Trabalho sobre manejo de ave de postura, Pesquisas de zootecnia. Universidade de Taubaté (Unitau)
soraia-primon
soraia-primon

Trabalho sobre manejo de ave de postura, Pesquisas de zootecnia. Universidade de Taubaté (Unitau)

3 páginas
14Número de visitas
Descrição
informações sobre manejo de ave de postura
20 pontos
Pontos de download necessários para baixar
este documento
Baixar o documento
Pré-visualização3 páginas / 3
Baixar o documento

1. INTRODUÇÃO

A avicultura colonial é um sistema de produção que preserva o bem estar das aves, com a conseqüente estimulação do sistema imunológico, diminuindo ou eliminando a necessidade de medicamentos quimioterápicos. A alimentação é baseada exclusivamente em produtos de origem vegetal, sendo proibido o uso de promotores de crescimento e ingredientes de origem animal (farinhas de sangue, penas, etc.). Os frangos e ovos coloniais são produzidos obedecendo a legislação federal (Ofício circular DOI/DIPOA nº 007/99, O.C. DIPOA Nº 60/99). No sistema colonial as aves são criadas em confinamento, aproximadamente até os 28 dias de vida e soltas em piquetes após este período. A diferença entre o manejo colonial e o convencional ocorre principalmente após este período, quando as aves terão livre acesso, durante o dia, a um piquete ao redor do aviário, onde terão pasto, sombra e espaço para caminhar livremente. Isto proporciona maior bem estar aos animais, diminuindo o nível de tensão e o risco de doenças. O frango colonial apresenta características sensoriais diferenciadas do frango convencional, No caso dos ovos a cor amarelada intensa, resultado da diversificação da alimentação (pastagens) é outra característica positiva procurada pelos consumidores. A ração utilizada para alimentação das aves é constituída exclusivamente por produtos de origem vegetal, sendo proibidos os aditivos e promotores de crescimento, bem como ingredientes de origem animal. O sistema de produção do frango colonial obedece legislação do Ministério da Agricultura. Esse sistema possibilita o aproveitamento de alimentos alternativos como pastagens, grãos, hortaliças, frutas e tubérculos, que complementarão a ração e diminuirão os custos com alimentação.

A utilização de resíduos de culturas, como raízes e folhas de batata-doce ou mandioca, podem representar uma economia substancial no custo de rações, gerando também benefícios ambientais pela menor emissão de carbono. O fornecimento destes alimentos diversificados, bem como o manejo preconizado contribuem para melhor qualidade do produto final. As linhagens utilizadas são linhagens rústicas e bem adaptadas ao sistema de produção colonial, sendo originárias da Embrapa Suínos e Aves e com fornecimento de pintos pelo Conjunto Agrotécnico Visconde da Graça em Pelotas (CAVG/UFPel). Para produção de ovos utiliza-se a linhagem Embrapa 051, que produz ovos de casca castanha, com cerca de 280 - 300 ovos até a 80ª semana.

2. RAÇAS

(pesquisar sobre as raças)

3. EMBRAPA 051

Galinha híbrida, semi-pesada, para criação semi-intensiva, com boa capacidade de produção de ovos de casca marrom. Iniciam postura com 1,900 Kg às 21 semanas e produzem até 80 semanas de idade. Os animais são provenientes de linhas genéticas da Embrapa, livres de Salmonela e Mycoplasma. A poedeira Embrapa 051 apresenta plumagem marrom intenso e tem ótima viabilidade, longevidade e rusticidade. Possui

potencial para produzir 300 ovos durante o ciclo produtivo. O pico de produção de 88% é alcançado às 30 semanas de idade, o peso dos ovos é superior a 56g. O consumo médio de ração durante o período de produção é de 114g/ave/dia. Ao final do período produtivo o peso corporal das aves é de aproximadamente 2,820 kg o que permite um ótimo aproveitamento para o consumo da carne.

Até o momento nenhum comentário
Baixar o documento