Teorias administrativas. williams, Notas de estudo de Marketing
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TEORIAS ADMINISTRATIVAS
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ABNT - UNOPAR - Resumido

Eunápolis 2009

WILLIAMS GENNIGS LIMA GARCIA SANTOS

SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO MBA EXECUTIVO EM NEGÓCIOS

TEORIAS ADMINISTRATIVAS A Gestão Estratégica de Pessoas na Contemporaneidade.

Eunápolis 2009

TEORIAS ADMINISTRATIVAS A Gestão Estratégica de Pessoas na Contemporaneidade

Trabalho apresentado à disciplina Estudos de Cenários Políticos e Tendências Econômicas; Estratégia Empresarial; e Gestão Estratégica do Capital Humano. Da Universidade Norte do Paraná - UNOPAR Profº. Valquiria

WILLIAMS GENNIGS LIMA GARCIA SANTOS

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO .................................................................................................. 03

2 DESENVOLVIMENTO ...................................................................................... 04 2. 1Importâncias das Teorias Administrativas ..................................................... 04 2.1.1. Teorias Administrativas e sua Evolução ..................................................... 05

3. GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS E SUA IMPORTÂNCIA NA ATUALIDADE ...................................................................................................... 07 3.1. Importância da gestão de pessoas nas organizações ................................... 07 3.1.1 Gestão Estratégica de Pessoas .................................................................. 08

4. COMO A CRISE ECONÔMICA AFETA O DESEMPENHO DAS

ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS ....................................................................... 09

4.1 Os impactos da crise econômica ................................................................... 09

4.1.1 Aspectos negativos da crise no Brasil ........................................................ 10

4.1.1.1 Aspectos positivos da economia. ............................................................. 12

5 EXEMPLO DE ELEMENTOS DE APOIO AO TEXTO ...................................... 10 5.1 GRÁFICO ....................................................................................................... 10 5.2 TABELA .......................................................................................................... 11 5.3 GRÁFICO ....................................................................................................... 14 6 CONCLUSÃO ................................................................................................... 15 REFERÊNCIAS .................................................................................................... 16

3

1 INTRODUÇÃO

Este trabalho tem o objetivo de traçar uma breve analise sobre a

teoria da administração no seu percurso histórico, bem como sua utilização na

sociedade capitalista diante dos desafios contemporâneos organizacionais. Iremos

entender que a gestão organizacional fundamentada nas teorias administrativas,

leva em consideração os aspectos da pluralidade e interdisciplinaridade a fim de

entender o fenômeno como um todo. Faz-se necessário lembrar que, como

normalmente acontece, conhecimento não pode ser confundido com habilidade e

aptidão; aquele se refere ao processo de aprendizagem de algo, enquanto que estes

se referem aos conhecimentos técnicos, estando correlacionados a alguma

profissão. Na medida em que o conhecimento passa a ser considerado o bem mais

importante dos homens, pressupõe-se que seja, também, fator determinante para o

sucesso profissional dos empregados e das organizações. Assim, pretende-se

demonstrar as implicações organizacionais sobre as teorias administrativas e como

o seu adequado gerenciamento pode ser transformado em vantagem competitiva.

4

2 DESENVOLVIMENTO

2.1 Importâncias das Teorias Administrativas

Atualmente, o conhecimento é o principal insumo no processo de

produção. Os tradicionais fatores de produção, mão de obra, recursos naturais e o

recurso capital estão cedendo espaço cada vez maior para a informação e o

conhecimento na sua importância para a cadeia produtiva. A importância do

conhecimento na economia e na sociedade define o que hoje se conhece como

sociedade do conhecimento. O modelo capitalista atualmente vigente exige que as

empresas e as organizações que competem por recursos sejam lucrativas, ou seja,

tenham uma vantagem de mercado sobre os concorrentes.

Ao se falar de organizações refere-se implicitamente ao

conceito de ciência administrativa, que se dedica ao estudo e compreensão do

comportamento das organizações. Pode-se dizer que administrar é coordenar

esforços, ou seja, conduzir um grupo de pessoas para um objetivo preestabelecido.

Assim, é preciso considerar que cada abordagem sobre o trabalho administrativo é

condicionada teórica e metodologicamente por diferentes correntes do Pensamento

Administrativo.

A Abordagem do Processo se alicerça nas teorias da

Administração e foi importante na época do surgimento do sistema fabril. Neste

contexto, de concentração de grande número de trabalhadores num mesmo local de

trabalho, surgiu a classe gerencial que tinha como papel o controle do trabalho. A

importância da teoria administrativa na contemporaneidade surge do fato que o

administrador é aquele que resolve problemas, que faz um diagnóstico

organizacional. Assim, se na organização simpatizarmos apenas com um tema e

desconsideramos os outros, podemos estar desprezando aspectos relevantes.

Então, o primeiro grande desafio do administrador é fazer um esforço de síntese e

compreensão do fenômeno organizacional através da visão da empresa como um

todo, constituída de partes que se relacionam e de variáveis que influenciam umas

nas outras. Além de lhe dar com a tensão entre indivíduo e organização e com

5

questões de liberdade, felicidade e ética. Para isso, é necessário compreender as

racionalidades próprias de cada um e entender que estas diferentes razões

impreterivelmente precisam conviver na organização.

2.1.1. Teorias Administrativas e sua Evolução.

Na atualidade a grande necessidade de constante atualização dos

profissionais das empresas, por conseguinte das implicações diretas na gestão de

pessoas e dos modelos de utilização em sua administração. Principalmente ao ritmo

acelerado das mudanças tecnológicas, à globalização da economia e ao acirramento

da competição entre as empresas e mesmo entre os países, que geram impactos

significativos nas organizações, alteraram a visão das empresas de como deveriam

gerir e valorizar seus trabalhadores e para compreender esse panorama, é

necessário visualizar as fases por que passou a evolução da administração

empresarial voltada para pessoas e respondendo às necessidades e pressões

impostas pelo ambiente (macro e micro) em que essas organizações estão

inseridas.

A primeira é a era daindustrialização clássica, em que as pessoas

eram tratadas como mão-de-obra, fornecedoras de esforço físico e muscular,

verdadeiros zeladores das máquinas. O departamento que as supervisionavam

identificava-se como de relaçõesindustriais, dando ênfase às atividades

operacionais e burocráticas, e funcionando como mero repetidor das instruções

advindas da cúpula.

A seguinte etapa é da industrialização neoclássica, em que as

pessoas eram vistas como recursos humanos,sendo que o departamento passou a

ser de RH, ampliando as atividades paraalém das operacionais e burocráticas:

cuidando do recrutamento, da seleção,higiene e segurança do trabalho, relações

trabalhistas etc. Depois vem a fasedainformaçãoapós a década de 90 tendo as

pessoas como parceiras, quando surgemequipes de gestão de pessoal com

administração.

A palavra chave dos gênios da gestão administrativa enfatizava uma

única pergunta: como aumentar a produtividade? Ou de uma maneira mais pratica,

como aumentar o volume de trabalho em menor tempo, a preço mais baixo?

6

Um dos primeiros autores que indagou essa pergunta foi Taylor, o

qual desenvolveu um método que permitia melhorar o desempenho do trabalhador

na empresa ele separou o trabalho mental, que seria responsabilidade da gerência,

do trabalho físico, que era de responsabilidade do empregado.

Para Taylor, o funcionário era vadio, irresponsável e não gostava de

trabalhar. Só o fazia devido à necessidade de dinheiro. Essa realidade deveria ser

combatida fazendo-se uso e métodos científicos de trabalho.

Ford também não dava grande crédito ao operário, mas pensava um

pouco diferente de Taylor. “Diferentemente de Taylor, cuja visão se voltava para a

parte operacional em seus mínimos detalhes, Ford dava prioridade a sua visão

estratégica, Taylor estava preocupado somente em fazer o operário trabalhar mais.

Não estava interessado em saber o que seus empregados faziam fora da fábrica.

Ford não acreditava na inteligência de seus operários. Assim como Taylor, nunca se

preocupou em tentar descobrir se seus funcionários eram capazes de diferenciar o

que era certo do que era errado no trabalho que realizavam. Sua preocupação era

produzir somente um produto, aceito por todos.

Diferentemente de Ford e Taylor, Fayol começa a separar

conhecimentos tecnológicos de habilidades administrativas. Todos os empregados

numa organização participam, num maior ou menor grau, da função administrativa e

têm oportunidade para exercitar suas faculdades administrativas e ser reconhecido

por isto. Aqueles que são particularmente talentosos podem subir dos degraus mais

baixos aos mais altos, da hierarquia da organização. O sucesso organizacional

depende mais das habilidades administrativas dos seus líderes do que de suas

habilidades técnicas. Fayol notou que o efeito da administração sobre as atividades

do negócio não foi completamente entendido e que se as recomendações dos

especialistas técnicos poderiam ser completamente destruídas por procedimentos

administrativos falhos. Para Fayol a Administração é um todo do qual a organização

é uma das partes. Assim, a organização abrange somente o estabelecimento da

estrutura e da forma, sendo, portanto estática e limitada.

Tendo como ótica a visão da empresa a partir da gerência

administrativa, Fayol focou seus estudos na unidade de comando, autoridade e na

responsabilidade da empresa como um Sistema Fechado, em que a tecnologia

operativa é determinante para o seu funcionamento. A gestão da empresa centra-se

7

na otimização do sistema produtivo interno sendo o indivíduo considerado como uma

peça de todo o maquinismo. Exige-se uma adaptação total e mecânica do indivíduo

ao sistema produtivo.

3. GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS E SUA IMPORTÂNCIA NA ATUALIDADE

3.1 importância da gestão de pessoas nas organizações

Atualmente, há uma discussão sobre a necessidade de mudança

do papel das pessoas nas organizações, especialmente por parte dos profissionais

de gestão de pessoas. Na “moderna gestão de pessoas”, os indivíduos não são

mais vistos como mero “recurso” ou “patrimônio” da organização, mas como

“parceiro” ou “colaborador” no alcance dos resultados organizacionais.

As mudanças que afetam as empresas, fazendo com que elas

tenham que responder às demandas do mercado competitivo, têm se caracterizado

pelo estabelecimento de estruturas mais flexíveis, processos decisórios

descentralizados, transformações dinâmicas de tecnologia, envolvimento de todos

os setores da organização na busca por resultados, além de formas mais integradas

e dinâmicas das relações de trabalho. Para implementar essas transformações, os

modelos de gestão precisam também ser modificados, destacando-se que a gestão

dos recursos humanos passa a ser orientada por novas premissas.

As mudanças que afetam as empresas, fazendo com que elas

tenham que responder às demandas do mercado competitivo, têm se caracterizado

pelo estabelecimento de estruturas mais flexíveis, processos decisórios

descentralizados, transformações dinâmicas de tecnologia, envolvimento de todos

os setores da organização na busca por resultados, além de formas mais integradas

e dinâmicas das relações de trabalho.

A reestruturação do processo produtivo, impulsionada, sobretudo

pelos avanços tecnológicos, tem feito com que muitas empresas revejam suas

estratégias com relação à contratação de pessoas e com a própria gestão e controle

dessas pessoas nas organizações e como diz Chanlat, (1994, p. 24) “Os ganhos de

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produtividade gerados por essa informatização massiva, são tantos, que nosso

aparelho produtivo necessita, cada vez menos, de seres humanos”.

3.1.1.1 Gestão Estratégica de Pessoas

Atualmente o desafio da Gestão de Pessoas amplia-se em grande

medida pela necessidade de buscar alternativas e incorporar mecanismos que

proporcionem aos indivíduos condições para adequar-se a tais exigências sem ferir

a sua integridade enquanto pessoas. Gradativamente o conceito e as várias faces

da diversidade tangenciam as preocupações dessa área, fazendo com que os

dirigentes passem de uma visão burocrática para uma visão estratégica que, de

acordo com Becker et al. (2003), implica em evoluir de uma perspectiva “de baixo

para cima” (com ênfase na conformidade e nas funções de pessoal tradicionais) para

uma perspectiva “de cima para baixo” (com ênfase na implementação da estratégia).

Neste novo modelo, as relações entre indivíduos e organizações são pautadas pela

reciprocidade e a Gestão de Pessoas precisa ser integrada, de tal forma que o

conjunto de políticas e práticas que a formam deve, a um só tempo, atender os

interesses e expectativas da empresa e das pessoas. (DUTRA, 2002).

Diante da necessidade de vinculação entre os interesses dos

funcionários com os interesses organizacionais, as pessoas são os melhores

avaliadores de seus próprios interesses e que as participações individuais e

coletivas são fundamentais para mudanças e efetividade nas organizações da

atualidade. O comprometimento mostra que a organização gerencia o contexto

externo e a sua competitividade buscando qualidade, inovações, produtividade e

resultados; pautada na gestão de duas grandes questões internas: relações de

trabalho e políticas de recursos humanos, as quais devem priorizar a valorização dos

talentos humanos, a qualificação, a motivação e os processos coletivos, dentre

outros. De acordo com Siqueira e Gomide Júnior (2004, p.313) “um relacionamento

no qual existe comprometimento representa uma interação social com base em uma

obrigação ou promessa mais ou menos solenes entre as partes”. Para esses

mesmos autores, o comprometimento organizacional é considerado um preditor

9

confiável de comportamentos relevantes para o contexto do trabalho, tais como

absenteísmo, rotatividade e desempenho, assim como representa uma forma para

se descobrir as bases de um padrão comportamental desejável de lealdade para

com a organização.

4. COMO A CRISE ECONÔMICA AFETA O DESEMPENHO DAS

ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS

4.1 Os impactos da crise econômica

As crises economica dos EUA sobre a economia brasileira têm duas

portas de entrada interligadas. A primeira é o mercado financeiro, em razão da

desregulamentação da conta de capital do balanço de pagamentos do Brasil, que

concede uma grande liberdade aos fluxos de capitais, para a compra e venda de

ações, de títulos da dívida pública e de outros papéis. Nesta porta, os impactos têm

sido imediatos e severos: queda da bolsa de valores, subida do risco Brasil e

desvalorização do câmbio; em razão da venda de papéis brasileiros (ações, títulos

públicos e outros papéis de empresas) pelos fundos de investimentos, com o

objetivo de compensar as perdas nos mercados americanos e europeus, bem como

em busca de uma maior segurança nos títulos do governo dos EUA. Adicionalmente,

a redução da liquidez nos mercados financeiros internacionais vem implicando

aumento do custo do (re) financiamento externo para as empresas brasileiras, além

de diminuição do crédito na economia brasileira (para exportadores, agricultura,

bancos menores e consumo de bens duráveis). Para agravar ainda mais a situação,

empresas exportadoras vêm tendo elevados prejuízos no mercado de câmbio, em

operações com derivativos.

A indústria teve o impacto maior da crise, mas o comércio também

sentiu os efeitos negativos. Segundo ele, o setor industrial é mais dependente de

empréstimos para capital de giro e está mais vinculado à economia internacional na

parte da exportação. Também trabalha com volumes grandes e produtos mais caros.

Esses fatores levam a uma maior concentração dos problemas na indústria.

Entre os estados, os mais prejudicados foram Rio Grande do Sul,

Goiás e Minas Gerais. Os dois primeiros devido ao agronegócio. Já os mineiros

10

tiveram perdas com a exportação menor de minério de ferro. Embora seja feita por

empresas de grande porte, como a mineradora Vale, a queda nas vendas externas

afeta as pequenas companhias que são fornecedoras e se beneficiam do consumo

dos empregados das empresas exportadoras. Goiás foi o estado com maior índice

de empresas afetadas.

4.1.1 Aspectos negativos da crise no Brasil

Os setores que mais sofrem com a queda da demanda, tanto no

Brasil como no resto do mundo, são o automotivo, o imobiliário e o de bens de

capital (ligado aos investimentos). Isso ocorre porque vendem produtos que

dependem diretamente de financiamento, que está escasso. Devido a esta situação,

o governo federal e de alguns Estados tomaram algumas medidas para tentar

reforçar as vendas e estancar das demissões. Entre as que mais tiveram

repercussão estão a redução temporária das alíquotas do IPI (Imposto sobre

Produtos Industrializados) sobre automóveis e eletrodomésticos da "linha branca" e

a injeção de R$ 100 bilhões no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento

Econômico e Social) para realizar empréstimos.

O reflexo da crise se espelhará no desempenho do PIB (Produto

Interno Bruto) brasileiro.

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A cada semana, os analistas de mercado ouvidos pelo Banco

Central empurra cada vez mais para baixo a previsão para o desempenho da

economia local: na última, projeta uma queda de 0,53% --enquanto o governo prevê

um crescimento de 1%, de qualquer forma aquém dos 4% previstos antes da crise

aportar de vez aqui.

12

Outro reflexo visível da crise no mundo, e que teve especial

repercussão no Brasil, foi a forte queda nos mercados acionários. Trata-se de um

ciclo sem fim: com medo da crise financeira aumentar, os investidores tiram o

dinheiro das Bolsas, consideradas investimentos de risco. Então, faltam recursos

para as empresas investirem e a crise aumenta o que faz os investidores tirarem

mais dinheiro. Ou seja, como a crise americana provoca justamente aversão ao

risco, os investidores em ações preferem sair das Bolsas, sujeita a oscilações

sempre, e aplicar em investimentos mais seguros. Além disso, os estrangeiros que

aplicam em mercados emergentes, como o Brasil, vendem seus papéis para cobrir

perdas lá fora. Com muita gente querendo vender, os preços dos papéis caem e os

índices desvalorizam.

A queda no mercado acionário brasileiro é potencializada pela sua

concentração em papéis de empresas que produzem commodities --cujos preços no

mercado internacional despencaram devido ao esvaziamento feito pelos investidores

e pela queda da demanda.

4.1.1.1 Aspectos positivos da economia.

Indicadores sinalizam que Brasil saiu da crise e economia está mais

forte – a divulgação do crescimento de 1,9% do PIB do Brasil no 2º trimestre de

2009 (ante o 1T’09) confirmou que a economia brasileira foi uma das primeiras a sair

da crise (dentre as principais no mundo). Crédito em expansão consumo em alta,

geração forte de empregos, recuperação parcial do nível de utilização das indústrias,

numa situação marcada por juros no menor nível da história, inflação controlada e

confiança crescente dos consumidores e empresários, geram um ambiente propício

para uma retomada do ritmo de crescimento do país, de forma consistente e

positiva.

Empresas projetam 2º semestre melhor, e um 2010 de forte

recuperação – os sinais de recuperação da economia brasileira são resultado direto

da melhora da atividade empresarial no país. Ao contrário dos primeiros meses de

2009, quando as incertezas sobre a retomada da demanda interna e externa

13

sinalizavam um ano difícil, de contração de vendas, a atual percepção dos

empresários aponta um 2º semestre de 2009 de crescimento robusto ante o

desempenho dos primeiros seis meses do ano. Apesar de manterem uma relativa

cautela, evitando otimismo, há uma clara percepção de que o pior da crise já

passou, e que estamos em meio a uma forte retomada das vendas, que deve

continuar em 2010, período em que se projeta um ritmo de negócios mais próximo

(ainda que menor) daquele vivido antes da crise.

Juros no menor nível da história do Brasil: remuneração de 0,7% ao

mês ainda é alta – um dos aspectos positivos da crise mundial para o Brasil foi a

possibilidade de se reduzir os juros pagos pelo Governo aos credores da dívida

pública para o menor nível da história do país – a taxa Selic, que chegou a

13,75%a.a. no início de 2009, atualmente está em 8,75%a.a.. Benéfica para a

economia, por reduzir o custo do dinheiro, a redução dos juros afetou muito a

remuneração dos investidores de renda fixa, que viram seus retornos diminuir em

40%. Todavia, é fundamental lembrar que os atuais juros praticados no Brasil ainda

estão entre os maiores do mundo, e que um cenário favorável ao país implicará juros

ainda menores no futuro.

Ações: o melhor instrumento para capturar aumento da riqueza de

um país – o otimismo do investidor estrangeiro com o Brasil, evidenciado pelo fluxo

positivo de recursos para compra de ações na Bovespa e pela forte disposição de

participar das ofertas públicas de ações (os IPOs) já em andamento ou anunciadas,

confirma que o investimento em ações é o melhor instrumento para se capturar o

aumento da riqueza de um país. Para os brasileiros que buscam alternativas de

investimento capazes de proporcionar retornos elevados e superiores aos da renda

fixa, ao longo dos próximos anos, parece evidente a necessidade de destinar

parcela de suas aplicações financeiras ao lastro do mercado acionário, de forma a

acompanhar o crescimento e desenvolvimento da economia brasileira, e todo

aumento de riqueza esperado

14

15

5 CONCLUSÃO

No universo organizacional contemporâneo, diversas empresas

continuam a adotar uma postura que não condiz com a realidade do mercado. O

planeta vive permeado por resquícios de um passado, em que o trabalhador era

explorado em favor do capital e não havia concorrência e os consumidores eram em

número bastante reduzido. Atualmente, este pressuposto tem se modificado,

estabelecendo a concorrência como resposta às demandas de um certo sujeito

consumidor que reivindica os seus direitos e se impõe como cidadão. A mudança no

ambiente no qual as organizações estão inseridas faz surgir novos modelos e

modismos de gestão. As estruturas anteriormente formais e rígidas dão lugar a

estruturas mais flexíveis. O homem deixa de ser visto como um ser econômico e

passa a ser considerado criativo - um ser pensante, colaborador. Isso significa dizer

que o perfil do indivíduo se modificou, seja ele interno ou externo às organizações.

As diferenças nas relações de poder são visíveis e, conseqüentemente, a

comunicação ganha maior importância, devido à intensidade dos diálogos, tanto nos

ambientes internos como externos das organizações.

16

REFERÊNCIAS

BECKER, Brian E.; HUSELID, Mark A.; ULRICH, Dave. Gestão estratégica de pessoas com scorecard: integrando pessoas, estratégias e performance. Rio de Janeiro: Campus, 2001. CHANLAT, Jean-François. O significado da pessoa na gestão de recursos humanos: Uma perspectiva sócio-antropológica. Bahia: ORGANIZAÇÕES E SOCIEDADE. Revista da Escola de Administração da UFBA 3 dez/1994.

DUTRA, Joel Souza. Gestão de Pessoas: modelos, processos, tendências e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2002.

LACOMBE, Francisco José; HEILBORN, Gilberto Luiz José. Administração - Princípios e tendências. São Paulo: Saraiva 2003. MAXIMIANO, Antonio César Amauri. Teoria Geral da Administração: da Revolução Urbana à Revolução Digital. São Paulo: Atlas, 2007.

SIQUEIRA, Mirlene Maria Matias e GOMIDE JUNIOR, Sinésio. Vínculos do indivíduo com o trabalho e com a organização. Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2004.

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