Câncer de esôfago - Apostilas -  Gastroenterologia-, Notas de estudo de Gastroenterologia. Faculdade Medicina Estadual (ISEP)
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Pipoqueiro11 de março de 2013

Câncer de esôfago - Apostilas - Gastroenterologia-, Notas de estudo de Gastroenterologia. Faculdade Medicina Estadual (ISEP)

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Apostilas de Gastroenterologia sobre o estudo do câncer de esôfago, definição, tipos histológicos, risco, clínica.
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CA de esôfago: – mínimas chances de cura; – ao dx, tumor já avançado (invasão local, metástase à distância...); – esôfago não tem serosa, difícil cicatrizar; – >50a, masculino; – fatores ambientais + alimentares = risco; – 10% 1/3 superior; – 35% 1/3 médio; – 55% 1/3 inferior; – tipos histológicos:

– epidermoide → origem no epitélio escamoso da mucosa esofágica normal; – adenocarcinoma → origem no epitélio esofágico que sofreu alteração metaplásica

(relacionado à DRGE); – não diferenciados em RX ou EDA;

– risco: – fumo → quanto > CT > risco, liberação de hidrocarbonetos policíclicos cancerígenos,

aumenta risco de morte em 33%, aumenta risco de CA de esôfago 3-7x, – álcool → aumenta rico em 3-5x, associação com fumo; – obesidade → aumenta risco de adenocarcinoma de esôfago por relação com DRGE; – erva-mate → relacionada à quantidade e duração do consumo, risco 3x> se consumir

3L/dia; – ingesta cáustica → gravidade depende da substância, quantidade e forma. Descama

mucosa em 4-7d, fibrose em 2-3 semanas = estenose. Risco > 1000-3000x; – acalásia → distúrbio de motilidade com aperistalse de corpo + abolição de relaxamento

do EEI. d. Chagas destrói plexos mesentéricos. > 10x risco de CA de esôfago (fermenta alimento → inflama → CA epidermoide). Complicações: megaesôfago, megacólon;

– esofagite de refluxo → complicação: Barrett; – Barrett → > risco de adenocarcinoma, > 30-150x risco CA. DRGE → esofagite de

refluxo → Barrett → adenocarcinoma; – clínica: disfagia progressiva + odinofagia + regurgitação + dor torácica + perda ponderal +

fístulas traqueoesofágicas (pneumonia de repetição); – sintomas indicam doença avançada, com obstrução >60%; – CA precoce: DAG, CA in situ, acometimento de 2/3 da mucosa; – rastrear pctes de alto risco (fumante + etilista, ingesta cáustica, Barrett), pois ó dx precoce dá

chance de cura; – EDA: de escolha, vê lesão vegetante/ulcerada/infiltrante, estratifica gravidade, bx faz dx

diferencial, avalia tto; – cromoendoscopia com lugol: t. Anormal não absorve iodo, orienta local de bx; – esofagografia: lesão em maçã mordida; – US endoscópica: avalia invasão d aparede, guia bx de linfonodos paraesofágicos suspeitos; – TC e RM: estadiamento, cadeias ganglionares (celíaca, hilo esplênico), vê metástases à

distância; – tto: visa controlar sintomas. Esofagectomia > sobrevida de 20% doas pctes. RXT tem

mesmo resultados da cirurgia. RXT + quimio têm melhores resultados; – tto paliativo: tratar disfagia, desnutrição e fístulas traqueoesofágicas com dilatação

endoscópica, gastrotomia, jejunostomia, prótese metálica.

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