Apostilas sobre materiais utilizados na execução dos aterros, Notas de estudo de Engenharia Civil. Centro Universitário do Distrito Federal (UDF)
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Apostilas sobre materiais utilizados na execução dos aterros, Notas de estudo de Engenharia Civil. Centro Universitário do Distrito Federal (UDF)

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Apostilas de Construção Civil sobre a sistemática empregada na execução de empréstimos de materiais utilizados na execução dos aterros, equipamentos, preservação ambiental, verificação final da qualidade.
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ES 281 / 97

RESUMO

Este documento define a sistemática empregada na execução de empréstimos de materiais utilizados na execução dos aterros. Para tanto, são apresentados os requisitos concernentes a materiais, equipamentos, preservação ambiental, verificação final da qualidade, além dos critérios para aceitação, rejeição e medição dos serviços.

ABSTRACT

This document presents procedures for the excavation of the materials from borrow pits used for the execution of embankments.

It presents requirements concerning materials, equipment, execution, ambiental preserving, quality control and the criteria for acceptance and rejection of the services.

SUMÁRIO

0 APRESENTAÇÃO

1 OBJETIVO

2 REFERÊNCIAS

3 DEFINIÇÃO

4 CONDIÇÕES GERAIS

5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS

6 MANEJO AMBIENTAL

7 INSPEÇÃO

8 CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO

0 APRESENTAÇÃO

Esta norma estabelece a sistemática a ser empregada na execução e no controle da qualidade do serviço em epígrafe.

1 OBJETIVO

Fixar as condições exigíveis para as escavações de material destinado a prover ou complementar o volume necessário à constituição dos aterros, por insuficiência de volumes dos cortes, por motivos de ordem tecnológica de seleção de materiais, ou razões de ordem econômica.

2 REFERÊNCIAS

Para o entendimento desta Norma deverão ser consultados os documentos seguintes:

• DNER-ES-278/97 - Serviços preliminares • DNER-ES-280/97 - Cortes • DNER-ISA 07 - Instrução de Serviço Ambiental • Manual de Implantação Básica - DNER, 1996

3 DEFINIÇÃO

Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições seguintes:

Empréstimos - áreas indicadas no projeto, ou, selecionadas, onde serão escavados materiais a utilizar na execução da plataforma da rodovia, nos segmentos em aterro.

Aterros - segmentos da rodovia cuja implantação requer a importação de material.

4 CONDIÇÕES GERAIS

4.1 A escavação será precedida da execução dos serviços de desmatamento, destocamento e limpeza da área do empréstimo.

4.2 Sempre que possível, deverão ser executados empréstimos contíguos ao corpo estradal, resultando a escavação em alargamento dos cortes.

4.3 As áreas de empréstimos, não decorrentes de alargamento de cortes, deverão ser reconformadas ao final dos serviços de modo a atender à segurança e ao aspecto paisagístico.

5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS

5.1 Material

O material deverá ser selecionado entre os solos de 1ª e 2ª categorias, atendendo à qualidade e à destinação prevista no projeto. Os materiais de 2ª categoria, somente serão utilizados, quando não houver outro economicamente disponível.

5.2 Equipamento

A escavação em empréstimos deve prever a utilização racional de equipamento apropriado, atendendo à produtividade requerida. Utilizam-se em geral, tratores equipados com lâminas, escavo-transportadores ou escavadores conjugados com transportadores diversos, além de tratores empurradores ("pushers"). Complementarmente, podem ser também utilizados tratores e motoniveladoras para escarificação, manutenção de caminhos de serviço e áreas de trabalho.

5.3 Execução

5.3.1 Nas áreas dos empréstimos os materiais serão escavados, carregados e transportados para os locais de utilização na construção dos aterros com o auxílio de equipamento indicado para a execução dos cortes.

5.3.2 Os empréstimos em alargamento de corte deverão, preferencialmente, atingir a cota do greide. Não sendo permitida em qualquer fase da execução a condução de águas pluviais para a plataforma da rodovia.

5.3.3 Nos empréstimos laterais os bordos internos deverão localizar-se a distância mínima de 5,00m do pé do aterro, bem como, executados com declividade longitudinal permitindo a drenagem das águas pluviais.

5.3.4 Entre o bordo externo das caixas de empréstimos e o limite da faixa de domínio, deverá ser mantida sem exploração, uma faixa de 2,00m de largura, a fim de permitir a implantação da cerca delimitadora.

5.3.5 No caso de caixas de empréstimos definidas com alargamento de cortes, a faixa deverá ter largura mínima de 3,00m, com a finalidade de permitir, também, a implantação da valeta de proteção.

5.3.6 Constatada a conveniência técnica e econômica de reserva de materiais escavados nos empréstimos, para a confecção das camadas superficiais da plataforma, serão os mesmos depositados em local previamente escolhido, para oportuna utilização.

6 MANEJO AMBIENTAL

Nas explorações das caixas de empréstimos adotam-se as recomendações seguintes de preservação ambiental:

6.1 O desmatamento, destocamento e limpeza executados dentro dos limites da área escavada e o material retirado estocado de forma que após a exploração do empréstimo, o solo orgânico seja espalhado na área escavada reintegrando-a à paisagem.

6.2 O material vegetal será removido, queimado sob fogo controlado ou estocado conforme as indicações do projeto. A remoção ou estocagem dependerá da eventual utilização, não sendo permitida a permanência de entulhos nas adjacências da plataforma de modo a provocar a obstrução do sistema de drenagem natural da obra ou problemas ambientais.

6.3 Evitar a localização de empréstimos em áreas de boa aptidão agrícola.

6.4 Não deverão ser explorados empréstimos em áreas de reservas florestais, ecológicas, de preservação cultural, ou mesmo, nas suas proximidades.

6.5 As áreas de empréstimos, após a escavação, deverão ser reconformadas com abrandamento dos taludes, de modo a suavizar contornos e reincorporá-las ao relevo natural, operação realizada antes do espalhamento do solo orgânico.

6.6 O tráfego de equipamentos e veículos de serviço deverá ser controlado para evitar a implantação de vias desnecessárias.

6.7 As áreas de empréstimos convenientemente drenadas de modo a evitar o acúmulo de águas, bem como, os efeitos da erosão.

7 INSPEÇÃO

7.1 Verificação Final da Qualidade

A verificação final dos serviços será feita visualmente quanto ao acabamento no que se refere aos aspectos paisagísticos e ecológicos preconizados nas seções 4.3, 6.1, 6.2, 6.5 e 6.7 desta Especificação.

7.2 Aceitação e Rejeição

Serão aceitos os serviços que atenderem a presente Especificação e rejeitados caso contrário, devendo nesta hipótese ser refeitos ou complementados.

8 CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO

Os serviços aceitos, serão medidos de acordo com os critérios seguintes:

8.1 A medição leva em consideração o volume extraído, medido no empréstimo. A distância de transporte será medida ao longo do percurso seguido pelo equipamento transportador entre os centros de gravidade das massas.

8.2 As operações de reconformação dos taludes e de recomposição do solo orgânico das áreas de empréstimos, referida na seção 6.5, não serão objeto de medição.

8.3 Os materiais depositados, referidos na seção 5.3.6 desta Especificação, serão medidos tão somente no que tange à carga e respectivo transporte.

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