Resumo não terminado de Cidade antiga , Exercícios de História. Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI)
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gabriella-kramer17 de abril de 2017

Resumo não terminado de Cidade antiga , Exercícios de História. Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI)

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Resumo do livro Cidade Antiga, abordando o primeiro livro e o terceiro em parte.
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UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES CAMPUS DE ERECHIM / RS

HISTÓRIA DO DIREITO 1. AVALIAÇÃO

2017 – I

“Felizmente, o passado jamais morre para o homem. O homem pode muito bem o esquecer, mas continua trazendo-o consigo. Pois tal e como é em cada época, ele é o produto e resumo de todas as épocas anteriores.” (Fustel de Coulanges)

‘A CIDADE ANTIGA’ Autor: Fustel de Coulanges

LIVRO I – ANTIGAS CRENÇAS LIVRO III - A CIDADE

1. Elaborar uma produção textual estabelecendo as principais características das crenças das cidades gregas e romanas, conforme o Livro I – Antigas crenças. 2. Resumir o Livro III – A cidade, identificando, entre outros aspectos: a) o papel das crenças religiosas; b) o processo de formação da cidade – a separação entre civitas e urbe; c) o modo de organização interna e a forma de vivência coletiva.

Orientações:

• Entrega: Noturno: 19/04 Diurno: 20/04

Valor: 3,0

• Atividade individual ou em grupo com até 02 componentes.

• Trabalho manuscrito ou digitado.

Obs.: Em sendo entregue digitado, observar na redação do trabalho a estrutura básica de formatação de um documento: digitação em Times New Roman; Fonte: 12; recuo no início de cada parágrafo; justificar texto.

Crença a respeito da alma e da morte

Desde sempre houve a preocupação com o que se acontecia após o corpo não conseguir manter seu processo homeostático, não se diferenciando de outros povos na preocupação com esta indagação os Greco-romanos tinham a crença de que os homens mortos continuam a viver entre nós apenas no plano abaixo de nossos pés, a terra, mesmo falando de séculos atrás podemos nós fundar para falar sobre nos pequenos ritos fúnebres realizados.

Quando o corpo era posto na sepultara era claro para todos que acreditavam que ali ainda se enterrava um ser vivo com necessidades e “vida”, após o fim da cerimonia fúnebre havia o costume de se chamar três vezes o nome da pessoa que veio a óbito e lhe desejar que passe bem e que tenha vida feliz sobre a terra, ainda lhe era levado bebidas, pães, cabeças de cavalo e escravas para que sempre estivesse servido após sua morte.

Da crença sobre as necessidades do corpo, tornou-se claro que para que a alma permanecesse unida a carne seria necessária que o corpo fosse depositado no subterrâneo sendo coberto por terra, pois a alma que não tinha lar ficava a vagar e desejando ela apenas repouso após sua vida se tornaria agressiva com aqueles que lhe submeteram a tal situação.

Podemos ver que como o corpo ainda tinha necessidades era preciso que fosse feita a manutenção dos ritos para que o mesmo não se zangasse, a histórias de que uma alma era forçada a andar sobre a terra vagando, pois ao morrer foi lançada a terra sem os ritos, ao perceber sua condição apareceu para varias pessoas até que após a realização do evento de forma correta a alma encontrou sua paz, exemplificando a importância que era depositada sobre o rito fúnebre.

Existindo assim o ser que vagava, existia o ser que temia que o mesmo lhe ocorresse, por vezes o medo da morte não sobrevinha ao da privação de um ritual adequado, sendo este um medo às leis se faziam uteis desta crença para frear os criminosos punindo-os com a privação do culto adequado.

As crenças que foram adquiridas começaram então a orientar certa ação dos que estimavam os ritos, fazendo com que oque era antes era apenas uma liturgia se tornasse uma religião de adoração aos Deuses subterrâneos, podemos afirmas que essa é a religião mais antiga que conhecemos, foi assim a preocupação com o desconhecido, morte, que nós fez acreditar e basear nossas preces no imaterial.

A cidade Como tudo se passou há muito tempo atrás e não havia modo de estipular

datas, às épocas eram marcadas pela sucessão de ideias, uma das que mais importa é o entendimento das divindades domesticas, que reside na concepção de que em cada residência haveria um deus próprio que só emanaria sua graça sobre aquela família formando assim uma religião que era pautada pela reunião de pessoas com a mesma linhagem sanguínea.

Sendo a religião baseada na ascendência era impossível que duas famílias distintas se unissem para realizar ritos, porém não era vedado a um número maior que fizessem o mesmo, a fim de efetuar as cerimonias que eram comuns entre elas. Assim tendo esta união sido instaurada uma divindade superior a anterior surgia, para ela levantaram altares, acenderam o fogo sagrado e instituíram rituais, nada que muito se diferenciava dos anteriores.

A forma de se adentrar a frataria ou cúria era apenas uma, sendo filho legitimo, pois não se transmitia por outra forma que não pelo sangue, o procedimento para se atestar a entrada era que o pai apresentava jovem jurando que o mesmo era seu filho de sangue e seguido do ritual que se imolava uma

vitima cuja carne era preparada sobre o altar e dividida com os que ali pertenciam para selar a união de todos que pertenciam aquela frataria para realizar tais formalidades se fazia presente um chefe que tinha a função de organizar os sacrifícios, realizar assembleias e deliberar.

A junção de famílias foi crescendo e o que antes era uma religião domestica que formou as Cúrias e Fratarias agora dava origem as tribos, que como anteriormente mantinham a ideia de altares, divindades protetoras e fogo sagrado, mantendo também as questões mais sociais como as assembleias que agora instituíam regras a que todos os membros deveriam se submeter havia um tribunal e direito de justiça sobre podemos observar que algo que começou dentro de casa se tornava uma forma complexa de sociedade.

Anteriormente a ser citado sobre o nascimento das cidades é importante mencionar as crenças religiosas que nos fizeram chegar até aqui, sendo ela religião domestica que direcionava as preces aos mortos e outra que cultuava deuses com força física, Zeus, Atenas, Juno e etc.

É de usma importância para a historia abordas os temas religiosos

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