Apostilas sobre os Fundamentos macroeconômicos e o risco-país_Parte3, Notas de estudo de Engenharia Unificada Básica. Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
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Apostilas sobre os Fundamentos macroeconômicos e o risco-país_Parte3, Notas de estudo de Engenharia Unificada Básica. Universidade Federal de Alagoas (UFAL)

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Apostilas de Economía da Faculdade de Economia e Finanças IBMEC sobre a relação entre os fundamentos macroeconômicos e o risco-país, Análise Estatística e Econométrica, Estatísticas descritivas.
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RAFAEL GODOY

29

Podemos observar que existe uma relação positiva entre o tamanho da dívida e o

risco país. Quanto maior for tamanho da dívida mais difícil para o país cumprir com suas

obrigações. Nos países emergentes essa relação de tamanho da dívida com o spread fica

evidentemente explicita, pois o perfil da dívida desses países é bastante similar, com um

risco cambial alto e de curto prazo.

Atualmente o Brasil, por exemplo, vem melhorando, em muito, o perfil da sua

dívida aumentando a parcela de financiamento com taxas fixas, alongando o prazo e

principalmente diminuindo a exposição cambial.

Alguns países mais desenvolvidos possuem dívidas bem maiores que as

apresentadas acima, no entanto o seu perfil é bem melhor com taxas menores de

financiamento e com um perfil de longo prazo.

O gráfico a seguir mostra a relação existente entre a inflação e o risco país.

Utilizamos a média do risco e a média da inflação de cada país.

FIGURA 2 - Inflação x EMBI

Argentina

Brasil

Bulgaria México

Rússia

Turquia

Equador

Colômbia Polônia

500

1,000

1,500

2,000

2,500

3,000

0.00% 5.00% 10.00% 15.00% 20.00% 25.00% 30.00% 35.00% 40.00% 45.00% 50.00%

Inflação

EMBI

30

Podemos observar que existe uma relação positiva também entre a inflação e o

risco, quanto maior a inflação maior o risco. No caso observamos que a maioria dos

países possui inflação média entre 5% e 10%. Um país que possui uma inflação

controlada reforça a idéia para o investidor que o Banco Central está comprometido com a

política monetária e possui certa estabilidade na condução da economia.

A Argentina aparece no gráfico com uma taxa média de inflação de cerca de 6% e

um risco país altíssimo. O fato é que durante os anos de 1998 a 2001 a inflação ficou

praticamente zerada, chegando a 1% negativa no último ano isso ajudou a abaixar a media

do período. No entanto, com o default anunciado pelo governo argentino em 2002 a

inflação subiu pra 25% em 2002 e seu risco médio chegou a 5740 pontos.

Atualmente, alguns países como o Brasil, adotam o sistema de metas de inflação.

Podemos observar que a inflação baixa é uma das prioridades do governo. Isso ajuda a

manter o risco país baixo, pois de maneira transparente o Banco Central trabalha para

fazer com que sua política seja crível e isso reforça a imagem de uma economia estável e

com regras claras de política monetária.

31

IV – CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diversos textos têm como objetivo relacionar os fundamentos macroeconômicos

com o risco país, Seguindo essa linha, o presente ensaio contribuiu para mostrar a

importância destes fundamentos dando ênfase à política fiscal.

O risco país sinaliza o quanto que os países devem remunerar seus títulos acima da

taxa livre de risco, FED Funds, por isso manter esse spread em patamares baixo ajuda na

captação mais barata de recursos estrangeiros, tanto para o governo central, como para o

setor privado. O país que atualmente adota políticas que melhoram esses indicadores, ou

seja, que não executam medidas populistas e de curto prazo certamente vão conseguir

manter o seu risco baixo e isso só lhe trará maiores benefícios com entrada de recursos na

economia seja para o consumo seja para o investimento nos setores produtivos.

Podemos dizer, de acordo com a literatura existente e com os cálculos

apresentados que, um grupo de variáveis macroeconômicas é determinante na busca de um

nível baixo do risco. Manter baixa a relação dívida sobre PIB é extremamente importante

para a economia, e externaliza a qualidade de solvência desse país.

Apesar de a variável correspondente ao consumo do governo em relação ao PIB

não se mostrar significativo nas regressões acima, podemos dizer, de acordo com estudos

anteriores, que essa relação é importante para o investidor na análise de suas aplicações e

influência no risco país. A quantidade de reservas também foi considerada estaticamente

significativa. Isso reforça a idéia de que quanto maiores as reservas, melhor para a

economia e menor o risco, apesar do custo de manter o capital em dólares ser elevado,

dada a diferença de taxas de juros.

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A taxa de inflação apresentou o sinal positivo, conforme esperado, e também pôde

ser considerada estatisticamente significativa a um nível de 5% de confiança. Isso mostra

que quanto maior a inflação maior será o risco-país.

Sendo assim podemos concluir que os fundamentos macroeconômicos de um

determinado país são extremamente relacionados com o seu próprio risco.

Em futuros estudos questões adicionais poderão ser analisadas com mais

profundidade. Primeiramente, analisar o perfil da dívida de cada país e não só o montante

dela, analisando o perfil de exposição ao risco que cada país possui. Outra sugestão seria

desmembrar os gastos do governo em salários, transferências e gastos com o pagamento

da dívida. As receitas também podem ser analisadas separando-as em impostos diretos,

indiretos e contribuições.

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V - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALESINA, Alberto; PERROTTI, Roberto. Budget Deficits and Budget Institutions. Texto para discussão 5556. Cambridge: National Bureau of Economic Research, 1996 AKITOBY, Bernardin; STRATMANN Thomas, Fiscal Policy and Financial Markets. Texto para discussão 06/16. Washington: International Monetary Fund, 2006 CANTOR, Richard; PARKER, Frank. Determinants and Inputs of Sovereign Credit Ratings, Economic Policy Review, v.2, p. 37-53, 1996 CANUTO, Otaviano; SANTOS Pablo. Macroeconomics and Soverign Risk Ratings. Washington: Word Bank, 2004 CAVALCANTE Marco. Modelagem macroeconômica para o Brasil. Gestão de Riscos no Brasil. 1ª edição. Rio de Janeiro: Financial Consultoria, 2003 DEVRAJAN, Shantayanan; ZOU Heng-fu; SWARROP Vinaya. The composition of public expenditure and economic growth: Journal of Monetary Economics, v. 37, n.2, p.313-344,1996 EUN, Cheol S; RESNICK, Bruce G. Internacional Financial Management, 3ª edição. Boston: Irwin/McGraw Hill, 2003. EICHENGREEN, Barry; HAUSMANN, Ricardo; PANIZZA, Ugo. Currency Mistamtches, Debt Intolerance and Original Sin: Why they are not the same and why it Matters. Texto para discussão 10036. Cambridge: National Bureau of Economic Research, 2003 ENGLE Robert; MCFADDEN Daniel, Handbook of Econometrics – Volume 2 – 1ª edição; Elsevier: North Holland - 1994 GARCIA, Marcio, Juros e Cambio em Queda, Valor Econômico - São Paulo 13 abr 2007, Disponível em: <http://,valoronline,com,br/valoreconomico/285/primeirocaderno/opinião> Acesso em 13 abr 2007. LOUREIRO, André; BARBOSA, Fernando, The Risk Premium on Brazilian Governmanet Debt, 1996-2002. Texto para discussão 485, 2003 MOREIRA, Ájax; ROCHA Kátia; Determinantes do Risco Brasil: Fundamentos e expectativas – Uma abordagem de modelos de Risco de Crédito. Texto para discussão 945. Rio de Janeiro: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, 2003 NEVES, Christian, Fatores Determinantes do Risco Brasil – Uma Análise do Período 1995 – 2003. – Rio de Janeiro: Pontifícia Universidade Católica – Departamento de Administração. Dissertação de mestrado, 2003

34

REINHART, Carmen; ROGOFF, Kenneth; SAVASTANO, Miguel. Debt Intolerance. Texto para discussão 9908. Cambridge: National Bureau of Economic Research, 2003 WOOLDRIGE, Jeffrey. Introdução à Econometria – Uma Abordagem Moderna. 1ª edição; São Paulo: Thomson Learning - 2005

35

VI - SITIOS DE INTERNET E BASE DE DADOS UTILIZADA Bloomberg – ECST – Data base Índice de abertura economia: <http://pwt,econ,upenn,edu> - acesso em 15 de abril de 2007. International Finance Statistics Database - CD Rom - julho 2006 Public Information Notice IMF Concludes Article IV: <http://www,imf,org/external/ns/search,aspx?NewQuery=article+iv&col=&submit,x=20& submit,y=7> acesso em 15 de abril 2007

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VII - ANEXO – BASE DE DADOS PIB em Milhares de Dólares

Países Tabela 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005

Argentina 213.99B.ZF 298.948,00

283.523,00

284.204,00

268.697,00

102.150,33

129.623,79

153,187,33

181,662,00

Brasil 223.99B.ZF 788.093,10

538.036,46

601.781,42

507.940,68

460.969,18

505.253,25

602,941,98

797,366,26

Bulgária 918.99B.ZF 12.739,26

12.929,57

12.619,25

13.628,07

15.545,72

19.969,13

24,224,87

26,718,54

Colômbia 233.99B.ZF 98.512,66

86.301,34

83.766,46

81.995,36

81.242,61

79.410,98

96,783,09

122,308,74

Equador WIR 23.255,14

16.674,50

15.933,67

21.024,09

24.311,00

27.201,00

30,015,20

33,062,00

México 273.99B.CZF 420.826,04

480.619,25

580.519,03

622.022,48

648.358,18

638.686,75

683,241,81

768,288,99

Polônia WIR 169.580,85

164.481,80

166.560,93

185.787,46

191.447,55

209.541,45

241,591,76

300,533,00

Rússia 922.99BP.ZF 270.815,65

195.906,99

259.710,27

306.601,99

345.470,49

431.515,15

588,906,63

763,719,94

Turquia 186.99B.ZF 200.865,38

184.322,14

197.750,79

145.050,41

183.823,84

239.842,00

301,056,64

363,583,58

Fonte: FMI e WIR 2006

37

EMBI

Países Tabela 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Argentina EMBIP_ARG CLOSE 601 722 671 1549 5740 5570 5146 2712

Brasil EMBIP_BRA CLOSE 800 1036 727 890 1369 836 540 399 Bulgária EMBIP_BLG CLOSE 772 838 728 676 372 228 142 82

Colômbia EMBIP_CLB CLOSE n/a 368 668 602 705 510 418 323 Equador JPSSEMEC Index 1091 2651 2870 1383 1440 1188 790 707

México EMBIP_MEX CLOSE 577 607 371 367 318 245 190 156 Polônia JPSSEMPO Index 240 250 254 208 212 99 67 49 Rússia EMBIP_RUS CLOSE 2493 3977 1341 934 528 315 271 156 Turquia EMBIP_TRK CLOSE na 220 487 889 763 629 353 270

Fonte: Bloomberg Dívida em percentual do PIB

Países Tabela 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Argentina IMF Site Anexo IV 41,40% 47,40% 50,80% 62,20% 164,20% 144,50% 133,90% n,a Brasil IMF Site Anexo IV 42,60% 47,00% 51,10% 55,10% 65,50% 58,70% 54,40% 51,60% Bulgária IMF Site Anexo IV 93,00% 84,70% 80,50% 70,00% 56,30% 48,20% 40,70% 31,90% Colômbia IMF Site Anexo IV 29,50% 38,20% 42,40% 41,60% 57,00% 53,30% 49,50% 45,80% Equador IMF Site Anexo IV n,a 101,60% 91,40% 70,20% 58,20% 52,60% 46,50% 43,20% México IMF Site Anexo IV 41,10% 34,40% 28,30% 26,10% 25,20% 25,90% 24,30% 22,50% Polônia IMF Site Anexo IV 42,90% 43,20% 40,00% 41,00% 46,70% 51,60% 50,20% n,a Rússia IMF Site Anexo IV 56,27% 80,65% 55,06% 43,70% 29,81% 24,33% 17,66% 10,61% Turquia IMF Site Anexo IV n,a 61,00% 57,40% 93,30% 77,20% 69,70% 65,70% n,a Fonte: FMI

38

Reservas internacionais em percentual do PIB

Países Tabela 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Argentina 213.1D.DZF 8,19% 9,21% 8,59% 5,41% 10,18% 10,14% 11,76% 12,52% Brasil 223.1D.DZF 5,40% 6,47% 5,40% 7,03% 8,12% 9,72% 8,75% 6,72% Bulgária 918.1D.DZF 20,48% 21,39% 23,99% 23,83% 28,06% 30,92% 35,96% 29,91% Colômbia 233.1D.DZF 8,00% 8,67% 10,04% 11,78% 12,54% 12,83% 13,19% 11,61% Equador 248.1D.DZF 6,86% 9,69% 5,80% 3,88% 2,84% 2,89% 3,29% 5,04% México 273.1D.DZF 7,48% 6,45% 6,05% 7,14% 7,70% 9,04% 9,19% 9,50% Polônia 964.1D.DZF 16,05% 15,87% 15,80% 13,54% 14,60% 15,14% 14,30% 13,47% Rússia 922.1D.DZF 2,88% 4,32% 9,34% 10,61% 12,75% 16,96% 20,51% 23,00% Turkey 186.1D.DZF 9,68% 12,58% 11,28% 12,91% 14,62% 14,09% 11,79% 13,86% Fonte: FMI

Inflação média percentual ao ano

Países Tabela 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Argentina 213.64.XZF 0,92% -1,17% -0,94% -1,07% 25,87% 13,44% 4,42% 9,64% Brasil 223.64.XZF 3,20% 4,86% 7,04% 6,84% 8,45% 14,71% 6,60% 6,88% Bulgária 918.64.XZF 18,67% 2,57% 10,32% 7,36% 5,81% 2,16% 6,35% 5,04% Colômbia 233.64.XZF 18,68% 10,88% 9,22% 7,97% 6,35% 7,13% 5,90% 5,05% Equador 248.64.XZF 36,10% 52,24% 96,09% 37,68% 12,48% 7,93% 2,74% 2,41% México 273.64.XZF 15,93% 16,59% 9,50% 6,36% 5,03% 4,55% 4,69% 3,99% Polônia 964.64.XZF 11,73% 7,28% 10,06% 5,49% 1,90% 0,79% 3,58% 2,11% Rússia 922.64.XZF 27,67% 85,74% 20,78% 21,46% 15,79% 13,66% 10,88% 12,68% Turquia 186.64.XZF 84,64% 64,87% 54,92% 54,40% 44,96% 25,30% 8,60% 8,18% Fonte: FMI - CPI % CHANGE

39

Receitas do Governo em percentual do PIB

Países Tabela 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Argentina 213.81.ZF 14,36% 14,51% 14,93% 14,61% 13,55% 15,23% 16,52% n,a, Brasil 223.81.ZF 20,19% 21,66% 21,48% 22,68% 23,91% 23,00% 23,91% 25,13% Bulgária 918.81.ZF 32,92% 33,69% 34,11% 33,24% 31,64% 34,04% 37,51% 37,90% Colômbia 233.81.ZF 12,02% 13,29% 13,31% 15,35% 15,46% 15,67% 15,97% 16,30% Equador 248.81.ZF 14,11% 16,22% 19,18% 18,43% 17,30% 17,51% 18,19% 17,22% México 273.81.ZF 12,71% 13,50% 14,40% 14,80% 13,98% 15,22% 15,18% 15,52% Polônia 964.81.ZF 33,37% 30,80% 29,52% 29,45% n,a, n,a, n,a, n,a, Rússia Bloomberg 11,50% 12,68% 15,43% 17,79% 20,33% 19,53% 20,19% 23,73% Turquia 186.81.ZF 24,24% 25,57% 28,44% 30,51% n,a, n,a, n,a, n,a, Fonte: FMI e Bloomberg

Consumo do Governo (% PIB)

Países Tabela 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Argentina NE.CON.GOVT.ZS 12,49% 13,72% 13,78% 14,16% 12,24% 11,44% 11,14% na Brasil NE.CON.GOVT.ZS 19,13% 19,08% 19,06% 19,25% 20,13% 19,90% 18,81% 14,58% Bulgária NE.CON.GOVT.ZS 15,34% 16,55% 17,89% 17,42% 18,04% 18,91% 16,87% 16,63% Colômbia NE.CON.GOVT.ZS 20,84% 22,73% 21,72% 21,62% 20,67% 19,74% 19,53% 19,33% Equador NE.CON.GOVT.ZS 12,28% 12,52% 9,82% 10,04% 10,24% 9,00% 8,31% na México NE.CON.GOVT.ZS 10,39% 11,01% 11,14% 11,76% 12,12% 12,41% 11,85% 11,54% Polônia NE.CON.GOVT.ZS 18,25% 18,45% 18,55% 19,00% 19,05% 19,29% 18,85% 18,69% Rússia NE.CON.GOVT.ZS 18,73% 14,58% 15,09% 16,44% 17,67% 17,60% 16,47% 16,01% Turquia NE.CON.GOVT.ZS 12,70% 15,17% 14,08% 14,24% 13,95% 13,62% 13,19% 13,07% Fonte: www.worldbank.org

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Exportação F.O. B em percentual do PIB

Países Tabela 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Argentina 213.70.DZF 8,84% 8,22% 9,27% 9,88% 25,11% 22,81% 22,55% 22,04% Brasil 223.70.DZF 6,49% 8,92% 9,15% 11,46% 13,09% 14,46% 16,00% 14,84% Bulgária 918.70.DZF 32,93% 30,66% 38,11% 37,53% 36,98% 37,76% 41,00% 43,88% Colômbia 233.70.DZF 11,05% 13,41% 15,57% 14,99% 14,66% 16,47% 16,76% 17,29% Equador 248.70.DZF 18,07% 26,69% 30,92% 22,25% 20,74% 22,88% 25,83% 30,55% México 273.70.DZF 27,91% 28,38% 28,66% 25,49% 24,78% 25,90% 27,67% 27,84% Polônia 964.70.DZF 16,03% 16,66% 19,00% 19,43% 21,42% 25,55% 30,54% 29,73% Rússia 922.70.DZF 27,65% 38,62% 40,65% 33,23% 31,06% 31,50% 31,11% 31,89% Turquia 186.70.DZF 13,43% 14,42% 14,05% 21,60% 18,80% 19,42% 20,49% 19,78% Fonte: FMI – EXPORTS F.O.B.

Índice de estabilidade política

Países Tabela 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Argentina - 0,45 0,46 0,48 -0,08 -0,64 -0,44 -0,24 n,a,

Brasil - -0,38 -0,09 0,20 0,15 0,11 -0,01 -0,13 n,a, Bulgária - 0,44 0,37 0,30 0,43 0,56 0,34 0,13 n,a,

Colômbia - -1,56 -1,65 -1,73 -1,84 -1,95 -1,82 -1,69 n,a, Equador - -0,58 -0,79 -1,01 -0,84 -0,68 -0,76 -0,83 n,a, México - -0,48 -0,29 -0,11 0,07 0,25 0,06 -0,13 n,a, Polônia - 0,80 0,82 0,84 0,78 0,73 0,54 0,35 n,a, Rússia - -0,62 -0,61 -0,60 -0,56 -0,52 -0,69 -0,85 n,a, Turquia - -1,10 -1,05 -1,01 -0,83 -0,66 -0,63 -0,60 n,a,

Fonte: www.worldbank.org/wbi/governance/wp-governance.htm Governance Indicators for 1996-2004". World Bank Policy Research Department Working Paper

41

FED - Taxa de juros americana de 6 meses

País Tabela 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 EUA 111.60LDEZF 5,56 5,53 6,65 3,73 1,87 1,23 1,79 3,76

Fonte: FMI - 6-MONTH US DEP. LONDON OFFER Indice de abertura econômica

Países Tabela 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Argentina - 0,24 0,21 0,23 0,22 0,40 0,39 0,43 n,a

Brasil - 0,17 0,22 0,23 0,27 0,29 0,29 n,a n,a Bulgária - 0,94 0,95 1,17 1,19 1,13 1,16 1,19 n,a,

Colômbia - 0,36 0,36 0,41 0,42 0,40 0,44 n,a, n,a, Equador - 0,50 0,56 0,68 0,58 0,55 0,53 0,53 n,a, México - 0,64 0,63 0,64 0,57 0,55 0,57 0,62 n,a, Polônia - 0,58 0,55 0,62 0,59 0,63 0,71 0,80 n,a, Rússia - 0,57 0,69 0,68 0,61 0,60 0,59 n,a, n,a, Turquia - 0,51 0,47 0,54 0,62 0,60 0,58 0,64 n,a,

Fonte: pwt. Econ. Upenn. Edu

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