Apostilas para Contabilidade Geral_Parte3, Notas de estudo de Introdução à Administração Pública
Picapal_amarelo
Picapal_amarelo4 de novembro de 2013

Apostilas para Contabilidade Geral_Parte3, Notas de estudo de Introdução à Administração Pública

PDF (400 KB)
60 páginas
736Número de visitas
Descrição
Apostila para Concurso Público de Contabilidade Geral.
20 pontos
Pontos de download necessários para baixar
este documento
baixar o documento
Pré-visualização3 páginas / 60

Esta é apenas uma pré-visualização

3 shown on 60 pages

baixar o documento

Esta é apenas uma pré-visualização

3 shown on 60 pages

baixar o documento

Esta é apenas uma pré-visualização

3 shown on 60 pages

baixar o documento

Esta é apenas uma pré-visualização

3 shown on 60 pages

baixar o documento

!

121

Reserva de Reavaliação a Lucros Acumulados Pela realização parcial da reserva em decorrência de depreciação do bem reavaliado 14.000 12.4 RESERVAS DE LUCROS São as contas constituídas pela apropriação de lucros da companhia. Representam “lucros reservados”. São lucros contabilmente realizados que ainda não foram distribuídos aos sócios ou acionistas. Classificam-se como Reservas de Lucros: – Reserva Legal – Reservas Estatutárias – Reservas para Contingências – Reservas de Retenção de Lucros – Reserva de Lucros a Realizar – Reserva Especial de Lucros para Dividendos Obrigatórios não Distribuídos. Contabilização: a. Constituição da Reserva Lucros ou Prejuízos Acumulados a Reservas de Lucros b. Pela reversão da reserva - quando tais reservas deixarem de ter fundamento, por já terem sido

realizados os motivos para os quais foram constituídas. Reservas de Lucros a Lucros ou Prejuízos Acumulados 12.4.1 Reservas de Lucro 12.4.1.1 Reserva Legal 1. Finalidade – assegurar a integridade do capital social, aumentando o capital social ou absorvendo

prejuízos; 2. De natureza obrigatória; 3. Limite – 20% do capital social realizado; 4. Base de cálculo – o Lucro Líquido do Exercício; 5. Percentual aplicado – 5%; 6. Não precisará ser constituída quando: 6.1 o seu saldo atingir a 20% do valor do Capital Social (corrigido); a Reserva Legal não poderá

exceder este limite, cuja observância, pela companhia é obrigatória. 6.2 o seu saldo, antes da constituição referente ao exercício, somado ao montante das reservas de

capital (exceto a Reserva de Correção Monetária do Capital), atingir 30% do Capital Social (corrigido); a companhia poderá deixar de constituir a reserva caso este limite seja atingido, cuja observância é, pois, facultativa.

Contabilização:

!

122

Lucros ou Prejuízos Acumulados a Reserva Legal 12.4.1.2 Reservas Estatutárias 1. De constituição facultativa; 2. Finalidade, base de cálculo, valor e limite - de acordo com o estatuto; 3. Tipos de Reservas Estatutárias (previstas no Estatuto) – Reserva para Aumento do Capital; – Reserva para Resgate de Debêntures; – Reserva para Resgate de Partes Beneficiárias; – Reserva para a Amortização de Ações. Contabilização: Lucros ou Prejuízos Acumulados a Reservas Estatutárias 12.4.1.3 Reservas Para Contingências 1. De constituição facultativa; 2. Finalidade – compensar prejuízos futuros, cujo valor possa ser estimado; 3. Valor – de acordo com a assembléia, que deverá indicar a causa da perda prevista e justificar, quais

as razões de prudência que recomendem a sua constituição; Contabilização: a. Pela constituição Lucros ou Prejuízo a Acumulados a Reservas para Contingências b. Pela reversão – quando as causas que justificaram sua constituição não mais existirem, ou não

havendo perda total. Reservas para Contingências

a Lucros ou Prejuízos Acumulados 12.4.1.4 Reservas de Retenção de Lucros 1. De constituição facultativa; 2. Finalidade – separar parte do lucro apurado, visando manter tais recursos na companhia para

aplicação em projetos de expansão; 3. Base de Cálculo – de acordo com orçamento aprovado na assembléia Contabilização: a. Pela constituição Lucros ou Prejuízos Acumulados a Reserva de Retenção de Lucros b. Pela reversão

!

123

Reserva de Retenção de Lucros a Lucros ou Prejuízos Acumulados 12.4.1.5 Reserva de Lucros a Realizar Significado de Lucros a Realizar: tendo em vista que a contabilidade adota o regime de competência, para registrar suas operações, pode ocorre que a empresa venha a apurar um lucro líquido sem o correspondente acréscimo em disponibilidades. Tais lucros apesar de econômica e contabilmente realizados, estão financeiramente por realizar (Lucros a Realizar). Lucros a Realizar: I. Saldo Credor da Correção Monetária; II. O aumento do valor do investimento em coligadas e controladas, ou seja, o Resultado Positivo da

Equivalência Patrimonial; III. O lucro em vendas a prazo realizável após o término do exercício seguinte, ou seja, o lucro

proveniente das vendas classificadas no ARLP. Esta reserva é de constituição facultativa, porém só existirá quando a soma dos Lucros a Realizar, forem maiores que o somatório das demais Reservas de Lucros constituídas no período. Contabilização: a. Pela constituição. Lucros ou Prejuízos Acumulados a Reservas de Lucros a Realizar b. Pela reversão em função da realização dos lucros a realizar. Reserva de Lucros a Realizar a Lucros ou Prejuízos Acumulados 12.4.1.6 Reserva Especial de Lucros para Dividendos Obrigatórios não Distribuídos Quando a sociedade tem dividendo obrigatório a distribuir e não existem recursos financeiros para seu pagamento, ela poderá não efetuar a distribuição (art. 202. § 4o e 5o da Lei 6.404/76); os lucros que deixarem de ser distribuídos serão registrados como reserva especial e, se não absorvidos por prejuízos subseqüentes, deverão ser pagos como dividendos assim que o permitir a situação financeira da companhia. Sendo tal reserva classificada no PL, seu saldo será corrigido monetariamente e o pagamento dos dividendos, quando for possível, serão efetuados pelo seu valor atualizado. Contabilização: a. Pela constituição Lucros ou Prejuízos Acumulados a Reserva de Lucros para Dividendos Obrigatórios b. Pela reversão

!

124

Reserva de Lucros para Dividendos Obrigatórios a Lucros ou Prejuízos Acumulados 12.5 ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA DE DIVIDENDOS A pessoa jurídica que distribuir, no período, lucros ou dividendos declarados no período anterior, pelo seu valor atualizado monetariamente até a data do pagamento ou do crédito, poderá deduzir o valor correspondente como Variação Monetária Passiva. Contabilização: 1. pela atualização monetária Variação Monetária Passiva a Dividendos a Pagar 2. pelo pagamento Dividendos a Pagar a Disponível (Caixa ou Bancos) A companhia que receber os lucros ou dividendos mencionados anteriormente deverá registrar a sua correção monetária: a. como variação monetária ativa se a participação societária for avaliada pelo método da equivalência

patrimonial. Contabilização: 1. pela atualização monetária Dividendos a Receber a Variação Monetária Ativa 2. pelo recebimento Disponível a Dividendos a Receber b. como receita de lucros ou dividendos nos demais casos. 1. pela atualização monetária Dividendos a Receber a Receita de Lucros ou Dividendos 2. pelo recebimento Disponível a Dividendos a Receber 12.6 LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS O saldo existente na conta Lucro ou Prejuízos acumulados, representam por exemplo, os lucros não distribuídos, não capitalizados ou ainda não apropriados na formação de reservas de lucros.

!

125

Serão considerados, ainda, no saldo inicial de Lucros ou Prejuízos Acumulados os ajustes (devedores ou credores) de períodos base anteriores decorrentes de mudança de critério contábil ou erro imputável a períodos anteriores. Compensação do Prejuízo Contábil: o prejuízo apurado no exercício deverá ser obrigatoriamente absorvido pelos lucros acumulados, pelas reservas de lucros e pela reserva legal, nessa ordem. Se após esgotadas todas as reservas de lucros, ainda persistir saldo de prejuízos a compensar, o valor correspondente poderá ser compensado , subsidiariamente pelas reservas de capital (exceto a reserva de correção monetária do capital social realizado, que somente pode ser utilizada para aumentar o capital social). 12.7 CONTAS RETIFICADORAS DO PATRIMÔNIO LIQUIDO 12.7.1 Capital a Realizar Conforme já definimos, Capital a Realizar é, a parcela do compromisso assumido pelos sócios, ainda não paga, portanto, esta conta é devedora, indicando a obrigação dos sócios para com a empresa. 12.7.2 Ações em Tesouraria A conta Ações em Tesouraria registrará o valor das ações da companhia que foram adquiridas por ela própria, para revendê-las futuramente, e pode ser feito com o objetivo de participar no mercado de suas próprias ações, visando influir na quotação delas. Contabilização: Ações em Tesouraria a Caixa ou Bancos 12.7.3 Lucros ou Dividendos Antecipados A companhia que distribuir lucros ou dividendos por conta de resultado de período-base não encerrado deverá registrar o valor distribuído em conta retificadora de Lucros ou Prejuízos Acumulado. O saldo desta conta será corrigido monetariamente a partir do mês do efetivo pagamento ou crédito dos lucros e dividendos a que se refere. No final do ano, após a apuração do resultado, encerra-se a conta debitando seu saldo na conta de Lucros ou Prejuízos Acumulados.

OBS.: 1. Enquanto mantidas em tesouraria, tais ações não terão direito a dividendos nem a voto; 2. Nas empresas limitadas, a aquisição de suas próprias quotas é classificada numa conta

denominada Quotas Liberadas, redutora do PL; 3. Ações em Tesouraria será classificada no Balanço como retificadora da conta do PL que deu a

origem de recursos para a aquisição das mesmas; 4. Lucro ou prejuízo na venda de Ações em Tesouraria - tais resultados devem ser registrados

diretamente em contas de Reservas ou Lucros que formam o PL, sem transitar por receitas e despesas.

!

126

Contabilização: Lucros ou Dividendos Antecipados (redutora de PL) a Disponível ou Dividendos a Pagar 001. Para as sociedades anônimas, é obrigatória a compensação do prejuízo contábil na seguinte ordem: a. lucros acumulados, reservas de lucros e reserva legal b. lucros acumulados, reservas de capital e reservas de lucros c. reservas de lucros, reservas de capital e lucros acumulados d. reservas de lucros, lucros acumulados e reserva de capital e. reservas de capital, reservas de lucros e lucros acumulados 002. O patrimônio líquido de determinada empresa, cujo capital representa 1.000 de ações, está assim

composto: Capital Social $ 1.000 Reservas de Reavaliações $ 200 Reservas de Lucros $ 50 Lucros ou Prejuízos Acumulados $ 250 $ 1.500 O valor nominal e patrimonial da ação são, respectivamente: a. $ 1,50 e $ 1,00 b. $ 1,00 e $ 1,50 c. $ 1,00 e $ 1,00 d. $ 1,50 e $ 1,50

!

127

003. Capital Social $ 1.000, Reserva para Aumento de Capital $ 80, Reserva de Correção Monetária do Capital Social $ 160, Reserva Legal $ 120, Capital Social a Realizar $ 100, Prejuízos Acumulados $ 40, Ações em Tesouraria $ 20. O valor do Patrimônio Líquido é:

a. $ 1.220 b. $ 1.240 c. $ 1.200 d. $ 1.280 004. O prejuízo do exercício será obrigatoriamente absorvido, com a utilização de recursos, na seguinte

ordem: a. pela reserva legal, lucros acumulados e capital social b. pelos lucros acumulados, reservas de capital e reserva legal c. pela reserva legal, reservas de capital e reservas de lucros d. pelos lucros acumulados, reservas de lucros e reserva legal

005. Tem por finalidade assegurar a integridade do capital social: a. a Reserva Legal b. a Reserva de Correção Monetária do Capital Social c. a Reserva para Contingências d. a Reserva de Lucros a Realizar

006. Sabendo-se que o Patrimônio Líquido da empresa é:

Se o Lucro Líquido do Exercício é $ 10.000, a empresa: a. está obrigada a constituir a Reserva Legal de $ 500 b. está obrigada a constituir a Reserva Legal de $ 100 c. poderá deixar de constituir a Reserva Legal d. nenhuma resposta acima 007. No exercício social encerrado em 31 de dezembro do ano 4, Anta Gorda S/A apurou um Lucro Líquido de

$ 30.000. Naquela data, o Capital Social apresentava um saldo de $ 40.000 e a Reserva Legal, $ 7.500. Face a legislação comercial em vigor, o valor máximo da Reserva Legal a ser constituída em 31 de dezembro do ano 4 é :

a. $ 1.500 c. $ 1.000 b. $ 2.500 d. $ 500

Elementos $ Capital Social 5.000 Reserva de Correção Monetária do Capital Social 2.000 Ágio na Emissão de Ações 900 Reserva de Alienação de Partes Beneficiárias 600 Prêmios na Emissão de Debêntures 300 Reserva de Reavaliações 1.500 Reserva Legal 500 Reserva para Aumento de Capital 350 Reserva para Contingências 120 Reserva para Plano de Investimentos 200 Reserva de Lucros a Realizar 980 Lucros Acumulados 450 Total do Patrimônio Líquido 12.900

!

128

008. Em 31 de dezembro do ano 3, foi constituída a Reserva para Contingência no valor de $ 300. Se, em 15 de outubro do ano 4, deixaram de existir as razoes que justificarão sua constituição, o lançamento a ser efetuado:

a. Reserva para Contingência a Resultado do Exercício $ 300 b. Resultado do Exercício a Reserva para Contingências $ 300 c. Reserva para Contingências a Lucros ou Prejuízos Acumulados $ 300 d. Reserva para Contingências a Perdas Futuras $ 300 009. Na Constituição da Reserva para Contingências, de acordo com os preceitos da Lei no 6.404/76, deve-se

considerar: a. que ela deverá ser classificada no Passivo Circulante b. que, na data em que ocorrer a perda extraordinária, esta será reconhecida, contabilmente como

despesa, para atender o que determina o regime de competência, e que a reserva será revertida no exercício em que deixa de existir o motivo de sua constituição

c. que não pode dificultar o pagamento do dividendo obrigatório d. que ela não pode ultrapassar a 30% do Capital Social 010. Encantado S/A apurou, no exercício do ano 4, um lucro líquido de $ 1.500. Neste resultado estão

incluídos lucros a realizar, conforme abaixo se discrimina:

Resultado da Correção Monetária (saldo credor) $ 320 Receita de Participações Societárias $ 280 Lucro na venda a longo prazo $ 100 = Lucros a Realizar $ 700

Parte do lucro líquido destinado a formação de reservas, conforme se demonstra:

Reserva Legal $ 75 Reserva para Aumento de Capital $ 125 Reserva para Plano de Investimento $ 250 Reserva para Contingências $ 350 Soma $ 800

Assim, o valor máximo a ser utilizado para a constituição da Reserva de Lucros a Realizar é: a. $ 775 b. $ 100 c. $ 700 d. $ 0 011. Marque a alternativa que contem reservas que podem ser constituídas independentemente do resultado

apurado: a. Reserva de Reavaliações, Reserva de Doações e Subvenções e Reserva de Correção Monetária do

Capital Social b. Reserva Legal e Reserva para Aumento do Capital Social c. Reservas para Plano de Investimentos e Reserva para Contingências

!

129

d. Reserva de Lucros a Realizar e Reserva Especial para Dividendos não Distribuídos 012. Calcule o valor do patrimônio liquido de AJF Ltda., abaixo:

Elementos $ Capital Social 10.000 Prejuízos Acumulados 1.800 Ações em Tesouraria 1.300 Correção Monetária do Capital Realizado 2.500 Capital a Realizar 2.500

a. $ 12.500 b. $ 8.200 c. $ 10.000 d. $ 6.900 013. Ao final do período do ano 1, antes da destinação do lucro líquido do exercício, observaram-se os

seguintes saldos nas contas da Cia. PVSN: Com base nos dados acima, o valor máximo que deverá ser destinado para a constituição da Reserva

Legal, no ano 1, é de: a. 200 d. não existe obrigação de constituição de reserva b. 1.000 e. 50 c. 100 014. São classificadas no Patrimônio Líquido, as seguintes somas: a. Ações em Tesouraria e/ou Quotas Liberadas b. Capital Social a Realizar e Dividendos Distribuídos Antecipadamente (por contado resultado do

período-base) c. Prejuízos Acumulados e Reserva de Bônus para Subscrição d. Reserva de Incentivos Fiscais, Reserva de Subvenções para Investimentos e Reserva de Reavaliação e. Todas as alternativas estão corretas

Elementos $ Capital Social 20.000,00 Reserva Legal 5.000,00 Reservas de Capital: • Correção Monetária do Capital 10.000,00 • Doações e Subvenções p/Investimentos 5.000,00 Lucro Liquido do Período-base ano 1 4.000,00

Elementos $ Capital Social (valor corrigido) 20.000,00 Ágio na Emissão de Ações 400,00 Reserva Legal 3.960,00 Lucros Acumulados 600,00

!

130

015. O Patrimônio Liquido da Comercial PVSN S/A, em 31-12-X3, antes da destinação do resultado do exercício, estava assim constituída:

O lucro líquido do exercício foi de $ 4.000,00, do qual deve se destinar a Reserva Legal a importância de: a. $ 1.040,00 d. $ 2.000,00 b. $ 400,00 e. zero c. $ 40,00 016. Assinale a alternativa correta: a. os Grupos de Reservas que compõem o Patrimônio Líquido são: Reservas de Capital, Reservas de

Reavaliação e Reservas de Lucros b. são consideradas como Reservas de Capital: Reserva de Correção Monetária do Capital, Reserva de

Ágio na Emissão de Ações, Reserva de Prêmio na Emissão de Debêntures, Reserva de Alienação de Partes Beneficiárias, Reserva de Doações, Reserva de Subvenções para Investimentos, Reserva de Incentivos Fiscais e Reserva de Bônus de Subscrição

c. são consideradas como Reservas de Lucros: Reserva Legal, Reservas Estatutárias, Reserva para

Contingências, Reserva Especial de Lucros a Realizar, Reserva de Planos para Investimentos e Reserva de Lucros para Dividendos

d. Ações em Tesouraria ou Quotas Liberadas são contas retificadoras (redutoras) do Patrimônio Líquido e. todas as alternativas estão corretas 017. A Cia. de Produtos Alimentares Paulo, André e Claudia reavaliou imóvel de sua propriedade, cujo valor

de mercado foi avaliado, no laudo competente, em R$ 200.000,00. Sabendo-se que o valor contábil, corrigido monetariamente, do referido imóvel era de R$ 80.000,00, a companhia deverá:

a. lançar a diferença de R$ 120.000,00 a débito do imóvel e a crédito da conta de Reserva de

Reavaliação b. proceder à correção monetária do imóvel, lançando a contrapartida da reavaliação em conta de

resultado c. lançar a diferença de R$ 120.000,00 a crédito de conta de Reserva de Capital, uma vez que ela não

corresponde a resultado auferido pela empresa em suas operações mercantis d. lançar a contrapartida do aumento do valor do imóvel em Reservas de Lucros a Realizar, já que a

valorização do imóvel só estará financeiramente disponível para a empresa se ele for alienado a terceiros

e. nada a fazer, pois a Lei das Sociedades Anônimas dispõe que os bens integrantes do Ativo Permanente devem ser avaliados pelo seu custo de aquisição

018. Informações (exercício social do ano 3)

Elementos $ – Lucro Líquido do Exercício 100.000.000 – Capital Social (subscrito e integralizado) 800.000.000 – Reserva de Correção Monetária do Capital Social 500.000.000 – Reserva Legal ( saldo do Balanço anterior, atualizado Monetariamente) 120.000.000 – Reserva de Capital – Prêmio recebido na emissão de debêntures 140.000.000 – Subvenções, do Poder público, para investimentos 150.000.000

!

131

A Cia Comercial Bandeirantes, a quem se referem as informações – retro, estava: a. obrigada a constituir uma reserva legal de $ 5.000.000 b. obrigada a constituir uma reserva legal de $ 40.000.000 c. obrigada a constituir uma reserva legal de $ 65.000.000 d. desobrigada a pagar dividendos aos acionistas e. desobrigada a constituir a reserva legal 019. O estatuto da Comercial Magela S.A é omisso quanto ao pagamento de dividendos. No exercício social

findo em 31 de janeiro do ano 3, o seu contador estabeleceu a base de cálculo do dividendo obrigatório a pagar com base nos seguintes elementos:

Em decorrência, os acionistas tiveram o direito de receber, naquele exercício, a importância de: a. 52.000.000 d. 26.000.000 b. 40.000.000 e. 32.000.000 c. 46.000.000 020. A Cia Industrial Santa Helena recebeu, em 31 de dezembro do ano 3, uma Subvenção para

Investimentos feita por pessoa jurídica de direito público com a finalidade específica de adquirir equipamentos para expandir o seu empreendimento econômico. Segundo a Lei das Sociedades por Ações, esse tipo de subvenção deve ser classificado, na beneficiária, como:

a. reserva para contingência d. receita operacional b. retenção de lucro e. reserva de capital c. reserva legal 13.1 INTRODUÇÃO Regra geral, os bens e direitos de natureza permanente, cuja vida útil (bens) ou prazo de exercício (direitos) seja superior a um ano, sujeitam-se a depreciação, amortização ou exaustão, conforme o caso. Assim, poderão ser debitados diretamente a resultado do exercício, como custo ou despesa operacional, o valor de aquisição dos elementos patrimoniais de vida útil ou prazo de exercício inferior a um ano (Convenção da Materialidade).

– Lucro Líquido do Exercício $ 80.000.000 – Quota destinada a constituição de Reserva Legal $ 2.000.000 – Reversão de Reserva para Contingência formada em exercício anterior $ 18.000.000 – Lucro a Realizar transferido para a respectiva reserva $ 4.000.000

!

132

Também poderão deixar de ser imobilizados os bens e direitos cujo valor unitário não supere o limite fixado na legislação tributária, mesmo que o prazo de vida útil seja superior a um ano (Convenção da Materialidade). A base de cálculo da depreciação, amortização ou exaustão será: a. Custo corrigido, assim entendido o custo histórico ajustado pela correção monetária; b. Valor de reavaliação decorrente de novas avaliações efetuadas no ativo imobilizado. 13.2 DEPRECIAÇÃO Representa a diminuição do valor dos bens corpóreos que integram o ativo permanente, em decorrência de desgaste ou perda de utilidade pelo uso, ação da natureza ou obsolescência tecnológica. Será calculada pela aplicação da taxa de depreciação, fixada em função da vida útil do bem, sobre o valor dos bens objeto de depreciação. 13.2.1 Taxas Usuais

Espécie de Bens Taxa Anual Vida Útil Estimada

1- Edifícios, construções e benfeitorias 4% 25 anos 2- Equipamentos, ferramentas, máquinas, instalações, etc 10% 10 anos 3- Móveis e utensílios 10% 10 anos 3- Semoventes (animais de tração) 20% 5 anos 4- Computadores e periféricos 20% 5 anos 5- Veículos (passageiros ou carga) 20% 5 anos 6- Motociclos, tratores e caminhões fora-da-estrada 25% 4 anos

13.2.2 Ativos de Natureza Permanente não Sujeitos à Depreciação Não é admitido o registro de quota de depreciação em relação aos seguintes bens: a. Terrenos, salvo em relação aos melhoramentos, benfeitorias e construções; b. Prédios ou construções não alugados e nem utilizados na produção de bens ou serviços

destinados a manter a atividade da empresa; c. Bens que aumentam de valor com o tempo como as antigüidades e as obras de arte; d. Bens para os quais sejam registradas quotas de amortização ou exaustão.

OBS.: 1. As empresas poderão usar taxas superiores às fixadas desde que comprovem, mediante laudo

pericial de órgão técnico, sua adequação ao tempo de vida útil do bem; 2. Os imóveis alugados, classificados no ativo permanente como investimentos, podem ser

depreciados normalmente; 3. A despesa de depreciação dos bens cedidos em comodato, desde que a cessão seja

necessária à atividade da empresa cedente será dedutível na apuração do Lucro Real; 4. A depreciação pode ser contabilizada a partir do mês em que o bem foi instalado, colocado

(posto) em funcionamento ou em condições de produzir; 5. Caso a empresa adote taxas inferiores à permitida, o valor não contabilizado em um período

não poderá ser recuperado posteriormente através da utilização de taxas superiores às máximas, anualmente, permitidas para cada período. Nesse caso, haverá uma dilatação no prazo durante o qual se poderia depreciar o respectivo bem;

6. O valor total da Depreciação (normal ou acelerada) não poderá passar o valor do bem

corrigido monetariamente.

!

133

13.2.3 Cálculo da Depreciação a. Depreciação Anual = Taxa Anual x Valor do bem no balanço anterior ou no início do período b. Depreciação dos Acréscimos = Taxa Ajustada x Valor dos acréscimos (aquisições) Taxa Ajustada = Taxa Anual x Numero de meses de uso do bem no período 12 c. Depreciação Mensal = Depreciação do período (anual ou acréscimos) Número de meses do período Exemplo: Calcule a depreciação a ser registrada na conta veículos em 31 de dezembro do ano 1, que

tinha saldo no balanço de 31/12/X0 no valor de R$ 24.000,00. Cálculo: Depreciação Anual = 20% x 24.000,00 = 4.800,00 Contabilização Despesa de Depreciação a Depreciação Acumulada 4.800,00 13.2.4 Depreciação Acelerada em Razão dos Turnos de Operação A depreciação acelerada consiste em atribuir coeficientes multiplicadores em função do número de horas diárias de operação do bem sujeito ao desgaste pelo uso. Pode ser adotada, somente, no caso de bens móveis. Coeficientes adotados: a. 1,5 para 2 turnos diários de operação (16 horas) b. 2,0 para 3 turnos diários de operação (24 horas) Exemplo: Uma máquina registrada no balanço de 19X0 por R$ 15.000,00, e que trabalhou 3 turnos

diários durante o exercício de 19X1. Calcular a depreciação a ser registrada no balanço de 19X1. Cálculo: Por trabalhar 3 turnos - implica usar o coeficiente 2,0 sobre a taxa anual de depreciação do bem, assim: Depreciação Acelerada = (2,0 x 10%) x 15.000,00 = 3.000,00 Despesa de Depreciação a Depreciação Acumulada 3.000,00 13.2.5 Compra de Bem Usado Nessa hipótese, o prazo de depreciação será o maior dentre os seguintes:

!

134

a.metade do prazo de vida útil do bem, quando adquirido novo; b. restante do prazo de vida útil do bem, considerado este em relação à primeira instalação ou utilização

desse bem. Exemplo: Máquina usada: – Adquirida em 28/06/X2 – Primeira instalação 02/06/X0 Prazos: a. Metade do prazo de vida útil: 5 anos b. Restante do prazo de vida útil: 8 anos Taxa = 100% = 12,5% a.a. 8 anos Exercício sobre o cálculo da Taxa de Depreciação para Bem Adquirido Usado: Exemplo 1: Calcule a taxa de depreciação anual de um veículo adquirido usado com os dados abaixo: – Primeiro uso 01/01/X1 – Adquirido em 01/01/X3 a. Metade do prazo de vida útil: 2,5 anos b. Restante do prazo de vida útil: 3 anos Taxa = 100% = 33,33% a.a 3 anos Exemplo 2: Refaça os cálculos do exemplo 1, considerando que o bem tenha sido adquirido em 01/01/X5. a. Metade do prazo de vida útil: 2,5 anos b. Restante do prazo de vida útil: 1 ano* Taxa = 100% = 40% a.a 2,5 anos Exemplo 3: Refaça os cálculos do exemplo 1 considerando que, o bem tenha sido adquirido em 01/01/X7, ou seja, quando o bem já foi 100% depreciado. a. Metade do prazo de vida útil: 2,5 anos b. Restante do prazo de vida útil: vida útil estimada do bem já esgotada* Taxa = 100% = 40% a.a 2,5 anos

!

135

13.2.6 Valor ou Custo Contábil do Bem Considera-se custo ou valor contábil do bem seu valor corrigido monetariamente, diminuído da depreciação acumulada correspondente. Valor residual é o valor que, a critério da empresa, não deve ser depreciado. Representa, portanto, o saldo da conta após o prazo total de depreciação, ou seja, da vida útil estimada do bem. Exemplo: a. Dados: Custo dos Bens (Veículos) R$ 10.000,00 Valor Residual R$ 2.000,00 Vida útil para fins de depreciação 5 anos b. Pede-se: cálculo da depreciação anual com e sem valor residual. Taxa de Depreciação = 100 = 20% a.a. 5 c. Cálculo sem valor residual 20% x 10.000,00 = R$ 2.000,00 p/ ano d. Cálculo com valor residual 20% x 8.000,00 = R$ 1.600,00 p/ ano e. Após o 5o ano – Representação

OBS.:

1. De acordo com o Regulamento do Imposto de Renda o bem adquirido usado deverá ser depreciado considerando o maior dos seguintes prazos:

a. metade da vida útil admissível para o bem adquirido novo; b. restante da vida útil, considerada esta em relação à primeira instalação para utilização do

bem. 2. O bem adquirido usado mesmo que já tenha sido 100% depreciado, ou seja, comsua

vida útil estimada esgotada, de acordo com a Legislação Fiscal, deve ser depreciado pelo adquirente tomando como base, as regras definidas no Regulamento do Imposto de Renda acima descritas. Isto funciona como um reconhecimento do Fisco da necessidade do adquirente de bens usados, também proceder a recuperação econômica do capital aplicado nesses bens.

!

136

13.3 AMORTIZAÇÃO Representa a diminuição do valor de bens intangíveis, ou em outras palavras a recuperação econômica do capital aplicado nesses bens. 13.3.1 Bens Intangíveis Sujeitos à Amortização São bens classificados no Ativo Permanente, no sub-grupo Imobilizado ou Diferido, tais como: – Marcas e Patentes; – Fórmulas ou processos de fabricação, direitos autorais, autorizações ou concessões; – Ponto Comercial, Fundo de Comércio; – Benfeitorias em prédios de terceiros; – Pesquisa e desenvolvimento de produtos; – Custo de projetos técnicos; – Despesas Pré-operacionais, pré-industriais, de organização, reorganização, reestruturação ou

remodelação de empresas. OBS.: O montante acumulado da amortização não poderá ultrapassar o custo de aquisição do bem ou

direito, corrigido monetariamente. 13.3.2 Prazos de Amortização 1. De acordo com a Lei no 6.404/76 - prazo máximo de dez anos; 2. De acordo com o Regulamento do Imposto de Renda, a taxa anual de amortização será fixada tendo

em vista: a. o número de anos restantes de existência do direito; b. o número de períodos-base em que deverão ser usufruídos os benefícios decorrentes das

despesas registradas no Ativo Diferido; c. o prazo de amortização não poderá ser inferior a 5 anos. Exemplo: Bem: Marcas e Patentes R$ 2.000.000,00 Prazo de utilização 10 anos Taxa Anual = 100% = 10% a.a 10 anos Amortização Anual = 10% x 2.000.000,00 = 200.000,00

Balanço Patrimonial Ativo Permanente Imobilizado sem valor residual com valor residual Veículos 10.000 10.000 (-) Depreciação Acumulada (10.000) (8.000) (=) Custo Contábil ou Valor Residual 0 2.000

!

137

Contabilização: Despesa de Amortização a Amortização Acumulada 100.000,00 13.3.3 Exaustão Corresponde à perda de valor decorrente da exploração de recursos minerais ou florestais ou de bens aplicados nessa exploração. OBS.: os equipamentos de extração mineral ou florestal podem, opcionalmente ser depreciados,

utilizando-se para tal os critérios e taxas de depreciação, vistos anteriormente. 13.3.3.1 Taxas Anuais Serão determinadas em função do: a. Volume de produção no período e sua relação com a possança (reserva potencial de exploração)

conhecida; b. prazo de concessão dado pela autoridade governamental. Exemplo: 1. Dados: a. Valor da Conta: Custo de Obtenção dos Direitos de Lavra R$ 150.000,00 b. Reserva Potencial de Exploração (possança) conhecida 20.000.000 t c. Minério extraído no 1o ano 2.400.000 t 2. Cálculos da Quota Anual de Exaustão Taxa = 2.400.000 x 100 = 12% 20.000.000 12% x 150.000,00 = R$ 18.000,00 Contabilização Despesa de Exaustão a Exaustão Acumulada 18.000,00

!

138

001. Assinale a alternativa incorreta: a. Depreciação representa o desgaste ou a perda da capacidade de utilização (vida útil) de bens físicos

registrados no Ativo Permanente b. Amortização Acumulada é uma conta que registra a diminuição do valor dos bens intangíveis c. Exaustão representa o esgotamento de recursos naturais não renováveis d. O valor total da Depreciação, Amortização ou Exaustão Acumuladas, incluindo a normal e a

acelerada, não poderá ultrapassar o custo de aquisição do bem e. terrenos são bens classificados no Ativo Permanente e, portanto, podem ser depreciados 002. Dados: Bem: Caminhão Mercedes-Bens (utilizado na produção) Data de aquisição: 20.07.X0 Taxa anual permitida: 20% (1 turno) Data de funcionamento: 30.07.X0 Valor de aquisição: $ 120.000,00 O encargo de depreciação dedutível, corresponde ao período-base encerrado em 31.12.X0, é: a. $ 10.000,00 d. $ 12.000,00 b. $ 24.000,00 e. $ 20.000,00 c. $ 120.000,00 003. Dados: Bem: Tear Jacquard Data de aquisição: 05.04.X0 Data de funcionamento: 17.04.X0 Valor da Nota Fiscal: $ 20.000,00 Despesas de frete e instalação, por conta da empresa adquirente: $ 4.000,00 Taxa anual permitida: 10% Coeficiente de depreciação acelerada incentivada: 1,0 x taxa normal O valor dedutível relativo à depreciação acelerada incentivada que poderá ser lançado no LALUR pela

empresa no período-base encerrado em 31.12.X0 é de: a. $ 2.400,00 d. $ 2.000,00 b. $ 1.800,00 e. $ 3.600,00 c. $ 1.500,00 004. A Companhia de Mineração PVSN adquiriu, em março de 19X0, área de terra contendo jazida de

minério, por $ 25.000.000,00. Teve gastos com pesquisa, prospecção e estudos geológicos, no mesmo mês de aquisição, no montante de $ 20.000.000,00.

Sabendo-se que a possança conhecida é de 1.000.000 toneladas, a quota de exaustão, por tonelada de minério é de (em $):

a. 45,00 d. 62,50 b. 25,00 e. 125,00 c. 20,00

!

139

005. A Cia. Nevisil alugou terreno e nele realizou benfeitoria para uso em seus negócios sociais no valor de $

14.400,00. A operação foi realizada no mês de outubro de 19X0 e o contrato de locação está previsto para 3 (três) anos. O valor da amortização a ser lançada em cada período-base anual, a partir de 19X0, é de, respectivamente, em $:

a. 4.800,00, 4.800,00 e 4.800,00 b. 1.200,00, 4.800,00, 4.800,00 e 3.600,00 c. 14.400,00 d. 7.200,00 e 7.200,00 e. 4.800,00 e 9.600,00 006. A Companhia PVSN efetuou gastos com conservação e reparos em bens do ativo imobilizado

(máquinas), que aumentaram a sua vida útil em três anos, no valor de $ 400.000,00. O valor da máquina antes da reforma era de $ 2.000.000,00 e já estava depreciado em 70%.

Os valores que poderão ser registrados em conta de resultado do período e na conta de máquinas são, respectivamente (em $):

a. 120.000,00 e 280.000,00 b. 350.000,00 e 50.000,00 c. 200.000,00 e 200.000,00 d. 280.000,00 e 120.000,00 e. 400.000,00 e 400.000,00 007. Saldo da razão da Cia. Beta em 31.12.X0: – Máquina Y = $ 150.000,00 – Depreciação Acumulada – Máquina Y: $ 130.000,00 – NO de turnos de utilização em X1: 3 turnos de 8 horas – Taxa anual permitida: 10% (1 turno) O encargo anual de depreciação que poderá ser lançado pela Cia. em 31.12.X1 será de (em $): a. 45.000,00 d. 20.000,00 b. 30.000,00 e. 25.000,00 c. 15.000,00 008. A Cia. Pasil adquiriu um veículo usado, que será utilizado em suas atividades operacionais.

Considerando-se que o veículo foi posto em funcionamento pela primeira empresa que o adquiriu há exatos 3 anos da data da compra pela Cia. Pasil, a taxa de depreciação que poderá ser utilizada por esta última será de:

a. 50% b. 20% c. 40% d. 10% e. nihil, porque veículo usado não pode ser depreciado 009. O fenômeno da perda de valor de um bem corpóreo, em função do desgaste físico, pelo uso, ação do

tempo ou obsolescência, é denominado: a. amortização b. depreciação c. exaustão d. provisão

!

140

010. Marque a alternativa que preencha as lacunas corretamente: I. A recuperação de gastos com a aquisição de bens tangíveis classificados no Ativo Imobilizado e que

perdem o valor, faz-se através do mecanismo da .......... . II. A recuperação de gastos com a aquisição de bens intangíveis classificados no Ativo Imobilizado e de

despesas do Ativo Diferido, faz-se através .......... . III. O registro da diminuição do valor de minas, florestas e recursos petrolíferos, em função da efetiva

extração, faz-se através do mecanismo da .......... . a. amortização, depreciação e exaustão c. depreciação, amortização e exaustão b. exaustão, depreciação e amortização d. depreciação, exaustão e amortização 011. Na acepção tecnológica, a palavra “Depreciação” é aplicada no sentido de: a. medir o valor de um bem instalado na empresa b. avaliar a perda de eficiência funcional dos bens c. calcular a diferença entre os valores objetivos (mercado) e subjetivos (atribuídos pelos proprietários) d. medir o valor de um bem e calcular a eficiência do mesmo 012. Os custos dos elementos que compõem o Ativo Imobilizado devem ser rateados e distribuídos: a. pelos períodos de sua vida útil estimada b. pelos exercícios que apresentam lucro c. pelas contas retificadoras do Ativo Permanente d. de acordo com a participação de cada um no total do ativo 013. A depreciação é contabilizada mediante lançamento de: a. débito de conta do ativo e crédito em conta de resultado b. débito de conta de resultado e crédito em conta do passivo c. débito em conta de passivo e crédito em conta de resultado d. débito em conta de resultado e crédito em conta de retificação do ativo 014. O registro contábil da quota de depreciação de bens tangíveis em uso ou operação na empresa, faz-se

assim: a. Despesas de Depreciação c. Despesas de Depreciação a Caixa a Maquinismo e Acessórios b. Despesas de Depreciação d. Despesas de Depreciação a Amortização Acumulada a Depreciação Acumulada 015. Se o valor da depreciação de “Móveis e Utensílios”, do exercício social que se encerra, é $ 50, o

lançamento é: a. Despesas de Depreciações c. Despesas de Depreciações a Móveis e Utensílios $ 50 a Depreciações Acumuladas $ 50 b. Móveis e Utensílios d. Depreciações Acumuladas a Despesas de Depreciações $ 50 a Móveis e Utensílios $ 50

!

141

016. O lançamento correto da questão anterior registra uma variação: a. patrimonial qualitativa b. patrimonial quantitativa c. patrimonial mista d. patrimonial permutativa 017. Se no balanço de abertura (1o de janeiro do ano3) o Ativo Imobilizado da empresa estava assim

composto:

Móveis e Utensílios 100 (-) Depreciações Acumuladas -10 90 Veículos 500 (-) Depreciações Acumuladas -100 400

Sabendo-se, também, que durante o exercício social não foi adquirido nem baixado nenhum bem do

grupo. Então, o valor da depreciação do exercício social do ano 3 e: a. $ 89 c. $ 60 b. $ 11 d. $ 110 018. O lançamento que registra o fato acima é: a. Depreciações a Caixa $ 110 b. Caixa a Depreciações Acumuladas $ 110 c. Depreciações a Depreciações Acumuladas M & U $ 10 a Depreciação Acumuladas Veículos $ 100 $ 110 d. a Depreciações Depreciações Acumuladas M & U $ 10 Depreciações Acumuladas Veículos $ 100 $ 110 019. O lançamento correto (questão anterior) registra: a. uma variação patrimonial mista b. uma variação patrimonial permutativa c. uma variação patrimonial modificativa d. um ato administrativo 020. A empresa Alfa encerra seu balanço em 31 de dezembro de cada ano. No dia 10 de janeiro de 1985,

adquiriu da empresa Beta uma máquina industrial usada, cuja vida inicial foi estimada em 5 anos. Sabe- se que a empresa Beta adquiriu este equipamento para instalação em seu parque industrial em 1o de janeiro do ano 1. O valor pelo qual a empresa Alfa adquiriu este equipamento foi de $ 750, cujo valor residual é de $ 50. Então, o valor da depreciação anual a ser contabilizado em 31 de dezembro do ano 5, pelo método da linha reta, será de:

a. $ 150 b. $ 140 c. $ 700 d. $ 280

!

142

14.1 INTRODUÇÃO O grupo de resultados não-operacionais limita-se a pequeno número de operações. A lei das S.A., na verdade, não fornece detalhes de seu conteúdo, somente mencionando, no seu artigo 187, que após o resultado operacional devem aparecer "as receitas e despesas não operacionais". O RNOp representa o resultado de atividades atípicas ou extraordinárias que geralmente dependem de decisão administrativa, tais como: a. Ganhos ou perdas de capital na venda de bens e direitos do Ativo Permanente; b. Despesas com a constituição de provisão para perdas prováveis na alienação de investimentos; c. Realização da Reserva de Reavaliação. 14.2 DETERMINAÇÃO DOS GANHOS OU PERDAS DE CAPITAL Como regra geral, os ganhos e perdas de capital são apurados tendo como base o valor contábil dos respectivos bens e direitos, assim entendido o custo de aquisição corrigido monetariamente* até o dia da baixa, diminuindo, se for o caso, da depreciação, amortização ou exaustão acumuladas ou da provisão para perdas prováveis na realização de investimentos. Exemplo 1: Venda por $ 24.000,00, em 20/09/X5, de 1.500 ações preferenciais da Cia ABC. Estas ações segundo controle analítico, foram adquiridas em 15/04/X4, por $ 700.000,00, e são avaliadas na empresa investidora pelo custo de aquisição. Dados relativos à UFIR: 15/04/X4 $ 2,00 31/12/X4 $ 7,00 20/09/X5 $ 60,00 Com os dados acima determine: a. o valor contábil do bem vendido; b. a apuração do resultado na venda do bem; c. a contabilização da operação Exemplo 2:

!

143

Com os dados do exemplo 1), apure o Resultado Não-Operacional sabendo que o Investimento foi alienado por $ 20.000.000. Exemplo 3: Apurar o ganho ou a perda de capital na baixa de um equipamento, conforme os dados a seguir. a. Valor da Alienação do equipamento R$ 10.000 b. Valor de Aquisição corrigido monetariamente até a data da venda R$ 18.000 c. Depreciação Acumulada (CM até a data da venda) R$ 13.000 14.3 GANHOS E PERDAS DE CAPITAL NO ATIVO PERMANENTE DIFERIDO A Lei no 6.404/76 prescreve em seu artigo 183, § 3º, que: "Os recursos aplicados no ativo diferido serão amortizados periodicamente, em prazo não superior a dez anos a partir do início da operação normal ou do exercício em que passem a ser usufruídos os benefícios deles decorrentes, devendo ser registrada a perda de capital aplicado quando abandonados os empreendimentos ou atividades a que se destinam, ou comprovados que essas atividades não poderão produzir resultados suficientes para amortizá-los." Por exemplo, suponha que uma indústria automobilística tenha trabalhado durante meses em um projeto de desenvolvimento de um novo modelo a ser lançado, mas, devido a uma mudança na política da empresa, esta decida cancelar o projeto. Nesse caso, todos os recursos aplicados no projeto e que até então estavam sendo acumulados em conta do diferido, que poderia ser denominada "Desenvolvimento de Novos Produtos", hão de ser baixados a débito de Resultado do Exercício em uma conta que pode ser denominada "Perda de Capital no Diferido". O lançamento contábil correspondente ao reconhecimento da perda seria: Perda de Capital no Diferido (RNOp) a Projetos de Desenvolvimento de Novos Produtos 14.4 REALIZAÇÃO DA RESERVA DE REAVALIAÇÃO 14.4.1 Alienação de Bem Reavaliado Quando a empresa alienar um bem que tenha sido anteriormente objeto de reavaliação, ela procederá a baixa desse bem pelo valor reavaliado. A reserva relativa à reavaliação desse bem será considerada realizada. Na baixa de bem reavaliado podemos reverter a Reserva de Reavaliação ao resultado do exercício como elemento de receita, assim a reserva realizada passa a integrar o RNOp, anulando desta forma, a reavaliação embutida no custo do bem alienado. O lançamento contábil será: Reserva de Reavaliação a Reversão de Reserva de Reavaliação (RNOp) Exemplo: Uma máquina está registrada no ativo pelo custo de aquisição corrigido de $ 800.000,00. Segundo laudo de avaliação, o valor contábil dessa máquina é de $ 1.400.000,00. Admitindo que a máquina reavaliada foi vendida por $ 1.200.000,00, determine o RNOp desta venda fazendo sua demonstração e contabilizando as operações envolvidas.

!

144

14.4.2 Realização da Reserva de Reavaliação Através da Depreciação do Bem Reavaliado Para a depreciação, adota-se o critério de que o bem reavaliado deve ser considerado como se novo fosse. Portanto, a base de cálculo é o valor reavaliado do bem sobre o qual se aplica a taxa obtida a partir da vida útil do remanescente indicada no laudo de avaliação. Não sendo indicado, no laudo, o prazo de vida útil residual, tomar-se-á o prazo normalmente aceito para o bem novo. Pelo fato de considerar-se como novo o bem reavaliado, o saldo da depreciação acumulada até a data da reavaliação deverá ser baixado em contrapartida da conta em que o bem se encontra registrado, obtendo-se, então, o valor contábil do bem. Exemplo: A empresa possui no seu ativo permanente um equipamento que está registrado contabilmente por $ 2.000.000,00, sendo que o saldo de depreciação acumulada desse mesmo equipamento é de $ 400.000,00. O laudo de avaliação elaborado nessa mesma data indica que o seu valor de mercado é de $ 3.500.000,00, com vida útil remanescente de 8 anos. Pede-se calcular e contabilizar os fatos relativos à reavaliação desse equipamento até o final do primeiro ano após a reavaliação.

Para responder as questões de números 1 a 4, observe os dados abaixo:

Empresa: Transportadora Mar do Norte Ltda. Conta: Veículos Bem: caminhão Valor original do bem: $ 475.640.400,00 (moeda da época) Data da aquisição 12.01.X3 Data em que o bem foi posto em serviço 26.01.X3 Taxa anual de Depreciação 20% (vinte por cento)

!

145

Valor da UFIR de 12.01.X3: $ 7.927,34 Valor da UFIR 1o semestre do ano de 19X6 $ 0,8287 Periodicidade do registro do encargo de depreciação : anual Valor da venda à vista do bem em 31.03.X7 $ 15.200,00

Outros Dados: I. a empresa registrou o encargo de depreciação desde o ano 3 até o dia da baixa, inclusive; II. ICMS incidente sobre a receita bruta de venda: 10% (dez por cento) . Com base nos dados fornecidos, assinale as alternativas corretas das questões adiante formuladas: 001. Custo do bem baixado, também denominado de valor contábil do bem: a. $ 9.944,40 d. $ 7.458,30 b. $ 29.833,20 e. $ 42.263,70 c. $ 49.722,00 002. Resultado não-operacional auferido com a venda do bem, sobre cuja receita bruta incidiu 10% (dez por

cento) de ICMS: a. $ 7.741,70 d. $ 3.735,60 b. $ 5.255,60 e. prejuízo operacional de $ 36.042,00 c. $ 6.221,70 003. A despesa de depreciação do bem baixado, contabilizada no ano-calendário de 19X7, foi de: a. $ 2.486,10 d. $ 9.944,40 b. $ 4.972,20 e. $ 6.221,70 c. $ 7.458,30 004. A despesa de depreciação, relativa ao bem baixado e contabilizada no ano-calendário de 1996, foi de: a. $ 29.833,20 b. $ 9.944,40 c. $ 2.486,10 d. $ 7.458,30 e. $ 12.430,50 005. A Cia. SPVN alienou por $ 16.000,00 um bem de seu ativo permanente, cujo valor contábil, corrigido

monetariamente até 31-12-X5, era de $ 12.000,00. A venda foi realizada em 19X6 para pagamento em 4 prestações anuais de $ 4.000,00 a partir de 19X6. Se a Cia. PVSN reconhecer todo o lucro na escrituração comercial, deve registrar, no período-base de 19X6, o ganho de capital de (em $):

a. 1.000,00 b. 1.500,00 c. 2.000,00 d. 4.000,00 e. 4.500,00 006. Observando os dados da questão anterior, assinale a parcela que será registrada em 31-12-X6, na parte

A do Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR), caso a Cia. PVSN opte por diferir o lucro obtido na venda do bem do ativo:

comentários (0)

Até o momento nenhum comentário

Seja o primeiro a comentar!

Esta é apenas uma pré-visualização

3 shown on 60 pages

baixar o documento