manejo integrado de solo, Projetos de Agronomia. Universidade Estadual de Maringá (UEM)
majuknippelberg
majuknippelberg

manejo integrado de solo, Projetos de Agronomia. Universidade Estadual de Maringá (UEM)

6 páginas
49Número de visitas
Descrição
trabalho sobre o manejo de solo de uma area degradada
20 pontos
Pontos de download necessários para baixar
este documento
Baixar o documento
Pré-visualização3 páginas / 6
Esta é apenas uma pré-visualização
3 mostrados em 6 páginas
Baixar o documento
Esta é apenas uma pré-visualização
3 mostrados em 6 páginas
Baixar o documento
Esta é apenas uma pré-visualização
3 mostrados em 6 páginas
Baixar o documento
Esta é apenas uma pré-visualização
3 mostrados em 6 páginas
Baixar o documento

FACULDADE INTEGRADO DE CAMPO MOURÃO

MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO

MARIA JULIA KNIPPELBERG BATISTA

CAMPO MOURÃO - PR 2017

MARIA JULIA KNIPPELBERG BATISTA

MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO

Trabalho integrador apresentado ao

curso de Agronomia da Faculdade

Integrado. Como parte das

exigências para obtenção de nota na

disciplina de Projeto integrador VI.

CAMPO MOURÃO - PR 2017

INTRODUÇÃO

Segundo Bertoni, J. 1968, os recursos naturais de caráter renovável com que natureza nos contemplou, ou seja, o solo, as florestas, fauna silvestre, a agua usada pelas plantas, as fontes, cujo o uso de preservação adequados se

convencionou dominar amplamente de conservação do solo, tem sido impiedosamente desperdiçado por uma verdadeira agricultura de exploração.

Conservação do solo deve-se entender a preservação e o desenvolvimento, de modo de proporcionar maior bem para o maior numero e pelo maior período de tempo, dos recursos naturais de caráter renovável, quais seja o solo, as florestas, as pastagens, a fauna silvestre e, em certa extensão, a agua.

A erosão dos solos não é somente um problema técnico, mas também, um problema social econômico, e o fim de qualquer programa de conservação do solo dependem de um conjunto de implicações sociais e econômicas (Bunce, 1945).

A cada ano se apresenta para o agricultor uma alternativa de continuar explorando a terra ou adotar um sistema de conservação do solo que, mantendo-lhe a produtividade, estabilize renda (Bunce, 1945).

Marques, J.Q.A, 1949, diz que para se obter um beneficio sobre a conservação do solo deve-se optar pelo cooperativismo entre os agricultores com interesses comuns. O trabalho em conjunto dos agricultores resolvera convenientemente o problema da conservação do solo. E os poderes públicos devem incentivar a arregimentação dos agricultores em cooperativas.

Para saber o manejo correto do solo devem-se saber as características do solo e planejar. O conhecimento das principais características físicas do solo, cor, textura, estrutura e porosidade, são de grande importância na orientação dos trabalhos de seu manejo e controle contra a erosão.

A erosão é causada por forças ativas, como características da chuva, a declividade e comprimento do declive do terreno e a capacidade que tem o solo de absorver agua, e por forças passivas, como a resistência que exerce o solo de absorver agua e a densidade da cobertura vegetal.

Macedo diz que, a erosão em pastagens é ocasionada principalmente pela ação dos ventos e da água e acelerada pelo manejo incorreto de animais na área, isto promove a perda de nutrientes do solo.

DESENVOLVIMENTO

O solo é um dos recursos naturais de maior importância para vida do homem. Possui inúmeras funções, sendo de extrema importância para a sustentabilidade dos sistemas naturais e fundamental na produção de alimentos. A degradação ambiental faz parte do processo evolutivo humano de

forma que conforme a população cresce, ocorre a maior utilização dos recursos naturais, muitas vezes levando a exaustão (PEREIRA, et.al., 2007).

Vários são os fatores que levam a degradação dos solos, normalmente ocorrem em duas fases, sendo a primeira denominada degradação agrícola e a segunda degradação biológica. O primeiro tipo de degradação consiste em um processo inicial, onde o sistema produtivo apresenta perda da produtividade econômica. Nesse processo as perdas ocorrem devido à redução potencial de produção das plantas cultivadas. E a degradação biológica consiste no processo final qual ocorre uma grande redução de capacidade de produção de biomassa vegetal (WADT, et.al., 2003).

Segundo o IBAMA (1990), a recuperação do local degradado será retornada a uma forma de utilização de acordo com um plano pré-estabelecido para uso do solo.

BERTONI & LOMBARDI NETO (2008) afirma que o uso de leguminosas é uma prática recomendada para recuperação de áreas degradadas, pois as leguminosas utilizam a própria vegetação para proteger o solo da erosão. A cultura também proporciona a produção de matéria orgânica, que através da incorporação, estimula diversos processos químicos e biológicos melhorando sua fertilidade,além de exibirem um sistema radicular profundo e ramificado aprofundando nas camadas do solo.

Observando a propriedade do senhor Pedro Ferreira que está localizada no sitio Carlito em Quinta do Sol - Paraná, latitude 23º44’55.50 S e longitude 52º08’12.95’’ O. Nesta área se utiliza pastagem para gado e teve inicio de erosão.

O método encontrado para o manejo foi isolar o gado desta área da propriedade e plantar uma leguminosa no local, que foi o feijão (Cajanuscajan).

Plantas de cobertura- culturas de cobertura diminuemas variações de temperatura do solos, reduzem perdas por erosão, retêm maior quantidade de agua, diminuem a evaporação e o escoamento superficial, evitam processos erosivos e promovem maior rendimento dos cultivos agrícolas. Nesse caso, também se observa o destaque para leguminosas e gramíneas cultivadas e também para plantas nativas (WADT, et.al., 2003).

Azevedo esclarece que a utilização das leguminosas para a recuperação de áreas degradadas apresenta inúmeras vantagens, devido a existência de um numero grande de espécies que ocorre em vários locais do Brasil e a relativa facilidade de obtenção de sementes. Porem, a principal preferencia pelo uso das espécies de leguminosas, se deve a característica especial que elas possuem em relação a outras plantas, que e a capacidade de se associarem com microrganismos do solo, como bactérias fixadoras de nitrogênio, que transforma o nitrogênio em ar em compostos nitrogenados assimiláveis pelos

vegetais, podendo tornar a planta parcial ou totalmente independente do aporte externo desse nutriente.

Como dito anteriormente a espécie utilizada foi o feijão CajanusCajanpo popularmente conhecido como Guandu, que é utilizado como grão, forragem e ad. Verde, esta cultura faz a fixação de N (kg/há/ano) entre 168-200 como diz na tabela de leguminosas utilizadas em áreas degradadas (RAD).

Após a colheita do feijão foi realizada a construção de terraços. O terraceamento é uma prática de combate à erosão fundamentada na construção de terraços com o proposito de disciplinar o volume do escoamento das aguas das chuvas. Essa pratica deve ser utilizada com outras praticas de conservação do solo, como palhada na área, rotação de cultura, calagem. A combinação dessas práticas de controle da erosão compõe um planejamento conservacionista.

O terracemento consiste na construção de uma estrutura transversal ao sentido de maior declive do terreno. Apresenta estrutura composta de um dique e um canal e tem a finalidade de reter e infiltrar, nos terraços em nível, ou escoar lentamente para áreas adjacentes, nos terraços em desnível ou em gradiente, as aguas das chuvas (MACHADO et.al 2014).

Após as construções dos terraços o Sr. Pedro Ferreira decidiu plantar a cultura da soja no local.

CONCLUSÃO

Os métodos escolhidos e utilizados na propriedade e executados tiveram sucesso, pois, a erosão era inicial.

Por ser uma erosão inicial ainda sim o agricultor teve um grande trabalho para recuperar a área degradada, como podemos ver acima. As leguminosas são ótimas para recuperação do solos além disso são excelentes para forragem da área ,sendo assim é um método importante para não ocorrência da erosão.

Portanto os métodos de conservação devem ser seguidos para que o solo não tenha extrema degradação.

REFERENCIAS

AZEVEDO, R.L.; RIBEIRO, G.T.; AZEVEDO, C.L.L. Feijão Guandu: Uma Planta Multiuso. Revista da Fapese, v.3, n. 2, p. 81-86. 2007.

BERTONI,J. O planejador e a utilização dos recursos naturais. Boletim da Federação dos Engenheiros-Agrônomos do Brasil (FAEB), Campinas, 1968. 23p.

BUNCE,A.C. The economics sol conservation in perspective, Iowa StateCollege Press, 1945.227p.

IBAMA. Manual de Recuperação de áreas degradadas pela mineração. Brasília, IBAMA, 1990. 96p.

MACEDO, J.R.2011. Erosão em pastagens. Portal dia de Campo. 5pg. Disponível em </https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/26838/1/ ErosAEo-em-pastagens-Portal-Dia-de-Campo.pdf/> Acesso em: 30/09/2017

MACHADO et al. Terracemento. Embrapa Acre. Disponivel em: </https:// www.embrapa.br/documents/10180/13599347/ID01.pdf/>Acesso em: 26/10/2017

MARQUES. J.Q.A. Politica de conservação do Solo. Rio de Janeiro, Ministério da Agricultura, 1949. 73p.

WADT, P.G.S.; PEREIRA, J.E.S.; GONÇALVES, R.C.; SOUZA, C.B.C.; ALVES, L.S. Práticas de conservação do solo e recuperação de áreas degradadas. Rio Branco AC, Embrapa Acre, 2003. 29p. (Embrapa Acre, Documentos. 90)

Até o momento nenhum comentário
Esta é apenas uma pré-visualização
3 mostrados em 6 páginas
Baixar o documento