Microbiologia 3º Ano, trabalho, Trabalhos de Microbiologia
xavier-oraibo-cululo-9
xavier-oraibo-cululo-9

Microbiologia 3º Ano, trabalho, Trabalhos de Microbiologia

15 páginas
8Números de download
1000+Número de visitas
Descrição
bental e seus habitantes; pelágil; manguezal.
20 pontos
Pontos de download necessários para baixar
este documento
Baixar o documento
Pré-visualização3 páginas / 15
Esta é apenas uma pré-visualização
3 mostrados em 15 páginas
Esta é apenas uma pré-visualização
3 mostrados em 15 páginas
Esta é apenas uma pré-visualização
3 mostrados em 15 páginas
Esta é apenas uma pré-visualização
3 mostrados em 15 páginas

Xavier Oraibo Cululo

Curso de Licenciatura em Ensino de Biologia com Habilidades em Química

1.Pelagil e seus Habitantes

2.Bental e seus Habitantes

3.Mangal e seus Habitantes

1

Universidade Pedagógica

Montepuez

2017

2

Xavier Oraibo Cululo

Curso de Licenciatura em Ensino de Biologia com Habilidades em Química

1.Pelagil e seus Habitantes

2.Bental e seus Habitantes

3.Mangal e seus Habitantes

Trabalho a ser apresentado ao Departamento de Ciências Naturais e

Matemática, na cadeira de

Microbiologia, curso de Biologia com

para fins avaliativos

Docente: dr. Idiamine Mussa Sabe

Universidade Pedagógica

Montepuez

2017

Índice

Introdução.................................................................................................................................. 4

1.Pelagil e seus Habitantes.........................................................................................................5

1.1.Divisões do domínio pelágico.......................................................................................... 5

2. Bentos e seus Habitantes........................................................................................................6

2.1.Habitantes dos Bentos...................................................................................................... 7

3.Manguezal e seus Habitantes.................................................................................................. 9

3.1.Factores da Distribuição do mangal e sua importância.................................................. 11

Conclusão.................................................................................................................................13

Referências Bibliográfica.........................................................................................................14

Introdução

O oceano apresenta dois grandes domínios, o pelágico e o bentónico. O domínio Pelágico

compreende toda coluna de água, da superfície ao fundo; já o domínio bentónico está

associado ao assoalho marinho, incluindo a fauna e flora que constitui a comunidade Bentónica. A comunidade neustónica está inserida no domínio pelágico, associada à lâmina

De água superficial, apresentando indivíduos com locomoção insuficiente para vencer as

correntes (comunidade planctónica), sendo esta a mais representativa e indivíduos cuja

capacidade de deslocamento vence o movimento das correntes (comunidade nectónica).

Neste trabalho, pretendemos conhecer os diferentes ecossistemas marinhos e os habitantes

que nele se encontram. Também identificar os domínios dos oceanos; Descrever cada

domínio e caracterizar os habitantes que se encontram em cada ecossistema marinho. Para a

obtenção desta informação aqui apresentada foi necessário às consultas bibliográficas da

internet de trabalhos académicos em PDF, assim como os ficheiros que docente deu durante

as secções desta cadeira de hidrobiologia, esperamos que ao caro leitor coloque as suas

sugestões para a melhoria deste e de outros trabalhos.

1.Pelágil e seus Habitantes

A zona pelágica, ambiente pelágico ou domínio pelágico (do latim pelágos, que significa o

"mar aberto") é a região oceânica onde vivem normalmente seres vivos que não dependem

dos fundos marinhos (o bentos e os organismos demersais). Trata-se do ambiente ecológico

das águas oceânicas abertas, acima do ambiente bentónico do fundo dos mares, sendo

habitado principalmente por seres planctónicos e nectónicos.[1] Esses organismos dependem

apenas das características das massas de água mais adequadas ao seu ciclo de vida, e são

conhecidos como seres pelágicos. O plâncton não é geralmente incluído entre os seres

pelágicos, uma vez que apresenta essencialmente movimento passivo, deslocando-se

principalmente com as massas de água onde vive.

O ecossistema pelágico não abrange apenas o alto mar, dele fazendo parte também as águas

que cobrem a plataforma continental. Assim, a zona pelágica começa abaixo da zona de

influência das marés, prolongando-se até o alto mar, em profundidades que variam desde

algumas dezenas de metros até aproximadamente 6000 metros. As partes próximas da

superfície recebem a luz do sol, o que permite que as plantas aquáticas realizem fotossíntese.

As partes mais profundas, embora apresentem menor diversidade, abrigam um grande

número de espécies adaptadas à escuridão.

Na cadeia alimentar do ecossistema, o fitoplâncton serve de alimento ao zooplâncton, que por sua vez constitui-se em alimento não apenas de um grande número de peixes pertencentes às

pequenas espécies pelágicas, que vivem geralmente em cardumes, como as sardinhas, as

anchovas, mas também de espécies maiores, como os atuns e muitos tubarões. O plâncton é

também a base da alimentação de várias espécies de crustáceos (como o krill e os camarões),

e de muitos moluscos cefalópodes. Também alimenta os maiores animais do planeta - as

baleias. Peixes, moluscos e crustáceos que consomem plâncton são as principais presas de

peixes maiores, mamíferos marinhos (golfinhos, focas) e aves marinhas.

Disponível: (https://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_pel%C3%A1gica).

1.1.Divisões do domínio pelágico O domínio pelágico é muitas vezes dividido em zonas de diferentes profundidades:

Epipelágica ou superficial, inclui a zona eufótica e estende-se em média até aos 200 m

de profundidade, embora possa ser limitada pela termoclima.

Mesopelágica, dos 200 m até por volta de 1000 m de profundidade.

Bati pelágica, dos 1000 até cerca de 4000 m de profundidade, dependendo da

profundidade da margem continental.

Abissopelágica, cobrindo as planícies abissais dos oceanos.

Hadopelágica, inclui as águas não associadas ao fundo das fossas abissais.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_pel%C3%A1gica.

2. Bentos e seus Habitantes Bentos são as comunidades de organismos que vive no substrato de ambientes aquáticos. A

primeira menção da expressão bentos (palavra de origem grega que significa profundidade,

inferior) foi feita em 1834 por um naturalista/artista alemão chamado ERNST HAECKEL,

que usou o termo para se referir a formas de vida que habitam o fundo dos mares. Assim, a

palavra bento tem sentido colectivo e deve ser empregada com artigo e concordância verbal

no singular. Não há plural do termos bentos.

A expressão engloba os organismos que vivem fixos ou não ao substrato, sendo comummente

empregada em áreas da ciência como ecologia, biologia marinha, limnologia e oceanografia.

O termo bento é uma contraposição aos termos plâncton e nécton que referem-se a

comunidades de organismos pelágicos que vivem na coluna de água de ambientes aquáticos.

Organismos bênticos ou bentônicos são aqueles que vivem associados ao substrato

(consolidado ou não), seja em ambientes marinhos, salobros. Esses organismos distribuem-se

dentro ou sobre os sedimentos, fixos sobre rochas e demais tipos de substratos, como por

exemplo corais.

No oceano, os organismos bentónicos também podem viver nas zonas entre marés

(conhecida como litoral), infra-litoral, batibentônica, abissobentônica e hadobentônica. As

duas primeiras fazem parte da zona costeira, enquanto as três últimas fazem parte da zona

profunda.

Devido à pouca penetração da luz na coluna de água, a distribuição de vegetais bentônicos

está limitada às camadas superficiais do ambiente marinho. Logo, a ocorrência de fitobentos

está confinada às zonas entremarés e infralitoral dos oceanos, podendo ser encontrado em

profundidades máximas de 30 a 100 metros. Sendo assim, os bentos de áreas profundas são

composto principalmente de bactérias e animais.

Fonte: Wikipedia-Bentos.

Comunidades bentónicas são frequentemente usadas como indicadores biológicos porque

elas podem fornecer informações sobre condições ambientais, devido à sensibilidade de uma

única espécie (conhecida como espécie indicadora) ou por causa de alguma característica geral que faz a comunidade integrar os sinais do ambiente (como a poluição) ao longo do

tempo, (https://pt.wikipedia.org/wiki/Bentos, acesso no dia 12 de Novembro 2017, 8h: 30

minutos).

2.1.Habitantes dos Bentos A comunidade bentónica é bastante complexa e inclui uma grande diversidade de organismos

(bactérias, fungos, plantas e animais) que podem ser classificados quanto ao seu tipo e

tamanho. A fauna invertebrada também pode ser classificada quanto à posição que ocupa no substrato.

Quanto ao tipo, os organismos bentónicos podem ser divididos em fitobentos e zoobentos

• O fito bento abrange os organismos que pertencem ao Reino Vegetal, incluindo

macroalgas, micro-algas e plantas aquáticas que apresentam raízes. O fitobentos pode ser

separado em algumas categorias, como: angiospermas semiaquáticas, angiospermas

permanentemente submersas, macroalgas talosas/filamentosas fixas a substratos duros e

microalgas unicelulares/filamentosas associadas a sedimentos não consolidados

• O zoobentos abrange os organismos que pertencem ao Reino Animal, incluindo desde

animais microscópicos até aqueles visíveis a olho nu, e ao Reino Protista. Dentro do

zoobentos, destacam-se alguns grupos mais abundantes como as esponjas, os poliquetas,

os moluscos e os crustáceos, cada qual com sua morfologia e adaptações diferentes ao

ambiente bentónico.

Fonte: Wikipedia-Bentos

Quanto ao tamanho

micro bentos: organismos menores que 0,063 mm;

Meiobentos: organismos entre 0,063 mm e 1,0 (ou 0,5) mm;

Macrobentos: organismos maiores que 1,0 (ou 0,5) mm até 10,0 mm;

mega bentos: organismos maiores que 10,0 mm.

Fonte: Wikipedia-bentos

De acordo com o substrato que ocupa

Os invertebrados bentónicos podem ser diferenciados conforme o habitat preferencial que

ocupam. A infauna ou endofauna inclui todos aqueles organismos que escavam ou se

encontram enterrados no sedimento ou nas rochas. Tais organismos são mais abundantes e

diversificados em substratos não consolidados. A endofauna de substratos duros é

representada por organismos que perfuram quimicamente ou mecanicamente rochas e madeira.

A endofauna de substratos moles, além de escavar o sedimento, também constrói túneis,

galerias, tubos e outros tipos de abrigos. Quase todos os vermes e bivalves pertencem à

endofauna de substratos moles. A epifauna inclui espécies que vivem ou se deslocam sobre o

substrato e são mais adaptadas a viver em substratos consolidados. A epifauna pode ser fixa,

vágil ou ainda ter hábito sedentário. Muitos caranguejos e gastrópodes pertencem a essa

categoria. A epifauna inclui também invertebrados epífitos, ou seja, organismos que vivem na

superfície da vegetação submersa, tais como os anfípodas,

Disponível: (https://pt.wikipedia.org/wiki/Bentos)

3.Manguezal e seus Habitantes Na óptica de SUÇUARANA, (WIKIPEDIA) o manguezal é um ecossistema costeiro que

ocorre na transição entre a terra e o mar em regiões tropicais e subtropicais do mundo,

ocupando ambientes inundados por marés, tais como: estuários, lagoas costeiras, baías e

deltas. Esses ambientes são caracterizados, não obrigatoriamente, pela mistura entre as águas

doce e salgada. As plantas que compõem o manguezal e dominam a paisagem desse

ecossistema é os mangue. Existem três principais espécies de mangues: mangue vermelho

(Rhizophora mangle), mangue preto (Avicennia schaueriana) e mangue branco (Laguncularia

racemosa). Essa baixa diversidade se deve às condições desse ecossistema, pois poucas

espécies conseguem sobreviver em ambientes com pouco oxigénio, alta concentração de sal

e solo instável.

Fonte: wikipedia-manguezal

Os mangues apresentam adaptações que lhes permitem sobreviver num ambiente com

características stressantes como o manguezal. As raízes áreas são adaptações para o solo

pobre em oxigénio. Nos mangues pretos e brancos as raízes emergem de baixo do sedimento

em direcção ao ar, e mesmo durante as maré cheia suas extremidades ficam expostas ao ar

possibilitando as trocas gasosas, essas raízes são chamadas pneumatóforos. Já o mangue

vermelho apresenta expansões no caule principal contendo lenticelas, que são buracos por

onde são feitas as trocas gasosas.

Para eliminar o excesso de sal as árvores do manguezal apresentam glândulas em suas folhas,

por isso são chamadas plantas halófitas. Para a germinação em ambiente aquático os mangues

apresentam uma importante característica: a viviparidade. As sementes germinam ainda

presas à planta mãe e são liberadas em um estágio de desenvolvimento chamado propágulo.

Os propágulos acumulam grande quantidade de reservas nutritivas, o que permite sua

sobrevivência até encontrarem local adequado para sua fixação.

O mangue vermelho é a espécie que ocorre em todo gradiente de inundação de um

manguezal, para isso essa planta possui raiz escora, na qual diversos ramos emergem do

caule e se fixam no solo, dando maior sustentação e impedindo que a planta tombe. As outras

espécies de mangue ocorrem em áreas menos inundadas.

Manguezal. Foto: saiko3p / Shutterstock.com

Segundo MONIK (2015), o manguezal possui uma variedade de nichos ecológicos, por isso

abriga uma fauna diversificada representada por anelídeos, moluscos, crustáceos, aracnídeos,

insectos, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Além disso, esse ecossistema funciona como o

verdadeiro “berçário da natureza”, pois apresenta condições ideais para reprodução e

desenvolvimento de formas juvenis de várias espécies, principalmente crustáceos e peixes.

Dentre outras importantes funções dessa vegetação, destaca-se a protecção da linha costeira

contra acções erosivas e o fato de ser fonte de renda e alimentos para as pessoas que vivem

em seu entorno, (https://www.infoescola.com/geografia/mangues-manguezal/).

3.1.Factores da Distribuição do mangal e sua importância O solo do manguezal caracteriza-se por ser húmido, salgado, lodoso, pobre em oxigênio e

muito rico em nutrientes. Por possuir grande quantidade de matéria orgânica em

decomposição, por vezes apresenta odor característico, mais acentuado se houver poluição.

Essa matéria orgânica serve de alimento à base de uma extensa cadeia alimentar, como por

exemplo, crustáceos e algumas espécies de peixes. O solo do manguezal serve como habitat

para diversas espécies, como caranguejos.

fonte: Wikipedia-manguezal Para além destes também podemos citar factores como o clima, taxa de sedimentação, regime

da maré, abrigo contra acção dos ventos, salinidade e histórias geológicas. Assim como os

mangais ocorrem na zona tropical e subtropical, zona entre marés, zonas protegidas, ao longo

da costa, lagoas, margens dos rios, nos estuários e deltas.

Dada a sua importância, os manguezais desempenham um importante papel como

exportador de matéria orgânica para os estuários, contribuindo para a produtividade primária

na zona costeira. Por essa razão, constituem-se em ecossistemas complexos e dos mais férteis

e diversificados do planeta. A sua biodiversidade faz com que essas áreas se constituam em

grandes "berçários" naturais, tanto para as espécies típicas desses ambientes, como para

animais, aves, peixes, moluscos e crustáceos, que aqui encontram as condições ideais para

reprodução, eclosão, criadouro e abrigo, quer tenham valor ecológico ou económico.

Conclusão

O oceano apresenta dois grandes domínios, o pelágico e o bentónico. O domínio Pelágico

compreende toda coluna de água, da superfície ao fundo; já o domínio bentónico está

associado ao assoalho marinho, incluindo a fauna e flora que constitui a comunidade

Bentónica. Bentos são as comunidades de organismos que vive no substrato de ambientes

aquáticos.O solo do manguezal caracteriza-se por ser húmido, salgado, lodoso, pobre em

oxigénio e muito rico em nutrientes. Por possuir grande quantidade de matéria orgânica em

decomposição, por vezes apresenta odor característico, mais acentuado se houver poluição.

Referências Bibliográfica

https://pt.wikipedia.org/wiki/Bentos, acesso no dia 12 de Novembro 2017, 8h: 30 minutos).

https: //www.infoescola.com/geografia/mangues-manguezal/ acesso no dia 12/11/2017 as

9h: 30minutos.,

https://pt.wikipedia.org/wiki/Manguezal, acesso no dia 12/11/2017 as 9h: 30minutos.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Bentos, acesso no dia 12/11/2017.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_pel%C3%A1gica, acesso as 9h:50min do dia 12/11/2017.

Até o momento nenhum comentário
Esta é apenas uma pré-visualização
3 mostrados em 15 páginas