Karl Marx, Notas de estudo de Gestão Ambiental
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Introdução

Karl Heinrich Marx (Tréveris, 5 de maio de 1818 — Londres, 14 de março de

1883) foi um intelectual e revolucionário alemão, fundador da doutrina comunista

moderna, que atuou como economista, filósofo, historiador, teórico político e jornalista.

Este filósofo alemão foi expulso da maior parte dos países europeus devido ao seu

radicalismo. Seu envolvimento com radicais franceses e alemães, no agitado período de

1840, fez com que ele levantasse a bandeira do comunismo e atacasse o sistema

capitalista. Segundo este economista, o capitalismo era o principal responsável pela

desorientação humana. Ele defendia a idéia de que a classe trabalhadora deveria unir-se

com o propósito de derrubar os capitalistas e aniquilar de vez a característica abusiva

deste sistema que, segundo ele, era o maior responsável pelas crises que se viam cada

vez mais intensificadas pelas grandes diferenças sociais.

Este grande revolucionário, que também participou ativamente de organizações

clandestinas com operários exilados, foi o criador da obra o Capital, livro publicado em

1867, que tem como tema principal a economia. Seu livro mostra estudos sobre o

acúmulo de capital, identificando que o excedente originado pelos trabalhadores acaba sempre nas mãos dos capitalistas, classe que fica cada vez mais rica às custas do

empobrecimento do proletariado. Com a colaboração de Engels, Marx escreveu

também o Manifesto Comunista, onde não poupou críticas ao capitalismo.

O pensamento de Marx influencia várias áreas, tais como Filosofia, História,

Sociologia, Ciência Política, Antropologia, Psicologia, Economia, Comunicação,

Arquitetura e outras.

Direta ou indiretamente, a obra do filósofo alemão originou várias vertentes

pedagógicas comprometidas com a mudança da sociedade. A educação, para Marx,

participa do processo de transformação das condições sociais, mas, ao mesmo tempo, é

condicionada pelo processo.

Até hoje, as idéias marxistas continuam a influenciar muitos historiadores e

cientistas sociais que, independente de aceitarem ou não as teorias do pensador alemão,

concordam com a idéia de que para se compreender uma sociedade deve-se entender

primeiramente sua forma de produção.

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1. A Vida

Marx foi o terceiro de sete filhos de uma família judia de classe média da cidade

de Tréveris, na época no Reino da Rússia. Sua mãe, Henri Pressburg (1771–1840), era

judia holandesa e seu pai, Herschel Marx (1759–1834), um advogado e conselheiro de

Justiça. Herschel descende de uma família de rabinos, mas se converteu ao cristianismo

luterano em função das restrições impostas à presença de membros de etnia judaica no

serviço público, quando Marx ainda tinha 6 anos. Seus irmãos eram Sophie, Hermann,

Henriette , Louise, Emilie, Caroline e Eduard.

Em 1830, Marx iniciou seus estudos no Liceu Friedrich Wilhelm, em Tréveris,

ano em que eclodiram revoluções em diversos países europeus. Ingressou mais tarde na

Universidade de Bonn para estudar Direito, transferindo-se no ano seguinte para a

Universidade de Berlim, onde o filósofo alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel, cuja

obra exerceu grande influência sobre Marx, foi professor e reitor. Em Berlim, Marx

ingressou no Clube dos Doutores, que era liderado por Bruno Bauer. Ali perdeu

interesse pelo Direito e se voltou para a Filosofia, tendo participado ativamente do

movimento dos Jovens Hegelianos. Seu pai faleceu neste mesmo ano. Em 1841, obteve o título de doutor em Filosofia com uma tese sobre as "Diferenças da filosofia da

natureza em Demócrito e Epicuro". Impedido de seguir uma carreira acadêmica tornou-

se, em 1842, redator-chefe da Gazeta Renana (Rheinische Zeitung), um jornal da

província de Colônia; conheceu Friedrich Engels neste mesmo ano, durante visita deste

a redação do jornal.

Em 1843, a Gazeta Renana foi fechada após publicar uma série de ataques ao

governo prussiano. Tendo perdido o seu emprego de redator-chefe, Marx mudou-se

para Paris. Lá assumiu a direção da publicação Anais Franco-Alemães e foi

apresentado a diversas sociedades secretas de socialistas. Antes ainda da sua mudança

para Paris, Marx casou-se, no dia 19 de junho de 1843, com Jenny von Westphalen, a

filha de um barão da Prússia com a qual mantinha noivado (mantido em sigilo durante

anos, pois as famílias Marx e Westphalen não concordavam com a união) desde o início

dos seus estudos universitários. O irmão mais velho de Jenny vou Westphaleu foi

ministro do interior na Prússia numa das épocas mais reacionárias, de 1850 a 1858. Do

casamento de Marx com Jenny von Westphalen, nasceram cinco filhos: Franziska,

Edgar, Eleanor, Laura e Guido, além de um natimorto. Ao que consta, Franziska, Edgar

e Guido morreram na infância, provavelmente pelas péssimas condições materiais a

que a família estava submetida. Marx também teve um filho nascido de sua relação

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amorosa com militante socialista e empregada da família Marx, Helena Demuth.

Solicitado por Marx, Engels assumiu a paternidade da criança, Frederick Delemuth, e

pagando uma pensão, entregou-o a uma família de um bairro proletário de Londres.

No tratamento pessoal, Marx foi produto de seu tempo. Como moças

aristocráticas, suas filhas tinham aulas de piano, canto e desenho, mesmo que não

tivessem desenvoltura para tais atividades artísticas.

Também em 1843, Marx conheceu a Liga dos Justos (que mais tarde tornar-se-ia

Liga dos Comunistas). Em 1844, Friedrich Engels visitou Marx em Paris por alguns

dias. A amizade e o trabalho conjunto entre ambos, que se iniciou nesse período, só

seria interrompido com a morte de Marx. Na mesma época, Marx também se encontrou

com Proudhon, com quem teve discussões polêmicas e muitas divergências. E

conheceu rapidamente Bakunin, então refugiado do czarismo russo e militante

socialista. No seu período em Paris, Marx intensificou os seus estudos sobre economia política, os socialistas utópicos franceses e a história da França, produzindo reflexões

que resultaram nos Manuscritos de Paris, mais conhecidos como Manuscritos

Econômico-Filosóficos. De acordo com Engels, foi nesse período que Marx aderiu às

ideias socialistas.

De Paris, Marx ajudou a editar uma publicação de pequena circulação chamada

Vorwärts!, que contestava o regime político alemão da época. Por conta disto, Marx foi

expulso da França em 1845 a pedido do governo prussiano. Migrou então para Bruxelas

, para onde Engels também viajou. Entre outros escritos, a dupla redigiu na Bélgica o

Manifesto Comunista. Em 1848, Marx foi expulso de Bruxelas pelo governo belga.

Junto com Engels, mudou-se para Colônia, onde fundam o jornal Nova Gazeta Renana.

Após ataques às autoridades locais publicados no jornal, Marx foi expulso de Colônia

em 1849. Até 1848, Marx viveu confortavelmente com a renda oriunda de seus

trabalhos, seu salário e presentes de amigos e aliados, além herança legada por seu pai.

Entretanto, em 1849 Marx e sua família enfrentaram grave crise financeira. As

condições desta vida de emigração eram extremamente penosas, como o revela com

particular vivacidade a correspondência entre Marx e Engels (editada em 1913). Marx

e a família viviam literalmente esmagados pela miséria; sem o apoio financeiro

constante e dedicado de Engels, Marx não só não teria podido acabar O Capital, como

teria fatalmente sucumbido à miséria. Além disso, as doutrinas e as correntes

predominantes do socialismo pequeno-burguês, do socialismo não proletário em geral, obrigavam Marx a sustentar uma luta implacável, incessante e, por vezes, a defender-se

mesmo dos ataques pessoais mais furiosos e mais absurdos. Após superarem

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dificuldades conseguiram chegar a Paris, mas o governo francês proibiu-os de fixar

residência em seu território. Graças, então, a uma campanha de arrecadação de

donativos promovida por Ferdinand Lassalle na Alemanha, Marx e família conseguem

migrar para Londres.

Em 1864, foi co-fundador da "Associação Internacional dos Operários", que mais

tarde receberia o nome de 1ª Internacional. Três anos mais tarde, publica o primeiro

volume de sua obra-prima, "O Capital" (o segundo e o terceiro volumes do livro foram

publicados por seu amigo Engels em 1885 e 1894). Depois, enquanto continuava

trabalhando no livro que o tornaria conhecido em todo o mundo, Karl Marx participou

ativamente da definição dos programas de partidos operários alemães. Dentro da I

Internacional encontrou Marx a oposição tenaz dos anarquistas, liderados por Bakunin,

e em 1872, no Congresso de Haia, a associação foi praticamente dissolvida. Em

compensação, Marx podia patrocinar a fundação, em 1875, do Partido Social- Democrático alemão, que foi, porém, logo depois, proibido. Não viveu bastante para

assistir às vitórias eleitorais deste partido e de outros agrupamentos socialistas da

Europa.

Encontrando-se deprimido por conta da morte de sua esposa, ocorrida em

dezembro de 1881, Marx desenvolveu, em consequência dos problemas de saúde que

suportou ao longo de toda a vida, bronquite e pleurisia, que causaram o seu falecimento

em 1883. Foi enterrado na condição de apátrida, no Cemitério de Highgate, em Londres

.

Muitos dos amigos mais próximos de Marx prestaram homenagem ao seu funeral,

incluíndo Wilhelm Liebknecht e Friedrich Engels. Em 1954, o Partido Comunista

Britânico construiu uma lápide com o busto de Marx sobre sua tumba, até então de

decoração muito simples. Na lápide encontram-se inscritos o parágrafo final do

Manifesto Comunista ("Proletários de todos os países, uni-vos!") e um trecho extraído

das Teses sobre Feuerbach: "Os filósofos apenas interpretaram o mundo de várias

maneiras, enquanto que o objetivo é mudá-lo”.

2. As Ideias

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Durante a vida de Marx, suas idéias receberam pouca atenção de outros

estudiosos. Talvez o maior interesse tenha se verificado na Rússia, onde, em 1872, foi

publicada a primeira tradução do Tomo I d'O Capital. Na Alemanha, a teoria de Marx

foi ignorada durante bastante tempo, até que em 1879 um alemão estudioso da

Economia Política, Adolph Wagner, comentou o trabalho de Marx ao longo de uma

obra intitulada Allgemeine oder theoretische Volkswirthschaftslehre. A partir de então,

os escritos de Marx começaram a atrair cada vez mais atenção. O seu pensamento

mudou radicalmente a história política da humanidade. Inspirada em suas idéias,

metade da população do mundo empreendeu a revolução socialista, na intenção de

coletivizar as riquezas e distribuir justiça social.

Nos primeiros anos após sua morte, sua teoria obteve crescente influência

intelectual e política sobre os movimentos operários (ao final do século XIX, o

principal locus de debate da teoria era o Partido Social-Democrata alemão) e, em menor proporção, sobre os círculos acadêmicos ligados às ciências humanas –

notadamente na Universidade de Viena e na Universidade de Roma, primeiras

instituições acadêmicas a oferecerem cursos voltados para o estudo de Marx.

Marx foi herdeiro da filosofia alemã, considerado ao lado de Kant e Hegel um de

seus grandes representantes. Foi um dos maiores (para muitos, o maior) pensadores de

todos os tempos, tendo uma produção teórica com a extensão e densidade de um

Aristóteles, de quem era um admirador.

A teoria marxista é, substancialmente, uma crítica radical das sociedades

capitalistas. Mas é uma crítica que não se limita a teoria em si. Marx, aliás, se posiciona

contra qualquer separação drástica entre teoria e prática, entre pensamento e realidade,

porque essas dimensões são abstrações mentais (categorias analíticas) que, no plano

concreto, real, integram uma mesma totalidade complexa.

Karl Marx compreende o trabalho como atividade fundante da humanidade. E o

trabalho, sendo a centralidade da atividade humana, se desenvolve socialmente, sendo

o homem um ser social. Sendo os homens seres sociais, a História, isto é, suas relações

de produção e suas relações sociais fundam todo processo de formação da humanidade.

Esta compreensão e concepção do homem é radicalmente revolucionária em todos os

sentidos, pois é a partir dela que Marx irá identificar a alienação do trabalho como a

alienação fundante das demais. E com esta base filosófica é que Marx compreende

todas as demais ciências, tendo sua compreensão do real influenciado cada dia mais a ciência por sua consistência.

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3. A Educação Na Perspectiva Marxiana

O tema da educação não ocupou um lugar central na obra de Marx. Ele não

formulou explicitamente uma teoria da educação, muito menos princípios

metodológicos e diretrizes para o processo ensino-aprendizagem. Sabemos que sua

principal preocupação fora o estudo das relações sócio-econômicas e políticas e seu

desenvolvimento no processo histórico. Entretanto, a questão educacional encontra-se

inevitavelmente enredada em sua obra. Existem alguns textos que Marx, juntamente

com Engels, redigiu sobre a formação e o ensino em que a concepção de educação está

articulada com o horizonte das relações sócio-econômicas daquela época. Assim, para

compreendermos qual sua perspectiva na análise do fenômeno educativo precisamos

passar pelo seu modo de compreender a sociedade.

O ponto de partida da história, para Marx, é a existência de seres humanos reais

que vivem em sociedade e estabelecem relações. Para ele a essência do homem é o

conjunto das relações sociais. Assim, a corporeidade natural é uma condição necessária,

mas não suficiente. A humanização do ser biológico e específico só se dá dentro da

sociedade e pela sociedade. Para Marx, o homem não é algo dado, acabado. Ele é processo, ou seja, torna-se homem e, isto, a partir de duas condições básicas: a) ele

produz-se a si mesmo e, ao fazê-lo, se determina como um ser em transformação, como

o ser da práxis e; b) esta realização só pode ter lugar na história.

O que distingue o ser humano dos outros animais, conforme Marx é o fato de ele,

num dado momento da história, começar a produzir os seus próprios meios de

existência. O que o ser humano é coincide com “o que” e “como” ele produz. Ao

contrário de Hegel, para quem a consciência determina a vida concreta, real; em Marx

é a vida concreta e real que determina a consciência.

Deduz-se desta perspectiva que, para a compreensão do processo educativo, deve-

se compreender aquele (processo) pelo qual os seres humanos produzem a sua

existência, isto é, o processo produtivo, o mundo do trabalho e o âmbito de suas

relações.

A educação, na sociedade capitalista é, segundo Marx e Engels, um elemento de

manutenção da hierarquia social. A igualdade política é algo meramente formal e não

passa de uma ilusão visto que a desigualdade social é concreta e inequívoca.

Atualmente a situação não parece ser muito diferente daquela vivida e descrita por eles.

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No entanto, uma das possibilidades de viabilizar a superação das dicotomias

existentes e da emancipação do ser humano reside na integração entre ensino e trabalho.

A esta integração eles designam ensino politécnico ou formação omnilateral. Por meio

desta educação omnilateral o ser humano desenvolver-se-á numa perspectiva

abrangente isto é, em todos os sentidos. A integração entre ensino e trabalho constitui-se

na maneira de sair da alienação crescente, reunificando o homem com a sociedade. Essa

unidade, segundo Marx, deve dar-se desde a infância. O tripé básico da educação para

todos é o ensino intelectual (cultura geral), desenvolvimento físico (ginástica e

esporte) e aprendizado profissional polivalente (técnico e científico).

Marx e Engels não só indicaram freqüentemente que o trabalho físico sem

elementos espirituais destrói a natureza humana como, também, que a atividade

intelectual à margem do trabalho físico conduz facilmente aos erros de um idealismo

artificial e de uma abstração falsa. Logo, a união entre os dois dá um caráter integral à educação e tomará o lugar da formação unilateral, especializada e alienada.

Assim, o ensino aparece como instrumento para o conhecimento e também para a

transformação da sociedade e do mundo. Este é o potencial e o caráter revolucionário da

educação. O proletariado, por si só, não conquista sua consciência de classe, sua

consciência política, justamente pelo fato de ter sido privado desde o início dos meios

que lhe permitiriam consegui-lo. Por isso, há a necessidade de um processo educativo

pautado em um projeto político e pedagógico definido e voltado aos interesses da

grande maioria excluída. Aí é que surge o papel estratégico da escola, dos educadores e

intelectuais, os quais, em nosso entender, são decisivos para a construção da consciência

de classe do trabalhador.

É extremamente pertinente a concepção educativa de Marx e Engels, visto que sua

proposta recupera o sentido do trabalho enquanto atividade vital em que o homem

humaniza-se sempre mais ao invés de alienar-se e a educação é concebida, não como

instrumento de dominação e manutenção do status, mas como processo de

transformação desta situação.

Na sociedade capitalista contemporânea a educação reproduz o sistema dominante

tanto ideologicamente quanto nos níveis técnico e produtivo. Na concepção socialista, a

educação assume um caráter dinâmico, transformador, tendo sempre o ser humano e

sua dignidade como ponto de referência. Uma educação omnilateral é o que continua

fazendo falta em nossa sociedade. O atual sistema educativo, sobretudo no Brasil, vem confirmando o que se diz sobre reprodução, exclusão e dominação. Projetos político-

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pedagógicos até existem e são propostos, mas são postos em andamento aqueles que

legitimam o sistema e não representam para ele uma ameaça.

4. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS • http://www.espacoacademico.com.br, acesso em 27/04/2009;

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• http://www.vermelho.org.br/img/obras/karl, acesso em 27/08/2009;

• http://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Marx, acesso em 28/04/2009;

• http://www.culturabrasil.pro.br/zip/marx.pdf, acesso em 28/04/2009;

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de resto ta bue bom obgd
nao faz sentido dizer «literalmente esmagado pela miséria» porque assim queria dizer que ele estava a ser mesmo esmagado com alguma coisa fisica chamada miseria
Este é bom me ajudou muito uuuhhhh
muito bom me ajudou no meu trabalho de geografia
Muito interessante. Parabéns!
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