Apostila sobre Desenho Técnico Projetivo, Outro de Desenho Técnico. Universidade Regional de Blumenau (FURB)
marcelo-jose-garcia
marcelo-jose-garcia24 de Agosto de 2017

Apostila sobre Desenho Técnico Projetivo, Outro de Desenho Técnico. Universidade Regional de Blumenau (FURB)

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Conteúdo teórico sobre Desenho Técnico Projetivo (Geometria descritiva), até nível intermediário. Apostila com muitos exercícios práticos, envolvendo os conteúdos apresentados.
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Microsoft Word - Apostila Desenho_Básico

MARCELO JOSÉ GARCIA

APOSTILA DE DESENHO

TÉCNICO PROJETIVO

BLUMENAU

FEVEREIO 2017

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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- i -

SUMÁRIO

CAPÍTULO 1 ...................................................................................................... 2

1 TIPOS DE DESENHOS ............................................................................. 2

1.1 DESENHO ARTÍSTICO ............................................................................................ 2

1.2 DESENHO TÉCNICO ................................................................................................ 3

1.2.1 Desenho Técnico Projetivo.............................................................................................. 3

1.2.2 Desenho Técnico Não-Projetivo ...................................................................................... 5

CAPÍTULO 2 ....................................................................................................... 6

2 HISTÓRIA DO DESENHO TÉCNICO .................................................... 6

2.1 ORIGEM HISTÓRICA ............................................................................................... 6

2.2 GEOMETRIA DESCRITIVA: A BASE DO DESENHO TÉCNICO ........................ 7

2.3 EVOLUÇÃO DO DESENHO TÉCNICO MODERNO ............................................. 8

2.4 IMPORTÂNCIA DO DESENHO TÉCNICO NA ENGENHARIA .......................... 9

2.5 QUESTIONÁRIO DE REVISÃO............................................................................. 10

CAPÍTULO 3 ..................................................................................................... 11

3 FIGURAS GEOMÉTRICAS ELEMENTARES .................................... 11

3.1 PONTO ...................................................................................................................... 11

3.2 LINHA RETA OU RETA ......................................................................................... 12

3.3 SEMI-RETA .............................................................................................................. 12

3.4 SEGMENTO DE RETA ........................................................................................... 13

3.5 PLANO ...................................................................................................................... 13

3.6 EIXO ......................................................................................................................... 14

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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- ii -

3.7 SIMETRIA ................................................................................................................ 14

3.8 PLANO CARTESIANO ............................................................................................ 15

3.9 ARESTA .................................................................................................................... 15

3.10 FACE ......................................................................................................................... 16

3.11 FIGURAS GEOMÉTRICAS ..................................................................................... 17

3.12 VÉRTICE .................................................................................................................. 17

3.13 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS ..................................................................................... 18

3.14 QUESTIONÁRIO DE REVISÃO ............................................................................. 22

CAPÍTULO 4 .................................................................................................... 23

4 INTRODUÇÃO AO DESENHO TÉCNICO .......................................... 23

4.1 DEFINIÇÃO DE DESENHO TÉCNICO ................................................................. 24

4.2 VISÃO ESPACIAL ................................................................................................... 25

4.2.1 Exercícios de Fixação ....................................................................................................25

4.3 OBJETIVOS DA DISCIPLINA DE DESENHO TÉCNICO .................................... 28

4.4 CARACTERÍSTICAS DO DESENHO TÉCNICO .................................................. 28

4.5 FORMAS DE ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO ............................................ 29

4.6 PADRONIZAÇÃO DE DESENHO TÉCNICO ....................................................... 30

4.7 NORMAS ABNT DE DESENHO TÉCNICO .......................................................... 31

4.8 MATERIAIS UTILIZADOS EM DESENHO TÉCNICO ........................................ 37

4.8.1 Lápis para Desenho Técnico ..........................................................................................38

4.8.2 Borracha para Desenho Técnico .....................................................................................40

4.8.3 Papel para Desenho Técnico ..........................................................................................40

4.8.4 Fita Adesiva...................................................................................................................41

4.8.5 Jogo de Esquadros de Desenho Técnico .........................................................................41

4.8.6 Escalímetros ..................................................................................................................41

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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- iii -

4.8.7 Régua graduada ............................................................................................................ 42

4.8.8 Compasso ..................................................................................................................... 43

4.8.9 Transferidor .................................................................................................................. 43

4.8.10 Prancheta para Desenho Técnico ............................................................................... 45

4.8.11 Régua tipo “T” .......................................................................................................... 46

4.9 QUESTIONÁRIO DE REVISÃO............................................................................. 46

CAPÍTULO 5 ..................................................................................................... 48

5 CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS FUNDAMENTAIS ...................... 48

5.1 CONSTRUÇÕES ELEMENTARES ........................................................................ 48

5.1.1 Mediatriz ...................................................................................................................... 48

5.1.2 Perpendicular ................................................................................................................ 50

5.1.3 Paralelas ....................................................................................................................... 51

5.1.4 Bissetrizes ..................................................................................................................... 52

5.2 TANGÊNCIAS ......................................................................................................... 53

5.2.1 Traçar pelo ponto P, externo ao círculo, uma Tangente à circunferência ........................ 54

5.2.2 Traçar a tangente externa comum a duas circunferências ............................................... 55

5.2.3 Traçar a tangente interna comum a duas circunferências ................................................ 56

5.2.4 Concordar duas retas por um arco de raio R .................................................................. 57

5.2.4.1 As duas retas formam ângulo de 90° (ângulo reto) ................................................ 57

5.2.4.2 As duas retas formam ângulo agudo (< 90°) e ângulo obtuso (>90°) ..................... 57

5.2.5 Concordar externamente reta e circunferência por um arco de raio R1 ............................ 58

5.2.6 Concordar internamente reta e circunferência por um arco e raio R1 .............................. 59

5.2.7 Concordar duas circunferências de raios R1 e R2 por arco de raio R3 .............................. 60

5.2.8 Concordar duas circunferências de raios R1 e R2 por arco de raio R3 .............................. 61

5.3 POLÍGONOS COMUNS .......................................................................................... 62

5.3.1 Quadrado ...................................................................................................................... 62

5.3.1.1 Construção de um quadrado .................................................................................. 62

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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- iv -

5.3.1.2 Inscrição de um quadrado numa circunferência .....................................................63

5.3.2 Pentágono Regular .........................................................................................................64

5.3.3 Hexágono Regular .........................................................................................................66

CAPÍTULO 6 .................................................................................................... 67

6 ESCALAS EM DESENHO TÉCNICO .................................................. 67

6.1 ESCALA NATURAL ................................................................................................ 69

6.2 ESCALA DE REDUÇÃO ......................................................................................... 70

6.3 ESCALA DE AMPLIAÇÃO ..................................................................................... 70

6.4 ESCALAS RECOMENDADAS PELA ABNT ........................................................ 71

6.5 EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO ................................................................................... 72

CAPÍTULO 7 .................................................................................................... 75

7 GEOMETRIA DESCRITIVA ................................................................. 75

7.1 CONCEITOS BÁSICOS ........................................................................................... 75

7.1.1 Diedros ..........................................................................................................................75

7.1.2 Linha de Terra ...............................................................................................................76

7.1.3 Épura .............................................................................................................................76

7.1.4 Posições dos pontos nos diedros .....................................................................................77

7.1.4.1 Ponto no 1° Diedro ................................................................................................78

7.1.4.2 Ponto no 2° Diedro ................................................................................................78

7.1.4.3 Ponto no 3° Diedro ................................................................................................79

7.1.4.4 Ponto no 4° Diedro ................................................................................................79

7.1.4.5 Pontos em posições especiais .................................................................................80

7.1.5 Estudo da Reta ...............................................................................................................80

7.1.5.1 Reta perpendicular ao PH ......................................................................................80

7.1.5.2 Reta perpendicular ao PV ......................................................................................81

7.1.5.3 Reta Oblíqua aos dois planos – Reta qualquer ........................................................82

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- v -

7.1.5.4 Reta Paralela ao PV e oblíqua ao PH – Reta frontal.............................................. 82

7.1.5.5 Reta Paralela aos dois planos - Reta Fronto-Horizontal ........................................ 83

7.1.6 Sistema de Projeção Padronizado .................................................................................. 83

7.1.7 QUESTIONÁRIO DE FIXAÇÃO ................................................................................. 84

7.2 TIPOS DE TRAÇADOS OU LINHAS..................................................................... 84

7.2.1 Linhas Auxiliares .......................................................................................................... 85

7.2.2 Linhas de Contorno ....................................................................................................... 86

7.2.3 Linhas Tracejadas ......................................................................................................... 86

7.2.4 Linhas de Centro ........................................................................................................... 86

7.2.5 Linhas de Corte ............................................................................................................. 86

7.2.6 EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO ....................................................................................... 88

7.3 PROJEÇÃO ORTOGRÁFICA ................................................................................. 89

7.3.1 Plano de projeção da Vista Frontal – 1° diedro .............................................................. 92

7.3.2 Plano de projeção da Vista Superior – 1° diedro ............................................................ 93

7.3.3 Plano de projeção da Vista Lateral Esquerda – 1° diedro ............................................... 94

7.3.4 Rebatimento dos Planos Ortogonais – 1° diedro ............................................................ 94

7.3.5 Vistas de Projeções Ortogonais – 1° diedro ................................................................... 99

7.3.6 Representação de Arestas Ocultas ............................................................................... 107

7.3.7 Representação de Arestas Coincidentes ....................................................................... 109

7.3.8 Escolha das Vistas Ortogonais..................................................................................... 110

7.3.9 Projeções Ortogonais pelo 3° Diedro ........................................................................... 114

7.3.10 Comparações entre as Projeções do 1° e do 3° Diedro ............................................. 117

7.3.11 EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO ................................................................................. 121

CAPÍTULO 8 ................................................................................................... 137

8 EXERCÍCIOS PROPOSTOS ................................................................ 137

CAPÍTULO 9 ................................................................................................... 146

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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- vi -

9 CALIGRAFIA TÉCNICA ..................................................................... 146

9.1 CARACTERES DE TEXTO ................................................................................... 146

9.2 PROPORÇÕES DE CARACTERES ...................................................................... 149

9.3 APLICAÇÕES DE TEXTOS .................................................................................. 150

9.3.1 Textos em geral ........................................................................................................... 150

9.3.2 Cotas de Dimensionamento .......................................................................................... 151

9.4 QUESTIONÁRIO DE FIXAÇÃO .......................................................................... 152

CAPÍTULO 10 ................................................................................................ 153

10 COTAGEM DE DESENHO TÉCNICO ............................................... 153

10.1 DEFINIÇÕES DE COTAS DE DIMENSIONAMENTO ....................................... 153

10.1.1 Definição Teórica .................................................................................................... 153

10.1.2 Definição Prática ..................................................................................................... 154

10.2 ELEMENTOS DAS COTAS DE DIMENSIONAMENTO.................................... 154

10.2.1 Linhas de extensão ou chamada................................................................................ 156

10.2.2 Linhas de cota .......................................................................................................... 157

10.2.3 Limitadores da linha de cota ..................................................................................... 157

10.2.4 Dimensão da cota ..................................................................................................... 159

10.3 TIPOS DE COTAGEM ........................................................................................... 161

10.3.1 Cotagem em Cadeia ou Série .................................................................................... 161

10.3.2 Cotagem por Elemento de Referência ou em Paralelo ............................................... 162

10.3.3 Cotagem por Ponto de Referência ou Aditiva ........................................................... 163

10.3.4 Cotagem por Coordenadas ....................................................................................... 163

10.4 REGRAS DE APLICAÇÃO DE COTAS EM DESENHOS .................................. 164

10.4.1 Símbolos Gráficos Específicos ................................................................................. 164

10.4.2 Regras práticas de utilização das cotas de dimensionamento ..................................... 166

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- vii -

10.5 TIPOS FUNCIONAIS DE COTAS DE DIMENSIONAMENTO ......................... 182

10.5.1 Cotas totais ............................................................................................................. 182

10.5.2 Cotas de dimensão dos detalhes ............................................................................... 183

10.5.3 Cotas de posicionamento dos detalhes ..................................................................... 183

10.6 MODO DE COTAR DESENHOS EM PERSPECTIVA........................................ 185

10.7 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS................................................................................ 186

10.8 EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO ................................................................................ 188

10.9 QUESTIONÁRIO DE FIXAÇÃO .......................................................................... 192

CAPÍTULO 11 ................................................................................................. 195

11 VISTAS EM CORTE ............................................................................. 195

11.1 DEFINIÇÃO DE CORTE ....................................................................................... 195

11.2 HACHURAS ........................................................................................................... 198

11.3 REGRAS PARA APLICAÇÃO DE CORTES EM VISTAS ................................. 201

11.4 TIPOS DE CORTE ................................................................................................. 202

11.4.1 Corte Total .............................................................................................................. 202

11.4.1.1 Corte nas vistas do desenho técnico .................................................................... 203

11.4.1.2 Corte na vista frontal.......................................................................................... 203

11.4.2 Representação com mais de um corte nas vistas ortogonais...................................... 205

11.4.3 Corte em Desvio ou Composto ................................................................................ 206

11.4.4 Meio Corte .............................................................................................................. 207

11.4.5 Corte Parcial ........................................................................................................... 208

11.5 SEÇÕES .................................................................................................................. 209

11.6 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS................................................................................ 210

11.7 QUESTIONÁRIO DE FIXAÇÃO .......................................................................... 211

CAPÍTULO 12 ................................................................................................. 212

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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- viii -

12 VISTAS AUXILIARES E OUTRAS REPRESENTAÇÕES ............... 212

12.1 VISTAS AUXILIARES .......................................................................................... 212

12.2 VISTAS AUXILIARES DUPLAS .......................................................................... 215

12.3 VISTA ÚNICA ........................................................................................................ 216

12.4 VISTAS ENCURTADAS ....................................................................................... 219

12.5 VISTAS DE OBJETOS SIMÉTRICOS .................................................................. 220

12.6 DETALHES REPETITIVOS .................................................................................. 222

12.7 DETALHES AMPLIADOS .................................................................................... 223

12.8 PEÇAS DESENVOLVIDAS................................................................................... 223

12.9 PEÇAS ADJACENTES........................................................................................... 224

CAPÍTULO 13 ................................................................................................ 225

13 PERSPECTIVAS EM DESENHO TÉCNICO ..................................... 225

13.1 DEFINIÇÃO DE PERSPECTIVA .......................................................................... 225

13.2 CLASSIFICAÇÃO DAS PROJEÇÕES .................................................................. 226

13.2.1 Projeções Cônicas .................................................................................................... 226

13.2.2 Projeções Cilíndricas................................................................................................ 227

13.3 PRINCIPAIS TIPOS DE PERSPECTIVAS ........................................................... 228

13.3.1 Perspectiva Cônica ................................................................................................... 229

13.3.2 Perspectiva Cavaleira ............................................................................................... 230

13.3.3 Perspectiva Militar ................................................................................................... 233

13.3.4 Perspectiva Isométrica ............................................................................................. 234

13.3.5 Perspectiva Dimétrica .............................................................................................. 238

13.3.6 Perspectiva Trimétrica ............................................................................................. 239

13.4 APLICAÇÕES DE DESENHOS EM PERSPECTIVAS ........................................ 241

13.5 PERSPECTIVA ISOMÉTRICA ............................................................................. 241

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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- ix -

13.5.1 Representação de Superfícies Inclinadas .................................................................. 246

13.5.2 Representação de Superfícies Curvas....................................................................... 249

13.6 PERSPECTIVA CAVALEIRA .............................................................................. 252

13.7 QUESTIONÁRIO DE FIXAÇÃO .......................................................................... 254

13.8 EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO ................................................................................ 255

CAPÍTULO 14 ................................................................................................. 265

14 ELABORAÇÃO DE ESBOÇOS ............................................................ 265

14.1 TRAÇADO DE RETAS .......................................................................................... 267

14.2 TRAÇADO DE ARCOS ......................................................................................... 267

14.3 TRAÇADO DAS PROJEÇÕES – VISTAS ORTOGONAIS ................................. 267

14.4 EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO ................................................................................ 270

CAPÍTULO 15 ................................................................................................. 275

15 LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DESENHOS ............................ 275

15.1 DEFINIÇÃO E PRÉ-REQUISITOS ....................................................................... 275

15.2 PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA LEITURA DE DESENHOS ............................... 275

15.3 IDENTIFICAÇÃO DO DIEDRO UTILIZADO NO DESENHO .......................... 278

15.4 LEITURA DE DESENHOS .................................................................................... 279

15.5 LEITURA DE DESENHOS MEDIANTE A CONSTRUÇÃO DE MODELOS ... 280

15.6 LEITURA UTILIZANDO O ESBOÇO EM PERSPECTIVA ............................... 282

15.7 ESBOÇO EM PERSPECTIVA ............................................................................... 287

15.8 ESBOÇO EM PERSPECTIVA DE SUPERFÍCIES INCLINADAS ..................... 288

15.9 ESBOÇO EM PERSPECTIVA DE SUPERFÍCIES CURVAS.............................. 290

15.10 LEITURA PELA ANÁLISE DAS SUPERFÍCIES REPRESENTADAS .............. 292

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- x -

CAPÍTULO 16 ................................................................................................ 296

16 DESENHOS NÃO-PROJETIVOS ........................................................ 296

16.1 DEFINIÇÃO ............................................................................................................ 296

16.1.1 Definição Teórica .................................................................................................... 296

16.1.2 Definição Prática ..................................................................................................... 296

16.2 CARACTERÍSTICAS DOS DESENHOS NÃO-PROJETIVOS ........................... 296

16.3 TIPOS DE DESENHOS NÃO-PROJETIVO .......................................................... 297

16.3.1 Diagramas ................................................................................................................ 298

16.3.2 Esquemas ................................................................................................................. 299

16.3.3 Fluxogramas ............................................................................................................ 302

16.3.4 Organogramas .......................................................................................................... 303

16.3.5 Gráficos ................................................................................................................... 304

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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- 1 -

INTRODUÇÃO

Quando alguém quer transmitir um recado, pode utilizar a fala ou passar seus

pensamentos para o papel na forma de palavras escritas. Quem lê a mensagem fica conhecendo

os pensamentos de quem a escreveu. Quando alguém desenha, acontece o mesmo: passa seus

pensamentos para o papel na forma de desenho, para que alguém possa ler e interpretá-lo. A

escrita, a fala e o desenho representam ideias e pensamentos.

A linguagem dos desenhos, é uma das mais antigas formas de expressão dos povos, desde

a antiguidade, e os primórdios da humanidade, sendo verificadas marcações rupestres em pedras,

utilizadas pelos homens pré-históricos, e também pelos povos indígenas, nossos antecessores.

Nesta apostila, serão abordados os princípios, conteúdos, conhecimentos e técnicas de

representação gráfica, através do desenho técnico, aplicado à área da engenharia em geral. Todos

estes conceitos serão abordados, sob as regras das normas técnicas ABNT.

O objetivo principal da presente apostila é fornecer os conceitos básicos para capacitar o

leitor a ler, interpretar, elaborar, executar, analisar e verificar desenhos técnicos. Outro objetivo

importante desta apostila, consiste, em exercitar no leitor a capacidade de percepção mental das

formas espaciais, ou seja, capacidade de mentalizar a forma espacial do objeto em questão, sem

visualizá-lo na realidade.

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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- 2 -

CAPÍTULO 1

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1 TIPOS DE DESENHOS

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Os desenhos em geral podem ser classificados em dois grandes grupos bem distintos:

Desenho Artístico e Desenho Técnico, inclusive com a demonstração de alguns exemplos bem

simples e práticos. A seguir será apresentada uma rápida diferenciação entre ambos, inclusive

com a demonstração de alguns exemplos bem simples e práticos.

1.1 DESENHO ARTÍSTICO

Os desenhos artísticos são utilizados para representações do tipo, por exemplo, paisagens,

corpo humano, formas abstratas, ou até mesmo formas bem definidas, mas em princípio, não

precisam necessariamente seguir muito a rigor, a regras previamente estabelecidas.

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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- 3 -

Figura 1.1 – Exemplos de desenhos artísticos.

(A) - Desenho das cavernas de Skavberg (Noruega) do período mesolítico (6000 - 4500

a.c.). Representação esquemática da figura humana.

(B) - Representação egípcia do túmulo do escriba Nakht, século XIV a.c. Representação

plana que destaca o contorno da figura humana.

(C) – Nu, desenhado por Miguel Ângelo Buonarroti (1475-1564). Aqui, a representação

do corpo humano transmite a ideia de volume.

1.2 DESENHO TÉCNICO

Os desenhos técnicos, ao contrário dos desenhos artísticos, já devem ser elaborados

segundo uma série de diretrizes e regras rigorosas previamente estabelecidas, e já normalizadas

por órgãos renomados de padronização.

Subdivide-se em dois grandes grupos de desenhos técnicos: projetivos e não-projetivos.

1.2.1 Desenho Técnico Projetivo

É o desenho resultante de projeções do objeto em um ou mais planos de projeção e

corresponde às vistas ortográficas e às perspectivas. Os desenhos projetivos compreendem a maior

parte dos desenhos feitos nas indústrias e alguns exemplos de utilização são:

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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 Projeto e fabricação de máquinas, equipamentos e de estruturas nas indústrias de

processo e de manufatura (indústrias mecânicas, aeroespaciais, químicas,

farmacêuticas, petroquímicas, alimentícias, etc.);

 Projeto e construção de edificações com todos os seus detalhamentos elétricos,

hidráulicos, sistemas de alarme, sistemas de combate a incêndio, elevadores, e

demais equipamentos e sistemas, etc;

 Projeto e construção de rodovias e ferrovias, pontes, viadutos, mostrando detalhes

de corte, aterro, drenagem;

 Projeto e montagem de unidades de processos, tubulações industriais, sistemas de

tratamento e distribuição de água, sistema de coleta e tratamento de resíduos;

 Representação de relevos topográficos e cartas náuticas;

 Desenvolvimento de produtos industriais;

 Projeto e construção de móveis e utilitários domésticos;

 Promoção de vendas com apresentação de ilustrações sobre o produto.

Pelos exemplos apresentados pode-se concluir que o desenho projetivo é utilizado em

todas as especialidades da área de engenharia e arquitetura. Como resultado das especificidades

de cada modalidade da engenharia, o desenho projetivo aparece com vários nomes que

correspondem à alguma utilização específica do desenho técnico projetivo:

 Desenho Mecânico / Desenho de Máquinas;

 Desenho Elétrico / Eletrônico

 Desenho Arquitetônico / Desenho Paisagístico

 Desenho de Estruturas / Desenho de Tubulações

 Desenho de Plantas / Processos Industriais

 Desenho Topográfico / Desenho de Localização / Desenho Geológico

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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Mesmo com nomes diferentes, as diversas formas de apresentação do desenho projetivo

têm uma mesma base, e todas seguem normas de execução que permitem suas interpretações sem

dificuldades ou mal-entendidos. Na sequência serão apresentados os conceitos e conteúdos

envolvendo o desenho técnico projetivo, que é o objeto principal de estudo desta apostila.

1.2.2 Desenho Técnico Não-Projetivo

Tratam-se dos desenhos compostos por grupos de elementos, que geralmente adotam

símbolos gráficos, para indicarem algum tipo de: ação, situação, elemento, equipamento, estágio,

resultado. Geralmente estes tipos de desenho são adotados, para simplificar a apresentação das

informações, visto que grande parte deles, seguem uma simbologia padronizada, e por si só, já

transmitem algum tipo de informação.

Na maioria dos casos, correspondem a desenhos resultantes dos cálculos algébricos e

compreendem os desenhos de gráficos, diagramas, esquemas, organogramas, fluxogramas, etc.

Outro detalhe importantíssimo e fundamental, é que neste tipo de representação, o desenho

representado não terá, necessariamente, vínculo com a realidade física (aspecto visual) do objeto

representado pelo desenho.

Mais adiante, ao final desta apostila, serão apresentados alguns conteúdos teóricos

referente a estes tipos de desenhos, bem como os principais tipos de desenho não projetivos, mais

comumente utilizados nas áreas de engenharia e arquitetura, com diversos exemplos ilustrativos.

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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CAPÍTULO 2

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2 HISTÓRIA DO DESENHO TÉCNICO

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A seguir é apresentado um panorama histórico do desenho técnico, para que se possa

entender claramente sua evolução, bem como sua importância no contexto da engenharia e

arquitetura.

2.1 ORIGEM HISTÓRICA

A representação de objetos tridimensionais em superfícies bidimensionais evoluiu

gradualmente através dos tempos. Conforme histórico feito por HOELSCHER, SPRINGER E

DOBROVOLNY (1978) um dos exemplos mais antigos do uso da planta e elevação está incluído

no álbum de desenhos na livraria do Vaticano, feito por Giuliano Sangalo, em 1940.

Os métodos de representação gráfica que existiam até aquela época não possibilitavam

transmitir a ideia dos objetos de forma completa, correta e precisa.

No século XVII, por patriotismo e visando facilitar as construções e fortificações, o

matemático francês Gaspar Monge (1746-1818) que também foi ministro da Marinha de

Napoleão, para projetos militares, criou um sistema de representação, através de projeções, que

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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mais tarde viria a tornar-se o que se conhece hoje por Geometria Descritiva Plana, e que é a base

da linguagem utilizada no desenho técnico projetivo.

2.2 GEOMETRIA DESCRITIVA: A BASE DO DESENHO TÉCNICO

Monge, que além de sábio era dotado de extraordinária habilidade como desenhista, criou

um método que permite representar com precisão, objetos que tem três dimensões (comprimento,

largura e altura) em superfícies planas, como, por exemplo, uma folha de papel, que tem apenas

duas dimensões (comprimento e largura).

O sistema criado por Gaspar Monge, inicialmente, passou a ser conhecido como método

mongeano. Em 1975 foi publicado com o título “Geometrie Descriptive” é o que se conhece hoje

por Geometria Descritiva, e é a base teórica utilizada pelo desenho técnico projetivo, e que será

oportunamente estudado seus princípios e conceitos, mais adiante.

Dicionário:

Geometria descritiva: do grego geo = a terra; métron = medir.

Geometria plana: linhas e figuras planas

Geometria espacial: objetos sólidos.

No século XIX, com a explosão mundial do desenvolvimento industrial, foi necessário

normalizar a forma de utilização da geometria descritiva para transformá-la numa linguagem

gráfica que, a nível internacional, simplificasse a comunicação e viabilizasse o intercâmbio de

informações tecnológicas.

Desta forma, a Comissão Técnica da International Organization for Standardization (ISO)

normalizou a forma de utilização da Geometria Descritiva como a linguagem gráfica da

engenharia e da arquitetura, chamando-a Desenho Técnico Projetivo, ou de forma simplificada,

popularmente conhecido como Desenho Técnico.

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Apostila de Desenho Técnico Projetivo – Prof. Marcelo José Garcia

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Nos dias atuais, a expressão “Desenho Técnico” representa todos os tipos de desenhos

utilizados pela engenharia e arquitetura, incorporando também os desenhos não-projetivos

(gráficos, diagramas, esquemas, fluxogramas, organogramas, etc.).

2.3 EVOLUÇÃO DO DESENHO TÉCNICO MODERNO

Nos primórdios do início da geometria descritiva, os desenhistas faziam uso praticamente

exclusivo do instrumento de desenho compasso, sendo este muito versátil, pois com o mesmo é

possível traçar arcos, círculos, obter e transferir medidas de forma precisa. Posteriormente, é que

foram introduzidos os demais instrumentos de desenho técnico, que se conhece e se faz uso até

os dias atuais.

Até a década de 1990, utilizava-se apenas o desenho técnico em papel, sendo executado

na prancheta, com o auxílio de lápis e demais instrumentos de desenho técnico.

Em 1982, numa grande revolução para o desenho técnico, a Autodesk lança o software

AutoCAD, que pode-se dizer que passou a ser a prancheta eletrônica. Aqui no Brasil, o AutoCAD

passou a ser realmente mais difundido a partir da década de 1990, chegando ao seu ápice de

utilização, por volta dos anos entre 2004 e 2008, sendo largamente utilizado em todas as áreas da

engenharia e arquitetura.

Na década de 2000 surge o modelamento 3D, que revolucionou a maneira de execução

dos projetos em geral, pois trata-se de outro tipo de abordagem para a execução dos projetos em

computadores. Devido a esta nova tecnologia, hoje o AutoCAD já se encontra num processo de

declínio quanto ao seu nível de quantidade de usuários.

Mas independente desta situação, o AutoCAD sempre terá algumas áreas de uso

obrigatório, como por exemplo: área de manutenção industrial, na confecção de desenhos de peças

de reposição, principalmente área de mecânica, mas também aplicável também para componentes

elétricos; confecção de esboços e croquis em geral.

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2.4 IMPORTÂNCIA DO DESENHO TÉCNICO NA ENGENHARIA

Toda e qualquer atividade profissional que envolve a fabricação ou a construção dentro

das várias atividades da engenharia está na dependência direta dos desenhos elaborados por

engenheiros, desenhistas industriais, projetistas ou arquitetos. A técnica de executar e interpretar

os desenhos é um meio vital de informações não só dentro do próprio país, como também no

âmbito universal, fazendo destes conhecimentos, o meio mais eficaz com que engenheiros e

técnicos, possam transmitir ou receber especificações e se entenderem no cotidiano profissional,

independentemente da localização ondem atuem.

Nos trabalhos que envolvem os conhecimentos tecnológicos de engenharia, a viabilização

de boas ideias depende de cálculos exaustivos, estudos econômicos, análise de riscos, entre outros

fatores que, na maioria dos casos, são resumidos em desenhos que representam o que deve ser

executado ou construído, ou apresentados em gráficos, diagramas ou esquemas que mostrem os

resultados dos estudos feitos.

Todo o processo de desenvolvimento e criação dentro da engenharia está intimamente

ligado à expressão gráfica. O desenho técnico é uma ferramenta que pode ser utilizada não só para

apresentar resultados como também para desenvolver soluções gráficas que podem substituir

cálculos complicados e/ou muito trabalhosos.

Apesar da evolução tecnológica e dos meios disponíveis pela computação gráfica, o ensino

de desenho técnico ainda é imprescindível na formação de qualquer modalidade de engenharia,

pois além, do aspecto de linguagem gráfica, que permite que as ideias concebidas por alguém

sejam executadas por terceiros, o desenho técnico desenvolve o raciocínio lógico, o senso de rigor

geométrico, a exatidão métrica, além do espírito de iniciativa e de organização.

Este é um fato tão real, que todas as escolas do mundo, incluem no currículo escolar de

graduação o aprendizado de Desenho Técnico, implicando numa cultura fundamental e

imprescindível para o engenheiro, arquiteto, projetistas e desenhistas industriais. Assim, o

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aprendizado ou o exercício de qualquer modalidade de engenharia irá depender, de uma forma ou

de outra, do desenho técnico.

Outro ponto de fundamental importância, é que a necessidade do conhecimento do

desenho técnico por todos profissionais envolvidos no processo, faz-se presente na medida em

que as empresas adotaram o princípio de melhoria contínua de qualidade dos produtos e processos,

e, principalmente, de valorização e atualização dos seus funcionários. E isto tudo implica na

exigência cada vez maior, por profissionais cada vez mais e melhores qualificados.

2.5 QUESTIONÁRIO DE REVISÃO

1) Os conceitos elementares de Desenho Técnico estão baseados em qual teoria?

2) Quem é considerado o pai da teoria do Desenho Técnico?

3) Quando foi criada a teoria da Geometria Descritiva Plana? Por quê?

4) Qual o nome do órgão internacional que criou a padronização da teoria de Desenho

Técnico, e quais os motivos desta criação?

5) Qual a importância do estudo da disciplina Desenho Técnico, no contexto das

engenharias?

6) Atualmente, quais tipos de desenhos fazem parte do rol conhecido por “Desenho

Técnico”?

7) Cite 3 fatores gerais que justifiquem a importância do Desenho Técnico na engenharia.

8) Cite 4 fatores comportamentais desenvolvidos nos desenhistas, que justifiquem o estudo

da teoria de Desenho Técnico para a engenharia e arquitetura.

9) Afinal de contas, por que eu preciso aprender a executar desenhos técnicos manualmente,

se hoje praticamente em todos os lugares, utilizam-se softwares de computadores para

execução dos mesmos? Justifique sua resposta.

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CAPÍTULO 3

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3 FIGURAS GEOMÉTRICAS ELEMENTARES

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A seguir são apresentadas as figuras geométricos elementares, bem como a sua definição

e de alguns dos termos mais comuns, utilizados na exposição da teoria de desenho técnico.

3.1 PONTO

Pressione seu lápis contra uma folha de papel. Observe a marca deixada pelo lápis: ela

representa um ponto. O ponto é a figura geométrica mais simples. Não tem dimensão, isto é, não

tem comprimento, nem largura, nem altura.

No desenho, o ponto é determinado pelo cruzamento de duas linhas. Para identificá-lo, são

usadas letras maiúsculas do alfabeto latino, como mostram os exemplos na Figura 3.1.

Figura 3.1 – Representação de pontos.

Na Figura 3.1 acima, lê-se: ponto A, ponto B, ponto C.

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3.2 LINHA RETA OU RETA

Você pode imaginar a linha reta como um conjunto infinito de pontos dispostos

sucessivamente e são ilimitados, isto é, não tem início nem fim e são identificadas por letras

minúsculas do alfabeto latino, conforme representação na Figura 3.2 abaixo.

Figura 3.2 – Representação de uma reta “r”.

A reta tem uma única dimensão: o comprimento. Podem ser verticais, horizontais e

inclinadas com ângulos conhecidos, ou ainda com inclinações aleatórias.

3.3 SEMI-RETA

Tomando um ponto qualquer de uma reta, divide-se a reta em duas partes, chamadas

semirretas. A semirreta sempre tem um ponto de origem, mas não tem fim, conforme

representação na Figura 3.3 abaixo.

Figura 3.3 – Representação de uma semirreta.

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3.4 SEGMENTO DE RETA

Tomando-se dois pontos distintos sobre uma reta, obtém-se um trecho limitado de reta. A

esse trecho de reta, limitado por dois pontos, chama-se segmento de reta. Os pontos que limitam

o segmento de reta são chamados de extremidades.

Na Figura 3.4 abaixo nota-se o segmento de reta CD, que é representado da seguinte

maneira:

Figura 3.4 – Representação de um segmento de reta CD.

Os pontos C e D (extremidades) determinam o segmento de reta CD.

3.5 PLANO

É possível ter uma ideia do que é o plano observando uma parede ou o tampo de uma

mesa. É possível imaginar o plano como sendo formado por um conjunto de retas dispostas

sucessivamente numa mesma direção ou como o resultado do deslocamento de uma reta numa

mesma direção. O plano é ilimitado, isto é, não tem começo nem fim. Apesar disso, no desenho,

costuma-se representá-lo delimitado por linhas fechadas.

Figura 3.5 – Representação de planos.

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