as Artes, Notas de estudo de Sociologia
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Apostilas de Pedagogia sobre o ensino de artes no contexto social na educação infantil, arte enquanto disciplina, Arte e literatura infantil, formação do leitor no contexto da arte.
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Resumo: O presente trabalho tem como eixo norteador, refletir acerca dos estímulos vivenciados na Educação Infantil a fim de formar o aluno leitor, crítico e atuante na sociedade em que está inserido, buscando transformá-lo através do ensino de artes no contexto social. Baseando-se em pesquisa bibliográfica, apresentam-se os processos iniciais da Educação e o contato com diferentes leituras desde a infância, propiciando o hábito de ler. Em seguida, discutem-se o ensino da arte e a formação do leitor iniciante, aspectos importantes que contribuem de maneira significativa para uma educação libertadora visando à formação consciente do ser humano. Palavras-chave: Arte, Literatura Infantil, Formação de Leitores. Introdução O ensino da Arte no Brasil foi marcado por influências políticas, econômicas, sociais, históricas e culturais. Devido ao entusiasmo pela educação e o otimismo pedagógico que aconteceu nas décadas de 20- 30, as influências européias e norte-americanas de filosofia humanista, foram aposentados novos caminhos para o ensino da Arte ,que enfatizava a relação existente entre o processo afetivo e cognitivo do educando,indicando uma concepção de Arte como produto interno que reflete uma organização mental, onde não deveria ser ensinada, mas expressa (PCN’s, 1997, V.6, p.21). De acordo com Parâmetros Curriculares nacionais (PCN’s1997) a Arte esteve presente desde os primórdios, expressava-se através dos desenhos feitos nas cavernas pré-históricas existente até hoje. Portanto o ensino da Arte na escola é um recente enfoque, ocorrido juntamente com transformações educacionais, que ocorreram por volta do século XX. Sabemos que a escola tem a função de construir para a formação dos educandos e promover a socialização da Arte nos primeiros anos de Educação Infantil, formando os pequenos no seu desenvolvimento cognitivo diante das produções infantis e interpretação de desenhos. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação, ( nº 9.394/96) no seu artigo 29, define a finalidade da Educação Infantil como “desenvolvimento da criança até 6 anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, completando a ação da família e da comunidade”. (BRASIL, 1996, p.9) A Escola insere-se neste contexto como instrumento hábil a programar a leitura na Educação Infantil e Séries Iniciais, incentivando aos pequenos leitores através de uma mudança de concepção, ou seja, transformando a leitura como algo agradável, fonte não apenas de informação, mas principalmente de lazer. É de fundamental importância a necessidade de considerar a criança como um todo, promover sua inserção na sociedade como cidadãos. Desse modo percebe-se que é preciso trabalhar a criatividade para a formação e o desenvolvimento do pensamento humano, pois a arte estimula a criatividade infantil, e relaciona com a expressão corporal, e tem esse elo entre o real e o imaginário. Percebe – se que Artes é uma modalidade de ensino muita importante para o desenvolvimento cognitivo da criança assim ela faz relações com o mundo que está inserida.

A compreensão e sentido daquilo que o cerca inicia-se quando bebê, nos primeiros contatos com o mundo. Os sons, os odores, o toque, o paladar, de acordo com Martins (1994) são os primeiros passos para aprender a ler. Ler, no entanto é uma atividade que implica não somente a decodificação de símbolos, ela envolve uma série de estratégias que permite o indivíduo compreender o que lê. Neste sentido, relata os PCN’s (2001, p.54.):

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O ensino da Arte nesse sentido mostra ao longo de sua trajetória que, gradualmente vai deixando de ser atividade de passa tempo ou preencher espaços livres durante as aulas, para ser entendida como um processo de construção de conhecimento. Desse modo, a Arte entendida como campo de estudo específico, passa a fazer parte da realidade escolar, em todos os níveis da educação básica, levando em consideração sua importância para a formação do ser humano. Desta forma os objetivos norteadores da pesquisa foram: salientar a importância de estímulos à leitura desde a infância, concretizados na alfabetização e, compreender os resultados desse processo de aquisição da leitura bem como caracterizar a formação do leitor pensante, um “ser para si”, como diria Marx (1983). Assim, ao propor esta temática foi determinante a concepção de que a leitura é um meio pelo qual o individuo pode tornar – se mais preparado para entender a sua realidade e transforma – lá. Tornando – se a sua realidade e transforma-lá se tornando mais crítico e atuante perante a sociedade que esta inserida. Entendendo que, quanto antes os estímulos e o contato com a leitura mais eficaz será sua apropriação.

Desse modo a educação em Arte, propicia o desenvolvimento do pensamento artístico, caracterizando um modo particular de dar sentido às experiências pessoais, ampliando a sensibilidade, a percepção a reflexão e a imaginação do aluno. Então, aprender Arte não é somente fazer trabalhos artísticos, mas apreciar e refletir sobre produções individuais e, coletivas nas diferentes culturas e épocas. Assim, tem como objetivo formar a percepção e a sensibilidade do aluno através do trabalho criador, da apropriação do conhecimento artístico e do contato com a produção cultural existente, entendendo o Ensino da Arte como significativo no processo de humanização do homem que ao criar, se transforma e assim transforma a natureza através do seu esforço, produzindo novas maneiras de ver, sentir e refletir sobre as relações sociais. E assim o educando percebem que são capazes de dar significado ao mundo exercendo suas potencialidade.

A arte enquanto disciplina

No Brasil, o ensino da Arte foi eminente por muitas discussões que sofreram influências políticas, econômicas, sociais, históricas e culturais. As influências européias e norte-americanas apresentaram novos caminhos para o ensino da Arte enfatizando a relação existente entre o processo afetivo e cognitivo do educando, indicando uma concepção de Arte como produto interno que reflete uma organização mental, onde não deveria ser ensinada, e sim, expressa (PCN’s, 1997). Percebemos que o ensino da Arte mostra ao longo de sua trajetória que, gradualmente vai deixando de ser atividade decorativa para ser compreendida como um processo de construção de conhecimento. Dessa forma, a Arte passa a fazer parte do cotidiano escolar, em todos os níveis da educação básica, levando em consideração sua importância para a humanização. Dessa forma, o ensino da Arte, propicia o desenvolvimento do pensamento artístico, caracterizando um modo particular de dar sentido às experiências pessoais, ampliando a sensibilidade, a percepção, a reflexão e a imaginação. Logo, aprender Arte não é somente fazer trabalhos artísticos, mas apreciar e refletir sobre produções individuais e coletivas nas diferentes culturas e épocas. Formando a percepção e a sensibilidade do aluno através do seu trabalho, da apropriação do conhecimento artístico e do contato com a produção cultural existente,

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pois, o homem transforma-se ao longo do tempo e através do seu trabalho transforma a natureza, produzindo novas maneiras de ver, sentir e refletir sobre as relações sociais. Nesta perspectiva, o educando percebe-se como construtor de uma cultura, capaz de dar significado ao mundo, pois, exercendo suas potencialidades perceptivas, imaginativas e reflexivas, tornam-se ativos e críticos em relação ao meio em que estão inseridos, permitindo o desenvolvimento pleno do ser, como nos diz Duarte Jr. (1994,p.53)”ocorre uma movimentação de nossos sentimentos, que vão sendo confrontados, aproximados, fundidos, para posteriormente serem simbolizados,transformados em formas que se oferecem à razão,ao pensamento”. Diante dessas considerações, a escola tem a importante função de contribuir para a formação estética do educando, promovendo a socialização da Arte. Portanto, é necessária uma educação que considere a Arte como prática social não cristalizada em espaços institucionalizados e, sim, presente nas relações sociais. Para tanto, o ensino da Arte requer intencionalidade e suporte teórico, superando as antigas concepções e práticas tradicionais. Sendo necessário um ensino que desenvolva a sensibilidade estética, possibilitando ao educando apreciar, criar, refletir e elaborar seus próprios sentidos com relação ao mundo à sua volta, aprimorando as capacidades perceptivas, inventivas, imaginativas e criativas do educando, segundo Duarte Jr. “estimular o sentimento de si mesmo, incentivar esse sentir-se humano de modo integral, numa ocorrência paralela aos processos intelectuais e reflexivos acerca de sua própria condição humana”. (DUARTE JR, 2001, p.175). Por isso o ensino da Arte deverá propiciar o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética, caracterizando um modo próprio de ordenar e de dar sentido à experiência humana. Desenvolvendo no educando, a sensibilidade, a percepção e a imaginação no domínio do conhecimento artístico, necessárias para compreender a Arte como meio de humanização da realidade, como afirma Duarte Jr. que “... o pleno sentimento da vida implica que tentemos captura-la e, assim, compreende- la, de todas as maneiras possível-lógicas e estéticas, intelectuais estéticas, científicas e Artísticas”. (Duarte Jr. 2001, p.186). De acordo com o Currículo Básico para a Escola Pública Municipal da Região Oeste do Paraná (2007), para construirmos a sensibilidade estética do educando, faz-se necessária uma reflexão sobre as diferentes metodologias relativas ao ensino da Arte. Assim, o processo de ensino da arte deve iniciar desde cedo na educação infantil, tendo continuidade por toda a vida do educando. O ensino da Arte tem como objetivo a formação dos sentidos humanos a partir da produção e da fruição da Arte, seja corporal, visual, musical ou cênica. Educar esteticamente é possibilitar ao educador ensinar o educando a ver, ouvir, criticar, criar, recriar, interpretar a realidade, apropriando-se do conhecimento artístico-histórico guardado, como afirma Schlichta:

O exercício artístico, não se constitui em um fazer sem reflexão, deslocado do conhecimento, pois na prática, educar esteticamente é ensinar a ver, tomando como ponto de partida o domínio dos diferentes modos de compor com elementos visuais, enquanto conteúdo que foi construído ao longo do tempo e sistematizado na forma de História da Arte (SCHLICHTA, 2002, P.11).

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Nesta perspectiva, percebemos que todos podem conhecer compreender e usufruir a Arte, pois é através dela que o homem reconhece a sua realidade, percebendo-se como agente cultural transformador.

Arte e literatura infantil

Por muito tempo a literatura infantil gerou controvérsias quanto a sua função na vida dos pequenos. A partir do século XVII é que a criança passa a ser considerada como criança, e tem necessidades próprias, de distanciar-se da vida dos mais velhos e receber uma educação que a prepare para a vida adulta.

A formação do leitor no contexto da arte

Na visão de Maria Helena Zancan Frantz (2001), a sociedade contemporânea, regida pelo modo de produção capitalista, é caracterizada por uma prática consumista que acentua – se cada vez mais entre os indivíduos. Nesse consumismo, não só de bens materiais, mas também de idéias, valores e comportamentos, os sujeitos vão perdendo a sua “identidade”, ocorrendo uma alienação e massificação. Aonde, entram os modernos meios de comunicação, tendo papel importante para que isso aconteça, tornando as pessoas cada vez mais dependentes desse consumismo exagerado. E a linguagem deixa de ser um instituto de interação/ comunicação para ser um meio de controle, poder e dominação à serviço de interesses capitalistas. Nessa perspectiva, para mudar esse quadro, faz – se necessário que os indivíduos se apropriem da palavra escrita. Sendo capaz de ler e escrever, relacionando – se com a fala, com as imagens, compreendendo e interpretado. Assim, a linguagem deixa de ser instrumento de dominação para ser instrumento de libertação, possibilitando uma reflexão, onde o homem torna – se sujeito da sua própria historia. Como nos diz VÂNIA RESENDE:

A leitura pode ter duas funções distintas e opostas. A primeira alienadora, quando fornece ingredientes que alimentam o mundo de aspirações ilusórias, desvinculadas de qual quer intenção questionadora. Uma segunda, reflexiva, que desperta no leitor reações face ao que a obra contem e a tudo que ela revive e evoca fora do sujeito.( RESENDE, 1985, p.52)

Nesse contexto, a leitura tem recendo ao homem direito a uma opção própria, critica e social. Oferecendo ao homem direito a uma opção própria diante da realidade, tornando – o consciente, tanto na sua individualidade como nas suas relações sociais. Assim, a escola tem como principal objetivo o de instrumentalizar o aluno para que ele possa ter acesso ao acervo cientifico – cultural – cultural da humanidade e mais que isso, é importante realizar um trabalho que dê a esses alunos condições de continuar construindo o seu conhecimento alem dos bancos escolares, pois, sua aprendizagem não pode ser limitada unicamente ao tempo e ao espaço escolar, que deve ser utilizado para instrumentalizar – los a buscar novos significados e experiências de vida, mesmo que deixem de freqüentar a escola por um ou outro motivo. Desse modo, o aluno estará conquistando sua autonomia na busca pelo saber e dando continuidade ao processo de aprendizagem iniciando na escola na escola e vivenciado por toda sua existência. Entretanto, isso só será possível através da pratica da leitura. Vista desse modo, a escola tem, portanto um compromisso maior de propiciar ao sujeito o desenvolvimento de sua capacidade de leitura do

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mundo, como nos afirma MARIA DA CLORIA BORDINI “ler é conhecer; mas também conhecer-se, é conhecer, mas também conhecer-se, é integrar e integrar – se em novos universos de sentidos; é abrir e ampliar perspectivas pessoais; é descobrir e atualizar potencialidades” (BORDINI, 1985. p.27). Assim, uma educação que se queria libertadora, humanizante e transformadora deve necessariamente passar pelo caminho da leitura, contribuindo para transformação individual e assim coletiva da sociedade. A leitura faz com que o leitor se reconheça e se descubra na observação de outras realidades que aproxima – se ou não da sua própria vida e de sua experiência cotidianas, “não é apenas o fato sobre o qual se escreve, mas as formas de o homem pensar e sentir esse fato que o identifica com outros homens de tempos e lugares diversos” (AGUIAR, 1988, p.14). De acordo com Vera Teixeira de Aguiar (1993), considerando que o professor esteja comprometido com uma proposta transformadora de educação é Arte literária o recurso mais favorável para alcançar seus objetivos neste caso, vale a pena investir na formação do leitor, ou seja, incentiva – lá ao habito a leitura. E, a escola tem que se assegure uma continuidade favorável em relação aos livros, entretanto, esse hábito não deve ser um padrão rotineiro, cumprindo regras pré – estabelecidas a busca pela leitura precisa surgir de uma atitude consciente, e os livros devem levantar questões significativas que aproximem – se da realidade do leitor fazendo com que familiarize - se pela linguagem, pelo ambiente, pelas características dos personagens, pelas questões e problemas logo, essa familiaridade do leitor com a obra gera pré disposição para a leitura e consequentemente ao ato de ler. A partir daí, o professor vai estabelecer objetivos mais ambiciosos que, além de fazer os interesses imediatos com leituras que atendem ao gosto do aluno poderá aguçar - lhe a curiosidade para texto que representam a realidade de forma que cada vez mais abrangente, profunda e reflexiva como nos diz, VERA TEIXEIRA DE AGUIAR.

Quando o ato de ler se configura, preferencialmente como atendimento aos interesses do leitor, desencadeia o processo de identificação do sujeito com os elementos da realidade representada, motivando o prazer da leitura. Por outro lado, quando a ruptura é intensiva, instaura-se o dialogo e o consequentemente questionamento das propostas inovadoras da obra lida, alargando – se o horizonte cultural do leitor. O dividendo final é novamente o prazer da leitura, agora como apropriação de um mundo inesperado (AGUIAR, 1993 P. 26 ).

Dentro dessa perspectiva, o sujeito ao apropriar-se do mundo da leitura, torna-se “livre”, capaz de ultrapassar o seu mundo, a sua realidade para conhecer novos horizontes e assim transformar-se.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A oralidade, as histórias, os fatos cotidianos juntamente com os estímulos são elementos importantes na construção da leitura e da escrita. Portanto, a escola, tem como compromisso, propiciar ao aluno o desenvolvimento da sua capacidade de leitura e o gosto por essa leitura, tornando-a prazerosa e significativa. E, quando a educação formal assume esse papel de maneira eficaz, percebendo que, quanto mais cedo a criança ter o contato com a Literatura e quanto mais for estimulada ao hábito de ler, melhor será seu aproveitamento na escola, principalmente no processo, muitas vezes complicado, de alfabetização.

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O professor deve buscar como ponto de partida em sua política a leitura de mundo do aluno e sua bagagem cultural, pois, como afirma Paulo Freire (1988) “ a leitura de mundo precede a leitura da palavra”, relacionando como temáticas atrativas, pois os estímulos são importantes para todo o processo de desenvolvimento humano. Quando o professor propicia ao educando a manipulação de livros, revistas, figuras, imagens, mais será estimulada sua imaginação e criatividade. Despertando o interesse pela leitura e permitindo a formação de indivíduos mais críticos, seguros e preparados para dar respostas criativas a qualquer desafio ou situação que passam enfrentar. Levando em consideração a sociedade vigente, regida pelo capitalismo e pautada no consumismo (FRANTZ, 2001), a importância de uma educação mais abrangente, faz com que procuremos novas saídas para suprir as carências encontradas nas instituições de ensino. Aonde, a maior luta é por um ensino mais humano, voltado para o real interesse dos alunos, tornando-os agentes do processo educacional e consequentemente fazedores da própria história, transformando a sociedade e a si mesmo. O homem tem a capacidade de criar, diferenciando-se outros animais, tem como característica principal a imaginação, o processo criativo e a expressão. Apartir da pesquisa constatou-se que a leitura é o meio pelo qual o individuo torna-se mais humanizado e que a escola tem como função propiciar esse hábito iniciando desde a alfabetização com os estímulos encontrados na Arte, a fim de formar leitores reflexivos, críticos e atuantes na sociedade.

REFERÊNCIAS

AGUIAR, Vera Teixeira de Literatura: a formação de leitor: alternativas metodológicas/ Vera Teixeira de Aguiar e Maria da Gloria Bordini. 2 ed.Porto Alegre: mercado Aberto, 1993.

AMOP. Associação dos Municípios do Oeste do Paraná. Departamento de Educação. Currículo Básico para a Escola Pública Municipal: Educação Infantil e ensino fundamental- anos iniciais - Cascavel: ASSOESTE, 2007.

BRASIL. Secretária de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: arte. Brasília: MEC/ SEF, 1997.

MARTORI, Ligia. O que é Literatura. São Paulo: Brasiliense, 1986.

DUARTE JR. J. F. Por que arte-educação? 7 ed. Campinas Papirus, 1994. Duarte JR. J.F. o sentido dos sentidos-a educação (do) sensível. Curitiba: criar, 2001.

FRANTZ, Maria Helena Zancan. O ensino da Literatura nas Séries Iniciais. Inijuí: Rio Grande do Sul, 2001..

MARTINS, Maria Helena. O que é leitura? 19 ed. São Paulo: brasiliense, 1994.

SCHLICHTA, C.A. B. D. Ensino da Arte: uma metodologia para a Humanização dos sentidos. In IVANPED-Sul. Florianópolis, NOV- 2002.

----------------------- [1] Graduada em Pedagogia na Faculdade Assis Gurgacz FAG, Pós Graduada em Educação Especial na Faculdade Integradas do Vale do Avaí ESAP. Gestão,

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Orientação e Supervisão Escolar. No Instituto Superior da América Latina ISAL.

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