Apostila segundo bimestre - Desenho técnico projetivo, Notas de estudo de Engenharia Civil
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Apostila segundo bimestre - Desenho técnico projetivo, Notas de estudo de Engenharia Civil

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Material de Desenho Técnico e Geometria Descritiva
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Elaborado por: Profa. M. Eng. Tatiane Martins de Assis 1

ANHANGUERA EDUCACIONAL – CASCAVEL/PR

ENGENHARIA AMBIENTAL

ENGENHARIA MECÂNICA

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

APOSTILA DE DESENHO TÉCNICO PROJETIVO

2016

Elaborado por: Profa. M. Eng. Tatiane Martins de Assis 2

PRIMEIRO BIMESTRE

1. Materiais de desenho técnico

1.1 Esquadros (sem graduação)

1.2 Escalímetro

1.3 Compasso 1.4 Lapiseira (grafite 0,3; 0,5; 0,7) 1.5 Borracha

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2. Folhas, Margens e Legenda

Tabela 1 – Folhas da Série A

2.1 Principais folhas utilizadas na disciplina:

2.2 Legenda utilizada na disciplina (Quadro do logotipo: 4x4cm):

Logotipo

Projeto:

Desenhista:

Curso: Data:

Escala: Folha:

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2.3. Dobramento das folhas Segundo NBR 12142/1999

As folhas maiores que o tamanho A4 devem ser dobradas de modo a retornarem as

dimensões da A4 facilitando assim seu encadernamento ou guarda-las em pastas.

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3. Uso de Paralelismo de Esquadros

Linhas Horizontais Linhas Verticais

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4. Caligrafia Técnica

4.1 Informações de caligrafia técnica extraídas da NBR 8402/1994

4.2 Modelo de letras

Letra Vertical Letra Itálica

(90° em relação ao plano horizontal) (75° em relação ao plano horizontal)

Caracteres Númericos Verticais e Itálicos

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5. Tipos de linhas

5.1 Tipos de Linhas Segundo a NBR 84030/1984

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Exemplo de aplicação dos tipos de Linhas

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5.2 Aplicação das linhas e regras de cotagem

5.3 Em elementos em perspectiva a cotagem segue os modelos abaixo

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6. Desenhos em Perspectiva

6.1 Isométrica: Perspectiva isométrica é o processo de representação tridimensional

em que o bjeto se situa num sistema de três eixos coordenados (axonometria). Estes

eixos, quando perspectivados, fazem entre si ângulos de 120°. Por razões práticas

costuma-se utilizar, na construção das perspectivas, o prolongamento dos eixos X e

Y a partir do ponto O, no sentido contrário, formando ângulos de 30° com a

horizontal, enquanto o eixo Z (vertical) permanece inalterado.

7.1 Perspectiva Cavaleira: Os objetos são representados como seriam vistos por um

observador situado a uma distância infinita e de tal forma que os raios visuais sejam

paralelos entre si e oblíquas em relação ao quadro. A face frontal do objeto fica

paralela ao quadro o que garante a projeção em tamanho real e sem deformação

da face. Já as profundidades do objeto sofrem certa deformação de acordo com a

inclinação utilizada na projeção. Este tipo de perspectiva é recomendado para objetos

cuja forma geométrica em uma das faces seja mais complexa.

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Exercícios

1) Reproduza a perspectiva abaixo na escala 1:50.

2) Converta o mesmo desenho anterior em perspectiva cavaleira para os ângulos de

30°, 45° e 60°, use a escala 1:50.

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6. Perspectivas de peças circulares

Os elementos circulares quando projetados em perspectiva isométrica, perde a

vizualização circular e passa a ter format de elipse. Como no exemplo abaixo.

Exercícios:

a) Considere na peça a seguir, que a unidade de medida está em milímetros

b) Considere na peça a seguir raio externo 5,0 cm e raio interno 2,0 cm, altura 1,0cm.

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SEGUNDO BIMESTRE

7. Geometria descritiva: Ponto, reta e plano

A Geometria Descritiva, por sua vez, é o ramo da Matemática Aplicada que tem como objetivo

o estudo de objetos tridimensionais mediante projeções desses sólidos em planos. Em Geometria,

é comum utilizarmos os conceitos de forma e dimensão. Forma é o aspecto, ou configuração, de um

determinado objeto (forma arredondada, elíptica, etc.), enquanto dimensão é a grandeza que

caracteriza uma determinada medida desse objeto (largura, comprimento, etc.).

Os elementos fundamentais da geometria são o ponto, a reta e o plano.

Ponto: é o elemento mais simples, pois não possui forma nem dimensão. Contudo, a partir do ponto

é possível obter-se qualquer outra forma geométrica. Por exemplo, uma linha pode ser construída

a partir do movimento de um ponto no espaço. Se o ponto mantiver sempre a mesma direção, sem

desviar, dará origem a uma linha reta. Se, ao contrário, o ponto mudar constantemente de direção,

dará origem a uma linha curva. Se, ainda, o ponto mudar bruscamente de direção de tempos em

tempos, originará uma linha poligonal. Também podemos comparar uma linha a uma série de

pontos enfileirados no espaço, unidos de tal forma que se confundem num traço contínuo.

Reta: não possui início nem fim, sendo ilimitada nos dois sentidos. Entretanto, se marcarmos sobre

uma reta dois pontos A e B, o número infinito de pontos existentes entre A e B constitui um

segmento de reta que tem A e B como extremos. Por outro lado, se marcarmos sobre uma reta um

ponto O, a reta ficará dividida em duas partes chamadas semi-retas. Assim como as retas, os planos

também se estendem ao infinito. E, da mesma forma que um ponto divide uma reta em duas semi-

retas, uma reta divide um plano em dois semiplanos.

Plano: se o ponto não tem dimensões, se a tem uma dimensão, o plano tem duas dimensões

e pode ser considerado uma superfície que resultado do movimento de uma reta que se

deslocasse paralelamente a si próxia ao longo de uma dada direção.

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Sistemas de Projeção

Existem três tipos de projeções de objetos em planos, o sistema cônico que amplia ou reduz objetos,

o sistema obliquo que permite uma projeção deslocada do eixo real do objeto para a projeção do

plano e o sistema ortogonal que permite reprodução em verdadeira grandeza e com o eixo da objeto

centrado com o eixo da projeção. Para que a forma e as dimensões de um objeto sejam

compreendidas de modo satisfatório, é necessário que as dimensões da projeção correspondam às

dimensões reais do objeto. Ou seja, o objeto deve ser representado em sua verdadeira grandeza

(VG). Por isso nossos projetos serão realizados utilizando o sistema de projeção cilíndrica

orthogonal.

Planos de Projeção (Projeção de monge):

Para se definir a forma e a posição de um objeto no espaço de forma satisfatória utilizando-se um

sistema de projeções, uma só projeção não é suficiente. Assim, na Geometria Descritiva clássica,

são utilizados dois planos de projeção para se representar um objeto, sendo que o sistema de

projeção adotado é o Sistema de Projeções Cilíndricas Ortogonais.

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A figura a seguir apresenta o Sistema de Coordenadas, utilizada para expressar os pontos

no diedro.

8. Épura e rebatimento

Qualquer objeto, quando representado no sistema mongeano, possuirá duas projeções, uma

no plano horizontal de projeção e outra no plano vertical de projeção. A projeção do objeto sobre

o plano () é chamada de projeção horizontal e a projeção sobre o plano (’) é denominada projeção

vertical. Por convenção, considera-se que o centro de projeção que dá origem à projeção horizontal

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está localizado acima do plano horizontal (), a uma distância infinita, enquanto o relativo à

projeção vertical está localizado na frente do plano vertical ('), também a uma distância infinita.

Rebatendo-se o plano horizontal () sobre o vertical ('), ou vice-versa, é possível representar uma

figura do espaço tridimensional em um único plano. Assim, pode-se rebater o plano () sobre o

plano ('), girando de 90° o plano () em torno da linha de terra, no sentido horário, fazendo com

que os dois planos de projeção fiquem em coincidência, obtendo-se o que se chama de épura. A

épura possibilita, portanto, a representação de um objeto tridimensional em um espaço

bidimensional, a folha de papel, tornando possível a resolução de inúmeros problemas geométricos.

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Exemplos de elementos representados nos diedros e suas respectivas épuras:

Lista de Exercícios: Geometria e Desenho Técnico

1) Represente nos diedros abaixo os elementos geométricos, conforme as coordenadas

cartesianas.

A) AB (2, 2, 2; 2, 2,0) , EF (-2,-2,0; -2,-2,-2) B) C(1,1,1) D(2,2,2) E(3,3,3)

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C) C(-1,-1,1) D(-2,-2,2) E(-3,-3,3) D) Plano (0,0,1; 3,0,1; 0,3,1; 3,3,1)

B) Faça as épuras dos diedros do exercício 1.

Exemplo:

9. PROJEÇÕES ORTOGONAIS

Em desenho técnico, projeção é a representação gráfica do modelo (peça ou objeto 3D)

feito em um plano, onde são mostradas as principais dimensões: a largura, a altura e a

profundidade. Qualquer das vistas principais de um objeto representa somente duas das três

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dimensões principais. Existem varias formas de projeção, entretanto a ABNT adota a PROJEÇÃO

ORTOGONAL, por ser a representação mais fiel à forma do modelo.

A projeção completa das projeções ortogonais no primeiro diedro, seguem a

representação a seguir.

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Como a grande maioria dos elementos de máquinas são simétricos, as projeções que são

desenhadas são chamadas de vistas: frontal, superior e lateral direita ou esquerda.

10. Técnicas de Desenho das projeções ortogonais

10.1 Escolhendo as vistas para desenhar

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10.2 Método de desenho com a utilização do compasso

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10.3 Método de desenho com a utilização de esquadros paralelos

Exercício: Teste sua vizualiação das projeções ortogonais a seguir, e escreva os nomes das

vistas.

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Lista de exercícios: Projeções ortogonais

1) De acordo com a Figura a seguir, escolha uma face para posicionar o observador, de nome a cada uma das vistas e desenhe a vista faltante:

2) Reproduza as projeções ortogonais das peças abaixo no primeiro diedro.

a)

b)

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c)

d)

Muito bom mesmo
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