Texto 2 inteligencia se aprende entrevista feuerstein, Pesquisas de Dados Psicológicos. Universidade Federal de Goiás (UFG)
izabel_rezende
izabel_rezende14 de Agosto de 2016

Texto 2 inteligencia se aprende entrevista feuerstein, Pesquisas de Dados Psicológicos. Universidade Federal de Goiás (UFG)

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Inteligência se aprende Para o professor Reuven Feuerstein, qualquer pessoa pode aumentar sua capacidade intelectual e

mesmo crianças deficientes são capazes se tornar normais.

Por Gisele Vitória - Isto É

O professor romeno Reuven Feuerstein é um carismático. Aos 75 anos, arranca aplausos efusivos de diferentes platéias do mundo. Sua barba branca e espessa, a boina que lhe serve de kipá e o bom humor contagiante são adereços desse simpático senhor considerado o maior psicopedagogo da atualidade. Discípulo de Jean Piaget e de Carl Jung, Feuerstein esbanja otimismo quando o assunto em questão é inteligência e aprendizagem. Em sua teoria, difundida entre psicólogos e pedagogos do mundo inteiro, qualquer pessoa é capaz de elevar seu potencial de inteligência, seja qual for a sua idade ou problema. Em outras palavras, o método de Feuerstein ensina a ser inteligente. “Podemos contrariar o determinismo genético”, diz. Com seu programa psicopedagógico, Feuerstein já conseguiu mudar o destino de centenas de crianças, jovens e adultos com baixíssimos níveis de inteligência, ao longo de 40 anos de trabalho em Israel. Em Jerusalém, dirige o Centro Internacional de Desenvolvimento do Potencial de Aprendizagem, onde aplica o Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI) e seu método de psicodiagnóstico, o LPAD. Judeu praticante, ele conseguiu elevar a inteligência das crianças sobreviventes do holocausto e transformou diversos portadores de síndrome de Down em pessoas normais e capazes. Utilizando a mediação, foi capaz de ativar as mentes de milhares de crianças com barreiras de aprendizagem. “Mais importante do que saber é aprender como usar este saber”, afirma. Na sexta-feira 29, Feuerstein esteve pela primeira vez no Brasil para participar do Congresso Internacional de Psicologia da Educação, na PUC de Campinas. Arrancou novos aplausos de seus estudiosos, ávidos para aplicar o método nas escolas do País. Nos intervalos de sua conferência, ele falou a ISTOÉ.

ISTOÉ – O sr. costuma dizer que nada no ser humano está definitivamente escrito. É possível aprender a ser inteligente? Reuven Feuerstein – Sim. A inteligência é imprevisível e pode ser modificada. O se humano não é um objeto imutável. Não interessa se o jovem ou criança tem dificuldades, tem síndrome de Down, é autista ou cega. Se a criança não escreve, não lê, não conta, é preciso convencer os pais e os professores que isso pode ser mudado. Meu trabalho amplia o potencial de aprendizagem de um indivíduo, qualquer que seja a sua idade. Buscamos transformar a inteligência na sua estrutura mais significativa. Com nosso Programa de Enriquecimento Instrumental, ensinamos aos alunos a organizar e a usar a informação. Mais importante do que saber é aprender como usar este saber. ISTOÉ – Como funciona o seu método? Reuven Feuerstein – Não se trata de um instrumento para detectar o insucesso da criança, mas para identificar as suas áreas fortes. O programa engloba uma série de exercícios aplicados no ambiente da sala de aula. Dão os pré-requisitos para a organização do pensamento. É o que precisamos aprender para ter uma relação melhor com o mundo. Temos, por exemplo, testes nos quais o aluno liga vários pontos com o objetivo de formar figuras geométricas. Mas transferimos esse exercício para a sua realidade. Na verdade, a criança não está apenas juntando pontos, mas fatos e conhecimentos. Com o auxílio de um mediador, terá de explicar por que estará formando aquela figura, o que a fez pensar que aqueles pontos formam um quadrado, por que está ligando o ponto A e B e não o C. em todos os testes o aluno tem de usar o conhecimento, que são as muletas do pensamento. ISTOÉ – Os adultos podem se tornar mais inteligentes? Reuven Feuerstein – Podemos promover transformações espantosas em adultos com dificuldades de aprendizagem e bloqueios culturais. O princípio básico de minha teoria é que o indivíduo tem a opção de ser modificado apesar de sua idade. Uma moça de 34 anos chegou ao instituto sem saber ler e escrever. Hoje, cinco anos depois, é minha assistente no curso. Indústrias nos EUA, na Itália, na França e em Israel dão aos seus empregados treinamentos baseados no meu programa. As empresas querem aumentar a capacidade de seus empregados para se adaptar melhor às mudanças tecnológicas. Em Portugal, o Programa de Enriquecimento Instrumental é aplicado em escolas e indústrias. Lá, empresas como a Motorola, a Pirelli, a Peugeot, a Renault e a Fiat estão usando meu programa para ensinar novas tecnologias a seus empregados. ISTOÉ – Uma criança pode elevar seu coeficiente de inteligência? Reuven Feuerstein – Podemos contrariar o determinismo genético. Os cromossomos não têm a última palavra. Trabalho com meninos com síndrome de Down que fazem coisas muitos importantes. Essas crianças em 1969 foram classificadas pela Enciclopédia Britânica como monstros. Um de nossos alunos escreveu um Best seller nos Estados Unidos e é ator de teatro. Outra é professora de Matemática em Pittsburg. Um terceiro que não podia falar aos 12 anos, é pintor reconhecido em Israel. Aos 23 anos, pinta belissimamente. Considero-o um gênio. Sua língua foi operada para ser mais maleável. Os traços da doença foram retirados com a operação plástica e ele leva uma vida normal, depois de 11 anos de aprendizagem. Meu neto nasceu com síndrome de Down e, hoje, aos cinco anos e meio, possui um vocabulário equivalente ao de um menino de sete anos. Se não podemos mudar os cromossomos, temos que lutar contra eles. As crianças normais, sem nenhum impedimento genético ou orgânico, definitivamente podem desenvolver-se muito mais. ISTOÉ – Em quanto tempo o Sr. Começa a reverter as dificuldades de aprendizagem de uma pessoa?

Reuven Feuerstein – O tratamento pode levar de dois a dez anos, dependendo do problema da criança. Primeiro, tenho de estudar sua capacidade de mudar. É necessário identificarmos quais são os sinais adormecidos, o restante do iceberg que não é visível. ISTOÉ – Quando começou a aplicar seu programa? Reuven Feuerstein – Durante a Segunda Guerra, vivi um ano em campos de concentração e depois em prisões nazistas. A guerra acabou e me dediquei às crianças sobreviventes do holocausto. Elas foram para Israel depois de passarem três anos, quatro anos nos campos de concentração. Seus pais haviam morrido nas câmaras de gás. Algumas chegaram a Israel como esqueletos, eram totalmente analfabetos aos oito, nove anos de idade. Não podia aceitar que fossem retardadas ou idiotas. Passei mais de sete anos trabalhando com essas crianças. Não conseguiam organizar o pensamento nem suas ações. Uma noite, em Jerusalém, um dos meninos, com oito anos, deitou-se ao meu lado e então começamos a ler filosofia juntos. A mudança era possível. Hoje essas crianças tornaram-se homens e mulheres inteligentes e dignos. ISTOÉ – Quais crianças seu instituto atende hoje? Reuven Feuerstein – O programa é utilizado por centenas de milhares de crianças em todo o mundo. Em Israel, atendemos 35 mil crianças. Cerca de 400 crianças e jovens estão em tratamento permanente. ISTOÉ – O sr. Acha que as escolas ensinam as pessoas a ser inteligentes? Reuven Feuerstein – Infelizmente, as escolas partem do seguinte pressuposto: ou as crianças já são inteligentes e aprendem sozinhas ou não são inteligentes. Se elas não demonstram inteligência não há nada a fazer. Segundo Piaget, se a criança não atingiu a estrutura de desenvolvimento mental, não adianta estudar porque não vai aprender. Em função disso as escolas não são orientadas a mudar o destino da criança. ISTOÉ – Então o sr., discípulo de Piaget, fez uma crítica a sua teoria? Reuven Feuerstein – Sim, absolutamente. Ao contrário do que dizia Piaget, as crianças podem ser conduzidas a aumentar o potencial de inteligência, mesmo que não tenham atingido o nível de desenvolvimento ideal. Piaget considerava a inteligência como um produto da maturidade biológica do ser humano combinada com a sua interação ao ambiente. Em minha tória, o mais importante é o processo de aprendizagem mediado por um educador. ISTOÉ – Seus admiradores dizem que é o sucessor de Piaget. Reuven Feuerstein – Não sou sucessor de Piaget. Sou seu estudioso. Fui seu discípulo. ISTOÉ – Qual o grande diferencial de seu método em relação aos demais programas de aprendizagem? Reuven Feuerstein – É a figura do mediado, aquele que intervirá, que induzirá a análise, a dedução e a percepção. O educador é uma peça chave. Ele transmitirá os valores, as motivações e as estratégias. Ajudará a interpretar a vida. Nós, os educadores, estamos mais em jogo do que as crianças e os jovens. Se não formos capazes de ensinar, será impossível aprender. Com esse método potencializamos o professor para que ele mude o destino do aluno. O professor passa a acreditar que tem capacidade de modificar aquela criança. Passa a ver com maior clareza o que precisa ser corrigido. ISTOÉ – Já há escolas no Brasil que aplicam seu método? Reuven Feuerstein – Tenho informações de uma escola pública em Santa Catarina. Em São Paulo, a psicopedagoga Edith Rubistein aplica o método em sua clínica. ISTOÉ – Aqui milhares de crianças não freqüentam escola e o ensino público enfrenta uma situação caótica. Falta estrutura, os salários dos professores são baixíssimos e há muito despreparo entre os educadores. Essas crianças têm alguma chance? Reuven Feuerstein – Devo dizer que vejo o Brasil como um país com enorme potencial. Não conheço bem a situação aqui, mas é muito importante crer que a inteligência pode ser modificada. Essa preocupação deve existir entre os adultos para que as crianças se desenvolvam. Um país deve ter um compromisso com a educação. Se não existe esse comprometimento, certamente é uma pena. Se a capacidade de inteligência pode ser expandida, é um direito do indivíduo se desenvolver de acordo com seu potencial. O governo tem obrigação de dar condições para esse indivíduo se desenvolver. É um compromisso com os jovens. ISTOÉ – O sr. diria que as escolas no Brasil precisam mais de um orçamento do que de um novo método de aprendizagem? Reuven Feuerstein – Bem, conheço países que têm muito dinheiro e que, no entanto, fazem muito pouco pela educação. Claro, o dinheiro é que vai ajudar as escolas a ter um bom método d ensino. Mas dinheiro não é suficiente. É preciso ter método. ISTOÉ – Num momento em que o ensino básico do País aparece nas estatísticas da UNICEF como o pior do mundo comparado às suas potencialidades, o sr. concorda que muitas mentes infantis estão sendo desperdiçadas? Reuven Feuerstein – Muitas. Diria que milhões, quem sabe gênios estão sendo desperdiçados. Milhões de crianças perdem muito de suas potencialidades, de suas capacidades, por causa da péssima educação. ISTOÉ – O que o sr. acha dos testes que medem a inteligência? Reuven Feuerstein – Afirmar que um Q.I. acima de 100 é superior ao normal ou que abaixo de 50 é inferior é uma visão de que a inteligência tem uma forma fixa e imutável. Será que o ser humano é previsível? Seu futuro já está escrito? O Q.I. é apenas uma fotografia num dado momento. Caracterizar as crianças assim é algo que pode pôr em risco o futuro do ser humano. ISTOÉ – Mas o Q.I. é visto como um termômetro da inteligência. É um conceito muito difundido e bastante aplicado. Reuven Feuerstein – A inteligência não é objeto. É um poder. Não se mede. Temos de avaliá-la com uma visão dinâmica. Do contrário, seria como medir o comprimento de uma mesa, que nunca deixará de ter a mesma metragem. ISTOÉ – O sr. concorda que há pessoas que nascem mais inteligentes que outras?

Reuven Feuerstein – Não há dúvida de que há diferença entre pessoas. Não posso comparar pessoas, elas não são padronizadas, mas o indivíduo tem dois pontos de desenvolvimento. O primeiro é o desenvolvimento biológico, um conjunto de células que se interagem. Esse indivíduo cresce e se desenvolve como pessoa. Outro ponto é a interação desse indivíduo com o meio ambiente. Se um menino vive sozinho, não vai aprender nada. Um indivíduo nunca poderia ser inteligente se não lhe fosse transmitida a cultura através de gerações. A humanidade só existe porque houve um processo de mediação ao longo da sua história. ISTOÉ – É possível descobrir gênios escondidos atrás de crianças com dificuldades de aprendizagem? Reuven Feuerstein – Um gênio não se descobre. Um gênio é feito. Através de um instrumento adequado, é possível tornar pessoas inteligentíssimas. Não falo dos gênios que nascem assim e que são muito superiores, mas de muitas pessoas com capacidades não desenvolvidas e que através de meu método podem tornar-se muito eficientes e TR uma inteligência bem superior em várias áreas. Cito um jovem de 14 anos que não podia ler nem escrever, antes de chegar ao instituto. Hoje é alguém que trabalha num nível muito elevado no campo da matemática. ISTOÉ – O sr. pode fazer gênios? Reuven Feuerstein – Há pessoas que são gênios e que jamais descobrirão isso. Talvez morram sem saber. Se o gênio não tiver um bom mediador, não desenvolverá suas habilidades. Muitas pessoas estudam os gênios, mas eu particularmente não tenho interesse neles. Estou interessado na condição normal das pessoas. Ainda assim alguns de meus alunos são conhecidos em Israel como os gênios do doutor Feuerstein. ISTOÉ – Crianças com alto padrão de vida têm ótimos professores, mas muitas vezes têm dificuldades de aprender. Por quê? Reuven Feuerstein – A privação cultural é um fenômeno que se observa em todos os níveis socioeconômicos, em famílias, com níveis de instrução diferentes. Eu conheço o caso de um jovem de condição socioeconômica muito favorecida, que havia viajado o mundo inteiro, mas não havia aprendido nada nessas viagens. A família não havia exercido uma boa mediação com ele. Deus faz os seres iguais e mesmo crianças que têm superdotação podem não ter suas habilidades desenvolvidas porque não sofreram mediação. ISTOÉ – Quando o sr. acha que uma criança está pronta para usar toda sua inteligência? Reuven Feuerstein – Nunca. Ela pode sempre se tornar melhor. Você nunca pode dizer: essa criança é 100%. Todo o tempo as pessoas são capazes de se superar. Eu mesmo ainda estou tentando melhorar. Fonte: Revista Isto É – Ano 1993.

29/04/2014

Inteligência se aprende? Palestra reúne cerca de 100 interessados em descobrir a resposta no Senac Consolação É possível desenvolver o potencial de inteligência? A provocação foi o tema central da palestra Inteligência se Aprende?, realizada em 26 de abril, no Senac Consolação. A ação integra o ciclo de discussões sobre educação intitulado Sala de Educadores, que percorre diversas unidades da rede Senac São Paulo até 24 de novembro.

"O ser humano não é um objeto imutável. A inteligência segue o fluxo da vida, portanto, é plástica, dinâmica, passível de ser desenvolvida e compreendida como um processo", diz a palestrante e docente da unidade Consolação Teresa Margarida Pereira Carneiro, que confirma: "sim, a inteligência se aprende, desde que desenvolvamos as ferramentas, chamadas funções cognitivas, que dão base aos raciocínios lógicos".

Na ocasião, a profissional falou aos aproximadamente 100 participantes sobre os aspectos de uma

interação entre quem ensina e quem aprende e qual o efeito que isso provoca. "Há muito tempo, foi entendido que a inteligência era algo fixo e imutável. Com a introdução da neurociência, esse conceito vem se modificando e mostrando que podemos ampliar nosso potencial de inteligência por meio de interações", afirma.

Teorias de Feuerstein Os conceitos foram trabalhados com base na Teoria da Modificabilidade Cognitiva, de Reuven Feuerstein, que acredita que todos podem se desenvolver apesar do nível ou grau de dificuldade que se apresenta, desde que haja interação e mediação daquele que ensina com aquele que aprende. "A experiência de aprendizagem mediada amplia o potencial de aprendizagem de um indivíduo, qualquer que seja sua idade. Essa mediação só pode ser feita pelo ser humano, pois ela é sinônimo de interação e raciocínio", complementa Teresa.

Seguindo essa linha, a metolodogia de Feuerstein propõe exercícios cognitivos por meio de desafios e provocações. "Não temos que dar as coisas prontas, o aluno precisa se sentir curioso para buscar as respostas. A curiosidade é a ferramenta para aguçar o saber", diz Teresa. Esses exercícios ativam o processo de raciocínio e propiciam a produção de novos conhecimentos, que são aplicados em situações diversas promovendo a transcendência entre os pontos.

Dessa forma, a aprendizagem torna-se significativa, ou seja, os novos conhecimentos que se adquirem relacionam-se com o conhecimento prévio que o estudante possui. Isso promove a ampliação do campo mental e favorece a adaptação a novas situações, gerando flexibilidade mental e desenvolvimento cognitivo acrescido, segundo o método.

Outro conceito de Feuerstein é a Síndrome de Privação Cultural, provocada devido a fatores externos ao sujeito, ou seja, ausência de interações com outro ser humano que permitam desenvolver suas funções cognitivas, que acarretam em consequências como dificuldade de análise e baixas aspirações escolares.

"Cada um tem uma forma de aprendizagem, que tem muito a ver com o meio. Se eu já nasço com a capacidade para aprender, eu já nasço inteligente. À medida que eu vou interagindo com esse meio eu vou adquirindo mais experiências que me fazem ampliar meu campo de atuação por meio da interação", explana Teresa.

Parceria O Senac São Paulo é um centro de treinamento autorizado pelo Instituto Feuerstein que oferece cursos que abordam a prática da Modificabilidade Cognitiva Estrutural e a Experiência de Aprendizagem Mediada, bem como o uso e a intervenção cognitiva com o Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI), fundamentos desenvolvidos pelo professor Reuven Feuerstein, psicólogo e educador romeno.

http://www.sp.senac.br/

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