Nor tde 118, Notas de estudo de Engenharia Elétrica
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Nor tde 118, Notas de estudo de Engenharia Elétrica

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NOR TDE 118 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
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MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118 ATENDIMENTO A EDIFÍCIO DE USO COLETIVO ATRAVÉS DE CÂMARAS DE TRANSFORMAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DISTRIBUIÇÃO GERÊNCIA DE MEDIÇÃO

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO MAN-TDE

NORMATIZAÇÃO MAN-TDE-100

ATENDIMENTO A EDIFÍCIO DE USO COLETIVO ATRAVÉS NOR-TDE-118 DE CÂMARAS DE TRANSFORMAÇÃO

REVISÃO ! 06/10/00 !

ITEM ASSUNTO PÁGINA

01 FINALIDADE .......................................................................................... 01

02 AMBITO DE APLICAÇÃO...................................................................... 01

03 CONCEITOS BÁSICOS......................................................................... 01

04 PROCEDIMENTOS................................................................................ 03

05 CONSIDERAÇÕES GERAIS ................................................................. 25

Tabela 01 ............................................................................................... 26 DIMENSIONAMENTO DE CABOS SUBTERRÂNEOS – 15 KV

Tabela 02 ............................................................................................... 26 DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO – 13,8 KV

Tabela 03 ............................................................................................... 27 CORRENTE DE AJUSTE DE RELÉS PRIMÁRIOS

Tabela 04 ............................................................................................... 28 DIMENSIONAMENTO DE ALIMENTAÇÃO GERAL OU CIRCUITOS ALIMENTADORES DE B.T.

Tabela 05 ............................................................................................... 29 DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO DE COBRE

Tabela 06 ............................................................................................... 29 ESCOLHA DE ELOS FUSÍVEIS PARA PROTEÇÃO DE RAMAIS DE LIGAÇÃO

Tabela 07 ............................................................................................... 30 DIMENSIONAMENTO DE CONSUMIDORES

Tabela 08 ............................................................................................... 31 POTÊNCIA APROXIMADA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS

Tabela 09 ............................................................................................... 32 DEMANDA PARA INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO MAN-TDE

NORMATIZAÇÃO MAN-TDE-100

ATENDIMENTO A EDIFÍCIO DE USO COLETIVO ATRAVÉS NOR-TDE-118 DE CÂMARAS DE TRANSFORMAÇÃO

REVISÃO ! 19/01/00 !

Tabela 10 ............................................................................................... 33 FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO

Tabela 11 ............................................................................................... 34 POTÊNCIA DOS CONDICIONADORES DE AR

Tabela 12 ............................................................................................... 34 FATORES DE DEMANDA DE CONDICIONADORES DE AR

Tabela 13 ............................................................................................... 35 FATORES DE DEMANDA DE MOTORES

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO MAN-TDE

NORMATIZAÇÃO MAN-TDE-100

ATENDIMENTO A EDIFÍCIO DE USO COLETIVO ATRAVÉS NOR-TDE-118 DE CÂMARAS DE TRANSFORMAÇÃO

REVISÃO ! 06/10/00 ! PAG 1

1.0 FINALIDADE

Esta Norma tem por finalidade estabelecer os critérios e procedimentos para atendimento a pedidos de ligações de fornecimento de energia elétrica, bem como as instalações consumidores localizadas em edifícios de uso coletivo residenciais, comerciais ou mistos, a serem ligadas com a instalação de câmara de transformação pela Enersul.

2.0 ÂMBITO DE APLICAÇÃO

A presente Norma aplica-se:

a) Para edifícios de uso coletivo cuja demanda do conjunto seja superior a 150 KVA.

b) Nas áreas de Comercialização, Distribuição e de Serviços Técnicos.

3.0 CONCEITOS BÁSICOS

3.1. EDIFÍCIO DE USO COLETIVO

É toda e qualquer edificação que possua mais de uma unidade consumidora apresentando área comum de circulação, em condomínio de energia elétrica.

3.2. CONSUMIDOR

É a pessoa física ou jurídica ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada, que ajustar com a ENERSUL o fornecimento de energia elétrica e ficar responsável por todas as obrigações regulares e/ou contratuais.

3.3. UNIDADE CONSUMIDORA

É o local da entrega de energia em um só ponto, com medição individualizada para as instalações de um único consumidor. Em prédios ou conjuntos onde pessoas físicas ou jurídicas forem utilizar energia elétrica de forma independente, cada parcela caracterizada por uso individualizado constitui uma unidade consumidora.

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.2

3.4 PONTO DE ENTREGA DE ENERGIA ELÉTRICA

É o ponto de conexão do sistema elétrico da ENERSUL, com o quadro de barramentos do edifício de uso coletivo.

3.5 LIMITADOR DE FORNECIMENTO

É o equipamento de proteção destinado a limitar a potência da unidade consumidora (disjuntor termomagnético).

3.6 ENTRADA DE SERVIÇO

É o conjunto de equipamentos, condutores, transformadores e acessórios existentes após a derivação da rede de distribuição da ENERSUL na via pública, até os equipamentos de medição.

3.7 RAMAL DE LIGAÇÃO

É o conjunto de condutores e respectivos acessórios de conexão, entre a rede de distribuição da ENERSUL, e o ponto de entrega de energia elétrica.

3.8 RAMAL DE ENTRADA

É o conjunto de condutores e respectivos acessórios de conexão, instalados entre o ponto de entrega de energia elétrica até a caixa para instalação dos equipamentos de medição.

3.9 CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO

Compartimento construído com materiais resistentes a fogo, sob responsabilidade e ônus do interessado, destinado à instalação de equipamentos elétricos de propriedade da ENERSUL, tais como transformadores e acessórios.

3.10 QUADRO DE BARRAMENTOS

Caixa metálica com barramento destinada a receber o ramal de ligação vindo dos terminais secundários do transformador, conforme desenho da página 51.

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.3

4.0 PROCEDIMENTOS

4.1 TIPOS DE FORNECIMENTO

O fornecimento de energia elétrica as unidades consumidoras será em Baixa Tensão, de acordo com as suas respectivas demandas para os edifícios residenciais ou comerciais.

4.1.1 Tipo I - Fornecimento e medição a 02 fios - 127 V - Fase e Neutro

Consumidores que possuam potência instalada até 10 kW e da qual não conste:

− Fogão ou forno elétrico da classe 120 V, com mais de 2000 W;

− Motor monofásico da classe 120 V, com mais de ½ CV;

− Aparelhos de solda e transformador ou raio X, com mais de 0,75 kVA;

− Aparelhos que necessitem de duas ou três fases.

4.1.2 Tipo II - Fornecimento e medição a 03 fios - 220/127 V - 2 Fases e Neutro

Consumidores que possuem potência instalada acima de 10 kW e até 15 kW e da qual não conste:

− Motor monofásico da classe de 120 V, com mais de 2 CV;

− Motor monofásico da classe de 220 V, com mais de 3 CV;

− Aparelhos de solda ou raio X, com mais de 3 KVA;

− Aparelhos que necessitem de três fases.

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.4

4.1.3 Tipo III - Fornecimento e medição a 04 fios - 220/127 V, 3 Fases e Neutro

Consumidores que possuem potência instalada, acima de 15 kW e até 75 kW e consumidores que tenham aparelhos que requeiram 3 fases.

É vedado o uso dos seguintes aparelhos nesta categoria:

− Motor monofásico da classe 120 V, com mais de 2 CV;

− Motor monofásico da classe 220 V, com mais de 6 CV;

− Motor trifásico com potência superior a 20 CV;

− Aparelhos de raio X, com potência superior a 20 kVA;

− Máquina de solda com transformador, 220 V, 02 fases;

− Máquina de solda com transformador ou retificador, 220 V, 03 fases, com mais de 20 kVA;

− Máquina de solda, grupo motor-gerador, com mais de 20 CV.

4.2 FORNECIMENTO DE ENERGIA AO EDIFÍCIO

4.2.1 EDIFÍCIO COM DEMANDA ATÉ 150 kVA

Neste caso, o atendimento será feito através do ramal de ligação, derivado da rede secundária de distribuição 220/127 V. Caso haja necessidade, a ENERSUL instalará um transformador em sua rede para o atendimento da carga solicitada, conforme disposto na NOR-TDE-119.

4.2.2 EDIFÍCIO COM DEMANDA SUPERIOR A 150 kVA

Nesta caso, o atendimento será feito através de uma câmara de transformação, com ramal de ligação derivado do secundário do transformador de distribuição com tensão secundária de 220/127 V. Para instalações cuja demanda seja de até 225 KVA, caso seja de interesse do condomínio, poderá ser providenciada a instalação do transformador em estrutura tipo H.

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4.2.3 RAMAL DE ENTRADA

4.2.3.1 CONDUTORES EM A. T.

Os cabos serão isolados para 15 kV unipolares, próprios para uso subterrâneo;

INSTALAÇÃO

O ramal de entrada obedecerá as condições abaixo, além das estabelecidas pelos Poderes Públicos, tais como : Prefeituras Municipais, DERSUL, DNER, etc.

a) As extremidades dos cabos serão protegidas com muflas terminais, classe 15 kV, de formas e dimensões adequadas;

b) As derivações subterrâneas de entrada em alta tensão obedecerão o desenho da página 48;

c) Não serão permitidas emendas nos condutores;

d) A blindagem dos cabos subterrâneos e as muflas terminais serão ligados ao sistema de aterramento por meio de condutor de cobre nu de bitola não inferior a 16 mm2;

e) Os cabos instalados ao longo de paredes, postes ou outras superfícies, serão protegidos por meio de eletrodutos galvanizados. Nas saídas verticais dos cabos, as alturas mínimas dos eletrodutos de proteção, serão :

- Em instalações interiores (cabine) = 0,60 m; - Em instalações exteriores = 5,50 m.

f) Os cabos subterrâneos serão instalados dentro de dutos, canaletas ou galerias, segundo o tipo de cabo empregado e situado a uma profundidade nunca inferior a 0,60 m;

g) Os dutos serão assentados e as canaletas construídas de forma a resistirem aos esforços externos e os provenientes da instalação dos cabos, considerando as condições próprias do solo;

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.6

h) Tanto as canaletas como os dutos serão instalados com as extremidades em desnível, de modo a permitir o escoamento das águas para as caixas contíguas;

i) As canaletas serão fechadas com tampa de concreto ou chapa de ferro;

j) O eletroduto não pode sofrer curvas superiores a 45 graus, devendo, nestas condições, ser previsto uma caixa de passagem;

k) A caixa de passagem será construída em alvenaria ou concreto, com impermeabilização adequada, dispor de tampa de ferro ou concreto armado, de acordo como os esforços a que pode ser submetida e possuir as dimensões mínimas de 0,80 x 0,80 m;

l) O fundo da caixa deve situar-se a 0,20 m abaixo da parte inferior do duto de nível mais baixo e possuir sistema de drenagem adequado;

m) O raio de curva do cabo não deve inferior a 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do mesmo;

n) No ponto de derivação da entrada de serviço será instalado um para- raio por fase;

o) O ramal de entrada não poderá passar por terrenos de terceiros;

p) A derivação subterrânea será instalada na frente e no mesmo lado do edifício, mesmo que a rede aérea esteja localizada no lado oposto da via pública;

q) Será previsto um cabo de reserva, provido de muflas terminais;

4.2.3.2 BARRAMENTO DE A.T.

- Material – fio de cobre nu;

- Seção – dimensionamento conforme tabela 02.

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4.2.3.3 CONDUTORES EM B.T.

- Material – cobre, próprio para instalação em eletroduto;

- Seção – dimensionamento conforme tabela 04;

- Isolamento – classe 750 V, 70 graus, no mínimo.

INSTALAÇÃO

a) Barramento em A.T.

A instalação do barramento está detalhada nas páginas 44 e 46;

Nas câmaras de transformação, os barramentos terão seqüência de fases identificada pela ENERSUL, e serão marcados com tinta adequada, nas seguintes cores :

− Fase A = Azul

− Fase B = Vermelho

− Fase C = Branco

b) Condutores em B.T.

Os condutores de ligação entre os terminais secundários do transformador até o quadro de barramento deverão atender as seguintes orientações:

− Não devem ultrapassar a 4 metros, de comprimento.

− Devem ser dimensionados com base na demanda e no comprimento dos condutores, para uma queda de tensão máxima de 2%.

− Não devem fazer curva de raio inferior a 20 vezes o diâmetro do cabo, salvo indicação contraria do fabricante;

− Devem ser instalados dentro de dutos de fibra-cimento, PVC ou tubos galvanizados, a uma profundidade mínima de 0,5 m;

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4.2.4 ESCOLHA DA CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO

4.2.4.1 TIPOS

Em função da potência nominal do transformador a ser instalado, a câmara de transformação deve obedecer os desenhos, anexos, conforme detalhado abaixo :

a) Posto de transformação, potência até 225 kVA, conforme desenho da página 42. Neste caso deverá ser indicado no projeto o local a ser instalado a estrutura H, devendo este oferecer condição de segurança, e facilidade para manutenções e troca do transformador, obedecendo os afastamentos mínimos necessários conforme desenho da página 52.

O quadro de barramento de baixa tensão onde se fará a conexão (ponto de entrega) deverá ficar no máximo a 5 metros;

b) Câmara de transformação, potência de 150 KVA até 300 kVA, inclusive, conforme desenho da página 44;

c) Câmara de transformação, potência acima de 300 kVA, conforme desenho da página 46.

4.2.4.2 DISPOSIÇÕES

a) A câmara de transformação pode ser situada dentro ou fora do edifício, quando localizada dentro, deve ter a preferência para o pavimento térreo a uma distância nunca superior a 15 m da via pública;

b) A disposição dos equipamentos, conforme detalhado nos desenhos, anexos, deve oferecer condições adequadas de operação, manutenção e segurança. As instalações deverão oferecer sempre condições de acesso, e facilidade para a eventual necessidade de substituição do transformador;

c) Deve possuir características de construção definitiva e ser de material incombustível;

d) O pé direito deve ter 3 metros no mínimo;

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e) O piso da câmara de transformação deve ser de concreto armado, com inclinação de 1% no sentido do sistema de drenagem, através de um ralo de 4” (120 mm) de diâmetro. Nos casos em que se fizer necessário, instalar bomba de recalque;

f) Deve ser provida de porta de entrada, metálica, tipo veneziana, dimensões 1,20 x 2,10 m no mínimo, devendo abrir para fora. Deve ter fixada uma placa de advertência com anotação de PERIGO ALTA TENSÃO;

g) Para câmaras de transformação subterrâneas, é necessário uma sondagem no terreno, a fim de identificar o nível que o lençol freático se encontra, e caso necessário adotar medidas de forma a eliminar a possibilidade do aparecimento de água em seu interior.

h) A localização da câmara deve ser em área isenta da possibilidade de inundação por água pluvial.

4.2.4.3 ILUMINAÇÃO E VENTILAÇÃO

a) Devem possuir iluminação artificial e natural sempre que possível, em todos os cubículos;

As janelas destinadas a iluminação natural, conforme detalhado nos desenhos, devem ser fixas e protegidas, externamente, por meio de telas metálicas resistentes, com malha de 13 mm, no máximo.

b) Devem ser providas de aberturas para ventilação natural, tipo venezianas, com as seguintes características básicas :

- Dispostas convenientemente, de modo a promover a perfeita circulação de ar por convecção;

- Ter 20 centímetros quadrados de área por KVA instalado, sendo que a área total mínima admissível deve ser 900 centímetros quadrados;

- Localizar-se a uma altura mínima de 20 cm do piso da subestação;

- Os respiradouros de saída de ar devem ficar no máximo 20 cm abaixo do teto da câmara de transformação;

- Os demais detalhes constam nos desenhos, anexos a esta Norma.

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c) Quando não houver possibilidade de abertura para ventilação natural, deve ser previsto sistema para ventilação forçada com a utilização de equipamentos adequados.

4.2.4.4 PROTEÇÃO E SEGURANÇA

a) A área de circulação não pode ser usada para deposito de qualquer material;

b) Todos os cubículos que compõem o setor de alta tensão da câmara de transformação devem ser protegidos por anteparos, suficientemente rígidos e incombustíveis, com intuito de se evitar contatos acidentais.

Esses anteparos ou grades de proteção estão detalhados nos desenhos, e devem:

- Ser constituídos de telas metálicas resistentes, com malhas de 25 mm, no máximo;

- Ter fixadas, nos mesmos, placas de advertência com anotação PERIGO ALTA TENSÃO.

c) Deve ser instalado extintor de incêndio ( CO2= 6 Kg mínimo ) como medida de segurança, localizado na parte externa e próxima da porta de entrada da câmara de transformação;

d) Existirá no lado da AT, chave seccionadora tripolar de acionamento simultâneo, nos seguintes casos:

- Antes do transformador, no caso da câmara de transformação até 300 KVA, e o seu acionamento deve ser externamente ao compartimento do transformador, conforme desenho da página 44;

- Antes de cada transformador, quando a instalação tiver dois ou mais transformadores;

- Antes do disjuntor de proteção, no caso da câmara de transformação acima de 300 KVA;

- Deve ser fixado, junto as chaves seccionadoras, placas de advertência com os dizeres: ESTA CHAVE NÃO DEVE SER MANOBRADA COM CARGA.

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e) A localização da câmara de transformação deve ser em área, isenta da possibilidade de influência, em caso de vazamento de gases.

f) Caso o condomínio disponha de equipamento de geração elétrica, este não poderá operar em paralelo com o sistema da ENERSUL, por qualquer que seja o tempo, devendo haver chave reversora para a transferência entre as fontes de energia, sem carga.

4.2.4.5 ISOLADORES

Internamente, quando da passagem do sistema elétrica de um cubículo para outro, devem ser utilizados isoladores especiais de parede, uso interno, classe 15 KV.

4.2.5 PROTEÇÃO

4.2.5.1 PROTEÇÃO EM AT

Câmara de transformação até 300 KVA inclusive, a proteção em A.T. será efetuada através de chave fusível no ponto de derivação, com elos dimensionados, conforme tabela 06.

4.2.5.2 CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO ACIMA DE 300 KVA.

a) Para potência acima de 300 KVA será instalado um disjuntor de acionamento automático para proteção contra curto circuitos , de corrente nominal mínima 350 A, capacidade de interrupção mínima 250 MVA em 13,8 KV;

b) Os relés de sobrecorrentes do disjuntor serão primários e serão calibrados de acordo com a tabela 03, em função da potência instalada na unidade de consumo.

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4.2.5.3 PROTEÇÃO EM BT

Será previsto um quadro com barramento e proteção geral, através de disjuntor termomagnético, dimensionado conforme demanda, para distribuição dos circuitos até as caixas de medição agrupada.

A proteção de cada circuito pode ser feita nesta mesma caixa de barramentos, através de disjuntores termomagnéticos, ou ao lado da caixa de medição agrupada.

4.2.6 ATERRAMENTO

4.2.6.1 VALOR DA RESISTÊNCIA DE TERRA

O sistema de aterramento deve ter um valor de resistência máxima de 10(dez) ohms em qualquer época do ano.

Somente em casos especiais, mediante prévia autorização da ENERSUL, deve ser permitido tratamento do solo para enquadramento da resistência de terra, dentro dos limites fixados acima.

4.2.6.2 ELETRODOS

Os eletrodos de terra devem ter hastes de aço cobreado de comprimento mínimo de 2.400 mm e diâmetro de 16 mm.

4.2.6.3 CONDUTORES

a) A interligação dos para raios e a descida a malha de terra (condutor de aterramento), devem ser feitas através de condutor de cobre nu, bitola de 25 milímetros quadrados;

b) A interligação dos eletrodos deve ser feita através de condutor de cobre nu, bitola de 25 milímetros quadrados; nunca inferior a bitola do condutor de aterramento;

c) A ligação de partes metálicas, normalmente sem tensão, ao sistema de aterramento, deve ser feita através de condutor de cobre nu, bitola de 16 milímetros quadrados.

Enquadram-se nesse caso: portas metálicas, suportes de isoladores, carcaça de disjuntores, caixas de medição, etc.

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INSTALAÇÃO

a) Os para raios devem ter o condutor de aterramento próprio e independente para descida a malha de terra, o mais curto possível, evitando-se curvas e ângulos pronunciados;

b) Os eletrodos devem:

− Estar a uma distância mínima de 2.400 mm entre eles;

− Ser protegidos com caixa de alvenaria ou concreto, nas dimensões de 400 mm x 400 mm x 400 mm, com tampa de concreto. Deverá existir, pelo menos uma caixa para cada setor, ou seja:

− Uma para o setor de proteção;

− Uma para o transformador, para ligação e medição de resistência.

c) Os condutores de terra devem obedecer os seguintes requisitos, quanto a instalação:

− Firmemente ligados aos eletrodos, por meio de conectores de aperto sendo permitido o uso de solda do tipo exotérmica;

− Não devem ser submetidos nem colocados em eletrodutos de material magnético;

d) Devem ser atendidas as demais exigências da NB-79, da ABNT.

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4.2.7 EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS

4.2.7.1 CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO

Os equipamentos de medição devem ser alojados em caixas próprias para esse fim, conforme padronização da ENERSUL.

As caixas devem ser fabricadas por firmas cadastradas e com modelo previamente aprovados pela ENERSUL.

Obs: Em prédios com mais de 4 pavimentos com elevador e com mais de 12 (doze) medições, será permitido a instalação de vários agrupamentos de medição, distribuídos em diferentes pavimentos, desde que em cada agrupamento, tenha um mínimo de 6 (seis) medições e a queda de tensão nos condutores de alimentação entre o quadro geral de barramento até o agrupamento de medição não ultrapasse a 2%.

4.2.7.2 PARA RAIOS

Para proteção contra sobretensão, como descarga atmosférica e outras, serão instalados para raios em cruzetas, um em cada fase nas entradas de A.T., com a seguinte especificação:

− De resistores não lineares;

− Tensão nominal: 12 KV;

− Com desligador automático e próprio para uso em sistema de tensão nominal 12 a 15 kV, neutro aterrado;

− Corrente de descarga 5 kA.

4.2.7.3 CHAVE FUSÍVEL

Características Básicas:

− Tensão nominal: 15 kV;

− Nível básico de isolamento: 95 kV;

− Corrente nominal: do porta fusível 100 A, da base 300 A ;

− Capacidade de interrupção simétrica 10 k A, mínimo.

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4.2.7.4 CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR

Características Básicas:

− Tripolar;

− Comando simultâneo;

− Tensão nominal: 15 KV;

− Nível básico de isolamento: 95 kV;

− Corrente nominal: 400 ou 200 A.

4.2.7.5 DISJUNTOR DE A.T.

Características Básicas:

− Disjuntor a pequeno volume de óleo, trifásico;

− Classe de tensão: 15 kV;

− Freqüência: 60 Hz;

− Corrente nominal: 350 A em regime contínuo;

− Capacidade de interrupção simétrica: 250 MVA;

− Nível básico de isolamento: 110 kV;

− Operação: - Abertura livre mecânica e elétrica;

− Provido de indicador visual de operação para as posições ABERTO e FECHADO;

− Equipados com relés de sobrecorrente primários.

4.2.7.6 RELÉS DE SOBRECORRENTE

Serão primários ligados diretamente ao barramento de A.T.

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4.2.7.7 TRANSFORMADOR DE POTÊNCIA

O transformador de potência, em todas as suas partes satisfará as condições fixadas pela ABNT em suas mais recentes publicações, e ainda:

− O nível de isolamento, no lado de tensão superior, será de 15 kV e no lado inferior 1,2 kV;

− O nível básico de impulso, no lado de tensão superior, será de 15 KV e no lado de tensão inferior será de 30 KV;

− Terá o enrolamento primário ligado em triângulo, e com “taps” para ligações de 13.800, 13.200 e 12.600 volts, e o enrolamento secundário ligado em estrela com neutro acessível para as tensões de 220/127 volts.

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4.2.8 DIMENSIONAMENTO DE CONSUMIDORES

4.2.8.1 EDIFÍCIOS COMERCIAIS E RESIDENCIAIS

O tipo de atendimento as unidades consumidoras e condomínio, deve ser em função de carga instalada e aplicando-se à tabela 07.

4.2.8.2 CÁLCULO DA DEMANDA PROVÁVEL PARA DIMENSIONAMENTO DO AGRUPAMENTO DE MEDIÇÃO E CONDOMÍNIO.

Este cálculo é imprescindível com vistas a evitar-se sub ou super dimensionamento de cada agrupamento de medição de edifício.

A avaliação da demanda de potência deve ser feita pela seguinte expressão:

D = a + b + c + d + e

onde:

a= demanda em KW das potências para iluminação e tomadas, calculada segundo a tabela 09;

b= demanda em KW de todos os aparelhos de aquecimento (chuveiro, aquecedor, fogão, etc.), calculado segundo a tabela 10;

c= demanda em KW dos aparelhos de ar condicionado, calculada segundo a tabela 12;

d= demanda em KW de motores (exclusive bombas d’água e elevadores), calculados segundo a tabela 13;

e= demanda em KW de motores das bombas d’água e elevadores, observando os seguintes fatores de demanda:

- Bomba d’água - maior bomba - 100% - restantes --------60%

- Elevador em prédio de apartamentos - um -------------- 100% - restantes --------60%

- Elevador em prédio comercial - um--------------- 100% - restantes ---------60%

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4.2.8.3 CÁLCULO PARA DIMENSIONAMENTO DO TRANSFORMADOR

O transformador será dimensionado multiplicando-se os resultados das equações abaixo, somando-se a esse, a carga demandada do condomínio.

− Equação para cálculo de demanda em KVA, por apartamento em função da área da unidade:

Demanda por apartamento (KVA) = 0,018 x Área + 0,36

Onde:

Área = Área do apartamento “tipo” em metros quadrado.

− Equação para cálculo do fator de coincidência em função do número de apartamentos:

Fator de coincidência = -0,002 x (nº de aptos.)² + 0,8 x (nº de aptos.)

Obs: O resultado desta equação já contempla a multiplicação pelo número de apartamentos “tipo”.

EXEMPLO DE UM CÁLCULO PARA DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADOR

− Número de apartamentos = 40

− Área por apartamento = 110 m²

− Demanda do codomínio já calculada conforme item 4.2.8.2 = 33,5 KW. Caso as cargas não sejam somente resistivas deverá ser transformado para potência aparente (KVA) com base no fator de potência destas.

Aplicando-se as equações acima teremos:

− Demanda por apartamento = 0,018 x 110 + 0,36 Demanda = 2,34 KVA

− Fator de coincidência = -0,002 x (40)² + 0,8 x 40 Fator de coincidência = 28,8

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.19

Então:

Potência do transformador = Fator de coincidência x Demanda por apartamento + Demanda do condomínio

Potência do transformador = 28,8 x 2,34 + 33,5

Potência do transformador = 100,89 KVA

Transformador especificado = 112,5 KVA

Este resultado servirá para a Enersul determinar a localização do transformador ( em câmara de transformação ou na rede de distribuição, se a potência nominal do transformador não ultrapassar a 150 KVA).

4.2.9 PROJETO ELÉTRICO

4.2.9.1 ELABORAÇÃO

Será exigida a apresentação do projeto elétrico para todos os edifícios residenciais e comerciais atendidos por câmaras de transformação.

O projeto elétrico deve ser encaminhado através de carta, a ENERSUL e apresentado em 4 (quatro) vias de igual teor e ser devidamente assinadas pelo:

Profissional responsável pelo projeto da instalação elétrica, registrado no CREA-MS e o proprietário;

Deve fazer parte do projeto os itens abaixo relacionados:

a) Memorial Descritivo: descrição geral dos critérios adotados na elaboração do projeto;

b) ART (Anotação da Responsabilidade Técnica) de elaboração e execução do CREA-MS;

c) Relação de carga de unidade de consumo , cálculos da demanda provável dos agrupamentos de medição e previsão da data de ligação;

d) Planta de localização da câmara de transformação do prédio e do ramal da entrada, indicando seu percurso até a câmara de transformação;

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.20

Projeto civil da câmara de transformação em escala mínima de 1:50, formato A1, contendo o esquema unifilar geral após o quadro de barramentos e a planta da situação em escala mínima de 1:1000, indicando a rede da ENERSUL, quando existir;

e) Detalhes do projeto em formato A1, contendo:

− Detalhes do sistema de aterramento;

− Detalhes da chave reversora, se houver geração própria

f) Relação de materiais, contendo especificação detalhada dos materiais utilizados na construção civil da câmara de transformação;

g) Planta de localização da medição do prédio.

4.2.9.2 ANÁLISE E APROVAÇÃO

Após o recebimento do projeto, a ENERSUL deve proceder as devidas apreciações dentro de um prazo de até 30 (trinta) dias.

4.2.9.3 EXECUÇÃO

A execução da entrada de serviço, após a aprovação do projeto elétrico, deverá obedecer, rigorosamente, as condições impostas pela legislação atual ( Resolução 456 ANEEL ).

4.2.9.4 VALIDADE E APROVAÇÃO

O prazo de validade da aprovação do projeto elétrico é de dezoito meses. A não execução e conclusão dentro deste prazo, implica em novo encaminhamento para aprovação da ENERSUL.

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.21

4.2.10 PEDIDO DE LIGAÇÃO

A solicitação do fornecimento de energia elétrica a ENERSUL, deve ser formalizada através do Pedido de Ligação efetuado pelo interessado, nas Agências de Atendimento da Empresa. Para o Pedido de Ligação devem ser fornecidos os dados que permitam o seu correto preenchimento, ou seja:

a) Nome do consumidor;

b) Ramo de atividade e nome da Empresa, se for o caso;

c) Documento de identificação.

4.2.10.1 Para consumidores residenciais, a identificação exigida deve ser através de um dos documentos abaixo:

− Cartão de Identificação do Contribuinte; − Registro Geral de Identificação; − Título de Eleitor; − Certificado de Reservista; − Carteira Profissional do Ministério do Trabalho.

4.2.10.2 Para não residenciais, são exigidos todos os seguintes documentos:

− Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica ; − Contrato social; − Estatuto; − Inscrição Estadual; − Alvará de Funcionamento.

4.2.11 SEGURANÇA

A fim de resguardar a segurança do pessoal e dos equipamentos em câmaras de transformação, é recomendado:

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.22

4.2.11.1 EXECUÇÃO DE MANOBRAS ELÉTRICAS

a) Toda e qualquer manobra somente pode ser feita por pessoa capacitada e devidamente autorizada pela ENERSUL;

b) Quando for autorizada a execução de uma manobra, a ordem deve ser transmitida com clareza e precisão. Deve-se certificar que a pessoa encarregada da manobra entenda corretamente a ordem dada;

c) Antes de executar qualquer manobra, deve-se planejá-la e concentrar-se com atenção sobre o que vai se fazer, agindo calmamente e com segurança. Deve certificar-se de que não há perigo de acidente;

d) Todas as manobras, mesmo as que são feitas por meio de volantes ou alavancas, devem ser efetuadas pisando-se sobre estrado isolado e usando luvas de borracha com isolação adequada a tensão de serviço;

e) Antes de usar os equipamentos de segurança (bastão, capacetes, cintos, luvas de borracha, estrados isolados, extintor de incêndio, etc) deve-se verificar o estado em que esses equipamentos se encontram e se são apropriados para o serviço a executar;

f) Nunca se deve desligar as chaves faca ou chaves fusíveis, destinadas a abertura sem carga, quando houver carga ligada nos circuitos dessas chaves;

g) Deve-se colocar em lugar visível um quadro com diagrama unifilar da instalação (utilizando a simbologia padronizada pela ABNT), a fim de facilitar a manobra.

4.2.11.2 SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO E REPAROS

a) Antes de se iniciar qualquer trabalho de manutenção ou reparo num circuito, deve-se desligar o disjuntor e a chave correspondente;

b) Deve-se proteger contra os riscos de acidentes por corrente de retorno, aterrando-se a instalação desligada, antes e depois do trecho em que se irá trabalhar;

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.23

c) Para se efetuar manutenção ou substituição de qualquer item pertencente a câmara de transformação, deverá ser aberto a chave do ramal de entrada em alta tensão;

d) Para se trabalhar em aparelhos ligados no circuito, deve-se desligá- los sempre através de dois seccionadores e se os mesmos estiverem distanciados do ponto em que vai realizar a manutenção ou reparo, deve-se colocar cadeados, travando-os na posição ABERTO;

e) Quando houver necessidade de substituir um fusível, deve-se antes desligar o disjuntor e a chave faca correspondente bem como usar equipamentos adequados;

f) Nunca desligue os condutores de ligação a terra: deve-se ainda verificar, periodicamente, as resistências de aterramento;

g) Mantenha todos os aparelhos e instalações em perfeito estado de funcionamento, fazendo periodicamente sua limpeza, conservando- os livres de poeira, que em contato com a umidade, podem torná-la condutora de eletricidade. Para se fazer essa limpeza, deve ser observado o item 4.2.11.2-c.;

h) Os equipamentos de proteção e os materiais de operação tais como: escadas, alicates isolados, varas de manobra, estrados isolados, etc, devem ser conservados limpos e em condições de uso. As luvas de borracha devem ser mantidas em lugar seco, polvilhadas de talco e dentro de caixas apropriadas, devidamente testadas ( a ar comprimido);

i) Anualmente será efetuado inspeção detalhada, para verificação do estado da câmara de transformação, disjuntor de alta tensão e transformador. Também será passado termovisor, nos equipamentos, barramento principal e ramal de entrada de serviço de alta tensão;

j) A cada dois anos, será executado manutenção preventiva da câmara de transformação, disjuntor de alta tensão e transformador, onde será feito limpeza e reaperto das conexões, chaves e barramento principal, bem como, ensaio da proteção do disjuntor, verificação do carregamento do transformador e análise do óleo isolante.

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.24

4.2.11.3 CUIDADOS DIVERSOS REFERENTES AO RECINTO DAS INSTALAÇÕES

a) Deve-se colocar na entrada, em lugar visível, uma placa com a inscrição PERIGO DE MORTE – ALTA TENSÃO, com os símbolos indicativos do risco existente;

b) Deve-se proibir a entrada de pessoas estranhas e não habilitadas;

c) Deve-se conservar a entrada de acesso livre e desimpedida;

d) Não se deve guardar materiais ou ferramentas no recinto das instalações;

e) Deve-se ter à mão, recursos para iluminação de emergência (faroletes, lanternas, etc.), com o objetivo de se locomover com segurança se caso houver falta de energia;

f) Quando se sair do recinto deve-se fechar a porta e não deixar a chave ao alcance de pessoas estranhas. Cuidados especiais devem ser providenciados com vistas a não houver ações de criança nas áreas energizadas.

g) Em caso de incêndio na câmara de transformação, deve-se desligar a energia e utilizar somente extintores adequados (gás carbônico ou pó químico) ou areia seca.

Nota:NUNCA SE DEVE UTILIZAR ÁGUA OU EXTINTOR DE ESPUMA.

5.0 CONSIDERAÇÕES GERAIS

5.1 Caberá aos interessados a elaboração de projeto e construção das obras civis para instalação da Câmara de Transformação e seus complementos, tais como: portas, janelas de iluminação e ventilação, dutos, sistema de aterramento, grades de proteção, placas de advertência, e quadro de barramentos para receber cabos de B.T.

5.2 Caberá à ENERSUL a instalação dos equipamentos elétricos, tais como: transformador, chaves, cabos de A.T., cabos de B.T., até o quadro de barramentos (este é de instalação do interessado) e a operação bem como a manutenção dos equipamentos.

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Anexo I MODELO DE CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO Local e Data

A EMPRESA ENERGÉTICA DE MS S.A. – ENERSUL Endereço da Agência Comercial

Prezados Senhores:

Pela presente, vimos encaminhar para apreciação de V.Sª e liberação para execução, o processo referente ao projeto das instalações elétricas do edifício denominado _____________; sito a ___________________ no município de ________________.

Em anexo, estamos encaminhando:

1 – Memorial Descritivo; 2 – Planta da situação do Imóvel; 3 – Planta de localização da entrada de serviço; 4 – Vistas e cortes das instalações do Centro de Medição; 5 – Vista frontal e lateral da entrada da instalação; 6 – Relação das cargas previstas e cálculo da demanda; 7 – Diagrama unifilar.

Ainda em anexo, cópia do ART referente ao Projeto ( ou Projeto e Construção), cujo responsável técnico poderá ser contatado através deste signatário. Outrossim, informamos que a previsão para energização deste edifício é para o mês de ______ de _______, e caso haja qualquer alteração no cronograma, comprometemo-nos a avisar essa Empresa, com antecedência mínima de 90 (noventa) dias, a contar da emissão desta ou da nova data, no caso de antecipação. Esclarecemos que estamos cientes de que a ENERSUL deve solicitar a reapresentação deste projeto para revalidação, caso decorridos 18 (dezoito) meses da validade e tenha sido solicitada à mesma o pedido de vistoria, para ligação. Estando faltando 90 (noventa) dias para o término da obra, ou mesmo antes, se convocado, um responsável técnico pelo projeto e/ou execução, deverá entrar em contato com V.Sª, para a confirmação do Pedido de Ligação na data indicada acima.

Atenciosamente,

Nome Legível do projetista Endereço para correspondência, telefone e CREAA De acordo do cliente Nome Legível, endereço e telefone Anexo: os documentos citados

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TABELA 01

DIMENSIONAMENTO DE CABOS SUBTERRÂNEOS - 15 KV

POTÊNCIA (KVA)

BITOLA MÍNIMA (mm²)

ELETRODUTO DIÂMETRO MÍNIMO

Até 1000 25 3”

De 1001 a 2000 35 4”

De 2001 a 3000 50 4”

De 3001 a 5000 95 4”

1. Esta tabela refere-se a seção mínima de condutores de cobre isolados.

TABELA 02

DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO - 13,8 KV

POTÊNCIA DEMANDA (KVA)

FIO (AWG)

TUBO OCO OU BARRA RETANG. SEÇÃO (mm²)

VERGALHÃO ( NOMINAL)

Até 800 4 20 1/4”

De 801 a 1500 4 30 5/16”

De 1501 a 2000 - 50 3/8”

De 2001 a 2500 - 65 3/8”

De 2501 a 5000 - 100 5/8”

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.27

TABELA 03

CORRENTE DE AJUSTE DE RELÉS PRIMÁRIOS

POTÊNCIA EM TRANSFORMADOR (KVA)

CORRENTE DE AJUSTE (A)

226 a 250 12,0

251 a 300 14,5

301 a 350 17,0

351 a 400 19,5

401 a 450 21,5

451 a 500 24,0

501 a 550 26,5

551 a 600 29,0

601 a 650 31,5

651 a 700 34,0

701 a 750 36,0

751 a 800 38,5

801 a 850 41,0

851 a 900 43,5

901 a 950 46,0

951 a 1000 48,0

1. Os transformadores de reserva não devem ser considerados na potência;

2. Os relés devem ser instantâneos;

3. A corrente nominal dos reles deve ser escolhida de maneira a permitir a corrente de ajuste indicada na tabela.

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.28

TABELA 04

DIMENSIONAMENTO DE ALIMENTAÇÃO GERAL OU CIRCUITOS ALIMENTADORES DE B.T

DEMANDA PROVÁVEL

(kW)

CONDUTORES DE COBRE (mm2)

PROTEÇÃO (A)

ELETRODUTO DIÂMETRO NOMINAL

(mm) (pol)

D ≤ 20 1 circ. Trif. de 16 (16) 70 33 1 1/4"

20 < D ≤ 30 1 circ. Trif. de 25 (16) 90 33 1 1/4"

30 < D ≤ 40 1 circ. Trif. de 35 (25) 125 50 2 “

40 < D ≤ 50 1 circ. Trif. de 50 (35) 150 50 2 “

50 < D ≤ 60 1 circ. Trif. de 70 (50) 160 60 2 “

60 < D ≤ 75 1 circ. Trif. de 95 (50) 200 60 2 “

75 < D ≤ 95 1 circ. Trif. de 120 (70) 250 75 2 1/2"

95 < D ≤ 115 1 circ. Trif. de 150 (95) 300 75 2 1/2"

115 < D ≤ 135 1 circ. Trif. de 185 (120) 360 85 3 “

135 < D ≤ 150 2 circ. Trif. de 95 (95) 400 85 3 “

150 < D ≤ 190 2 circ. Trif. de 150 (150) 500 100 4 “

190 < D ≤ 225 2 circ. Trif. de 185 (185) 600 100 4 “

225 < D ≤ 270 2 circ. Trif. de 240 (150) 700 2 x 85 2 x 3 “

270 < D ≤ 285 3 circ. Trif. de 150 (95) 750 3 x 75 3 x 2 ½”

285 < D ≤ 345 3 circ. Trif. de 185 (120) 900 3 x 85 3 x 3 “

345 < D ≤ 405 3 circ. Trif. de 240 (150) 1100 3 x 85 3 x 3 “

405 < D ≤ 455 4 circ. Trif. de 185 (120) 1200 4 x 85 4 x 3 “

455 < D ≤ 540 4 circ. Trif de 240 (150) 1400 4 x 85 4 x 3 “

NOTAS : 1- As bitolas dos condutores são os mínimos recomendados. Deverão ser verificados no dimensionamento, os limites de queda de tensão.

2- A bitola indicada entre parênteses, refere-se ao condutor neutro.

3- Os condutores deverão ser próprios para a temperatura de 70 º C, no mínimo.

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.29

TABELA 05

DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO DE COBRE ( Seção Retangular )

SEÇÃO TRANSVERSAL (mm x mm)

(KVA)

CORRENTE MÁXIMA (A)

12,7 x 3,2 ( 1/2’’ x 1/8’’) 150

25,4 x 3,2 (1’’ x 1/8’’) 250

38,1 x 3,2 (1 1/2’’ x 1/8’’) 370

38,1 x 4.8 (1 1/2’’ x 3/16”) 455

50,8 x 4,8 (1 1/2’’ x 3/16’’) 595

50,8 x 6,4 (2’’ x 3/16’’) 685

63,5 x 6,4 (2’’ x 1/4’’) 850

76,2 x 6,4 (2’’ 1/2’’ x 1/4’’) 1000

101,6 x 6,4 (4’’ x 1/4’’) 1250

1. A corrente máxima corresponde a barramentos instalados em recintos fechados, com uma elevação de temperatura de 30 graus com relação a temperatura ambiente.

2. A tabela refere-se aos barramentos de cobre a serem instalados nos quadros de barramento para distribuição dos circuitos dos centros de medição.

TABELA 06

ESCOLHA OS ELOS FUSÍVEIS PARA PROTEÇÃO DE RAMAIS DE LIGAÇÃO

POTÊNCIA (KVA) ELO FUSÍVEL CHAVE FUSÍVEL

15 1H 100 A 30 2H 100 A 45 3H 100 A 75 5H 100 A

112.5 6K 100 A 150 6K 100 A 225 10K 100 A 300 15K 100 A 500 25K 100 A 750 25 K 100 A

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.30

TABELA 07

DIMENSIONAMENTO DE CONSUMIDORES

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Isolamen. V

- - - - - - - -

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Relação A/A - - - - - - - - 1

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I. Nominal (A) 1

5

1 5

1 5

1 5

1 5

1 5

1 5

1 5

2 ,5

2 ,5

2 ,5

N.º Fios

2 2 2 3 3 4 4 4 4 4 4

N.º Elementos 1 1 1 2 2 3 3 3 3 3 3

kVARh - - - - - - - - S S SM e

d id

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kWh S S S S S S S S S S S

Disjuntor Termomagnético (A) 3

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7 0

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5

Tipo de Fornecimento

I II III

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.31

TABELA 08

POTÊNCIA APROXIMADA DE APARELHOS ELETRO – DOMÉSTICOS

APARELHOS ELÉTRICOS POTÊNCIA ( WATTS )

Aquecedor ambiente 1000 Aquecedor para banho 2000 Aspirador de pó 300 Barbeador 15 Batedeira 100 Bomba d’água 300 Circulador de ar ( peq./médio/grande 150/250/540 Chuveiro 4500/5500

Condicionador de ar – 10.000 BTU 1400 Enceradeira ( residencial/industrial ) 300/750 Esterilizador 200 Exaustor 400 Ferro de passar 500 Ferro de passar ( Automático ) 1000 Fogão duas chapas 3600

Geladeira ( simples/duplex) 350/500 Grelha 1000 Liqüidificador 200 Máquina de costura 100 Máquina de lavar roupas 500 Microcomputador 300 Ponto de luz ou tomada 100 Projetor de slide 250 Rádio 50 Rádio-relógio 50

Secador de cabelo ( peq./médio/grande ) 600/1000/1500 Televisor preto e branco 160 Televisor colorido 200 Torneira elétrica 2500 Torradeira 1000

Ventilador ( peq./médio/grande ) 80/150/230

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ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.32

TABELA 09

DEMANDA PARA INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADA

DESCRIÇÃO POTÊNCIA INSTALADA FATOR DEMANDA %

Auditórios, salões para exposições e semelhante

Total 100

Banco, lojas e semelhante Total 100

Barbearias, salões de beleza e semelhantes

Total 100

Clubes e semelhantes Total 100

Escolas e semelhantes Para os primeiros 12 kW Para o que exceder 12 kW

100 50

Edifícios de Escritório e Escritórios

Para os primeiros 20 kW Para o que exceder 20 kW

100 70

Garagens comerciais e semelhantes

Total 100

Consultório médico e semelhantes

Para os primeiros 50 kW Para o que exceder 50 kW

50 20

Prédios de apartamentos e Residências

Para os primeiros 03 kW De 03 a 120 kW Acima de 120 kW

100 35 25

Restaurantes e semelhantes Total 100

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TABELA 10

FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO

FATOR DE DEMANDA ( % ) NÚMERO DE APARELHOS

Potência de até 3,5 KW Potência Acima de 3,5 KW

01 80 80 02 75 65 03 70 55 04 66 50 05 62 45 06 59 43 07 56 40 08 53 36 09 51 35 10 49 34 11 47 32 12 45 32 13 43 32 14 41 32 15 40 32 16 39 28 17 38 28 18 37 28 19 36 28 20 35 28 21 34 26 22 33 26 23 32 26 24 31 26 25 30 26

26 a 30 30 24 31 a 40 30 22 41 a 50 30 20 51 a 60 30 18

61 ou mais 30 16

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TABELA 11

POTÊNCIA DOS CONDICIONADORES DE AR

CAPACIDADE TÉRMICA (Btu / h) POTÊNCIA (kW)

Até 6.000 1,2

7.100 a 10.000 1,4

12.000 a 14.000 2,0

16.000 2,8

18.000 a 19.000 3,4

21.000 a 26.500 3,5

27.000 a 30.000 4,3

Para capacidade superior aos valores constantes na Tabela acima, o dimensionamento deve ser feito em função dos dados técnicos do fabricante.

TABELA 12

FATORES DE DEMANDA DE CONDICIONADORES DE AR

NÚMERO DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA ( % )

01 a 10 100

11 a 20 86

21 a 30 80

31 a 40 78

41 a 50 75

51 a 75 70

76 a 100 65

Acima de 100 60

Em unidade central de ar condicionado, o fator de demanda é de 100%.

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TABELA 13

FATORES DE DEMANDA PARA MOTORES

FATOR DE DEMANDA (%) – Nº. DE MOTORES POTÊNCIA

EM CV

1 2 3 a 5 Mais de 05

1/6 ¼

1/3 ½ ¾

1,0

90 80 70 60

1,5 2,0 3,0 4,0 5,0 7,5

85 75 65 58

10,0 12,0 15,0 18,0 20,0

78 70 60 55

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.41

(CONTINUAÇÃO)

D) LIMITE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE RECOMENDADO PARA BARRAS DE COBRE DE SEÇÃO RETANGULAR PARA CENTROS DE MEDIÇÃO DE 9, 10 A 12, 13 A 15 E 16 A 18 MEDIDORES.

TIPO SEÇÃO TRANSVERSAL ( MM )

DEMANDA ( A )

1 25,4 x 2,381 ( 3/32” ) 170

2 25,4 x 3,175 ( 1,8” ) 250

3 25,4 x 4,763 ( 3/16” ) 370

4 25,4 x 7,938 ( 5/16” ) 455

5 25,4 x 9,525 ( 3/8” ) 595

6 5,4 x 12,7 ( ½ ) 685

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.43

Relação dos Materiais

Quantidade Item Unid

C DT

DISCRIMINAÇÃO

01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

23

24

25

26

27

28

29

30

kg

kg

kg

m

m

kg

02

v

04

06

06

03

-

08

v

v

03

03

v

02

v

01

v

v

01

01

01

v

v

v

01

01

-

12

12

08

02

v

04

06

06

03

-

-

v

v

03

03

v

02

v

01

v

v

01

01

01

v

v

v

01

05

02

22

22

-

Poste de concreto 600 kgf.

Parafuso.

Cruzeta madeira de lei 90 x 110 x 2400 mm.

Isolador de pino para 15 kV.

Pino para isolador de 15 kV.

Para raio tipo válvula p/ distribuição c/ ferragens.

Conector adequado.

Sela para cruzeta de madeira 110 mm.

Fio de cobre nu 16 mm2.

Fio de cobre nu 25 mm2.

Conector tipo parafuso fendido.

Conector paralelo de alumínio bimetálico tam. adequado.

Grampo de cerca.

Prensa fio com 3 parafusos.

Cabo de aço de ¼” SM.

Transformador de distribuição trifásico.

Pasta anti - oxida.

Eletroduto de ferro galvanizado.

Curva de 90 graus.

Bucha e contra bucha.

Luva de emenda.

Condutor de cobre isolado para 750 V.

Condutor de cobre ( neutro ).

Haste p/ terra com conector adequado.

Caixa de alvenaria p/ medição de terra.

Parafuso passante 16 mm ( 5/8” ) com. Adequado.

Parafuso máquina 16 mm ( 5/8” ) com. Adequado.

Porca quadrada p/ parafuso de 16 mm ( 5/8” ).

Arruela quadrada 57 mm, com furo de 18 mm.

Parafuso francês de 16 mm x 150 mm.

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.45

Relação dos Materiais

ITEM UNID QUANT DISCRIMINAÇÃO

01 pç 01 Estrutura de alvenaria.

02 pç 01 Caixa de alvenaria p/ passagem de cabo subterrâneo.

03 m V Cabo isolado p/ 15 kV dimens. adquado.

04 m v Eletroduto de ferro galvanizado.

05 pç v Suporte para fixação do eletroduto.

06 pç v Mufla terminal para cabo isolado.

07 pç 01 Suporte para mufla em barra de ferro chato ou cantoneira, tam adeq.

08 m v Barramento de cobre nu.

09 pç 01 Selecionados tripolar classe 15 kV

10 pç 01 Suporte p/ seccionador barra de ferro chato ou cantoneira, tam adeq.

11 pç 01 Alavanca de manobra p/ seccionador tripolar.

12 pç 01 Transformador de distribuição trifásico.

13 pç 01 Caixa de blindagem para buchas secundárias do transformador, tamanho adequado, com dispositivo de lacre.

14 par v Bucha e contra bucha, tamanho adequado.

15 pç 01 Eletroduto ferro esmaltado para B.T., dimensionamento adequado.

16 pç 01 Porta chapa metálica de 1200x2100 mm.

17 pç v Veneziana para ventilação natural.

18 pç 01 Grade de proteção removível com armação de cantoneira e tela de arame galvanizado com malha de 20 mm no máximo.

19 pç v Arandela para iluminação artificial.

20 pç 01 Extintor de incêndios – gás carbônico de 6 KG no mínimo.

21 - - Sistema de drenagem c/ caixa de coleta de óleo.

22 - - Placa de advertência – “ESTA CHAVE NÃO PODERÁ SER MANOBRADA COM CARGA”.

23 - - Placa de advertência – “PERIGO – ALTA TENSÃO”.

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.47

Relação dos Materiais

Item Unid Quant DISCRIMINAÇÃO

01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

23

24

kg

m

par

01

01

v

v

v

v

v

01

03

03

v

v

02

02

3

v

01

01

v

v

v

01

02

03

Estrutura de alvenaria.

Porta metálica ou revestida de chapa metálica 1200 x 2100mm, tipo veneziana.

Janela de iluminação natural.

Grade de proteção com armação de cantoneira e tela de arame galvanizado com malha de 13mm no máximo, para proteção de janela de iluminação natural.

Veneziana para ventilação natural.

Grade de proteção removível com armação de cantoneira e tela de arame galvanizado com malha de 20mm no máximo.

Arandela para iluminação artificial.

Extintor de incêndio – gás carbônico de 6kg no mínimo.

Pára-raios tipo válvula classe 15kV

Suporte fixação das muflas e para-raios.

Isolador pedestal classe 15kV.

Barramento de cobre nu.

Seccionador tripolar classe 15kV.

Suporte para seccionador tripolar em barra de ferro chato ou cantoneira 3/16”.

Alavanca de manobra para seccionador tripolar.

Eletroduto ferro esmaltado de 38 (1 1/2")mm.

Bucha e contra bucha, tamanho adequado.

Disjuntor tripolar classe 15kV.

Transformador de distribuição trifásico.

Haste para terra com conector adequado.

Caixa de alvenaria para aterramento.

Caixa de blindagem das buchas secund com dispositivo de lacre.

Placa de advertência – “ESTA CHAVE NÃO PODE SER MANOBRADA COM CARGA”.

Placa de advertência – “PERIGO - ALTA TENSÃO”.

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSF. PAG.49

Relação dos Materiais

Item Unid Quant DISCRIMINAÇÃO

01

02

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04

05

06

07

08

09

10

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12

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16

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20

21

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28

kg

kg

kg

kg

m

m

01

02

03

04

02

02

04

05

03

v

v

v

v

v

04

v

v

01

v

01

02

01

02

02

12

04

04

04

Poste de concreto 400 kgf.

Cruzeta de madeira lei 90 X 110 X 2400mm.

Chave fusível com elo adeq. e com ferragens.

Para-raio tipo válvula classe 15kV com ferragens.

Sela para cruzeta de madeira 110mm.

Cinta para poste de concreto com parafusos e porcas, tam adeq.

Mão francesa normal de 710mm.

Conector tipo parafuso fendido.

Conector paralelo de alumínio bimetálico tamanho adequado.

Grampo de cerca.

Fio de cobre nu número 25mm quadrados.

Fio de cobre nu, bitola adequada.

Cabo de cobre nu 25mm quad. para interligação das hastes de terra e descida dos para-raios.

Arame de ferro galvanizado número 12 BWG.

Mufla externa para entrada de serviço subterrâneo – 15kV.

Cabo isolado para 15kV tipo sintenax ou similar dimens. adequado.

Eletroduto de ferro galvanizado, dimens. adeq.

Caixa de alvenaria para passagem de cabo subterrâneo.

Haste para terra com conector adequado.

Caixa de alvenaria para aterramento.

Parafuso de rosca dupla (passante) 16mm (5/8).

Parafuso francês de 9,5mm (3/8”) x 115mm (4 1/2").

Parafuso francês de 16mm (5/8”) x (1 3/4").

Parafuso francês de 16mm (5/8”) x 150mm (6”).

Porca quadrada para parafuso de 16mm (5/8”).

Porca quadrada para parafuso de 9,5mm (3/8”).

Arruela quad. 57mm (2 1/4") c/ furo 18mm (11/16”)

Arruela redonda com furo 11mm (7/16”).

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