Formulario Nacional, Notas de estudo de Bioquímica
fabricio-luiz-6
fabricio-luiz-6

Formulario Nacional, Notas de estudo de Bioquímica

72 páginas
50Números de download
1000+Número de visitas
100%de 0 votosNúmero de votos
Descrição
Completo
60 pontos
Pontos de download necessários para baixar
este documento
Baixar o documento
Pré-visualização3 páginas / 72
Esta é apenas uma pré-visualização
3 mostrados em 72 páginas
Esta é apenas uma pré-visualização
3 mostrados em 72 páginas
Esta é apenas uma pré-visualização
3 mostrados em 72 páginas
Esta é apenas uma pré-visualização
3 mostrados em 72 páginas
1(Pagp)

ISSN 1677-7042

Suplemento ao No- 156

Brasília - DF, segunda-feira, 15 de agosto de 2005

CO ME

RC IA

LIZ AÇ

ÃO E

RE PR

OD UÇ

ÃO PR

OI BID

AS

.

Sumário .

PÁGINA

Ministério da Saúde ...................................................................................................................................... 1

Ministério da Saúde .

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

<!ID837929-1>

RESOLUÇÃO - RDC No- 222, DE 29 DE JULHO DE 2005

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe confere o Art. 22, Inciso IV do Regulamento Interno da Anvisa, aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, em reunião realizada em 18 de julho de 2005,

considerando, a legislação vigente, Decreto 78.840, de 25 de novembro de 1976; adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino sua

publicação. Art. 1º Fica aprovada a 1ª Edição do Formulário Nacional, elaborado pela Subcomissão do

Formulário Nacional, da Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira (CPRVD), ins- tituída pela Portaria nº 734, de 10 de outubro de 2000, em anexo.

Art. 2º O Formulário Nacional deverá ser revisto a cada cinco anos pela Subcomissão referida no Art. 1º.

Parágrafo único. Independentemente da revisão periódica a que se refere este Artigo, a Sub- comissão promoverá a publicação e divulgação de suplementos contendo modificações, inclusões e exclusões necessárias à contínua atualização do Formulário Nacional.

Art. 3º As farmácias e os laboratórios industriais farmacêuticos, que manipulem ou fabriquem os produtos constantes do Formulário Nacional, devem ter, ao menos, um exemplar atualizado e seus suplementos.

Parágrafo único. O Formulário Nacional deverá ser aquele em vigor, conforme a revisão prevista no Art. 2º.

Art. 4º Esta Resolução da Diretoria Colegiada entra em vigor a partir da data de sua publicação no DOU.

DIRCEU RAPOSO DE MELLO <!ID837929-2>

ANEXO

FORMULÁRIO NACIONAL

I PREFÁCIO II COMISSÃO PERMANENTE DE REVISÃO DA FARMACOPÉIA BRASILEIRA III SUBCOMISSÃO DO FORMULÁRIO NACIONAL IV COLABORADORES V GENERALIDADES VI INSTRUÇÕES PARA USO DAS MONOGRAFIAS VII MONOGRAFIAS VIII BASES PARA O PREPARO DAS FORMULAÇÕES IX SOLUÇÕES AUXILIARES X ANEXOS XI ÍNDICE

I PREFÁCIO O Decreto Presidencial número 37843, de 1o de setembro de 1955, que aprovou a “Farmacopéia

dos Estados Unidos do Brasil e dá outras providências”, refere que o “Formulário Nacional” encontrava- se em elaboração naquela data.

Ainda que “Formulário Nacional” fosse citado em outros textos legais, como o Decreto no 45502, de 27 de fevereiro de 1959 e o Decreto no 78840, de 25 de novembro de 1976, na realidade, esta obra jamais foi publicada.

No ano 2000, um grupo de farmacêuticos integrantes da Diretoria da Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (ANFARMAG) esteve na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e solicitou ao, então, Diretor-Presidente o resgate e a publicação do “Formulário Nacional”, no que foi

atendido, e o assunto encaminhado à Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira (CPRFB).

A CPRFB propôs a criação da Subcomissão do Formulário Nacional, designada pela Portaria 734 de 10 de outubro de 2000, e o início imediato dos trabalhos, estando ciente que, se constituía em antiga aspiração da classe farmacêutica.

E, nesta data, a CPRFB apresenta à ANVISA, para oficialização e publicação, os originais da 1a edição do “Formulário Nacional”, elaborado pela Subcomissão do Formulário Nacional da Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira.

Assim, esta 1a edição do “Formulário Nacional” é o resgate do compromisso que a atual CPRFB não havia assumido, porém, que buscou cumprir dentro de suas possibilidades.

Os membros da CPRFB, como os da Subcomissão que elaboraram esta 1a edição, destacam as dificuldades da adequação aos nossos dias, de uma obra comprometida em publicação há, praticamente, meio século, época em que o avanço tecnológico situava-se em outro estágio de desenvolvimento, quando, praticamente, não existiam fármacos e medicamentos de alta especificidade, que exigem co- nhecimentos especializados.

Estamos, porém, certos de que o emprego das fórmulas oficinais contidas neste código oficial é de cunho social e que irá proporcionar aos farmacêuticos e à indústria farmacêutica meios de melhor atendimento às necessidades da população Esperamos, ainda, que novas edições venham a ser, bre- vemente, publicadas com a adição de novas formulações que se encontram em etapas de desen- volvimento e avaliação em nosso País.

Subcomissão do Formulário Nacional Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira II COMISSÃO PERMANENTE DE REVISÃO DA FARMACOPÉIA BRASILEIRA MINISTÉRIO DE ESTADO DA SAÚDE JOSÉ SARAIVA FELIPE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA D I R E TO R - P R E S I D E N T E DIRCEU RAPOSO DE MELLO DIRETORIA COLEGIADA DIRCEU RAPOSO DE MELLO CLAUDIO MAIEROVITCH P HENRIQUES FRANKLIN RUBINSTEIN VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA COMISSÃO PERMANENTE DE REVISÃO DA FARMACOPÉIA BRASILEIRA PRESIDENTE CELSO FIGUEIREDO BITTENCOURT CYPRIANO CARDOSO FILHO Farmacêutico Associação Brasileira de Farmacêuticos Rio de Janeiro, RJ EDUARDO AUGUSTO MOREIRA Professor Curso de Farmácia da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai das Missões Erechim, RS EDUARDO CHAVES LEAL Farmacêutico Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde/FIOCRUZ Rio de Janeiro, RJ ELFRIDES E SCHERMAN SCHAPOVAL Professora Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre, RS ELIZABETH IGNE FERREIRA Professora Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo São Paulo, SP ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Professor Curso de Química da Universidade Federal de Santa Maria Santa Maria, RS GERALDO FENERICH Farmacêutico Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde Brasília, DF GERSON ANTÔNIO PIANETTI Professor Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais Belo Horizonte, MG JOÃO CARLOS PALAZZO DE MELLO Farmacêutico Conselho Federal de Farmácia Brasília, DF LAURO DOMINGOS MORETTO

Nº 156, segunda-feira, 15 de agosto de 20052 ISSN 1677-7042

COMERCIALIZAÇÃO E REPRODUÇÃO PROIBIDAS

.

Farmacêutico Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo São Paulo, SP MARIA JOSÉ MACHADO Farmacêutica Associação dos Laboratórios Oficiais do Brasil Brasília, DF NIKOLAI SHARAPIN Professor Faculdade de Farmácia da Universidade Federal Fluminense Niterói, RJ SALVADOR ALVES PEREIRA Professor Faculdade de Farmácia da Universidade Federal Fluminense Niterói, RJ WILSON REINHARDT FILHO Farmacêutico Agência Nacional de Vigilância Sanitária São Paulo, SP III SUBCOMISSÃO DO FORMULÁRIO NACIONAL PORTARIA N o 734, DE 10 DE OUTUBRO DE 2000* Dr Salvador Alves Pereira Coordenador da Subcomissão do Formulário Nacional Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira Niterói, RJ Alexandre Fiúza Juliano Universidade Federal Fluminense Niterói, RJ Celso F Bittencourt Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira Universidade Federal de Santa Maria Santa Maria, RS David Telvio Knobel Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais São Paulo, SP Elpidio Nereu Zanchet Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais São Paulo, SP José Antonio de Oliveira Batistuzzo Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais São Paulo, SP Julio Fernandes Maia Neto Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais Natal, RN Luciane Varini Laporta Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira/UNIFRA Santa Maria, RS Luiz Fernando Secioso Chiavegatto Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais Rio de Janeiro, RJ Marco Antonio Perino Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais Jundiaí, SP Nikolai Sharapin Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira Universidade Federal Fluminense Niterói, RJ Paulo Queiroz Marques Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais São Paulo, SP Rogério Tokarski Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais Brasília, DF Victor Hugo Costa Travassos da Rosa Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da

Universidade de São Paulo Brasília, DF * Modificada pelas Portarias no 630 e no 872, de 31102002 e 03102003, respectivamente, com

a inclusão dos seguintes membros: Aaron de Oliveira Barbosa Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina daUniversidade de São Paulo São Paulo, SP Anderson de Oliveira Ferreira Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais Juiz de Fora, MG IV COLABORADORES Aaron de Oliveira Barbosa Farmacêutico,

Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina daUniversidade de São Paulo

São Paulo, SP Alexandre Fiúza Juliano Farmacêutico, Universidade Federal Fluminense Niterói, RJ Anderson de Oliveira Ferreira Farmacêutico, Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais Juiz de Fora, MG Armando da Silva Cunha Farmacêutico, Universidade Federal de Minas Gerais Belo Horizonte, MG Celso F Bittencourt Farmacêutico, Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira Universidade Federal de Santa Maria Santa Maria, RS David Telvio Knobel Farmacêutico, Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais São Paulo, SP Eduardo Schmitt de Souza Farmacêutico, Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira Santa Maria, RS Elpidio Nereu Zanchet Farmacêutico, Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais São Paulo, SP Evaldo Luiz Falcadi Farmacêutico, Drogaderma Ltda São Paulo, SP Fabian Teixeira Primo Farmacêutico, Curso de Ciências Farmacêuticas do Centro Universitário Franciscano Santa Maria, RS Fernando Gomes Ferreira Farmacêutico, Universidade do Grande Rio Duque de Caxias, RJ Humberto Gomes Ferraz Farmacêutico, Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo São Paulo, SP José Antonio de Oliveira Batistuzzo Farmacêutico, Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais São Paulo, SP José Aparício Brittes Funck Farmacêutico, Pontifícia Universidade Católica Porto Alegre, RS José Elizaine Borges Farmacêutico, Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais Goiânia, GO José Maria V. V. Brígido Farmacêutico, Secretaria Estadual de Saúde Niterói, RJ Julio Fernandes Maia Neto Farmacêutico, Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais Natal, RN Leandra Sá de Lima Farmacêutica, Farmacotécnica Instituto de Manipulações Farmacêuticas Ltda Brasília, DF Levy Gomes Ferreira Farmacêutico, Santa Casa de Misericórdia Rio de Janeiro, RJ Luciane Varini Laporta Farmacêutica,

Nº 156, segunda-feira, 15 de agosto de 2005 3ISSN 1677-7042

CO ME

RC IA

LIZ AÇ

ÃO E

RE PR

OD UÇ

ÃO PR

OI BID

AS

.

Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira /Centro Universitário Francis- cano

Santa Maria, RS Luiz Fernando Secioso Chiavegatto Farmacêutico, Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais Rio de Janeiro, RJ Magali da Silva Pacheco Nobre Rossi Farmacêutica, Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais São Paulo, SP Marco Antonio Perino Farmacêutico, Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais Jundiaí, SP Maria do Carmo Pereira da Silva Estudante, Farmacotécnica Instituto de Manipulações Farmacêuticas Ltda Brasília, DF Maria Nicoletti Farmacêutica, Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo São Paulo, SP Marisa de Moura Souza da Luz Farmacêutica, LCPQBA Curitiba, PR Nara Deitos Bittencourt Psicopedagoga, Santa Maria, RS Neliton Ventura Farmacêutico, Universidade Federal Fluminense Niterói, RJ Nikolai Sharapin Farmacêutico, Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira Universidade Federal Fluminense Niterói, RJ Patrícia Hauschildt de Oliveira Farmacêutica, Farmacotécnica Instituto de Manipulações Farmacêuticas Ltda Brasília, DF Paulo Roberto da Costa Farmacêutico, Universidade Federal do Amazonas/Centro Universitário Nilton Linz Manaus, AM Paulo Queiroz Marques Farmacêutico, Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais São Paulo, SP Rafael Deitos Begnis Auxiliar da CPRFB, Santa Maria, RS Raimundo Camurça de Menezes Médico, Agência Nacional de Vigilância Sanitária Brasília, DF Ricardo Chiappa Farmacêutico, Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira Santa Maria, RS Rodrigo José Lupatini Nogueira Farmacêutico, Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais São Paulo, SP Rogério Tokarski Farmacêutico, Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais Brasília, DF Said Fonseca Farmacêutico, Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem da Universidade Federal do Ceará Fortaleza, CE Salvador Alves Pereira Farmacêutico, Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira Niterói, RJ Sonia Maria Munhoz Vaquero Farmacêutica, Drogaderma Ltda São Paulo, SP Sônia Maria Patrício Braga do Santos Farmacêutica, Centro Universitário Nilton Linz Manaus, MO Silvana Denise Alves de Melo Farmacêutica, Drogaderma Ltda São Paulo, SP Sueli Lima Gonçalves Farmacêutica, Drogaderma Ltda São Paulo, SP Tania Alves de Melo Farmacêutica, Farmacotécnica Instituto de Manipulações Farmacêuticas Ltda Brasília, DF Vanessa Alves Pinheiro

Farmacêutica, Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais São Paulo, SP Victor Hugo Costa Travassos da Rosa Farmacêutico, Agência Nacional de Vigilância Sanitária/ Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina de São Paulo São Paulo, SP Wilma Honorio dos Santos Farmacêutica, Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais São Paulo, SP V GENERALIDADES A B R E V I AT U R A S

BHA - butilidroxianisol BHT - butilidroxitolueno EDTA - edetato dissódico LCD - Liquor carbonis detergens

qsp - MEG - monoestearato de glicerila qs - PEG - polietilenoglicol PEG- PVP-I - iodopovidona MEG- qs - Quantidade suficiente O/A - qsp - Quantidade suficiente para A/O - A/O - Emulsão água-óleo

O/A - Emulsão óleo-água GL - Gay Lussac

Todos os insumos empregados na elaboração das formulações contidas neste código devem, obrigatoriamente, cumprir com as especificações de qualidade descritas na edição vigente da Far- macopéia Brasileira.

ÁGUA A água mencionada nas formulações se refere à água destilada ou com especificação superior

Quando for prescrito o uso de água isenta de dióxido de carbono, utilizar água recentemente destilada e fervida, vigorosamente, por, pelo menos cinco minutos e protegida do ar atmosférico durante o resfriamento e armazenagem.

As expressões água quente e água muito quente indicam temperaturas aproximadas entre 60 oC e 70 oC e entre 85 oC e 95 oC respectivamente.

BANHO-MARIA A expressão banho-maria significa o uso de um banho de água fervente, a não ser que a

monografia especifique outra temperatura. BANHO A VAPOR Banho a vapor significa exposição ao vapor fluente. C O N S E RVA Ç Ã O As substâncias devem ser conservadas sob condições tais que evitem sua contaminação ou

deterioração As condições de conservação das formulações figuram nas respectivas monografias. Proteger da luz significa que a substância deve ser conservada em recipiente opaco ou capaz de

impedir a ação da luz. Quando a monografia define as condições de temperatura na qual o fármaco deve ser con-

servado, são utilizados os seguintes termos: em congelador - em temperatura entre 0 oC e -20 oC; em refrigerador - em temperatura entre 2 oC e 8 oC; local frio - é o ambiente cuja temperatura não excede 8 oC; local fresco - ambiente cuja temperatura permanece entre 8 oC e 15 oC; temperatura ambiente - é a temperatura entre 15 oC e 30 oC; local quente - é o ambiente cuja temperatura permanece entre 30 oC e 40 oC; calor excessivo - indica temperaturas acima de 40 oC. A menos que a monografia especifique diferentemente, quando a formulação necessita ser

conservada em local fresco, a mesma pode ser conservada em refrigerador. DOSES E MEDIDAS APROXIMADAS Na falta de dispositivos de medidas apropriadas (dosadores, colheres-medida etc), para a

dispensação de medicamentos podem ser utilizadas medidas aproximadas São, geralmente, unidades de medidas de uso doméstico para informar ao paciente a medida da dose.

Tais medidas têm a seguinte indicação de capacidade: Colher de chá 5 ml Colher de sobremesa 10 ml Colher de sopa 15 ml As doses menores que 5 ml costumam ser indicadas em frações da colher de chá ou em

gotas. DROGA, FÁRMACO/PRINCÍPIO ATIVO E MEDICAMENTO Droga É toda substância de origem animal, vegetal ou mineral de onde é extraído o princípio ativo que

possui ação farmacológica. Fármaco/princípio ativo Substância quimicamente caracterizada, cuja ação farmacológica é conhecida e responsável total

ou parcialmente pelos efeitos terapêuticos do medicamento. Medicamento Produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, que contém um ou mais fármacos

juntamente com outras substâncias, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diag- nóstico.

DROGA VEGETAL Planta medicinal ou suas partes, após processos de coleta, estabilização e secagem, podendo ser

íntegra, rasurada, triturada ou pulverizada. FA R M A C O P É I C O A expressão farmacopéico substitui as expressões oficial e oficinal, utilizadas em edições

anteriores, equivalendo-se as três expressões para todos os efeitos. F I TO T E R Á P I C O Medicamento obtido empregando-se exclusivamente matérias-primas ativas vegetais É carac-

terizado pelo conhecimento da espécie vegetal, de sua eficácia e dos riscos de seu uso, assim como pela reprodutibilidade e constância de sua qualidade Sua eficácia e segurança são validadas através de levantamento etnofarmacológicos de utilização, documentações tecnocientíficas em publicações ou en- saios clínicos fase 3 Não se considera medicamento fitoterápico aquele que, na sua composição, inclua substâncias ativas isoladas, de qualquer origem, nem as associações destas com extratos vegetais.

FORMAS FARMACÊUTICAS ÁGUAS AROMÁTICAS São soluções saturadas de óleos essenciais ou outras substâncias aromáticas em água Possuem

odor característico das drogas com as quais são preparadas, recebendo também o nome das mesmas. CÁPSULAS São formas farmacêuticas sólidas, destinadas à administração oral Possuem tamanhos e ca-

pacidades variáveis e, usualmente, contém dose única do princípio ativo O invólucro pode ser cons- tituído de amido ou de gelatina.

Nº 156, segunda-feira, 15 de agosto de 20054 ISSN 1677-7042

COMERCIALIZAÇÃO E REPRODUÇÃO PROIBIDAS

.

As cápsulas devem atender às exigências de variação de peso, tempo de desintegração, uni- formidade de conteúdo e teor de princípios ativos descritos na monografia.

COLÍRIOS São preparações farmacêuticas líquidas destinadas à aplicação sobre a mucosa ocular. Devem atender às exigências especificadas nas respectivas monografias Devem satisfazer às

exigências de esterilidade. COMPRIMIDOS São formas farmacêuticas sólidas obtidas por compressão, contendo dose única com um ou mais

princípios ativos. Esta forma farmacêutica deve atender às exigências de desintegração, dissolução, dureza, fria-

bilidade e uniformidade de conteúdo descritas nos métodos gerais e previstas nas monografias es- pecíficas.

ELIXIRES São preparações líquidas, límpidas, hidroalcoólicas apresentando teor alcoólico na faixa de 20%

a 50%. Os elixires são preparados por dissolução simples e devem ser envasados em frascos de cor

âmbar e mantidos em lugar fresco e ao abrigo da luz. EMULSÕES São preparações farmacêuticas obtidas pela dispersão de duas fases líquidas imiscíveis ou,

praticamente imiscíveis De acordo com a hidrofilia ou lipofilia da fase dispersante classificam-se os sistemas em óleo em água (O/A) ou água em óleo (A/O).

Quando são para uso injetável, devem atender às exigências de esterilidade e pirogênios. E S P Í R I TO S São preparações líquidas alcoólicas ou hidroalcoólicas, contendo princípios aromáticos ou me-

dicamentosos e classificados em simples e compostos. Os espíritos são obtidos pela dissolução de substâncias aromáticas no álcool, geralmente, na

proporção de 5% (p/V). E X T R ATO S Extratos são preparações de consistência líquida, sólida ou intermediária, obtidas a partir do

material vegetal ou animal O material utilizado na preparação de extratos pode sofrer tratamento preliminar, tal como inativação de enzimas, moagem ou desengorduramento.

Os extratos são preparados por percolação, maceração ou outro método adequado e validado, utilizando como solvente álcool etílico, água ou outro solvente adequado Após a extração, materiais indesejáveis podem ser eliminados.

EXTRATOS FLUÍDOS Extratos fluídos são preparações líquidas nas quais, exceto quando especificado diferentemente,

uma parte do extrato, em massa ou volume, corresponde a uma parte, em massa, da droga seca, utilizada na sua preparação Se necessário, os extratos fluídos podem ser padronizados, em termos de concentração do solvente, teor dos constituintes ou resíduo seco. Se necessário, podem ser adicionados de con- servantes inibidores do crescimento microbiano.

EXTRATOS HIDROGLICÓLICOS (EXTRATOS GLICÓLICOS) Contêm as frações aromáticas intactas (óleos essenciais) e hidrossolúveis (taninos, aminoácidos,

etc) de maneira perfeitamente assimilável Contêm concentrações próximas a 50% do peso da planta fresca.

São solúveis em água e produzem uma solução transparente ou ligeiramente turva. Glicóis = glicerina, propilenoglicol. EXTRATOS MOLES Os extratos moles são preparações de consistência pastosa obtidos por evaporação parcial do

solvente utilizado na sua preparação. São obtidos utilizando-se como solvente unicamente álcool etílico, água ou misturas álcool etílico/água de proporção adequada. Apresentam no mínimo 70% de resíduo seco (p/p). Os extratos moles podem ser adicionados de conservantes para inibir crescimento mi- crobiano.

EXTRATOS SECOS Extratos secos são preparações sólidas obtidas pela evaporação do solvente utilizado na sua

preparação. Apresentam, no mínimo, 95 % de resíduo seco, calculados como percentagem de massa. Os extratos secos podem ser adicionados de materiais inertes adequados.

Os extratos secos padronizados têm o teor de seus constituintes ajustado pela adição de materiais inertes adequados ou pela adição de extratos secos obtidos com a mesma droga utilizada na preparação.

Quando necessário, a monografia poderá prescrever realização de ensaio limite para o solvente utilizado na preparação.

LOÇÕES São preparações líquidas aquosas ou hidroalcoólicas, com viscosidade variável, para aplicação

na pele, incluindo o couro cabeludo. Podem ser soluções, emulsões ou suspensões contendo um ou mais princípios ativos ou adjuvantes.

ÓVULOS São preparações farmacêuticas sólidas, com formato adequado, para aplicação vaginal. Devem

dispersar ou fundir à temperatura do organismo. Estas preparações devem atender o teste de desintegração. PREPARAÇÕES TÓPICAS SEMI-SÓLIDAS Preparações tópicas semi-sólidas são aquelas destinadas para aplicação na pele ou mucosas para

ação local, ou ainda por sua ação emoliente ou protetora. As preparações destinadas ao uso oftálmico, ao tratamento de feridas ou à aplicação sobre lesões extensas da pele devem satisfazer às exigências do teste de esterilidade.

Distinguem-se 4 categorias de preparações semi-sólidas: • Pomadas • Cremes • Géis • Pastas Pomadas Pomadas são preparações para aplicação tópica, constituídas de base monofásica na qual podem

estar dispersas substâncias sólidas ou líquidas. Cremes São preparações semi-sólidas, obtidas através de bases emulsivas do tipo A/O ou O/A, contendo

um ou mais princípios ativos ou aditivos dissolvidos ou dispersos na base adequada. Géis Géis são sistemas semi-sólidos que consistem de suspensões de pequenas partículas inorgânicas

ou de grandes moléculas orgânicas interpenetradas por um líquido. Pastas São formas farmacêuticas semi-sólidas que contêm uma elevada concentração de pós finamente

dispersos, variando normalmente este conteúdo de 20% até 60%, sendo mais firmes e espessas que as pomadas, mas sendo, geralmente, menos gordurosas que elas. Se destinam à aplicação externa e apresentam, geralmente, comportamento reológico dilatante.

SUPOSITÓRIOS São preparações farmacêuticas sólidas, de dose única que podem conter um ou mais princípios

ativos. Devem fundir à temperatura do organismo ou dispersar em meio aquoso. O formato e a consistência dos supositórios devem ser adequados para a administração retal.

Os supositórios devem atender às exigências contidas nas monografias especificadas, bem como ao teste de desintegração.

SUSPENSÕES São preparações farmacêuticas obtidas pela dispersão de uma fase sólida insolúvel ou pra-

ticamente insolúvel em uma fase líquida. Quando se destinam a uso injetável, as suspensões devem satisfazer às exigências de es-

terilidade e não apresentar partículas maiores que 100 µm.

TINTURAS Tinturas são preparações líquidas obtidas, normalmente, de substâncias de origem vegetal ou

animal. As tinturas são usualmente obtidas utilizando uma parte da droga e 10 partes do solvente de

extração ou uma parte da droga e cinco partes do solvente de extração. As tinturas são normalmente límpidas. Um pequeno sedimento pode se formar por deposição e é aceitável desde que não haja modificação da composição.

São baseadas na ação solubilizante do álcool etílico ou da glicerina sobre o pó seco da droga (planta), ao qual se pode agregar água em quantidade necessária para diminuir a concentração alcoólica. A graduação alcoólica da tintura varia de acordo com a solubilidade dos princípios ativos extraídos normalmente entre 30 ºGL e 90 ºGL.

Atualmente a glicerina, o propilenoglicol e o polietilenoglicol também têm sido empregados em misturas com água substituindo o álcool etílico.

XAROPES São preparações aquosas caracterizadas pela alta viscosidade, que apresentam não menos que

45% (p/p) de sacarose ou outros açúcares na sua composição. Os xaropes geralmente contêm agentes flavorizantes.

Quando não se destinam ao consumo imediato, devem ser adicionados de conservadores an- timicrobianos autorizados.

MATERIAL DE ACONDICIONAMENTO E EMBALAGEM Compreende-se por material de acondicionamento e embalagem o recipiente, envoltório, in-

vólucro ou qualquer outra forma de proteção, removível ou não, destinado a envasar, proteger, manter, cobrir ou empacotar, especificamente ou não, matérias-primas, reagentes e medicamentos.

Material de acondicionamento propriamente dito ou embalagem primária, é o que está em contato direto com a forma farmacêutica durante todo o tempo. Considera-se material de acondi- cionamento ampola, bisnaga, envelope, estojo, flaconete, frasco de vidro ou de plástico, frasco-ampola, cartucho, lata, pote, saco de papel e outros.

Embalagem (embalagem secundária) é a que se destina à total proteção da embalagem primária nas condições usuais de transporte, armazenagem e distribuição. Considera-se embalagem secundária: caixas de papelão, cartolina, madeira, material plástico e outros.

Não deve haver qualquer interação, entre o material de acondicionamento e o seu conteúdo, capaz de alterar a concentração, a qualidade ou a pureza do material acondicionado.

As condições de acondicionamento são descritas nas monografias, utilizando-se os termos abaixo:

Recipiente bem fechado - é aquele que protege o seu conteúdo de perdas e contaminação por sólidos estranhos, nas condições usuais de manipulação, transporte, armazenagem e distribuição.

Recipiente perfeitamente fechado - é aquele que protege seu conteúdo de perdas e de con- taminação por sólidos, líquidos e vapores estranhos, eflorescência, deliquescência ou evaporação nas condições usuais de manipulação, distribuição, armazenagem e transporte.

Recipiente hermético - é aquele impermeável ao ar ou qualquer outro gás, nas condições usuais de manipulação, transporte, armazenagem e distribuição.

Cilindro de gás - é recipiente metálico perfeitamente fechado, de paredes resistentes, destinado a conter gás sob pressão, obturado por válvula regulável, capaz de manter a saída do gás em vazão determinada.

Recipiente para dose única - é o recipiente hermético e que contém determinada quantidade do medicamento destinada a ser administrada de uma só vez, o qual, uma vez aberto, não poderá ser fechado com garantia de esterilidade.

Recipiente para doses múltiplas - é o recipiente que permite a retirada de porções sucessivas de seu conteúdo, sem modificar a concentração, a pureza e a esterilidade da porção remanescente.

M AT É R I A - P R I M A É toda a substância ativa, droga ou insumo farmacêutico empregado na produção dos me-

dicamentos. As matérias-primas utilizadas nas formulações descritas nesse formulário devem ser de grau farmacêutico.

P O R C E N TA G E N S As concentrações em porcentagem são expressas como segue: por cento p/p (peso em peso) ou % (p/p) - expressa o número de g de componentes em 100 g

de mistura. por cento p/V (peso em volume) ou % (p/V) - expressa o número de g de um componente em

100 ml da solução. por cento V/V (volume em volume) ou % (V/V) - expressa o número de ml de um componente

em 100 ml de solução. por cento V/p (volume em peso) ou % (V/p) - expressa o número de ml de um componente em

100 g da mistura. A expressão por cento usada sem outra atribuição significa: para mistura de sólidos e semi-

sólidos, por cento p/p; para soluções ou suspensões de sólidos em líquidos, por cento p/V; para soluções de líquidos, por cento V/V; para soluções de gases em líquidos, por cento p/V; para expressar teor de óleos essenciais em drogas vegetais, por cento V/p.

PRAZO DE VALIDADE O prazo de validade limita o tempo durante o qual o produto poderá ser usado. Os produtos

deverão indicar nos rótulos a data do término do prazo de validade. Esta data identifica o tempo durante o qual o produto estará em condições ao uso, desde que conservado conforme indicação.

Quando o prazo de validade for indicado apenas pelo mês e ano, entende-se como vencimento do prazo o último dia desse mês.

PREPARAÇÃO DE SOLUÇÕES A menos que a monografia especifique diferentemente, todas as formulações, soluções em

testes, reações e ensaios são preparadas com água. REAGENTES Sempre que for requerido na monografia, proceder à transformação de massa para volume. ácido clorídrico Sinonímia - cloreto de hidrogênio. Fórmula e massa molecular - HCl - 36,46 Especificação - Contém, no mínimo, 35,0 por cento (p/p) constituído de solução de HCl gasoso

em água. Descrição - Líquido límpido, incolor, fumegante de odor irritante. Características físicas - Densidade: aproximadamente 1,18 Conservação - Recipientes herméticos, de material inerte ao reagente. Segurança - Proteger do calor (< 20 oC). Corrosivo Evitar contato externo, olhos e pele, inalação

e ingestão. ácido nítrico Fórmula e massa molecular - HNO3 - 63,01 Especificação - Contém, no mínimo, 63,0 por cento (p/p). Descrição - Solução límpida, praticamente incolor, de odor característico. Características físicas - Densidade 1,384 a 1,416 Conservação - Recipientes herméticos, ao abrigo da luz. Segurança - Corrosivo. álcool etílico Sinonímia - etanol. Fórmula e massa molecular - C2H6O - 46,07 Especificação - Contém, no mínimo, 96,0 por cento (V/V). Descrição - Líquido límpido, incolor, volátil, de odor característico. Características físicas - Ponto de ebulição: aproximadamente 78 oC Densidade 0,803 a 0,808 Conservação - Recipientes bem fechados. Armazenagem - Proteger do calor. Segurança - Tóxico Inflamável.

Nº 156, segunda-feira, 15 de agosto de 2005 5ISSN 1677-7042

CO ME

RC IA

LIZ AÇ

ÃO E

RE PR

OD UÇ

ÃO PR

OI BID

AS

.

<!ID837929-3>

ROTULAGEM Rótulo é a identificação impressa ou litografada, bem como

dizeres pintados ou gravados a fogo, pressão ou decalque aplicado diretamente sobre recipientes, vasilhames, invólucros, envoltórios ou qualquer outro material de acondicionamento. Os rótulos terão di- mensões necessárias à fácil leitura e serão redigidos de modo a facilitar o entendimento ao consumidor.

A confecção dos rótulos deverá obedecer às normas vigentes do órgão federal de Vigilância Sanitária.

SOLUBILIDADE A solubilidade indicada não deve ser tomada no sentido

estrito de constante física, mas como simples informação. As indicações sobre a solubilidade referem-se às determi-

nações feitas à temperatura de 25 oC. A não ser que a monografia especifique diferentemente, a

expressão solvente refere-se à água. A expressão partes refere-se à dissolução de um g de sólido

ou um ml de líquido no número de mililitros do solvente estabelecido no número de partes.

As solubilidades aproximadas constantes nas monografias são designadas por termo descritivo cujo significado figura na tabela abaixo.

_________________________________ TERMO DESCRITIVO SOLVENTE ________________________________ Muito solúvel Menos de 1 parte Facilmente solúvel De 1 a 10 partes Solúvel De 10 a 30 partes Ligeiramente solúvel De 30 a 100 partes Pouco solúvel De 100 a 1 000 partes Muito pouco solúvel De 1 000 a 10 000 partes Praticamente insolúvel ou insolúvel Mais de 10 000 partes __________________________________ SUBSTÂNCIAS ADJUVANTES São substâncias adjuvantes os conservantes, estabilizantes,

diluentes, desagregantes, aglutinantes, deslizantes, antiaderentes, entre outras, empregadas para preparar a forma farmacêutica. Essas subs- tâncias devem ser inócuas nas quantidades adicionadas e não devem prejudicar a eficácia terapêutica do medicamento.

A presença dos adjuvantes deve ser claramente indicada nos rótulos dos recipientes em que o produto é entregue para consumo.

A não ser que haja contra-indicação expressa, o ar dos re- cipientes pode ser substituído por dióxido de carbono ou nitrogênio.

<!ID837929-4>

VII MONOGRAFIAS ÁCIDO ACÉTICO 2% A 5%, SOLUÇÃO 1. SINONÍMIA Solução de ácido acético. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade ácido acético glacial 2 a 5 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o ácido acético glacial para recipiente adequado

contendo 30 ml de água e completar o volume, lentamente, com o mesmo diluente, homogeneizar e filtrar.

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro, bem fechados e à tem-

peratura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Uso exclusivo em consultório médico. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Solução reagente usada em colposcopia e peniscopia. 7.2. Modo de usar Aplicar somente sob orientação médica. ÁGUA BORICADA A 2% 1. SINONÍMIA Ácido bórico 2% em solução. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade ácido bórico 2 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Aquecer 30 ml da água até, aproximadamente, 50 °C, trans-

ferir para recipiente adequado, adicionar o ácido bórico e dissolver. Completar o volume com o mesmo diluente, homogeneizar e filtrar.

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar ou plástico opaco,

bem fechados e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Não aplicar em grandes áreas do corpo, quando existir lesões

ou queimaduras. Produto para uso exclusivo em adultos O uso em crianças

representa riscos à saúde. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Em oftalmites. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar de duas a três vezes ao dia, com auxílio de com-

pressas de gaze ou algodão. ÁGUA BORICADA A 3% 1. SINONÍMIA Ácido bórico 3% em solução. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade ácido bórico 3 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Aquecer 30 ml da água até, aproximadamente, 50 °C, trans-

ferir para recipiente adequado, adicionar o ácido bórico e dissolver. Completar o volume com o mesmo diluente, homogeneizar e filtrar.

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar ou plástico opaco,

bem fechados e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Não aplicar em grandes áreas do corpo, quando existir lesões

ou queimaduras. Produto para uso exclusivo em adultos. O uso em crianças

representa riscos à saúde. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Antisséptico e levemente adstringente em dermatites exsu-

dativas. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar de duas a três vezes ao dia, com auxílio de com-

pressas de gaze ou algodão. ÁGUA DE ALIBOUR FORTE 1. SINONÍMIA Água d'alibour forte, solução cupro-zíncica. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade sulfato de cobre 1 g sulfato de zinco 3,5 g álcool canforado 1 ml tintura de açafrão 1 ml água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dissolver os componentes sólidos da formulação em 80 ml

de água. Sob agitação, juntar a tintura de açafrão e o álcool can- forado. Completar o volume com água destilada, homogeneizar e f i l t r a r.

4.1. Observações Pode-se obter a água de alibour fraca por diluição da água de

alibour forte ao décimo.

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Como adstringente e antisséptico local no tratamento de im-

petigo, piodermites e ferimentos. 7.2. Modo de usar Uso externo. A água de alibour pode ser utilizada pura ou diluída, em

banho ou compressas, a critério médico. Havendo necessidade de diluição, medir 10 ml da solução pronta e completar o volume para 100 ml, com água.

ÁGUA DE CAL 1. SINONÍMIA Solução de água de cal, solução de hidróxido de cálcio. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade óxido de cálcio (cal virgem) 1 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Triturar o óxido de cálcio. Transferir para recipiente ade-

quado, hidratá-lo com 5 ml de água, completar o volume e agitar. Deixar em repouso até obtenção de sobrenadante límpido, que deve ser decantado e desprezado. Completar o volume novamente, ho- mogeneizar e deixar em repouso. Na hora do emprego, utilizar vo- lume adequado do sobrenadante límpido.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar ou plástico opaco,

perfeitamente fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Adstringente e para facilitar a cicatrização de queimaduras e

úlceras. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, de três a quatro vezes ao dia. ÁLCOOL CANFORADO 1. SINONÍMIA Solução alcoólica de cânfora. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade cânfora 10 g álcool etílico qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dissolver a cânfora em álcool etílico, completar o volume

com o mesmo solvente, homogeneizar e filtrar. 5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados,

protegidos da luz e à temperatura inferior a 25 0C. 6. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em crianças menores de dois anos. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Tratamento sintomático de mialgias e artralgias. Também,

pode ser utilizado para aliviar pruridos. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar de três a quatro vezes ao dia, mediante fricção. ÁLCOOL DESINFETANTE 70% (p/p) 1. SINONÍMIA Álcool etílico neutro 77 ºGL, etanol 70% (p/p). 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade álcool etílico 75,73 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar o álcool etílico e a água e

agitar. Deixar em repouso até completa eliminação das bolhas e conferir o título etanólico da solução conforme descrito em Deter- minação do grau alcoólico.

4.1. Observação O álcool para desinfecção deve conter, no mínimo, 70%

(p/p), correspondente a 76,9 ºGL e, no máximo, 75% (p/p), cor- respondente a 81,4 ºGL de álcool etílico, a 15 ºC.

Nº 156, segunda-feira, 15 de agosto de 20056 ISSN 1677-7042

COMERCIALIZAÇÃO E REPRODUÇÃO PROIBIDAS

.

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipiente adequado, de vidro âmbar ou plástico opaco

de alta densidade, perfeitamente fechado e ao abrigo da luz, à tem- peratura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Manter distante de fontes de calor. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES Antisséptico e solvente. 8. PRAZO DE VALIDADE Como antisséptico, o prazo de validade do álcool a 77 ºGL =

7 dias; 79 ºGL = 15 dias e 81 ºGL = 30 dias. 9. EXEMPLO Para preparar 1 000 ml de álcool desinfetante 70% (p/p) ou

77 oGL, partindo-se de álcool etílico a 96 ºGL e temperatura aparente igual a 21 oC, proceda da seguinte forma:

Consulte a Tábua da força real dos líquidos espirituosos, fazendo a intersecção entre as leituras aparentes obtidas: 96 º (96c) e 21 ºC. A tabela indica que o valor do grau alcoólico real é de 94,7 ºGL a 15 ºC.

Consulte a Tabela alcoométrica para determinar o título pon- deral do álcool a 94,7 ºGL. Será necessário aproximá-lo para 95 ºGL e fazer a correlação entre a 1ª e a 3ª coluna da tabela. A tabela indica que o título ponderal do álcool a 95 ºGL é 92,43 g.

Calcule a quantidade de álcool etílico a ser pesado através da fórmula:

<!ID837929-5>

Onde Y = quantidade de álcool etílico a ser pesado; P = quantidade, em peso, de álcool desinfetante que se de-

seja preparar; b = título ponderal que se deseja obter (70% p/p); a = título ponderal do álcool etílico (corrigido pela tabela a

15 ºC). Sendo assim,

<!ID837929-6>

Então Pesar 757, 30 g de álcool etílico e 242,70 g de água. ÁLCOOL DESINFETANTE 77% (V/V) 1. SINONÍMIA Álcool etílico neutro 77 ºGL. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade álcool etílico 81,3 ml água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar o álcool etílico e a água e

agitar. Deixar em repouso até completa eliminação das bolhas e conferir o título etanólico da solução conforme descrito em Deter- minação do grau alcoólico.

4.1. Observação O álcool para desinfecção deve conter, no mínimo, 76,9%

(V/V), correspondente a 76,9 ºGL e, no máximo, 81,4% (V/V), cor- respondente a 81,4 ºGL de álcool etílico, a 15 ºC.

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipiente adequado, de vidro âmbar ou plástico opaco

de alta densidade, perfeitamente fechado e ao abrigo da luz, à tem- peratura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Manter distante de fontes de calor. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES Antisséptico e solvente. 8. PRAZO DE VALIDADE Como antisséptico, o prazo de validade do álcool a 77 ºGL =

7 dias; 79 ºGL = 15 dias e 81 ºGL = 30 dias. 9. EXEMPLO Para preparar 1 000 ml de álcool desinfetante 77 ºGL ou

77% (V/V) à 15 ºC, partindo-se de álcool etílico com grau alcoólico aparente de 96 ºGL e temperatura aparente igual a 21 ºC, proceda da seguinte forma:

Consulte a Tábua da força real dos líquidos espirituosos, fazendo a intersecção entre as leituras aparentes obtidas: 96º (96c) e 21 ºC. A tabela indica que o valor do grau alcoólico real é de 94,7 ºGL à 15 ºC.

Calcule o volume de álcool etílico a ser utilizado, através da fórmula:

<!ID837929-7>

Onde X = quantidade de álcool etílico a ser medido; V = volume de álcool desinfetante que se deseja preparar; b = grau alcoólico que se deseja obter (77 ºGL); a = grau alcoólico real do álcool etílico (corrigido pela tabela

à 15 ºC). Sendo assim,

<!ID837929-8>

Então Medir 813,09 ml de álcool etílico e 186,91 ml de água ou,

815 ml de álcool etílico e 185 ml de água. ÁLCOOL GEL 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: gel alcoólico. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade álcool etílico 70 ml carbômer 940 0,5 g água qsp 100 ml trietanolamina qs

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar o álcool etílico e a água e

dispersar o carbômer sob vigorosa agitação. Acertar o pH para 6 -7 com trietanolamina, se necessário.

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico, bem fechados, pro-

tegidos da luz e à temperatura inferior a 25 ºC. 6. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em crianças menores de dois anos. Manter fora do alcance de crianças. 7. MODO DE USAR 7.1. Modo de usar Uso externo. Aplicar na assepsia de superfícies e materiais. ARGIROL 2% A 10%, SOLUÇÃO OFTÁLMICA 1. SINONÍMIA Colírio de proteinato de prata. 2. FORMA FARMACÊUTICA: colírio. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade a rg i r o l 0,2 a 1 g água qsp 10 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o argirol em água, sob

agitação. Filtrar a solução diretamente para frasco conta-gotas, pre- viamente esterilizado, empregando equipamento esterilizante com membrana de porosidade 0,45 µm.

4.1. Observações A preparação de solução oftálmica deve obedecer as Boas

Práticas de Manipulação para produtos estéreis, em conformidade com a legislação vigente.

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, provido de

conta-gotas e lacre, perfeitamente fechado, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Desprezar a solução 30 dias após abertura do frasco. Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da

solução. Evitar o contato do conta-gotas com os dedos e com as

superfícies das pálpebras ou olho. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Pré-operatório em cirurgias oftálmicas, antisséptico para as

infecções oculares e membranas mucosas. 7.2. Modo de usar Uso externo. Pré-operatório: aplicar de duas a três gotas e lavar em se-

guida com solução estéril para irrigação. Infecções oculares e membranas mucosas: aplicar de uma a

três gotas a cada três ou quatro horas, a critério médico. BENZOATO DE BENZILA, LOÇÃO 1. SINONÍMIA Loção de benzoato de benzila 25%. 2. FORMA FARMACÊUTICA: loção. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade benzoato de benzila 25 g loção aniônica qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Adicionar o benzoato de benzila à loção aniônica e ho-

mogeneizar até obter produto uniforme. 5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico leitoso ou vidro âm-

bar, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Não aplicar na face. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Indicações terapêuticas Tratamento da escabiose. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar em todo o corpo após o banho, do pescoço aos pés,

durante 3 dias. Repetir após uma semana, ou a critério médico. Para minimizar o risco de irritação, a loção deve ser diluída

da seguinte forma: para crianças com menos de 2 anos de idade, diluir uma parte do produto com três partes de água e para crianças maiores, diluir uma parte do produto com uma parte de água.

CARBONATO DE CÁLCIO 500 mg, CÁPSULA 1. SINONÍMIA cálcio carbonato. 2. FORMA FARMACÊUTICA: cápsula. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade carbonato de cálcio 500 mg

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Calcular a quantidade de carbonato de cálcio a ser utilizado,

de acordo com o número de cápsulas. Medir o volume em proveta. A partir do nomograma, selecionar o tamanho de cápsula adequado e tamisar o fármaco, visando uniformizar o tamanho das partículas. Acondicionar uniformemente nas cápsulas, remover o excesso de pó e proceder ao cálculo de peso médio (V12), em conformidade com a Farmacopéia Brasileira.

4.1. Observação 500 mg de carbonato de cálcio equivalem a 200 mg de cálcio

e l e m e n t a r. 5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipiente adequado contendo dessecante, perfeitamente

fechado, ao abrigo da luz e umidade e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Complemento das necessidades diárias de cálcio, estados de

deficiência e tratamento da hipocalcemia. Prevenção e tratamento da osteoporose.

7.2. Modo de usar Uso interno. A critério médico. CLORETO DE CETILPIRIDÍNIO 0,05%, SOLUÇÃO 1. SINONÍMIA Solução de cloreto de cetilpiridínio 0,05%. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade cloreto de cetilpiridínio 0,05 g sacarina anidra sódica 0,05 g essência qs água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o cloreto de cetilpiridínio

em água e, sob agitação, acrescentar a sacarina e a essência. Com- pletar o volume com água, homogeneizar e filtrar.

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico, bem fechados e à

temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Antisséptico catiônico, adstringente. Usado para redução do

acúmulo de placas e prevenção de gengivite. 7.2. Modo de usar Utilizar 15 ml da solução (volume equivalente a uma colher

de sopa), de uma a duas vezes ao dia, em enxágüe bucal, conforme orientação do dentista.

CLORETO DE SÓDIO 5%, SOLUÇÃO OFTÁLMICA 1. SINONÍMIA Colírio de cloreto de sódio 5%. 2. FORMA FARMACÊUTICA: colírio. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade cloreto de sódio 0,5 g cloreto de benzalcônio 0,001 g água qsp 10 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o cloreto de sódio e o

cloreto de benzalcônio em água, sob agitação. Completar o volume. Filtrar a solução diretamente para o frasco conta-gotas, previamente esterilizado, empregando equipamento esterilizante com membrana de porosidade 0,22 µm.

Nº 156, segunda-feira, 15 de agosto de 2005 7ISSN 1677-7042

CO ME

RC IA

LIZ AÇ

ÃO E

RE PR

OD UÇ

ÃO PR

OI BID

AS

.

4.1. Observações A preparação de solução oftálmica deve obedecer as Boas

Práticas de Manipulação para produtos estéreis, em conformidade com a legislação vigente.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO. Em recipientes adequados, de plástico opaco provido de con-

ta-gotas e lacre, bem fechados e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Desprezar a solução 30 dias após a abertura do frasco. Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da

solução. Evitar o contato do conta-gotas com os dedos e com as

superfícies das pálpebras ou do olho. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Terapia adjunta para redução do edema de córnea de várias

etiologias, incluindo ceratite bolhosa. 7.2. Modo de usar Aplicar uma a duas gotas a cada três ou quatro horas. COALTAR 1%, POMADA 1. SINONÍMIA Pomada de alcatrão de hulha 1%, pomada de alcatrão mi-

neral 1%. 2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade alcatrão mineral 1 g polissorbato 80 0,5 g pasta de Lassar qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, adicionar o alcatrão mineral e o

polissorbato 80 e homogeneizar. Incorporar a mistura à pasta Lassar, até obter aspecto uniforme.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e da umidade e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Psoríase. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, à noite, com remoção pela ma-

nhã. COALTAR SAPONIFICADO, SOLUÇÃO

<!ID837929-9>

1. SINONÍMIA Coaltar solução, LCD - liquor carbonis detergens, solução de

alcatrão mineral . 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade alcatrão mineral 20 g polissorbato 80 5 g tintura de Quiláia (Quillaja saponaria) qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, adicionar todos os componentes da

formulação, tampar o recipiente e aquecer em banho-maria a 100 oC por uma hora, agitando constantemente. Filtrar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da

luz e umidade e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Queratoplástico e antipruriginoso. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, quando necessário. COLÓDIO LÁTICO-SALICILADO 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: colódio. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade ácido salicílico 1 a 2 g ácido lático 1,5 ml colódio elástico qsp 10 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Triturar o ácido salicílico e transferir para recipiente ade-

quado. Adicionar 5 ml de colódio elástico e, sob agitação, acrescentar o ácido lático. Completar o volume com o colódio elástico e ho- m o g e n e i z a r.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes de vidro âmbar, bem fechados, ao abrigo da

luz e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Não usar próximo aos olhos. Evitar o contato com as mucosas e a pele íntegra. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Verrugas comuns e calosidades. 7.2. Modo de usar Uso externo. Proteger as áreas ao redor da lesão com vaselina sólida.

Aplicar uma vez ao dia, durante uma semana, quatro camadas de colódio, esperando cada camada secar antes da reaplicação.

CREME BARREIRA 1. SINONÍMIA Luvas de silicone. 2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade óleo de silicone 5 g creme base qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, incorporar lentamente ao creme ba-

se, o óleo de silicone, até completa homogeneização. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Proteção da pele e prevenção de dermatites. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas mãos, várias vezes ao dia. CREME COM URÉIA 1. SINONÍMIA Creme hidratante com uréia, creme hidratante com carba-

mida. 2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade carbamida 5 a 10 g água qs creme base aniônico qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver a carbamida em água.

Adicionar lentamente o creme base, até completa homogeneização. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico, bem fechados e à

temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Psoríase, ictiose, hiperqueratoses, dermatite atópica, eczema,

pele ressecada ou desidratada. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia. 8. ESTABILIDADE As soluções aquosas contendo carbamida hidrolizam-se com

o tempo, liberando amoníaco e dióxido de carbono. As concentrações superiores a 10% apresentam um pH básico o que pode comprometer a estabilidade das emulsões não iônicas.

CREME COM URÉIA E ÁCIDO SALICÍLICO 1. SINONÍMIA Creme com carbamida e ácido salicílico. 2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade carbamida 5 a 10 g ácido salicílico 1 a 10 g água qs propilenoglicol qs creme base aniônico qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dissolver a carbamida em água. Dispersar o ácido salicílico

no propilenoglicol. Em recipiente adequado, incorporar ambos ao creme base aniônico até homogeneização.

4.1. Observação O ácido salicílico é irritante para as mucosas e para o trato

respiratório. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Hidratante, queratolítico. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, uma ou mais vezes ao dia. 8. ESTABILIDADE A carbamida, em concentrações superiores a 10%, apresenta

um pH básico e pode comprometer a estabilidade em cremes não iônicos. O ácido salicílico deve ser protegido da luz e, em con- centrações superiores a 2%, pode apresentar problemas de incom- patibilidade com emulsões não iônicas.

CREME DE SUBGALATO DE BISMUTO COMPOSTO 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade subgalato de bismuto 0,6 g cloridrato de lidocaína 0,6 g óxido de zinco 3 g glicerina qs creme base aniônico qsp 30 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Triturar os componentes sólidos da formulação, transferir

para recipiente adequado e levigar com quantidade suficiente de gli- cerina. Incorporar ao creme base aniônico e homogeneizar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, bem fechados e à temperatura

ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Dor e sangramento de hemorróidas internas ou externas, pru-

ridos anais, eczema perianal, fissuras, pré e pós-operatório em ci- rurgias ano-retais.

7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia. Com a

diminuição dos sintomas, uma aplicação ao dia por dois ou três dias, ou a critério médico.

CREME PARA FISSURAS DOS MAMILOS 1 SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade vitamina A 60.000 UI vitamina E 400 UI alantoína 1 g cloridrato de benzocaína 1 g glicerina qs creme base aniônico qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir a alantoína e o cloridrato de benzocaína para re-

cipiente adequado e levigar com propilenoglicol até formar uma pasta homogênea. Acrescentar ao creme base e misturar. Sob homoge- neização, adicionar as vitaminas A e E ao creme base.

4.1. Observação A alantoína poderá ser previamente solubilizada em quan-

tidade suficiente de água morna, antes da sua incorporação ao creme base.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Sempre remover o creme dos mamilos antes da amamen-

tação. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Como cicatrizante e preventivo contra fissuras dos mami-

los. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar o creme nos mamilos limpos e secos, após ama-

mentação. Antes de amamentar novamente, lavar os mamilos com água morna, recentemente fervida.

Nº 156, segunda-feira, 15 de agosto de 20058 ISSN 1677-7042

COMERCIALIZAÇÃO E REPRODUÇÃO PROIBIDAS

.

EMULSÃO DE ÓLEO MINERAL 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: emulsão. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade goma arábica pó 12,5 g baunilha 4 mg xarope simples 10 ml óleo mineral 50 ml álcool etílico 6 ml metilparabeno 0,15 g propilparabeno 0,025 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Misturar o óleo mineral com a goma arábica e transferir para

recipiente adequado, adicionar 20 ml de água e homogeneizar. In- corporar o xarope simples, a baunilha e os parabenos, previamente dissolvidos no álcool etílico, completar o volume com água e ho- m o g e n e i z a r.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Suspender o uso se houver mudança de coloração, odor ou

crescimento bacteriano na emulsão. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Laxante e lubrificante intestinal. 7.2. Modo de usar Uso externo. Administrar, por via oral, 30 ml à noite. HIDRÓXIDO DE ALUMÍNIO, SUSPENSÃO 1. SINONÍMIA Suspensão de hidróxido de alumínio. 2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade hidróxido de alumínio gel 6 g sacarina anidra sódica 0,01 g benzoato de sódio 0,525 g carboximetilcelulose sódica 0,5 g glicerina 2,5 ml essência 0,1 ml água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dissolver o benzoato de sódio, a sacarina anidra sódica em

quantidade suficiente de água. Separadamente, dispersar a carboxi- metilcelulose sódica na glicerina em quantidade suficiente de água e adicionar a essência. Após a total dispersão da carboximetilcelulose acrescentar o hidróxido de alumínio, previamente tamisado. Acres- centar a água, sob agitação, completar o volume e homogeneizar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco ou vidro âmbar,

bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Obstipante. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Antiácido, coadjuvante no tratamento de úlceras gástricas e

duodenais e, também, na esofagite de refluxo. 7.2. Modo de usar Uso interno. De cinco a 10 ml, quatro vezes ao dia, 15 minutos antes das

refeições e antes de deitar, ou a critério médico. HIDRÓXIDO DE ALUMÍNIO E HIDRÓXIDO DE MAG-

NÉSIO, SUSPENSÃO 1. SINONÍMIA Suspensão de hidróxido de alumínio com magnésio. 2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade hidróxido de alumínio gel 6 g hidróxido de magnésio 4 g sacarina anidra sódica 0,01 g benzoato de sódio 0,525 g carboximetilcelulose sódica 0,5 g glicerina 2,5 ml essência 0,1 ml água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dissolver o benzoato de sódio, a sacarina anidra sódica em

quantidade suficiente de água. Separadamente, dispersar a carboxi- metilcelulose sódica na glicerina em quantidade suficiente de água e adicionar a essência. Após a total dispersão da carboximetilcelulose acrescentar o hidróxido de alumínio e o hidróxido de magnésio,

previamente tamisados. Acrescentar a água, sob agitação, completar o volume e homogeneizar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco ou vidro âmbar,

bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Antiácido, coadjuvante no tratamento de úlceras gástricas e

duodenais e também, na esofagite de refluxo. 7.2. Modo de usar Uso interno. De cinco a 10 ml, quatro vezes ao dia, 15 minutos antes das

refeições e antes de deitar, ou a critério médico. HIPOSSULFITO DE SÓDIO 20% A 40%, SOLUÇÃO 1. SINONÍMIA Solução de hipossulfito de sódio. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade hipossulfito de sódio 20 a 40 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir para recipiente adequado o hipossulfito de sódio,

previamente triturado, e dissolver em água aquecida. Completar o volume, homogeneizar e filtrar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e umidade e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Uso exclusivo em consultório médico. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Indicações terapêuticas Ptiríase versicolor. Eliminar a coloração amarelo-acastanhada deixada no epi-

télio corado pelo iodo, após teste de Schiller. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar na área afetada. IODETO DE POTÁSSIO 2%, XAROPE 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: xarope. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade iodeto de potássio 2 g flavorizante qs xarope simples qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o iodeto de potássio para recipiente adequado,

triturar e solubilizar com o auxílio de 10 ml do xarope simples. Adicionar o flavorizante, completar o volume, homogeneizar e fil- t r a r.

4.1. Observação Não utilizar o xarope ainda quente no preparo desta for-

mulação. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em casos de hipertiroidismo. Não administrar em portadores de diabetes mellitus. Manter fora do alcance de crianças. Se houver descoloração do produto, este deverá ser des-

cartado. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Indicações terapêuticas Mucolítico e expectorante. 7.2. Modo de usar Uso interno. Uma colher de sopa (15 ml), duas vezes ao dia, ou a critério

médico. IODOPOVIDONA 1% A 5%, SOLUÇÃO OFTÁLMICA 1. SINONÍMIA Colírio de PVP-I. 2. FORMA FARMACÊUTICA: colírio. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade iodopovidona 0,1 g ou 0,5 g água qsp 10 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver, sob agitação, a iodopo-

vidona em água e completar o volume. Filtrar a solução diretamente para o frasco conta-gotas, previamente esterilizado, empregando equi- pamento esterilizante com membrana de porosidade 0,22 µm.

4.1. Observações A preparação de solução oftálmica deve obedecer as Boas

Práticas de Manipulação para produtos estéreis, em conformidade com a legislação vigente.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco providos de

conta-gotas, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura am- biente.

6. ADVERTÊNCIAS Desprezar a solução 30 dias após a abertura do frasco. Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da

solução. Evitar o contato do conta-gotas com os dedos e com as

superfícies das pálpebras ou do olho. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Antisséptico oftálmico, pré-operatório de cirurgias oftálmi-

cas, prevenção contra oftalmia gonocócica. Na concentração de 1% tem ação contra Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae.

7.2. Modo de usar Pré-operatório: duas a três gotas e, em seguida, lavar o(s)

olho(s) com solução estéril para irrigação. Prevenção da oftalmia gonocócica: uma ou duas gotas em

cada olho, logo após o nascimento. IODOPOVIDONA 10%, SOLUÇÃO 1. SINONÍMIA PVP-I, povidina iodo, polivinilpirrolidona iodo. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade iodopovidona 10 g álcool etílico qs glicerina 5 ml propilenoglicol 1,5 ml água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dissolver o iodopovidona em álcool etílico. Acrescentar o

propilenoglicol e a glicerina, completar o volume com água, ho- mogeneizar e filtrar. O pH final deverá estar em torno de 5,5.

4.1. Observações O pvp-I pode ser preparado na forma farmacêutica de gel de

carboximetilcelulose na concentração de 10% para antissepsia bucal antes de procedimentos cirúrgicos. O produto pode manchar roupas e a pele. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos.

O PVP-I, na concentração de 10%, corresponde a 0,1% de iodo livre.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS O produto não deve ser usado em casos de alergia ao iodo,

feridas abertas e em curativos oclusivos. Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da

solução. Manter fora do alcance de crianças. 7 INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E POSOLOGIA

USUAL 7.1. Principais indicações terapêuticas Antisséptico para uso tópico. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar topicamente, nas áreas afetadas ou a critério mé-

dico. LACTATO DE AMÔNIO, CREME 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade lactato de amônio 12 g creme base não iônico qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Adicionar o lactato de amônio ao creme base não iônico, sob

homogeneização. 4.1. Observação Corrigir a concentração em lactato de amônio conforme o

teor especificado no Certificado de Análise do lote em utilização. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Hidratante. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar na pele, uma a duas vezes ao dia.

Nº 156, segunda-feira, 15 de agosto de 2005 9ISSN 1677-7042

CO ME

RC IA

LIZ AÇ

ÃO E

RE PR

OD UÇ

ÃO PR

OI BID

AS

.

LACTATO DE AMÔNIO, LOÇÃO 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: loção. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade lactato de amônio 12 g loção não iônica qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Adicionar o lactato de amônio a loção cremosa não iônica,

sob homogeneização. 4.1.Observação Corrigir a concentração em lactato de amônio conforme o

teor especificado no Certificado de Análise do lote em utilização. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Hidratante. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar na pele, uma a duas vezes ao dia. LÁGRIMA ARTIFICIAL 1. SINONÍMIA hidroxipropilmetilcelulose 0,05% ou 0,1% em colírio. 2. FORMA FARMACÊUTICA: colírio. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade hidroxipropilmetilcelulose 0,05 g ou 0,1 g cloreto de benzalcônio 0,001 g água qsp 10 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, diluir a hidroxipropilmetilcelulose,

sob agitação, em água recentemente aquecida. Adicionar o cloreto de benzalcônio. Completar o volume com o diluente, sob constante agi- tação, até resfriamento. Deixar em repouso por 12 horas, sob re- frigeração. Filtrar a solução diretamente para o frasco conta-gotas, previamente esterilizado, empregando equipamento esterilizante com membrana de porosidade 0,45 µm.

4.1. Observações A preparação de solução oftálmica deve obedecer as Boas

Práticas de Manipulação para produtos estéreis, em conformidade com a legislação vigente.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, providos de conta-gotas e lacre,

bem fechados e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Desprezar a solução 30 dias após a abertura do frasco e

suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da so- lução.

Evitar o contato do conta-gotas com os dedos e com as superfícies das pálpebras ou do olho.

Não devem ser usadas com lentes de contato hidrofílicas. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Lubrificante ocular, para o alívio dos olhos secos e irritações

oculares associadas à produção deficiente de lágrimas, lubrificação de próteses oculares e para uso com lentes de contato rígidas.

7.2. Modo de usar Aplicar uma a duas gotas, três a quatro vezes ao dia, ou a

critério médico. LCD E ÁCIDO SALICÍLICO, XAMPU 1. SINONÍMIA liquor carbonis detergens e coaltar saponificado, liquor car-

bonis detergens e alcatrão mineral saponificado. 2. FORMA FARMACÊUTICA: loção para uso capilar.

<!ID837929-10>

3. FÓRMULA

Componentes Quantidade LCD 5 a 10 ml ácido salicílico 2 g alantoína 0,5 g triclosana 0,3 g viofórmio 2 g xampu base qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Reduzir o ácido salicílico, a triclosana, a alantoína e o vio-

fórmio, a pó fino. Adicionar o LCD à mistura até formar uma pasta. Acrescentar e completar o volume com xampu base.

4.1. Observação O LCD é um preparado feito à base de extratos padronizados

de alcatrão mineral (coaltar) em tintura de quilaia. Tem ação redutora e antipruriginosa. Pode ser usado nas concentrações de 1% a 5% no tratamento de eczemas e dermatites, e nas concentrações de 5% a 20% no tratamento de psoríase.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Pode ocorrer irritação local e fotossensibilidade. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Psoríase, caspa, eczema e dermatite seborréica. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar o xampu sobre os cabelos, previamente, molhados

em água, massageando suavemente por alguns minutos. Enxaguar. Se necessário, repetir a aplicação.

LCD 5% A 10%, XAMPU 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: loção para uso capilar. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade LCD 5 ml alantoína 0,5 g triclosana 0,3 g viofórmio 2 g xampu base qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, reduzir a triclosana, a alantoína e o

viofórmio a pó fino. Adicionar o LCD até formação de uma pasta. Completar o volume com xampu base. Acertar o pH para 6,5, se necessário, com solução de ácido cítrico a 40%.

4.1. Observação O LCD é um preparado feito à base de extratos padronizados

de alcatrão mineral (coaltar) em tintura de quilaia. Tem ação redutora e antipruriginosa. Pode ser usado nas concentrações de 1% a 5% no tratamento de eczemas e dermatites, e nas concentrações de 5% a 20% no tratamento de psoríase.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Pode ocorrer irritação local e fotossensibilidade. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Psoríase, caspa, eczema e dermatite seborréica. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar o xampu sobre os cabelos, previamente molhados

com água, massageando suavemente por alguns minutos. Enxaguar. Se necessário, repetir a aplicação.

LEITE DE MAGNÉSIA 1. SINONÍMIA Magma de magnésio, magnésia hidratada, óxido de magnésio

hidratado. 2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade hidróxido de magnésio 8 g ácido cítrico 0,1 g essência 0,05 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir, para recipiente adequado, o hidróxido de mag-

nésio e o ácido cítrico previamente triturados. Sob agitação, adicionar a essência e a água. Completar o volume com água e homoge- n e i z a r.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco ou vidro âmbar,

bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Antiácido, laxante suave. 7.2. Modo de usar Uso interno. Antiácido: cinco a 15 ml, duas a três vezes ao dia. Laxante: 30 ml a 60 ml. LICOR DE HOFFMANN 1. SINONÍMIA éter alcoolizado. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade éter etílico 35 ml álcool etílico qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, adicionar o éter etílico, completar o

volume com álcool etílico, homogeneizar e filtrar. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, bem fechados e à temperatura

ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Pode ocorrer irritação local e fotossensibilidade. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Utilizado para desengordurar a pele e como veículo em for-

mulações para acne, alopécia e antimicóticos tópicos, bem como, para remoção de fitas adesivas.

7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, com auxílio de algodão. LIDOCAÍNA 2%, SOLUÇÃO 1. SINONÍMIA Solução de cloridrato de lidocaína. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade cloridrato de lidocaína 2 g sacarina anidra sódica 0,1 g metilparabeno 0,15 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Aquecer parte da água e dissolver o metilparabeno. Em re-

cipiente adequado, dissolver o cloridrato de lidocaína e a sacarina anidra sódica em água. Misturar as soluções, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar ou plástico opaco,

bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Os medicamentos contendo cloridrato de lidocaína não de-

vem ser ingeridos ou engolidos. A administração deste medicamento à crianças, deve ser efe-

tuada sob supervisão de adultos. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Anestésico local. Alívio e prevenção de processos dolorosos

na cavidade oral. Gengivoestomatite herpética. 7.2. Modo de usar Uso externo. Como anestésico, aplicar na mucosa oral com auxílio de

algodão, antes do anestésico injetável. Para alívio de processos do- lorosos na cavidade oral, aplicar uma pequena quantidade nas áreas afetadas, de duas a quatro vezes ao dia, com o auxílio de haste flexível, ou a critério médico ou odontológico. Bochechar de duas a três vezes ao dia, quando a ação desejada for anestésica na gen- givoestomatite herpética.

LINIMENTO ÓLEO CALCÁREO 1. SINONÍMIA Linimento calcáreo. 2. FORMA FARMACÊUTICA: linimento. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade água de cal 50 ml óleo de linhaça 50 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar a água de cal com o óleo

de linhaça, sob agitação vigorosa, até completa homogeneização. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Dermatoses pruriginosas e queimaduras de qualquer natu-

reza. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, três a quatro vezes ao dia, di-

retamente ou embebido em gaze hidrófila. LÍQUIDO DE BÜROW 1. SINONÍMIA Solução de Bürow, solução de acetato de alumínio. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade acetato de alumínio 5 g água qsp 100 ml

Nº 156, segunda-feira, 15 de agosto de 200510 ISSN 1677-7042

COMERCIALIZAÇÃO E REPRODUÇÃO PROIBIDAS

.

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Triturar o acetato de alumínio. Transferir o pó para recipiente

adequado e dissolver em quantidade suficiente de água, sob agitação. Completar o volume com o mesmo diluente, homogeneizar e filtrar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura inferior a 25 oC. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Dermatites agudas, processos exsudativos cutâneos e alívio

de queimaduras da pele. Ação anti-séptica e adstringente. 7.2. Modo de usar Uso externo Diluir a solução com água nas proporções que podem variar

de 1/10 a 1/40 e fazer compressas a cada três ou quatro horas ou a critério médico.

LÍQUIDO DE DAKIN 1. SINONÍMIA Líquido antisséptico de Dakin, solução diluída de hipoclorito

de sódio. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade hipoclorito de sódio 10% volume correspondente a

0,45 g a 0,55 g de cloro ativo bicarbonato de sódio qs água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Padronizar o hipoclorito de sódio conforme descrito na úl-

tima edição da Farmacopéia Brasileira. Diluir a solução concentrada de hipoclorito de sódio, equivalente a 0,5 g de cloro ativo, em água. O pH da solução deverá ser ajustado com bicarbonato de sódio para que fique entre 9,0 e 10,0. A solução final não produz coloração rosa permanente quando uma amostra é pulverizada com fenolftaleina. O produto final deve conter, no mínimo, 0,45 g e, no máximo, 0,5 g de cloro ativo.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e em refrigerador. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Antisséptico local, para curativo de feridas e úlceras. Uti-

lizado em odontologia na irrigação de canais desvitalizados. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, puro ou diluído em água. LOÇÃO DE CALAMINA 1. SINONÍMIA Suspensão de calamina. 2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade calamina 8 g óxido de zinco 8 g glicerina 2 ml magma de bentonita 25 ml água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Diluir o magma de bentonita em volume igual de água.

Misturar a calamina e o óxido de zinco com a glicerina e adicionar 10 ml de magma de bentonita diluída, homogeneizando até obtençào de pasta uniforme. Gradualmente, adicionar o restante do magma di- luído. Completar o volume água e agitar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Como secativo e antiinflamatório, no alívio sintomático do

prurido e da irritação da pele. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, de 3 a 4 vezes ao

dia.

LOÇÃO DE HEES 1. SINONÍMIA Suspensão de Hees, suspensão tópica antiacne. 2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade enxofre precipitado 3 g óxido de zinco 5 g sulfato de zinco 3 g borato de sódio 5 g cânfora 0,5 g álcool etílico 33 ml acetona 33 ml água de rosas qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Solubilizar o borato de sódio em quantidade suficiente de

água fervente e deixar esfriar. Reduzir os componentes sólidos da formulação a pó fino e adicionar o álcool etílico e o borato de sódio sobre o pulverizado. Transferir para recipiente adequado e incorporar acetona à suspensão, sob agitação. Completar o volume com a água de rosas e homogeneizar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Secativo e antisséptico no tratamento da acne. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, uma a duas vezes ao dia, deixar

agir por alguns minutos e retirar com auxílio de sabão neutro. LOÇÃO DE KUMMERFELD 1. SINONÍMIA Loção de enxofre precipitado. 2. FORMA FARMACÊUTICA: loção. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade enxofre precipitado 6 g goma adraganta 1,5 g álcool canforado 10 ml álcool etílico 10 ml água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Misturar a goma adragante com o álcool etílico em recipiente

adequado. Lentamente, sob agitação, adicionar 15 ml água até formar uma emulsão. Incorporar lentamente o enxofre precipitado, previa- mente triturado, e 50 ml de água. Adicionar o álcool canforado, completar o volume com água e homogeneizar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Manter fora do alcance de crianças. 7 INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E POSOLOGIA

USUAL 7.1. Principais indicações terapêuticas Tratamento da acne e como anti-seborréico. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, à noite. LOÇÃO ROSADA 1. SINONÍMIA Suspensão rosada. 2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade enxofre precipitado 5 g resorcina 3 g álcool canforado 10 ml loção de calamina qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Triturar o enxofre em gral e acrescentar parte da loção de

calamina. Solubilizar a resorcina no álcool canforado e acrescentar à mistura anterior.Transferir para recipiente adequado, completar o vo- lume com a loção de calamina e homogeneizar.

4.1. Observação Usar luvas, máscara e óculos de proteção durante toda a

manipulação, uma vez que a formulação contém substâncias cáusticas e irritantes para olhos e pele.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Evitar contato com os olhos e mucosas. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas No tratamento da acne e como anti-seborréico. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, uma a duas vezes ao dia. Retirar

com auxílio de sabão neutro. LOTIO ALBA 1. SINONÍMIA Loção alba, loção branca. 2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade sulfato de zinco 4 g sulfeto de potássio 4 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Reduzir o sulfato de zinco a pó fino, dissolver em 45 ml de

água e filtrar. Reduzir o sulfeto de potássio a pó fino, dissolver com 45 ml de água e filtrar. Em recipiente adequado, verter o sulfeto de potássio sobre o sulfato de zinco, sob agitação. Completar o volume com água.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas No tratamento da acne e como anti-seborréico. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, uma a duas vezes ao dia. LUBRIFICANTE OCULAR, POMADA 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada oftálmica. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade vaselina líquida 10 g lanolina anidra 2,5 g vaselina sólida qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Esterilizar por calor seco, em estufa a 150 ºC, durante 60

minutos. Em ambiente estéril, misturar os componentes e envasar em bisnagas oftálmicas, previamente esterilizadas.

4.1. Observação A preparação de pomada oftálmica deve obedecer as Boas

Práticas de Manipulação para produtos estéreis, em conformidade com a legislação vigente.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em bisnagas providas de bico oftálmico, bem-fechadas, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da

pomada. Evitar o contato do frasco aplicador com a superfície ocu-

l a r. Não usar com lentes de contato. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Proteção e lubrificação ocular em: ceratite de exposição,

sensibilidade corneana diminuída, erosão corneana de repetição, ce- ratite sicca (para uso à noite), após remoção de corpo estranho, em cirurgias oftálmicas para proteger o olho não envolvido durante a cirurgia, em cirurgias não oftálmicas para lubrificar e proteger os olhos e para uso pós-cirúrgico, como lubrificante.

7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar pequena quantidade no saco conjuntival, quando ne-

cessário. NISTATINA 100 000 UI/ml, SUSPENSÃO 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: suspensão. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade nistatina 3 000 000 UI carboximetilcelulose sódica média 0,3 g sacarina anidra sódica 0,03 g ciclamato de sódio 0,015 g metilparabeno 0,03 g propilparabeno 0,015 g flavorizante qs glicerina 5 ml água qsp 30 ml

Nº 156, segunda-feira, 15 de agosto de 2005 11 ISSN 1677-7042

CO ME

RC IA

LIZ AÇ

ÃO E

RE PR

OD UÇ

ÃO PR

OI BID

AS

.

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o metilparabeno e o pro-

pilparabeno em água, previamente aquecida. Adicionar a carboxi- metilcelulose na mistura ainda aquecida, sob agitação. Reduzir a sacarina anidra sódica e o ciclamato de sódio até pó bem fino e acrescentar à mistura. Incorporar a nistatina, sob agitação, previa- mente misturada com glicerina. Adicionar o flavorizante, completar o volume com água e homogeneizar. O pH da suspensão deverá ficar entre 4,5 a 6,0. Se necessário, corrigir com as soluções padrão, des- critas no capítulo Soluções auxiliares.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, providos de con-

ta-gotas, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas No tratamento de candidíase da cavidade bucal e do trato

digestivo superior. 7.2. Modo de usar Uso interno. Prematuros e recém-nascidos: um ml (100 000 UI de nis-

tatina), quatro vezes ao dia. Lactentes: um a dois ml (100 000 a 200 000 UI de nistatina), quatro vezes ao dia. Crianças e adultos: um a seis ml (100 000 a 600 000 UI de nistatina), quatro vezes ao dia ou a critério médico.

NITRATO DE PRATA 1%, SOLUÇÃO 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade nitrato de prata 0,2 g água qsp 20 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, previamente lavado com água re-

cém-destilada, dissolver o nitrato de prata em quantidade suficiente de água. Completar o volume, homogeneizar e filtrar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, não metálicos e isentos de al-

calinidade, perfeitamente fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado como solução oftálmica. Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da

solução. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Herpes simples e genital. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar, uma vez ao dia, sobre as lesões com o auxílio de

hastes flexíveis. Se houver vesículas bolhosas, rompê-las antes da aplicação.

NITRATO DE PRATA 1%, SOLUÇÃO OFTÁLMICA 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: colírio. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade nitrato de prata 0,1 g água qsp 10 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, diluir o nitrato de prata em água,

completar o volume e homogeneizar. Filtrar a solução diretamente para o frasco conta-gotas, previamente esterilizado, empregando equi- pamento esterilizante com membrana de porosidade 0,22 µm.

4.1. Observações A preparação de solução oftálmica deve obedecer as Boas

Práticas de Manipulação para produtos estéreis, em conformidade com a legislação vigente. <!ID837929-11>

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, opacos e isentos de alcalinidade,

providos de conta-gotas e lacre, bem fechados. Conservar sob re- frigeração.

6. ADVERTÊNCIAS Desprezar a solução 30 dias após a abertura do frasco. Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da solução. Esperar o colírio atingir a temperatura ambiente para ser

aplicado. Não congelar. Evitar o contato do conta-gotas com os dedos e com as

superfícies das pálpebras ou do olho. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Antisséptico oftálmico utilizado na prevenção da oftalmia

gonocócica neonatal. 7.2. Modo de usar Aplicar duas gotas em cada olho, logo após o nascimento. ÓXIDO DE ZINCO COMPOSTO, CREME 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade vitamina A (palmitato) 500 000 UI vitamina D 40 000 UI vitamina E 300 UI óxido de zinco 15 g creme base não iônico qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, triturar o óxido de zinco. Incorporar

as vitaminas A e D e homogeneizar. Adicionar, lentamente a vitamina E e o creme base até completa homogeneização.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco ou bisnagas de

alumínio revestidas, bem fechados, ao abrigo da luz e umidade e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Dermatite amoniacal, eczemas e assaduras. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, após limpeza, duas vezes ao

dia. PASTA D'ÁGUA 1. SINONÍMIA Pasta aquosa simples. 2. FORMA FARMACÊUTICA: pasta. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade óxido de zinco 25 g talco 25 g glicerina 25 g água de cal 25 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, reduzir os componentes sólidos da

formulação a pó fino. Verter a glicerina sobre o pulverizado e mis- turar. Adicionar água de cal e misturar até consistência de pasta homogênea.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Antisséptico, secativo e cicatrizante. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia, exceto

em zonas pilosas. PASTA D'ÁGUA COM CALAMINA 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: pasta. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade óxido de zinco 25 g talco 25 g calamina 10 g glicerina 20 g água de cal qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Reduzir os componentes sólidos da formulação a pó fino.

Verter a glicerina sobre o pulverizado e misturar. Transferir para recipiente adequado, completar o volume com a água de cal e ho- m o g e n e i z a r.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Antisséptico, secativo e cicatrizante. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia, exceto

nas zonas pilosas. PASTA D'ÁGUA COM ENXOFRE 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: pasta. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade enxofre precipitado 10 g pasta D'Água qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, reduzir o enxofre precipitado a pó

fino. Adicionar a Pasta D'Água, recentemente preparada, até con- sistência de pasta homogênea.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Escabiose, principalmente, quando houver infecção secun-

dária. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, uma a duas vezes ao dia, durante

5 minutos. Repetir o tratamento após uma semana. PASTA D'ÁGUA MENTOLADA 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: pasta. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade mentol 0,5 g álcool etílico qs pasta D'Água qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, triturar o mentol com auxílio de

álcool etílico. Adicionar a pasta D'Água, recentemente preparada, até consistência de pasta homogênea.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Agitar antes de usar. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E POSOLOGIA

USUAL 7.1. Principais indicações terapêuticas Antisséptico, secativo e cicatrizante. Ação refrescante. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia, exceto

nas zonas pilosas. PASTA DE ALUMÍNIO E ZINCO 1. SINONÍMIA Alumínio 10% em pasta. 2. FORMA FARMACÊUTICA: pasta 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade alumínio metálico 10 g óxido de Zinco 5 g vaselina líquida 5 g vaselina sólida qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, triturar o alumínio metálico e o

óxido de zinco. Incorporar o triturado a mistura de vaselinas, até completa homogeneização.

4.1. Observação Utilizar equipamento de proteção individual durante o pre-

paro da formulação. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da umidade e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Escaras. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, uma a duas vezes ao dia. Em-

pregar óleo mineral para retirar o produto. PASTA DE LASSAR 1. SINONÍMIA Pasta de óxido de zinco, pasta de zinco. 2. FORMA FARMACÊUTICA: pasta. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade óxido de zinco 25 g amido 25 g vaselina sólida qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, pulverizar o óxido de zinco e o

amido. Sob agitação, incorporar a mistura de pós à vaselina sólida até aspecto homogêneo.

4.1. Observação Se necessário, fundir a vaselina branca em banho-maria , à

temperatura de 50-55 oC para facilitar a homogeneização. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente.

Nº 156, segunda-feira, 15 de agosto de 200512 ISSN 1677-7042

COMERCIALIZAÇÃO E REPRODUÇÃO PROIBIDAS

.

6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Evitar o contato com os olhos e mucosas. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Dermatoses pruriginosas, antisséptico, secativo e cicatrizante

no tratamento de feridas e úlceras. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia, podendo

cobrir com gaze. PASTA DE UNNA DURA 1. SINONÍMIA Cola ou gelatina de zinco de Unna dura. 2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade óxido de zinco 10 g gelatina 30 g glicerina 30 ml água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Solubilizar a gelatina em água morna e, sob aquecimento,

adicionar parte da glicerina. Acrescentar e misturar, lentamente, o óxido de zinco tamisado e o restante da glicerina.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e da umidade e à temperatura ambiente. Os recipientes devem resistir à temperatura de banho-ma-

ria. 6. ADVERTÊNCIAS Antes da aplicação, o paciente deve elevar as pernas, a 45º,

durante, no mínimo, 30 minutos. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Úlcera varicosa não infectada, varizes e edemas linfáticos. 7.2. Modo de usar Uso externo Lavar a região afetada (perna ou o pé), secar e passar pe-

quena quantidade de talco. Aplicar a pasta de Unna, previamente aquecida em banho-maria, e cobrir com bandagem de gaze, iniciando na parte distal em direção à proximal. Em geral, aplicar quatro ca- madas de pasta, sendo todas recobertas por bandagem. A bota deverá ser substituída, inicialmente, a cada três dias e depois mais espa- çadamente. Se as condições da pele circundante não forem boas, pode-se empregar compressão com atadura elástica.

PASTA DE UNNA MOLE 1. SINONÍMIA Cola ou gelatina de Unna mole. 2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade óxido de zinco 10 g gelatina 15 g glicerina 25 ml água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Solubilizar a gelatina na água morna e, sob aquecimento,

adicionar parte da glicerina. Acrescentar e misturar, lentamente, o óxido de zinco tamisado e o restante da glicerina.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e da umidade e à temperatura ambiente. Os recipientes devem resistir à temperatura de banho-ma-

ria. 6. ADVERTÊNCIAS Antes da aplicação, o paciente deve elevar as pernas, a 45º,

durante, no mínimo, 30 minutos. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Úlcera varicosa não infectada, varizes e edemas linfáticos. 7.2. Modo de usar Uso externo. Lavar a região afetada (perna ou o pé), secar e passar pe-

quena quantidade de talco. Aplicar a pasta de Unna, previamente aquecida em banho-maria, e cobrir com bandagem de gaze, iniciando na parte distal em direção à proximal. Em geral, aplicar quatro ca- madas de pasta, sendo todas recobertas por bandagem. A bota deverá ser substituída, inicialmente, a cada três dias e depois mais espa- çadamente. Se as condições da pele circundante não forem boas, pode-se empregar compressão com atadura elástica.

PASTA DE ZINCO SALICILADA 1. SINONÍMIA Pasta de Lassar salicilada. 2. FORMA FARMACÊUTICA: pasta. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade ácido salicílico 2 g óxido de zinco 24,5 g amido 24,5 g vaselina sólida qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Fundir a vaselina em banho-maria à temperatura de 90 ºC.

Pulverizar o ácido salicílico, o óxido de zinco e o amido. Sob agi- tação, incorporar a mistura de pós à vaselina até aspecto homo- gêneo.

4.1. Observação Esta formulação poderá ser preparada a partir da Pasta de

lassar, incorporando o ácido salicílico aos poucos, até a pasta apre- sentar aspecto homogêneo.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico leitoso, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Antisséptico cutâneo e secativo. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, duas ou mais vezes por dia,

podendo cobrir com gaze. PERMANGANATO DE POTÁSSIO 100 mg, PÓ 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: pó. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade permanganato de potássio 100 mg envelope 1 unidade

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar individualmente o permanganato de potássio e trans-

ferir para o envelope de papel manteiga. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em envelopes de papel manteiga, ao abrigo da luz, umidade

e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Possui risco de explosão se entrar em contato com subs-

tâncias orgânicas ou prontamente oxidáveis. Manter fora do alcance de crianças. Os cristais e as soluções concentradas de permanganato de

potássio são cáusticos, mesmo as soluções diluídas, são irritantes aos tecidos e tingem a pele de marrom. No caso de acidentes por in- gestão, os sintomas de envenenamento são náuseas, vômitos de cor marrom, corrosão, edema, desenvolvimento de tonalidade marrom na mucosa bucal, hemorragia gastrintestinal, danos hepático e renal e depressão cardiovascular.

O uso excessivo na mucosa vaginal pode alterar o pH va- ginal (4,5 a 5), acelerando a descamação do epitélio e interferindo com o ecossistema vulvovaginal, eliminando os bacilos de Döeder- lein. As duchas vaginais devem ser usadas, exclusivamente, em casos de infecções purulentas.

7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Dermatites exsudativas, como adstringente e bactericida. 7.2. Modo de usar Uso externo. Diluir o pó no momento do uso, em um a quatro litros de

água e usar na forma de compressas ou no banho, a critério mé- dico.

PERÓXIDO DE BENZOÍLA, GEL 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: gel. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade peróxido de benzoíla 2,5 a 5 g propilenoglicol 3 ml acetona ou álcool benzílico qs gel hidroalcoólico qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Triturar o peróxido de benzoíla com acetona, até pó bem

fino, e completa evaporação da mesma. Adicionar o propilenoglicol, o gel hidroalcoólico e homogeneizar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico, bem fechados, ao

abrigo da luz, umidade e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Contra-indicado para menores de 12 anos. O peróxido de benzoíla pode descolorir os cabelos e manchar

roupas. Pode ocorrer sensibilização de contato em alguns pacientes,

além de vermelhidão e descamação. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Tratamento tópico da acne. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar fina camada de gel nas áreas afetadas, uma a duas

vezes ao dia. Recomendável uso de bloqueador solar não alcoólico durante o dia.

PERÓXIDO DE BENZOÍLA 5%, LOÇÃO 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: loção. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade peróxido de benzoíla 5 g acetona ou álcool benzílico qs propilenoglicol 3 ml loção não iônica qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Triturar o peróxido de benzoíla com acetona, até pó bem

fino, e completa evaporação da mesma. Adicionar o propilenoglicol, a loção não iônica e homogeneizar.

5 EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz, umidade e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Contra-indicado para menores de 12 anos O peróxido de benzoíla pode descolorir os cabelos e manchar

roupas. Pode ocorrer sensibilização de contato em alguns pacientes,

além de vermelhidão e descamação. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Tratamento tópico da acne. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar fina camada da loção nas áreas afetadas, uma a duas

vezes ao dia.Recomendável uso de bloqueador solar não alcoólico durante o dia.

PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO 3%, SOLUÇÃO 1. SINONÍMIA Água oxigenada 10 volumes. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade solução concentrada de peróxido de hidro- gênio qs

3 g de H2O2

acetanilida em qs de álcool etílico 0,5 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar o peróxido de hidrogênio

com 70 ml de água e adicionar a acetanilida sob agitação. Completar o volume e homogeneizar.

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Usar somente sob orientação médica. Não aplicar na face. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Como antisséptico para pele e mucosas. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicação tópica, com auxílio de haste flexível. PÓ ANTI-SEBORRÉICO 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: pó. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade laurilsulfato de sódio 10 g ácido salicílico 2 g óxido de zinco 5 g bentonita qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Reduzir os componentes sólidos da formulação a pó fino,

tamisar e homogeneizar. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, bem fechados e à temperatura

ambiente.

Nº 156, segunda-feira, 15 de agosto de 2005 13ISSN 1677-7042

CO ME

RC IA

LIZ AÇ

ÃO E

RE PR

OD UÇ

ÃO PR

OI BID

AS

.

6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Anti-seborréico. 7.2. Modo de usar Uso externo. Umedecer o pó com água até consistência pastosa e aplicar

nas áreas afetadas, duas vezes ao dia. POMADA DE BELLADONA COMPOSTA 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade extrato fluído de Belladona 10 ml mentol 5 g salicilato de metila 15 g alcool etílico 10 ml pomada de lanolina e vaselina qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Solubilizar o mentol no álcool etílico, incorporar a solução

na pomada de lanolina e vaselina e misturar os demais componentes até total homogeneização.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico, bem fechados, ao

abrigo da umidade e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7 INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Contusões, hematomas e traumatismos. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas uma a duas vezes ao dia. POMADA DE WHITFIELD 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade ácido salicílico 3 g ácido benzóico 6 g pomada de polietilenoglicol (PEG) qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, triturar o ácido salicílico com o

ácido benzóico e incorporá-los à pomada de polietilenoglicol até obter aspecto homogêneo.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco ou bisnagas de

alumínio revestidas, bem fechados, ao abrigo da luz e umidade e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Usar somente com orientação médica. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Dermatofitoses plantares crônicas, com hiperpigmentação. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, à noite. POMADA PARA ASSADURAS 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade vitamina A 100 000 UI vitamina D 40 000 UI glicerina 5 ml óxido de zinco 10 g talco 5 g pomada de polietilenoglicol (PEG) qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, triturar o óxido de zinco e o talco.

Incorporar o triturado à pomada de polietilenoglicol. Sob homoge- neização, adicionar as vitaminas A e D. <!ID837929-12>

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco ou bisnagas de

alumínio revestidas, bem fechados, ao abrigo da luz e umidade e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Pomada secativa, cicatrizante utilizada na prevenção e tra-

tamento de assaduras e brotoejas. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, após limpeza, quando necessá-

rio. POMADA PARA FISSURAS DO PERÍNEO 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade acetato de hidrocortisona 0,5 g lidocaína base 2 g subgalato de bismuto 2 g óxido de zinco 10 g propilenoglicol qs pomada de polietilenoglicol (PEG) qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, reduzir os componentes sólidos da

formulação a pó fino e adicionar o propilenoglicol, até obter con- sistência de pasta. Incorporá-los à pomada de polietilenoglicol, len- tamente, até completa homogeneização.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em bisnagas de alumínio revestidas, bem fechadas e à tem-

peratura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Dor e sangramento de hemorróidas internas ou externas, pru-

ridos anais, eczema perianal, proctite branda, fissuras, pró e pós- operatório em cirurgias ano-retais.

7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar na área afetada, duas a três vezes ao dia. Com a

diminuição dos sintomas, uma aplicação ao dia por dois a três dias ou a critério médico.

SAIS PARA REIDRATAÇÃO ORAL 1. SINONÍMIA Reposição hidroeletrolítica oral. 2. FORMA FARMACÊUTICA: pó. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade cloreto de sódio 3,5 g cloreto de potássio 1,5 g citrato de sódio 2,9 g glicose 20 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado reduzir os componentes sólidos a pó

fino, tamisar, misturar bem e acondicionar em papéis. 5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em papéis farmacêuticos, devidamente fechados e acondi-

cionados em embalagem lacrada contendo dessecante. Conservar à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Usar somente sob orientação médica. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Reposição hidroeletrolítica em desidratação hipo ou normo-

tônica e manutenção da hidratação. 7.2. Modo de usar Uso interno. Dissolver o envelope em um litro de água. Administrar 100

a 150 ml/Kg de peso corporal em período de 4 a 6 horas. Se nas primeiras duas horas de tratamento os vômitos continuarem impe- dindo que o paciente administre a solução, procurar imediatamente o médico.

8. ESTABILIDADE A formação de grumos pode ser sinal de instabilidade física

da formulação. A formação de gás pode ser um indício de degradação bacteriana ou outro processo que libere gás carbônico. Os pós devem manter uma coloração uniforme e odor característico.

SOLUÇÃO ANTIMICÓTICA COM IODO 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade solução de lugol forte 10 ml ácido salicílico 2 g ácido benzóico 2 g tintura de benjoim 5 g álcool etílico 70% qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, solubilizar o ácido salicílico e o

ácido benzóico em parte do álcool etílico. Acrescentar a solução de lugol forte, a tintura de benjoim, completar o volume com o álcool etílico, homogeneizar e filtrar.

4.1. Observações Não utilizar recipientes de plástico ou metal durante o pre-

paro e o acondicionamento da solução. Usar capela de exaustão durante o preparo da solução. Utilizar equipamento de proteção individual, pois a solução

pode causar gosto metálico e sensibilidade nos dentes e gengiva. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da

solução. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Antimicótico. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia. SOLUÇÃO DE GLICEROFOSFATO DE SÓDIO IODO-

TÂNICA IODETADA 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade glicerofosfato de sódio 14 g iodo 5 g iodeto de potássio 20 g tanino 10 g solução hidro-etanólica a 20% qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dissolver, previamente, o tanino em quantidade suficiente de

solução hidro-etanólica. Acrescentar o iodeto e o iodo, sob agitação. Filtrar, adicionar o glicerofosfato de sódio e homogeneizar. A au- sência de iodo livre deve ser confirmada através do teste de amido.

4.1. Observação A solução iodo-tânica iodetada deve ser preparada, de pre-

ferência, com antecedência de 24 horas, para se formar o complexo iodo-tânico.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, providos de con-

ta-gotas, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Rinites e amidalites. 7.2. Modo de usar Uso interno. Administrar uma gota por ano de idade, duas vezes ao dia, às

refeições ou a critério médico. SOLUÇÃO DE LUGOL FORTE 1. SINONÍMIA Solução de iodo forte, solução de iodeto de potássio io-

dada. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade iodo 5 g iodeto de potássio 10 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Triturar o iodo e o iodeto de potássio em gral de vidro.

Transferir para recipiente adequado, acrescentar 10 ml de água e agitar até completa solubilização. Completar o volume com água, homogeneizar e filtrar.

4.1. Observações Não utilizar recipientes de plástico ou metal durante o pre-

paro e o acondicionamento da solução. Usar capela de exaustão durante o preparo da solução. Utilizar equipamento de proteção individual, pois a solução

pode causar gosto metálico e sensibilidade nos dentes e gengiva. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Não utilizar durante o período de gestação e amamentação. Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da

solução. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Deficiência de iodo; hipertireoidismo (adjuvante); adjuvante,

junto com um fármaco antitireóideo, na indução da involução da glândula tireóide antes da tireoidectomia; crise tirotóxica (adjuvan- te).

7.2. Modo de usar Uso interno. Adultos: Hipertireoidismo: um ml, três vezes ao dia. A 1ª dose deve

ser ingerida uma hora após a dose inicial do medicamento anti- tireóideo.

Involução da tireóide (pré-cirurgia): três a cinco gotas, três vezes ao dia, durante 10 dias antes da cirurgia, usualmente admi- nistrada concomitante com medicamento antitireóideo.

Proteção da radiação: 15 gotas ao dia, durante 10 dias. Reposição de iodo: 0,3 a um ml, três a quatro vezes ao

dia.

Nº 156, segunda-feira, 15 de agosto de 200514 ISSN 1677-7042

COMERCIALIZAÇÃO E REPRODUÇÃO PROIBIDAS

.

Crianças: Involução da tireóide (pré-cirurgia): três a cinco gotas, três

vezes ao dia, durante 10 dias antes da cirurgia, usualmente admi- nistrada concomitante com medicamento antitireóideo.

Proteção da radiação: duas a quatro gotas ao dia, durante 10 dias.

SOLUÇÃO DE LUGOL FRACA 1. SINONÍMIA Solução de iodo fraca, solução de iodeto de potássio io-

dada. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade iodo 0,15 g iodeto de potássio 0,30 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Triturar o iodo e o iodeto de potássio em gral de vidro.

Transferir para recipiente adequado, acrescentar 10 ml de água e agitar até completa solubilização. Completar o volume com água, homogeneizar e filtrar.

4.1. Observações Não utilizar recipientes de plástico ou metal durante o pre-

paro e o acondicionamento da solução. Usar de capela de exaustão durante o preparo da solução. Utilizar equipamento de proteção individual, pois a solução

pode causar gosto metálico e sensibilidade nos dentes e gengiva. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Não utilizar durante o período de gestação e amamentação. Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da

solução. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Antisséptico local. Profilaxia e tratamento ocasionados pela deficiência de iodo

e hipotirexinemia materna. 7.2. Modo de usar Antisséptico local: aplicar nas áreas afetadas, quando ne-

cessário. Profilaxia e tratamento ocasionados pela deficiência de iodo:

cinco a 10 gotas ao dia (95-190 µg/ de iodo/dia). Hipotirexinemia materna: para mulheres grávidas e lactantes,

15 gotas ao dia. SOLUÇÃO DE SCHILLER 1. SINONÍMIA Solução de iodo composto, solução de iodo para teste de

S c h i l l e r. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade iodo 2 g iodeto de potássio 4 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Triturar o iodo e o iodeto de potássio em gral de vidro.

Transferir para recipiente adequado, acrescentar 10 ml de água e agitar até completa solubilização. Completar o volume com água, homogeneizar e filtrar.

4.1. Observações Não utilizar recipientes de plástico ou metal durante o pre-

paro e o acondicionamento da solução. Usar capela de exaustão durante o preparo da solução. Utilizar equipamento de proteção individual, pois a solução

pode causar gosto metálico e sensibilidade nos dentes e gengiva. 5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Suspender o uso se houver mudança de coloração ou odor da

solução. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações Teste de Schiller. 7.2. Modo de usar Uso externo. Uso exclusivo em consultório médico. SOLUÇÃO PARA REIDRATAÇÃO ORAL 1. SINONÍMIA Repositor hidroeletrolítico oral. 2. FORMA FARMACÊUTICA: solução. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade cloreto de sódio 0,012 g cloreto de potássio 0,149 g cloreto de cálcio hidratado 0,030 g cloreto de magnésio hexaidratado 0,041g lactato de sódio 0,314 g sacarina anidra sódica 0,1 g glicose monoidratada 5 g metilparabeno 0,1 g flavorizante 0,5 g água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dissolver o metilparabeno em quantidade suficiente de água

previamente aquecida. Resfriar. Reduzir os componentes sólidos da formulação a pó fino. Transferir para recipiente adequado, adicionar o metilparabeno, a água e agitar até completa dissolução. Acrescentar o flavorizante, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Se a solução turvar, formar gás ou apresentar crescimento

microbiano, suspender o uso. A solução não deve apresentar partículas. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Reposição hidroeletrolítica oral, em desidratação hipo ou

normotônica e manutenção da hidratação. 7.2. Modo de usar Uso interno.

Idade Peso Corporal (Kg) Dose diária (ml) 3 dias 3,0 250 - 300 10 dias 3,2 400 - 500 3 meses 5,4 750 - 850 6 meses 7,3 900 - 1100 9 meses 8,6 1100 - 1250 1 ano 9,5 1250 - 1300 2 anos 11 , 8 1350 - 1500 4 anos 16,2 1600 - 1800 6 anos 20,0 1800 - 2000 10 anos 28,7 2000 - 2500

SULFADIAZINA DE PRATA 1%, CREME 1. SINONÍMIA Creme de sulfadiazina de prata, creme de sulfadiazina ar-

gêntica. 2. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade sulfadiazina de prata 1 g butilidroxitolueno (BHT) 0,05 g propilenoglicol 5 ml álcool etílico qs creme base aniônico qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, triturar a sulfadiazina de prata e

acrescentar o propilenoglicol, misturar até obter uma pasta homo- gênea. Acrescentar o creme base aniônico e o butilidroxitolueno, previamente solubilizado em álcool etílico e homogeneizar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco ou bisnagas de

alumínio, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Queimaduras de 2° e 3° graus, escaras, piodermites e re-

cuperação do tecido cutâneo em úlceras varicosas infectadas. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar pequena quantidade nas áreas afetadas, duas a três

vezes ao dia ou a critério médico. SULFATO FERROSO, XAROPE 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: xarope. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade sulfato ferroso heptaidratado 4 g ácido cítrico anidro 0,21 g açúcar 82,5 g flavorizante 0,2 ml água qsp 100 ml

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o sulfato ferroso, o ácido

cítrico anidro, o flavorizante e 20 g de açúcar em 50 ml de água. Filtrar. Dissolver o restante do açúcar no filtrado, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar com auxílio de gaze.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, bem fechados, ao

abrigo da luz e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Não administrar em portadores de diabetes mellitus. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Tratamento e profilaxia de anemia ferropriva. 7.2. Modo de usar Uso interno. Tratamento de anemia: 500 mg a 1 000 mg de sulfato ferroso

ao dia, em doses fracionadas. Profilaxia de anemia: 300 mg a 600 mg de sulfato ferroso ao

dia, em doses fracionadas. SUPOSITÓRIO DE GLICERINA 1. SINONÍMIA Supositório glicerinado. 2. FORMA FARMACÊUTICA: supositório. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade estearato de sódio 9 g glicerina qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, aquecer a glicerina até cerca de 50

ºC e, sob agitação, dissolver o estearato de sódio. Verter a mistura ainda quente para o molde adequado. Deixar esfriar e remover os supositórios.

4.1. Observações Recomenda-se usar moldes de metal, previamente aquecidos.

Após o resfriamento e a solidificação, remover supositórios. Moldes para lactentes (1 g), crianças (1,5 g a 2 g) e adultos (2,5 g a 3 g).

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em papel laminado ou blister, bem fechados, ao abrigo da

luz e da umidade Conservar em temperatura inferior a 25 oC. 6. ADVERTÊNCIAS O supositório pode ser umedecido com água antes da in-

serção, para reduzir a tendência inicial da base de retirar água das mucosas, irritando os tecidos.

Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Laxante. 7.2. Modo de usar Uso externo. Adultos e Crianças: introduzir o supositório no reto, até que

advenha a vontade de evacuar. Bebês: introduzir o supositório por via retal, pela parte mais

afilada Pode-se deixar o supositório de glicerina atuar de 15 a 30

minutos. Não é necessário que o produto se dissolva completamente para que produza o efeito desejado.

TALCO MENTOLADO 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: talco. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade mentol 1 g talco qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Reduzir o mentol a pó fino, adicionar o talco e homoge-

n e i z a r. 4.1. Observação O mentol poderá ser triturado em quantidade suficiente de

álcool etílico 96 ºGL antes da incorporação do talco. Deixar o álcool evaporar, totalmente, antes da adição do talco.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e da umidade e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Dermatoses pruriginosas. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, duas a três vezes ao dia. TIABENDAZOL 5%, CREME 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade tiabendazol 5 g propilenoglicol 10 ml creme não iônico qsp 100 g

Nº 156, segunda-feira, 15 de agosto de 2005 15ISSN 1677-7042

CO ME

RC IA

LIZ AÇ

ÃO E

RE PR

OD UÇ

ÃO PR

OI BID

AS

.

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, triturar o tiabendazol até pó bem

fino, adicionar o propilenoglicol e misturar até obter dispersão ho- mogênea. Adicionar o creme não iônico e homogeneizar.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco ou bisnagas de

alumínio revestidas, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Usar somente com orientação médica. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Tratamento de escabiose e larva migrans cutânea. 7.2. Modo de usar Uso externo. Tratamento da escabiose: tomar banho quente, de não menos

que 10 minutos de duração, à noite, durante cinco dias consecutivos. Em seguida, secar rapidamente a pele e aplicar a pomada sobre as zonas lesadas e áreas vizinhas, friccionando suavemente. Na manhã seguinte, tomar outro banho e aplicar, novamente, a pomada. Durante o tratamento, ferver a roupa de cama, antes de lavar.

Tratar simultaneamente todos os membros doentes da fa- mília. Caso necessário, o tratamento poderá ser prolongado por mais cinco dias.

Tratamento da larva migrans: friccionar a pomada na ex- tremidade ativa das trilhas ou túneis escavados pelo parasita, três vezes ao dia, durante cinco dias.

TIABENDAZOL 5%, POMADA 1. SINONÍMIA 2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 3. FÓRMULA

Componentes Quantidade tiabendazol 5 g pomada de polietilenoglicol (PEG) qsp 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, triturar o tiabendazol até pó bem

fino e incorporar a pomada de polietilenoglicol até obter aspecto homogêneo.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco ou bisnagas de

alumínio revestidas, bem fechados, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente.

6. ADVERTÊNCIAS Usar somente com orientação médica. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Tratamento de escabiose e larva migrans cutânea. 7.2. Modo de usar Uso externo Tratamento da escabiose: tomar banho quente, de não menos

que 10 minutos de duração, à noite, durante cinco dias consecutivos. Em seguida, secar rapidamente a pele e aplicar a pomada sobre as zonas lesadas e áreas vizinhas, friccionando suavemente. Na manhã seguinte, tomar outro banho e aplicar, novamente, a pomada. Durante o tratamento, ferver a roupa de cama, antes de lavar.

Tratar simultaneamente todos os membros doentes da fa- mília. Caso necessário, o tratamento poderá ser prolongado por mais cinco dias.

Tratamento da larva migrans: friccionar a pomada na ex- tremidade ativa das trilhas ou túneis escavados pelo parasita, três vezes ao dia, durante cinco dias.

VASELINA SALICILADA 1. SINONÍMIA Pomada de ácido salicílico. 2. FORMA FARMACÊUTICA: pomada. 3. FÓRMULA

Componentes 1% 2% 5% 10% 20% ácido salicílico 1 g 2 g 5 g 10 g 20 g vaselina líquida 0,3 g 0,7 g 1,7 g 3,4 g 6,8 g vaselina sólida qsp 100 g 100 g 100 g 100 g 100 g

4. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, incorporar o ácido salicílico à va-

selina líquida. Adicionar a vaselina sólida, misturando até completa homogeneização.

5. CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, bem fechados,

ao abrigo da luz e da umidade e à temperatura ambiente. 6. ADVERTÊNCIAS Nas concentrações superiores a 10%, utilizar luvas de látex

no momento da aplicação. Manter fora do alcance de crianças. 7. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E MODO DE USAR 7.1. Principais indicações terapêuticas Concentrações abaixo de 2% têm ação essencialmente que-

ratoplástica e concentrações superiores a 2% têm ação queratolítica. 7.2. Modo de usar Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas, à noite, e retirar pela manhã. As preparações contendo ácido salicílico a 10% ou 20%

apresentam propriedade queratolítica forte, e sua aplicação deve ser efetuada com muita precaução, sendo recomendável a utilização de espátulas ou luvas de proteção.

<!ID837929-13>

VIII BASES PARA O PREPARARO DAS FORMULA- ÇÕES

CONDICIONADOR BASE 1. FORMA FARMACÊUTICA: emulsão cremosa. 2. TIPO DE EMULSÃO: O/A. 3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES Emulsão catiônica destinada a devolver aos cabelos as pro-

priedades perdidas durante o processo de lavagem com um xampu aniônico ou após tratamento químico. Compatível com silicones, manteiga de karité, filtro solar, proteínas hidrolisadas, polímero qua- ternizado, extratos e óleos vegetais.

4. FÓRMULA

Componentes Quantidade Fase aquosa água 45 g EDTA dissódico 0,05 g solução conservante de parabenos 3,3 g Fase oleosa acetato de cetila e álcool de lanolina acetilada 1 g dimeticona 2 g butilidroxitolueno (BHT) 0,05 g cloreto de cetil trimetil amônio a 50% 2 g álcool cetoestearílico 4 g álcool cetoestearílico etoxilado 20 OE 0,8 g Fase complementar solução conservante de imidazolidiniluréia a 50% 0,6 g água qsp 100 g

5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Aquecer, separadamente, a fase oleosa e a fase aquosa à

temperatura, aproximada, de 70 ºC. Sob agitação, adicionar a fase aquosa à fase oleosa e resfriar a, aproximadamente, 40 ºC. Adicionar a fase complementar, sob agitação, até atingir a temperatura ambiente. Verificar o pH e, se necessário, corrigi-lo com auxílio de ácido fos- fórico, de forma para 3,8 - 4,0.

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco ou de vidro

âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. CREME ANIÔNICO 1. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 2. TIPO DE EMULSÃO: O/A. 3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES Creme aniônico emoliente, de baixa irritabilidade e oleo-

sidade, de alta resistência aos princípios ativos que requerem veículos com este caráter, como hidroquinona, dihidroxiacetona e resorcina. Esta base diferencia-se do creme base aniônico por apresentar menor potencial de irritabilidade.

4. FÓRMULA

Componentes Quantidade Fase aquosa EDTA dissódico 0,05 g solução conservante de parabenos 3,3 g cetilfosfato de dietanolamina 1,5 g água qsp 100 g Fase oleosa triglicerideos dos ácidos cáprico/caprílico 4 g álcool cetoestearílico 9 g butilidroxitolueno (BHT) 0,05 g Fase complementar ciclometicona 2 g solução conservante de imidazolidiniluréia a 50% 0,6 g

5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Aquecer, separadamente, a fase oleosa e a fase aquosa à

temperatura, aproximada, de 70 ºC. Sob agitação, adicionar a fase aquosa à fase oleosa e resfriar a, aproximadamente, 40 ºC. Adicionar a fase complementar, sob agitação, até atingir a temperatura ambiente. Verificar o pH e, se necessário, para 5,5 a 6,5, com o auxílio das soluções acidulantes ou alcalinizantes, descritas em Soluções auxi- liares.

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, ao abrigo da

luz e à temperatura ambiente. CREME BASE ANIÔNICO 1. FORMA FARMACÊUTICA: emulsão cremosa 2. TIPO DE EMULSÃO: O/A. 3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES Creme aniônico, emoliente, de baixa oleosidade, de alta re-

sistência aos princípios ativos que requerem veículos com este ca- ráter, como hidroquinona, dihidroxiacetona e resorcina.

4. FÓRMULA

Componentes Quantidade Fase aquosa EDTA dissódico 0,15 g solução conservante de parabenos 3,3 g água qsp 100 g

Fase oleosa álcool cetílico 2,5 g álcool cetoestearílico e cetilestearilsulfato de sódio (9:1)

24 g

glicerina 5 g oleato de decila 12 g Fase complementar solução conservante de imidazolidiniluréia a 50% 0,6 g

5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Aquecer a fase oleosa a 75 ºC e a fase aquosa a 80 ºC. Verter

a fase aquosa à fase oleosa, sob agitação vigorosa. Diminuir a agi- tação e resfriar a aproximadamente 40 ºC. Adicionar a fase com- plementar, homogeneizar e resfriar até atingir a temperatura ambiente. Verificar o pH e, se necessário, corrigir para 5,5 a 6,5, com o auxílio das soluções acidulantes ou alcalinizantes, descritas em Soluções au- xiliares.

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, ao abrigo da

luz e à temperatura ambiente. CREME BASE NÃO IÔNICO 1. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 2. TIPO DE EMULSÃO: O/A. 3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES Creme base não iônico, de toque seco. Possui aparência fina

e fácil aderência à pele, permitindo veicular princípios cosméticos em geral.

4. FÓRMULA

Componentes Quantidade Fase aquosa metilparabeno 0,15 g propilenoglicol 5 g água qsp 100 g Fase oleosa álcool cetearílico, cetearet 20, óleo mineral, álcool de lanolina e vaselina (base autoemulsionante e emoliente para cremes e loções O/A)

20 g

propilparabeno 0,05 g Fase complementar solução conservante de imidazolidiniluréia a 50% 0,3 g

5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Aquecer separadamente a fase oleosa a 80 °C e a fase aquosa

a 85 °C. Verter a fase aquosa sobre a fase oleosa com agitação. Manter a temperatura e agitar por 10 minutos. Resfriar com agitação moderada e adicionar a fase complementar na temperatura, apro- ximada, de 40 °C, sob agitação, até atingir a temperatura ambiente. Verificar o pH e, se necessário, corrigir para 5,5 a 6,5, com o auxílio das soluções acidulantes ou alcalinizantes, descritas em Soluções au- xiliares.

6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de plástico opaco, ao abrigo da

luz e à temperatura ambiente. CREME DE MONOESTEARATO DE GLICERILA

(MEG) 1. FORMA FARMACÊUTICA: creme. 2. TIPO DE FORMULAÇÃO: O/A. 3. APLICAÇÃO E PROPRIEDADES Emulsão rica em emolientes, com excelente espalhabilidade,

ideal para massagens e incorporação de princípios ativos farmacêu- ticos que necessitem de fricção para sua absorção.

4. FÓRMULA

Componentes Quantidade Fase aquosa EDTA dissódico 0,1 g propilenoglicol 10 g solução de trietanolamina a 50% 1,2 ml água qsp 100 g Fase oleosa ácido esteárico tripla-pressão 6 g monoestearato de glicerila 6 g álcool cetílico 0,8 g álcool cetoestearílico 0,7 g lanolina anidra 1 g vaselina líquida 10 g miristato de isopropila 2 g metilparabeno 0,2 g propilparabeno 0,1 g butilidroxitolueno (BHT) 0,05 g

5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Aquecer a fase oleosa a 75 °C e a fase aquosa a 80 °C.

Adicionar a fase aquosa à fase oleosa, sob agitaç