Relatorio densidade de sólidos e líquidos , Esquemas de Bioquímica. Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
Lucas.Costa
Lucas.Costa13 de novembro de 2015

Relatorio densidade de sólidos e líquidos , Esquemas de Bioquímica. Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

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OBJETIVO

Medir a densidade de alguns sólidos e líquidos.

MATERIAIS E REAGENTES

▲ Materiais: Vidrarias Materiais Reagentes

Seis tubos de ensaios Cubo de madeira Diclorometano Água

Erlenmeyer de 100 mL Estande para tubos de ensaio

Éter etílico Solução alcoólica de iodo 10g/L

Provetas de 10 e de 100

mL

Prego médio ou grande Acetato de etila Clorobenzeno

Béquer de 100mL Balança analítica Tolueno Hexano

Tubos de látex

▲ Procedimentos:

1. Densidade do metal - Prego Foi-se medido a massa do prego e encontrou-se o valor de 1,76g. Depois

colocou-se 8 mL em uma proveta de 10 mL. Foi-se colocado o prego dentro da proveta e observou-se um aumento de 0,2 mL no volume da proveta (8,02 mL).

Vf - V i = Vprego 8,2 – 8,0 = 0,2mL

Depois foi calculada a densidade do prego:

Dprego = m/V Dprego = 1,76 / 0,2 Dprego = 8,8 g/mL

Logo o prego é mais denso que a água: 8,8g/mL >1,0 g/mL.

2. Densidade da madeira – Cubo Foi-se calculado a massa do cubo de madeira e encontrou-se a massa de 10,76g.

Depois foi calculado o volume do cubo pela multiplicação da altura x largura x comprimento e encontrou-se o valor de 9,0 cm3, que ao converter para ml foi encontrado o valor de 9,0 mL. Logo após foi calculada a densidade:

D = m/V D = 10,70/ 9 D = 1,18g/mL

3. Densidade de líquidos (puros e misturas) Após colocar 2mL de água com 3 gotas de solução alcoólica de Iodo nos tubos de

ensaio foi-se adicionado os seguintes solventes: “ Hexano, Acetona e Diclorometano.

Onde o Iodo ajuda na identificação da fase orgânica, pois é solúvel em solventes orgânicos, adquirindo uma coloração Cor-de-rosa ou castanha.

Hexano Após a adição dos 2mL de Hexano, observou-se a mudança no numero de fases,

de apenas um fase para duas fases, sendo uma de coloração rosa e outra de coloração amarelo translúcido, depois, com base nas informações do material de aula, identificou- se que o solvente orgânico adquiri a coloração rosa sendo no experimento realizado a fase mais superficial, admitindo se assim que o Hexano seja menos denso que a água.

Acetona Após a adição de 2mL de Acetona pode-se observar que a variação no número de

fases não ocorreu e que a mistura apenas adquiriu um leve clareamento em sua cor. Admitiu-se então que a Acetona tem a mesma densidade da água, formando assim uma mistura homogênea.

Diclorometano Após a adição dos 2mL de Diclorometano, observou-se a mudança no numero de

fases, de apenas um fase para duas fases, sendo uma de coloração rosa e outra de coloração amarelo translúcido, depois, com base nas informações do material de aula, identificou-se que o solvente orgânico adquiri a coloração rosa sendo no experimento realizado a fase menos superficial, admitindo se assim que o Diclorometano seja mais denso que a água.

• Tolueno Após a adição dos 2mL de Tolueno, observou-se a mudança no numero de fases,

de apenas um fase para duas fases, sendo uma de coloração rosa e outra de coloração amarelo translúcido, depois, com base nas informações do material de aula, identificou- se que o solvente orgânico adquiri a coloração rosa sendo no experimento realizado a fase mais superficial, admitindo se assim que o Tolueno seja menos denso que a água.

4. Adição de Sal de cozinha (NaCl) a Solução de Água + Diclorometano + Iodo Ao se adicionar todos os elementos, formando uma mistura heterogênea (duas

fases), onde acontece a troca do sal com o iodo (posição), fazendo com que a água que possuía coloração amarelada ficasse translucida e o solvente de coloração rosa fraco, apresentasse uma coloração rosa forte.

CONCLUSÃO

Conclui-se que é muito importante conhecer profundamente o conceito de densidade devido à sua utilidade prática (caracterização de materiais, medidas de concentração de soluções, etc.) e sua inter-relação com outros conceitos, pois a densidade é um dos principais parâmetros de seleção de materiais.

INTRODUÇÃO

A densidade de um corpo define-se como o quociente entre a massa e o volume desse corpo, ou seja, pode-se dizer que a densidade mede o grau de concentração de massa em determinado volume. A densidade pode ser determinada pela expressão matemática: Densidade = massa/volume. De acordo com o Sistema Internacional (SI), a densidade é expressa em kg/m³, mas muitas vezes é encontrada expressa em g/cm³. Quando se refere a uma substância pura, maciça e homogênea, como elementos ou compostos químicos, a densidade é chamada de densidade absoluta ou massa específica. Caso contrário, é chamada somente densidade e representa a densidade média de um corpo ou de uma substância não homogênea.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

“A densidade é uma propriedade física que caracteriza uma substância. “A densidade é definida como a massa da unidade de volume de uma substância, ou simplesmente, massa por unidade de volume”.” (RUSSEL, 2004, p. 40).

“Segundo Mazali I. D. A densidade absoluta é definida como a quantidade de massa em uma unidade de volume, onde V expressa o volume total do corpo, incluindo eventuais espaços ocos em seu interior.”

“Para Sampaio e Calçada (2005), a densidade também pode ser chamada de massa especifica quando trata-se de um corpo maciço e homogêneo. As unidades da densidade absoluta Segundo o Sistema Internacional de Unidades é dada em quilograma por metro cúbico – Kg/m³.” Cada substancia possui sua própria densidade.”

REFERÊNCIAS

▲ COLA DA WEB. Densidade: massa volúmica. Disponível em: <http:// www.coladaweb.com/quimica/fisico-quimica/densidade-massa- volumica>. Acesso em: 15 maio 2010.

▲ FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS DE RIBEIRÃO PRETO - USP. Densidade relativa dos líquidos. Disponível em: <http:// www.fcfrp.usp.br/dfq/Fisica/GuiaDensidadedeLiquidos/ DensidadeLiquidos.pdf>. Acesso em: 17 maio 2010.

▲ MAZALI, Italo Odone. Determinação da densidade de sólidos pelo método de Arquimedes. Vivência LQS. Disponível em: <http:// lqes.iqm.unicamp.br/images/ vivencia_lqes_meprotec_densidade_arquimedes.pdf>. Acesso em: 13 maio 2010.

▲ RUSSEL, John B. Noções preliminares. In:___. Química geral. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2004. cap. 1, p. 40-41.

▲ UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA CIVIL. Propriedades da água. Disponível em: <http://www.dec.ufcg.edu.br/saneamento/ Agua02.html>. Acesso em: 13 maio 2010.

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