Projeto intervenção, Manuais, Projetos, Pesquisas de Psicologia
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Projeto intervenção psicosocial em violência conta a mulher cidade de Aracaju.
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UNIVERSIDADE TIRADENTES

CURSO PSICOLOGIA

ANDRÉIA ALVES DE OLIVEIRA CRUZ

CRISTIANE DACTES GONÇALVES COSTA

EGISÁLIA MARIA SANTOS ALVES

LAÍSE LINDEMBERG DE OLIVEIRA GOÍS

MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR E A INTERVENÇÃO PSICOSSOCIAL

PRÉ - PROJETO AMAR-SE

ARACAJU - SE

2010

UNIVERSIDADE TIRADENTES 1

CURSO PSICOLOGIA

ANDRÉIA ALVES DE OLIVEIRA CRUZ

CRISTIANE DACTES GONÇALVES COSTA

EGISÁLIA MARIA SANTOS ALVES

LAÍSE LINDEMBERG DE OLIVEIRA GOÍS

MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR E A INTERVENÇÃO PSICOSSOCIAL

PRÉ - PROJETO AMAR-SE

.

ARACAJU - SE

2010 SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ___________________________________________________4

2. DIAGNÓSTICO PARTICIPATIVO__________________________________5 2.1.1 Árvore de problemas ________________________________________5 2.1.2 Folhas ou Efeitos da violência _________________________________6 2.1.3 Tronco ou Problema _________________________________________6 2.1.4 Raízes ou Causas do Problema ________________________________6

3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ____________________________________6

4. PROBLEMÁTICA: _______________________________________________8 5. OBJETIVOS _____________________________________________________8 5.1 Objetivo do projeto AMAR-SE _____________________________________8 5.2 2º atividade ____________________________________________________8

6. ATIVIDADE PLANEJADA _________________________________________9

5.1Público Alvo ___________________________________________________9

1Metodologia ___________________________________________________9 7. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO __________________________________9 8. ORÇAMENTO __________________________________________________10

9. PLANEJAMENTO DA AVALIAÇÃO _______________________________11 10.CONSIDERAÇÕES FINAIS _______________________________________12

ANEXO

ANEXO 1 DIÁRIO DE BORDO _____________________________________________14

11. REFERÊNCIA BIBLIOGRAGICAS ________________________________16

1. INTRODUÇÃO:

3

O título em questão é um olhar no desenvolvimento do empowermentcomunitário, que implica

um esforço de compreensão das pessoas e dos seus contextos e será denominado pela sigla AMAR-SE

(Assistência à mulher em situação de violência intrafamiliar da cidade de Sergipe).

O projeto AMAR-SE foi voltado em levantamentos estatísticos e informações das usuárias do

Centro de Atendimento á Grupos Vulneráveis – CAGV, divisão da Secretária de Estado da Segurança

Pública de Sergipe – SSP/SE. Este é um centro composto por complexo de delegacias, e entre elas, a

Delegacia Especial de Atendimento à Mulher – DEAM na qual obtivemos informações do fluxo do

atendimento as mulheres vitimadas e da demanda de abertura de boletim de ocorrência (BO), termos de

circunstanciado, prisão, flagrante, suas dificuldades e inquérito policial sobre atos de violência contra

mulheres residentes em Aracaju / SE.

Nos encontros com as mulheres que prestaram denuncias na DEAM foi possível coletar dados sobre o perfil das usuárias, o contexto em que essas violências ocorreram, seus medos, traumas e

desejos.

De acordo com a estatística oferecida pelo DEAM em 2010, foram registradas 951 evidências

de violência, onde 138 referem se a inquérito policial, 800 Boletins de ocorrência, 07 termos de

oclusão circunstanciada, 06 prisões em flagrante.

O trabalho de intervenção foi escolhido por ser um assunto de bastante relevância e que abrange

as mais diversas classes sociais. Nessa atividade, abordaremos estratégias de intervenção que possui

um perfil estratégico na problemática social na cidade de Aracaju, sobre a saúde mental, traumas,

medos, emponderamento e a re-inserção da mulher no contexto social, após ter passado por situação de

violência sexual e ou doméstica, ocasionada por pessoas do seu grupo familiar.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as mulheres são as que correm maiores

riscos de sofrer violência em ambientes familiares. Uma entre quatro mulheres é vitima de agressão

acometida por seu parceiro ao longo de um relacionamento. (DAY, 2003).

O projeto de AMAR-SE será planejado através do método ZOPP (Ziel Orientierte Projekt

Planung) que possui abordagem de planejamento baseada na gestão por objetivos. O conceito baseia-se

num processo de planejamento participativos e transparentes, orientados das necessidades dos parceiros

e dos grupos - alvo e na noção de que um projeto ou programa constitui um processo, cujos elementos

principais têm de ser desenvolvidos passo a passo em equipes que contam com a participação dos

indivíduos ou grupos afetados pelo projeto e que têm de ser documentados de forma facilmente

reproduzível.

2 DIAGNÓSTICO PARTICIPATIVO

2.1 Árvore de Problemas:

Instrumento para a análise de problemas. Trata-se de um diagrama que visualiza uma situação -

problema e as relações de causa - efeito entre os problemas considerados relevantes dentro da temática

escolhida para o futuro projeto.

2.1.2 Folhas ou Efeitos da violência

1 Constrangimento

2 Baixa estima

3 Desunião

4 Desagregação familiar

5 Dependência química

6 Doenças psicossomáticas

7 Exclusão social

8 Homicídio

9 Medo 10 Transtornos mentais

11 Mais violência

12 Suicídio

12 Submissão

2.1.3 Tronco ou Problema:

5

Mulheres em situação de violência intrafamiliar.

2.1.4 Raízes ou Causas do Problema: ASSOCIADAS AOS FATORES SÓCIO-ECONÔMICOS:

1 Baixa renda

2 Desemprego

ASSOCIADAS AOS FATORES PSICO-CULTURAIS

1 Ciúmes

2 Desagregação de valores

3 Machismo

ASSOCIADAS AOS FATORES PSICO-SOCIAIS

1 Baixa escolaridade

2 Doenças psicológicas

3 Naturalização da violências

4 Omissão

5 Outros estímulos

3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

No Brasil, a cada 4 minutos uma mulher é violentada. Os crimes mais denunciados, nas delegacias

de mulheres, foram lesões corporais (26,2%) e ameaças (16,4%) (Nobre, Maria Tereza 2007). Ainda no

Brasil, um terço das internações em unidades de emergência são conseqüência da violência doméstica.

A Organização Mundial de Saúde adverte que violência contra a mulher, incluindo o estupro,

constitui um sério problema de saúde e causa de doenças e de mortes femininas.

Nesse contexto, registram-se avanços em torno do aumento das denúncias feitas pelas mulheres vítimas

da violência doméstica e sexual desde a instalação das Delegacias dos Direitos das Mulheres, porém

ainda são poucos registros de ocorrência relacionados a violências sexuais e, sobretudo o estupro.

A Mulher em situação em violência é um fato histórico que atravessa os séculos e podem ser

observadas em diferentes sociedades e culturas, classes sociais, raças e etnias. Visto como prática

associada aos rituais de masculinidade na Idade Média, o estupro só era condenado pelos penitenciais

da Igreja quando envolvia rapto, uma vez que esta condição o transformava em crime contra a

propriedade. Estupros em grupo, associados ao jogo, consumo de álcool e brigas eram cometidos por

gangues de jovens que “buscavam aliviar o tédio” e tinham como alvo não só “mulheres manchadas”,

tais como concubinas de padres, prostitutas, viúvas e separadas (não que seja um ato correto), mas

também esposas e filhas de homens de condição servil. A punição para esses crimes – considerados

como tal e aplicados apenas se envolvesse crianças, mulheres mais idosas ou das classes mais altas –

era uma multa ou um período curto na prisão (Richards, 1993).

Em Sergipe, apesar das baixas estatísticas policiais, O Jornal da Cidade (o de maior circulação no

Estado) noticiou em 04/09/2005 que em 18 meses 157 mulheres foram estupradas no Estado e outras

47 foram mortas. Metade dos casos aconteceu no interior do estado, principalmente na cidade de

Lagarto. Com base nos dados coletados junto a CMP -Central dos Movimentos Populares de Sergipe,

Costa (2002) afirma que cerca de 200 mulheres são estupradas por ano, no Estado (Nobre, Maria

Tereza, 2007).

“A desigualdade de gênero constitui uma das grandes contradições da sociedade que se mantém ao

longo da história da civilização e tem colocado as mulheres em um lugar social de subordinação. Essa

desigualdade tem como uma de suas extremas formas de manifestação à violência contra as mulheres,

que é resultado de uma assimetria de poder que se traduz em relações de força e dominação. Desse

modo, a violência baseada no gênero tem se constituído em um fenômeno social que influencia

sobremaneira o modo de viver, adoecer e morrer das mulheres”. (GUEDES, SILVA E FONSECA,

2009, p.626 aput Nobre, Maria Tereza 2007).

As formas mais conhecidas de violência intrafamiliar se revelam na esfera física, psicológica e

sexual. A Lei nº. 11.340, de 07 de Agosto de 2006, conhecida como Lei Maria da Penha, visa coibir a

violência doméstica e familiar contra a mulher, explicitam no seu artigo 7º, os seguintes conceitos de

violência praticada contra as mulheres.

7

4. PROBLEMÁTICA:

Ausência de emponderamento e inserção da mulher em situação de violência intrafamiliar no

contexto psicossocial.

5. OBJETIVOS :

5.1Objetivo do projeto AMAR-SE:

Oferecer apoio psicossocial às mulheres que passaram por situação de violência intrafamiliar, criando novas estratégias na perspectiva do emponderamento e a re-inserção psicossociais dessas mulheres.

1 2º atividade:

Visa amenizar as conseqüências psicológicas, estruturais e sociais existentes nas mulheres vitimas, como:

Traumas psicológicos ocasionados pela violência;

Apoio ás mulheres na re-inserção social;

Estimulá-las a pedir ajuda aos órgãos competentes quando ameaçadas;

Emponderamento das mulheres em situação de violência.

6. ATIVIDADE PLANEJADA :

6.1 Público Alvo:

O presente projeto AMAR-SE será realizadono Centro de Atendimento á Grupos Vulneráveis – CAGV, divisão Delegacia Especial de Atendimento à Mulher – DEAM, sendo as intervenções direcionadas para mulheres em situação de violência no âmbito familiar residentes na cidade de Aracaju - SE e que prestaram queixa na DEAM. A data está a confirmar, ocorrera intervenção em turnos alternados e uma vez por semana em um período de 08 meses.

6.2Metodologia:

A intervenção será desenvolvida com Terapia comunitária como suporte para resgate da auto- estima e apoio ás mulheres que sofreram violência de gênero. Serão desenvolvidas atividades terapêuticas, através de rodas de conversas, auxiliadas pelas participantes do grupo de intervenção, com intuito de estimular nas mulheres participantes a desenvolver consolidação de vínculos e a conquista de sua auto-estima, facilitando o processo de emponderamento.

A técnica de terapia de grupo será desenvolvida da seguinte forma:

Acomodação dos participantes em circulo;

Desenvolver clima de companheirismo entre as participantes;

Estimular interação;

Informar as regras como fazer silêncio, falar da sua própria experiência, não dá conselho e nem julgar;

Estimular os participantes a falar sobre aquilo que está fazendo sofrer;

Realizar síntese de problemas e contextualizar;

Trabalhar a problemática permitindo a reflexão do grupo;

Conclusão da temática.

1 CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO

Tabela em anexo

8 ORÇAMENTO

9

Neste item identificaremos o orçamento do referido projeto “AMAR – SE”. O orçamento será sub-

dividido em tópicos de necessidades.

Descrição do produto

Valor Unitário

(R$ )

Valor Total

(R$)

Espaço Físico

Locação sala para 20 pessoas R$ 500,00 R$ 4.000,00

Cadeiras R$ 80,00 R$ 640,00

Conta de Luz R$ 25,00 R$ 200,00

Kit material de higiene R$ 85,00 R$ 680,00

Transporte

Ajuda de custo combustível equipe técnica R$ 80,00 R$ 3.840,00

Locação Sprinter (Equipe técnica + grupo

de intervenção)

R$ 1.100,00 R$ 8.800,00

Alimentação

Coffe-Break R$ 60,00 R$ 480,00

Água mineral R$ 5,00 R$ 90,00

Bens de Consumo

Papel ofício R$ 12,00 R$ 144,00

Canetas R$ 2,50 R$ 250,00

Equipe técnica

Equipe técnica R$ 3.000,00 R$ 36.000,00

Total R$ 55.124,00

Valor total orçado para desenvolvimento do projeto AMAR-SE é de R$ 55.124,00 (Cinqüenta e cinco

mil cento e vinte quatro reais).

9 PLANEJAMENTO DA AVALIAÇÃO

A Avaliação é um procedimento que deve ocorrer durante a realização do projeto, permitindo desta

forma o monitoramento das atividades e o re-direcionamento das ações, quando necessário.

O projeto AMAR - SE levará em consideração na avaliação os valores, as idéias e os conceitos de

cada participante. O processo de avaliação irá focar a percepção dos beneficiários sobre as atividades

desenvolvidas, utilizando como instrumento técnico:

• Diálogo como forma dinâmica de alcançar o consenso do grupo com relação às atividades

desenvolvidas;

• Satisfação quanto à condução dos trabalhos e a intervenção física implantada;

• Melhoramento no desenvolvimento da interação, emponderamento, auto-estima, socialização e

bem estar.

A avaliação dar-se-á de forma bi-mensalmente através de atividades de entrevistas semi – estruturas

de forma grupal e entrevista com perguntas abertas individualmente com todas as participantes, a fim

de verificar o nível de satisfação e se os objetivos estão sendo atingidos.

Ao final do projeto, será realizado um relatório estruturado descrevendo as atividades realizadas

apontando pontos positivos e negativos e sugerindo a continuidade, modificação ou ampliação do

projeto "AMAR - SE".

11

10. Considerações Finais

Integrantes do grupo

Cristiane Dactes

A construção do projeto de intervenção para mulheres em situação de violência foi um processo

de amadurecimento e reflexão sobre a necessidade individual de cada mulher, que fez criar uma

consciência critica sobre o assunto e a diversas formas de auxiliar esse individuo que passa por um

momento de sofrimento, dor e desestruturação familiar.

Diante da alta complexidade do assunto observei a necessidade de construção de projetos

divulgação da violência, amparo para as mulheres, uma comunicação mais eficaz entre a DEAM,

CRAS e CREAS e o fortalecimento da rede em âmbito tecnológico.

Egisália Alves

Nesse período tivemos a oportunidade de conhecer a problemática da violência e como as

instituições tratam essa temática. Nesse contexto tive a oportunidade de manter contato com a realidade

dessas mulheres, e aprimorar os conhecimentos teóricos – pratico adquiridos no âmbito da intervenção

na prática Psicologia Social.

Ampliei a minha percepção do ser humano, pois pude compreender na vivencia o quanto o

homem é um ser complexo e como é importante estudá-lo em sua totalidade lembrando sempre que é

um ser holístico em constante construção o qual se transforma e transforma o meio em que vive.

Assim, compreendi que a violência é motivada por diversos fatores tais como: econômico,

sociais e psicológicos, e para contestá-la é preciso proporcionar aos indivíduos condições ambientais,

sempre levando em consideração os fatores biopsicossociais.

Andréia Cruz

A violência intrafamiliar contra a mulher é um assunto de bastante magnitude por abranger

todas as classes sociais e países E necessário por em ênfase nosso projeto no qual tem o objetivo de

prevenir e até mesmo combater a violência de gênero oferecendo apoio as pessoas vitimadas. Desde

pequenos sempre escutamos que “briga de marido e mulher não se mete a colher” isso faz com que se

prevaleça e omita a violência intrafamiliar. De acordo com as entrevistas feitas pode-se perceber que a

violência intrafamiliar ocorre por diversos motivos como: pobreza, dificuldades cotidianas, separação

entre casal, crises financeiras, características individuais, influencias familiares, aspectos culturais e

sociais. Nosso trabalho trás em evidência que os aspectos sócio econômicos influenciam significativamente nas mulheres em situação de violência intrafamiliar, por muitas vezes está

associadas á impossibilidade de criar os filhos sem a ajuda do companheiro.

No que se refere às mulheres em situação violência é forma imensa os danos psicológicos

sofrido pelas mesmas, afetando negativamente sua auto-estima gerando sentimento de insegurança,

onipotência em relação ao meio social. O estado de medo, foram os mais destacados como

conseqüências psíquicas. As mulheres que decidem romper um relacionamento violento também estão

rompendo com uma série de sonhos e expectativas em relação ao casamento e à família. Há perdas e

ganhos frente a esta decisão, que não devem ser ignorados pelos profissionais de saúde. Reconhecê-las,

implica poder trabalhá-las e, assim, fortalecer a mulher no redirecionamento e estabelecimento de

novas propostas de projetos sociais. Oferecendo acima de tudo apoio psíquico com os profissionais de

psicologia.

As crenças de que um dia o marido deixará de ser violento induz a mulher á persistir na relação.

Outro motivo seria a vergonha, até mesmo por dependerem emocionalmente e financeiramente do

agressor ou pelo fato de pensarem que filhos que não podem ter um pai preso ou condenado

moralmente até mesmo socialmente. Elas têm a ilusão de que é melhor mal acompanhada do que

sozinha.

13

E muito importante que nosso projeto de intervenção possa agir de forma que não fique a

margem dessa realidade garantindo uma intervenção que promova o empoderamento, com o auxilio

efetivo de auto descoberta fortalecendo a auto-estima e a autonomia no poder de decisão da mulher e

propiciando meios com que ela tenha novas alternativas de lidar com essa situação garantindo apoio

em todos os aspectos.

Laise Góis

No processo de criação e desenvolvimento do projeto de intervenção onde o foco foi a

violências na mulher, desenvolveu-se em nós um crescimento e amadurecimento em assuntos que

desrespeitam o meio social, principalmente em questões voltadas as mulheres símbolo de força luta

e dignidade.

Diante de um tema tão complexo pus minha atenção para projetos de deverão ser voltados para

essas mesmas mulheres que ainda não possuem voz ativa e pulso forte, tendo que terem um

amparo, um olhar maior como são os trabalhos feitos por instituições como o CREAS e o CRAS.

Cronograma das Atividades

26 /03 / 2010 – Envio ofício Secretária municipal de Assistência Social

06/ 04/ 2010 – Autorização da Secretária municipal de Assistência Social para início.

08/ 04/ 2010 – Visita ao Centro de Atendimento á Grupos Vulneráveis – CAGV, divisão da Secretária

de Estado da Segurança Pública de Sergipe – SSP/SE.

15/ 04/ 2010 – Recebimento de dados estatísticos da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher –

DEAM.

20/ 04/ 2010 – Apresentação das mulheres que gostaria de prestar informações sobre sua situação atual.

03/ 05 /2010 – Visita ao CREA São João de Deus

05/ 05/ 2010 – Entrevista com mulheres do programa AMAR-SE

10/ 05/ 2010 – Fundamentação teórica

18/ 05/ 2010 – Término das atividades

15

11. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ZoppGuia para utilização do método traduzido por Ivani Bursztyn

BROSE, Markus apostila O método Zopp para planejamento e gestão de pessoas

NOBRE, Maria Teresa O atendimento a mulheres em situação de violência sexual no Estado de Sergipe, XIII Congresso Brasileiro de Sociologia 29 de maio a 1 de junho de 2007, UFPE

GOMES, Romeu. A mulher em situação de violência sob a ótica da saúde. In: MINAYO, Maria Cecília, SOUZA, Edinilza Ramos de (Orgs). Violência sob o olhar da saúde: a infrapolítica da contemporaneidade brasileira. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2003.

OLIVREIRA, Celina Camilo. Projeto Social Saúde e Cidadania Belo Horizonte, Núcleo de Educação em Saúde Coletiva da Faculdade de Medicina / UFMG (Nescon) UFMG Belo Horizonte : Editora Coopmed, 2009.

MARTINS, Gustavo Veloso ELABORAÇÃO E GERENCIAMENTO DE PROJETOS, Apostila de curso, 2009.

Árvore de Objetivos:

Instrumento para a análise de objetivos. Tratasse de um diagrama baseado na arvore de problemas, da qual os problemas são transformados em estados positivos. Assim, a ralação causa - efeito é transformada em relação meio - fim. A Árvore de Objetivos visualiza uma situação ideal, a partir da qual são analisadas as estratégias alternativas para o projeto (PFEIFFER, 2008.)

OBJETIVO SUPERIOR / Folhas.

1 Equilíbrio mental

2 União intra-familiar

3 Conciliação familiar

4 Alegria

5 Prazer de viver

6 Independência

7 Vitalidade

8 Qualidade de vida

9 Diminuição da violência

OBJETIVO DO PROJETO / Tronco.

O emponderamento e a inserção biopsicosocial das mulheres em situação de violência.

OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS / Raízes

1 Aumento da escolaridade

2 Inclusão social

3 Auto-estima

4 Coragem para enfrentar as dificuldades

5 Desprovido de preconceitos

6 Aumento da taxa de empregabilidade

7 Aumento da renda familiar

17

Muito bom
Parabéns pelo projeto, com certeza readequarei para a n realidade e implementar com n usuárias.
Curti muito o trabalho e vou tentar fazer um parecido com ele pra minha unidade de trabalho. Parabéns pelo projeto.
Parabéns a equipe do Avon pelo belíssimo trabalho desenvolvido, e se cada um fizesse um pouco, com certeza as vítimas já teriam a segurança de assumir o controle sobre da situação que as afetam.
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