Sistema Nervoso - Apostilas - Bioquímica, Notas de estudo de Bioquímica. Universidade Estadual de Maringá (UEM)
Lula_85
Lula_8514 de Março de 2013

Sistema Nervoso - Apostilas - Bioquímica, Notas de estudo de Bioquímica. Universidade Estadual de Maringá (UEM)

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Apostilas de Bioquímica sobre o estudo Sistema Nervoso, divisão anatômica do sistema nervoso, meninges, sistema Nervoso Central.
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CAPÍTULO 5

SISTEMA NERVOSO

Divisão anatômica do sistema nervoso

Figura 5.1: Divisão anatômica do sistema nervoso

O sistema nervoso central é uma porção de recepção de estímulos, de comando e

desencadeadora de respostas. A porção periférica está constituída pelas vias que conduzem

os estímulos ao sistema nervoso central ou que levam até os órgãos efetuadores as ordens

emanadas da porção central.

Meninges

O encéfalo e a medula espinhal estão envolvidos e protegidos por lâminas de tecido

conjuntivo chamadas, meninges. Estas lâminas são, de fora para dentro: a dura-máter

(paquimeninge), e as leptomeninges, aracnóide e pia-máter. A dura-máter é a membrana

mais resistente e apresenta pregas que são: foice do cérebro, foice do cerebelo e tenda do

cerebelo. A aracnóide é separada da dura-máter por um espaço capilar denominado espaço

subdural e da pia-máter pelo espaço subaracnóide, onde circula o líquido cérebro-espinhal

(líquor).

Sistema Nervoso

- Sist. Nervoso Central

-Sist. Nervoso Periférico

- Encéfalo

- Medula

-Cérebro - Cerebelo - Tronco encefálico

- Mesencéfalo - Ponte - Bulbo

- Nervos - Gânglios - Terminações nervosas

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Sistema Nervoso Central

1. Vesículas primordiais: o SNC origina-se do tubo neural que, na sua extremidade

cranial, apresenta três dilatações denominadas vesículas primordiais: o prosencéfalo, o

mesencéfalo e rombencéfalo. O restante do tubo neural é a medula primitiva.

- Prosencéfalo origina o telencéfalo e o diencéfalo (originam o cérebro).

- Mesencéfalo se desenvolve sem subdividir-se.

- Rombencéfalo subdvide-se em metencéfalo (origina o cerebelo e a ponte) e

meilencéfalo (origina o bulbo).

2. Ventrículos encefálicos e suas comunicações: nas transformações sofridas pelas

vesículas primordiais, a luz do tubo neural primitivo permanece e apresenta-se dilatada

em algumas das subdivisões daquelas vesículas, constituindo os chamados ventrículos

que se comunicam entre si:

-A luz do telencéfalo corresponde aos ventrículos laterais(direito e

esquerdo).

-A luz do diencéfalo corresponde ao III ventrículo. Os ventrículos laterais

comunicam com o III ventrículo através do forame interventricular.

- A luz do mesencéfalo é um canal estreitado, o aqueduto cerebral, o qual

comunica o III ventrículo ao IV ventrículo.

- A luz do rombencéfalo corresponde ao IV ventrículo. Este é continuado

pelo canal central da medula e se comunica com o espaço subaracnóide.

3. Líquor: no espaço subaracnóide e nos ventrículos circula um líquido de

composição química pobre em proteínas, denominado líquido cérebro-espinhal ou

líquor, sendo uma de suas mais importantes funções proteger o SNC, agindo como

amortecedor de choques.

4. Divisão anatômica:

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- Cérebro: O cérebro pode ser dividido em lobos: frontal, parietal, temporal e

occipital, sendo essas denominações de acordo com as relações que os lobos guardam

com os ossos do crânio. Sua superfície apresenta uma série de sulcos que delimitam

giros, cada giro e cada sulco recebe uma denominação especial. Entretanto, dois sulcos

são os mais importantes: sulco central (separa o lobo frontal do parietal) e sulco lateral

(separa o lobo temporal do frontal e parietal).

- Corpo caloso: são fibras comissurais que conectam áreas corticais

simétricas dos dois hemisférios. Abaixo do corpo caloso existe o fórnix (tracto

arqueado de fibras), e entre eles o septo pelúcido, que separa os dois ventrículos

laterais (o ventrículo lateral estende-se a todos os lobos do cérebro).

- Diencéfalo: encontra-se escondido pelos hemisférios cerebrais, podendo ser

visualizado em um corte sagital do cérebro. No corte sagital, pode-se observar um

sulco sinuoso que é denominado de sulco hipotalâmico e que separa duas regiões do

diencéfalo: o tálamo, situado superiormente ao sulco, e o hipotálamo, situado

inferiormente a ele. Na parte inferior do hipotálamo fica a hipófise, uma importante

glândula endócrina. Importante salientar que a luz do diencéfalo corresponde ao III

ventrículo.

- Mesencéfalo: faz parte do tronco encefálico. É um grosso feixe de fibras

corticais descendentes, e sua cavidade é um estreito e longo canal denominado

aqueduto cerebral, que comunica o III e IV ventrículos.

- Ponte: também faz parte do tronco encefálico. Situa-se logo abaixo do

mesencéfalo, e é constituído por feixes de fibras horizontais que se lateralizam para os

hemisférios do cerebelo. Sua porção dorsal forma o assoalho do amplo IV ventrículo, e

seu limite inferior é o sulco bulbo pontino.

- Bulbo: situa-se entre a ponte e a medula espinhal, tendo com esta, limite

impreciso. Na sua face anterior pode-se observar a fissura mediana (continua com a

medula), pirâmides (correspondem aos reagrupamento das fibras de base do pedúnculo

cerebral, dispersos na porção ventral da ponte), decussação das pirâmides (as fibras se

cruzam para o lado oposto), sulco lateral anterior, suco lateral posterior, olivas

(eminência oval formada por uma grande massa de substancia cinzenta).

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- Cerebelo: cresce em massa finamente pregueada (como o telencéfalo),

dividida em lobos por fissuras com finas folhas cerebelares. Apresenta dois grandes

hemisférios ligados por uma estreita parte mediana, o vérmis.

- Medula espinhal: localiza-se centralmente ao canal vertebral, continuando

com o tronco encefálico no plano do forame magno. É envolta pelas meninges até a

altura dos discos entre as vértebras L1 e L2. Na vida fetal, a medula ocupa todo o

comprimento do canal vertebral. Porém, como a coluna cresce mais do que a medula,

esta ocupa apenas os 2/3 superiores do canal, ao fim do crescimento do indivíduo. No

1/3 inferiores encontram-se: raízes e nervos lombares, sacrais e coccígeas, formando a

cauda eqüina, filamento terminal(continuação não nervosa da medula) e meninges.

Distribuição da substância branca e cinzenta no SNC

A observação de um corte de encéfalo ou de medula permite reconhecer áreas claras

e áreas escuras que representam, respectivamente, o que se chama de substância branca

e cinzenta. A primeira é constituída de fibras nervosas mielínicas e a segunda por

corpos de neurônio. Na medula, a substância forma um eixo central contínuo envolvido

por substância branca. Em corte transversal vê-se que a substância cinzenta apresenta a

forma de H ou de borboleta, onde se reconhecem as colunas anterior e posterior,

substância intermédia central e dorsal e coluna lateral.

No tronco encefálico, a substância cinzenta apresenta-se fragmentada no sentido

longitudinal. Formam-se, assim, massas isoladas de substâncias cinzenta (núcleos de

nervos cranianos e outros núcleos próprios do tronco encefálico). O cérebro e o

cerebelo são formados por um córtex de substância cinzenta e um centro branco.

Massas de substância cinzenta são encontradas no centro e constituem os núcleos da

base (no cérebro) e núcleos centrais (no cerebelo).

Sistema nervoso periférico

Fazem parte do SNP, as terminações nervosas, gânglios e nervos (nervos cranianos

e espinhais). As fibras de um nervo são classificados de acordo com as estruturas que

inervam, isto é, conforme sua função. Por esta razão, uma fibra que estimula ou ativa a

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musculatura é chamada motora (ou eferentes -que saem do SNC) e a que conduz

estímulos para SNC é sensitiva (ou aferentes - que chegam ao SNC).

1. Terminações nervosas: existem na extremidade das fibras sensitivas e

motoras. Nas sensitivas, são estruturas especializadas para receber

estímulos físicos e químicos na superfície ou no interior do corpo. Já nas

motoras, o exemplo mais típico é a placa motora.

2. Gânglios: acúmulos de corpos de neurônio fora do SNC.

3. Nervos: São cordões esbranquiçados formados por fibras nervosas unidas

por tecido conjuntivo e que levam ou trazem impulsos ao/do SNC. São

ele:

- Nervos cranianos: são 12 pares de nervos que fazem conexão com

o encéfalo. Dez origina-se do tronco encefálico. Além do seu nome,

os nervos cranianos são denominados por números em seqüência

crânia-caudal. São eles:

Nervo Nome Tipo Função

I Olfatório Sensitivo Olfação

II Óptico Sensitivo Visão

III Oculomotor Motor Motor músculos do olho

IV Troclear Motor Motor do mm. Obliquo superior do olho

V Trigêmeo Misto Sensib. Motric. Gde parte cabeça e língua

VI Abducente Motor Motor do mm. Reto lateral do olho

VII Facial Misto Gustação, sensib ouvido, glândulas e mm.

VIII Vestíbulo-coclear Sensitivo Equilíbrio (vestíbulo) e Audição (coclear)

IX Glossofaríngeo Misto Gustação, sensib. ouvido e mm.

X Vago Misto Gustação, sensib. Vísceras, ouvido e mm.

XI Acessório Misto Inervação dos mm., Laringe e vísceras torácicas

XII Hipoglosso Motor Motricidade da língua

Tabela 5.1: Nervos cranianos (Quadro Geral).

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- Nervos espinhais: os 31 pares de nervos espinhais mantêm

conexão com a medula e abandonam a coluna vertebral através de

forames intervertebrais. O nervo espinhal é formado pela fusão de

duas raízes: uma ventral e outra dorsal. A raiz ventral possui apenas

fibras motoras (eferentes), cujos corpos celulares estão situados na

coluna anterior da substância cinzenta da medula. A raiz dorsal

possui fibras sensitivas (aferentes) cujos corpos celulares estão

situados no gânglio sensitivo da raiz dorsal, que se apresenta como

uma porção dilatada da própria raiz.

Figura 5.2: Corte transversal da medula espinhal.

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Figura 5.3: Corte transversal de medula espinhal.

Figura 5.4: Corte transversal e corte frontal da medula espinhal.

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Figura 5.5: Vista inferior do encéfalo. Figura 5.6: Vista inferior do encéfalo

Figura 5.7: Vista lateral Figura 5.8: Vista superior.

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Figura 5.9: Tronco encefálico (vista anterior).

Figura 5.10: Vesículas primordiais do sistema nervoso central.

Ponte

Sulco bulbo-pontino Oliva Pirâmide

Decussação das pirâmides Bulbo

Fissura mediana anterior

Sulco lateral posterior

Sulco lateral anterior

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Figura 5.11: Esquema da formação do nervo espinhal.

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Figura 5.12: Partes componentes do sistema nervoso central, visto num corte sagital

mediano.

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CAPÍTULO 6

SISTEMA CIRCULATÓRIO

A função básica do sistema circulatório é a de lavar material nutritivo e oxigênio às

células; também transporta os produtos residuais do metabolismo.

Divisão

 Sistema sanguinífero: composto por vasos condutores (artérias, veias e capilares) e

coração.

 Sistema linfático: formado por vasos condutores da linfa e órgãos linfóides (linfonodos

e tonsilas).

 Órgãos hemopoiéticos: representados pela medula óssea e pelos órgãos linfóides (baço

e timo).

Coração

Tem como função atuar como uma bomba contrátil-propulsora para que ocorra a

circulação do sangue. Sua posição corresponde a região do mediastino, situada na porção

medial da cavidade torácica, entre os pulmões, atrás do esterno, à frente da coluna vertebral

e acima do diafragma. O coração apresenta um ápice (voltado ligeiramente para a

esquerda), uma base (posição medial, não tendo delimitação nítida devido à presença das

raízes dos vasos da base) e quatro faces: uma esternocostal, uma diafragmática e duas

pulmonares. As aurículas (orelhas) situadas nos átrios são como apêndices dos mesmos.

- Partes internas: átrio direito e esquerdo; ventrículo direito e esquerdo.

- Constituição: a camada mais interna corresponde ao endocárdio, formado por endotélio

e camada de vasos. A camada média é dita miocárdio, formado por tecido muscular

estriado cardíaco. Já a camada mais externa corresponde ao pericárdio, uma camada

fibro-serosa de revestimento do coração, que limita sua expansão durante a diástole

ventricular. Esta camada é subdividida em:

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 Pericárdio fibroso ( camada externa fibrosa).

 Pericárdio seroso é subdividido em lâmina parietal (aderente ao pericárdio fibroso) e

lâmina visceral ou epicárdio (camada interna serosa aderida ao miocárdio).

Entre as duas lâminas do pericárdio seroso existe uma cavidade – cavidade pericárdica

ocupada por uma camada líquida, que permite o deslizamento de uma lâmina contra a outra

durante as mudanças de volume.

– Morfologia interna: possui quatro câmaras (tetracavitário), sendo dois átrios

(direito/esquerdo), separados pelo septo inter-atrial (septo sagital superior) e , dois

ventrículos (direito/esquerdo), separados pelo septo inter-ventricular (septo sagital inferor).

O septo átrio-ventricular (septo horizontal) divide o coração em duas porções, superior e

inferior; este septo possui dois orifícios:

 Óstio átrio-ventricular direito: onde está localizada a valva tricúspide (comunicação

entre átrio e ventrículo direitos).

 Óstio átrio-ventricular esquerdo: onde está localizada a valva bicúspide/mitral

(comunicação entre átrio e ventrículo esquerdos).

As valvas são lâminas de tecido conjutivo denso recobertas pelo endocárdio, e que

apresenta subdivisão incompletas, as válvulas ou cúspides, que orientam e controlam o

fluxo sangüíneo nos óstios, além de impedir o refluxo sangüíneo. Portanto , válvula é a

unidade e valva é o conjunto.

Quando ocorre a sístole (contração) ventricular, a tensão nesta câmara aumenta

consideravelmente, o que poderia provocar a eversão da valva para o átrio e

consequentemente refluxo de sangue para esta câmara. Isso não ocorre porque cordas

tendíneas prendem a valva a músculos papilares, os quais são projeções do miocárdio nas

paredes internas do ventrículo.

- Vasos da base: correspondem aos vasos pelo qual o sangue entra e sai do coração, tendo

suas raízes situadas na base deste órgão. São eles:

 Veia cava superior e inferior: desembocam no átrio direito, trazendo sangue rico em gás

carbônico.

 Veias pulmonares: são em número de quatro (duas de cada pulmão) e, desembocam no

átrio esquerdo trazendo sangue oxigenado dos pulmões.

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 Artéria tronco pulmonar: sai do ventrículo direito e bifurca-se em artérias pulmonares

direita e esquerda, levando sangue com alta concentração de gás carbônico para os

pulmões; é a primeira artéria a ser vista na posição anatômica do coração.

 Artéria aorta: sai do ventrículo esquerdo levando sangue oxigenado para o corpo. Sai do

ventrículo como aorta ascendente, forma o arco aórtico e, então a aorta descendente. O

arco áortico subdivide-se em:

 Tronco braqui-cefálico, que por sua vez se subdivide em Artéria subclávia direita e

Artéria carótida comum direita.

 Artéria carótida comum esquerda

 Artéria subclávia esquerda

- Valvas da base: ao nível dos orifícios de saída do tronco pulmonar e da aorta,

respectivamente no ventrículo direito e esquerdo, existem um dispositivo valvar para

impedir o retorno do sangue, sendo a valva tronco pulmonar e a valva aórtica,

respectivamente. Cada uma destas valvas é constituída por três válvulas semilunares.

Tipos de circulação

- Circulação pulmonar: é a circulação coração – pulmão – coração (ventrículo direito –

artéria tronco pulmonar – pulmão – veias pulmonares – átrio esquerdo).

- Circulação sistêmica: é a circulação coração – tecidos – coração (ventrículo esquerdo –

artéria aorta – tecidos – veias cavas superior e inferior – átrio direto).

- Circulação colateral: normalmente, existem anastomoses (comunicações) entre ramos

da artérias ou de veias entre si. Em condições normais, não há tanta passagem de

sangue através destas comunicações, mas no caso de haver obstrução, o sangue passa a

circular ativamente por estas variantes.

- Circulação portal: uma veia interpõe-se entre duas redes de capilares (exemplos:

circulação portal – hepática e sistema portal na hipófise).

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Sistema de condução

O controle da atividade cardíaca é feito através do vago (atua inibindo) e do simpático

(atua estimulando). Atuam no nó sinu-atrial ( formação situada na parede da átrio direito),

considerado como o “marcapassos” do coração. Daí, ritmicamente, o impulso espalha-se ao

miocárdio, resultando na contração. Este impulso chega ao nó átrio-ventricular, localizado

na porção inferior do septo inter-atrial e se propaga aos ventrículos através do feixe átrio-

ventricular.

Figura 6.1: Coração.

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Figura 6.2: Esquema das câmaras cardíacas.

Figura 6.3: Esqueleto cardíaco.

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Figura 6.4: Esquema da circulação portal.

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VEIAS DA CABEÇA E PESCOÇO

FONTE: Tortora, 2002.

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Crânio: a rede venosa do interior do crânio é representada por um sistema de canais

intercomunicantes denominados seios da dura-máter.

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Veia jugular interna: vai se anastomosar com a veia subclávia para formar o tronco

braquiocefálico venoso.

Veia jugular externa: desemboca na veia subclávia.

Veia jugular anterior: origina-se superficialmente ao nível da região supra-hioídea e

desemboca na terminação da veia jugular externa.

Veia jugular posterior: origina-se nas proximidades do occipital e desce

posteriormente ao pescoço para ir desembocar no tronco braquiocefálico venoso. Está

situada profundamente.

VEIAS DOS MEMBROS SUPERIORES

FONTE: Tortora, 2002.

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VEIAS DOS MEMBROS INFERIORES

FONTE: Tortora, 2002.

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