energia fotovoltaica, Projetos de Energia e Meio Ambiente. Universidade Paulista (UniP)
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energia fotovoltaica, Projetos de Energia e Meio Ambiente. Universidade Paulista (UniP)

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A energia fotovoltaica no Brasil é muito mal explorada apesar de ter um potencial

gigante de crescimento, pelo simples motivo de deter recursos de matéria prima em

abundância e uma privilegiada posição geográfica no que se diz respeito ao uso de

energia solar.

Com relação à matéria prima que se utiliza, o quartzo é o segundo elemento

químico mais encontrado na natureza atrás apenas do oxigênio e as maiores jazidas de

qualidade deste elemento se encontram no Brasil e é do quartzo que se extrai o silício

cristalino material usado na fabricação das células solares fotovoltaicas.

Por estar posicionado numa região geográfica que incide maior irradiação o

Brasil também dispõe desta vantagem para um crescimento iminente no que diz

respeito à energia fotovoltaica em grande escala, em comparação com a Europa, por

exemplo, que tem um grande consumo deste tipo de energia, o Brasil tem um nível de

irradiação solar bem mais amplo territorialmente e temporariamente falando, no mapa

abaixo pode ser observado com clareza o maior potencial do Brasil com relação à

Europa, entretanto a realidade é que a Europa hoje possui instalados 88GW de energia

fotovoltaica enquanto o Brasil ainda esta em menos de 1GW.

Para que haja uma mudança nesse cenário de exploração bem sucedida de

energia fotovoltaica no Brasil o governo tem como iniciativa aplicar incentivos fiscais e

criar meios modernos para a extração e refinação da matéria prima utilizada na

fabricação das células fotovoltaicas.

Quanto aos incentivos já a um maior envolvimento governamental para facilitar o

uso deste tipo de energia, o estado de Minas Gerais, por exemplo, é o primeiro no Brasil

a dar isenção no ICMS, o BNDES já esta financiando fábricas de painéis fotovoltaicos

no Brasil com a intenção de trazer esta tecnologia para o país e criar empregos

consequentemente, já existe o Solcial que é o primeiro programa social de energia solar

no Brasil que pretende dar acesso a todos. O governo brasileiro assim pretende em

alguns anos mudar o modo como é visto a energia fotovoltaica no país, ou seja, cara e

inacessível.

A criação e investimento em parques tecnológicos também são essenciais para

a evolução do sistema em território nacional, afinal através deste tipo de projeto o Brasil

será capaz de diminuir custo ao refinar sua matéria prima não precisando importa-la e

estes centros tecnológicos acarretaria também a geração de empregos formais e

informais o que leva ao crescimento da economia gerando um poder maior de aquisição

da população.

Ao fim deste ano de 2017 o país terá 1GW(gigawatt), isto é o equivalente a 1.000

Megawatt, para se ter uma ideia em janeiro de 2017 o volume de energia fotovoltaica

era de aproximadamente 90 Megawatt.

O Brasil almeja entrar para o grupo de 20 países que mais geram energia

fotovoltaica no mundo, o planejamento de acordo com o governo é que isso aconteça

em 2018 a meados de 2019, esta projeção devesse a três contratações de energia solar

de geração publica uma em 2014 e mais dois leilões em 2015 totalizando cerca de 2,6

GW de energia, isso significa um crescimento de 325%.

Atualmente no Brasil existem poucas usinas de energia solar em funcionamento,

a maior é a usina de Bom Jesus da Lapa no estado da Bahia e também a maior da

América latina esta usina faz parte dos três leilões realizados pelo governo desde 2014,

entrou em funcionamento em meados deste ano e tem capacidade de 158MW.

Mas buscando se torna uma das potências mundiais em energia solar no Brasil

futuramente será construída uma usina de energia solar que assumirá o posto de maior

da América latina se situará no estado do Piauí, denominado complexo Nova Olinda e

também faz parte dos leilões de energia organizados pelo governo brasileiro. Esta usina

terá capacidade de gerar um total de 292 MW, para se ter uma ideia da proporção desta

usina ela tem capacidade de atender às necessidades anuais de consumo de energia

de cerca de 300 mil lares brasileiros, evitando a emissão de aproximadamente 350 mil

toneladas de CO2 para a atmosfera, neste pacote de leilões ainda tem também a usina

de Ituverava na Bahia esta sendo construída e terá capacidade de 254 MW de energia,

um pouco menor que o complexo de nova Olinda.

Outras usinas em atividade no Brasil são:

- Usina Cidade Azul (Tubarão-SC) – segunda maior usina de energia solar do

Brasil. Possui capacidade geradora instalada de 4 MW (capacidade para abastecer

cerca de 2,5 mil residências). Possui 19.424 painéis fotovoltaicos instalados. Foi

inaugurada em agosto de 2014.

- Usina Solar de Tauá (Tauá-Ceará) – primeira usina solar a operar em caráter

comercial no Brasil. Possui capacidade de geração de 1MWp.

- Usina Solar Noronha I (Fernando de Noronha-PE) – foi inaugurada em 2014.

Sua potência instalada pé de 400 KWp (600 MWh por ano).

- Usina Solar Noronha II (Fernando de Noronha-PE) – foi inaugurada em 2015.

Possui potência instalada de 550 KWp (800 MWh por ano).

- Usina Solar do Estádio de Pituaçu (Salvador-BA) – inaugurada em 2012, possui

capacidade para gerar 630 MWh por ano.

- Usina Megawatt Solar (Florianópolis-SC) – possui capacidade geradora de

1MWp. Ela gera atualmente 1 GWh por ano (consumo de cerca de 670 casas).

- Usina Solar Fotovoltaica de Tanquinho (Campinas-SP) - possui capacidade de

1,05 MWp. Foi inaugurada em dezembro de 2012, época em que era a maior do Brasil.

- Usina Solar do Estádio do Mineirão (Belo Horizonte-MG) – sua capacidade

instalada é de 1.4 MWp.

Uma ressalva em especial para as usinas do estádio do Mineirão e do estádio de

Pituaçu que foram feitos para a copa de 2014 já com esta ideia de energia limpa e

sustentável, a iniciativa de se instalar uma central geradora de energia a partir dos raios

do sol no Mineirão foi inspirada em estádios na Alemanha (Freiburg) e na Suíça (Berna),

além de outros estádios solares construídos para a Eurocopa 2008.

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