PROJETO DE ESTAGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE QUÍMICA, Projetos de Química. Universidade Federal do Piauí (UFPI)
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PROJETO DE ESTAGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE QUÍMICA, Projetos de Química. Universidade Federal do Piauí (UFPI)

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O projeto será desenvolvido como uma das atividades obrigatórias da disciplina Estágio Supervisionado II no curso de Licenciatura em Química, pela Universidade Aberta do Brasil – UAB e Universidade Federal do Piauí – UFP...
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – MEC

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ – UFPI PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PREG

UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO II

PROFª. ESP. GEISYMEIRE PEREIRA DO NASCIMENTO TUTOR A DISTÂNCIA: TATIANA ALMEIDA DE CARVALHO

PROJETO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO II DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA DO CEAD/UFPI.

JOMHARA SEMÍRAMES BARRETO LIMA

Bom Jesus – PIAUÍ 2017

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – MEC

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ – UFPI PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PREG

UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO II

PROFª. ESP. GEISYMEIRE PEREIRA DO NASCIMENTO TUTOR A DISTÂNCIA: TATIANA ALMEIDA DE CARVALHO

PROJETO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO II DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA DO CEAD/UFPI.

O projeto será desenvolvido como uma das atividades obrigatórias da disciplina Estágio Supervisionado II no curso de Licenciatura em Química, pela Universidade Aberta do Brasil – UAB e Universidade Federal do Piauí – UFPI, coordenada pela Prof. Esp. Geisymeire Pereira do Nascimento, Supervisionada pelo Profº. Dr. Edson Cavalcante da Silva Filho e acompanhada pelo (a) tutor a distância Tatiana Almeida de Carvalho.

Bom Jesus – PIAUÍ 2017

S U M Á R I O

1. INTRODUÇÃO..................................................................................................4

2. OBJETIVOS......................................................................................................6

3. JUSTIFICATIVA ...............................................................................................6

4.

METODOLOGIA...............................................................................................8

5.

CRONOGRAMA.......................................................................................

.........9

6. REFERÊNCIAS..............................................................................................10

1. INTRODUÇÃO

Este projeto de Estágio Supervisionado II, objetiva apresentar as etapas do estágio

de observação em escolas do Ensino Fundamental (9ºano) e Ensino Médio que

possua o primeiro, segundo e terceiro ano.

O Estágio Supervisionado II, é disciplina obrigatória do Curso de Licenciatura

Plena em Química, oferecido pela Universidade Aberta do Brasil- UAB em parceria

com a Universidade Federal do Piauí (UFPI), na disciplina de Estágio II coordenada

pela Profª Geisymeire Pereira do Nascimento e acompanhada pelo(a) professor(a)

Tutor(a) Tatiana Almeida de Carvalho, o Estágio Supervisionado II é de caráter

observacional da prática docente no ensino médio.

A realização do Estágio na fase de observação possibilita ao estagiário

realizar nesta etapa, ações sistematizadas sobre a escola onde será realizada a

etapa de intervenção e regência permitindo um olhar mais específico sobre aspectos

relevantes que compõem o processo de mediação didático pedagógico do professor

de Química.

O Estágio Supervisionado II para nós alunos de Química constitui um espaço

privilegiado de convivência das experiências pedagógicas da formação teórica com

as vivências profissionais no decorrer do curso e, principalmente, por ser uma

aprendizagem da profissão docente, entre conhecimentos acadêmicos disciplinares

e o enfrentamento de problemas decorrentes da vivência de situações próprias do

cotidiano escolar.

Nesse sentido, objetivando orientar o processo de observação delimitamos as

seguintes questões norteadoras: a) Qual a formação dos professores que fazem a

mediação didático pedagógica na disciplina de Química? b) Quais recursos didáticos

a escola dispõe para auxiliar o processo de ensino aprendizagem dos? c) Qual a

relação entre o discurso do professor e o que ele faz na prática pedagógica nas

aulas de química? d) A estrutura física atende as condições de qualidade? e) Quais

as condições da escola em relação à qualidade desejada?

A partir da década de 1990 as pesquisas em Ensino de Ciências passaram a

sugerir uma crescente preocupação com a formação de professores tornando-se

eixo central de discussões e possibilidades de melhoria em todo processo de ensino

e aprendizagem. Porém, vivencia-se ainda, um processo formativo pautado na

centralidade teórica da docência, como, também, na fragmentação dos currículos em

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blocos de conteúdos que pouco se relacionam com a escola e com o trabalho

docente. Os projetos pedagógicos das instituições formadoras ainda não são

arrojados a ponto de marcar um novo modelo de formação que possa elevar,

significativamente, a qualidade da docência (SCHNETZLER, 2004; STANZANI,

OBARA, PASSOS, 2013; SILVEIRA, 2015).

Corroborando com as ideias apresentadas anteriormente, Maldaner (2006)

afirma que:

Hoje há praticamente um consenso de que os cursos de formação de professores não conseguem responder às necessidades de nenhum nível de ensino. Isso se refere ao Brasil, onde os cursos de licenciaturas são pouco eficientes em proporcionar uma visão mais ampla da atividade docente (MALDANER, 2006, p. 47).

O curso de química da Universidade Federal do Piauí-UFPI, na modalidade à

distancia no módulo VII, oferta-se aos universitários a disciplina Estágio

Supervisionado II como prática docente, para assim, buscar integrar o ato de

pesquisar à teoria e à prática de ensinar, que oportunizará a produção de novos

conhecimentos e promoverá uma relação dialógica entre planejamento, ação

docente, avaliação e pesquisa, na construção de conhecimentos teóricos e práticos

no contexto de uma sociedade de comunicação e informação; neste sentido, o

campo de estágio será realizado na escola: Centro Educacional Lourdinha Gomes

situada na rua Igor Fonseca de Azevedo, S/N, bairro: centro, CEP 64.900-00 – Bom

Jesus-PI, telefone: (89)5362-1264.

A escola é mantida pelo setor privado, fundada desde 1995, oferta educação

básica (Ensino Fundamental do 6º ao 9º ano no turno da tarde e Ensino Médio nos

turnos tarde e noite). Nesse segundo estágio terei como objeto de estudo nessa

instituição a observação da estrutura da escola e da docência do 1º ao 3º ano do

ensino médio.

2. OBJETIVOS

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Geral

• Observar a estrutura física e organizacional da escola;

• Observar as aulas ministradas pelo professor de Química.

Específicos

• Descrever a estrutura física do prédio e a organização da escola com ênfase

no que diz respeito às disciplinas de Química;

• Caracterizar o laboratório (se houver) e os demais materiais didáticos

utilizados pelos professores;

• Descrever as aulas de química buscando os diversos aspectos de acordo

com as práticas pedagógicas contemporâneas e consideradas relevantes

levando em consideração o aspecto teórico prático;

• Desenvolver os objetivos de acordo com o problema e as outras questões

norteadoras da pesquisa.

3. JUSTIFICATIVA

O Estágio Supervisionado II é o segundo contato que o aluno-professor tem

com seu futuro campo de atuação. Onde, por meio da observação da escola e

regência das aulas de química, o licenciando poderá refletir sobre e vislumbrar

futuras ações pedagógicas. Assim, sua formação tornar-se-á mais significativa

quando essas experiências forem socializadas em sua sala de aula com seus

colegas, produzindo discussão, possibilitando uma reflexão crítica, construindo a sua

identidade e lançando, dessa forma, “um novo olhar sobre o ensino, a aprendizagem

[e] a função do educador” (PASSERINI, 2007). Caracterizando-se como objeto de

estudo e reflexão, o Estágio Supervisionado poderá ser um agente contribuidor na

formação do professor. Ao estagiar, o futuro professor passa a enxergar a educação

com outro olhar, procurando entender a realidade da escola e o comportamento dos

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alunos, dos professores e dos profissionais que a compõem. Com isso faz uma nova

leitura do ambiente (escola, sala de aula, comunidade), procurando meios para

intervir positivamente (JANUARIO, 2008).

Sabe-se que os alunos têm grande dificuldade de assimilar os conteúdos de

química abordados em sala de aula, ou seja, as aulas na sua grande maioria são

apenas teóricas. Isso proporciona desentendimento e até mesmo um desinteresse

em relação à disciplina. Acredita-se que o ensino de química deve contribuir para

uma visão mais abrangente do conhecimento, colocando em ênfase, na sala de aula,

conhecimentos que sejam relevantes e possam interagir no cotidiano do aluno. Os

alunos compreendendo isso desde cedo, descobrem que estudar química pode ser

fácil e divertido, principalmente quando esse ensino é feito de forma prática e

atraente.

A química é uma ciência eminentemente experimental; daí a importância das

aulas práticas. As aulas no laboratório proporcionam uma maior aproximação dos

alunos com a disciplina. É de conhecimento dos professores de ciências o fato de a

experimentação despertar um forte interesse entre alunos de diversos níveis de

escolarização. Em seus depoimentos, os alunos costumam atribuir à experimentação

um caráter motivador, lúdico, essencialmente vinculado aos sentidos, como também

aprofundamento do conhecimento pela prática. Por outro lado, não é incomum ouvir

de professores a afirmativa de que a experimentação aumenta a capacidade de

aprendizado, pois funciona como meio de envolver o aluno nos temas de pauta.

(GIORDAN, 1999).

Atualmente, o ensino é entendido como um processo que depende das

interações com o meio, relações professores-alunos, interações alunos-alunos e

ferramentas disponíveis no âmbito educacional. Dentre essas ferramentas, pode-se

destacar os Livros Didáticos(LD).De acordo com Gérard e Roegiers (1998)o livro

didático é um instrumento impresso, intencionalmente estruturado para ser utilizado

com o objetivo de melhorar o processo de aprendizagem.

Levando em consideração que os LD representam um instrumento de apoio

ao trabalho do professor e além disso, são considerados importantes meios de

pesquisa, estudo e leitura para os alunos, é imprescindível que a escolha dos LD

pelos professores seja realizada de forma criteriosa, pautada à coerência e à

adequação da abordagem teórico-metodológica, conjunto de conhecimentos e

8

habilidades voltadas à compreensão do mundo material nas suas diferentes

dimensões.

4. METODOLOGIA

A concepção metodológica utilizada nesta pesquisa será baseada no estudo de

caso que investiga um fenômeno atual dentro do seu contexto de realidade. Para

Nogueira (1975), “deve-se recorrer à entrevista, sempre que se tem necessidade de

informações que não podem ser encontradas em registros ou fontes documentárias

e que se espera que alguém esteja em condições de prover”. No desenvolvimento

das atividades de coletas de dados, o instrumento utilizado será um questionário

aberto aplicado para os alunos do ensino fundamental, especificamente do 9º ano e

outro para seus respectivos professores e coordenadores. Os questionários serão

aplicados para uma turma e professores de química.

Na forma de pesquisa de campo, o Estágio Curricular Supervisionado II

versará sobre desenvolvimento de uma visão crítica da realidade escolar, ao

entendimento da dinâmica institucional, ao conhecimento da literatura sobre a área

de atuação, à participação em reuniões informativas e de troca de experiências e ao

planejamento, execução e avaliação do processo de ensino-aprendizagem.

A primeira etapa do estágio, será realizado com a apresentação à instituição

de ensino no dia 16 de outubro de 2017, que ocorrerá com a apresentação do ofício

de encaminhamento do estagiário à escola.

Na segunda (25 de outubro de 2017) ocorrerá o preenchimento e postagem

dos formulários de 1 a 6 e do questionário de observação sobre a coordenação

pedagógica e o planejamento escolar.

Na terceira etapa será a participação no planejamento bimestral de ciências

naturais e/ou química e produção do texto referente a participação no planejamento.

Na quarta etapa será a observação no ensino fundamental de duas aulas de

ciências/química do 9º; no ensino médio: duas aulas de química do 1º ano, duas

aulas de química do 2º ano, duas aulas de química do 3º ano.

Na última etapa será a elaboração do relatório de estágio com as informações

coletadas na instituição de ensino

5. CRONOGRAMA

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CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO

ATIVIDADES

OUTUBRO

Semanas

NOVEMBRO

Semanas

DEZEMBRO

Semanas

1ª 2ª 3ª 4ª 1ª 2ª 3ª 4ª 1ª 2ª 3ª 4ª

Apresentação à instituição de Ensino e entrega Encaminhamento de Estágio.

x

Preenchimento e postagem dos formulários de 1 a 6 e do questionário de observação sobre a coordenação pedagógica e o planejamento escolar.

x

Participação no planejamento bimestral de ciências naturais e/ou química e produção do texto referente a participação no planejamento

x

Observação de duas aulas de Ciências/Química (9º ano – E.F)

x

Observação de duas Aulas de Química (1º ano – E.M)

x

Observação de duas aulas de Química (2º ano – E.M)

x

Observação de duas aulas de Química (3º ano – E.M)

x

Elaboração do relatório de Estágio, com as informações coletadas na

10

Instituição de Ensino. x x x

6.REFERÊNCIAS

ANTUNES, Celso. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender.

Editora Artmed. Porto Alegre – 2002.

APPLE, Michael W. In_MOREIRA, Antonio Flávio. SILVA, Tomaz Tadeu da Silva.

Currículo, cultura e sociedade. Editora Cortez. Capítulo III, 8ª edição. São Paulo – 2005.

GÉRARD, F.-M, ROEGIERS, X. (1993)- Concevoir et évaluer des manuels

scolaires. Bruxelas. De Boeck-Wesmail (tradução Portuguesa de Júlia Ferreira e de Helena Peralta, Porto: 1998).

GIORDAN, M. O papel da Experimentação no Ensino de Ciências. In: Química Nova Escola, n° 10, pp. 43-44, 1999.

GIROUX, Henry A. SIMON, Roger. In_MOREIRA, Antonio Flávio. SILVA, Tomaz

Tadeu da Silva. Currículo, cultura e sociedade. Editora Cortez. Capítulo IV, 8ª edição. São Paulo – 2005.

GONZÁLEZ, José Antonio Torres. Educação e diversidade: Bases didáticas e organizativas. Editora Artmed. Porto Alegre – 2002. JANUÁRIO, G. O Estagio supervisionado e suas contribuições para a prática

pedagógica do professor. In: SEMINÁRIO DE HISTORIA E INUESTIGAÇÕES DE/ EM AULAS DE MATEMATICA, 2, 2008, Campinas. Anais: II SHIAM. Campinas:

GPS/FE - Unicamp; 2008.

NOGUEIRA, O. Pesquisa social: introdução às suas técnicas. São Paulo: Cia Editora Nacional, 1975.

PASSERINI, G. A. O estágio supervisionado na formação inicial de professores de matemática na ótica de estudantes do curso de licenciatura em matemática da UEL. 121f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências e Educação Matemática) – Universidade Estadual de Londrina. Londrina: UEL, 2007.

SCHNETZLER, R. P. A pesquisa no ensino de Química e a importância da

Química Nova na Escola. Química Nova na Escola, n.20, 49-54, 2004.

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SCHNETZLER, R. P. Alternativas didáticas para a formação docente em Química. In: DALBEN, A. et al. (coords). Coleção didática e prática de ensino. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.

SILVA, R. M. G.; SCHNETZLER, R. P. Estágios curriculares supervisionados de ensino: partilhando experiências formativas. EntreVer, Florianópolis, v. 01, p.

116-136, 2011.

SILVEIRA, H. E. Mas, afinal: o que é iniciação à docência? Atos de Pesquisa em Educação, v. 10, n.2, p.354-368, 2015. YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Porto Alegre: Bookman, 2005.

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