Resumo texto análise funcional da depressão (ou: a qual fenômeno estamos nos referindo?), Resumos de Psicologia
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Resumo texto análise funcional da depressão (ou: a qual fenômeno estamos nos referindo?), Resumos de Psicologia

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RESUMO TEXTO ANÁLISE FUNCIONAL DA DEPRESSÃO (OU: A QUAL FENÔMENO ESTAMOS NOS REFERINDO?).
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FACULDADE CASTRO ALVES CURSO BACHARELADO EM PSICOLOGIA

ANA PUCCI, CRISTIANE DACTES, ELIZETE MORENO, KATIA GESTEIRA, KATIA MARIA, SALETE.

RESUMO TEXTO ANÁLISE FUNCIONAL DA DEPRESSÃO (OU: A QUAL FENÔMENO ESTAMOS NOS REFERINDO?).

Salvador/Ba 2009.2

FACULDADE CASTRO ALVES CURSO BACHARELADO EM PSICOLOGIA

ANA PUCCI, CRISTIANE DACTES, ELIZETE MORENO, KATIA GESTEIRA, KATIA MARIA, SALETE.

RESUMO TEXTO ANÁLISE FUNCIONAL DA DEPRESSÃO (OU: A QUAL FENÔMENO ESTAMOS NOS REFERINDO?).

Resumo do texto análise funcional da depressão( ou: a qual fenômeno estamos nos referindo?), com abordagem na

análise do comportamento. Realizado por alunos da faculdade Castro Alves, curso em Bacharelado em Psicologia, no 2º semestre, disciplina de Teoria da

Personalidade I - Behaviorismo, professora Mariana Paz.

Salvador/Ba 2009.2

INTRODUÇÃO

O texto realiza uma relação da forma de aplicação do termo depressão entre leigos e profissionais da área de saúde, expondo pontos de análise e relação aos processos comportamentais.

ANÁLISE FUNCIONAL DA DEPRESSÃO (OU: A QUAL FENÔMENO ESTAMOS NOS REFERINDO?).

O termo depressão vem sendo aplicado por leigos de forma usual em vários

fenômenos de comportamento seguindo bases de padrões estruturalista que

“parecem apresentar um padrão de respostas que contrasta entre profissionais e

leigos” (Regina Wielenska p.271).

Para leigos o termo depressão está vinculado frente à observação de estímulos

ou comportamentos que possivelmente vão de encontro ao contexto de um

indivíduo normal que a sociedade preza.

Tornou-se como padrão a alteração de comportamento, como retraimento,

tristeza ou um leve e ocasional sentimento de desanimo um estado de depressão

sem identificar como uma resposta a eventos da vida como, por exemplo, a

desclassificação do time em um final de campeonato e assim, “não podemos

chamá-la de depressão, e, entretanto algo mais prolongado e muito mais grave,

caracterizado por sentimentos que não se tem mais controle sobre o próprio

estado emocional” (Transtornos mentais p.687).

Para diagnosticar um quadro de redução quantitativa de comportamento e

manifestação sintomática de estado depressivo crônico “das inúmeras

explicações oferecidas por leigos usualmente são excluídos alguns fatores

biológicos, hoje reconhecidos como relevantes para sua determinação

(predisposição genética, alteração hormonal, efeitos psicoativos, patologias que

produzem depressão como sintoma)”( (Regina Wielenska p.274), momentos ou

períodos de estresse em via geral levam a explicar o quadro como um

comportamento depressivo atribuindo explicações mentalista dos sintomas e

causa, gerando respostas circulares. Quando existe um longo tempo dos

sintomas leigos na área descrevem os sintomas como fatores biológicos ou

nomeia com outros termos (falta de energia, preguiça etc.) e anda mais com

atribuição a fatores intrapsiquicos, falha da personalidade ou configura como jeito

de ser.

Os Psicólogos e Psiquiatras descrevem de transtorno do humor e afeto chamado

de depressão seguindo varias diretrizes para investigação de estímulos aversivo

breve ou duradouro até fatores genéticos e sociais de forma detalhada e com

uma coleta de vasta de dados para assim contextualizar e iniciar intervenções na

comorbidade.

Para leigos a tristeza está vinculada ao sintoma mais relacionado á depressão,

porém para profissionais de saúde mental esse não é o fator mais evidente da

doença e sim o estado basal do indivíduo evidenciada pelos comportamentos

dentro e fora do consultório, dimensões públicas e privadas e situações variadas

do passado e presente.

Depressão está descrita como uma anomalia do humor que segundo o CID10 e

o DSM IV, o Transtorno do Humor (TH) está dividido por intensidades (leve,

moderado, grave com ou sem características psicótica), transtorno depressivo,

transtorno bipolar, TH devido a condições médicas e TH induzido por substâncias.

Com características recorrentes como padrão de pensamentos negativos,

anedomia, alteração no sono, alteração no apetite, isolamento social e nos casos

de transtorno bipolar apresenta hiperatividade, hipersexualidade.

Assim como em outros transtornos mentais as disfunções do humor refletem a

função alterada de muitas partes do encéfalo ao mesmo tempo, com isso vários

autores refletem de forma construtiva para manutenção terapêutica dos TH com

isso grupos de diversas áreas desempenham-se para descobrir formas de

tratamento para os TH “excluir ai trabalharmos partes desse saber é prática

indesejável, pois atrasa o desenvolvimento da área e prejudica os benefícios

finais”.

Referências Bibliográficas:

- Sobre o Comportamento e cognição – Organizado por Regina Christina Wielenska, Volume 01 Editora Associados. - Sobre o comportamento e cognição – Expondo a variabilidade, Volume 07 Editora Associados. - Desenvolvendo o sistema nervoso – 2º edição Bear, Mark F. -http://pepsic.bvs-psi.org.br/scielo.php?script =sci_arttext&pid=S1517 -55452005000200009&lng =pt&nrm = acesso em 15/09/2009.

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