Mini, Notas de estudo de Engenharia Ambiental
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Mini, Notas de estudo de Engenharia Ambiental

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Microsoft PowerPoint - Mini curso de Risco João Pessoa 17 AGO

1

MINI-CURSO

MAPEAMENTO DE RISCO DE EROSÃO/ESCORREGAMENTO DE

ENCOSTAS OCUPADAS

ANA PATRÍCIA NUNES BANDEIRA (Doutoranda Eng. Civil - UFPE)

ROBERTO Q. COUTINHO (Prof. UFPE - Coordenador do GEGEP)

FÁBIO LOPES SOARES (Prof. UFPB – Coordenador do GEGEO)

JOÃO PESSOA – PB

JUNHO / 2008

UFPE

Fonte: IPT-SP

DESASTRES COM MORTES NO BRASIL

(1988-2006)

277

90

34 26

99

28

64

166

228

89

23 48

85 58 68

102

57 51

13 0

50

100

150

200

250

300

1988 1989

1990 1991

1992 1993

1994 1995

1996 1997

1998 1999

2000 2001

2002 2003

2004 2005

2006

Total >1606 mortes

UFPE

INTRODUÇÃO

2

ESTADOS COM MAIOR NÚMERO DE VÍTIMAS

0

100

200

300

400

500

PE AL BA ES MG RJ SP SC

mortes (1988-2002)

UFPE

PLANO NACIONAL

Integração das políticas públicas;

Criação do Ministério das Cidades;

Criação da Secretaria de Programas Urbanos;

Ação para Redução e Erradicação de Riscos;

UFPE

3

MODALIDADES DE AÇÕES

AÇÃO DE APOIO À PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DE RISCOS EM ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS

.

(1º) Capacitação em mapeamento e

gerenciamento de risco.

.

(2º) Apoio financeiro

para elaboração de planos municipais

de redução de risco

(3º) Apoio financeiro para

elaboração de projetos de estabilização de

encostas em áreas de risco

UFPE

PERGUNTAS BÁSICAS SOBRE ACIDENTES

1) O QUE E COMO OCORRE? Identificação da tipologia dos processos

2) ONDE OCORREM OS PROBLEMAS? Mapeamento das áreas de risco

3) QUANDO OCORREM OS PROBLEMAS? Correlação com condições hidrometeorológicas adversas, (monitoramento)

4) COMO EVITAR OU REDUZIR? Medidas estruturais e não-estruturais (prevenção)

UFPE

4

MODELO DE ABORDAGEM DA UNDRO 1. Identificação e análise de riscos; 2. Adoção de medidas estruturais para a prevenção

de acidentes e a redução dos riscos; 3. Adoção de medidas não estruturais com

implantação de planos preventivos de defesa civil para os períodos das chuvas mais intensas, monitoramento e atendimento das situações de emergência;

4. Informação pública e capacitação para prevenção e autodefesa.

UNDRO - (Office of the United Nations Disasters Relief Co-Ordinator)

UFPE

UFPE

MODELO DE ABORDAGEM DA UNDRO

1. Identificação e análise de riscos; 2. Adoção de medidas estruturais; 3. Adoção de medidas não estruturais; 4. Informação pública.

CONHECIMENTO DOS PROCESSOS

ATUANTES

5

OS PROCESSOS SÃO RESPONSÁVEIS PELA MODELAGEM DA SUPERFÍCIE DA TERRA.

CONHECIMENTO DOS PROCESSOS

intemperismo, maremotos, erosão, deslizamentos, etc

vulcanismos e movimentos tectônicos

PROCESSOS EXÓGENOS Provêm da atmosfera e hidrosfera

PROCESSOS ENDÓGENOS Agem de dentro para fora da superfície da Terra

UFPE

CLASSIFICAÇÃO DOS PROCESSOS

EROSÕES - LAMINAR - LINEAR (SULCOS /

RAVINAS, VOÇOROCAS)

QUEDAS TOMBAMENTOS ESCORREGAMENTOS EXPANSÕES LATERAIS ESCOAMENTO (rastejo e

corrida)

MOVIMENTOS DE TRANSPORTE DE MASSA

MOVIMENTOS GRAVITACIONAIS DE

MASSA

UFPE

6

QUEDAS

MOVIMENTOS GRAVITACIONAIS DE MASSA

UFPE

TOMBAMENTO MOVIMENTOS GRAVITACIONAIS DE MASSA

UFPE

7

ROLAMENTO DE MATACÃO MOVIMENTOS GRAVITACIONAIS DE MASSA

UFPE

ESCORREGAMENTOS:

são movimentos rápidos, de massas bem definidas quanto ao seu volume, cujo centro de gravidade se desloca para baixo e para fora do talude.

PODEM SER:

-TRANSLACIONAIS

(PLANAR E CUNHA)

-ROTACIONAIS

(CIRCULAR)

MOVIMENTOS GRAVITACIONAIS DE MASSA

ESCORREGAMENTO EM CUNHA

ESCORREGAMENTO PLANAR ESCORREGAMENTO CIRCULAR

ESCORREGAMENTO EM CUNHA

UFPE

8

ESCORREGAMENTOS PLANARES UFPE

ESCORREGAMENTOS EM CUNHA UFPE

9

ESCORREGAMENTOS ROTACIONAIS UFPE

ESCOAMENTOS: são representados por deformações ou movimentos contínuos, estando ou não definida a superfície de ruptura.

MOVIMENTOS GRAVITACIONAIS DE MASSA

CORRIDAS: são formas rápidas de escoamento de caráter essencialmente hidrodinâmico.

RASTEJOS OU CREEP: são movimentos com velocidades muito baixas. Podem ser constantes, sazonais ou intermitentes.

ESCOAMENTOS

UFPE

10

indícios de Rastejo (BLOOM, 1988).

UFPE

CORRIDA DE AREIA

(CAMARAGIBE-PE)

11

EROSÃO HÍDRICA

EROSÃO HÍDRICA

UFPE

EROSÃO HÍDRICA

Desagregação e remoção de partículas pela ação da água

EROSÃO EM SULCOS EROSÃO LAMINAR

EROSÃO EM VOÇOROCA

EROSÃO ENTRE SULCOS

(JIMENO, 1999)

UFPE

Sulcos;

Ravinas;

Voçorocas.

12

EROSÃO LINEAR

Sulcos: São linhas de erosão de pequena profundidade (em geral < 50 cm)

UFPE

Ravinas: São linhas mais profundas de erosão (em geral > 50 cm)

EROSÃO LINEAR UFPE

13

Voçorocas:

combinam a ação do escoamento superficial à ação acelerada das águas de subsuperfície (“piping”).

EROSÃO LINEAR UFPE

Voçoroca em área urbana (Bauru-SP)

UFPE

14

UFPE

Voçoroca

CONDICIONANTES DOS PROCESSOSUFPE

- NATURAIS

- ANTRÓPICOS

15

CONDICIONANTES DOS PROCESSOS

NATURAIS ANTRÓPICOS

características dos solos e rochas relevo (morfologia e topografia) vegetação clima, pluviometria e hidrologia

cortes e aterros mineração desmatamento lançamento de água no solo fossas sanitárias lixo e entulhos

UFPE

CARACTERÍSTICAS DOS SOLOS CONDICIONANTES NATURAIS

colúvio

Fm Barreiras - arenosa

Fm Barreiras

Camadas alternadas

Fm Barreiras – leque proximal

UFPE

16

CARACTERÍSTICAS DOS SOLOS CONDICIONANTES NATURAIS

Solo residual

UFPE

RELEVO UFPE

CONDICIONANTES NATURAIS

cabeceira

tab ule

iro vertentes

17

UFPE RELEVO

CONDICIONANTES NATURAIS

BARREIRA ou

TALUDE

COLINA /MORRO

TOPO

ENCOSTA

PLANÍCIE

18

Ocupação planejadaOcupação espontânea

FORMA DE OCUPAÇÃO

CONDICIONANTES ANTRÓPICOS

UFPE

CORTE DO TALUDE PARA AMPLIAÇÃO

CONDICIONANTES ANTRÓPICOS

UFPE

CORTE NA BARREIRA PARA CONSTRUÇÃO/AMPLIAÇÃO DA CASA

19

UFPE

CONDICIONANTES ANTRÓPICOS

POSIÇÃO DA OCUPAÇÃO EM RELAÇÃO À ENCOSTA

Base da encosta = atingimento

Alto da encosta = queda

Posição média = atingimento e queda

UFPE

20

zonas de saturação gradual do solo

surgência d'água

FOSSA

CONCENTRAÇÃO DE ÁGUA UFPE

CONDICIONANTES ANTRÓPICOS

Fossas Águas servidas Vazamentos de tubos

UFPE

CONDICIONANTES ANTRÓPICOS

21

UFPE

CONDICIONANTES ANTRÓPICOS

CONCENTRAÇÃO DE ÁGUAS Fonte: Cartilha Salvador/BA

Fonte: Cartilha RMR

UFPE

22

UFPE

CONDICIONANTES ANTRÓPICOS

VEGETAÇÃO INADEQUADAS

coco jambo mamão banana

fruta-pão manga

jaca árvores grandes

algumas árvores acumulam água no solo e provocam queda de barreiras.

pequenas fruteiras, plantas medicinais e de

jardim.

pinha, acerola, urucum, laranja, limão, araçá,

goiaba, pitanga, carambola, pata-de-vaca, hortelã, jasmim, rosa, leucena,

cidreira, boldo e capim santo.

Pode-se plantar:

UFPE

23

INDICADORES DE DESLIZAMENTO

- fendas no solo;

- estalos e fissuras nas paredes;

- árvores e postes inclinados;

- batentes no solo;

- surgências de água;

- embarrigamento no pé do talude.

UFPE

FENDAS NO SOLOUFPE

24

UFPE

FENDAS NO SOLO

FISSURAS NAS PAREDES E PISOS UFPE

25

ÁRVORES E POSTES INCLINADOS UFPE

BATENTES NO SOLO

UFPE

SURGÊNCIA DE ÁGUA

26

EMBARRIGAMENTO UFPE

UFPE IDENTIFIQUE O RISCO

27

COMPOSIÇÃO DO RISCO

SUSCETIBILIDADE expressa a

probabilidade de ocorrência do

processo destrutivo.

VULNERABILIDADE expressa a fragilidade

dos elementos ameaçados pelo

processo

UFPE

R = P (ƒS) * C (ƒV) * g-1 R = risco P = possibilidade ou probabilidade de acidente C = conseqüências V = vulnerabilidade G = gerenciamento

UFPE Possibilidade de ocorrência de acidentes, onde a perda potencial de vidas e de patrimônio é considerada.

RISCO

28

IDENTIFIQUE O RISCO UFPE

MÉTODOS DE ANÁLISE

Análise quantitativa

(risco probabilístico)

Análise qualitativa

(risco relativo)

Wong et al. (1997) Pacheco (2001) Fell et al. (2005)

Pacheco & Coutinho (2006)

Gusmão Filho et al. (1992) Augusto Filho (1994)

IPT (1994) Bandeira (2003) Fell et al. (2005)

Cascini et al. (2005) MCidades (2006)

UFPE

29

ANÁLISE DE RISCO (MCidades, 2006) HIERARQUIZAÇÃO DOS RISCOS (para um inverno)

os condicionantes predisponentes e a falta de intervenção são de baixa potencialidade para o desenvolvimento dos processos. Não se observa(m) evidência(s) de processos de instabilização de encostas. É a condição menos crítica. Mantidas as condições existentes, não se espera a ocorrência de eventos destrutivos.

os condicionantes predisponentes e a falta de intervenção são de média potencialidade para o desenvolvimento de processos. Observa- se a presença de algumas evidências de instabilidade. Processo de instabilização em estágio inicial de desenvolvimento. É reduzida a possibilidade de ocorrência de eventos destrutivos.

os condicionantes predisponentes e a falta de intervenção são de alta potencialidade para a ocorrência dos processos. Observa-se a presença de significativas evidências de instabilidades. Processo de instabilização em pleno desenvolvimento. É possível a ocorrência de eventos destrutivos.

os condicionantes predisponentes e a falta de intervenção são de muito alta potencialidade para a ocorrência dos processos. As evidências de instabilidade são expressivas em grande número ou magnitude. Processo de instabilização em avançado estágio de desenvolvimento. É a condição mais crítica. É muito provável a ocorrência de eventos destrutivos.

Risco Baixo (R1)

Risco Médio (R2)

Risco Alto (R3)Risco Muito Alto (R4)

CODIFICAÇÃO DO GRAU DE RISCO

números (1, 2, 3, etc.);

termos linguísticos (baixo, médio, alto, muito alto);

cores (semáforo);

hachuras.

UFPE

30

cadastramento zoneamento

MÉTODOS DE MAPEAMENTO

Rio Camaragibe

R io

d as

T in

ta s

UFPE

SETOR 2 (R2)

SETOR 1 (R4)

R. Hugo Takahashi

Av.Eng H. A. Eiras Garcia

SETOR 3 (R2) SETOR 4 (R1)

MAPEAMENTO DE RISCO

PROPOSTA DO MINISTÉRIO DAS CIDADES

UFPE

31

PRÉ-SETORIZAÇÃO

Feita em escritório, utilizando MAPAS,

FOTOS, IMAGENS e CADASTROS

SETORIZAÇÃO

Feita no campo com o auxílio de FICHAS

DE CAMPO (check list)

ROTEIRO METODOLÓGICO (MCidades)

UFPE

80

100

90

32

33

MAPEAMENTO DE RISCO (MCidades)

Setorização (Trabalho de Campo) – Base Cartográfica – Foto aérea / Imagem – GPS – Câmera fotográfica – Fichas de campo:

Por setor Por localidade

UFPE

SETOR 2 (R2)

SETOR 1 (R4)

R. Hugo Takahashi

Av.Eng H. A. Eiras Garcia

SETOR 3 (R2) SETOR 4 (R1)

EXEMPLO DE SETORIZAÇÃO

MÉDIO

MUITO ALTO

ALTO

BAIXO

UFPE

34

MARGENS DE CÓRREGO Tipo de canal (natural/sinuoso/retificado) Distância da margem Altura do talude marginal Altura de cheias Trincas na superfície do terreno

VEGETAÇÃO NO TALUDE Presença de árvores Vegetação rasteira Área desmatada Área de cultivo

ÁGUA Concentração de água de chuva em superfície Lançamento de água servida em superfície Presença de fossas/rede de esgoto/rede de água Surgências d’água Vazamentos

EVIDÊNCIAS DE MOVIMENTAÇÃO Trincas moradia/aterro Inclinação de árvores/postes/muros Degraus de abatimento Cicatrizes de escorregamentos Feições erosivas Muros/paredes “embarrigados”

CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL Talude natural/ corte Altura do talude Aterro compactado/lançado Distância da moradia Declividade Estruturas em solo/rocha desfavoráveis Presença de blocos de rocha/matacões/ paredões rochosos Presença de lixo/entulho Aterro em anfiteatro Ocupação de cabeceira de drenagem

CHECKLIST 1

35

CHECKLIST 2

Nesses casos, caracterizar a área quanto a densidade de ocupação e quanto a implantação de infra- estrutura básica

Área mista

Áreas de expansão, periféricas e distantes de núcleo urbanizado. Baixa densidade de ocupação (até 30%). Desprovidas de infra-estrutura básica

Área parcelada

Áreas em processo de ocupação, adjacentes a áreas de ocupação consolidada. Densidade da ocupação variando de 30% a 90%. Razoável infra- estrutura básica.

Área parcialmente consolidada

Áreas densamente ocupadas, com infra- estrutura básica.

Área consolidada

CARACTERÍSTICASCATEGORIA DA OCUPAÇÃO

1. As remoções devem ser evitadas ao máximo, devido aos problemas de relocação.

2. Poderão ser definitivas (para implantação de uma obra, por exemplo) ou temporárias (para reconstrução no local).

3. Priorizar eventuais relocacões dentro da própria área ocupada, em local seguro.

REMOÇÃO DE MORADIASUFPE

36

ROTEIRO METODOLÓGICO

(MCidades)

Ficha adaptada para aplicação na

RM-Recife

ROTEIRO METODOLÓGICO

(MCidades)

Ficha adaptada para aplicação na

RM-Recife

37

FICHA 1 – SÍNTESE DA LOCALIDADE

IDENTIFICAÇÃO DA LOCALIDADE

Localidade/código: Bairro:

Município: MicroRegião:

Técnico responsável: Líder comunitário/ OP:

CARACTERIZAÇÃO GERAL DA LOCALIDADE Modo de Ocupação Estágio da Ocupação Padrão das Edificações ( ) – espontânea (informal) ( ) – consolidada ( ) – alvenaria ( ) – planejada (formal) ( ) – inconsolidada ( ) – taipa ( ) – parcialmente planejada ( ) – parcialmente consolidada ( ) – madeira ( )outros materiais

Relevo Hidrografia Vegetação no taludes ( ) – tabuleiros e vertentes ( ) – rede fluvial esparsa ( ) – vegetação rasteira natural ( ) – morros ( ) – rede fluvial densa ( ) – gramínea ( ) – colinas ( ) – alta concentração de águas ( ) – capim ( ) – anfiteatro (microbacia aberta) ( ) – nível freático alto (cacimbas) ( ) – arbustos ( ) – planície emersa ( ) – ( ) – árvores de grande porte ( ) – planície alagável ( ) – ( ) – bananeiras

(FICHA 1 – SÍNTESE DA LOCALIDADE) UFPE

Detalhamento da Ficha adaptada para aplicação na RM-Recife

Detalhamento da Ficha adaptada para aplicação na RM-Recife

CARACTERÍSTICAS GEOLÓGICO-GEOTÉCNICAS Tipo de Solo (Litologia) Texturas e Estruturas dos Solos Estabilidade dos Maciços

( ) – Fm Barreiras (fácies arenosa) ( ) – alta permeabilidade ( ) – maciço estável ( ) – Fm Barreiras (fácies argilosa) ( ) – baixa permeabilidade ( ) – evidências de deslizamento ( ) – Fm. Cabo ( ) – estratificação horizontal ( ) – evidências de erosão ( ) – Solo residual (emb. cristalino) ( ) – falhas/fraturas/xistosidade ( ) – evidências de solapamento ( ) – Solo orgânico (mangues) ( ) – crosta / blocos lateríticos ( ) – sem evidências de processos ( ) – Solo arenoso (aluvião) ( ) – matacões de rocha ( ) –

SÍNTESE DOS SETORES DE RISCO

Setor: Grau de Risco:

Nº de casas do Setor

Nº de casas Ameaçadas*

Nº de casas p/ Remoção*

Nº de casas Destruídas

Nº de casas Removidas

* - indicadas para cadastro e monitoramento

OBSERVAÇÕES

(FICHA 1 – SÍNTESE DA LOCALIDADE) UFPE

38

Detalhamento da Ficha adaptada para aplicação na RM-Recife

(FICHA 2 – SETOR DE RISCO)

FICHA 2 – SETOR DE RISCO (avaliação de risco)

Localidade: SETOR:

Município: Bairro: MR: RISCO:

Técnico responsável: Data: / / FATORES DE SUSCETIBILIDADE

Tipo e Caracterização dos Processos Atuantes

( ) – Deslizamento Planar em solo sedimentar ( ) – Deslizamento Planar em solo residual ( ) – Deslizamento Rotacional em solo sedimentar ( ) – Deslizamento Rotacional em solo residual

( ) – Deslizamento em aterros ( ) – Deslizamento de lixo / entulhos ( ) – Erosão em aterros ( ) – Rolamento de matacões

( ) – Erosão superficial (sulcos) ( ) – Queda de blocos de rocha ou de crostas ( ) – Erosão severa (ravinas profundas / voçorocas) ( ) –

( ) – Solapamento de solo em margem de córrego ( ) – Sem evidências de processos destrutivos

UFPE

Detalhamento da Ficha adaptada para aplicação na RM-Recife

(FICHA 2 – SETOR DE RISCO)

Causas e Agravantes da Instabilidade ( ) – Ocupação de bordas de tabuleiros ( ) – Exploração de jazidas em áreas ocupadas ( ) – Ocupação de cabeceiras de drenagem ( ) – Sobrecarga de edificações de grande porte ( ) – Taludes de corte/aterro sem proteção vegetal ( ) – Lançamento de lixo nas encostas e drenagem ( ) – Altura dos taludes ............ m ( ) – Lançamento de entulho nas encostas e drenagem ( ) – Declividade dos taludes ............... graus ( ) – Árvores de grande porte na crista dos taludes ( ) – Ausência / insuficiência de microdrenagem ( ) – Concentração de bananeiras nos taludes

( ) – Concentração de águas de chuva nos taludes ( ) – Presença de surgências de água nos taludes ( ) – Lançamento de águas servidas no solo ( ) – Presença de fendas e batentes no solo

( ) – Vazamento nas tubulações de água e esgoto ( ) – Proximidade da casa à borda do talude................m ( ) – Fossas drenantes próximas às cristas ( ) – Proximidade da casa ao pé do talude.................m

( ) – Cisterna / cacimba próximo a crista ( ) – Recorrência dos processos ................. ano(s)

UFPE

39

Detalhamento da Ficha adaptada para aplicação na RM-Recife

(FICHA 2 – SETOR DE RISCO) FATORES DE VULNERABILIDADE

Moradias Indicadas para Monitoramento (M) e Remoção (R)

* - para as moradias que não constam da UNIBASE FOTOS DO SETOR

( ) – Número de edificações no setor ................. ( ) – Infraestrutura / Equip. públicos ameaçados

( ) – No de edificações ameaçadas (monitoramento)...... ( ) – No de edificações removidas .............. ( ) – No de edificações p/ remoção .............. ( ) – No de edificações destruídas em acidente .......

Registros ou relatos de acidentes (dia/mês/ano – mortes, feridos, endereços, tipos de processo atuantes, volumes, distancias)

endereço (rua, n°) coordenadas UTM (GPS) *

fotos M R

UFPE

40

R

R

ESTUDO DE CASO

COMUNIDADE TITO SILVA - PB UFPE

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