Psicanálise, Notas de estudo de Psicologia
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FACULDADE CASTRO ALVES CURSO BACHARELADO EM PSICOLOGIA

CRISTIANE DACTES, REBECA, SALETE, THIAGO.

PSICANÁLISE.

Salvador/Ba 2009.1

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FACULDADE CASTRO ALVES CURSO BACHARELADO EM PSICOLOGIA

CRISTIANE DACTES, REBECA, SALETE, THIAGO.

PSICANÁLISE.

Estudo sobre as idéias da Psicanálise. Realizado por alunos da faculdade Castro Alves, curso Bacharelado em Psicologia,1.

semestre, disciplina Fundamentos Filosóficos e Epistemologia da Psicologia , Docente Prof. Rita Rapold .

Salvador/Ba 2009.1

SUMÁRIO

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INTRODUÇÃO ........................................................................ 4

1. – O ENIGMA DO CÉREBRO................................................6

2. – INÍCIO DAS AVALIAÇÕES...............................................6

3. –NEUROIMAGEM – O avanço do observável...................7

4.–NEUROIMAGEM EM NEUROPSICOLOGIA COGNITIVA: Avanços e Limitações...............................................................................7

4.1. - Descrevendo técnicas ou exames mais conhecidos....8 5. - O AUXÍLIO À PSICOLOGIA.................................................11 6. – CASE ...................................................................................12

7. – CONCLUSÃO.......................................................................14 Bibliografias...........................................................................................15

INTRODUÇÃO

O tema psicanálise é uma das abordagens primórdios da Psicologia tendo sua inicial evolução com Sigmund Freud (1856-1939) entre o fim do século XIX e início do século XX através dos estudos sobre a histeria, acompanhado primeiramente pelo seu mestre, Charcot..

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Este havia descoberto que a histeria era doença de caráter ideogênico, ou seja, baseado nas idéias e não originada de distúrbios orgânicos, e portanto não era uma doença tipicamente feminina, do útero Após as suas descobertas contemporâneos vários pensadores e ou alunos de Freud como Melanie Klein, Jacks Lacan, Winnicott e os brasileiros Fábio Herrmamm, Isaias Melsohn entre outros, fez surgir várias escolar de Psicologia em várias abordagens.

Essas idéias vão permitir fazermos uma viajem pelo mundo da Psicanálise e a problemática mais profunda da vida.

Recorrer a esses pensadores para pensar no hoje e nos outros dias.

1. – A PSICANÁLISE

A ênfase do tratamento também vem se deslocando a intrapsíquico para o relacional, com foco no exame do chamado campo psicanalítico, entretanto a Psicanálise é a única forma de tratamento psicológico que se propõe a ir além do alivio dos sintomas.

Isto porque ela, por meio da experiência relacional entre analista e paciente, oferece uma segunda chance para que o paciente reative, reviva e entenda de maneira diferente os problemas de suas relações anteriores para que,

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eventualmente, haja a possibilidade de modificações das fases e estratégias que este indivíduo vai estruturando para sobreviver, psicologicamente da melhor forma que seja possível, apesar de estes recursos serem inadequados para o desenvolvimento psicológico.

Seriam mais adequados á proteção de Self do que ás novas conquistas.

A Psicanálise se oferece, em última instância, para a possibilidade de ressignificação dos significados que determinam os modos de pensar e as atitudes das pessoas.

Este é o caminho pelo qual uma relação terapêutica pode oferecer mudanças. E nenhum outro recurso terapêutico o pôde, até agora, porque é, mas valorizado o alívio de sintomas, a retomada de certo grau de capacidade de trabalho, ou seja, o “estar bem”. Nesse objeto particular a medicação cumpre um papel importante porque, de fato as pessoas se sentem melhor em termos de ânimo para o trabalho e a vida.

Entretanto, elas não se tornam pessoas que adquiriram novos conhecimentos sobre sim mesmo; sentem-se melhores apenas subjetivamente. Então, o tratamento medicamentosos não transforma o ser humanos em um ser melhor. Transforma-o em alguém que se sente melhor do que antes, no âmbito inteiramente pessoa, com algumas conseqüências favoráveis nos relacionamentos. Se uma pessoa esta de bem com a vida, ela, na verdade deve ser mais agradável para o trato, mais tolerante. Isto não é uma verdadeira mudança na maneira como uma pessoa se vê diante do mundo diante dela. Uma proposta que a Psicanálise tem, e que não se repete em nenhuma outra abordagem terapêutica, e a mudança dos modos de relacionamento consciente ou inconsciente.

2. – A PSICANÁLISE E OS SEUS PENSADORES

Nas décadas de 1960 e 1970 ocorreu no Brasil e em outros países, principalmente Argentina e Estados Unidos, uma espécie de boom da Psicanálise, com uma grande demanda de formação psicanalítica e busca por tratamento.

Este tratamento estava sendo visto pelo modismo e ostentação de poder financeiro de realizar uma terapia.

Pensadores e ideais notáveis da Psicologia se formaram trazendo várias ciências.

2.1 - SIGMUND FREUD

O termo psicanálise foi criado por Sigmund Freud (1856 – 1939) para designar um novo método terapêutico que ele vinha desenvolvendo para o tratamento das neuroses.

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Nesse trabalho, de 1896, estão contidas algumas se suas primeiras tentativas teóricas, que tinham por finalidade determinar a etiologia de algumas manifestações sintomatológicas observadas em paciente neuróticos e psicóticos.

2.1.1 – O Inconsciente Freudiano

A prática médica sempre esteve corretamente norteada, no sentido de identificar as lesão e patologias que pudessem justificar e orientar o processo de cura das mais variadas queixas apresentadas por seus pacientes.

Porém Freud ousou colocar os processos misteriosos do psiquismo, suas regiões obscuras, isto é as fantasias, os sonhos, os esquecimentos a interioridade do homem, como problemas científicos.

Apesar de não ter sido o primeiro a usar esse conceito. Freud inovou ao tratamento como uma espécie de depósito dos nossos desejos, reprimidos ligados à sexualidade ou agressão que ficam atuando sobre a mente consciente.

Ao ouvir o paciente falar livremente no divã, o psicanalista o ajuda a compreender como a pressão do inconsciente está produzindo seus distúrbios para que ele possa se libertar deles.

Certamente a psicanálise significa, também percorrer, no nível pessoal, a experiência inaugural, de Freud e buscar “descobrir” as regiões obscuras da vida psíquica, vencendo as resistências interiores, pois se ela foi realizada por Freud.

“Não é uma aquisição definitiva da humanidade, mas tem que ser realizada de novo por cada paciente e por cada psicanalista”.

Sigmund Freud.

2.1.2 – Uma nova parábola exigia entendimento

Freud demonstrou interesse em conhecer a abordagem de tratamento de Charcot.

O Foco de interesse passou a concentrar-se em “estabelecer a tese de que na histeria as paralisias e anestesias das várias partes do corpo se acham demarcadas de acordo com a idéia popular dos seus limites e não em conformidade com fatos anatômicos” (Sigmund Freud). Esta era então uma grande e desconcertante novidade.

Com todas as novidades do campo tudo o que se refere ao seu percurso neuronal estará obrigatoriamente comprometido. Não era isso que acontecia quando se tratavam pacientes histéricas. Seus sintomas escapavam a possibilidade de compreensão e comprovação e, por esta característica, elas eram sistematicamente abjeto de desprezo por parte dos terapeutas. O sofrimento e queixas eram reais, porem escutavam sempre que “não tinha nada” “nenhuma enfermidade diagnosticada”.

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Pacientes histéricas eram então, por este motivo considerados como “corpos estranhos” pelos profissionais que os cuidavam.

Os seus sintomas se manifestavam a partir de uma impossível e inexplicável anatomia.

Freud então começou a trabalhar com a hipnose na eliminação dos distúrbios nervosos,

Um dos casos atendidos por Freud foi Ana O. que apresentava um conjunto de sintomas que a fazia sofrer: Paralisia com contratura muscular, inibição e dificuldade de pensamentos. Em seu estado de vigília Ana não era capaz de indicar a origem dos sintomas, mas, sob hipnose, relatava a origem deles, que estava relacionada à vivência anteriores com o pai e o desejo da sua morte. Após as secções de hipnose as reações e sintomas desapareciam.

“aos poucos, foi modificado a técnica de Breuer: abandonou a hipnose, porque nem todos os pacientes se prestavam a se hipnotisa dos: desenvolveu a técnica de ‘concentração’, na qual a rememoracão sistêmica era feita por meio da conservação normal; e por fim, acatando a sugestão ( de um jovem) anônima, a abandonou as perguntas -e com elas a direção de sessão - para se confiar por e completo a fala desordenada do paciente ”.

2.1.3 – O Significado dos sonhos

Em Viena Freud concluiu a sua mais importante obra,”A Interpretação dos Sonhos. Trabalho que reuniu importantes consideração teóricas, mescladas a revelação autobiográficas, que resultam num texto que causa impacto em todos os seus leitores” (Memória da Psicanálise).

Esta é a receita da elaboração onírica, que irá surpreender a humanidade com suas características cheios de incongruências e absurdos, ocorrendo durante o estado de sono. Para que sonhamos? Qual seria o significado dos sonhos?

Freud diz que o sonho é a linguagem pela qual se manifesta o inconsciente, com todos os seus conflitos não resolvidos e desejos reprimidos.

2.1.4 – Infância e sexualidade

Freud acreditava que a mente adulta vai sendo moldada na infância, de acordo com as experiências de prazer e desprazer que ela vivendo em cada fase do desenvolvimento da libido, para Freud, e a energia corporal expressa pelos instintos sexuais.

Ela já estaria presente no bebe, por exemplo, ao se relacionar com seus pais. Se o bebe for menino, ele deseja ter a mãe para si e enxerga o pai como um rival que reprime seu desejo (complexo de Édipo). Já a menina deseja ter o pai – Mas também reprime essa

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vontade por temer perder o amor da sua mãe por isso. Mesmo permanecendo ocultos no inconsciente, esses desejos poderiam gerar distúrbios na mente do adulto.

2.1.5 – A segunda teoria do aparelho psíquico.

Id, Superego e ego.

Para Freud, a personalidade esta dividida em três partes. A primeira delas, o id, seria a mais profunda da psique humana. Lá estariam depositados os impulsos instintivos dominados pelo desejo do prazer. Ou seja: e o lado animal do homem, quase todo inconsciente.

Já o superego seria uma espécie de política interna. É aquela voz que parece ser o senhor da razão, julgando nosso atos e na maioria das vezes, censurando-nos. No meio do conflito entre os desejos do id e a censura do superego, estaria o ego.

O ego e parte da personalidade que está em contato direto com a realidade externa.

Criado a partir do id, tem a função de garantir a saúde, a segurança e a sanidade da pessoa.

2.2 – Carl Gustav Jung

Outro personagem importante da psicanálise é Carl G. Jung, primeiro presidente da sociedade psicanalítica.

Com o avanço da teoria de Freud em cima da sexualidade infantil, Jung, que não concordava com o que Freud dizia acerca do assunto, rompe com o psicanalista e segue outro caminho, criando uma nova teoria, denominada psicologia analítica.

A sua proposta foi de "dessexualizar" o ego. Mas Freud retifica o ex-colega, dizendo que "o ego possui várias naturezas das pulsões, mas a pulsão sexual é a que ganha mais investimento".

Duvidaram que Freud tivesse "criado" o termo inconsciente, mas tal conceito foi feito anos antes, e Freud utilizou-se dele com outro sentido, encarregando-se de criar uma teoria toda em cima do termo: antigamente, inconsciente significava não- consciência e, na psicanálise, inconsciente significa uma outra ordem, com outras regras, um dos elementos dos aparelhos psíquico, constituído por pensamentos, memórias e desejos que não se encontram ao nível consciente, mas que exercem grande peso no comportamento.

Jung abriu um novo capítulo na história da investigação da psique desligando-se da psicanálise e fundando um pensamento estruturado sobre o conceito se arquétipo, que engloba todas dimensões simbólicas como idéias, imagem, corpo, natureza e conduta.

Para Jung, elementos traumáticos se associam a potencialidades arcaicas em busca de expressão; dessa associação resultam os complexos, agrupamentos de 8

conteúdos psíquicos autônomos, de alto teor afetivo, que apontam as conexões entre vivências pessoais e experiências primordiais da humanidade.

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Bibliografias:

*Psicólogo Júlio Peres, doutorando do programa de Neurociências e Comportamento do

Instituto de Psicologia da USP. *http://www.redepsi.com.br/portal/modules/news/

article.php?storyid=4145 acesso em 19/04/09.

*Princípios da Neurociência, 4º ed, Eric Kandel, Thomas M Jesselli.

*Cientistas da Universidade Carnegie Melon, de Pittsburgh, Programa intensivo de ensino

consegue modificar cérebro de alunos disléxicos Postado em Agosto 12, 2008. *http://

www.neurolab.com.br/news/index.php?

news_id=236&start=0&category_id=&parent_id=0&arcyear=2008&arcmonth=8 acesso em

25/03/09.

*http://www.evolucaovida.com.br/neurociencia/saiba_mais_neuro/ acesso em 08/04/09.

*http://www.sbneurociencia.com.br/html/a13.htm acesso em 08/04/09.

*http://drauziovarella.ig.com.br/artigos/linguagem.asp acesso 08/04/09.

*http://www.redepsi.com.br/portal/modules/smartsection/item.php?itemid=578 acesso em 08/04/09.

*Neurociências desenvolvendo o sistema nervoso, 2° edição ed.Artmed – Bear, MArk F.,

Connors, Barry W. , Paradiso, Michael A.

*Fundamentos da neurociência e do comportamento, ed. Guanabara – Kandel, Eric R.,

Schwartz, James H., Jessell, Thomas M.

*Christian Haag KristensenPsicólogo pela UFRGS,Rosa Maria Martins de AlmeidaPsicóloga pela UFRGS, William Barbosa Gomes Psicólogo pela UCP, http:// www.scielo.br/scielo.php? script=sci_arttext&pid=S0102-79722001000200002&lang=pt#back1 acesso em 20/04/209 *http://www.neuroimago.usp.br/LivroEletronico.htm acesso em 19/04/09.

*http://www.neurolab.com.br/news/index.php? news_id=253&start=0&category_id=&parent_id=0&arcyear=2008&arcmonth=12 acesso em 19/04/09

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*7ª amostra de Pesquisas do Curso de técnicas terapêuticas Junguiana.- Dra. Sonia M M Carvalho. CD com conteúdo do curso em análise Junguiana com a abordagem em neurociência.

*Formato Documento Eletrônico (ISO) VIEIRA, Carolina, FAY, Eliane da Silva Moreira e NEIVA-SILVA, Lucas. Avaliação psicológica, neuropsicológica e recursos em neuroimagem: novas perspectivas em saúde mental. Aletheia. [online]. dez. 2007, no.26 [citado 17 Abril 2009], p.181-195. http://pepsic.bvs-psi.org.br/scielo.php? script=sci_arttext&pid=S1413-03942007000200015&lng=pt&nrm=iso>. ISSN 1413-0394.

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