Sindrome se digeorge e sepsemia, Slides de Enfermagem
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PROCOTIL EDUCACIONAL

TÉCNICO EM ENFERMAGEM

INFECÇÃO E SEPSE NEONATAL

Ádna Danúbia Batista Ana Mayara Batista

Karina Schultz Priscila Monique

LIMEIRA/SP

PROTOCOLO DE SEPSE

DEFINIÇÃO: O manuseio clínico da sepse neonatal é um grande desafio. A imaturidade do sistem a imunológico no recém-nascido (RN), a diversidade e a pouca especificidades das características clinicas apresentadas em casos infecciosos são os fatores que dificultam um diagnostico de certezas. O diagnóstico precoce e o tratamento

específico imediato podem diminuir de forma significativas as taxas de morbi- mortalidades . MÉTODOS: O estudo prospectivo que avaliou a aplicação de protocolo envolvendo critérios clínicos e laboratoriais de baixa e alta complexidade (escore hematológico, hemograma, dosagem seriada de proteína C-reativa, urucultura, exames de cultura em geral), recomendado pela ANVISA, para aprimorar o diagnóstico de sepse em neonatal com recém-nascidos de muito baixo peso e idade prematura gestacional. RESULTADOS: Redução na quantidade de diagnóstico de sepse precoce provável e uso de esquemas antimicrobianos CONCLUSÃO: A utilização do protocolo de sepse neonatal permite aprimorar o diagnóstico de sepse, reduzindo o diagnóstico de sepse precoce provável, provendo desta forma uso racional de antimicrobianos, diminuição de custos para o setor, e menos exposição ao recém-nascido outras vias de infecção.

CUIDADOS DE ENFERMAGEM

Reconhecer sinais de angústia respiratória, retrações, roncos, cianose, abertura das narinas, apnéia, taquipnéia, baixa saturação de oxigênio.

Executar o esquema prescrito de suplementação de oxigênio. Assegurar que todos os cuidadores lavem as mãos antes e depois de manusear o

recém-nascido para minimizar a exposição a microrganismos infecciosos Assegurar que todo o equipamento em contato com o RN esteja limpo ou estéril Instruir os membros da equipe e os pais quanto aos procedimentos de controle da

infecção Colocar o RN na incubadora, berço de calor radiante ou bem vestido num berço

aberto para manter a temperatura corporal estável Evitar situações que possam predispor o RN a perda de calor, como exposição ao ar

frio, correntes de vento, banho ou balanças frias

Manter a hidratação venosa ou terapia com nutrição parenteral total conforme prescrito

Monitorizar o débito urinário e os valores laboratoriais quando indícios de desidratação ou super-Hidratação.

MEDIDAS DE PREVENÇÃO

Em relação a infecção neonatal as medidas de prevenção são extremamente importantes, tanto para a infecção precoce quanto para tardia, são elas: Treinar e formar equipes multidisciplinares por meio de equipe de controle de infecção hospitalar atuante.

Diminuir a quebra de barreira da pele evitando o numero excessivo de punções venosas.

Esterilizar frequentemente materiais que possam ter contato com os RNs.

Diminuir a manipulação de cateteres venosos, observando cuidados de assepsia.

Lavagens das mãos sempre que realizar procedimento com os RNs.

Uso de EPIs.

Orientação a família sobre o controle de infecção.

INFECÇÃO E SEPSE NEONATAL

INFECÇÃO NEONATAL

Infecção é o nome dado à micro-organismos que invadem nosso corpo e se multiplicam causando vários danos, existem alguns micro-organismos que não irão nos afetar, porém outros sim, isso irá depender muito do organismo de cada pessoa, se a imunidade está muito baixa, no caso de RNs não foge muito do padrão.

A infecção neonatal tem sido muito analisada já que os riscos aos RNs são muitos, sabendo que a infecção pode ser por parte MATERNA (precoce) ou HOSPITALAR (tardia). À ANVISA preconiza que precoce é até 48 horas e tardia depois de 48 horas, outros dados do NICHD (INSTITUTO NACIONAL DE SAÚDE DA CRIANÇA E DESENVOLVIMENTO HUMANO) menciona que precoce é até 72 horas e tardia após 72 horas.

Os RNs poderão apresentar quadros clínicos que devem ser avaliados com muita cautela, são eles; SNC; irritabilidade, letargia, convulsões, abaulamento de fontanela. RESPIRATÓRIO; dispneia, apneia, batimento de asa de nariz e cianose. DIGESTIVO; distensão abdominal, vômitos, diarreia e hepatomegalia. CARDIOVASCULAR; palidez, sudorese, bradicardia, taquicardia.

Tendo em vista todos esses sintomas os RNs deverão ser avaliados 24 horas, para que seu quadro não se agrave e acabe gerando uma infecção generalizada, que tem o nome de SEPSE.

INFECÇÃO PRECOCE A sepse precoce está relacionada a fatores pré-natais e do periparto. O comprometimento é

multissistêmico e curso clínico muitas vezes fulminante. Os germes, quando identificáveis, pertencem ao trato genital materno, sendo os mais frequentes nos Estados Unidos, Streptococcus do grupo B (recém-nascido a termo) e Escherichia coli (recém-nascido prematuro), de acordo com dados do National Institute of Child Health (NICHD). Nos países em desenvolvimento Escherichia coli, Klebsiella species e S. aureus são os patógenos mais frequentes.

O diagnóstico da sepse neonatal precoce deve ser o mais precoce possível em função da sua elevada morbimortalidade da sepse precoce; portanto baseia-se em: – fatores de risco maternos e neonatais; – manifestações clínicas do recém-nascido; – exames laboratoriais. A presença de três ou mais sinais clínicos do recém nascido ou no mínimo dois destes sinais, associados a fatores de risco maternos permite diagnóstico de sepse clínica ou síndrome séptica.

Infecção cuja evidência diagnóstica (clínica/laboratorial/microbiológica) ocorreu nas primeiras 48 horas de vida com fator de risco materno para infecção. Definem-se como fatores de risco materno:

• Bolsa rota maior ou igual a 18 horas;

• Cerclagem ou Pessário;

• Trabalho de parto em gestação menor que 37 semanas;

• Procedimentos de medicina fetal nas últimas 72 horas;

• Infecção do trato urinário (ITU) materna sem tratamento ou em tratamento a menos de 72 horas; • Febre materna nas últimas 48 horas;

• Colonização pelo estreptococo B em gestante, sem quimioprofilaxia intra-parto, quando indicada;

• Corioamnionite. “Corioamnionite” caracteriza-se por febre materna >38ºC, na ausência de outro foco infeccioso, e dois ou mais dos seguintes parâmetros: taquicardia materna (maior que 100 bpm), taquicardia fetal (maior que 160 bpm), dor ou desconforto uterino persistente, líquido amniótico de odor fétido, leucocitose (maior que 15000 leucócitos) (BLANCO ,1998).

• Colonização pelo estreptococo B em gestante, sem quimioprofilaxia intra-parto, quando indicada. (CDC,2010)

INFECÇÃO TARDIA A sepse tardia está relacionada a fatores pós-natais e múltiplos procedimentos na UTI ao

quais os recém-nascidos estão sujeitos, como cateteres, tubo endotraqueal, punções venosas, nutrição parenteral, transmissão horizontal por meio das mãos dos cuidadores e da equipe assistencial. Os microrganismos hospitalares são os principais agentes; bactérias Gram-negativas, Staphylococcus aureus, Staphylococcus coagulase negativa e os fungos.

Infecção cuja evidência diagnóstica (clínica/laboratorial/microbiológica) ocorre após as primeiras 48 horas de vida. Para fins epidemiológicos, será considerada como IRAS neonatal tardia, de provável origem hospitalar, aquela infecção diagnosticada enquanto o neonato estiver internado em unidade de assistência neonatal ou após alta hospitalar de acordo com o início da manifestação clínica.

Manifestações clínicas do recém-nascido

As manifestações clínicas do recém-nascido são inespecíficas. É necessário que se associe os fatores de risco maternos e neonatais para se suspeitar de sepse e iniciar a investigação laboratorial no recém-nascido. No entanto, existem apresentações clínicas mais evidentes, como dificuldade respiratória (taquipneia, gemência, retrações torácicas, batimentos de asas nasais), apneia, letargia, febre ou hipotermia, icterícia sem outra causa determinante, vômitos e diarréia, ou ainda manifestações cutâneas, incluindo petéquias, abscesso e escleredema.

A fim de sistematizar esses achados clínicos e o diagnóstico de sepse neonatal, alguns autores em seus estudos estabeleceram critérios para o diagnóstico de sepse na ausência de germe. Devem ser considerados os seguintes sinais clínicos: instabilidade térmica, dificuldade respiratória, hipotonia e convulsões, irritabilidade e letargia, sintomas gastrintestinais, icterícia idiopática, palidez cutânea, sinais de sangramento e até uma avaliação subjetiva (recém-nascido que parece não estar bem)

INTRODUÇÃO

É de fundamental importância a analise sobre Infecção e Sepse Neonatal, sabendo-se que é um tema muito importante de ser discutido iremos mostrar neste trabalho os processos pelos quais ocorrem a infecção neonatal.

Como ela vem sendo estudas e discutida, já que sabemos que a infecção neonatal pode ser adquirida por parte materna e hospitalar, sendo que na materna podemos agrupar em transplacentária e por parto normal, e a infecção hospitalar é aquela que o RN pega algum vírus/bactéria, já que está exposto.

Sabendo que a infecção hospitalar pode ser transmitida através do contato, por falta de higienização das mãos, ou por via respiratório, temos que ter muito cuidado para o RN não evoluir a uma septicemia que seria a infecção generalizada.

CONCLUSÕES GERAIS

Em síntese ao que foi abordado, dizemos que a infecção e sepse neonatal tem uma extrema importância, necessita de cuidados, precauções para evita-la.

Sabendo que a infecção neonatal materna pode ser de origem transplacentária e parto normal, temos que fazer orientações a gestante sobre os riscos que o RN poderá ter, em casos de a mãe ser soro positivo, orientar ao parto cessaria para não haver contato do RN ao vírus dentre outras orientações que podemos oferecer a gestante.

Sendo assim as medidas do Protocolo de Sepse devem ser seguidas para que haja um controle continuo da infecção neonatal, lavando as mãos, orientando os visitantes, deixando estéril/limpo onde o RN se encontra, manuseando corretamente e de forma limpa a medicação, a aspiração das vias aéreas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

https://gpicursos.com/interagin/gestor/uploads/trabalhos-feirahospitalarpiaui/ 5527db73eceefed5e3337c06cb446260.pdf

http://www.sprs.com.br/sprs2013/bancoimg/131210152124bcped_12_01_06.pdf

https://online.unisc.br/seer/index.php/epidemiologia/article/viewFile/3954/3174

http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/3507912/Caderno+3+- +Crit%C3%A9rios+Diagn%C3%B3sticos+de+Infec%C3%A7%C3%A3o+Associada+ %C3%A0+Assist%C3%AAncia+%C3%A0+Sa%C3%BAde+Neonatologia/9fa7d9be-6d35-42ea- ab48-bb1e068e5a7d

http://www.me.ufrj.br/images/pdfs/protocolos/neonatologia/ infeccao_neonatal_pelo_estreptococo_do_grupo_b.pdf

http://www.redalyc.org/html/3072/307226622009/

http://files.bvs.br/upload/S/0101-5907/2015/v29n1/a4655.pdf

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0021-75572013000500006&script=sci_abstract&tlng=pt

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