Bioqúimica, Notas de estudo de Bioquímica
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Universidade Federal do Amazonas ICET - Instituto de Ciências

Exatas e Tecnologia Bioquímica

Cadeia Respiratória Docente: Profª Dra. Renata Takeara

Discentes: Bruno Alecrim Gedisson Santos Lício Carvalho Marielton Cruz

Maio – 2010 1

Objetivos ► Descrever como ocorre o mecanismo da cadeia respiratória para obtenção de energia. ►Apresentar as principais etapas da cadeia respiratória e da fosforilação oxidativa. ►Apresentar como ocorre a regulação do processo da fosforilação oxidativa. ►Identificar os locais onde ocorre esses processos.

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Cadeia transportadora de elétrons • A cadeia transportadora de elétrons, cadeia respiratória ou fosforilação oxidativa é a convergência final de todas as vias de degradação oxidativa. • A oxidação dos mais variados combustíveis metabólicos libera elétrons que são entregues pelas desidrogenases a transportadores específicos, reduzindo-os (de NAD+ e FAD a NADH+ e FADH2). • A oxidação das coenzimas reduzidas processa-se na membrana interna das mitocôndrias.

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Cadeia transportadora de elétrons  A maioria dos componentes são agrupados em quatro complexos: Complexos I, II, III, e IV.  Cada complexo é constituído por diversas subunidades protéicas: FMN, FAD, centros ferro-enxofre, grupos heme (presentes nos citocromos), e íons cobre.

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COMPLEXO I: NADH-CoQ oxirredutase. Cadeia transportadora de elétrons

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Cadeia transportadora de elétrons  COMPLEXO II: Succinato-CoQ oxirredutase

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Cadeia transportadora de elétrons  COMPLEXO III: Ubiquinona ao Citocromo c.

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Cadeia transportadora de elétrons  COMPLEXO IV: redução do O2

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• Elétrons do NADH – são transferidos para o complexo I, do complexo I para CoQ, depois para o complexo III, citocromo c, complexo IV e finalmente para o Oxigênio. • Elétrons presentes no succinato e em outros substratos- são transferidos ao complexo II e deste para CoQ, deste ponto em diante, seguem os mesmos caminhos em comum: complexo III, citocromo c , complexo IV e Oxigênio. • Todos os compostos presentes nos complexos, mais a CoQ e o citocromo c apresentam-se nos estados reduzido e oxidado.

Cadeia transportadora de elétrons

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Cadeia transportadora de elétrons Resumo do fluxo de elétrons e prótons por meio dos quatro complexos da cadeia respiratória.

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Fosforilação oxidativa

Processo metabólico de síntese de ATP a partir da energia liberada pelo transporte de elétrons na cadeia respiratória. Liberação de energia livre suficiente para a síntese de  ATP em 3 locais da cadeia respiratória: Complexos I, III e IV. Estes locais são denominados "SÍTIOS DE FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA".

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Depende de alguns fatores: • Energia livre obtida do transporte de elétrons; • Uma enzima transmembrana denominada ATPase;

Fosforilação oxidativa

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Fosforilação oxidativa  A cadeia respiratória fornece energia necessária para a transformação de AMP em ADP e este em ATP.

Dieta  nutrientes  H2 O2  respiração   doa elétrons recebe elétrons

H2 + ½ H2O  H2O + 57 Kcal  Esta energia não pode ser liberada de uma só vez, pois isto destruiria a mitocôndria e ate mesmo a célula, pois produz grande quantidade de calor.  Esta energia é usada para a formação de ATP, onde a energia é liberada gradativamente.  Quanto maior a quantidade de ATP formado menor a velocidade com que ocorre a cadeia respiratória.  Quanto menor a quantidade de ATP formado maior a velocidade com que ocorre a cadeia respiratória.

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Enzima ATPsintase Catalisam o processo de ADP + P, originando assim o ATP. Estrutura muito complexa, formada por 16 sub- unidades polipeptídicas distribuídas em 2 frações funcionais: as frações Fo e F1. A Fração F1 está ligada na membrana mitocondrial interna (nas cristas), sempre voltada para o lado da matriz mitocondrial. A Fração Fo atua como um canal de prótons através da membrana mitocondrial interna. É formada por um conjunto de 9 a 12 polipeptídios localizados através dessa membrana.

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CONCLUSÃO O fígado é um órgão de suma importância

para o organismo, pois ele realiza inúmeras funções vitais , muitas das quais ainda não totalmente compreendidas. Está sujeito a uma grande variedade de agentes agressores e, assim fica propicio a várias lesões hepática.

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Referências Bibliográficas.  www.abcdasaude.com.br/artigo.php?229 16:47h, 20/11/2009  Brenner, B.M., & Stein, J.H. (eds).: Acido-Base Homeostase. New York; Churchil Livingstone, . 1978.  Guyton, M.D . Arthur C. :Fisiologia Humana . Rio de Janeiro; Editora Guanabara Koogan S.A,. 1988, 7ª

edição.

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Nunca encare seus estudos como um desafio, mais sim uma maneira melhor de compreender o mundo.

Obrigado!

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