O Poder Curativo da Soja, Notas de estudo de Nutrição
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O Poder Curativo da Soja, Notas de estudo de Nutrição

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O PODER CURATIVO DA SOJA
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PREPARO DO SOLO Na cultura da soja predomina o plantio com preparo prévio do solo. Este sistema é denominado “plantio convencional”. Outros dois sistemas, “cultivo mínimo” e “plantio direto”, que reduzem ou dispensam o preparo do solo, são adotados geralmente em pequena escala. O preparo do solo deve oferecer as seguintes condições para o E Ea A use De DCI Hlugar para as sementes germinarem rapidamente; meio ambiente no qual as raízes possam obter umidade e nutrientes; Mcontrole das ervas daninh Mdestruição dos restos da cultura anterior; Bicito de semeadura uniforme, que possibilite a germinação normal das sementes e o trabalho eficiente da máquina agrícola usada na lavoura. Uma aração, duas ou mais gradeações ea uniformização da superficie do terreno, geralmente arendem às exigências do preparo do solo. O revolvimento da terra pelo arado ea destruição dos torrões, conseguida com gradeações bem conduzidas, dão ao leiro de semeadura as condições apropriadas de emergência das plantas. O nivelamento do solo, que é realizado com grade niveladora ou com pranchão de madeira preso à grade comum, elimina variações da sua superfície, proporcionando maior eficiência de operação das semeadeiras e das demais máquinas agrícolas. O solo convenientemente preparado para o plantio da soja requer eficiente controle da erosão. O PLANTIO DIRETO O plantio direto, uma mudança do sistema convencional de plantio, consiste na instalação da cultura sem revolvimento do solo, e é possível em terrenos já sistematizados pelo plantio convencional. A eliminação de ervas daninhas no plantio direto é realizada com o emprego de herbicidas na instalação da cultura, e quando necessário, depois da emergência da soja. O plantio direto já é adotado em grandes áreas, especialmente nas regiões em que é possível a sucessão soja-trigo. EPOCA DE PLANTIO A época de plantio da soja, além de ser condicionada pelo fotoperiodismo, depende também do regime de chuvas da região e da fertilidade do solo explorado. Algumas cultivares têm sua época de plantio ampliada, quando contam com bom regime de chuvas e fertilidade elevada do solo (plantios de outubro e dezembro). Por outro lado, esses fatores tornam desaconselhável o plantio de cultivares de porte alto em período apropriado a intenso desenvolvimento vegetativo. “ O FOTOPERIODISMO A soja é uma planta muito sensível à extensão do dia. Dias longos favorecem o seu desenvolvimento, que é significativamente limitado por dias curtos. Outra característica de fotoperiodismo que marca a fisiologia da soja é a formação de botões Horais induzida pela extensão do período de ausência da luz, ou seja, a ocorrência de Alorescimento quando as noites atingem determinado número de horas. A sensibilidade da soja ao fotoperiodismo condiciona a escolha da cultivar e a época de plantio. Cultivares precoces que crescem normalmente em regiões de dias longos de verão (Rio Grande do Sul) ficam com porte baixo quando plantadas em regióes que têm verão de dias mais curtos (Goiá inverso também se dá, isto é, o excesso de crescimento, com acamamento das plantas, se os dias no verão são muito mais longos que o normal para a cultivar escolhida. É, portanto, indispensável conhecer as características da cultivar e as condições locais em que será explorada, antes de elegê-la para plantio. O atraso no plantio também acarreta redução do porte das plantas, que é provocada por quantidade de luz diária insuficiente no período de desenvolvimento vegetativo e pela diminuição desse período, por não haver um correspondente atraso do florescimento. | | INOCULAÇÃO DAS SEMENTES A aplicação de inoculantes às sementes é uma maneira econômica de fornecer nitrogênio à soja. O inoculante, que é geralmente vendido em pacotes de 200 gramas, contém bactérias fixadoras de nitrogênio, da espécie Rhizobium japonicum, vivendo em turfa. As bacrérias têm tempo limitado de vida, aproximadamente 4 meses, após o preparo de inoculante. Para permanecerem com vida, as bactérias devem ser protegidas contra o calor e a luz solar direta. Ao adquirir o inoculante, o produtor deve verificar se cle é indicado para a soja e se não está com sua validade vencida. A inoculação é feita à sombra, usando- se um pacote de 200 gramas de inoculante para cada saco de 50 quilos de sementes. É recomendado dobrar a dose para os plantios de primeiro ano, ou quando for aplicado fungicida às sementes. A inoculação pode ser feita da maneira indicada, a seguir: Mesparramar um saco de sementes de soja sobre cimento liso, encerado, lona, plástico etc.; Mumedecer as sementes com água, usando no máximo 200 a 250 ml; (para que haja melhor adesão das bactérias nas sementes, pode-se usar uma solução de açúcar à 10% — 2 colheres das de sopa por 250 ml de água); Bderramar o pó do saquinho de inoculante sobre as sementes, mexendo bem até que elas fiquem cobertas pelo pó; deixar as sementes secando à sombra, por alguns minutos. Após a secagem, as sementes estarão prontas para o plantio. A temperatura do solo pode ter efeito altamente prejudicial sobre o inoculante. A semeadura em solos quentes e secos diminui a sobrevivência das bactérias sobre as sementes de soja inoculadas, retarda ou impede a germinação e prejudica a formação de nódulos. O tratamento de sementes deve, na medida do possível, ser evitado porque pode ser prejudicial à nodulação, se o solo não possuir alta população de bactérias fixadoras de nitrogênio. No entanto, se o tratamento for inevitável, devem ser tomados os seguintes cuidados: Maithveulação deve ser feita imediatamente antes do plantio pelo método úmido; Bo solo deve estar com suficiente umidade para pronta germinação; Ha dosagem do inoculante deve ser dobrada; Bos fungicidas mercuriais não devem ser empregados. EXIGÊNCIAS O alto valor cultural das sementes é elemento básico para o sucesso da exploração das culturas que se multiplicam por sementes. Os órgãos oficiais estabelecem padrões de qualidade para sementes destinadas à comercialização. A semente de soja requer boas condições de armazenamento. Antes do armazenamento, sua qualidade pode ser prejudicada pelo ataque de percevejos, por agentes patogênicos, por choques sofridos nas operações de colheita, por condições RENDIMENTO climáticas adversas após sua maturação fisiológica etc. Levando em conta as exigências de armazenamento e os danos que as sementes de soja podem sofrer no campo ou na colheita, é aconselhável sua aquisição a cada ano, de fonte idônea, registrada nos órgãos oficiais segundo a legislação vigente. Sementes com poder germinativo inferior a 80% devem ser tratadas com fungicida, se têm no mínimo 60% de poder germinativo. Com menos de 60% não são recomendadas para o plantio. Usando a tecnologia disponível para a produção de soja, é possível atingir rendimento superior a 3.500 quilos de grãos por hectare, com condições favoráveis de clima e solo. Rendimentos mais elevados têm sido registrados em condições especiais. TAS E q A B o A ; a 4 a f. Coleçavpsozinha Diatica ” % Coletânea de receitas com fórmulas feceagiades a para você preparar os mais deliciosos pratos, E RS PRAGAS E DOENÇAS DO 9 CULTIVO DA É Muitas espécies de insetos atacam a soja, mas poucas são as que ordinariamente lhe causam grandes prejuízos. Algumas espécies só ocasionalmente podem ser consideradas realmente pragas. AGARTAS E PERCEVEJOS SÃO AS PRAGAS PRINCIPAIS. OUTROS INSETOS QUE APARECEM NA LAVOURA, COMO BESOUROS, TRIPÉS, CIGARRINHAS ETC., SÃO DE POUCA IMPORTÂNCIA, NÃO PROVOCAM MAIORES PERDAS. As lagartas e os percevejos que causam mais danos à soja são a lagarta da soja (Anticarsia gemmasalis), a falsa medideira (Plusia Spp), a broca do colo (Elasmopalpus lignosellus), o percevejo verde (Nezara viridula), o percevejo verde pequeno (Piezodoras guildini) e o percevejo marrom (Euschistus heros). A lagarta da soja e a falsa medideira danificam a folhagem especialmente após o Aorescimento. A broca do colo prejudica o “stand” (quantidade ideal de plantas por linhas) quando atinge população elevada no início do desenvolvimento da cultura. Os percevejos sugam a folhagem e os grãos. Eles depreciam a qualidade dos gráos e chegam a causar perda total da produção quando alteram o processo fisiológico da planta. DESCRICAO DAS PRINCIPAIS PRAGAS MLagarta da soja: a lagarta da soja mede aproximadamente 3 cm de comprimento quando bem desenvolvida, c é reconhecida por listras brancas longitudinais no dorso e por não medir palmo ao caminhar. Sua coloração normalmente verde pode variar, chegando em circunstâncias especiais a ser quase preta. HLagarta falsa medideira: a lagarta falsa medideira difere da lagarta da soja por medir palmo ao caminhar c por listras longitudinais do dorso mais largas. Broca do coto: a broca do colo, pequena lagarta de aproximadamente 2 cm de comprimento, penetra no caule das plantas novas, na altura do colo, e nele cava uma galeria. É de cor branca- esverdeada, marrom ou vinho. Tem cabeça pequena de cor marrom-escura e apresenta segmentos bem distintos ao longo de todo corpo. MPercevejo verde: nos estágios iniciais, tem cor escura e vive agrupado. À medida que se desenvolve vai passando para a coloração verde, que é de tonalidade mais intensa no dorso. O adulto mede pouco mais de 1,5 centímetro e tem forma de unha. WPercevejo verde pequeno: tem forma semelhante à do percevejo verde, porém, é de porte bem menor, cerca de 1 centímetro de comprimento, e possui cor verde mais pálida. CONTROLE DAS PRAGAS O controle de lagartas e percevejos por inseticida só é recomendado após ser atingido determinado nível de população de insetos ou de danos nas folhas. Antes do Rorescimento da soja, as lagartas são controladas com inseticidas quando o desfolhamento for da ordem de 30% e o número de lagartas for igual ou superior a 20 unidades/metro de linha plantas. Após o início do Horescimento, a aplicação de inseticidas é necessária quando forem constatados 15% de desfolha e 20 lagartas por metro de linha. Para percevejos, o nível de infestação para o início do controle químico é de dois percevejos por metro linear de plantas. A broca do colo só é controlada se causar 25% ou mais de redução no “stand” da cultura. As demais pragas geralmente dispensam controle químico. DOENÇAS DA CULTURA DA SOJA Grande número de doenças já foi constatado na cultura da soja, no Brasil, porém, os prejuízos que elas causam à produção são geralmente de menor importância que os causados pelas pragas. As doenças da soja podem ser agrupadas de acordo com seus agentes patogênicos, em doenças fúngicas, bacterianas e viroses. As que mais ocorrem são: > Sintomas HAntracnose: lesões em pecíolos e ramos novos que causam estrangulamento e quebra da parte atacada. Lesões de cor escura nas hastes e vagens, com frutificações do fungo, de cor preta, visíveis com lupa de mão. MCercosporiose (mancha “olho de rã”): lesões arredondadas de 1 a 4 mm de diâmetro, de cor cinza a castanho-claro. Enrugamento das sementes, apodrecimento e mudança de coloração para cinza a castanho-escuro. Mancha púrpura: coloração púrpura ou arroxeada das sementes. EMíldio: pequenos pontos amarelos aparecem em toda a parte superior da DOENÇAS CAUSADAS POR FUNGOS DR ru) folha, que aumentam de tamanho e posteriormente passam a ter coloração LONE a ado fal rolodrda castanho-claro, por morte do tecido foliar. Na face inferior da folha surgem formações com aspecto de algodão, que correspondem às lesões da fase superior. Antracnose Colletotrichum dematiun Cercospora sojina Cercospora kikuchii Cercosporiose Mancha púrpura Míldio Peronospora manshurica ERhizoctoniose: podridão das sementes, Rizoctoniose Rhizoctonia salani tombamento, apodrecimento das raízes, - es murchamento de folhas, morte de plantas Septoriose Septoria glycines em reboleira e grãos de tamanho reduzido MSeptoriose: manchas castanho-escuras nos cotiledones e pardo-avermelhadas nas folhas. Amarelecimento e queda das folhas inferiores nas plantas jovens. Queda prematura de folhas na fase de maturação da soja. DOENÇAS CAUSADAS POR BACTÉRIAS Antracnose Agente causador “4 E Ç em Pústula bacteriana | Xanthomonas phaseoli Crestamento : x Pseudomonas glycinea Ç bacteriano , Fogo selvagem Pseudomonas tabaci - Sintomas MPústula bacteriana: grande quantidade de manchas pequenas nas folhas, de cor amarelada, com tumefação folha. A cor da mancha evolui para castanho-escuro, com tonalidade clara na tumefação. facilmente notada na face dorsal da MCrestamento bacteriano: manchas da pústula bacteriana, ura, podendo ser pretas, mais ou menos angulares, e com halo amarelo bem distinto. pouco maiores qu de cor castanho: HFogo selvagem: manchas de cor castanho-clara, podendo chegar a castanho- escura, de formas irregulares e de tamanho variado, circundadas por grandes halos amarelos, bem definidos. DOENÇAS CAUSADAS POR VÍRUS A [uE sita Agente causador Mosaico comum Vírus do mosaico comum Vírus da necrose branca Vira-cabeça Ho dio > Sintomas Mosaico comum: manchas de coloração verde, com tonalidade diferente do verde das folhas, que dão aspecto de mosaico. Rugosidade nas folhas « redução do número de vagens quando o ataque ocorre cedo. MVira-cabeça: curvatura e morte do broto apical da planta, enegrecimento da medula do caule e enfezamento das plantas, DANOS O levantamento do nível de danos e infestação de pragas é feito com o auxílio de um pano branco ou puçá. Sua adoção é de real interesse econômico, traz significativa diminuição do número de aplicações de inseticida e favorece o controle da praga por inimigos naturais, que são numerosos na cultura da soja. Já a identificação de doenças geralmente exige exames de laboratório. Entretanto, alguns dos sintomas que aparecem nas plantas dão razoável indicação de sua incidência. Controle das doenças Para o controle das doenças é recomendável o emprego de varicdades resistentes, sementes sadias e rotação da cultura da soja com culturas não suscetíveis às suas doenças. O controle das doenças fúngicas da soja com produtos químicos encontram-se em fase experimental. Outros inimigos Entre outros inimigos da soja merecem destaque os nematóides formadores de galhas nas raízes. Esses nematóides, que são do gênero Meloidogyne, com frequência estão presentes na lavoura sem causar danos significarivos, porém, em algumas regiões acarretam sérios prejuízos à produção. > Sintomas Galhas nas raízes (engrossamento das raízes) e amarelecimento das folhas. Nos ataques severos, há grande aumento do volume das raízes atacadas e a morte de plantas em reboleiras. Controle Como medida de controle, recomenda- se a rotação de cultura e aração profunda logo após a colheita da cultura anterior. A COLHEITA A soja é colhida após a queda das folhas, com haste e vagens secas e com 14% de umidade nos grãos. Quando a produção é destinada ao fornecimento de sementes é colhida com um pouco mais de umidade. A colheita, geralmente a granel, é realizada por combinadas, que podem ser usadas também para outros cereais. Uma combinada tem capacidade para colher, no mínimo, 200 hectares de soja no período de uma safra. O emprego de cultivares de ciclos diferentes amplia o período da colheita, permitindo maior aproveitamento das colhedeiras. Na colheita é normal haver perda de grãos, que, todavia, será pouco expressiva se alguns cuidados forem observados na condução da cultura e nas operações de colheita. Fonte: Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária] ER CURA tncio de informações pe MojeS, em um só click! ALE escaLa az “A soja é reconh A ecida como um dos grãos mais versáteis do universo vegetal - às utilidades da soja deve ser acrescentada mais uma: a aplicação em produtos de beleza cosmética. IM, DEPOIS DE DESCOBERTAS TANTAS UTILIDADES DA SOJA PARA O TRATAMENTO DA SAÚDE E PARA A PREVENÇÃO DE DOENÇAS GRAVES, ELA PASSOU A SER EMPREGADA NA PRODUÇÃO DE PRODUTOS DE BELEZA — É MAIS UMA ARMA EFICAZ CONTRA RUGAS E FLACIDEZ DA PELE, ESPECIALMENTE PARA PESSOAS MADURAS CUJA PELE NECESSITA DE MAIS CUIDADOS COM A HIDRATAÇÃO. Nas últimas décadas a soja ganhou destaque por ser rica em fibras e proteínas e por ser indicada para combater os efeitos do climatério (fase que antecede a última menstruação). Mais recentemente, o grão ganhou destaque na indústria cosmética, com o lançamento de linhas de produtos sofisticados que carregam a soja em sua formulação. São várias as opções: cremes que combatem a celulite, loções hidratantes, cremes de rejuvenescimento, xampus, artigos para retirar a maquiagem etc. Médicos, farmacêuticos e dermatologistas vem com bons olhos o uso desses cosméticos e estão receitando composições à base de soja. PRINCÍPIO ATIVO A inclusão da soja nos cosméticos está bascada no conhecimento que aci ncia dispõe sobre seus efeitos benéficos para a saúde, O princípio isoflavona, um ativo da soja hormônio natural que, como comprovam as pesquisas, ameniza os sintomas do climatério, como as ondas de calor; além disso, a isoflavona tem semelhança com os hormônios estrogênicos e algumas propriedades para reposição hormonal. Na pele, ela inibe a ação de enzimas que dificultam a produção das fibras responsáveis pela sustentação e elasticidade, Dessa forma, contribui para combater a flacidez da pele e as rugas. Como se trata de um hormônio, os produtos de beleza à base de soja devem ser usados com critério, segundo os dermatologistas. Outros componentes da soja também são aproveitados para a cosmetologia: a proteina ajuda a recompor cabelos danificados e os minerais e vitaminas auxiliam na nutrição da pele e dos fios. O óleo de soja é solúvel em água, portanto é ideal para ser aplicado em produtos cosméticos de praia e piscina, porque protege sem ser pegajoso. SUCOS, TERAPÊUTICOS SUCO REGULADOR INTESTINAL Ingredientes: * 2 ameixas pretas sem caroços * 1 fatia de mamão * 1 laranja cortada com bagaço * 2 colheres (sopa) de farelo de trigo * 1 copo de leite de soja [200 ml) * Adoçante Modo de preparo: Bata todos os ingredientes juntos. Tome de manhã. Bater e tomar na hora, não se deve guardar depois de pronto. SUCO PARA OSTEOPOROSE Ingredientes: * 1 punhado de espinafre * 1 punhado de orapronobis * 1 colher (café) de farinha de cascas de ovos * 1 copo de leite de soja [200 ml) * 1 colher (sopa) de polpa de maracujá * Adoçante Modo de preparo: Bata todos os ingredientes juntos. Tomar duas vezes ao dia, SUCO PARA TRATAMENTO DA ENXAQUECA Ingredientes: * 1 vidro de yakult * fa copo de leite de soja ge- lado (100 ml) * 3 colheres de gérmen de trigo cru * 1 maçã sem cascas + 2 colheres [sopa] de aveia em flocos * 1 colher [sopa] de mel Modo de preparo: Bata tudo no liquidificador e beba diariamente esse suco como preventivo da enxaque- ca, Esta bebida ajuda a pro- duzir o triptofano, aminoácido pouco presente no organismo de quem tem enxaqueca, e serve de matéria-prima para o sistema nervoso produzir serotanina, responsável pela sensação de bem-estar. SUCO PARA COMBATER TUMORES Ingredientes: * Sgraviolas * 1 copo de leite de soja * 1 cacho de uvas escuras Modo de preparo: Bata os ingredientes no liqui- dificador e beba em seguida. SUCO PARA COMBATER ULCERAS E GASTRITE Ingredientes: * 1 inhame descascado e picado * 5 folhas de couve cortadas * 1 copo de leite de soja * Mela gosto Modo de preparo: Junte tudo e bata no liquidi- ficador. Tomar duas vezes ao dia. SUCO ENERGÉTICO Ingredientes * 1 rodela de ananás e1kiwi * 2 morangos * 1 copo de leite de soja (200 ml * Tiogurte de soja [sabor morango) * 1 colher de chá de sementes de linhaça * 1 colher de sopa de farelo de trigo Modo de preparo: Coloque tudo no liquidificador e bata durante alguns minu- tos. Se achar que está muito espesso adicione mais um pouco de leite de soja. OUTRAS RECEITAS COM SOJA SAUDÁVEIS E SURPREENDENTES! LEITE CONDENSADO VEGANO Ingredientes: * 1 xícara [chá] de leite de soja e Yaxicara [chá] de água * 1 colher de sopa de marga- rina vegetal * 2 colheres de sopa de açúcar mascavo * 1 colher de café de essência de baunilha Modo de preparo: Junte todos os ingredientes no copo do liquidificador, bata, deixe misturar bem. Guarde em potes bem fechados na geladeira. Use como substituto do leite con- densado comum. Por exemplo no café, como recheio de tortas, como cobertura de bolos, nas sobremesas em geral. MAIONESE DE SOJA Ingredientes: * 100 ml de leite de soja * 200 ml de óleo de girassol ou azeite de oliva * 1 dente de alho esmagado * Suco de limão a gosto * Sala gosto Modo de preparo: Vá juntando o leite de soja e o óleo enquanto mistura, Acres- cente o alho e continue mexen- do. Deixe descansar. Acrescen- te o suco de limão e o sal que desejar. Use como substituto da maionese industrializada no preparo de saladas. Vai bem para salpicar torradinhas. MANTEIGA DE SOJA Ingredientes: * 200 ml de leite de soja * 200 ml de água * 200 ml de óleo de soja * é colheres [sopa] de amido de milho (“maisena”) * 1 colher [chá] de sal marinho * Açafrão * Urucum Modo de preparo: Prepare um mingau bem gros- so com a água e a maisena. Coloque no liquidificador, o leite de soja, o sal, uma pitada de cada tempero e um pedaço do mingau. Comece a bater e, sem parar, vá dando o ponto de manteiga, alternando o óleo e o mingau. KINAKO (FARINHA DE SOJA TORRADA E MOÍDA) Este é o saudável e versátil “kinako', usado como base na preparação dos mais diversos alimentos Ingredientes: * 1 kg de grão de soja escolhidos Modo de preparo: Coloque os grãos em uma as- sadeira rasa média e torre-os em forno pré- aquecido, por 20 minutos em fogo baixo, mex- endo para que não queimem, até que as cascas dos grãos soltem-se com facilidade. Deixe os grãos esfriarem. Moa os grãos em liquidificador até a obtenção de farinha seme- lhante à farinha de amendoim. Armazenar a farinha em
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