Manual Patologia Podal Bovina, Manual de Zoologia
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Alsipra17 de fevereiro de 2014

Manual Patologia Podal Bovina, Manual de Zoologia

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Manual de Patologia Podal Bovina

IV Manual de Patologia Podal Bovina

Edição de 1.000 exemplares Design e Impressão: Officina Digital - Aveiro

Armando Agostinho Panhanha Sequeira Serrão

Licenciado em Outubro de 1978. Doutorado em Ciências Veterinárias , na especialidade

de cirurgia, em 1997. De 1978 a 1990 foi docente de cirurgia da Faculdade de

Ciências Agrárias da Universidade Agostinho Neto (Angola). Professor Auxiliar da

disciplina de Clínica das Espécies Pecuárias (1997-2000) da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de

Lisboa. Presentemente está ligado à área da Cirurgia. A patologia podal e a cirurgia são as matérias de seu interesse . É responsável pela disciplina opcional de Claudicações em

Espécies Pecuárias e investigador do CIISA da FMV-UTL.. Em 1989/90 fez um estágio de

pós-graduação na École Nationale Vétérinaire D`Alfort sobre as claudicações na vaca leiteira.

A Contribuição para o Estudo da Patologia Podal da vaca leiteira foi o tema da sua tese de doutoramento. Tem apresentado, frequentemente, comunicações, palestras,

conferências e cursos sobre a Patologia Podal dos Bovinos e dos pequenos ruminantes.

Manual de Patologia Podal Bovina

IV Manual de Patologia Podal Bovina

I Introdução ............................................ Pág. 4

II Conformação Exterior do Pé ................. Pág. 4

III Conformação Interna do Pé .................. Pág. 5

IV Doenças Podais ....................................... Pág. 5

1) Dermatite Digital ............................ Pág. 6

2) Dermatite Interdigital ..................... Pág. 7

3) Panarício ......................................... Pág. 7

4) Laminite .......................................... Pág. 8

5) Úlcera da Sola ................................. Pág. 8

6) Abcessos Podais .............................. Pág. 9

7) Tiloma ............................................. Pág.10

8) Erosão do Talão .............................. Pág.10

9) Fissura Vertical ................................ Pág.10

10) Fissura Horizontal .......................... Pág.11

V Medidas Preventivas ............................... Pág.11

Pedilúvios ................................................ Pág.12

VI Considerações Finais .............................. Pág.13

VII Agradecimentos ...................................... Pág.13

VIII Bibliografia Recomendada ..................... Pág.13



Manual de Patologia Podal Bovina

I - Introdução

II - Conformação Exterior do Pé

As coxeiras dos bovinos de leite provocam perdas importantes, ocupando o terceiro lugar nas perdas económicas, depois das mamites e da infertilidade. O lucro das explorações leiteiras provém da quantidade de leite produzido, da sua qua- lidade, da venda dos vitelos e do valor das vacas. As vacas coxas produzem menos lei- te e o leite de vacas coxas tratadas com an- tibióticos pode ter de ser rejeitado durante alguns dias. O custo do leite produzido por vacas coxas é, também, superior ao do leite produzido por vacas saudáveis. Vacas do- entes precisam de assistência médica e de tratamentos, requerem trabalho suplemen- tar dos tratadores, mais inseminações, mais ração por litro de leite e muitas vezes têm de ser substituídas por outras mais caras. Os agricultores devem saber que, em ter- mos económicos, as coxeiras são tão im- portantes como os problemas reprodutivos e que elas tendem a persistir se não forem prevenidas e tratadas, podendo atingir 50% do efectivo. O bem-estar dos animais e, consequente- mente, o seu potencial de produção só é

Fig. 1 – Face externa da úngula

Para compreender melhor as causas e a prevenção das coxeiras é fundamental conhecer a conformação do pé.

Cada pé é constituído por duas úngulas ou “cascos”, e por duas úngulas acessórias.

Exteriormente, cada úngula é constituída por uma parede ou muralha, uma sola e um talão.

alcançado se eles tiverem umas “patas” sa- dias. Este manual contém informação sobre as afecções que afectam os pés das vacas, as principais causas e os métodos que permi- tem prevenir essas afecções. O manual des- tina-se essencialmente aos produtores. Por

isso, embora sejam referidos os tratamentos mais adequados a cada afecção, deve ter-se presente que a maior parte dos tratamentos requer a intervenção do médico veteriná- rio. Todas as ilustrações pertencem à colecção pessoal do autor.



Manual de Patologia Podal Bovina

Fig. 2 – Face palmar da úngula

IV - Doenças Podais As afecções podais podem ser primárias e secundárias. São afecções primárias a dermatite digital, a dermatite interdigital, o panarício e a laminite. São afecções secundárias a úlcera

da sola, os abcessos podais, o tiloma, a erosão do talão, a fissura vertical e a fissura horizontal. As doenças podais são reconhecidas pela forma como se apresentam.

É importante conhecer as causas das afecções podais, uma vez que o melhor tratamento das afecções corresponde à eliminação das suas causas.

III - Conformação Interna do Pé A parede da úngula é córnea, uma modificação da pele à semelhança das unhas humanas. Esta córnea é produzida pelo córion ou “sabugo”. O córion tem um duplo papel: dá origem à córnea e serve de amortecedor dos choques sofridos pelo pé, no decurso da locomoção.

A sola da úngula é produzida pelo córion da sola.

A 3ª falange está ligada ao córion por lâminas.

A almofada plantar é espessa e elástica e tem um papel amortecedor.

A manutenção de uma adequada circulação sanguínea no “casco” é muito importante para a formação da córnea. A falta de exercício dificulta a circulação.

Fig. 3 – Conformação interna da úngula

A parede é a parte do “casco” visível quando o animal está de pé.

A porção frontal da parede é a pinça e na porção caudal temos o talão.

A zona que entra em contacto com o solo é a sola. A sola é mais macia que a parede.

A zona em que a parede e a sola se juntam chama-se linha branca.



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Tratamento O corte curativo dos “cascos”, a limpeza da ferida e aplicação local de tetraciclina tem dado bons resultados. (Fig. 8)

1) Dermatite Digital

Fig. 4 – Dermatite digital – Lesão em papilas

Fig. 5 – Lesão na face plantar dorsal Fig. 6 – Lesão hemorrágica e proliferativa

Fig. 8 – Tratamento com tetraciclinaFig. 7 – Lesão em “morangueiro”

Descrição A dermatite digital é uma ulceração (ferida) superficial circunscrita, localizada geralmente na pele plantar da quartela entre os talões e em contacto directo com a coroa. (Fig. 4).

A ferida pode, também, estar localizada na pele plantar dorsal. (Fig. 5)

Causas A dermatite digital é provocada por bacté- rias e é contagiosa.

A falta de higiene e a humidade favorecem o aparecimento da lesão.

Sintomas As vacas afectadas coxeiam. O grau de coxeira vai de leve a grave, consoante o tamanho da ferida.

A lesão provoca hemorragias e é muito dolorosa. (Fig. 6)

A doença apresenta-se com várias formas (Figs. 4, 5, 6 e 7)



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2) Dermatite Interdigital Descrição A dermatite interdigital é uma inflamação superficial da pele do espaço interdigital (Fig. 9).

Causas A doença é provocada por bactérias. A falta de higiene e a humidade favorecem o aparecimento da lesão.

Sintomas Na fase inicial da doença a coxeira é ligei- ra. Deformações da córnea dos talões pro- vocam aumento de dor e fazem com que a coxeira se torne mais severa e crónica.

As lesões estão limitadas à pele que fica espessa, ligeiramente inchada e com cros- tas (Fig.10).

Descrição É uma inflamação profunda da pele do es- paço interdigital (Fig.11).

A doença aparece principalmente em animais em pastoreio e em animais alojados em estábulos com camas de palha.

Causas A doença é provocada por bactérias e traumatismos.

3) Panarício

Fig. 9 – Inflamação superficial da pele do espaço interdigital

Fig. 10 – Pele inchada e com crostas interdigitais

Fig. 11 – Inflamação profunda da pele do espaço interdigital

Fig. 13 – Afastamento dos dedos

Tratamento O corte curativo dos “cascos”, a limpeza da ferida e a aplicação local de tetraciclina tem dado bons resultados.

Sintomas Os animais coxeiam ligeiramente de um ou mais pés pouco depois de aparecer a doença.

Em seguida a lesão torna-se mais dolorosa e aparece uma ligeira inflamação da coroa, dos talões e da quartela. Há também o afastamento dos dedos. (Fig. 12 e 13)

Tratamento Administração geral de antibióticos (peni- cilina, tetraciclinas, cefalosporinas) ou de sulfamidas.

Corte curativo dos “cascos”, limpeza geral e aplicação local de tetraciclina.

Fig. 12 – Inflamação da coroa e da quartela



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Descrição É uma inflamação do córion (sabugo) localizada e caracterizada, muitas vezes, por uma ferida na sola (Fig. 17).

Causas Os factores principais que podem provocar a úlcera da sola são: • os maus pisos; • a laminite subclínica • a falta de cuidado com os “cascos” • os maus aprumos (vacas fechadas de curvilhão) • os cubículos pequenos. (Figs. 18 e 19). Sintomas A doença começa por uma pequena hemorragia situada na parte interna da união da sola com o talão (Fig. 20).

Descrição É uma doença metabólica que origina deformações no “casco” caracterizadas por um crescimento anormal (Fig.14). A circulação de sangue no pé está alterada.

Causas A principal causa é a alimentação. Uma alimentação rica em hidratos de carbono (grãos) e pobre em fibra são os responsáveis pelo aparecimento das laminites.

Sintomas As laminites podem ser: agudas (graves), crónicas (curadas) e sub clínicas (menos grave). Quando há laminite aguda, que é rara, animal não anda. Esta forma pode dar origem a outras doenças do pé. Na la- minite subclínica a sola apresenta-se ama- rela, mole e hemorrágica (Fig. 15). Na laminite crónica as paredes da úngula (“casco”) estão deformadas e apresentam sulcos ou anéis muito visíveis (Fig. 16).

) Laminite

) Úlcera da Sola

Fig. 14 – Excesso de crescimento do casco

Fig. 15 – Hemorragias na sola

Fig. 16 – Sulcos na parede

Fig. 17 – Úlcera da sola Fig.18 – Vaca fechada de curvilhão

Tratamento A principal base do tratamento da laminite é combater a causa, principalmente o excesso de alimentos com grão.

Devem-se evitar alterações alimentares bruscas por altura do parto.

É muito importante fazer o corte funcional dos “cascos” para evitar as consequências da laminite.

Com o evoluir da lesão há uma ligeira coxeira, o pé afectado apresenta-se em abdução (para fora) e aparece uma ferida na sola (Fig. 21). Se houver complicações a coxeira é grande e a vaca fica deitada por causa da dor. Esta doença aparece geralmente nos pés posteriores e na úngula lateral.



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Fig. 19 – Cubículo pequeno – sobrecarga da úngula Fig. 20 – Úlcera – hemorragia localizada Fig. 21 – Úlcera–ferida na sola

) Abcessos Podais Descrição É uma inflamação supurada, difusa ou localizada do córion (sabugo), que provoca uma coxeira moderada ou severa. (Fig. 22)

Causas A principal causa é a penetração de corpo estranho, ou de qualquer outro material contaminado no “casco”. (Fig. 23) Sintomas A coxeira depende do local e extensão da lesão, bem como do tecido lesionado. O abcesso na região da pinça (Fig. 24) provoca uma coxeira mais intensa do que se estiver localizado no talão.

Tratamento O principal tratamento é o corte curativo do “casco” para drenar o abcesso e a colocação de um taco (Fig 25).

O abcesso é limpo e pode-se aplicar um penso.

Fig. 23 – Abcesso – corpo estranho

Fig. 24 – Abcesso – região da pinça Fig. 25 – Taco de madeira

Tratamento O principal tratamento é o corte curativo do “casco” para descomprimir a lesão. Aplica-se muitas vezes um taco na sola do “casco” bom, para tirar o peso do animal da ferida. O taco deve permanecer 3-4 semanas. A ferida é limpa e pode-se colocar um spray de antibiótico.

Fig. 22 – Abcesso podal - pus

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Descrição É uma massa dura formada pela reacção da pele do espaço interdigital e ou do te- cido subcutâneo (Fig. 26).

Causas A principal causa é a irritação crónica no local devido à dermatite interdigital ou do panarício. Nas raças de carne a origem é hereditária.

Sintomas O grau de coxeira depende do tamanho e da localização da lesão.

Tratamento Nos casos simples faz-se o corte curativo para descomprimir a lesão (Fig. 27). Nos mais complicados recomenda-se a re- moção cirúrgica.

) Tiloma

Descrição É a destruição irregular do talão sob a for- ma de sulcos ou depressões formando um “V” preto, muito característico (Fig. 28). Causas As principais causas são as bactérias que causam a dermatite interdigital, o contac- to do “casco” com produtos irritantes, e a laminite.

Sintomas Quando os sulcos são profundos, a des- truição dos talões provocam um apoio de- feituoso, causando coxeira intensa. (Fig. 29)

Tratamento Corte curativo dos “cascos” e aplicação lo- cal de tetraciclina.

) Erosão do Talão

Fig. 28 – Sulcos em “V” Fig. 29 – Sulcos profundos

Fig. 26 - Tiloma Fig. 27 - Tiloma descomprimido

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) Fissura Vertical

Fig. 30 – Prolapso do córion

Fig. 31 – Fissura profunda

10) Fissura Horizontal Descrição É um sulco transversal paralelo ao bordo coronal (Fig. 33 e 34).

A afecção é rara e a causa principal é o stress.

Infecções secundárias produzem dor e coxeira.

Podem estar afectadas as oito úngulas. Fig. 33 – Sulco transversal Fig. 34 – Sulco transversal após tratamento

Fig. 32 – Córion extirpado

Descrição É uma fenda vertical na parede frontal do “cascos”.

Em alguns casos o córion fica a descoberto. (Fig. 30)

Causas Os factores ambientais que provocam a desidratação do “casco” e os traumatismos são as principais causas.

Sintomas Se a fissura é pouco profunda, as lâminas não estão afectadas e por isso não há co- xeira.

As fissuras profundas, como atingem as lâminas, provocam coxeira (Fig. 31).

Tratamento A cirurgia é o melhor tratamento (Fig. 32).

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V - Medidas Preventivas Nutrição A laminite está relacionada com alterações do aparelho digestivo e genital. Uma ali- mentação rica em concentrado e pobre em fibra é responsável pelo aparecimento da laminite.

Esta situação é muito grave quando a ração de manutenção das vacas leiteiras secas é bruscamente substituída por uma ração rica em concentrados, imediata- mente após o parto. Por isso, a quantida- de de concentrados deve ser aumentada gradualmente após o parto. O pós-parto tem também influência na incidência das afecções podais por estar relacionado com o “stress” metabólico e com o aumento da produção leiteira.

Certos nutrientes (zinco, enxofre, biotina) são importantes na prevenção de coxei- ras.

Corte Funcional O corte funcional ou preventivo é a ope- ração praticada nos “cascos” com o fim de reduzir as lesões podais por sobrecarga dos “cascos”.

Esta operação consiste na correcção do comprimento, largura e nivelamento do casco para melhor distribuição do peso corporal e na remoção da sola solta para evitar traumatismos e a penetração de cor- pos estranhos.

Técnica de Corte No pé, começa-se pela úngula lateral e fazem-se cortes na pinça: um horizontal, outro interno e outro externo (Figuras 35, 36, 37, 38).

A seguir faz-se a remoção da sola solta (Fig. 39).

Na mão a técnica é a mesma mas começa- se pela úngula medial. Devem-se cortar as oito úngulas. A úngula deve ficar com as medidas indicadas na figura 40.

As ferramentas utilizadas são: • um tronco de contenção (Fig. 41) • tesouras • facas de “casco “(Fig. 42).

Fig. 35 – Corte horizontal

Fig. 36 – Corte interno Fig. 37 – Corte externo

Fig. 38 – Úngula lateral corrigida Fig. 39 – Remoção da sola

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Fig. 40 – Medidas normais da úngula

Fig. 41 – Tronco de contenção

Fig. 42 – Ferramentas para as úngulas

Pedilúvios O pedilúvio é uma medida complementar para prevenir lesões podais como por exemplo a dermatite interdigital.

Os produtos mais utilizados são: o formol, o sulfato de cobre e o sulfato de zinco.

O uso de antibiótico em pedilúvio é caro. Existem normas comunitárias que regula- mentam a utilização destes produtos.

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Manual de Patologia Podal Bovina

Para diminuir as coxeiras dos bovinos leiteiros devem-se tomar as seguintes medidas:

Melhorar o conforto dos animais

Melhorar as instalações

Melhorar a higiene

Melhorar a alimentação, a nutrição e o maneio

Correcção funcional periódica das úngulas

Utilizar pedilúvios

VI - Considerações Finais

Ao Professor José Robalo pela ajuda na revisão do texto e pelo apoio técnico e científico dispensado.

Ao Professor Luís Costa pelos conselhos formulados.

VII - Agradecimentos

Blowey, R. (1993) – Cattle lameness and hoofcare an illustrated guide. Farming Press, London, United Kingdom.

Espinasse, J.; Savey, M.; Thorley, C.M.; Toussaint Raven, E.; Weaver, A.D. (1984)- Atlas en couleur des affections du pied des bovins et des ovins. Terminologie internationale. Editions du Point Vétérinaire, Maisons-Alfort.

Greenough, P.R.,Schulgel L.M., Johnson, A.B. (1997) –Illustrated handbook on cattle lameness. Zinpro Corporation’s,USA.

Serrão, A.P. (1996) – Contribuição para o estudo da patologia podal da vaca leiteira. Tese de doutoramento, FMV- Universidade Técnica de Lisboa.

Toussaint Raven, E. (1985) - Cattle footcare and claw trimming. Farming Press Limited, Ipswich Suffolk.

Toussaint Raven, E. (1994) - Functional trimming. Proceedings. VIIIth International Symposium on Diseases of the Ruminant Digit and International Conference on Bovine Lameness, Banff, Canada, 328-331.

VIII - Bibliografia Recomendada

Manual de Patologia Podal Bovina

Temos por objectivo apoiar os criadores da Raça Frísia e a produção de leite em Portugal

Pelo melhoramento da raça realizamos e apoiamos:

• Registo e Certificação Genealógica • Classificação morfológica dos efectivos • Emparelhamentos correctivos • Informação e formação profissional... e as solicitações dos associados

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