Desenvolvimento das qualidades pessoais, Manual de Física. SENAI
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opoderinfinito3 de Novembro de 2016

Desenvolvimento das qualidades pessoais, Manual de Física. SENAI

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Qualidades pessoais desejáveis pela indústria
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Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional do Ceará

DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

“Qualidade pessoal é entendida, nesse contexto, como atitude ou habilidade intelectual.”

As qualidades pessoais aqui levantadas foram devidamente selecionadas e adaptadas com as exigências do mercado de trabalho à realidade brasileira.

As qualidades pessoais foram agrupadas em três conjuntos:

1. Planejamento, execução e avaliação do trabalho; 2. Trabalho em grupo; 3. Ferramentas para o autodesenvolvimento;

1. Planejamento, execução e avaliação do trabalho

1. Atenção: vontade de dirigir os seus sentidos para situações de aprendizagem ou de trabalho, durante um período delimitado.

2. Auto-suficiência: execução e avaliação de um trabalho pelo aluno a partir de critérios e procedimentos por ele próprio estabelecidos.

3. Capacidade de auto-avaliação: avaliação realizada e justificada pelo próprio aluno em relação ao trabalho por ele desenvolvido, de acordo com objetivos e critérios por ele mesmo estabelecidos.

4. Capacidade de planejamento: tomada de decisões sobre a realização de um trabalho pelo próprio aluno; execução e avaliação de acordo com os procedimentos planejados.

5. Compensação de posturas físicas: prontidão para realizar exercícios físicos de compensação, por iniciativa própria, quando houver necessidade, durante o desnvolvimento do trabalho.

6. Concentração: dedicação intelectual a um trabalho de tal forma que nenhuma variável interveniente possa distraí-lo.

7. Consciência de qualidade: vontade de melhorar cada vez mais o produto final do seu trabalho, controlando tanto as próprias ações como as dos outros.

8. Consciência de segurança: disposição de manter uma postura preventiva, por iniciativa própria, durante o desenvolvimento do seu trabalho.

9. Coordenação: organização metódica das atividades planejadas, dentro do tempo previsto, para conseguir desenvolver o trabalho sem dificuldades.

10. Determinação: disposição para desenvolver, com firmeza e sem vacilação, ações planejadas que levem ao alcance dos objetivos pretendidos.

11. Flexibilidade: adaptação, consciente e rápida, de ações e atitudes planejadas diante de situações que se modificam.

12. Motivação intrínseca à tarefa: tendência a envolver-se em tarefas consideradas atraentes e desafiadoras pela sensação de satisfação implícita em conseguir resolvê-las.

agno Stedile – Instrutor de Automação – SENAI / CET AFR

13. Perseverança: tendência a manter a capacidade de trabalho com a mesma intensidade, mesmo em condições adversas.

14. Precisão: execução de um trabalho de acordo com as especificações técnicas definidas no projeto.

15. Racionalização: planejamento e execução de tarefas, de forma objetiva e econômica, tendo em vista um processo mais eficiente de trabalho.

16. Zelo: disposição para executar cuidadosamente um trabalho, com dedicação e responsabilidade.

2. Trabalho em grupo

2.1 Cooperação: disposição de trabalhar eficazmente com outras pessoas em um grupo; prontidão de oferecer espontaneamente ajuda aos outros, sem tirar proveito da situação. 2.2 Disciplina: disposição para cumprir obrigações, regras e papéis estabelecidos tanto pela própria pessoa quanto pelo grupo, empresa ou sociedade. 2.3 Empatia: tendência de colocar-se no lugar dos outros, ou seja, saber lidar compreensivamente com opiniões e posições alheias. 2.4 Envolvimento: disposição para vestir a camisa, prontidão de responsabilizar- se, individualmente ou em grupo, pelos resultados obtidos no trabalho. 2.5 Imparcialidade: adoção de um comportamento aberto, honesto e justo em relação a outras pessoas. 2.6 Iniciativa: disposição para assumir e desenvolver um trabalho de forma espontânea e rápida, evitando no entanto ações precipitadas. 2.7 Integração: adaptação de uma pessoa a um grupo e vice-versa. 2.8 Julgamento: tendência de apresentar opinião favorável ou desfavorável sobre idéias de outras pessoas, sempre acompanhada de justificativa de seu ponto de vista. 2.9 Liderança emergencial: tendência a tomar as rédeas do trabalho em grupo quando o assunto tratado pertencer à sua área de competência. 2.10 Manutenção do diálogo: esforço do participante de um grupo no sentido de trocar idéias e opiniões sobre um assunto até que se alcance consenso. 2.11 Objetividade na argumentação: disposição para apresentar e defender objetivamente suas opiniões pessoais, durante trabalhos em grupo, sem envolvimento emocional. 2.12 Participação: disposição de oferecer contribuições ao grupo; prontidão para ouvir as opiniões alheias. 2.13 Prontidão para ouvir: disposição para assumir conscientemente o papel de ouvinte quando alguém estiver falando. 2.14 Recepitividade: prontidão de aceitar posicionamentos expressos por outras pessoas, de maneira aberta, atenta e interessada.

2.15 Reconhecimento das próprias limitações: prontidão de avaliar o próprio desempenho mesmo que esse desempenho não tenha atingido níveis satisfatórios.

3. Ferramentas para autodesenvolvimento

3.1. Capacidade de pesquisa: habilidade de localizar e selecionar informações necessárias ao desenvolvimento do seu trabalho.

agno Stedile – Instrutor de Automação – SENAI / CET AFR

3.2. Capacidade de resolução de problemas: combinação de conhecimentos e habilidades já aprendidos, de forma criativa, estimulando a descoberta de novos princípios e subsidiando o aluno na resolução de problemas.

3.3. Capacidade de transferência: aplicação ou adaptação, por conta própria, de conhecimentos, habilidades e atitudes já aprendidos a situações novas ou modificadas que lhe são atribuídas.

3.4. Criatividade: estabelecimento de relações novas, que transcedam o que já se conhece, de modo a obter produtos originais.

3.5. Expressão oral e escrita: descrição oral e/ou escrita de fatos e pensamentos de forma clara, compreensível e adequada.

3.6. Generalização: estabelecimento de conclusões gerais a partir de informações parciais.

3.7. Leitura e interpretação de desenhos e circuitos: habilidade de visualizar o produto final de um projeto e seu funcionamento a partir da análise de sua representação gráfico-técnica.

3.8. Leitura e interpretação de textos: compreensão, análise, síntese e avaliação das idéias veiculadas numa comunicação escrita.

3.9. Prontidão para aprender: disposição de aperfeiçoar seus conhecimentos, habilidades e atitudes para atender a carências identificadas em si mesmo.

3.10.Raciocínio lógico: aplicação de princípios lógicos (indução, dedução, inferência, analogia,...) na resolução de problemas, acompanhada de justificativa.

3.11.Utilização de técnicas de aprendizagem: aplicação, por conta própria, de técnicas de ensino e de aprendizagem, já apresentadas pelo docente, para desenvolver um projeto individualmente ou em grupo.

agno Stedile – Instrutor de Automação – SENAI / CET AFR

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