo T), através de corrediças. As guias são fixadas em suportes de aço, os quais são chumbados em vigas, de concreto ou de aço, na caixa;

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O carro e o contrapeso - São suspensos por cabos de aço que passam por polias, de tração e de desvio, instaladas na casa de máquinas; O movimento de subida e descida do carro e do contrapeso - É proporcionado pela máquina de tração, que imprime à polia a rotação necessária para garantir a velocidade especificada para o elevador. A aceleração e o retardamento ocorrem em função da variação de corrente elétrica no motor. A parada é possibilitada pela ação de um freio instalado na máquina; Além desse freio normal - O elevador é dotado de um freio de segurança para situações de emergência; O freio de segurança - É um dispositivo fixado na armação do carro ou do contrapeso, destinado a pará-los, de maneira progressiva ou instantânea, prendendo-os às guias quando adicionado pelo limitador de velocidade. Sua atuação é mecânica; O limitador de velocidade - Por sua vez, é um dispositivo montado no piso da Casa de Máquinas, constituído basicamente de polia, cabo de aço e interruptor. Quando a velocidade do carro ultrapassa um limite pré-estabelecimento, o limitador aciona mecanicamente o freio de segurança e desliga o motor do elevador. 4 - Posicionamento dos componentes do elevador:

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5 - O projeto arquitetônico:

Em edifícios com o controle convencional de elevadores todas as entradas dos carros devem ser visíveis e acessíveis de qualquer ponto do lobby ou da área de embarque, o que influencia o layout do edifício e limita o projeto arquitetônico desta área. 6 – Condições básicas para Obra e Estrutura Civil. 6.1 - Casa de Máquinas

É destinada à colocação das máquinas, painéis de comandos e despacho, limitador de velocidade e outros componentes da instalação. O posicionamento ideal para a Casa de Máquinas é na parte superior do edifício, sobre a caixa do elevador.

Quando a Casa de Máquinas estiver situada em outro local do prédio (por exemplo: na parte inferior do edifício, ao lado do Poço), obrigatoriamente deverá ser construída uma casa de polias sobre a caixa.

As principais exigências da NBR NM-207 para a Casa de Máquinas são:

Ø A porta de acesso à Casa de Maquinas deve ser material incombustível e sua folha deve abrir para fora, estar provida de fechadura com chave para a abertura pelo lado externo e abertura sem chave pelo lado interno.

Ø As máquinas outros dispositivos do elevador e as polias, devem ser instaladas em recinto exclusivo contendo paredes sólidas, piso, teto e porta de acesso com fechadura de segurança. Os pisos devem ser antiderrapantes.

Ø Não devem ser usadas para outros fins que não sejam instalação de elevadores. Ø Não devem conter dutos, cabos ou dispositivos que não sejam relacionados com

elevadores. Ø O acesso deve ser utilizável com segurança, sem necessidade de passar em lugar

privado. As entradas devem ter altura mínima de 2,00m e largura mínima de 0,70m. Ø As escadas de acesso devem ser construídas de materiais incombustíveis e

antiderrapantes com inclinação máxima de 45°, largura mínima de 0,70m, possuindo no final um patamar coincidente com a porta de entrada, com dimensões suficientes para permitir a abertura para fora da porta da Casa de Máquinas (a escada não pode ser do tipo “caracol”).

Ø Quando o desnível for inferior a 1,20m a inclinação pode ser de até 60° com degraus de 0,25m de altura Máxima e 0,19m de profundidade mínima.

Ø Devem ser providas de ganchos instalados no teto para levantamento de equipamento pesado durante a montagem do elevador.

Ø Altura mínima de 2,00m. Ø Quando a função do edifício exigir (ex: moradias, hotéis, hospitais, escolas, bibliotecas,

etc.) as paredes, pisos e tetos das casas de máquinas devem absorver substancialmente os ruídos oriundos da operação dos elevadores.

Ø Devem ter ventilação natural cruzada ou forçada, com 1/10 de área de piso. Ø Devem ser iluminadas, garantindo o mínimo de 200lx ao nível do piso e possuir pelo

menos uma tomada elétrica. Ø Devem dispor de luz de emergência, independente e automática, com autonomia mínima

de 1 hora para garantir iluminação de pelo menos 10lx sobre a máquina de tração. Ø A temperatura da Casa de Máquinas deve ser mantida entre 5° C e 40° C.

Para possibilitar a entrada dos equipamentos na maior parte dos casos é necessário

construir, um alçapão no piso da Casa de Máquinas. Quando fechado, deve ser capaz de suportar uma carga de 1000N em uma área de 0,20m x 0,20m. Sobre o alçapão e sobre cada máquina deve ser instalado um gancho, com resistência suficiente para suportar a carga das máquinas durante as operações de montagem e manutenção. Sua altura varia também de acordo com o

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equipamento. Na tabela 2 encontram-se as alturas mínimas em função das diferentes velocidades dos elevadores.

6.2 – Caixa do elevador:

É o recinto formado por paredes, verticais, fundo do poço e teto, onde se movimentam o carro e o contrapeso.

As principais exigências da NBR NM-207 para a Caixa são:

Ø As paredes devem ser constituídas de material incombustível formando uma superfície lisa. Se existirem saliências na direção do movimento do elevador, estas devem ser chanfradas a 60° ou mais com a horizontal;

Ø Quando houver distância superior a 11 m entre paradas consecutivas, devem existir portas de emergência na Caixa;

Ø Não pode existir na Caixa qualquer equipamento além do necessário para o funcionamento do elevador;

Ø Na parte superior da caixa deve existir abertura de ventilação, com área igual a 1% da área da seção horizontal da Caixa, no mínimo;

Ø Abaixo da soleira de cada pavimento deve existir uma aba com altura de 30 cm, no mínimo sendo que a sua parte inferior deve continuar com uma inclinação de 60º com a horizontal;

Ø Iluminação a cada 7m ao longo do percurso.

Nota: Soleiras com abas em chapas metálicas poderão ser fornecidas e instaladas pelos fabricantes.

Atenção: Deve-se ter cuidado na execução da prumada interna da caixa de elevadores do

edifício para garantir o tráfego correto do carro mantendo a perpendicularidade após a execução das paredes e quanto for mais alto o edifício maior deve ser o cuidado pelo construtor, pois a possibilidade de desvios aumenta com a altura sendo aceitável um desvio de prumada de até 1,5cm de cada lado.

O espaço livre superior (distancia entre o nível da parada extrema superior e o teto da Caixa ) normalmente é maior do que o pé direito da ultima parada. Varia em função da velocidade do equipamento a ser instalado.

6. 3 - O Poço

É o recinto situado abaixo do piso da parada extrema inferior na projeção da Caixa. As

principais exigências da NBR NM 207 para o Poço são:

Ø Deve existir acesso ao fundo do Poço; Ø Entre os Poços de elevadores adjacentes deve existir parede divisória, ou proteção de

chapa metálica ou tela de arame, de abertura de malha inferior a 5cm, com altura mínima de 2.50 m acima do nível do fundo do Poço;

Ø Quando houver porta na parede divisória dos Poços de elevadores adjacentes, essa porta deverá ter contato elétrico (idêntico das portas de pavimento) que interrompa o circuito dos dois elevadores;

Ø Em cada Poço deve existir um ponto de luz, de forma a assegurar a iluminação mínima de 20 lx no piso do Poço, além de uma tomada elétrica;

Ø Não deve existir no Poço qualquer equipamento que não faça parte do elevador. O Poço deverá ser impermeável, fechado e aterrado e nele não deverá existir qualquer

obstáculo que dificulte a instalação dos aparelhos do elevador (como sapatas ou vigas que invadam o Poço, por exemplo).

A profundidade do Poço é também variável de acordo com o equipamento a ser instalado.

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Ver tabela abaixo.

7 – Portas:

Os tipos de portas para elevadores de passageiros são as seguintes: Pavimento: Abertura Lateral (AL)

Abertura Central (AC)

Cabina: Abertura Lateral (AL) Abertura Central (AC)

Detalhe:

Ø Por exigência da NBR NM- 207 às dimensões mínimas para as portas são de 0.80m de

largura por 2.00m de altura; Ø A porta da cabina é acionada por um operador elétrico, instalado sobre a mesma. As

portas de pavimento AL e AC abrem e fecham simultaneamente com a da cabina, através de um engate mecânico;

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Ø As portas automáticas ao serem instaladas tanto em edifícios residenciais quanto comerciais atendem aos seguintes requisitos básicos:

Ø Agilizam o fluxo de tráfego; Ø Não ocupam o espaço do hall e do corredor; Ø Não exigem estudos de sentido de abertura de porta beneficiando o fluxo de passageiros

em todos os pavimentos; Ø Permitem o acesso de pessoas com as mãos ocupadas; Ø Facilitam o acesso de deficientes físicos; Ø São fornecidas com barra de proteção eletrônica; Ø Aumentam a segurança; Ø Proporcionam economia e produtividade à construção civil ao liberar a área do hall em

todos os pavimentos. Especificações técnicas para projeto arquitetônico e obra civil

8 - Dimensionamento das caixas:

O dimensionamento das Caixas dos elevadores é função da capacidade, da velocidade, do tipo de portas e da localização do contrapeso.

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9 – Como Posicionar os elevadores no hall do edifício:

Tão essencial quanto a sua boa localização dentro do prédio é a posição relativa de cada

um dos elevadores dentro do grupo. Os elevadores devem ser posicionados de tal forma que a distância entre os mesmos seja mínima.

Distância excessiva entre os carros de um grupo resulta em um maior tempo de parada do elevador, pela maior demora dos passageiros em alcançá-lo, reduzindo a eficiência da instalação.

A separação dos elevadores com comandos independentes pode prejudicar as condições de tráfego, sendo uma solução a ser evitada.

Grupo de dois carros: Para dois carros, o arranjo lado a lado (figura acima) é o melhor. Os passageiros, vendo os

dois carros ao mesmo tempo, reagem imediatamente à chegada de um deles. A solução de dois elevadores frente a frente (figura acima) também pode ser considerada

satisfatória; entretanto quando se tiver elevadores frente a frente, deve-se ter um corredor mais largo.

10 - Requisitos importantes para o Cálculo de Tráfego dos Elevadores:

Para que se possa efetuar o cálculo as seguintes variáveis deverão ser conhecidas:

· População do prédio; · Numero de paradas dos elevadores; · Percurso dos elevadores; · Tipos de portas dos elevadores; · Capacidade das cabinas; · Velocidade dos elevadores; · Quantidade de elevadores.

11 – Sistema eletrônico Atlas

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Solução de área de lazer na cobertura otimizando o pavimento sem o uso de casa de máquinas para elevadores.

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12- Escadas rolantes.

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Modelo de escada rolante Atlas

NOTA 1: Todas as informações acima apenas exemplificam o modelo fornecido,

necessitando sempre dos dados específicos de desnível entre pisos do projeto arquitetônico e consulta aos fabricantes.

NOTA 2: Todas as informações anteriores foram retiradas dos Manuais de Transporte Vertical em edifícios, Otis e Atlas. 13 – Informações complementares sobre escadas enclausuradas em edifícios residenciais com 4 pavimentos ou mais. (Decreto 827 – Capítulo IV – Dos dispositivos – Artigo 11)

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Normas complementares ao Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico COSCIP – Decreto 827 – Capítulo XIX – Do Escape – Artigos 178 a 201 Exemplos de ante-câmaras Modelos de escadas

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MODELO DE ESCADA ENCLAUSURADA

PAVIMENTO TIPO

TÉRREO

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