Reforma da ponte de almenara, Slides de Análise Estrutural. Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/RJ)
Carlosbrender
Carlosbrender2 de Junho de 2015

Reforma da ponte de almenara, Slides de Análise Estrutural. Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/RJ)

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Esse trabalho foi uma forma de falar dos detalhes estruturais da ponte de almenara apos o abalo
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Reforma da ponte de Almenara

MG 406

GRUPO André Santana Carlos Brender Carlos Guilherme

Lucas Dias Leonardo Isac Burman

Dados da Ponte Foi feito estudos de projeto de 1958 até 1965

Foi inaugurada em 1967 Possui aproximadamente 240,00 metros de extensão, distribuídos

em 8 vãos de 17,80 metros e um vão em arco de 97,60 metros.

Ocorrência A passagem de duas carretas bi trens carregadas com

grandes pedras de granito causou o esmagamento parcial do topo do pilar que serve de apoio de

sustentação a uma das vigas e levou a um abatimento da laje da ponte.

Danos

Esmagamento do pilar no apoio D

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Com o esmagamento do pilar houve um desnível de aproximadamente 11 cm

Local que sofreu o esmagamento

Degradação da ponte Pelo total descaso em que se encontrava a ponte, era visível a falta de manutenção. Da para observar marcas de infiltração na cabeça da viga, deixando ela arredondada, enfraquecendo o concreto e a oxidação das ferragens da armação. Esse processo deve ter levado muitos anos parar se desenvolver.

Etapas de Recuperação da ponte

 1ª etapa

Instalação de passarela Flutuante 

2ª etapa Montagem e Instalação do escoramento provisório

 3ª etapa

Execução da recuperação estrutural do apoio danificado

1ª Etapa Para permitir a travessia de pedestres durante o período de recuperação da ponte, foi instalada uma passarela flutuante. Essa passarela tem aproximadamente 1,80 metros de largura e 200 metros de comprimento. Sua capacidade de carga é igual a 160 kg/m².

Alternativas para chegar ao centro de AlmenaraPassarela Flutuante

Balsa Estradas

2ª Etapa Montagem e Instalação do

Escoramento

2ª Etapa Para recuperação estrutural do apoio danificado se faz necessário que a superestrutura da ponte (tabuleiro e longarinas) retorne para a posição original;

Para isso, através de um estudo realizado juntamente com o DER-MG, definiu-se que seriam utilizadas treliças metálicas afim de permitir o macaqueamento da estrutura na região do apoio “D”;

 Assim, foram montadas quatro treliças metálicas posicionadas longitudinalmente à ponte e apoiadas sobre os apoios “C” e “E” da mesma;

Sobre essas treliças, em sua região central, foi montada a estrutura de macaqueamento constituída de perfis metálicos, tirantes e macacos hidráulicos.

Macaqueamento Realização de movimentação da estrutura para que ela retorne ao nível do prumo, ou seja promovida a partir do seu macaqueamento, a recuperação ou a substituição de estruturas de fundação. O trabalho envolve inúmeros aspectos técnicos de forma a controlar os movimentos de todo o conjunto sem, entretanto provocar esforços ao ponto de ocasionar rompimentos ou fissuras na estruturas.

Montagem Montar Treliça com apoio nos pilares C e E com auxilio de Guindaste Usar Perfis metálicos, macacos hidráulicos e tirantes para macaqueamento e escoramento localizados em D

3ª Etapa Reforço Estrutural

Cravação de seis novas estacas tipo raiz, diâmetro de 150mm, para cada bloco de fundação do apoio “D”;

Encamisamento dos blocos de fundação, pilares e vigas de travamento utilizando-se micro-concreto de grout com 30% de pedriscos;

Recuperação das regiões “esmagadas/quebradas” das longarinas;

Substituição dos aparelhos de apoio e instalação de nova junta de dilatação.

Principais Matérias usados Concreto Grout Estaca Raiz

Apoio de Neoprene

Apoio em Neoprene O neoprene é a combinação de uma fatia de borracha expandida sob alta pressão e temperatura, vulcanizada e outros componentes. Os aparelhos de neoprene são feitos com um bloco de elastômero vulcanizado que pode ser reforçado por uma ou mais chapas de aço ou não. São utilizados para a acomodação de movimentos de translação e rotação, mantendo o equilíbrio de deslocamentos de um componente estrutural a outro. Propriedades:  Bloco de elastômero que pode ser reforçado com uma ou mais placas de aço ou não.  Aparelhos de elastômero podem ser projetados e manufaturados para acomodar movimentos de translação em qualquer direção e movimentos rotacionais em torno de qualquer eixo por deformação elástica, de maneira a transmitir corretamente, de um componente estrutural para outro, as forças de projeto e acomodar os deslocamentos derivados da análise estrutural. 

Concreto Grout Grout é uma argamassa composta por cimento, areia, quartzo, água e aditivos especiais, que tem como destaque sua elevada resistência mecânica. Ele se caracteriza por ser auto adensável, permitindo sua aplicação no preenchimento de vazios e juntas de alvenaria estrutural. Outros pontos fortes de sua utilização estão na recuperação de estruturas, na fixação de equipamentos, no reparo de pisos, entre outros. No mercado, podemos comprá-lo em grandes volumes ou em pequenas embalagens, para adicionar água, misturar e aplicar. Podem ser “virados na obra”, desde que se tenha o conhecimento e os materiais necessários para este tipo de operação. Chegam a atingir resistências superiores a 25 MPa em 24 horas e a passar dos 50 MPa aos 28 dias.

Estacas Raiz A estaca raiz é uma estaca moldada in loco, executada através de perfuração rotativa ou roto-percussiva, revestida integralmente no trecho em solo por meio de tubo metálico que garante a estabilidade da perfuração. No trecho em rocha, seja na passagem de matacões ou no embutimento no topo rochoso, ela é executada a partir da perfuração interna ao tubo de revestimento, por processo roto-percussivo.

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