Protocolo operacional padrão: unidade de terapia intensiva coronáriana, Teses de Enfermagem. Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC)
Danielle161088
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Protocolo operacional padrão: unidade de terapia intensiva coronáriana, Teses de Enfermagem. Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC)

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UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO

INTRODUÇAO Este trabalho visa refletir sobre a importância do Protocolo Operacional Padrão (POP) no pós-operatório de cirurgia cardíaca e os cuidados ao paciente, sob responsabilidade da equipe de enfermagem. Trata-se de um estudo de campo descritivo-exploratório, de natureza qualitativa, desenvolvida no Hospital Monte Sinai no município de João Pessoa, Paraíba-PB. Para discorremos sobre o tema proposto, é importante, ainda que breve, falarmos sobre as doenças cardíacas, suas causas e sintomas que, segundo dados da Organização Mundial de Saúde- OMS. Constitui a principal causa de mortes no mundo, com 17 milhões de mortos apenas no ano de 2011 (OMS-2013). Portanto, iremos tratar sobre a conduta de grande importância da equipe de enfermagem, o protocolo operacional padrão que subsidiará os profissionais a ordenação dos dados/registros do paciente no pós- operatório de cirurgia cardíaca. O pós-operatório (PO) de cirurgias cardíacas é um período de recuperação para o paciente, requer cuidados intensos e procedimento com base cientifica para assegurar uma ação profissional eficaz. De acordo com Silvia (1991), o POP é importante para que a ação do enfermeiro tenha confiabilidade e base cientifica, podendo ser atualizado sempre que necessário. Galdeano (2003), afirma que o fato de não haver o POP, provoca uma desorganização no serviço da enfermagem. Nosso trabalho se compromete em refletir o POP, considerando que, este, é um indicador de qualidade para a assistência de enfermagem, sendo um importante recurso para garantir a padronização dos procedimentos a serem prestados pelos enfermeiros ao paciente, além de dar subsídios na sistematização da assistência, tendo em vista, que a cirurgia cardíaca é um procedimento de grande complexidade e seus benefícios são imediatos, faz-se necessário o POP no pós- operatório para o prosseguimento do sucesso da cirurgia cardíaca. Desta forma, propomos dialogar sobre o processo em que se dá o recebimento e os cuidados desses pacientes no PO, tendo em vista que, este se trata de um período que inspira extremos cuidados e dedicação de uma equipe multiprofissional. Os encaminhamentos metodológicos para a realização deste trabalho, teve como amostra 7(sete) enfermeiras intensivistas da referida unidade hospitalar. Porem, apena 1(uma) enfermeira se propôs a participar da pesquisa. Para complementar as contribuições do método qualitativo utilizaremos a pesquisa bibliográfica baseada em livros, revistas, artigos e sites relacionados com o tema. Importante lembrar que, respeitamos a rotina pré-estabelecida pela Coordenação e Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) e suas exigências. Os dados da nossa pesquisa mostram uma preocupação com o preparo técnico da equipe de enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva Coronariana, necessitando de maior capacitação para a atuação na referida unidade, assim como, estabelecer e efetivar o uso de um Protocolo Operacional Padrão que subsidiará a assistência de enfermagem nos cuidados a pacientes cardíacos no pós-cirurgico.

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METODOLOGIA Trata-se de um estudo de campo de caráter qualitativo, descritivo e exploratório que visa mostrar a importância de um protocolo operacional padrão em uma unidade de cuidados intensivos coronariano e os cuidados da equipe de enfermagem. A pesquisa foi realizada no Hospital Monte Sinai no Estado da Paraíba-PB e teve como amostra 7(sete) enfermeiras intensivistas da referida unidade hospitalar, com apenas 1(um) enfermeiro aderindo a pesquisa. Foi aplicado um questionário contendo dados de identificação dos profissionais entrevistados e cinco (5) perguntas especificas referentes ao conhecimento e utilização do POP (Apendice 1). Para complementar as contribuições do método qualitativo utilizamos a pesquisa bibliográfica baseada em livros, artigos e sites relacionados com o tema. Importante lembrar que, respeitamos a rotina pré-estabelecida pela Coordenação e Comissão de Controle de Infecções Hospitalares (CCIH).

​Realizamos uma pesquisa de campo, aplicando um questionário, com perguntas abertas e fechadas que possibilitou o máximo de aproximação com o objetivo do trabalho. Para análise dos dados, organizamos as respostas em categorias, a fim de, que estas atinjam o sentido mais amplo, ligando-as a conhecimentos anteriores obtidos. Foram gerados quadros de respostas que interpretamos e analisamos de forma que ofereceram reflexões e respostas para o problema proposto nesta pesquisa.

O estudo foi realizado considerando os aspectos éticos da mesma, envolvendo seres humanos em pesquisa, preconizados pela Resolução CNS nº 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde que trata do envolvimento direto ou indireto com seres humanos em pesquisa.

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1. DOENÇAS CARDIOVASCULARES

O exposto tem como objetivo discorrer sobre os procedimentos de cuidados a pacientes advindo de cirurgia cardíaca, sugerindo uma reflexão a cerca do protocolo operacional na unidade de Terapia Intensiva Coronariana-UTIC, tendo como objetivos específicos discorrer sobre os tipos de cirurgias cardíacas e suas complicações, relacionar os procedimentos de cuidados pós-operatório em cirurgia cardíaca e propor uma discussão sobre a importância do protocolo na admissão e cuidados do paciente no pós operatório de cirurgia cardíaca.

Para discorremos sobre o tema proposto, é importante, ainda que breve, falarmos sobre as doenças cardiovasculares que, segundo dados Ministério da Saúde (MS), constituem um grande problema de saúde publica, correspondendo a 72% das causas de mortes no Brasil. Portanto, iremos abordar uma conduta de grande importância no o Protocolo Operacional Padrão (POP). Para tanto, nos ancoramos nos dados do Ministério da Saúde que fala sobre doenças crônicas que constituem problema de saúde de grande magnitude, correspondendo a 72% das causas de mortalidade, as doenças cardiovasculares (DCV) representam 29% dos casos de morte no Brasil, apresentando hipertensão arterial (HA), doença da artéria coronariana (DAC), infartos aguda do miocárdio (IAM) e acidentes vasculares cerebrais (AVC) (BRASIL, 2013).

Importante apontar que, segundo Baldacin et al (2009, p. 258) fatores ambientais podem influir diretamente no surgimento de doenças cardíacas, isto, aliado a fatores comportamentais de mobilidade. Costa et al (2012), fala que houve uma mudanças nos hábitos de vida das pessoas, devido ao processo de industrialização e urbanização, realidades que causaram a exposição das pessoas a fatores de risco ao, apresentam caráter de cronicidade, podendo ser tratadas clínica ou cirurgicamente.

​Para conhecermos um pouco mais das principais complicações cardíacas, vamos discorrer, brevemente, sobre elas, nos apoiando em BRUNNER e SUDDARTH (2011. p. 799-823).

1.1. Principais doenças cardíacas: causas e sintomas

- Distúrbios Valvares: As valvas do coração tem como função controlar o fluxo de sangue, abrindo e fechando, respondendo a pressão arterial. Quando qualquer valva não se fecha e abre corretamente, o fluxo do sangue é reduzido, denominando uma condição de nome estenose.

A Valva Aórtica se localiza entre o ventrículo esquerdo e a aorta; a Valva Mitral está entre o átrio esquerdo e o ventrículo esquerdo. Os distúrbios da valva mitral são divididos em: prolapso da valva mitral; regurgitação mitral e estenose mitral; a Valva Pulmonar está localizada entre o ventrículo direito e a artéria pulmonar; a Valva tricúspide localiza-se entre o átrio direito e o ventrículo direito.

- Miocardiopatia: Doença do músculo cardíaco, relacionado a disfunção cardíaca, relacionada ao aumento do coração, causado por doenças arterial. Está classificada da seguinte forma: miocardiopatia dilatada; miocardiopatia hipertrófica; miocardiopatia restritiva ou constritiva; miocardiopatia ventricular direta arritmogênica e miocardiopatia não classificada. O paciente apresenta diversos sintomas, os mais comuns são, aumento do fígado, tosse, retenção de líquido, náuseas, dor torácica, tonturas e palpitações. Seja qual for os sintomas, importante lembrar que, a miocardiopatia pode levar a graves arritmias e morte. - Miocardite: É um processo inflamatório do miocárdio, pode causar dilatação cardíaca, trombos na parede cardíaca, inflamação de células sanguíneas que circulam em volta dos vasos coronários e entre as fibras musculares e sua degeneração. Os sintomas

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variam com o tipo de infecção, grau de lesão do miocárdio e sua capacidade de recuperação. Porém, os pacientes podem apresenta sintomas leves ou moderados como fadiga, palpitações e desconforto no tórax ou na parte superior do abdome. - Pericardite: É uma inflamação do saco membranoso que envolve o coração, chamado de pericárdio. O sintoma principal é uma dor torácica, mas essa dor também pode se localizar abaixo da clavícula. - Angina de Peito: Trata-se de uma síndrome caracterizada por uma pressão na região do tórax, devido ao fluxo insuficiente do sangue, o coração não recebe o oxigênio e os nutrientes de forma correta. Ocorrido por esforços físicos ou estresse emocional. - Infarto Agudo do Miocárdio: Ocorre quando há a diminuição do fluxo sanguíneo em uma artéria coronária, a artéria entope, o músculo cardíaco deixa de receber sangue com oxigênio e nutrientes e as células morrem. Um sintoma comum é pressão no peito ou nas costas que demoram a passar e se espalhar para os ombros, pescoço ou braços; respiração curta, falta de ar, tonturas, suor, náuseas e sensação de plenitude gástrica. - Aneurisma: Trata-se de uma dilatação ou a formação de placas na parede da artéria. O aneurisma da Aorta torácica surge com mais freqüência em homens entre 40 e 70 anos. Os sintomas mais comuns são dor na parte superior das costas; tosse, rouquidão, estridor ou fraqueza ou perda da voz, e deglutição difícil. Dissecção da Aorta: Ocorre quando há uma laceração da parede arterial. A dissecção da aorta é 3 vezes mais comum em homens entre 50 e 70 anos de idade. Esta muito ligada a hipertensão mal controlada, uso de cocaína e seus principais sintomas são, dores na região torácica, dor na região dorsal, em geral, a dor segue a dissecção ao longo da aorta.

1.2. Tratamentos Cardíaco

As Doenças Cardiovasculares (DCV) representam um vasto problema de

saúde pública, tornando-se urgente o diagnóstico para a realização do tratamento clinico ou cirúrgico, podendo este, ser uma das alternativas para prolongar a vida desses pacientes, reduzindo a morbimortalidade por DCV, quando a expectativa de cura e/ou progressão da qualidade de vida é superior a aquisição ao tratamento clínico-medicamentoso (GALDEANO et al, 2003).

É importante apontar as variações do tratamento clinico-medicamentoso e, segundo Baldacin et al (2009, p.39), nas ultimas décadas as drogas vasoativas vem sendo amplamente utilizadas. Aponta ainda, as drogas inotrópicos, vasoconstritores e os vasodilatadores são as mais indicadas.

No tratamento cirúrgico existem três tipos de cirurgias cardíacas: as corretoras, relacionadas aos defeitos do canal arterial, incluído o do septo atrial e ventricular; as reconstrutoras, destinadas à revascularização do miocárdio, plástica de valva aórtica, mitral ou tricúspide; e as substitutivas, que correspondem às trocas valvares e aos transplantes, dentre elas, as mais comuns são as reconstrutoras, especialmente a revascularização miocárdica (RM) (ROCHA et al, 2006).

As cirurgias cardíacas (CC) podem apresentar diversas complicações no Pós-operatório (PO), entre elas: sangramentos; problemas cardiovasculares; pulmonares; renais; neurológicos; gastrointestinais e musculoesqueléticos.

(CARVALHO. A.R.S.et al , 2006). 2. PROTOCOLO E PROCEDIMENTOS DE CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIAS CARDÍACAS 2.1. Protocolo operacional: Procedimentos e exigências técnicas à equipe de enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva Coronariana-UTIC

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Refletimos sobre o protocolo operacional, os procedimentos e exigências

técnicas á equipe de enfermagem nos cuidados a pacientes advindos de cirurgias cardíacas, bem como, a importância de ter um protocolo operacional, estabelecido e evidente para garantir a qualidade do serviço oferecido pela equipe multiprofissional e de enfermagem.

Um POP oferece subsídios na sistematização da assistência, tendo em vista, que a cirurgia cardíaca é um procedimento de grande complexidade e seus benefícios são imediatos, faz-se necessário o POP no pós-operatório para o prosseguimento do sucesso da cirurgia cardíaca.

O pós-operatório (PO) de cirurgias cardíacas é um período de recuperação para o paciente, requer cuidados intensos e procedimento com base científica para assegurar uma ação profissional eficaz.

Para compreensão do proposto, é necessário compreendermos o período do pós-operatório cirúrgico e suas e exigências em termos de protocolo operacional e procedimentos.

As cirurgias cardíacas, sendo as mais comuns as reconstrutoras, que incluem as revascularizações do miocárdio e as plásticas de valva, são intervenções complexas e requerem um tratamento adequado em todas fases operatórias. Entretanto, o pós-operatório (PO) de cirurgias cardíacas, período durante o qual se observa e se assiste a recuperação do paciente em pós-anestésico e em pós-estresse cirúrgico, é marcado pela instabilidade do quadro clínico do paciente, sendo repleto de particularidades, principalmente por se tratar de um período de cuidado crítico. (COSTA et al, 2012)

Segundo Costa et al(2012) as cirurgias cardíacas exigem um tratamento adequado em cada fase operatória. Porem, a fase pós-operatória se destaca pela instabilidade do quadro clinico do paciente. A autora afirma que esta fase é carregada de particularidades, desta forma, cabe-nos refletir que o estabelecimento efetivo de um protocolo operacional consta os procedimentos que garantem, na particularidade desta fase, o subsidio adequado para a equipe de enfermagem que presta assistência ao paciente admitido na UTIC.

Na fase pós-operatório, segundo Archer et al (2005, p. 10) no que se refere a procedimentos, sob o aspecto do tratamento de paciente cirúrgico, o enfermeiro deve seguir as seguintes indicações:

- Estabelecimento de um plano individualizado de cuidados de enfermagem; - Colaboração com outros membros da equipe multidisciplinar nas atividades de cuidado; - Provisão de segurança e conforto; - Estabelecimento de medidas para alivio da dor; - Prevenção de problemas potenciais em vários sistemas, incluindo o musculoesquelético, neurológico, infecções, cardiopulmonar, tegumentar, gastrintestinal, equilíbrio hídrico e geniturinário. (ARCHER et al, 2012)

​ ​Segundo Dorsa (2012, p. 8) ao admitir um paciente em PO, o(a) enfermeiro(a)

que o recebê-lo, deve ser informado sobre o quadro clinico deste, seguindo e respeitando um protocolo que lhe dê base para o planejamento de cuidados e recuperação adequado do paciente.

Diagnóstico da cardiopatia: Fundamental para conhecermos as alterações hemodinâmicas apresentadas antes da cirurgia. Procedimento realizado Tempo de cirurgia:As cirurgias de grande porte e tempo prolongado levam a uma série de alterações metabólicas e hormonais. Tempo de circulação extracorpórea: (CEC) O tempo de CEC influencia

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diretamente o prognóstico do paciente em POI de cirurgia cardíaca. A CEC faz com que o sangue proveniente das veias sistêmicas, geralmente das cavas, seja drenado para um oxigenador que oferece oxigênio (O2) e retira gás carbônico (CO2), e que o sangue arterializado volte para a raiz da aorta. Os circuitos da CEC são preenchidos por uma solução chamada perfusato, cuja composição pode ser com cristalóides ou colóides, de acordo com o hematócrito desejado. Durante a CEC, podemos ter as seguintes alterações: - hipotermia: é utilizada para reduzir o consumo de O2 e, conseqüentemente, do metabolismo celular. Pode ser classificada como: leve – temperatura entre 35 a 28o C, moderada - temperatura entre 27 e 21o C, e profunda – abaixo de 20o C (parada cardiocirculatória total). A hipotermia acarreta acentuada perda calórica e alterações sistêmicas, como hipóxia tecidual, acidose láctica e aumento da resistência vascular periférica. Os tecidos podem recuperar com um tempo de parada cardiocirculatória de até 45 minutos; - hemodiluição: quando utiliza-se cristalóides no perfusato para diminuir a viscosidade sangüínea. Diminui as resistências vasculares periférica e pulmonar e a pressão coloidosmótica. Para evitar este último efeito, pode-se fazer uma hemodiluição parcial, acrescentando colóide no perfusato; - coagulopatia: pela utilização da heparina e neutralização inadequada com a protamina. Ocorre consumo de fatores da coagulação, destruição ou aderência plaquetária ao tubo e fibrinólise. As alterações são maiores quanto maior o tempo de CEC; - síndrome da resposta inflamatória sistêmica: ocorre aumento da permeabilidade vascular, com perda transendotelial de líquidos, proteínas e aumento do líquido intersticial. Pela exposição do sangue nas superfícies não endotelizadas, há ativação de macrófagos, neutrófilos e plaquetas e liberação de citocinas como fator de necrose tumoral e interleucinas, provocando lesão endotelial; - retenção hídrica: em 30 a 60% da volemia. É decorrente do aumento da permeabilidade vascular, diminuição da pressão coloidosmótica do plasma e do aumento da renina e do hormônio antidiurético. Esta retenção ocorre no compartimento intersticial, levando à edema, principalmente em nível pulmonar; Tempo de oclusão aórtica: Pode levar à isquemia em alguns órgãos Volume de diurese no transoperatório: Importante para avaliar-se a estabilidade hemodinâmica no trans-operatório. Volume recebido de hemoderivados sangue, plasma, plaquetas e crioprecipitado. Intercorrências transoperatórias:Baixo débito ao sair de perfusão, hipoxemia, arritmias, acidose, lesão do ducto toráxico, embolias, lesões de estruturas cardíacas, anomalias cardíacas não verificadas anteriormente. Drogas vasoativas utilizadas na cirurgia: Anotar a dose utilizada. Dificuldade de intubação. (DORSA 2012, pp. 8-9)

As informações supracitadas serão de extrema relevância para a equipe

de enfermagem, pois, são base para sua ação. Importante lembrar que, para Baldacin et al (2009, pp. 273-290) o tempo de permanência de um paciente no pós- operatório vai depender do serviço, mas o paciente deve ser mantido por pelo menos 24 a 48 horas. Acrescenta ainda que, cada serviço tem sua própria rotina e organização, mas que, este, deve oferecer à equipe de enfermagem suporte tecnológica e material adequado. O autor define a organização do espaço com os seguintes materiais:

- Monitor multiparametros devidamente testado; - Ventilador mecânico microprocessado testado e com parâmetros mínimos de funcionamento, com traqueia esterilizada; - Sistema de aspiração continua montado; - Sistema de instalação e cabos de PAM prontos para conexão e bolsa pressórica. (BALDACIN et al (2009, p. 274)

Dorsa (2012, p. 10) refere-se a um conjunto de condutas adotadas pela equipe de enfermagem na admissão do paciente pós cirúrgico na UTI, são elas:

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- Posicionamento adequado no leito. - Conectar o paciente no respirador. - Monitorização inicial (monitor cardíaco, oxímetro de pulso, monitorização hemodinâmica, pressão arterial média - Identificar acessos vasculares: infusão de drogas, hidratação venosa, cateteres para monitorizações: pressão venosa central (PVC), pressão arterial média (PAM), pressão de átrio esquerdo (PAE), etc. - Abertura e manipulação corretas de drenos torácicos e de mediastino - Realizar ECG de admissão - Anotação inicial do volume drenado nos drenos de tórax e mediastino, obedecendo o valor do selo d’água estabelecido como rotina – 500 ml. - Verificação de sondas: nasogástrica e vesical. - Averiguar posição de cânula traqueal através da ausculta, assim como sua fixação adequada (anotar o número da posição). (DORSA 2012)

Para Costa et al (2012), a qualidade da assistência prestada pela equipe de enfermagem esta diretamente ligada a organização e planejamento dos cuidados, de forma a intervir nas necessidades do paciente, considerando sua individualidade na promoção da sua deshospitalização.

É bem certo que não há um “único” protocolo, mas protocolos que garantam o registro autentico e fidedigno do quadro clinico do paciente, sobre tudo, e neste caso, na admissão do cliente no PO de cirurgia cardíaca.

2.2. A importância de estabelecer o protocolo operacional padrão na unidade de terapia intensiva coronariana

Para obter excelência na qualidade do atendimento é imprescindível a utilização dos protocolos que são indicadores de qualidade. Os Protocolos são instrumentos de trabalho com a finalidade de padronizar os processos de enfermagem e reduzir a ocorrência de desvios na execução das tarefas (GUERRERO, 2008).

Faz-se necessário a utilização do Protocolo Operacional Padrão para minimizar erros durante a execução do cuidado e para garantir a confiabilidade da assistência de enfermagem ao paciente no PO de cirurgia cardíaca, por meio de um procedimento seguro, baseados em ações científicas, aumentando a previsibilidade dos resultados, minimizando imperícia.

Sendo um requisito de qualidade, visa esclarecer dúvidas e orientar a execução das ações que devem ser de acordo com as diretrizes e normas da instituição hospitalar. A ausência de procedimentos padronizados na assistência constitui falta de organização do serviço de enfermagem, devido o aparecimento de diferentes condutas profissionais. Assistência padronizada refere-se a diretrizes detalhadas que representam um previsível cuidado, prescritos para situações específicas, promovendo a melhoria dos processos e procedimentos de enfermagem (SILVA, S.H.1994).

Sendo assim, no pós-operatório, a equipe de enfermagem está comprometida em: Avaliar a ventilação inadequada em relação à anestesia obstrução de vias áreas; monitorar o potencial de déficit de volume líquido relativo a anestesia ou hipovolêmica; observar se a donos em caso de delírios com relação a anestesia e alterações do conforto relacionado a alguma dor, bem como, observar náuseas e vômitos que estão relacionados a anestesia do procedimento cirúrgico.( HUTH; C. ROTHROCK JANE,1997).

Importante lembrar que, para as autoras o pós-operatório se constitui de um rápido período de recuperação que inclui duas fases diferentes. A primeira fase é logo após que o paciente retorna da anestesia. A segunda refere-se à readaptação do paciente ao ambiente, este, é estimulado a se sentar, levantar, urinar e deambular. Vale lembrar que, isto seja feito assim que possível, visto que, nem todos serviços cirúrgicos contempla área separada para recuperação de cada uma dessas fases e que o local para onde o paciente é transferido pós cirurgia é determinada pelo tipo de anestesia administrada.

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E necessário compreender que a avaliação durante a primeira fase deve ser determinada e estabelecida como parte de uma política e procedimento hospitalar. A seguir, isso permitirá a equipe de enfermagem uniformizar os métodos de cuidado aos pacientes na primeira fase de recuperação do pós-operatório.

Da equipe de enfermagem

A autora Sala et al (2011, p.19) enfatiza que o enfermeiro que atuar em Unidade de Terapia Intensiva precisa está, devidamente regulamentado pelo Decreto-Lei N° 94.406, de 08 de junho de 1987, que regulamenta a Lei N°7.498, de 25 de junho de 1986. A Lei dispõe sobre o exercício da enfermagem, nela podemos sugerir que há uma necessidade de se ter profissionais capacitados para atuar em situações críticas. A autora indica que esse profissional deveria ter algum curso de especialização. Importante ressaltar pontos da Lei que preconiza a incumbência do enfermeiro e que nos permite compreender a necessidades dessa capacitação.

Art. 8º Ao Enfermeiro incumbe: I - privativamente:

​[...] c) planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação

dos serviços da assistência de enfermagem; d) consultoria, auditoria e emissão de parecer sobre matéria de

enfermagem; e) consulta de enfermagem; f) prescrição da assistência de enfermagem; g) cuidados diretos de enfermagem a pacientes graves com risco de

vida; h) cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica e

que exijam conhecimentos científicos adequados e capacidade de tomar decisões imediatas; [...]

Segundo Baldacin et al (2009, p. 275-277), em situações críticas na unidade de tratamento intensivo a principal ferramenta do enfermeiro, no que tange aos cuidados ao paciente, é a observação. Afirma ainda que, ao receber um paciente pós cirúrgico, é preciso efetuar registros a cada 15 minutos em formulário próprio. O autor enfatiza que o enfermeiro deve está atento e preparado para as situações criticas decorrente da instabilidade que uma cirurgia cardíaca pode trazer.

Archer et al(2009, p. 11), para citar as intervenções cabíveis ao enfermeiro a pacientes pós-cirúrgico, ele sugere uma lista de intervenções, nas quais contemplam: interpretar dados da avaliação no PO; elaborar um plano de cuidados especifico para o paciente e para o procedimento cirúrgico; avaliar a saúde psicossocial, considerando a percepção que o paciente teve da cirurgia, praticas religiosas e culturais, estendendo-se a família do paciente; monitorar o paciente quanto as alterações no estado físico e no comportamento; ministrar líquido hemoderivados intravenosos, quando prescrito pelo médico; proporcional alivio da dor, para manter o paciente confortável e, por fim, contribuir com informações para a equipe multidisciplinar, para a diminuição do tempo de hospitalização.

Baldacin et al (2009, p.277), apresenta um quadro de informações primordiais para que se desenvolva a assistência prestada ao paciente pela equipe de enfermagem:

1. Freqüência cardíaca 2. Freqüência respiratória 3. Temperatura 4. Pressão arterial média 5. Pressão venosa central 6. Saturação de oxigênio 7. Ritmo cardíaco 8. Drenagem pleural/mediastinica 9. Drenagem gástrica, se houver

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10. Diurese

O autor entende que, uma observação apurada e atenta, contribui para

que o enfermeiro tenha uma ação rápida e segura em casos de urgência e emergência.

Com base no que já foi exposto neste trabalho, iniciaremos uma análise dos dados da pesquisa de campo, co-relacionando os referenciais teóricos, devidamente apontados no desenvolvimento do trabalho.

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES 3.1. Caracterização do sujeito pesquisado

Nossa pesquisa tem como amostragem 7(sete) enfermeiras, que atuam na Unidade de Tratamento Intensiva Coronariana do Hospital Monte Sinai no Estado da Paraíba-PB. Porem, apenas uma se disponibilizou a participar vale lembrar que, essas ausências não invalidarão as reflexões que a pesquisa propõe. As informações e dados obtidos pela pesquisa serão descritos na seqüência do texto, mas, antes, vamos conhecer algumas características do sujeito da pesquisa.

Quadro 1 – Dados Profissionais

ANO DE FORMAÇÃO

CARGO/FUNÇÃO TEMPO NA UTIC

2007

Enfermeira

6 meses

O sujeito da pesquisa acumula um tempo considerável de formação acadêmica e na atual unidade de trabalho, sugerindo à pesquisa, compreensão e conhecimento do tema proposto. Indica ainda, confiabilidade nas respostas do questionário, pois, está inserida no espaço de interesse da pesquisa, a UTIC.

Na primeira questão da pesquisa, quando o sujeito é questionado se na unidade em que atua o POP é disponibilizado para as ações da equipe de enfermagem, a resposta é positiva, porem, é “pouquíssimo usado” ou “quase nunca usado”. Esse aspecto da resposta nos preocupa por se tratar de um instrumento de trabalho, portanto, sua utilização deveria ser garantida.

Quadro 2- Dados de Normatização

É disponibilizado o POP para as ações do enfermeiro?

É utilizado?

Sim. - Pouquíssimo usado. - Quase nunca usado.

O sujeito da pesquisa atribuiu a não utilização do POP ao fato de não

haver “educação continuada” com a equipe de enfermagem. Isso, vai de encontro com a preocupação da autora Sala et al (2011) que, refere-se a capacitação do enfermeiro para atuar em situações critica, como em uma UTI. Vale lembrar que, o POP oferece subsídios na sistematização aos cuidados prestados pela equipe de enfermagem e demais profissionais que compõe a equipe multidisciplinar.

Além de tudo, o Artigo 8 da Lei nº 7.498 , que fala sobre a incumbência do enfermeiro, nos indica ações que requer maiores atenções, no que tange, a capacitação dos enfermeiros. Uma vez que, este deverá planejar, organizar, coordenar, executar e avaliar serviços da assistência prestada. Com a ausência do

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POP, toda a equipe multiprofissional sofre, sobre tudo, a enfermagem, por falta de um instrumento que lhe permite sistematizar e registrar suas intervenções e observações.

O Artigo 8, Indica ainda que, em cuidados de maior complexidade, o enfermeiro deve está munido de conhecimentos científicos adequados. Portanto, a educação continuada de que se refere o sujeito da pesquisa, deve ir para além da equipe de enfermagem da UTIC, e alcançar a busca pessoal do profissional em se qualificar sempre.

Importante enfatizar que, é necessário haver, na equipe, uma capacitação ou circulação de informações subsidiando, orientando e indicando a apropriação e utilização do POP, sabendo que, a área da saúde é dinâmica e desafiadora. Se tratando de UTIC, a equipe de enfermagem deve se sentir segura na sua assistência, pois, na maior parte do tempo em que o paciente fica internado, é o enfermeiro o profissional mais próximo e imediato.

Quadro 3

Tem conhecimento do que é o POP? Como funciona a utilização?

O POP tem importância para a assistência na

UTIC? Sim.

- È uma descrição detalhada. - Roteiro que permite a padronização de

uma atividade.

Sim.

Conforme quadro 3, o sujeito da pesquisa tem conhecimento do que seja

o POP e como este funciona, bem como, afirma ser importante para a assistência da equipe de enfermagem atuando em uma UTIC.

De acordo com Guerrero(2008), protocolos de a finalidade de padronizar os processos de assistência da enfermagem reduzindo a incidência de desvios na realização de tarefas, além de indicadores de qualidade.

No quadro a baixo, o sujeito da pesquisa indica como dificuldades relacionadas o POP, a falta de “educação continuada”. A compreensão que fazemos é que, há uma necessidade de capacitar a equipe de enfermagem para atuar, conforme o POP exige.

Quadro 4

Dificuldades na assistência relacionadas com o POP?

O POP tem importância para a assistência na UTIC?

- Falta de educação continuada

- Resistência de funcionários antigos de aceitarem mudanças

Sim. - Evita erros dos profissionais - Melhora o índice de infecção

- Economia de tempo e movimento no procedimento

O sujeito da pesquisa considera como dificuldade a resistência de

funcionários antigos em aceitar mudanças. De fato, isso pode gerar um problema, quando lidamos com uma realidade dinâmica como a área da saúde. O profissional que fica estático em sua aprendizagem não possibilidade novidades, reflexões e mudanças, gerando um quadro de “comodidade”. Apesar de o POP ser um “roteiro”, não significa que este, não seja passivo de adequações e mudanças. Além do mais, o profissional que está na zona de conforto “tudo já sabe”, “não há mais o que aprender” corre o risco de comprometer sua ação profissional e dos demais colegas.

Segundo Silva(1994), quando faltam procedimentos padronizados, abrem- se precedentes para a ausência de organização do serviço de enfermagem e diferentes condutas dos profissionais. Portanto, podemos afirmar que, o POP é imprescindível para a assistência de enfermagem nas situações especificas que o oficio lhe trás.

O sujeito indica alguns benefícios na utilização do POP, tais benefícios são confirmados pela autora Silvia(1991) que, menciona o POP como favorecimento a diminuição de erros e garantia na confiabilidade da assistência de

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enfermagem a pacientes cardíacos no pós-cirurgico. Devemos considerar que, o sujeito pesquisado tem conhecimento dos

benefícios que o POP oferece para a sua atuação e que este, pode representar seus outros colegas que não participaram da pesquisa, visto que, todos atuam na UTIC.

Chamamos a atenção para a resposta sobre os benefícios na utilização do POP. O sujeito indica o beneficio de “evitar erros” e “economia de tempo”. Ambas as situações, influem na qualidade da assistência prestada pelo enfermeiro, se há uma ação, devidamente organizada e sistematizada esses beneficio tornam-se evidentes e/ou corrigidos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste estudo foi possível confirmar a necessidade de estabelecer e tornar permanente o uso de um POP em UTIC. Identificamos ainda, o quanto é indispensável que a equipe de enfermagem seja capacitada a agir em situações de alta complexidade. Com esse estudo, também foi possível discutir os cuidados de enfermagem e suas obrigações, pautados no conhecimento científico, sistematizado, organizado e, devidamente registrado. Isso tudo por meio do instrumento POP que subsidia toda a assistência da equipe.

Os cuidados de enfermagem são instituídos de acordo com as necessidades dos pacientes, e podem variar de acordo com a fase do pós- operatório e os enfermeiros preocupam-se com o objetivo de diminuir o tempo da internação e promover o auto cuidado, considerando as situações criticas e a individualidade do paciente.

Podemos entender e afirmar que, há inúmeros protocolos e procedimentos. No nosso trabalho, nos preocupamos em compreender a importância de um protocolo operacional padrão em UTIC. Não queremos ter a pretensão de elaborar um protocolo, pois, sabemos que cada unidade hospitalar estabelece o seu. Mas, podemos sugerir que este, seja efetivado em UTIC para melhor assistência da equipe de enfermagem.

Nosso estudo, também provocou em nós a preocupação com a preparação da equipe de enfermagem atuando em UTIC. Sua conduta será essencial na recuperação do paciente. Tecnicamente, o enfermeiro assume a responsabilidade de identificar problemas, elencar medidas direcionando sua assistência e efetuar registros consistentes que subsidiem a equipe multidisciplinar.

Referente a não adesão das 6(seis) enfermeiras convidadas a participarem desta pesquisa, compreendemos que as ausências foram motivadas por falta de interesse e conhecimento no assunto.

Evidentemente que, as ausências causaram certo dano à pesquisa, mas possibilitou-nos entender que deve haver uma relação entre enfermeiros e sua coordenação, pois esta exerce papel fundamental para o direcionamento da equipe de enfermagem a pôr em prática o POP.

REFERÊNCIA ARCHER, Elizabeth et al. Procedimentos e Protocolos: Coleção Práxis Enfermagem. Volume 1. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Editora, 2005.pp10-44

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BRASIL, Ministério da Saúde. Diretrizes para o cuidado das pessoas com doenças crônicas nas redes de atenção à saúde e nas linhas de cuidado prioritárias. Brasília(DF); 2013

BRUNNER e SUDDARTH. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúgico.v 1.- Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Editora. 2011.pp 683-891.

CARVALHO, A. R. S.et al. Complicações no pós-operatório de revascularização miocárdica. Ciência, Cuidado e Saúde, v. 5, n. 1, p. 50-59, 2006

COSTA, Sabrina da M. D., et al. O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS- OPERATÓRIO DE CIRURGIA CARDÍACA: UM ESTUDO DE CASO. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S141481452012000400003&script=sci_arttext> Acesso em: 28 out.2014

DORSA. José Carlos V. P. Prof. Dr. Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Protocolo Clínico do Serviço de cirurgia cardiovascular – HU – UFMS. 2012. Disponível em: <http://www.nhu.ufms.br/v2/images/protocolo_clinico_cirurgia_cardiovascular.pdf.> Acesso em: 28 out.2014

GALDEANO LE, et al. Diagnóstico de enfermagem de pacientes no período transoperatório de cirurgia cardíaca. Rev Latino-am Enfermagem 2003 mar; 11(2):199-206.

GUERRERO G. P. et al. PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO: UTILIZAÇÃO NA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM SERVIÇOS HOSPITALARES. Rev. Latino-americana Enfermagem, 2008.

HUTH, MARGARET MEEKER, RN, BSN, CNOR.; C. ROTHROCK JANE, RN, BSN, CNOR. Cuidados de Enfermagem ao Paciente Cirúrgico. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S.A.10ª Ed. 1997.

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Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos. DECRETO no 94.406, DE 8 DE JUNHO DE 1987. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1980-1989/D94406.htm.> Acesso em: 28 out.2014

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ROCHA, L. A.; MAIA, T. F.; SILVA L. F. Diagnóstico de enfermagem em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca. Rev Bras de Enferm, v. 59, n. 3, p. 321-6, maio-jun. 2006.

SALA. Rosangela Aparecida Jeronimo et al. Técnicas de UTI. São Paulo: RIDEEL Editora, 2011. p19.

SILVIA VEF. Manuais de enfermagem. In: Kurcgant P, coordenadora. Administração em enfermagem. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária; 1991. p. 59-72.

SILVA SH. Controle da Qualidade assistencial de Enfermagem: implementation de hum Modelo [Tese]. São Paulo (SP): Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto / USP, 1994. [ Ligações ]

Apêndice 1

INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS

PÓS-OPERATÓRIO: Protocolo Operacional Padrão na Unidade De Terapia Intensiva Coronariana (UTIC)

* DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

Nome:_____________________________________________________________ Ano de Formação:____________________________________________________ Cargo exercido na UTIC:_______________________________________________ Tempo de serviço na unidade:__________________________________________

* DADOS DE NORMATIZAÇÃO

1. Na UTIC desta instituição é disponibilizado POP para as ações de Enfermagem? ( ) Sim ( ) Não Se sim, é utilizado nos procedimentos desta instituição?

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___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ _______________________________________________________________ 2. Você tem conhecimento do que é, e como funciona a utilização do POP? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ _______________________________________________________________ 3. O POP tem importância para a assistência na UTIC? ( ) Sim ( ) Não 4 Na sua concepção, quais as dificuldades na assistência relacionada com o POP? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ________________________________________________________________ 5. Existe algum beneficio na assistência com a atualização do POP? Quais? ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ________________________________________________________________ 2

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