Teste de Chama - Apostilas - Biotecnologia_Parte2, Notas de estudo de Biotecnologia. Universidade de São Paulo (USP)
Raimundo
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Teste de Chama - Apostilas - Biotecnologia_Parte2, Notas de estudo de Biotecnologia. Universidade de São Paulo (USP)

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Apostilas de Biotecnologia sobre o estudo do Teste de Chama e reações químicas ou fenomenos químicos, experimentos e resultados.
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15

EXPERIMENTO 05

1. Mergulhou-se a pinça, contaminada com o ultimo experimento, num béquer contendo

álcool, logo após foram retiradas as sobras com um guardanapo;

2. Mergulhou-se a pinça metálica no frasco com solução salina de MgSO4;

3. Logo após mergulhou-se a mesma pinça no frasco com o respectivo sal sólido;

4. Em seguida colocou-se a pinça, com o sal, sobre a chama do bico de bunsen;

5. Fizeram-se observações sobre os resultados obtidos.

EXPERIMENTO 06

1. Mergulhou-se a pinça, contaminada com o ultimo experimento, num béquer contendo

álcool, logo após foram retiradas as sobras com um guardanapo;

2. Mergulhou-se a pinça metálica no frasco com solução salina de Al2(SO4)3;

3. Logo após mergulhou-se a mesma pinça no frasco com o respectivo sal sólido;

4. Em seguida colocou-se a pinça, com o sal, sobre a chama do bico de bunsen;

5. Fizeram-se observações sobre os resultados obtidos.

EXPERIMENTO 07

1. Mergulhou-se a pinça, contaminada com o ultimo experimento, num béquer contendo

álcool, logo após foram retiradas as sobras com um guardanapo;

2. Mergulhou-se a pinça metálica mo frasco com solução salina de ScCl2;

3. Logo após mergulhou-se a mesma pinça no frasco com o respectivo sal sólido;

4. Em seguida colocou-se a pinça, com o sal, sobre a chama do bico de bunsen;

5. Fizeram-se observações sobre os resultados obtidos.

EXPERIMENTO 08

1. Mergulhou-se a pinça, contaminada com o ultimo experimento, num béquer contendo

álcool, logo após foram retiradas as sobras com um guardanapo;

2. Mergulhou-se a pinça metálica no frasco com solução salina de LiCl2;

3. Logo após mergulhou-se a mesma pinça no frasco com o respectivo sal sólido;

4. Em seguida colocou-se a pinça, com o sal, sobre a chama do bico de bunsen;

5. Fizeram-se observações sobre os resultados obtidos.

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EXPERIMENTO 09

1. Mergulhou-se a pinça, contaminada com o ultimo experimento, num béquer contendo

álcool, logo após foram retiradas as sobras com um guardanapo;

2. Mergulhou-se a pinça metálica no frasco com solução salina de NaCO3;

3. Logo após mergulhou-se a mesma pinça no frasco com o respectivo sal sólido;

4. Em seguida colocou-se a pinça, com o sal, sobre a chama do bico de bunsen;

5. Fizeram-se observações sobre os resultados obtidos.

EXPERIMENTO 10

1. Mergulhou-se a pinça, contaminada com o ultimo experimento, num béquer contendo

álcool, logo após foram retiradas as sobras com um guardanapo;

2. Mergulhou-se a pinça metálica no frasco com álcool;

3. Logo após mergulhou-se a mesma pinça no frasco com o sal desconhecido 01;

4. Em seguida colocou-se a pinça, com o sal, sobre a chama do bico de bunsen;

5. Fizeram-se observações sobre os resultados obtidos.

EXPERIMENTO 11

1. Mergulhou-se a pinça, contaminada com o ultimo experimento, num béquer contendo

álcool, logo após foram retiradas as sobras com um guardanapo;

2. Mergulhou-se a pinça metálica no frasco com álcool;

3. Logo após mergulhou-se a mesma pinça no frasco com o sal desconhecido 04;

4. Em seguida colocou-se a pinça, com o sal, sobre a chama do bico de bunsen;

5. Fizeram-se observações sobre os resultados obtidos.

EXPERIMENTO12

1. Mergulhou-se a pinça, contaminada com o ultimo experimento, num béquer contendo

álcool, logo após foram retiradas as sobras com um guardanapo;

2. Mergulhou-se a pinça metálica no frasco com álcool;

3. Logo após mergulhou-se a mesma pinça no frasco com o sal desconhecido 05;

4. Em seguida colocou-se a pinça, com o sal, sobre a chama do bico de bunsen;

5. Fizeram-se observações sobre os resultados obtidos.

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EXPERIMENTO 13

1. Mergulhou-se a pinça, contaminada com o ultimo experimento, num béquer contendo

álcool, logo após foram retiradas as sobras com um guardanapo;

2. Mergulhou-se a pinça metálica no frasco com álcool;

3. Logo após mergulhou-se a mesma pinça no frasco com o sal desconhecido 08;

4. Em seguida colocou-se a pinça, com o sal, sobre a chama do bico de bunsen;

5. Fizeram-se observações sobre os resultados obtidos.

EXPERIMENTO 14

1. Mergulhou-se a pinça, contaminada com o ultimo experimento, num béquer contendo

álcool, logo após foram retiradas as sobras com um guardanapo;

2. Mergulhou-se a pinça metálica no frasco com álcool;

3. Logo após mergulhou-se a mesma pinça no frasco com o sal desconhecido 09;

4. Em seguida colocou-se a pinça, com o sal, sobre a chama do bico de bunsen;

5. Fizeram-se observações sobre os resultados obtidos.

EXPERIMENTO 15

1. Mergulhou-se a pinça, contaminada com o ultimo experimento, num béquer contendo

álcool, logo após foram retiradas as sobras com um guardanapo;

2. Mergulhou-se a pinça metálica no frasco com álcool;

3. Logo após mergulhou-se a mesma pinça no frasco com o sal desconhecido 10;

4. Em seguida colocou-se a pinça, com o sal, sobre a chama do bico de bunsen;

5. Fizeram-se observações sobre os resultados obtidos.

Reações Químicas ou Fenômenos Químicos:

EXPERIMENTO 16

1. Colocou-se o NH4SCN no tubo de ensaio, com o auxilio da espátula e do vidro de relógio;

2. Em seguida colocou-se o Ba(OH)2.8H2O no mesmo tubo de ensaio;

3. Logo após tampou-se o tubo com o auxilio de uma toalha de papel enrolada;

4. O tubo foi agitado bastante para ser observado.

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EXPERIMENTO 17

1. Mergulhou-se um tubo de ensaio num frasco com glicerina;

2. Logo após mergulhou-se este tubo num outro frasco, contendo cristais de Iodo, de modo que

os cristais ficassem grudados no exterior do tubo de ensaio;

3. Em seguida adicionou-se no tubo de ensaio 3 ml de H2O, com o auxilio de uma pipeta e uma

pêra;

4. Depois, foram adicionadas ao tubo de ensaio 3 lentilhas de NaOH;

5. Por ultimo foram feitas observações sobre a reação, contra uma folha branda de papel.

EXPERIMENTO 18

1. Colocou-se uma lamina de zinco em um tubo de ensaio;

2. Em seguida adicionou-se 6 ml de CuSO4 20% no tubo de ensaio, com o auxilio de uma

pipeta e uma pêra;

3. Foram realizadas observações na reação.

EXPERIMENTO 19

1. Foi posto um fio de cobre dentro de um tubo de ensaio;

2. Em seguida adicionou-se 6 ml de AgNO3 ao tubo de ensaio, com o auxilio de uma pipeta eu

ma pêra;

3. Foi deixada a mistura em repouso para ser observada alguns minutos mais tarde.

19

EXPERIMENTO 20

1. Primeiro foram selecionados 6 tubos de ensaio e numerados de 1 a 6, com o auxilio de uma

caneta;

2. Colocou-se raspas de magnésio nos tubos de ensaio1 e 2;

3. Logo após colocou-se 3 ml de HCl no tubo 1, com o auxilio de uma pipeta e uma pêra,

depois disto observou-se o resultado da mistura;

4. Em seguida colocou-se 3 ml de H2SO4 no tubo 2. Este procedimento foi realizado na capela,

com o auxilio de uma pipeta e uma pêra, logo após foram realizadas observações na reação;

5. Posteriormente colocou-se Zinco em pó nos tubos 3 e 4, com o auxilio de uma espátula e um

vidro de relógio para evitar de derramar a substância na bancada;

6. Logo após ter colocado Zn em pó nos tubos 3 e 4, adicionou-se 3ml de HCl no tubo 3, com

o auxilio de uma pipeta e uma pêra de sucção, e foram realizadas observações na mistura;

7. No tubo 4 foi adicionado 3 ml de H2SO4, essa adição ocorreu dentro da capela, auxiliada

por uma pipeta e uma pêra de sucção, em seguida foram realizadas observações sobre a

reação;

8. Logo após adicionou-se aos tubos 5 e 6 pedaços de fio de cobre;

9. Em seguida adicionou-se 3 ml de HCl no tubo 5, com o auxilio de uma pipeta e uma pêra,

depois disto observou-se o resultado da mistura;

10. Finalmente adicionou-se 3 ml de H2SO4, essa adição ocorreu dentro da capela, auxiliada por

uma pipeta e uma pêra de sucção, em seguida foram realizadas observações referentes a

reação.

EXPERIMENTO 21

1. Adicionou-se 6 ml de solução de NaCl no tubo de ensaio, com o auxilio de uma pipeta e de

uma pêra de sucção;

2. Posteriormente adicionou-se lentamente 1 ml da solução deAgNO3 10% ao tubo de ensaio, e

observou-se o resultado.

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5.RESULTADOS E DISCUSSÃO

A terceira aula prática no laboratório iniciou com a apresentação das experiências a serem realizadas e uma breve explicação de porque as amostras seriam manuseadas com uma pinça de metal, e não com um fio de platina que seria ideal, mas estava em falta no laboratório que foi utilizado.

Logo em seguida iniciaram-se as experiências, que deixaram todos os alunos impressionados. Apesar de os instrumentos estarem contaminados, e de não termos todos os equipamentos necessários, os testes foram relativamente bem sucedidos.

Nos experimentos de 1 ao 9, já sabia-se quais eram as substâncias que estavam presentes, desta maneira o que se visava era se realmente pudessem ser identificadas as cores que os metais liberariam no momento em que liberavam calor.

Sendo assim pode-se perceber que nos experimentos 1 e 3 a cor que predominou por alguns instantes foi o verde. Apesar de conter na apostila que os elementos contendo Cobre deveriam apresentar a coloração azulada, encontrou-se por outras fontes que a coloração pode ser verde se o elemento for Cu(II), sendo assim, provavelmente esse era o elemento em questão. No caso do Bário já era esperada a coloração verde.

O experimento 2 que era constituído por KCl, detectou-se a coloração violeta, que conforme a apostila e outras fontes, era a esperada para o elemento Potássio.

Nos elementos conhecidos dos experimentos 4 e 7, CaSO4 e SrCl2 respectivamente, foi detectada a cor vermelha. Foi encontrado que os elementos que contém Cálcio deviam apresentar uma coloração do laranja para vermelho, essa coloração também pode ser descrita como vermelho-tijolo. Para o elemento Estrôncio essa era a cor desejada.

Já os experimentos 5 e 6 não obtiveram tanto sucesso quanto os anteriores. Segundo as fontes de pesquisa, compostos que contém o elemento Magnésio deveriam revelar uma chama branca brilhante, no entanto, o composto MgSO4 apresentou uma cor azulada. Da mesma for se deu com o composto Al2(SO4)3, apesar de não ter sido encontrado nenhum registro sobre a coloração a se apresentar com a presença do elemento Alumínio.

Nos compostos 8 e 9, foram detectadas as cores carmim e amarelo respectivamente. O carmim era esperado na presença do elemento Lítio, que se encontrava presente no composto LiCl, e a coloração amarela era esperada na presença de Sódio, elemento este que fazia parte do composto Na2CO3.

Das amostras desconhecidas obteve-se a coloração amarela nos experimentos 10 e 12. Estes compostos apresentavam a numeração 01 e 05 respectivamente, devido a coloração pressupõe-se que o metal que se encontra nas duas amostras é o Na (sódio).

No experimento 11 obteve-se a coloração vermelha, desta forma pressupõe-se que a amostra que continha o número 04 pode conter tanto o elemento Cálcio quanto Estrôncio, já que do resultado não foi possível distinguir com total certeza entre o vermelho e o vermelho tijolo.

Os compostos numerados como 08 e 10, apresentaram chama azul e violeta respectivamente. Desta forma pode-se afirmar que o experimento 13 apresentava o elemento Cobre. Enquanto o experimento número 15 provavelmente apresentava o elemento Potássio.

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Já o experimento de numero 14 apresentou a carmim, que significa a presença de lítio no composto.

No experimento 16 ouve a seguinte reação:

2NH4SCN + Ba(OH)2.8H2O Ba(SCN)2 + 2 NH3 + 8 H2O

Neste procedimento os dois compostos sólidos deram origem, após intensa agitação, a um líquido esbranquiçado e o tubo de ensaio ficou gelado. Isso se deu devido a grande quantidade de água liberada pela reação.

Com experimento 18 percebeu-se, contra uma folha de papel branca, que os cristais de Iodo liberaram uma fumaça rosada.

Já no experimento 19, percebeu-se que inicialmente a mistura ferveu, logo após percebeu-se que o zinco oxidou (escureceu), o tubo de ensaio ficou quente e o liquido no interior ficou cinza.

Zn + CuSO4 Cu + ZnSO4

O experimento número 20 apresentou a seguinte reação:

2AgNO3 + Cu Cu (NO3) 2 + 2 Ag

O fio de cobre começa a apresentar uma coloração prateada em alguns pontos. Esses pontos se desprendem do fio e começam a cair na forma sólida no fundo do tubo de ensaio. A prata se reduz e o cobre oxida. O líquido fica azul e libera cheiro desagradável.

Posteriormente foi observado o experimento 20, onde percebeu-se as seguintes ocorrências:

- Tubo 01: Como se o ácido limpasse as raspas. O solvente começa a fervilhar fragilizando a estrutura das raspas de magnésio, oxidando-as;

- Tubo 02: Reação exotérmica. As raspas de magnésio ficaram bem finas, o tubo aquece e o solvente torna-se escuro. O H2SO4 se torna denso, quase sólido no fundo do tubo;

- Tubo 03: grânulos ficam maiores e mais claros e o solvente fica límpido e libera bolhas no processo;

- Tubo 04: A reação do zinco com o ácido sulfúrico faz com que os grânulos de Zn se tornem menores e o H2SO4 encorpando, tornando mais espesso;

- Tubo 05: Não apresentou reação;

- Tubo 06: Não apresentou reação;

Os tubos 05 e 06 não apresentaram reação devido ao fato de que o sólido utilizado na reação é menos reativo que as soluções.

No ultimo procedimento, o de número 21, percebeu-se que a mistura se tornou bifásica e apresentou precipitação do sal, e seguiu a seguinte reação:

AgNO3 (aq) + NaCl (aq) AgCl (s) + NaNO3 (aq)

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6. CONCLUSÃO

Em relação aos testes de chama concluiu-se que:

1. Sempre que a amostra é conhecida, se torna fácil e segura a observação das cores, pois já se sabe qual é a coloração esperada;

2. Quando as amostras são desconhecidas, surgem muitas duvidas em relação ao metal existente na substância. Isso ocorre devido à semelhança das cores apresentadas por alguns dos metais analisados;

3. Se a pinça ou o bico de Bunsen estiver contaminado, se torna menos provável a correta conclusão em relação ao metal encontrado.

Nas experiências de reações químicas ou fenômenos químicos conclui-se que:

1. Um fenômeno químico ocorrido, alterará intimamente a composição dos reagentes envolvidos;

2. Reações entre ácido e carbono metálico, sempre liberarão gás; 3. As reações entre ácidos fortes e bases fortes sempre darão origem a um composto neutro; 4. Metais mais reativos deslocam metais menos reativos numa reação; 5. Metais mais reativos que o hidrogênio, o deslocam da maioria dos ácidos diluídos; 6. Nem todas as reações envolvem calor.

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7. BIBLIOGRAFIA

1. RUSSEL, J. B., Química Geral, McGraw Hill, 1982;

2. CHRISPINO, Alvaro. Manual de Química Experimental. Atica, São Paulo, 1994;

3. OLIVEIRA, Fausto Pinto. BISPO, Jurandir Gutierres. Química Básica Experimental. Icone, São Paulo, SP, 1998;

4. SILVA, Roberto Ribeiro. Introdução a química experimental. Mcgraw Hill, São Paulo, SP, 1990;

5. SIENKO, Michell l. e Plane Roberto A. Química . São Paulo Cia. Ed. Nacional 1977;

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8. ANEXOS Questionário Aula Pratica 3:

1. Explique o teste de chama: consiste na queima de um sal desconhecido e através da comparação

da cor emitida por essa queima e a tabela de cores liberada pelos metais, é possível se fazer a

identificação do sal

2. Ele se baseia em que modelo atômico?

No modelo atômico de Bohr.

3. Diga qual metal existente em cada amostra desconhecida:

Amostra desconhecida Cor Metal

01 Amarelo Sódio(Na)

04 Vermelho Estrôncio(Sr)

05 Amarelo Sódio (Na)

10 Violeta Potássio(K)

08 Azul Cobre(Cu)

09 Carmim Lítio(Li)

Questionário Aula Prática 4:

1. O sal de Epson, MgSO4.7H2O, é usado em solução aquosa para várias finalidades

medicinais, e o metanol, CH3OH, é um álcool combustível. Qual destes compostos é um

eletrólito e qual é um não-eletrólito?

MgSO4.7H2O= eletrólito

CH3OH= não-eletrólito

2. Diga se é provável que cada um dos compostos iônicos seguintes seja solúvel em água. Caso

o composto seja solúvel, liste os íons que existem em solução.

a) KCl solúvel, ânion: Cl- cátion: K+

b) MgCO3 solúvel ânion: CO32- cátion: Mg2+

c) MnO2 insolúvel na agua

d) CaI2 soluvel ânion: I- cátion: Ca2+

e) KNO3 solúvel ânion:NO3- cátion: K+

f) CaCl2 solúvel ânion: Cl- cátion:Ca2+

g) CuO insolúvel

h) NaCH3CO2 soluvel ânion: CH3CO2- cátion: Na+

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3. Um produto insolúvel é formado quando são misturadas soluções aquosas de cromato de

potássio e nitrato de prata? Se isso for verdade, escreva a equação equilibrada. Sim, produz, é

o cromato de prata (Ag2CrO4)

2 AgNO3 + K2CrO4 → Ag2CrO4 + 2 KNO3

4. Em quais dos casos ocorre uma reação de precipitação? Aquando a reação de precipitação

ocorrer, escreva a equação química equilibrada.

a) O carbonato de sódio é misturado com o cloreto de níquel II.

NiCl2(aq) + Na2CO3(aq) → NiCO3(s) + 2NaCl(aq)

b) O carbonato de cálcio é misturado com o nitrato de potássio.

Soluvel em água ambos dos produtos.

c) O cloreto de alumínio é misturado com o hidróxido de potássio.

AlCl3(aq) + 3KOH(aq) → Al(OH)3(s) + KCl(aq)

5. Escreva a equação iônica liquida, equilibrada, para a reação AgNO3 e CaCl2 formando

AgCl e Ca(NO3)2.

2 AgNO3(aq) + CaCl2(aq) → 2 AgCl(s) + Ca(NO3)2(aq)

6. Escreva as equações iônicas líquidas equilibradas para cada uma das reações seguintes:

a) BaCl2(aq) + Na2SO4(aq) → BaSO4 + 2NaCl(aq) b) Cloreto de ferro III é misturado com hidróxido de potássio dando hidróxido de ferro III e

cloreto de potássio.

FeCl3(aq) + 3KOH(aq) → Fe(OH)3(s) + 3KCl(aq) c) Mistura-se soluções de nitrato de chumbo II e de cloreto potássio de modo a se obter cloreto

de chumbo II e nitrato de potássio.

Pb(NO3)2(aq) + 2KCl(aq) → PbCl2(s) + 2KNO3(aq)

7. a) Que íons são produzidos quando o ácido perclórico se dissolve em água? HClO4→ H+ + -

ClO4

b) O hidróxido de bário não é muito solúvel em água. Porém, o pouco se dissolve está

dissociando. Que íons são produzidos?

BaOH→ Ba+ + OH-

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8. Para cada um dos compostos seguintes, indique se você espera uma solução ácida ou básica

quando o composto se dissolver em água.

a) SeO2 solução ácida

b) MgO solução básica

c) P4O10 solução ácida

9. Escreva a equação global equilibrada e a equação iônica líquida para a reação entre a

amônia aquosa e o ácido nítrico, para produzir o sal nitrato de amônia.

NH4OH(aq) + HNO3(aq) →NH4NO3(aq) + H2O(l) 10. Escreva a equação global equilibrada e a equação iônica líquida para a reação do

hidróxido de cálcio com o ácido acético.

Ca(OH)2(aq) + 2CH3COOH(aq) → Ca(CH3COO)2 + 2H2O

11. Escreva a equação equilibrada para a reação que ocorre quando o carbonato de níquel II

reage com o ácido sulfúrico.

NiCO3(aq) + H2SO4(aq) → NiSO4(aq) + H2O(l) + CO2(g) 12. a) Carbonato de bário é extensamente usado industrialmente. Escreva a equação

equilibrada que mostra o que acontece quando o carbonato de bário reage com o ácido

nítrico. Dê o nome de cada um dos compostos.

BaCO3 + 2HNO3 → Ba(NO3)2 + H2O+ CO2 Nitrato de bário, água e dióxido de carbono

b) Escreva a equação equilibrada para a reação do sulfato de amônio com o hidróxido de

sódio.

(NH4)2SO4(aq) + 2NaOH(aq) 2 NH3(g) + Na2SO4(aq) + 2 H2O(l)

13. Classifique cada uma das reações a seguir como sendo reação de precipitação, reação

ácido-base ou reação com desprendimento de gás. Faça a previsão dos produtos da reação

equilibre a reação completa:

a) CuCO3(s) + H2SO4(aq) → CuSO4(aq) + H2O(l) + CO2(g) desprendimento de gás

b) Ba(OH)2(s) + 2HNO3(aq) → Ba(NO3)2(aq) + H2O(l) ácido-base

c) ZnCl2(aq) + (NH4)2S(aq) → ZnS(s) + 2 ClNH4 precipitação

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14. Em cada uma das reações apresentadas a seguir, descubra qual o átomo que está sofrendo

uma mudança no numero de oxidação, identificando o agente de oxidação e o agente de

redução.

a) 5Fe-2(aq) + MnO4-(aq) + 8H+(aq) → 5Fe+3(aq) +Mn+2(aq) + 4H2O(l) Agente redutor: Ferro

Agente oxidante: Manganês

b) H2(g) + CuO(s) → Cu(s) + H2O(l) Agente redutor: hidrogênio

Agente oxidante: cobre

15. Descubra quais das seguintes reações são rações de oxidação-redução. Em cada caso

explique sua escolha e identifique os agentes oxidante e redutor:

a) NaOH(aq) + HNO3(aq) → NaNO3(aq) + H2O(l)

Não, pois o numero de oxidação não é alterado.

b) Cu(s) + Cl2(g) → CuCl2(s) Sim, pois antes os dois tinham nox 0, agora Cu tem nox -2 e Cl nox -1.

Agente redutor: cobre

Agente oxidante: cloro

c) Na2CO3(aq) + 2HClO4(aq) → CO2(g) + H2O(aq) + 2NaClO4(aq) Não, pois o numero de oxidação não é alterado.

d) 2S2O32-(aq) + I2(aq) → S4O62-(aq) + 2I-(aq)

Sim, Iodo muda de nox

Agente redutor: enxofre

Agente oxidante: iodo

16. Dê os produtos das reações abaixo e indique o produto insolúvel:

a) CuCl2(aq) + H2S(aq) → CuS(s) + 2HCl(aq) (CuS: insolúvel)

b) CaCl2(aq) + K2CO3(aq) → CaCO3(s) + 2KCl(aq) (CaCO3: insolúvel) c) AgNO3(aq) + NaI(aq) → AgI(s) +NaNO3(aq) (AgI: insolúvel)

17. Classifique as reações dos procedimentos 01 a 06 baseando-se em suas observações.

Reação 01: Endotérmica

Reação 02: Desprendimento de gás e exotérmica

Reação 03: Desprendimento de gás

Reação 04: Deslocamento envolvendo metais

Reação 05: Metais com ácidos diluídos

Reação 06: Formação de precipitado

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18. Quando ocorre uma reação de deslocamento envolvendo metais?

Quando o metal elementar for mais reativo que o metal que esta na molécula e eles são postos em

contato, ocorre o deslocamento, caso não, nada acontece.

19. Dê a ordem de reatividade dos metais.

Fr>Cs>Rb>K>Na>Li>Ra>Ba>Sr>Ca>Mg>Be>Al>Mn>Zn>Cr>Fe>Co>Ni>Sn>Pb>H>Cu>Hg>A

g>Au

20. O que são metais nobres?

São chamados metais nobres aqueles que não são atacados por ácidos ou sais, não se oxidam, são

raros na natureza e permanecem sempre puros.

21. Quando ocorre uma reação de deslocamento envolvendo ácidos diluídos?

Quando os metais são mais reativos que o hidrogênio.

22. Quem é o precipitado formado no procedimento 06?

Cloreto de prata (AgCl), insolúvel em água.

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