Contabilidade Financeira - Apostilas - Contabilidade, Notas de estudo de Contabilidade. Universidade São Marco (UNIMARCO)
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Maracana856 de Março de 2013

Contabilidade Financeira - Apostilas - Contabilidade, Notas de estudo de Contabilidade. Universidade São Marco (UNIMARCO)

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Apostilas de Contabilidade sobre o estudo da Contabilidade Financeira, reservas, provisões e fundos.
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CONTABILIDADE FINANCEIRA: Reservas, Provisões e Fundos

Setembro, 2012.

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CONTABILIDADE FINANCEIRA: Reservas, Provisões e Fundos

Trabalho acadêmico apresentado ao Professor da disciplina de Contabilidade Financeira, como complemento de nota do semestre.

Setembro, 2012.

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 03

1.1 Contextualização 03

2 OBJETIVOS 04

2.1 Objetivo Geral 04

2.2 Objetivos Específicos 04

3 CONCEITO DE RESERVAS 05

4 RESERVA VERSUS PROVISÃO PARA CONTINGÊNCIA 07

5 PREVISÕES 08

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6 FUNDOS 09

7 APRESENTAÇÃO NO PLANO DE CONTAS 10

8 ESTRUTURA E CODIFICAÇÃO NO PLANO DE CONTAS 10

9 ELENCO DE CONTAS 14

10 FUNÇÃO E FUNCIONAMENTO DAS CONTAS 22

11 CONCLUSÃO 46

12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 46

1 INTRODUÇÃO

De acordo com Weston e Brigham (2000), a administração financeira tem obtido grande importância nas empresas atualmente, e os controles são essenciais para uma boa administração, sendo que a falta destes controles pode até mesmo levar a empresa a falência. Sem controle a empresa não sabe quando e quanto entrará de dinheiro em caixa com exatidão, e assim não tem como programar as contas a pagar, correndo o risco de acumular dívidas em uma época em que não haverá entradas suficientes para liquidá-las.

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De acordo com Hoji (1999), a função do administrador financeiro de uma empresa além de tomar decisões de investimentos e de financiamentos, é analisar o controle financeiro, ou seja, coordenar, monitorar e avaliar as atividades da empresa através de dados financeiros.

Entretanto, este trabalho tem por escopo a pesquisa sobre reservas, previsões e fundos buscando a contextualização individual de cada tema proposto.

1.1 Contextualização

A Contabilidade tem evoluído ao longo dos anos em função de diversos estudos que possibilitam o surgimento de novas e melhores formas de controlar o patrimônio (muitos teóricos nos confirmam ser este o objeto da Contabilidade).Para isso, o estudo da Contabilidade como o de qualquer outra ciência, necessita ter um foco, uma idéia central, no qual, na Ciência Contábil é conforme disse IUDÍCIBUS (1995:21), “o objetivo básico da contabilidade, pode ser resumido no fornecimento de informações econômicas para os vários usuários, de forma que propiciem decisões racionais.” O estudo da contabilidade é bastante antigo, pois desde tempos remotos que o homem já se preocupava em controlar sua riqueza, afinal à medida que o homem desenvolvia um patrimônio, era necessário que ele procurasse desenvolver procedimentos para determinar as suas posses e avaliar as mesmas. Segundo SÁ (1998:19) “há mais de 6.000 anos o comércio já era intenso, o controle religioso sobre o estado já era grande e poderoso, daí derivando grande quantidade de fatos a registrar, ensejando, também o desenvolvimento da escrita contábil. No Egito há milhares de anos, “o papiro deu origem aos livros contábeis e já se faziam registros sofisticados, inclusive utilizando- se o sistema das matrizes” (como na lógica matemática)”. Um dos grandes mestres da contabilidade ao longo das eras foi frei Luca Pacioli, foi ele quem desenvolveu os primeiros estudos sobre as teorias da Contabilidade e o inventor do método das Partidas Dobradas (para todo débito, há um crédito). Assim, em sua evolução, a Contabilidade percorreu por várias correntes de pensamento dentro do contexto econômico e social do próprio tempo em que foram se desenvolvendo os estudos e ampliando-se o número de estudiosos da ciência contábil, entre as quais se destacam o Contismo, o Personalismo, o Neocontismo, o Controlismo, o Aziendalismo, o Patrimonialismo e o Neopatrimonialismo (áreas não muito estudadas hoje, consideradas já antigas).

Neste trabalho traremos a baila os conceitos fundamentais para o entendimento a respeito de reservas, previsões e fundos, apresentando de forma sucinta o resultado da pesquisa realizada sobre o assunto em comento. Existe previsão legal na lei 6.404/76 e 11.638/2007 para a constituição de reserva nas empresas, destina-se parte do lucro líquido à formação de reserva com a finalidade de compensar, em exercício futuro, a diminuição do lucro decorrente de perda, e para própria garantia de liquidez da empresa. No caso da previsão não é considerado um ato contábil e sim uma projeção de cenários de perdas e ganhos da empresa para adequação de suas provisões. Vias de regra, os fundos são geralmente encontrados em instituições sem fins econômicos (associações, fundações etc.). Os fundos também são

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constituídos por aplicações financeiras, quase sempre temporárias, cuja disponibilidade não é imediata.

2 OBJETIVOS

2.1 Objetivo Geral

Buscar através da pesquisa em fontes abertas (livros, revistas, sites, etc...), conteúdo a respeito da proposta de pesquisa apresentada pelo Professor da disciplina de Contabilidade Financeira sobre os seguintes assuntos: Reservas, Previsões e Fundos.

2.2 Objetivo Especifico

Apresentar a turma CT6PQ51 do curso de Contabilidade do Instituto Cuiabá de Ensino e Cultura conhecimentos específicos a respeito do assunto em tela, ou seja, Reserva, Previsão e Fundos para discussão, no sentido de propiciar enriquecimento de conhecimento turma em relação ao conteúdo proposto. Conhecimento este que será levado ao longo de nossas carreiras.

3 CONCEITO DE RESERVAS

As Reservas constituem a parcela do patrimônio liquido que excede o capital integralizado, sendo resultantes de valores entregues pelos titulares do capital ou por terceiros (não em troca de participação no capital) e que não tenham transitado pela conta de Resultado do Exercício (Reservas de Capital) por não se referirem a contraprestação à entrega de bens ou serviços pela empresa; diferença entre novas avaliações de elementos do ativo e seu antigo valor contábil (Reservas de Reavaliações); e lucros não distribuídos (Reservas de Lucro). As reservas são constituídas para atender os mais diversos fins, como por exemplo: proteção do capital social; a proteção do interesse de credores; prevenção contra provável perda futura; expansão; não distribuição de lucros frente a uma momentânea dificuldade financeira; atualização patrimonial (as de Reavaliação) etc. Os principais problemas contábeis

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referentes ao tema dizem respeito à identificação dos eventos que ensejam a constituição de reservas, a forma de registro de sua baixa e das restrições à sua utilização de, além das divulgações necessárias em notas explicativas. E mais, dizem respeito às discussões teóricas sobre a própria validade técnica desse instituto.

Elas dividem-se em: Reservas de Capital, Reservas de Reavaliação e Reservas de Lucros. As Reservas de Capital são contribuições recebidas dos proprietários da Entidade , ou de terceiros que nada tem a ver com a atividade operacional da empresa.

As Reservas de reavaliação correspondem à contrapartida do aumento do valor atribuído ao componente do Ativo, em função de reavaliação realizada e respaldada por laudo técnico elaborado por três profissionais de perícia ou por empresa especializada em avaliação de bens. Vale lembrar que a reavaliação não é obrigatória depende da decisão dos sócios ou acionistas e não se confunde com a atualização monetária do custo de aquisição, pois decorre de fatores econômicos. As Reservas de Lucros nada mais são do que lucros não distribuídos por vários motivos: por exigência legal, para uso em expansão, para futura utilização em dividendos etc.

CLASSIFICAÇÃO

Pela Lei das S/A, classificam-se como reservas de lucros:

a) Reserva Legal;

b) Reserva Estatutária;

c) Reserva para Contingências;

d) Reserva de Lucros a Realizar;

e) Reserva de Lucros para Expansão;

f) Reserva de Incentivos Fiscais.

RESERVA LEGAL

A reserva legal deverá ser constituída mediante destinação de 5% (cinco por cento) do lucro líquido do exercício, antes de qualquer outra destinação. Esta reserva será constituída, obrigatoriamente, pela companhia, até que seu valor atinja 20% do capital social realizado, quando então deixará de ser acrescida.

RESERVAS ESTATUTÁRIAS

As reservas estatutárias são constituídas por determinação do estatuto da companhia, como destinação de uma parcela dos lucros do exercício, e não podem restringir o pagamento do dividendo obrigatório.

RESERVA PARA CONTINGÊNCIAS

De acordo com o artigo 195 da Lei nº 6.404/76, a assembléia geral poderá, por proposta dos órgãos de administração, destinar parte do lucro líquido à formação de reserva com a

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finalidade de compensar, em exercício futuro, a diminuição do lucro decorrente de perda julgada provável, cujo valor possa ser estimado.

RESERVA DE LUCROS A REALIZAR

No exercício em que o montante do dividendo obrigatório, calculado nos termos do estatuto ou do art. 202 da Lei das S/A, ultrapassar a parcela realizada do lucro líquido do exercício, a assembléia-geral poderá, por proposta dos órgãos da administração, destinar o excesso à constituição de reserva de lucros a realizar.

RESERVA DE LUCROS PARA EXPANSÃO

Para atender a projetos de investimento e expansão, a companhia poderá reter parte dos lucros do exercício. Essa retenção deverá estar justificada com o respectivo orçamento de capital aprovado pela assembléia geral.

LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS

O plano de contas pode apresentar as duas contas: "Lucros Acumulados" (credora) e "Prejuízos Acumulados" (devedora), mas usualmente o saldo é mantido em uma só conta, ou seja, na conta de "Lucros ou Prejuízos Acumulados".

O saldo credor representa a parcela do resultado da empresa não destinada especificamente.

O saldo devedor - prejuízos acumulados, representa o saldo dos resultados negativos da empresa e não absorvidos por reservas anteriormente existentes e que deverá ser compensado com lucros a serem auferidos futuramente.

Se ocorrer de o resultado do exercício ser negativo (prejuízo), este será obrigatoriamente absorvido pelos lucros acumulados, pelas reservas de lucros e pela reserva legal, nessa ordem.

Com o advento da Lei 11.638/2007, para as sociedades por ações, e para os balanços do exercício social terminado a partir de 31 de dezembro de 2008, o saldo final de "Lucros ou Prejuízos Acumulados" não poderá mais ser credor.

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Isto não significa, entretanto, que a conta “Lucros Acumulados” deixou de existir. Porém, essa conta possui natureza transitória, e será utilizada para servir de contrapartida às reversões das reservas de lucros e às destinações do lucro.

RESERVAS DE INCENTIVOS FISCAIS

A assembléia geral poderá, por proposta dos órgãos de administração, destinar para a reserva de incentivos fiscais a parcela do lucro líquido decorrente de doações ou subvenções governamentais para investimentos, que poderá ser excluída da base de cálculo do dividendo obrigatório. Base: artigo 195-A da Lei 6.404, incluído pela Lei 11.638/2007.

4 RESERVAS VERSUS PROVISÃO PARA CONTINGÊNCIA

Provisões correspondem a perdas consideradas já incorridas e que, em obediência ao princípio da prudência, precisam ser evidenciadas nas demonstrações. Na prática, é o seguinte: a entidade constata uma determinada perda (perdas decorrentes de deterioração de estoques, perdas com contas incobráveis de clientes, perdas em processos judiciais, etc) mas que, em razão de não saber precisar o montante ou a data efetiva da perda, a companhia precisa realizar uma estimativa dos valores perdidos. Portanto, as Provisões são amplamente amparadas por estimativas. A constituição das provisões é sempre realizada por meio de um crédito na conta de provisão respectiva e de um débito no resultado, em conta de despesa. Em geral, são decorrentes de processos judiciais.

Por exemplo: se a entidade é parte reclamada no processo trabalhista e há grande probabilidade de, no futuro, ter de indenizar o reclamante, a companhia deverá, amparada no princípio da prudência, efetuar uma provisão para contingências judiciais a fim de refletir no patrimônio (e no resultado), desde já, essa provável saída de recursos no futuro (que terminarão por reduzir a situação líquida). Como vêem, tanto as reservas para contingências como as provisões para contingências estão alicerçadas em perdas prováveis, cujos valores são estimados pela companhia. No entanto, as semelhanças param por aí! Vejam que as Reservas para Contingências são constituídas com base na destinação de parte do lucro líquido do exercício. Já as provisões para contingências, ao contrário, são constituídas por meio do reconhecimento de uma despesa, reduzindo o lucro auferido pela companhia. Além disso, as reservas para contingências são baseadas em perdas futuras, ainda por ocorrer, enquanto que as provisões são amparadas por perdas já incorridas, mas que ainda não se efetivaram.

Esquematização das diferenças entre Reserva e Provisão no quadro abaixo:

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|Reserva para Contingências |Provisão para Contingências |

|Dar cobertura a perdas prováveis ou prejuízos potenciais ainda não |Dar cobertura a perdas ou despesas já incorridas, mas que ainda não se |

|incorridos |efetivaram |

|Reconhecida por meio da destinação de parte do lucro auferido no |Reconhecida como despesa do exercício, transitando pelo resultado e |

|exercício – não transita pelo resultado |reduzindo o lucro |

|Classificada no patrimônio líquido |Classificada no passivo exigível |

|Só pode ser registrada se houver lucro a ser apropriado |Deve ser reconhecida independentemente da companhia apurar lucro ou |

| |prejuízo no exercício |

5 PREVISÕES

As Previsões, numa visão econômico-administrativa, representam o ato extra-contábil de prever fundamentado na estrutura dos registros contábeis, ou seja, funcionam no sentido de orientar a administração da empresa na elaboração do cálculo estimado das provisões para as exigibilidades e perdas no Ativo, mas não existem como terminologia técnico-contábil. Portanto, as provisões nascem de previsões de perdas e obrigações. Podemos citar como exemplos, as previsões de Caixa, vendas, compras etc. a previsão trabalha com informações que revelam um cenário abstrato. Numa empresa, o ato de prever, ainda que totalmente fundamentado, em seus registros contábeis, é efetuado extra-contabilmente.

Portanto as previsões não fazem parte da terminologia contábil, mas servem, entre outras finalidades, para o cálculo estimado das Provisões para as exigibilidades e perdas no Ativo, cujos valores não sejam líquidos e certos.

Exemplos:

• Previsão de Caixa

• Previsão de Compras

• Previsão de custo de Fabricação

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• Previsão de Resultados

6 FUNDOS

Os Fundos são disponibilidades ou aplicações financeiras, quase sempre temporárias, que figuram no Ativo, com finalidade específica, que não podem ter movimentação livre, sendo submetidos a um controle determinado por ordem legal ou Estatutária ou ainda decorrente da política adotada pela Entidade.

Os Fundos são geralmente encontrados em Instituições sem fins econômicos (associações, fundações etc.). Fundos em Instituições com fins econômicos são raros, mas nada impede que uma empresa, por exemplo, aplique certos recursos, que deverão ser canalizados para a modernização das suas instalações. As doações financeiras por elas recebidas, vinculadas a compra de um determinado bem, aparecem habitualmente no ativo de suas demonstrações contábeis como Fundos para a consecução de objetivos específicos. Os Fundos não existem se não houver a materialização dos recursos. São bens financeiros que figuram no Ativo da empresa e representam disponibilidades, quando passíveis de movimentação imediata. Os Fundos também são constituídos por aplicações financeiras, quase sempre temporárias, cuja disponibilidade não é imediata.

Portanto, Fundo tem a característica de Ativo e não de Passivo ou de retificador do Ativo. Assim, não é apropriada a utilização, por exemplo, dos títulos:

• Fundo de Depreciação

• Fundo de Reserva.

Raramente as empresas com fins lucrativos classificam os valores a títulos de Fundos.

7 PLANO DE CONTAS

O Plano de Contas é composto de três tipos de contas: as contas patrimoniais, as contas extra-patrimoniais e as contas de resultado. As contas patrimoniais se dividem em duas e são chamado de Ativo e Passivo. As contas do ativo são de natureza devedora, enquanto que a as contas do passivo são de natureza credora.

8 ESTRUTURA E CODIFICAÇÃO NO PLANO DE CONTAS

Estrutura Básica do Plano de Contas Simplificado

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|DÉBITO |CRÉDITO |

|ATIVO |PASSIVO |

|CIRCULANTE |CIRCULANTE |

|→ Disponível |→ Obrigações Sociais e Fiscais |

|→ Contas a Receber |→ Contas a Pagar |

|→ Estoques |→ Lucros a Distribuir |

|→ Outros Créditos |→ Empréstimos Bancários |

|→ Despesas do Exercício Seguinte |→ Outras Contas a Pagar |

|REALIZÁVEL A LONGO PRAZO |EXIGÍVEL A LONGO PRAZO |

|→ Contas a Receber |→ Financiamentos Bancários |

|→ Estoques |RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS |

|PERMANENTE |→ Receitas Diferidas |

|→ Investimentos |→ (-) Custos e Despesas Diferidas |

|→ Imobilizado |PATRIMÔNIO LÍQUIDO |

|→ Intangível |→ Capital Social |

|→ Diferido |→ Reservas |

|→ (-) Depreciação Acumulada |→ Ajustes de Avaliação Patrimonial |

|→ (-) Amortização Acumulada |→ (-) Ações em Tesouraria |

| |→ Lucros ou Prejuízos Acumulados |

|CUSTOS |PRODUÇÃO |

|→ Insumos |→ Industrial |

|→ Mão-de-Obra Direta |→ De Serviços |

|→ Outros Custos Diretos | |

|→ Custos Indiretos de Produção | |

|DESPESAS |RECEITAS |

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|→ Custo das Vendas |→ Receita Bruta de Vendas |

|→ Despesas com Pessoal |→ (-) Deduções da Receita Bruta |

|→ Despesas Administrativas |→ Receitas Financeiras |

|→ Despesas de Comercialização |→ Receitas Diversas |

|→ Despesas Tributárias |→ Receitas Não Operacionais |

|→ Despesas Financeiras | |

|→ Depreciação e Amortização | |

|→ Perdas Diversas | |

|→ Despesas Não Operacionais | |

| | |

|CONTAS DE APURAÇÃO DE RESULTADO |

|→ Balanço de Abertura |

|→ Balanço de Encerramento |

|→ Resultado do Exercício |

PLANO DE CONTAS - TECNICA DE CODIFICAÇÃO E ELABORAÇÃO

1. ATIVO

1.CIRCULANTE

1. DISPONÍVEL

2. CRÉDITOS

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3. ESTOQUES

4. DESPESA.EXERC.SEGUINTE

2. REALIZAVEL

3. PERMANENTE

1. INVESTIMENTOS

2. IMOBILIZADO 2. IMOBILIZADO 2. MOVEIS E UTENSILIOS

3. DIFERIDO

GRAUS DE CLASSIFICAÇÃO

1º grau – Grupo

ex. ativo

2º grau – grupo do ativo

ex. Circulante

Graus de Classificação 3º Grau – Sub Grupo

ex. disponível

4º grau – Sintético- conta

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ex. Bancos c/ em movimento

5º grau – analítico- sub-conta

banco X

1) Capital

2) Reservas 1) Res. de capital

3) Patrimônio Liquido 2) Res. de Lucro

3) lucros acumulados

4) (-) Prejuízos acumulados

1) vendas á vista

1) Receita Operacional Bruta 2) vendas a prazo

2)deduções 1) Impostos incidentes

de sobre vendas 1) ICMS

vendas 2) COFINS

3) PIS

4) apuração do lucro Bruto 2) Vendas Canceladas e Devoluções

3) Descontos Comerciais e

abatimentos

3) (-) Custo de Vendas 1) C.M.V

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1) Administrativas

2) De Vendas

1) (-) Despesas

Operacionais 3) Tributarias (fixas)

4) Financeiras

5) (-) receitas Financeiras

5) apuração do

2) Receitas Não Operacionais

lucro liquido 3) (-) Custos e despesas não operacionais

4) (-) Provisão para contribuição social sobre o

lucro

5) (-) Provisão para imposto de renda

|CONTA DE |TITULO DA CONTA |

| | | | | | |

|1º GRAU |2º GRAU |3º GRAU |4º GRAU |5º GRAU | |

|1 | | | | |Ativo |

| |1.1 | | | |Circulante |

| | |1.1.1 | | |Disponibilidades |

| | | |1.1.1.1 | |Caixa |

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| | | | |1.1.1.1.1 |Caixa Geral |

| | | | |1.1.1.1.2 |Fundo Fixo de Caixa |

| | | |1.1.1.2 | |Bancos - C/C |

| | | | |1.1.1.2.1 |Banco Trat S/A |

| | | | |1.1.1.2.2 |Banco Igor S/A |

1.ATIVO

⇨ 1.1 Circulante

-1.1.1 Disponibilidades

⇨ 1.1.1.1 caixa

-1.1.1.1.1 caixa Geral

Fundo Fixo de Caixa

⇨ 1.1.1.2 Bancos –C/C

-1.1.1.2.1 Banco Trat S/A

-1.1.1.2.2 Banco Igor S/A

2. PASSIVO

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1. CIRCULANTE

1. SALARIOS A PAGAR

2. FORNECEDORES

EXIGIVEL A LONGO PRAZO

RESULTADOS DE PERIODOS FUTUROS

2. PATRIMÔNIO LIQUIDO

1. CAPITAL

1. CAPITAL SUBSCRITO

2. (-) CAPITAL A REALIZAR

2. RESERVAS

1. DE CAPITAL

2. DE LUCROS

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1 DE REAVALIAÇÃO

3. LUCROS ACUMULADOS

4. (-) PREJUIZOS ACUMULADOS

9 ELENCO DE CONTAS

| |

| | |

|1 |ATIVO |

|1.1 |ATIVO CIRCULANTE |

|1.1.1 |DISPONÍVEL |

|1.1.1.1 |CAIXA |

|1.1.1.1.01 |Caixa Geral |

|1.1.1.2 |BANCOS CONTA MOVIMENTO |

|1.1.1.2.01 |Banco A |

|1.1.1.3 |APLICAÇÕES FINANCEIRAS |

|1.1.1.3.01 |Banco A |

|1.1.2 |CONTAS A RECEBER |

|1.1.2.1 |CLIENTES |

|1.1.2.1.01 |Cliente A |

|1.1.2.2 |(-) DUPLICATAS DESCONTADAS |

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|1.1.2.2.01 |Banco A |

|1.1.2.9 |OUTRAS CONTAS A RECEBER |

|1.1.2.9.01 |Conta A |

|1.1.3 |ESTOQUES |

|1.1.3.1 |MERCADORIAS PARA REVENDA |

|1.1.3.1.01 |Estoque Inicial |

|1.1.3.1.02 |Compras |

|1.1.3.1.03 |Fretes e Carretos |

|1.1.3.1.04 |ICMS – Substituição Tributária |

|1.1.3.1.05 |ICMS – Antecipado |

|1.1.3.1.10 | (-) Devoluções de Compras |

|1.1.3.1.11 | (-) ICMS sobre Compras |

|1.1.3.1.12 | (-) COFINS sobre Compras |

|1.1.3.1.13 | (-) PIS sobre Compras |

|1.1.3.1.19 | (-) Custo das Mercadorias Vendidas |

|1.1.3.2 |PRODUTOS ACABADOS |

|1.1.3.2.01 |Estoque Inicial |

|1.1.3.2.02 |Produção |

|1.1.3.2.09 | (-) Custo dos Produtos Vendidos |

|1.1.3.3 |MATÉRIAS-PRIMAS |

|1.1.3.3.01 |Estoque Inicial |

|1.1.3.3.02 |Compras |

|1.1.3.3.03 |Fretes e Carretos |

|1.1.3.3.04 |ICMS – Substituição Tributária |

|1.1.3.3.05 |ICMS – Antecipado |

|1.1.3.3.10 | (-) Devoluções de Compras |

|1.1.3.3.11 | (-) ICMS sobre Compras |

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|1.1.3.3.12 | (-) COFINS sobre Compras |

|1.1.3.3.13 | (-) PIS sobre Compras |

|1.1.3.3.19 | (-) Transferência para Consumo |

|1.1.3.4 |MATERIAIS DE EMBALAGEM |

|1.1.3.4.01 |Estoque Inicial |

|1.1.3.4.02 |Compras |

|1.1.3.4.03 |Fretes e Carretos |

|1.1.3.4.04 |ICMS – Substituição Tributária |

|1.1.3.4.05 |ICMS – Antecipado |

|1.1.3.4.10 | (-) Devoluções de Compras |

|1.1.3.4.11 | (-) ICMS sobre Compras |

|1.1.3.4.12 | (-) COFINS sobre Compras |

|1.1.3.4.13 | (-) PIS sobre Compras |

|1.1.3.4.19 | (-) Transferência para Consumo |

|1.1.3.9 |MATERIAIS DE CONSUMO |

|1.1.3.9.01 |Estoque Inicial |

|1.1.3.9.02 |Compras |

|1.1.3.9.03 |Fretes e Carretos |

|1.1.3.9.04 |ICMS – Antecipado |

|1.1.3.9.10 | (-) Devoluções de Compras |

|1.1.3.9.19 | (-) Transferência para Consumo |

|1.1.4 |OUTROS CRÉDITOS |

|1.1.4.1 |IMPOSTOS A RECUPERAR |

|1.1.4.1.01 |IPI |

|1.1.4.1.02 |ICMS |

|1.1.4.1.03 |ICMS Antecipado |

|1.1.4.1.04 |COFINS |

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|1.1.4.1.05 |PIS |

|1.1.4.1.06 |IRPJ |

|1.1.4.1.07 |CSLL |

|1.1.4.1.08 |IRF |

|1.1.4.1.09 |ISSF |

|1.1.9 |DESPESAS DO EXERCÍCIO SEGUINTE |

|1.1.9.1 |DESPESAS ANTECIPADAS |

|1.1.9.1.01 |Seguros a Apropriar |

|1.1.9.1.02 |Encargos a Apropriar |

|1.1.9.1.03 |IPTU a Apropriar |

|1.2 |ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO |

|1.2.1 |APLICAÇÕES FINANCEIRAS DE LONGO PRAZO |

|1.2.1.1 |APLICAÇÕES FINANCEIRAS |

|1.2.1.1.01 |Banco A |

|1.2.2 |CONTAS A RECEBER |

|1.2.2.1 |CLIENTES |

|1.2.2.1.01 |Cliente A |

|1.3 |ATIVO PERMANENTE |

|1.3.1 |INVESTIMENTOS |

|1.3.1.1 |PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS |

|1.3.1.1.01 |Consórcio Simples A |

|1.3.1.1.02 |Cooperativa de Crédito A |

|1.3.2 |IMOBILIZADO |

|1.3.2.1 |BENS EM OPERAÇÃO |

|1.3.2.1.01 |Terrenos |

|1.3.2.1.02 |Construções e Benfeitorias |

|1.3.2.1.03 |Máquinas, Aparelhos e Equipamentos |

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|1.3.2.1.04 |Ferramentas |

|1.3.2.1.05 |Matrizes |

|1.3.2.1.06 |Móveis & Utensílios |

|1.3.2.1.07 |Equipamentos de Informática |

|1.3.2.1.08 |Instalações Comerciais |

|1.3.2.1.09 |Veículos e Acessórios |

|1.3.2.9 |(-) DEPRECIAÇÕES ACUMULADAS |

|1.3.2.9.01 |Construções e Benfeitorias |

|1.3.2.9.02 |Máquinas, Aparelhos e Equipamentos |

|1.3.2.9.03 |Ferramentas |

|1.3.2.9.04 |Matrizes |

|1.3.2.9.05 |Móveis & Utensílios |

|1.3.2.9.06 |Equipamentos de Informática |

|1.3.2.9.07 |Instalações Comerciais |

|1.3.2.9.08 |Veículos e Acessórios |

|1.3.3 |INTANGÍVEL |

|1.3.3.1 |BENS INCORPÓREOS |

|1.3.3.1.01 |Marcas e Patentes |

|1.3.3.1.02 |Sistemas Aplicativos (softwares) |

|1.3.3.9 |(-) AMORTIZAÇÕES ACUMULADAS |

|1.3.3.9.01 |Marcas e Patentes |

|1.3.3.9.02 |Sistemas Aplicativos (softwares) |

|1.3.4 |DIFERIDO |

|1.3.4.1 |GASTOS PRÉ-OPERACIONAIS |

|1.3.4.1.01 |Gastos de Organização e Administração |

|1.3.4.1.02 |Projetos e Desenvolvimento de Novos Produtos |

|1.3.4.9 |(-) AMORTIZAÇÕES ACUMULADAS |

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|1.3.4.9.01 |Gastos de Organização e Administração |

|1.3.4.9.02 |Projetos e Desenvolvimento de Novos Produtos |

| | |

|2 |PASSIVO |

|2.1 |CIRCULANTE |

|2.1.1 |CONTAS A PAGAR |

|2.1.1.1 |SALÁRIOS A PAGAR |

|2.1.1.1.01 |Salários |

|2.1.1.1.02 |Férias a Pagar |

|2.1.1.1.03 |13º Salário a Pagar |

|2.1.1.2 |OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS |

|2.1.1.2.01 |INSS a Recolher |

|2.1.1.2.02 |FGTS a Recolher |

|2.1.1.2.03 |Contribuição Sindical a Recolher |

|2.1.1.3 |OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS |

|2.1.1.3.01 |Simples Nacional a Recolher |

|2.1.1.3.02 |IPI a Recolher |

|2.1.1.3.03 |ICMS a Recolher |

|2.1.1.3.04 |COFINS a Recolher |

|2.1.1.3.05 |PIS a Recolher |

|2.1.1.3.06 |IRPJ a Recolher |

|2.1.1.3.07 |CSLL a Recolher |

|2.1.1.3.08 |ISS a Recolher |

|2.1.1.3.09 |IRF a Recolher |

|2.1.1.3.10 |ISSF a Recolher |

|2.1.1.3.11 |ICMS Substituição Tributária a Recolher |

|2.1.1.4 |FORNECEDORES |

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|2.1.1.4.01 |Fornecedor A |

|2.1.1.5 |EMPRÉSTIMOS BANCÁRIOS |

|2.1.1.5.01 |Banco A |

|2.1.1.6 |(-) ENCARGOS FINANCEIROS A TRANSCORRER |

|2.1.1.6.01 |Juros Passivos |

|2.1.1.9 |OUTRAS CONTAS A PAGAR |

|2.1.1.9.01 |Aluguéis a Pagar |

|2.1.1.9.02 |Energia Elétrica a Pagar |

|2.1.1.9.03 |Telefone a Pagar |

|2.1.1.9.04 |Água e Esgotos a Pagar |

|2.1.1.9.05 |Pró-labore a Pagar |

|2.2 |EXIGÍVEL A LONGO PRAZO |

|2.2.1 |CONTAS A PAGAR |

|2.2.1.1 |FINANCIAMENTOS BANCÁRIOS |

|2.2.1.1.01 |Banco A |

|2.3 |RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS |

|2.3.1 |RESULTADOS DIFERIDOS |

|2.3.1.1 |RECEITAS DIFERIDAS |

|2.3.1.1.01 |Receitas de Obras em Andamento |

|2.3.1.2 |(-) CUSTOS DIFERIDOS |

|2.3.1.2.01 |Custos de Obras em Andamento |

|2.3.1.3 |(-) DESPESAS DIFERIDAS |

|2.3.1.3.01 |Despesas de Obras em Andamento |

|2.4 |PATRIMÔNIO LÍQUIDO |

|2.4.1 |CAPITAL SOCIAL REALIZADO |

|2.4.1.1 |CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO |

|2.4.1.1.01 |Capital Nacional |

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|2.4.1.2 |(-) CAPITAL SOCIAL A REALIZAR |

|2.4.1.2.01 |Sócio A |

|2.4.2 |RESERVAS |

|2.4.2.1 |RESERVAS DE CAPITAL |

|2.4.2.1.01 |Reserva de Incentivos Fiscais |

|2.4.2.2 |AJUSTES DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL |

|2.4.2.2.01 |Variações de Elementos Ativos |

|2.4.2.2.02 |Variações de Elementos Passivos |

|2.4.2.3 |RESERVAS DE LUCROS |

|2.4.2.3.01 |Retenções de Lucros |

|2.4.2.3.02 |Lucros a Realizar |

|2.4.3 |QUOTAS EM TESOURARIA |

|2.4.3.1 |QUOTAS EM TESOURARIA |

|2.4.3.1.01 |Quotas de Capital Realizado |

|2.4.4 |LUCROS OU PREJUIZOS ACUMULADOS |

|2.4.4.1 |LUCROS OU PREJUIZOS ACUMULADOS |

|2.4.4.1.01 |Lucros Acumulados |

|2.4.4.1.02 |Prejuízos Acumulados |

| | |

|3 |CUSTOS |

|3.1 |CUSTOS DE PRODUÇÃO |

|3.1.1 |CUSTOS INDUSTRIAIS |

|3.1.1.1 |INSUMOS |

|3.1.1.1.01 |Matérias-primas |

|3.1.1.1.02 |Materiais de embalagem |

|3.1.1.2 |MÃO-DE-OBRA DIRETA |

|3.1.1.2.01 |Salários |

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