Resumos do congresso de melhoramento CONAFE, Slides de Genética. Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)
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Resumos do congresso de melhoramento CONAFE, Slides de Genética. Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)

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1

Resumos

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Comissão Organizadora

Membros Tsai Siu Mui – Presidente

Comitê Financeiro Michelle Sanches

Danielle G.G. Caldas Enéas R. Konzen

Gustavo H. Recchia Juliane K. Ishida

Comitê Técnico-cientíco Alisson Fernando Chiorato (IAC-Campinas) (Coordenador)

Aluízio Borém de Oliveira (UFV-MG) Jaison Pereira de Oliveira (CNPAF-EMBRAPA)

João Bosco dos Santos (UFLA-MG) Júlio César Pires Santos (UDESC-SC)

Kaesel Jackson Damasceno e Silva (Embrapa Meio-Norte) Luiz Antonio Fancelli (ESALQ/USP-SP)

Maria Lúcia Carneiro Vieira (ESALQ/USP) Magno A.P. Ramalho (UFLA-MG)

Priscila Zaczuk Bassinello (CNPAF-EMBRAPA) Rosana Pereira Vianello (CNPAF-EMBRAPA)

Sérgio A. M. Carbonell (IAC-Campinas) Vânia Moda Cirino (IAPAR-PR)

Comitê Executivo Danielle G.G. Caldas

Enéas R. Konzen Gustavo H. Recchia

Juliane K. Ishida

Apresentação

APRESENTAÇÃO

É com grande satisfação que chegamos à 12ª edição do Congresso Nacional de Pesquisa de Feijão – CONAFE, com realização e promoção do CENA – Centro de Energia Nuclear na Agricultura e do IAC – Instituto Agronômico de Campinas. Esta edição teve como tema central “Produtividade e Sustentabilidade da Cultura do Feijão: do campo par a mesa”.

Durante os três dias de evento, contamos com importantes palestras, painéis e apresentações de resumos que possibilitou uma grande troca de experiência entre prossionais, pesquisadores e estudantes da área, ampliando os conhecimentos através das apresentações feitas por renomados palestrantes. O 12º CONAFE só foi possível graças ao apoio e a dedicação de muitos pro ssionais, membros da comissão organizadora, palestrantes, moderadores, instrutores de minicursos e equipe de apoio, aos quais expressamos os nossos mais sinceros agradecimentos.

Nesta edição o evento recebeu 260 resumos cientí cos dos quais 257 foram aceitos para publicação nas sessões: Biotecnologia; Ciência e Tecnologia de Alimentos; Entomologia; Fitopatologia; Genética e Melhoramento; Manejo da Cultura; Sementes e Armazenamento; Socioeconomia e Solos e Nutrição de Plantas.

Desejamos a todos uma ótima leitura! Comissão Organizadora do 12º CONAFE

4

CONTEÚDO

BIOTECNOLOGIA.....................................................................................21 • ALELOS PRIVADOS IDENTIFICADOS POR MEIO DE MARCADORES MICROSSA-

TÉLISTES APLICADOS NA IDENTIFICAÇÃO DE CULTIVARES DE FEIJÃO...........22

• ANÁLISE DE BACTÉRIAS PROMOTORAS DE SOLUBILIZAÇÃO DE FOSFATO DO FEIJOEIRO CAUPI (VIGNA UNGUICULATA) CULTIVADO EM TERRA PRETA DA AMAZÔNIA.................................................................................................................23

• AVALIAÇÃO DE GENÓTIPOS DE FEIJOEIRO-COMUM (PHASEOLUS VULGARIS L.) INOCULADOS COM COWPEA MILD MOTTLE VIRUS (CPMMV) EM RELAÇÃO À DETECÇÃO DO VÍRUS E O APARECIMENTO DE SINTOMAS................................24

• DESENVOLVIMENTO DE LOOP-MEDIATED ISOTHERMAL AMPLIFICATION PARA DETECÇÃO DE FEIJÃO TRANSGÊNICO VISUALMENTE INTERPRETADA PELA ADIÇÃO DE CORANTES INDICADORES DE PH.....................................................25

• ESTUDO DA INTERAÇÃO FEIJOEIRO E MICRORGANISMOS PROVENIENTE DA TER- RA PRETA DA AMAZÔNIA.........................................................................................26

• GENERAL PROTOCOL FOR RNA ISOLATION SUITABLE FOR GENE EXPRESSION STUDIES INCOMMON BEAN LEAVES, ROOTS AND NODULES............................27

• INFERÊNCIAS FILOGENÉTICAS ATRAVÉS DO GENE 16S RRNA E NIFH DE RIZÓBIOS ISOLADO DE FEIJOEIRO...........................................................................................28

• MORFOLOGIA E ESTRUTURA DE NÓDULOS DE FEIJOEIRO INOCULADOS COM BAC- TÉRIAS EFICIENTES E INEFICIENTES....................................................................29

• SELEÇÃO ASSISTIDA POR MARCADORES MOLECULARES PARA RESISTÊNCIA GENÉTICA AO COLLETOTRICHUM LINDEMUTHIANUMEM FEIJOEIRO COMUM ....................................................................................................................................30

• THE POLYMORPHISMS WITHIN THE CODING REGION OF PVDREB6BARE AS- SOCIATED WITH DISTINCT LEVELS OF DROUGHT TOLERANCE IN COMMON BE AN...............................................................................................................................31

• TRANSCRIPTOMA PARA SECA REVELA NOVOS GENES PARA O GERMOPLASMA DO FEIJÃO COMUM MESOAMERICANO..................................................................32

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS............................................33 • ADAPTABILIDADE DE FEIJÃO CARIOCA À DIFERENTES CONDIÇÕES DE PROCES-

SAMENTO INDUSTRIAL............................................................................................34

5

• ATRIBUTOS QUALITATIVOS DOS GRÃOS DE CULTIVARES DE FEIJOEIRO DO GRU- PO COMERCIAL CARIOCA........................................................................................35

• ATRIBUTOS QUALITATIVOS E PRODUTIVIDADE DE CULTIVARES DE FEIJOEIRO COMUM EM FUNÇÃO DE DOSES DE NITROGÊNIO EM COBERTURA SOB PALHA- DA DE MILHO..............................................................................................................36

• AVALIAÇÃO SENSORIAL DE HAMBÚRGUER DE TEMPEHSDE SOJA E DE FEIJÃO COMUM......................................................................................................................37

• COMPONENTES VEGETATIVOS E QUALIDADE TECNOLÓGICA DE GRÃOS DE FEIJÃO EM FUNÇÃO DA ADUBAÇÃO NITROGENADA E SUBDOSES DE GLYPHO- SATE ...........................................................................................................................38

• EFEITOS DO PROCESSO INDUSTRIAL NO POTENCIAL ANTIOXIDANTE DE QUA- TRO CULTIVARES BRASILEIRAS DE FEIJÃO CARIOCA............................................39

• ESCLARECIMENTOS CUSTOMIZADOS DE BENEFÍCIOS DO CONSUMO DE FEI- JÃO COMUM NA OCORRÊNCIA DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍ- VEIS............................................................................................................................40

• ESTRESSE OXIDATIVO EM GRÃOS DE FEIJÃO CARIOCA....................................41

• IMPORTÂNCIA DO CONSUMO DO FEIJÃO COMUM PARA O BRASILEIRO............42

• PRODUTIVIDADE E QUALIDADE DO FEIJOEIRO ADUBADO COM NITROGÊNIO EM COBERTURA EM SUCESSÃO A SISTEMAS DE CULTIVO DE MILHO..............43

• QUALIDADE TECNOLÓGICA DO FEIJÃO CARIOCA SUBMETIDO À INOCULAÇÃO COM RHIZOBIUM TROPICI E AZOSPIRILLUM BRASILENSE E APLICAÇÃO DE BIOESTIMULANTE.....................................................................................................44

• VALOR NUTRICIONAL DE VARIEDADES TRADICIONAIS DE FEIJÃO COMUM DO ACRE..........................................................................................................................45

ENTOMOLOGIA........................................................................................46 • DIVERSIDADE DE INIMIGOS NATURAIS NA CULTURA DO FEIJÃO EM ÁREAS DE

PLANTIO TRADICIONAL E EM SISTEMA DE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS.........47

• EFEITO DE CULTIVARES DE FEIJÃO E ÓLEO DE NIM NA SOBREVIVÊNCIA DE SPODOPTERA FRUGIPERDA (J.E. SMITH, 1797) (LEPIDOPTERA: NOCTUIDAE) ....................................................................................................................................48

• FATORES RELACIONADOS À EXPRESSÃO DE ANTIXENOSE POR FEIJOEIRO COMUM A SPODOPTERA FRUGIPERDA(J.E. SMITH, 1797) (LEPIDOPTERA: NOC- TUIDAE).....................................................................................................................49

• PARÂMETROS BIOLÓGICOS DE BEMISIA TABACI BIÓTIPO B EM VINTE E SEIS GE-

6

NÓTIPOS DE FEIJOEIRO.........................................................................................50

FITOPATOLOGIA......................................................................................51 • CHARACTERIZATION OF A NEW WHITEFLY-TRANSMITTED (BEMISIA TABACI

MEAM 1) CYTORHABDOVIRUS INFECTING COMMON BEAN...............................52

• COMUNIDADE MICROBIANA DA TERRA PRETA DA AMAZÔNIA PROMOVE O CRESCIMENTO DE FEIJOEIRO (PHASEOLUS VULGARIS L.)................................53

• EFICÁCIA DA ASSOCIAÇÃO DE FUNGICIDAS NO MANEJO DE COLLETOTRICHUM LINDEMUTHIANUM E PHAEOISARIOPSIS GRISEOLA NA CULTURA DO FEIJÃO.....54

• EFICÁCIA DE TEBUZIM 250 SC E ASSOCIAÇÕES DE FUNGICIDAS PROTETORES NO CONTROLE DE ANTRACNOSE NO FEIJOEIRO................................................55

• OTIMIZAÇÃO METODOLÓGICA PARA AVALIAR A REAÇÃO DO FEIJOEIRO CO- MUM À MANCHA ANGULAR......................................................................................56

• PROJEÇÕES DE INCIDÊNCIA DE DOENÇAS EM CULTIVOS DE PHASEOLUS VUL- GARIS EM CÉNARIOS FUTUROS DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS..........................57

• REAÇÃO DE CULTIVARES DE FEIJÃO À CURTOBACTERIUM FLACCUM- FACIENS PV. FLACCUMFACIENS ISOLADOS DE FEIJÃO E SOJA 5 8

• REAÇÃO DE CULTIVARES DE FEIJÃO À INFECÇÃO DE DOIS ISOLADOS DE CUR- TOBACTERIUM FLACCUMFACIENSPV.FLACCUMFACIENS..................................59

• RESISTÊNCIA A DIFERENTES ISOLADOS DE MACROPHOMINA PHASEOLINA EM CULTIVARES COMERCIAIS DE FEIJÃO COMUM....................................................60

• SURVEY OF BEGOMOVIRUSES IN BEAN CROPS OF THE NORTHWEST REGION OF ARGENTINA DURING 2014-2016 GROWING SEASONS....................................61

GENÉTICA E MELHORAMENTO............................................................62 • ACAMAMENTO, PORTE E ARQUITETURA DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO CA-

RIOCA NAS SAFRAS DE VERÃO-OUTONO E OUTONO-INVERNO DE 2016, NO NORTE DE MINAS GERAIS.......................................................................................63

• ADAPTABILIDADE E ESTABILIDADE DE LINHAGENS DE FEIJÃO EM RELAÇÃO AO ATAQUE DE CRESTAMENTO BACTERIANO.....................................................64

• ADAPTABILIDADE E ESTABILIDADE DE RENDIMENTO DE GRÃOS EM FEIJÃO DO GRUPO COMERCIAL BRANCO..................................................................................65

• ANÁLISE DA EXPRESSÃO GÊNICA EM GENÓTIPOS DE PHASEOLUS VULGARIS

7

INFECTADOS COM COLLETOTRICHUM LINDEMUTHIANUM...........................66

• ANÁLISE DE ASSOCIAÇÃO GENÔMICA AMPLA (GWAS) PARA TOLERÂNCIA À SECA EM FEIJOEIRO COMUM ...............................................................................67

• ARQUITETURA E ACAMAMENTO DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO DE “GRÃOS ESPECIAIS” NAS SAFRAS DA SECA E DE INVERNO DE 2016, NO NORTE DE MI- NAS GERAIS............................................................................................................68

• ARQUITETURA E ACAMAMENTO DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO PRETO, NO NOR- TE DE MINAS GERAIS. CICLO DE AVALIAÇÃO......................................................69

• ASSOCIAÇÃO ENTRE A ARQUITETURA DE PLANTAS DO FEIJOEIRO E A QUALIDA- DE DO GRÃO TIPO CARIOCA.................................................................................70

• AVALIAÇÃO DE ACESSOS DE GERMOPLASMA DE FEIJOEIRO EM FUNÇÃO DO DE- SEMPENHO SOB RESTRIÇÃO HÍDRICA...................................................................71

• AVALIAÇÃO DE FEIJÕES PRETOS CULTIVADOS NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO..72

• AVALIAÇÃO DE TEMPO DE COCÇÃO E PRODUTIVIDADE EM FEIJOEIRO COMUM: LINHAGENS DO VCU 2016/2017...........................................................................73

• BRS INTRÉPIDO – UMA CULTIVAR DE FEIJÃO GRÃOS PRETOS PARA CULTIVO NA REGIÃO SUL DO BRASIL.................................................................................74

• BRS PAISANO - UMA CULTIVAR DE FEIJÃO DE GRÃOS PRETOS COM ADAPTAÇÃO A SISTEMAS DE PRODUÇÃO ORGÂNICOS......................................................75

• CARACTERIZAÇÃO DE GENÓTIPOS DE FEIJÃO CARIOCA (PHASEOLUS VUL- GARIS L.) PARA A TOLERÂNCIA AO DÉFICIT HÍDRICO COM FOCO NO SISTEMA RADICULAR............................................................................................................76

• COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO PRODUTIVO DE CULTIVARES DE FEIJÃO PRETO NA REGIÃO CENTRO-SUL DO PARANÁ EM UNIDADES DEMONSTRATI- VAS NA SAFRA 2015/16.............................................................................................77

• COMPONENTES PRIMÁRIOS DA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS DE MAIOR PRECI- SÃO EXPERIMENTAL PARA A SELEÇÃO DE LINHAGENS DE FEIJÃO.................78

• CONTROLE GENÉTICO DA TAXA DE ENCHIMENTOS DE GRÃOS DO FEIJOEIRO...79

• CORRELAÇÃO ENTRE VARIÁVEIS BROMATOLÓGICAS E PRODUTIVIDADE NO FEIJOEIRO.................................................................................................................80

• CORRELAÇÃO GENÉTICA ENTRE CARACTERES DE FEIJÃO-CAUPI EM DOURA- DOS, MS.....................................................................................................................81

• CORRELAÇÕES VIA COMPONENTES DE PRODUÇÃO EM FEIJOEIRO COMUM.......82

• DESEMPENHO AGRONÔMICO DE LINHAGENS DE FEIJOEIRO-COMUM DE GRÃOS ESPECIAIS EM SORRISO - MT................................................................83

8

• DESEMPENHO AGRONÔMICO E ANÁLISE DA ADAPTABILIDADE E ESTABILIDADE PARA RENDIMENTO DE GRÃOS EM LINHAGENS PROMISSORAS DE FEIJÃO DO GRUPO PRETO........................................................................................................84

• DESEMPENHO AGRONÔMICO E QUALIDADE DE GRÃOS DE FEIJÃO DO GRUPO VERMELHO............................................................................................................85

• DESEMPENHO DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO “CARIOCA” DE DOIS CICLOS AVALIAÇÃO, NO NORTE DE MINAS GERAIS ........................................................86

• DESENVOLVIMENTO DE POPULAÇÃO DE RETROCRUZAMENTOS PELO MÉTO- DO DE AB-QTL VISANDO RESISTÊNCIA À MANCHA ANGULAR EM FEIJOEIRO CO- MUM.......................................................................................................................87

• DEZESSEIS CICLOS DE SELEÇÃO RECORRENTE PARA RESISTÊNCIA À MAN- CHA ANGULAR NO FEIJOEIRO ..............................................................................88

• DIVERSIDADE DE FEIJÃO VERMELHO CULTIVADO NO ESPÍRITO SANTO POR COM- POSIÇÃO MINERAL DAS SEMENTES........................................................................89

• DIVERSIDADE GENÉTICA EM DADOS BROMATOLÓGICOS EM FEIJOEIRO NO ESTA- DO ESPÍRITO SANTO...............................................................................................90

• DIVERSIDADE GENÉTICA POR MARCADORES MICROSSATÉLITES DE FEIJÃO VERMELHO CULTIVADO NO ESPÍRITO SANTO........................................................91

• EFEITO DA ALTA TEMPERATURA NO TEMPO DE COCÇÃO E ESCURECIMENTO DOS GRÃOS DE FEIJOEIRO COMUM.............................................................................92

• EFICIÊNCIA DO EMPREGO DOS MODELOS MISTOS NA IDENTIFICAÇÃO DAS PROGÊNIES EM SUCESSIVOS CICLOS DE ENDOGAMIA ....................................93

• ESTABILIDADE DE LINHAGENS DE FEIJÃO-COMUM EM DOURADOS/MS............94

• ESTIMATIVA DE PARÂMETROS GENÉTICOS EM FEIJÃO-CAUPI DE PORTE ERE- TO E SEMIERETO EM DOURADOS, MS...................................................................95

• ESTIMATIVAS DA VARIABILIDADE ENTRE E DENTRO DE PROGÊNIES DE FEIJO- EIRO COM O DECORRER DA ENDOGAMIA USANDO PROGÊNIES DERIVADAS DE PLANTAS F2 (S0)..................................................................................................96

• ESTIMATIVAS DE PARÂMETROS GENÉTICOS EM FEIJOEIRO OBTIDOS PELOS MÉTODOS BULK E GENEALÓGICO......................................................................97

• ESTIMATIVAS DE PARÂMETROS GENÉTICOS EM FEIJOEIRO OBTIDOS PELOS MÉTODOS BULKE GENEALÓGICO......................................................................98

• ESTRATIFICAÇÃO AMBIENTAL EM LINHAGENS DE FEIJÂO EM RELAÇÃO AO ATAQUE DE MANCHA ANGULAR.............................................................................99

• ESTUDO DA INTERAÇÃO GENÓTIPO POR AMBIENTES EM FEIJÃO DO GRUPO

9

COMERCIAL CARIOCA NO ESTADO DO PARANÁ................................................100

• FENOTIPAGEM DE RAIZ PARA TOLERÂNCIA À SECA EM FEIJOEIRO COMUM.....101

• HERANÇA DA RESISTÊNCIA À ANTRACNOSE NA CULTIVAR ANDINA DE FEIJÃO RAJADO BRSMG REALCE......................................................................................102

• IDENTIFICAÇÃO DE FONTES DE RESISTÊNCIA ÀS DOENÇAS EM LINHAGENS PROMISSORAS DE FEIJÃO DO GRUPO COMERCIAL CARIOCA.......................103

• INFLUÊNCIA DA ALTA TEMPERATURA NA BIOLOGIA REPRODUTIVA DO FEIJOEIRO.....104

• MAPEAMENTO ASSOCIATIVO PARA TEORES DE FERRO E ZINCO EM FEIJÃO COMUM UTILIZANDO MARCADORES DO TIPO SSRS E ESTS...........................105

• MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE ESCURECIMENTO DE GRÃOS EM FEIJOEIRO CO- MUM.........................................................................................................................106

• O ACÚMULO DE MATÉRIA SECA NO PERÍODO FINAL DE ENCHIMENTO DOS GRÃOS ENTRE LINHAGENS DE FEIJÃO CARIOCA ...........................................107

• OBTENÇÃO DE LINHAGENS DE FEIJÃO COM PLANTA ERETA E COM GRÃOS TIPO CARIOCA DE COR CLARA MAIS PERSISTETE.................................................108

• COR DOS GRÃOS DE FEIJÃO CARIOCA..............................................................109

• PERFORMANCE DE GENÓTIPOS DE FEIJÃO COMUM EM DOIS ANOS CONSE- CUTIVOS NO PERÍODO DE OUTONO-INVERNO NA REGIÃO DE SELVÍRIA – MS ..................................................................................................................................110

• PORTE, ARQUITETURA E ACAMAMENTO DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO PRE- TO NAS SAFRAS DA SECA E DE INVERNO DE 2016, NO NORTE DE MINAS GE- RAIS .........................................................................................................................111

• PRODUTIVIDADE DE LINHAGENS DE FEIJÃO-CAUPI NO MUNICÍPIO DE SORRI- SO-MT, NORTE DO ESTADO DO MATO GROSSO..................................................112

• PRODUTIVIDADE DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO CARIOCA NAS SAFRAS DE VERÃO-OUTONO E OUTONO-INVERNO DE 2016, NO NORTE DE MINAS GERAIS ..................................................................................................................................113

• PRODUTIVIDADE DE LINHAGENS-ELITE DE GRÃOS ESPECIAIS NAS SAFRAS DE VERÃO-OUTONO E OUTONO-INVERNO DE 2016, NO NORTE DE MINAS GE- RAIS..........................................................................................................................114

• PRODUTIVIDADE E MASSA SECA DE NÓDULOS NA LINHAGEM DE FEIJÃO PRE- TO LEP 02-11 SUBMETIDO À INOCULAÇÃO COM RIZÓBIO................................115

• PROGÊNIES DE FEIJÃO TRANSGÊNICO COM RESISTÊNCIA AO BGMV E AO CP MMV..........................................................................................................................116

• PROTEÔMICA QUANTITATIVA DE CULTIVARES DE PHASEOLUS VULGARIS APÓS

10

INOCULAÇÃO COM RHIZOBIUM TROPICI.............................................................117

• REAÇÃO ÀS DOENÇAS DE GENÓTIPOS DE FEIJÃO DE GRÃOS ESPECIAIS AVA- LIADOS EM ENSAIOS DE DETERMINAÇÃO DO VALOR DE CULTIVO E USO NO ESTADO DO PARANÁ..............................................................................................118

• RENDIMENTO DE GRÃOS DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO CARIOCA NO NOR- TE DE MINAS GERAIS. CICLO DE AVALIAÇÃO 2014-2015...................................119

• RENDIMENTO DE GRÃOS DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO DE GRÃOS ESPE- CIAIS, NO NORTE DE MINAS GERAIS. CICLO DE AVALIAÇÃO 2014-2015..........120

• RESISTÊNCIA GENÉTICA DAS CULTIVARES TU E MICHIGAN DARK RED KIDNEY DE FEIJÃO COMUM AO COLLETOTRICHUM LINDEMUTHIANUM......................121

• SELEÇÃO ASSISTIDA POR MARCADORES MOLECULARES PARA RESISTÊNCIA GENÉTICA À PSEUDOCERCOSPORA GRISEOLA EM FEIJOEIRO COMUM.......122

• SELEÇÃO DE ACESSOS DE GERMOLASMA DE FEIJOEIRO SOB DEFICIÊNCIA HÍ- DRICA....................................................................................................................123

• SELEÇÃO DE GENÓTIPOS DE FEIJÃO CARIOCA (PHASEOLUS VULGARIS L.) SOB DÉFICIT HÍDRICO............................................................................................124

• SELEÇÃO INDIRETA EM FEIJÃO COM BASE NOS COMPONENTES PRIMÁRIOS DA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS...........................................................................125

• SELEÇÃO PRECOCE DE PROGÊNIES DE FEIJÃO COMUM POR MEIO DA MODE- LAGEM MISTA REML/BLUP.....................................................................................126

• SELEÇÃO RECORRENTE VISANDO A RESISTÊNCIA À MANCHA ANGULAR EM GRÃOS TIPO CARIOCA...........................................................................................127

• SEQUENCIAMENTO DA REGIÃO ITS EM ISOLADOS DE COLLETOTRICHUM LINDEMUTHIANUM..................................................................................128

• VALIDATION OF RNA EXTRACTION PROTOCOL FROM.....................................129

• VALOR AGRONÔMICO DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO “PRETO” DE DOIS CI- CLOS DE ENSAIOS DE VCU CONDUZIDOS NO NORTE DE MINAS GERAIS.....130

• VALOR AGRONÔMICO DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO DE “GRÃOS ESPE- CIAIS” DE DOIS CICLOS DE AVALIAÇÃO, NO NORTE DE MINAS GERAIS.........131

• VARIABILIDADE GENÉTICA EM POPULAÇÃO DE SELEÇAO RECORRENTE PARA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS EM FEIJOEIRO-COMUM........................................132

• VERIFICAÇÃO DA SIMILARIDADE ENTRE GENES QUE CONTROLAM O ESCURE- CIMENTO DOS GRÃOS EM FEIJOEIRO-COMUM DE DIFERENTES ORIGENS.....133

• VIGOR DE SEMENTES DE LINHAGENS- ELITE DE FEIJÃO DE GRÃOS ESPECIAIS COMPONENTES DO ENSAIOS DE VCU 2010-12..................................................134

11

MANEJO DA CULTURA..........................................................................135 • ADUBAÇÃO NITROGENADA EM FORRAGEIRAS NA PRODUTIVIDADE DO FEIJO-

EIRO EM SISTEMA DE SEMEADURA DIRETA.......................................................136

• AJUSTE DA POPULAÇÃO DE PLANTAS PARA A VARIEDADE DE FEIJÃO-COMUM BRS FC 104..............................................................................................................137

• APLICAÇÃO VIA FOLIAR DE AZOSPIRILLUM BRASILENSE E DOSES DE NITRO- GÊNIO EM COBERTURA NA CULTURA DO FEIJÃO .............................................138

• AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE BACTÉRIAS PROMOTORAS DE CRESCIMENTO VEGETAL NA CULTURA DO FEIJÃO-VAGEM.........................................................139

• CARACTERÍSTICAS FISIOLÓGICAS DO FEIJÃO APÓS APLICAÇÃO DE SUBDO- SES DE GLYPHOSATE............................................................................................140

• CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DA CULTURA DO FEIJÃO APÓS APLICA- ÇÃO DE SUBDOSES DE GLYPHOSATE.................................................................141

• CENÁRIOS FUTUROS DE DEMANDA HÍDRICA PARA A CULTURA DO FEIJOEIRO NA REGIÃO DE PIRACICABA/SP............................................................................142

• CHANGES IN THE NORMALIZED DIFFERENCE VEGETATION INDEX, PHOTOSYN- THETIC PIGMENTS AND ANTIOXIDANT DEFENSE SYSTEM OF PHASEOLUS VUL- GARIS UNDER POTASSIUM NUTRITION...............................................................143

• CHLORPYRIFOS PODE SER UTILIZADO COMO PROTETOR CONTRA O HERBI- CIDA CLOMAZONE NA CULTURA DO FEIJÃO? I. EFEITO SOBRE CARACTERES MORFOLÓGICOS ...................................................................................................144

• CHLORPYRIFOS PODE SER UTILIZADO COMO PROTETOR CONTRA O HERBICIDA CLOMAZONE NA CULTURA DO FEIJÃO? II. EFEITO SOBRE RENDIMENTO E COM- PONENTES........................................................................................................145

• CO-INOCULAÇÃO DE RHIZOBIUM TROPICI E AZOSPIRILLUM BRASILENSE EM FEIJOEIRO DE INVERNO IRRIGADO.....................................................................146

• CRESCIMENTO DO FEIJOEIRO SOB APLICAÇÃO DE SUBDOSES DE GLYPHOSA- TE...........................................................................................................................147

• DESEMPENHO AGRONÔMICO DE CULTIVARES DE FEIJÃO COMUM EM FUNÇÃO DA ÉPOCAS DE SEMEADURA NA REGIÃO OESTE PAULISTA................................148

• DESEMPENHO AGRONÔMICO DE CULTIVARES DE FEIJOEIRO DO GRUPO CO- MERCIAL CARIOCA.................................................................................................149

• DESEMPENHO AGRONÔMICO DO FEIJÃO CARIOCA SUBMETIDO À INOCULA- ÇÃO COM RHIZOBIUM TROPICI E AZOSPIRILLUM BRASILENSE E APLICAÇÃO DE BIOESTIMULANTE...............................................................................................150

12

• DESEMPENHO DE PLÂNTULAS DE FEIJÃO AZUKI EM FUNÇÃO DA INOCULAÇÃO E CO-INOCULAÇÃO COM BACTÉRIAS PROMOTORAS DE CRESCIMENTO......151

• DESEMPENHO PRODUTIVO DE DOIS GENÓTIPOS DE FEIJÃO EM FUNÇÃO DA INOCULAÇÃO E CO-INOCULAÇÃO COM BACTÉRIAS........................................152

• DESENVOLVIMENTO DO FEIJÃO “DE INVERNO” REINOCULADO COM RHIZO- BIUM TROPICI..........................................................................................................153

• DOSES DE FOMESAFEN EM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTIO DO FEIJO- EIRO-COMUM..........................................................................................................154

• DOSES DE NITROGÊNIO EM COBERTURA PARA O FEIJOEIRO CULTIVADO EM SUCESSÃO AO CONSÓRCIO MILHO E BRAQUIÁRIA............................................155

• EFEITO DA INOCULAÇÃO E CO-INOCULAÇÃO NO DESEMPENHO DE PLÂNTU- LAS DE FEIJÃO DO TIPO CARIOCA......................................................................156

• EFEITO DA INOCULAÇÃO E CO-INOCULAÇÃO NO DESEMPENHO DE PLÂNTU- LAS DE FEIJÃO DO TIPO PRETO...........................................................................157

• EFICIÊNCIA DO USO DA ÁGUA EM FEIJÃO SAFRINHA NO MUNICÍPIO DE FREDE- RICO WESTPHALEN-RS ........................................................................................158

• EFICIÊNCIA DO USO DA ÁGUA PELO FEIJOEIRO EM SISTEMAS DE PLANTIO DI- RETO E CONVENCIONAL NO SEMIÁRIDO MINEIRO............................................159

• EFICIÊNCIA E TOXICIDADE DE DIFERENTES MISTURAS DE HERBICIDAS PARA A CULTURA DO FEIJÃO..........................................................................................160

• ÉPOCAS E DOSES DE ADUBAÇÃO NITROGENADA EM COBERTURA NA CULTU- RA DO FEIJÃO DE INVERNO..................................................................................161

• FEIJÃO DE INVERNO INOCULADO COM RHIZOBIUM TROPICI E AZOSPIRILLUM BRASILENSE EM SUCESSÃO A COBERTURAS VEGETAIS................................162

• FEIJOEIRO ADUBADO COM NITROGÊNIO EM COBERTURA EM SUCESSÃO A MI- LHO EXCLUSIVO E CONSORCIADO COM BRAQUIÁRIA E CROTALÁRIA NO PLAN- TIO DIRETO..............................................................................................................163

• FERRAMENTA WEB PARA ACESSOS AOS PERÍODOS DE SEMEADURA DE FEI- JÃO COMUM E ARROZ DE SEQUEIRO..................................................................164

• GAS-EXCHANGE MEASUREMENTS OF PHASEOLUS VULGARIS IN RESPONSE TO POTASSIUM NUTRITION...................................................................................165

• GRAU DE ACAMAMENTO E ARQUITETURA DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO CARIOCA COM ÊNFASE NO POTENCIAL DE MECANIZAÇÃO DA LAVOURA.....166

• I.V.I DE PLANTAS DANINHAS EM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTIO DA CV. BRS ESTEIO NO NORTE DE MINAS GERAIS.......................................................167

13

• I.V.I DE PLANTAS DANINHAS EM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTIO DA CV. BRS–FC 402 NO NORTE DE MINAS GERAIS........................................................168

• I.V.I. DE PLANTAS DANINHAS EM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTIO DA CV. BRS ÁRTICO, NO NORTE DE MINAS GERAIS.................................................169

• I.V.I. DE PLANTAS DANINHAS EM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTIO DA CV. BRSMG UAI, NO NORTE DE MINAS GERAIS..................................................170

• INCIDÊNCIA DE DOENÇAS EM LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO CARIOCA EM DIFE- RENTES ÉPOCAS DE CULTIVO, NO NORTE DE MINAS GERAIS........................171

• INCIDÊNCIA DE DOENÇAS EM LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO-PRETO, NO NOR- TE DE MINAS. CICLO DE AVALIAÇÃO 2014-2015.................................................172

• ÍNDICE DE VALOR DE IMPORTÂNCIA DE PLANTAS DANINHAS EM FUNÇÃO DE DENSIDADES DE PLANTIO DA CV. BRS ESTILO, NO NORTE DE MG................173

• ÍNDICE DE VALOR DE IMPORTÂNCIA DE PLANTAS DANINHAS EM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTIO DA CV. BRSMG REALCE, NO NORTE DE MINAS GE- RAIS..........................................................................................................................174

• INFLUÊNCIA DE CULTIVARES DE FEIJOEIRO COMUM E DOSES DE NITROGÊNIO SOBRE A PALHADA DE MILHO E O ÍNDICE DE COR VERDE E PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO........................................................................................................175

• INFLUÊNCIA DE SISTEMAS DE CULTIVO DE MILHO PARA A QUALIDADE TECNO- LÓGICA DE GRÃOS DE FEIJÃO EM SUCESSÃO..................................................176

• INÍCIO DO FLORESCIMENTO DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO DE GRÃOS ES- PECIAIS NAS SAFRAS DE VERÃO-OUTONO E OUTONO-INVERNO DE 2016 NO NORTE DE MINAS GERAIS.....................................................................................177

• INOCULAÇÃO COM RHIZOBIUM TROPICI E DOSES DE NITROGÊNIO EM FEIJO- EIRO DE INVERNO IRRIGADO...............................................................................178

• INOCULAÇÃO DE SEMENTES E APLICAÇÃO FOLIAR DE MOLIBDÊNIO E COBAL- TO NO FEIJOEIRO DE INVERNO EM PLANTIO DIRETO.......................................179

• INOCULAÇÃO E ADUBAÇÃO NITROGENADA NO DESENVOLVIMENTO DE CULTI- VARES TRADICIONAIS DE FEIJÃO COMUM, SOB PLANTIO DIRETO................180

• LÂMINAS DE ÁGUA E SUBDOSES DE GLYPHOSATE SOBRE O FEIJOEIRO DE IN- VERNO CULTIVADO NO CERRADO.....................................................................181

• MITIGAÇÃO DOS EFEITOS DO DÉFICIT HÍDRICO EM FEIJÃO ATRAVÉS DO AU- MENTO DA PROFUNDIDADE DO SISTEMA RADICULAR.....................................182

• MODELING STOMATAL CONDUCTANCE OF PHASEOLUS VULGARIS UNDER DIF- FERENT LEVELS OF POTASSIUM NUTRITION......................................................183

14

• O MANEJO DA DENSIDADE DE SEMEADURA PODE AUMENTAR A PRODUTIVIDA- DE DE FEIJÃO-PRETO.........................................................................................184

• PARCELAMENTO DA ADUBAÇÃO NITROGENADA NO FEIJOEIRO EM SUCESSÃO A MILHO EXCLUSIVO E CONSORCIADO COM BRAQUIÁRIA E CROTALÁRIA....185

• PHYSIOLOGICAL QUALITY OF LANDRACE BEAN GENOTYPES SEEDS HARVES- TED DURING MATURITY PROCESS.....................................................................186

• PLASTICIDADE MORFOLÓGICA DA VARIEDADE DE FEIJÃO-COMUM BRS FC 104.......................................................................................................................187

• PRODUTIVIDADE DE FEIJÃO SAFRINHA EM FUNÇÃO DA DISPONIBILIDADE HÍ- DRICA.......................................................................................................................188

• PRODUTIVIDADE DE FEIJÃO-COMUM SUBMETIDO A TRATAMENTOS PARA EN- RIQUECIMENTO DE SEMENTES COM MOLIBDÊNIO..........................................189

• PRODUTIVIDADE DE GRÃOS DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO PRETO NO NOR- TE DE MINAS GERAIS. CICLO DE AVALIAÇÃO 2014-2015..................................190

• QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO PRETO COMPONENTES DOS ENSAIOS DE VCU 2010-12...................................191

• QUALIDADE TECNOLÓGICA DE GRÃOS DE FEIJÃO APÓS CONSÓRCIO MILHO E CROTALÁRIA, COM APLICAÇÃO DE NITROGÊNIO EM COBERTURA................192

• RELAÇÃO ENTRE HERBICIDAS E A GRANULOMETRIA DO GRÃO NA CULTIVAR IPR TUIUIÚ...............................................................................................................193

• RENDIMENTO DE GRÃOS DE LINHAGENS-ELITE DE FEIJÃO PRETO NAS SAFRAS DE VERÃO-OUTONO E OUTONO-INVERNO DE 2016, NO NORTE DE MINAS GE- RAIS.....................................................................................................................194

• RESPOSTA DA CULTURA DO FEIJÃO EM RAZÃO DA APLICAÇÃO DE REGULA- DOR DE CRESCIMENTO PACLOBUTRAZOL E ADUBAÇÃO NITROGENADA DE CO- BERTURA............................................................................................................195

• SELETIVIDADE DE HERBICIAS INIBIDORES DE ALS ISOLADOS E EM MISTURAS COM BENTAZON NA CULTURA DO FEIJÃO COMUM........................................................196

• SELETIVIDADE DE HERBICIAS INIBIDORES DE ALS ISOLADOS E EM MISTU- RAS COM BENTAZON SOBRE CARACTERES MORFOLÓGICOS DE FEIJÃO CO- MUM.............................................................................................................197

• SELETIVIDADE DE HERBICIDAS INIBIDORES DA ENZIMA ALS SOBRE A CULTU- RA DO FEIJÃO: EFEITO SOBRE CARACTERES MORFOLÓGICOS.....................198

• SELETIVIDADE TEMPORAL DO HERBICIDA SAFLUFENACIL À CULTURA DO FEI- JÃO EM LATOSSOLO VERMELHO DISTROFÉRRICO..........................................199

15

• SUBDOSES DE GLYPHOSATE NA MORFOLOGIA DE PHASEOLUS VULGARIS L.... .................................................................................................................................200

• TEOR DE NUTRIENTES EM SEMENTES DE FEIJÃO-COMUM SUBMETIDO A TRA- TAMENTOS PARA ENRIQUECIMENTO DE SEMENTES COM MOLIBDÊNIO.......201

• TEOR DE PROTEÍNA EM GRÃOS DE FEIJÃO-PRETO ORIUNDOS DE DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTAS...................................................................................202

• TOLERÂNCIA CRUZADA DE CULTIVARES DE FEIJÃO AOS HERBICIDAS INIBIDO- RES DA ENZIMA PROTOX EM PRÉ-EMERGÊNCIA..............................................203

• TOLERÂNCIA DE DIFERENTES GRUPOS COMERCIAIS DE FEIJÃO AO SAFLUFENA- CIL EM PRÉ-EMERGÊNCIA..................................................................................204

• TOLERÂNCIA DIFERENCIAL DO FEIJÃO AO SAFLUFENACIL EM PRÉ E PÓS-E- MERGÊNCIA..........................................................................................................205

• TROCAS GASOSAS E PIGMENTOS FOTOSSINTÉTICOS NO FEIJÃO APÓS APLICAÇÃO DE SUBDOSES DE GLYPHOSATE.............................206

• TROCAS GASOSAS EM FEIJÃO PRECOCE COM USO DE NITROGÊNIO EM CO- BERTURA E AZOSPIRILLUM BRASILENSE...........................................................207

• USO DE HERBICIDAS E SUAS INFLUÊNCIAS NA GRANULOMETRIA DE DIFEREN- TES CULTIVARES ..................................................................................................208

• USO DE NITROGÊNIO EM COBERTURA E AZOSPIRILLUM BRASILENSE EM FEI- JÃO PRECOCE........................................................................................................209

SEMENTES E ARMAZENAMENTO.......................................................210 • ANÁLISE DO VIGOR DE SEMENTES DE FEIJÃO DE INVERNO EM FUNÇÃO DA

APLICAÇÃO DE THIDIAZURON ..............................................................................211

• APLICAÇÃO DE AZOSPIRILLUM BRASILIENSE, BACILLUS SUBTILIS E MOLIBDÊ- NIO EM CAUPI: PRODUÇÃO DE SEMENTES.......................................................212

• APLICAÇÃO FOLIAR DE EXTRATO DE ALGAS, BACILLUS SUBTILIS E MANGANÊS NA PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO......................................................................213

• DECORRÊNCIAS NA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE FEIJÃO POS- TERIOR À INOCULAÇÃO DE SEMENTES E APLICAÇÃO FOLIAR DE MOLIBDÊNIO E COBALTO...............................................................................................................214

• DESEMPENHO DE SEMENTES DE FEIJÃO SOB APLICAÇÃO FOLIAR DE BIOESTIMU- LANTE E INDUTOR DE RESISTÊNCIA......................................................................215

• EFEITO DE DOSES DE ZN E EXTRATO DE ALGAS NA PRODUÇÃO DE SEMENTES DE

16

FEIJÃO-CAUPI......................................................................................................216

• EFEITOS DA APLICAÇÃO FOLIAR DE MOLIBDÊNIO E AMINOÁCIDOS NA QUALIDADE DAS SEMENTES DE FEIJÃO PRODUZIDAS..........................................................217

• GERMINATION TEST OF LANDRACE BEAN SEEDS SUBMITTED BY SEED TREAT- MENT.....................................................................................................................218

• INOCULAÇÃO DE SEMENTES DE FEIJOEIRO UTILIZANDO PRODUTO PROMOTOR DE CRESCIMENTO À BASE DE BACILLUS SUBTILIS.........................................219

• MAJORITY PROTEINS UNTIL BOTANY GERMINATION IN LANDRACE GENOTYPES OF COMMON BEAN (PHASEOLUS)......................................................................220

• METODOLOGIA DO TESTE DE ENVELHECIMENTO ACELERADO EM SEMENTES DE FEIJÃO- CAUPI (VIGNA UNGUICULATAL.).................................................221

• PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO CV. IAC IMPERADOR EM FUNÇÃO DE ADUBA- ÇÃO COM ESTERCO BOVINO................................................................................222

• PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO CV. IAC IMPERADOR EM FUNÇÃO DE DIFE- RENTES PLANTAS DE COBERTURA......................................................................223

• QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE FEIJÃO EM FUNÇÃO DE DOSES DE POTÁSSIO EM COBERTURA.............................................................................224

• QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE FEIJÃO EM FUNÇÃO DO USO DE BIOESTIMULANTE VEGETAL E INDUTOR DE RESISTÊNCIA...............................225

• QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE FEIJOEIRO CV. IAC IMPERADOR EM FUNÇÃO DE DIFERENTES PLANTAS DE COBERTURA................................226

• QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE FEIJOEIRO CV. IAC IMPERADOR EM FUNÇÃO DE DOSES DE ESTERCO BOVINO..................................................227

• SEED STORAGE PROTEINS (SSP) DURING GERMINATION IN COMMON BEAN (PHASEOLUS VULGARIS L.) SEEDS......................................................................228

• TESTE DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA EM SEMENTES DE FEIJÃO- CAUPI (VIG- NA UNGUICULATAL.)..............................................................................................229

• TRATAMENTO DE SEMENTES DE FEIJÃO COM SILÍCIO: EFEITOS NA QUALIDA- DE FISIOLÓGICA ...................................................................................................230

SOCIOECONOMIA...................................................................................31 • COMPOSIÇÃO DOS CUSTOS, RECEITAS E LUCRATIVIDADE PARA O FEIJÃO CA-

RIOCA NO PARANÁ.................................................................................................232

• PESQUISA DE MERCADO SOBRE O CONSUMO DE ARROZ E FEIJÃO NA REGIÃO

17

METROPOLITANA DE GOIÂNIA ..............................................................................233

• PROGRESSO TÉCNICO NA CULTURA DO FEIJÃO: PRODUÇÃO, PRODUTIVIDA- DE E ÁREA DE CULTIVO NOS ESTADOS DO CENTRO-SUL DO BRASIL............234

• VARIAÇÃO E COMPOSIÇÃO DOS PREÇOS DO FEIJÃO NO ESTADO DO PARANÁ: 2013-2017.................................................................................................................235

SOLOS E NUTRIÇÃO DE PLANTAS ....................................................236 • ADUBAÇÃO ANTECIPADA DE NITROGÊNIO PARA FEIJOEIRO EM SUCESSÃO À

GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS NO SISTEMA PLANTIO DIRETO............................237

• ANÁLISE DO CRESCIMENTO DE PLANTAS DE FEIJÃO-CAUPI EM RESPOSTA A APLICAÇÃO DE SELENATO DE SÓDIO VISANDO A BIOFORTIFICAÇÃO AGRONÔ- MICA .........................................................................................................................238

• APLICAÇÃO DE ENXOFRE NA CULTURA DO FEIJÃO EM SISTEMA PLANTIO DIRE- TO.........................................................................................................................239

• APLICAÇÃO FOLIAR DE MOLIBDÊNIO E DE AMINOÁCIDOS NO FEIJÃO DE INVERNO EM SISTEMA DE PLANTIO DIRETO......................................................................240

• AVALIAÇÃO DA COINOCULAÇÃO DE AZOSPIRILLUM, RHIZOBIUM E TRICHODER- MA NO DESENVOLVIMENTO VEGETATIVO DO FEIJOEIRO-COMUM...........241

• COMMON BEAN SEED QUALITY RESPONSE TO COVER CROPS AND NITROGEN FERTILIZATION.....................................................................................................242

• COMPONENTES DE RENDIMENTO E QUALIDADE DE SEMENTES DE FEIJÃO RE- LACIONADO À APLICAÇÃO DE CARBONATO DE POTÁSSIO COMPLEXADO COM AMINOÁCIDOS, ÁCIDO FÚLVICO E NITROGÊNIO................................................243

• COMPONENTES PRODUTIVOS DO FEIJÃO-CAUPI CULTIVADO EM CERRADO EM RESPOSTA AO SELÊNIO....................................................................................244

• CONCENTRAÇÃO DE UREÍDEOS EM NÓDULOS DE FEIJÃO-CAUPI EM RESPOS- TA A FONTES E DOSES DE SELÊNIO......................................................................245

• DESEMPENHO AGRONÔMICO DE CULTIVARES DE FEIJÃO CARIOCA EM FUNÇÃO DA ADUBAÇÃO NITROGENADA EM COBERTURA NO SISTEMA DE PLANTIO DI- RETO......................................................................................................................246

• DESEMPENHO AGRONÔMICO DE FEIJOEIRO EM FUNÇÃO DE PLANTAS DE CO- BERTURA ANTECESSORAS E NITROGENIO EM COBERTURA........................247

• DOSES DE INOCULANTE RIZOBIANO VIA SULCO DE SEMEADURA NO FEIJOEIRO- -COMUM CV. BRS ESTILO........................................................................................248

18

• DOSES DE NITROGÊNIO EM COBERTURA PARA OTIMIZAÇÃO DO RENDIMENTO DO FEIJOEIRO EM SISTEMA PLANTIO DIRETO....................................................249

• DOSES DE POTÁSSIO PARA OTIMIZAÇÃO DO RENDIMENTO DO FEIJOEIRO....250

• DOSES E ÉPOCAS DE APLICAÇÃO DE FOSFITO DE NÍQUEL NA CULTURA DO FEI- JÃO........................................................................................................................251

• EFEITO DA COINOCULAÇÃO DE MICRORGANISMOS PROMOTORES DE CRESCI- MENTO NA NODULAÇÃO DO FEIJOEIRO-COMUM.............................................252

• EFEITO DE DOSES E FORMAS DE APLICAÇÃO DO INOCULANTE NO FEIJOEIRO- -COMUM (PHASEOLUS VULGARIS L.)...................................................................253

• EFEITO DO BIOESTIMULANTE YODUO SOBRE A PRODUTIVIDADE DO FEIJÃO....254

• EFEITO DO SELÊNIO NO TEOR DE PROTEÍNA FOLIAR DE FEIJÃO-CAUPI.......255

• EFEITO FISIOLÓGICO DO SELÊNIO NA PRODUÇÃO DE SACAROSE EM NÓDULOS DE FEIJÃO-CAUPI.................................................................................................256

• EFICIÊNCIA DE ESTIRPES DE RIZÓBIO INOCULADAS VIA SEMENTE NO CRESCI- MENTO DO FEIJOEIRO-COMUM CV. BRSMG MADREPÉROLA........................257

• EFICIÊNCIA DE USO E RESPOSTA AO NITROGÊNIO POR CULTIVARES DE FEIJO- EIRO COMUM DO GRUPO COMERCIAL CARIOCA................................................258

• ÉPOCAS DE APLICAÇÃO DE NITROGÊNIO EM CULTIVAR DE FEIJÃO COMUM DE CICLO PRECOCE...............................................................................................259

• EXTRAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE NITROGÊNIO POR CULTIVARES DE FEIJÃO COMUM DE CICLO PRECOCE................................................................................................260

• FEIJOEIRO DE INVERNO NO CERRADO SOBRE DIFERENTES SISTEMAS DE PLAN- TIO E NITROGÊNIO EM COBERTURA.....................................................................261

• FEIJOEIRO-COMUM: SISTEMAS DE CULTIVO E FORMAS DE INOCULAÇÂO DOS RIZÓBIOS.........................................................................................................262

• FIXAÇÃO BIOLÓGICA DE NITROGÊNIO EM GENÓTIPO SUPERNODULANTE DE FEI- JOEIRO (OAC-R32) MEDIDA PELA DILUIÇÃO ISOTÓPICA DE 15N........................263

• INFLUÊNCIA DE BACTÉRIAS DIAZOTRÓFICAS NA NUTRIÇÃO DO FEIJOEIRO.....264

• INFLUÊNCIA DO SELÊNIO NA PRODUÇÃO DE UREÍDEOS EM NÓDULOS DE FEIJÃO- -CAUPI......................................................................................................................265

• INTERFERÊNCIA DA ESCARIFICAÇÃO E GESSAGEM SOBRE ATRIBUTOS FÍSI- COS DO SOLO.........................................................................................................266

• MANEJO DA ADUBAÇÃO NITROGENADA EM CULTIVAR DE FEIJÃO COMUM DE CICLO PRECOCE................................................................................................................267

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• MARCHA DE ABSORÇÃO E ACÚMULO DE NUTRIENTES DE CULTIVAR SUPER- PRECOCE DE FEIJÃO COMUM........................................................................268

• NITROGEN MANAGEMENT AS AFFECTING PLANT NUTRITION AND YIELDS OF SUPER EARLY CYCLE GENOTYPES OF COMMON................................................269

• NODULAÇÃO E ABSORÇÃO DE NITROGÊNIO PELO FEIJOEIRO EM FUNÇÃO DA CO-INOCULAÇÃO E ADUBAÇÃO NITROGENADA NA SEMEADURA....................270

• NODULAÇÃO E CRESCIMENTO DAS CVS. BRSMG UAI, BRSMG MADREPÉROLA E BRS PÉROLA INOCULADAS COM RIZÓBIO......................................................271

• NUTRIÇÃO NITROGENADA E PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO EM FUNÇÃO DA CO-INOCULAÇÃO E ADUBAÇÃO NITROGENADA NA SEMEADURA....................272

• PRODUTIVIDADE DE CULTIVARES DE FEIJOEIRO-COMUM INOCULADOS COM RI- ZÓBIO EM LAMBARI-MG.......................................................................................273

• PRODUTIVIDADE DE FEIJÃO EM FUNÇÃO DE FORMAS DE APLICAÇÃO DE FÓS- FORO........................................................................................................................274

• PRODUTIVIDADE DE FEIJÃO EM FUNÇÃO DE FORMAS DE DESCOMPACTAÇÃO DO SOLO..................................................................................................................275

• PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO EM FUNÇÃO DE FORMAS DE APLICAÇÃO DE FÓSFORO NO SISTEMA DE PRODUÇÃO..............................................................276

• RENDIMENTO DO FEIJOEIRO EM FUNÇÃO DA ESCARIFICAÇÃO E GESSAGEM......277

• RESPOSTA DE VARIEDADES MELHORADAS DE FEIJÃO (PHASEOLUS VULGARIS L) À DOSES CRESCENTES DE FÓSFORO EM LATOSSOLO VERMELHO ESCURO TEX- TURA ARGILOSA......................................................................................................278

• RESPOSTA DE VARIEDADES MELHORADAS DE FEIJÃO (PHASEOLUS VULGARISL) A NÍVEIS CRESCENTES DE ADUBAÇÃO FOSFATADA EM LATOSSOLO VERMELHO ESCURO TEXTURA FRANCO ARENOSA..............................................................279

• RESPOSTA DO FEIJOEIRO IAC ‘IMPERADOR’ À APLICAÇÃO DE NICOMOL......280

• SIMBIOSE RIZÓBIO-FEIJOEIRO: TRATAMENTO FUNGICIDA DE SEMENTES X INOCULAÇÃO VIA SEMENTE OU SULCO DE SEMEADURA DA CV. BRSMG MA- DREPÉROLA............................................................................................................281

• TEOR FOLIAR DE N E MO EM FEIJOEIRO SUBMETIDO A TRATAMENTOS PARA EN- RIQUECIMENTO DE SEMENTES........................................................................282

• VIABILIDADE DA TECNOLOGIA DE INOCULAÇÃO COM RIZÓBIO VIA SULCO DE SEMEADURA DO FEIJÃO.......................................................................................283

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PALESTRAS...........................................................................................284 • ADVANCES IN COMMON BEAN GENOME-WIDE ANALYSIS AND IMPACTS FOR THE

BREEDING PROGRAMS..........................................................................................285

• CAMPANHA PARA VALORIZAÇÃO DO FEIJÃO – INCENTIVO AO CONSUMO.....287

• CENÁRIO ATUAL, PERSPECTIVAS E INOVAÇÕES NO MELHORAMENTO GENÉTI- CO DO FEIJOEIRO................................................................................................291

• CENÁRIO NACIONAL E NOVAS OPORTUNIDADES DE MERCADO........................292

• DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES DE FEIJÃO BIOFORTIFICADOS...............295

• ESTRATÉGIAS DE MANEJO E SISTEMAS DE PRODUÇÃO PARA MAXIMIZAÇÃO DA EFICIÊNCIA DA FBN EM FEIJÃO........................................................................297

• ESTRATÉGIAS PARA AUMENTAR A EFICIÊNCIA DO USO DE FERTILIZANTES NA CUL- TURA DO FEIJOEIRO NO CERRADO........................................................................298

• MANEJO DA CULTURA PARA MÁXIMA PRODUTIVIDADE E MENOR CUSTO NO FEIJO- EIRO........................................................................................................................303

• MANEJO DE PRAGAS EM FEIJOEIRO...................................................................307

• “MICROBIOMA DA RIZOSFERA E SEU PAPEL NA SUPRESSÃO DE DOENÇAS EM PLANTAS”.................................................................................................................309

• NOVO MODELO DE EXTENSÃO RURAL PARA TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIAS INOVADORAS.........................................................................................................310

• PHASEOLUS PROTEOMICS AND GENE DEFENSE RESPONSES TO FUNGAL AT- TACK........................................................................................................................314

• SUSTENTABILIDADE NA CADEIA PRODUTIVA DO FEIJÃO.....................................315

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BIOTECNOLOGIA

Biotecnologia

Congresso Nacional de Pesquisa de Feijão

CONAFE12

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ALELOS PRIVADOS IDENTIFICADOS POR MEIO DE MARCADORES MICROSSATÉLISTES APLICADOS NA IDENTIFICAÇÃO DE CULTIVARES

DE FEIJÃO

Jessica Delfini1*; Leandro Simões Azeredo Gonçalves1; Claudete de Fátima Ruas2; José dos Santos Neto3; Vânia Moda-Cirino3

1Universidade Estadual de Londrina – UEL, Departamento de Agronomia, Londrina - PR, Brasil. 2Universidade Estadual de Londrina – UEL, Departamento de Biologia, Londrina - PR, Brasil. 3Instituto Agronômico do Paraná – IAPAR, Área de Melhoramento e Genética Vegetal, Londrina-PR/Brasil.*E- mail: jessica_delfini@hotmail.com

O uso de descritores morfológicos são o requerimento base na distinção entre cultivares de feijão até o momento. Entretanto, tais descritores têm sido insuficientes para diferenciação de cultivares, devido à estreita base genética das mesmas, visto que a maioria possui ancestrais em comum. Além disso, esses descritores são instáveis em diferentes ambientes, o que restringe o seu número e, como consequência, sua capacidade discriminatória. As técnicas moleculares podem ser utilizadas a fim de resolver esses problemas, pois permitem uma elevada precisão na identificação genética e discriminação de indivíduos, revelando extenso polimorfismo e estabilidade ambiental. Essas técnicas vêm sendo utilizadas, no âmbito da proteção de cultivares, como ferramentas auxiliares nas análises dos processos, por exemplo, na comprovação da origem genética do cultivar (teste de paternidade), na identificação de cultivares, em casos de uso indevido, e em atividades de fiscalização. O presente trabalho teve por objetivo identificar uma ferramenta inovadora para facilitar a identificação de cultivares de feijão. Para tal, foram utilizados 37 marcadores microssatélites aplicados em 20 cultivares de feijão do grupo comercial carioca e 19 do grupo preto. As caracterizações foram efetuadas de forma independente para cada grupo comercial. A partir dos resultados, o número de alelos privados foi determinado usando o programa Genetic Data Analysis (GDA). Dos 37 locos de microssatélites analisados, 33 foram polimórficos no grupo comercial carioca, enquanto no grupo preto foram 30, gerando um total de 116 e 107 alelos, respectivamente. Para o grupo carioca foram identificados 24 alelos privados (20,7%) em 16 dos locos analisados. Os maiores números de alelos privados foram observados nas cultivares IPR Curió e BRS Notável, com quatro alelos privados cada, e IPR Maracanã, com seis alelos privados. Outras cultivares do grupo carioca possíveis de serem identificadas por meio de alelos privados são: IPR Campos Gerais, IPR Andorinha, IPR Maracanã, BRS Estilo, FT-65, TAA Gol. No grupo preto, 22 (20,5%) alelos privados foram identificados, presentes em 16 dos locos analisados. A cultivar IAC Diplomata foi a que apresentou maior número (8) de alelos privados, seguida por IAPAR 8 – Rio Negro, IPR Gralha, BRS Campeiro, BRS Supremo e BRS Esteio contendo dois alelos privados, e IPR Graúna, IPR Nhambu, FT Soberano e FT 41 com um alelo privado. Os locos mais informativos foram BM 201 e PVBR 243. Entre os alelos privados identificados, quatro deles são comuns aos dois grupos, sendo encontrados nos locos PVBR113, PVBR185 e dois no loco BM201. Os alelos privados encontrados no presente trabalho facilitam a identificação das cultivares, por serem alelos exclusivos das mesmas, permitindo a detecção rápida e eficiente do cultivar a ser fiscalizada. Sendo assim, esses alelos podem ser utilizados como marcadores genéticos, fornecendo uma ferramenta adicional ao processo de distinção de cultivares do Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA.

Palavras-chave:Phaseolus vulgaris L.; SSR; distinguibilidade

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ANÁLISE DE BACTÉRIAS PROMOTORAS DE SOLUBILIZAÇÃO DE FOSFATO DO FEIJOEIRO CAUPI (VIGNA UNGUICULATA) CULTIVADO EM

TERRA PRETA DA AMAZÔNIA

Leite, L.M.P.¹, Tsai, S.M.², Ishida, J.K.³

¹Centro de Energia Nuclear na Agricultura. ²Universidade de São Paulo.

lucas650i@gmail.com

O fosfato é de grande importância em muitos processos fisiológicos da planta, porém é necessário estar disponível em sua forma solúvel para que seja absorvido pelo vegetal. Todavia, sua maior parte está presente no solo assimilado com outros elementos tais como Al e Fe, impedindo sua absorção. O solo Terra Preta da Amazônia (TPA) é de origem antrópica, onde por milhares de anos o homem depositou grandes quantidade de matéria orgânica tornando um solo fértil e com alta diversidade de microrganismos. Neste projeto avaliamos o potencial biotecnológico de microrganismos extraídos da região da rizosfera e do compartimento endofítico (EC) do feijoeiro caupi cultivado em TPA. As bactérias foram semeadas em diluições seriadas entre 10-1 a 10-5 em placa de Petri contendo 3 diferentes meios de cultura, meio A (caseinato de sódio 2,0g/L, L-Asparagina 0,10g/L, propinato de sódio 4,0g/L, fosfato dipotássico 0,5g/L, sulfato de magnésio 0,10g/L, sulfato ferroso 0,001g/L e agar 15g/l), meio B (extrato de levedura 4,0g/L, extrato de malte 10,0g/L, dextrose 4g/L e agar 20,0g/L) e meio C (Triptona 15,0g/L, Soytone 5,0g/L, NaCl 5,0g/L e Agar 15,0g/L). Após este processo os microrganismos foram individualmente isolados e selecionados. Identificamos aqueles capazes de solubilizar fosfato inorgânico através da semeadura em meio Pikovskaya agar (agar 8g L-1, NH4Cl 0,1 (w/v), glucose 5g L-1 e CaPO4 5g L

-1) e incubados em estufa a temperatura controlada em 28 ºC por até sete dias. Entre os 239 isolados, 100 realizaram a solubilização do fosfato em três repetições biológicas. Entre os solubilizadores 30 foram isolados no meio A (20 rizosfera e 10 EC); 33 no meio B (22 rizosfera e 11 EC) e 37 no meio C (18 rizosfera e 19 EC). Nossos dados sugerem que no microbioma da TPA há uma porcentagem significativa de bactérias capazes de solubilizar fosfato.

Palavras-chave: Feijoeiro caupi; Terra Preta da Amazônia (TPA); Bactérias Solubilizadoras de Fosfato.

Agradecimentos: CENA/USP; CAPES; Ciências Sem Fronteiras.

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AVALIAÇÃO DE GENÓTIPOS DE FEIJOEIRO-COMUM (Phaseolus vulgaris L.) INOCULADOS COM Cowpea mild mottle virus (CPMMV) EM RELAÇÃO

À DETECÇÃO DO VÍRUS E O APARECIMENTO DE SINTOMAS

Naíze Motta Bertholdo1; Rafaela Ferreira Luz2; Ariadna Faria Vieira1; Gesimária Ribeiro Costa Coelho3; Josias Correa de Faria3*

1Universidade Federal de Goiás. 2Uni-Anhanguera. 3Embrapa Arroz e Feijão. *josias.faria@embrapa. br.

O feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) é uma leguminosa de grande relevância no Brasil em aspectos econômicos e sociais, além de constituir uma importante fonte de proteína no prato do brasileiro. Entretanto, fatores bióticos e abióticos podem afetar produtividade das lavouras de feijoeiro. O feijoeiro é afetado por diversas viroses, entre as quais o CPMMV, classificado no gênero Carlavirus, família Betaflexiviridae. É um vírus transmitido de modo semipersistente pela mosca-branca (Bemisia tabaci), causando sintomas de deformação foliar, bolhosidade, nanismo, mosaico e escurecimento das vagens bem como grãos pouco desenvolvidos. Dentre as diversas formas de diagnóstico de doenças virais, encontra-se a Enzyme Linked Immunosorbent Assay (ELISA) que tem como princípio o uso de um anticorpo específico à proteína viral do capsídeo (ou alguma parte componente da capa proteica), e apresenta como principais vantagens a rapidez, sensibilidade, baixo custo e facilidade na execução. Para determinar o tempo ideal de diagnóstico após a inoculação do vírus em plantas de feijão, e avaliar se ELISA poderia ser usado para diferenciar o grau de tolerância das cultivares ao vírus foram inoculadas sete cultivares, de feijoeiro-comum na fase de folhas primárias, aos 10 dias após o semeio. As coletas foram realizadas aos 5, 10, 15, 20, 25 e 30 dias após a inoculação. A inoculação foi realizada 10 dias após o semeio, sendo que em cada coleta foram retirados três discos foliares do trifólio mais jovem para análise por ELISA. Foram ainda realizadas análises visuais quanto aos sintomas desenvolvidos por cada genótipo, adotando uma escala de notas de 1 a 5 para sintomas leves a severos Foi observado que na análise de variância dos dados somente o fator de variação ‘época de coleta’ foi significativo, demonstrando que o tempo decorrido após a inoculação é o principal fator determinante na detecção e incidência de carlavirus no feijoeiro-comum. Este resultado difere das análises visuais, que identificaram diferentes níveis de sintomas nas diferentes cultivares analisadas que, no entanto, não foram significativas como fator determinante. A partir da segunda coleta, todos os genótipos apresentaram resultado positivo frente ao CPMMV. Além disso, foi concluído que aos 5 dias após a inoculação (primeira coleta) todas as plantas foram negativas para o vírus e também para visualização de sintomas, e que houve progressão da doença nos dias posteriores.

Palavras-chave: Feijoeiro-comum; ELISA; CPMMV.

Agradecimentos: Embrapa Arroz e Feijão e Universidade Federal de Goiás.

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DESENVOLVIMENTO DE LOOP-MEDIATED ISOTHERMAL AMPLIFICATION PARA DETECÇÃO DE FEIJÃO TRANSGÊNICO VISUALMENTE

INTERPRETADA PELA ADIÇÃO DE CORANTES INDICADORES DE pH

N. C. TEIXEIRA1,2 ; A. WENDLAND1, L. T. DUARTE1; M. I. S. OLIVEIRA1; T. L. P. O. SOUZA1; J. C. FARIA1; M. V. B. CÔRTES1.

1Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Unidade Arroz e Feijão, Santo Antônio de Goiás, Brasil, 2Universidade Federal de Goiás (UFG), Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública

(IPTSP), 746050-050 Goiânia, Brasil. E-mail: adriane.wendland@embrapa.br

O mosaico dourado causado pelo Bean Golden Mosaic Virus (BGMV) é a principal virose do feijoeiro comum (Phaseolus vulgaris). A incidência do vírus contribui significativamente para a baixa produtividade do grão, com perdas entre 40 a 100%. Diante disso, a Embrapa desenvolveu recentemente, a primeira cultivar transgênica com efetiva resistência ao BGMV. A BRS FC401RMD é resultante da inserção de um evento transgênico em cultivar do grupo carioca, e não apresenta variações fenotípicas em relação a cultivar de origem. Com o objetivo de diferenciá-la das cultivares convencionais de uma forma prática, rápida, segura, de baixo custo e de fácil interpretação foi desenvolvido um kit de detecção de feijão transgênico por meio de Loop-mediated Isothermal Amplification (LAMP) com adição de corantes indicadores de pH. Para adequação à praticidade da metodologia LAMP, foram realizados ajustes no método de extração de DNA e redução de algumas etapas, em que folhas e sementes foram maceradas manualmente, tamponadas e inseridas ao mix da reação LAMP. Foi estabelecido um conjunto de primers específicos para detecção da região transformada e otimizada quanto à concentração de seu uso, temperatura e tempo mínimo de amplificação. As reações foram conduzidas em aparelho com temperatura controlada sob temperatura constante. A interpretação visual direta dos produtos amplificados foi facilitada pela adição de corantes indicadores Cresol Red, Neutral Red e Phenol Red. A metodologia de amplificação molecular isotérmica desenvolvida neste estudo reduziu significativamente o tempo e o custo para detecção de BRS FC401RMD, devido à exclusão do uso de termocicladores, cubas de eletroforese, géis de agarose e fotodocumentadores. A adição dos corantes indicadores de pH ao mix de reação facilitou a interpretação visual direta dos testes moleculares e simplificou a detecção do evento em plantas e sementes sob condições de baixa tecnologia. A disponibilização do kit LAMP oferece versatilidade e suporte tecnológico para o reconhecimento e diferenciação das linhagens transgênicas resistentes ao BGMV em ambientes como laboratórios, armazéns e cooperativas modestamente equipadas.

Palavras-chave: Mosaico Dourado; LAMP; BGMV. Agradecimentos: CNPq, FAPEG e Embrapa pelos financiamento da bolsa e projeto.

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