Eletromagnetismo capítulo 3, Exercises of Physics

Notas de eletromagnetismo detalhadas

Typology: Exercises

2017/2018

Uploaded on 11/10/2018

pedro-antonio-19
pedro-antonio-19 🇧🇷

5

(1)

3 documents

1 / 27

Toggle sidebar

This page cannot be seen from the preview

Don't miss anything!

bg1
Eletromagnetismo IProf. Dr. Cláudio S. Sartori - CAPÍTULO III - 1
1
Lei de Gauss
A Lei de Gauss:
Para compreendermos a Lei de Gauss,
precisamos entender o significado de fluxo elétrico.
A Lei de Gauss está centralizada no que
chamamos hipoteticamente de superfície gaussiana.
Esta superfície pode ser formada com a forma que
quisermos, porém é adequada aquela que apresentar as
devidas simetrias que o problema se apresenta. Por
exemplo, uma carga pontual possui linhas de força
distribuídas esfericamente; então a superfície
gaussiana mais adequada é uma esférica.
Fluxo:
Definimos como fluxo de um vetor v através
de uma superfície de área A o produto:
θ
cos. vAAv ==Ψ
G
G
Ou seja, se pega a componente paralela do
vetor v ao vetor normal à superfície A e multiplica-se
pela área A. Para definirmos o fluxo de um campo
elétrico, consideramos uma área A que representa uma
superfície gaussiana, sendo atravessada pelas linhas de
campo elétrico. Definimos por:
i
S
QSdD == ∫∫ G
G
ψ
Ou
0
ε
i
S
Q
SdE =
∫∫ G
G
ED
G
G
0
ε
=
(Para o espaço livre).
Figura 1 – Fluxo através de uma superfície Gaussiana.
O círculo na integração representa que a
integral deve ser feita sobre a superfície gaussiana
fechada.
A Lei de Gauss relaciona o fluxo do campo
elétrico por uma superfície fechada com uma
distribuição de cargas que estão envolvidas por essa
superfície:
=0
.
ε
q
AdE
G
G
Note que a carga q é a soma de todas as cargas,
positivas e negativas, interiores à superfície gaussiana.
A Lei de Gauss permite provar um importante
teorema sobre condutores isolados:
Se um excesso de carga é colocado em um
condutor isolado, a carga irá se mover inteiramente
sobre a superfície do condutor, nenhuma carga irá se
encontrar no interior do corpo de um condutor.
Teorema da Divergência
(Teorema Gauss):
Seja
zzyyxx azyxFazyxFazyxFF ˆ
),,(
ˆ
),,(
ˆ
),,( ++=
G
Seja
S uma superfície contida numa região B, na qual as
derivadas parciais de Fx, Fy e Fz são contínuas e V uma
região limitada por B. Se aé um vetor normal exterior
à S, então:
n
ˆ
dVFdSaF
VS
n∫∫∫∫∫ = GG
G
ˆ
ou
dVFSdF
VS ∫∫∫∫∫ = GG
G
G
Aplicando o Teorema de Gauss:
dVDSdD
VS ∫∫∫∫∫ = GG
G
G
Como, da Lei de Gauss:
i
S
QSdD == ∫∫ G
G
ψ
E para uma distribuição volumétrica de carga:
dVQ
V
vi ∫∫∫
=
ρ
Observe que:
dVdVDSdD
v
v
VS ∫∫∫∫∫∫∫∫ ==
ρ
G
G
G
G
v
D
ρ
=
G
G
Exemplo 1 - Campo elétrico de uma carga
puntiforme: Imagine um superfície esférica que englobe
uma carga pontual q. Então:
2
4
1
2
0
00
4. r
q
ErE
Q
SdE q
i
S
πεε
π
ε
===
∫∫
G
G
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b

Partial preview of the text

Download Eletromagnetismo capítulo 3 and more Exercises Physics in PDF only on Docsity!

A Lei de Gauss:

Para compreendermos a Lei de Gauss,

precisamos entender o significado de fluxo elétrico.

A Lei de Gauss está centralizada no que

chamamos hipoteticamente de superfície gaussiana.

Esta superfície pode ser formada com a forma que

quisermos, porém é adequada aquela que apresentar as

devidas simetrias que o problema se apresenta. Por

exemplo, uma carga pontual possui linhas de força

distribuídas esfericamente; então a superfície

gaussiana mais adequada é uma esférica.

™ Fluxo:

Definimos como fluxo de um vetor v através

de uma superfície de área A o produto:

Ψ = v. A = vA cos θ

GG

Ou seja, se pega a componente paralela do

vetor v ao vetor normal à superfície A e multiplica-se

pela área A. Para definirmos o fluxo de um campo

elétrico, consideramos uma área A que representa uma

superfície gaussiana, sendo atravessada pelas linhas de

campo elétrico. Definimos por:

i S

= (^) ∫∫ DdS = Q

G G

Ou

i

S

Q

∫∫ E^ ⋅ dS =

G G

D E

G G

(Para o espaço livre). Figura 1 – Fluxo através de uma superfície Gaussiana.

O círculo na integração representa que a

integral deve ser feita sobre a superfície gaussiana

fechada.

A Lei de Gauss relaciona o fluxo do campo elétrico por uma superfície fechada com uma distribuição de cargas que estão envolvidas por essa superfície:

∫. =^ ε 0

q E dA

G G

Note que a carga q é a soma de todas as cargas, positivas e negativas, interiores à superfície gaussiana. A Lei de Gauss permite provar um importante teorema sobre condutores isolados: Se um excesso de carga é colocado em um condutor isolado, a carga irá se mover inteiramente sobre a superfície do condutor, nenhuma carga irá se encontrar no interior do corpo de um condutor.

™ Teorema da Divergência (Teorema Gauss): Seja

F = Fx ( x , y , z ) a ˆ x + Fy ( x , y , z ) a ˆ y + Fz ( x , y , z ) a ˆ z

G

Seja

S uma superfície contida numa região B , na qual as derivadas parciais de F x , Fy e Fz são contínuas e V uma

região limitada por B. Se a é um vetor normal exterior

à S , então:

ˆ n

F adS F dV S V

∫∫ ⋅^ n^ =∫∫∫∇⋅

G G G

ou

F dS F dV S V

∫∫ ⋅^ = ∫∫∫∇⋅

G G G G

Aplicando o Teorema de Gauss:

D dS D dV S V

∫∫ ⋅^ = ∫∫∫∇⋅

G G G G

Como, da Lei de Gauss:

i S

= (^) ∫∫ DdS = Q

G G

E para uma distribuição volumétrica de carga:

Q dV V

i =∫∫∫ρ v

Observe que:

D dS DdV dV v

v S V

∫∫ ⋅ =∫∫∫∇⋅ = ∫∫∫ρ

G G G G

∇ ⋅ D = ρ v

G G

Exemplo 1 - Campo elétrico de uma carga puntiforme: Imagine um superfície esférica que englobe uma carga pontual q. Então:

(^42)

(^21)

0

0 0

r

q E r E

Q

E dS

i q

S

∫∫

G G

Figura 2 – Superfície Gaussiana esférica para calcular o campo elétrico de uma carga puntiforme.

Exemplo 2 - Campo de um condutor plano

infinito de densidade de carga superficial rs:

Figura 3 – Superfície Gaussiana cilíndrica para o cálculo do campo de um plano carregado.

Escolhendo uma superfície gaussiana

cilíndrica, a carga q está na superfície do condutor:

Note que o campo elétrico possui sentido divergente.

Então, aplicando a Lei de Gauss:

0

. ( ).( ) ε

q

S

∫∫ E^ ⋅ dS = EA +− EA =

G G

2 ε 0

ρ (^) S

E =

Exemplo 3 - Campo elétrico de um fio

infinito de densidade de carga linear ρ L.

Nesse caso, a superfície gaussiana adequada é

um cilindro de raio r qualquer:

Figura 4 – Superfície Gaussiana cilíndrica envolvendo o fio com densidade de carga linear.λ=rL.

r

L

ρ

ρ ε πε

ρ

E dS Qi E L L^ L E^ L S

0 2 0

1

0

∫∫

G G

Exemplo 4 - Esfera condutora de raio R carregada com carga elétrica Q na superfície: No seu interior o campo é nulo; para r > R podemos imaginar que a superfície esférica gaussiana engloba uma carga elétrica puntiforme Q : Figura 5 – Superfície Gaussiana esférica envolvendo uma casca esférica de raio R

E

r R Q

r

r R

1 4 0 2

, se

πε se

Exemplo 5 - Distribuição esférica de raio R de carga elétrica Q com densidade volumétrica rv: Devemos imaginar duas superfícies gaussianas, de raios r > R e r < R :

( d ) Capacitor de placas paralelas com

densidades iguais e diferentes nas placas.

Exemplo 6 (e 3.1 – Hayt pg. 34) Dada uma carga pontual de 60μC, localizada

na origem, determine o fluxo elétrico total que passa

através:

( a ) da porção de uma esfera limitada de r =

26 cm limitada por 0 < θ < π/2 e 0 < φ < π/2.

( b ) a superfície fechada definida por ρ = 26

cm e z = ± 26 cm.

( c ) do plano z = 26 cm.

Solução:

i S

= (^) ∫∫ DdS = Q

G G

Ou

i

S

Q

∫∫ E^ ⋅ dS =

G G

( a ) da porção de uma esfera limitada de r =

26 cm limitada por 0 < θ < π/2 e 0 < φ < π/2.

2 2 2 2 0 0

r r S

Q

D dS a r sen d d a r

π π

ψ θ θ φ π

= (^) ∫∫ ⋅ = (^) ∫ ∫ ⋅

G G 

w

2 2

Q

sen d d

π π

ψ θ θ φ π

= (^) ∫ ∫

2 2 [ cos ] [ ] 0 0 4

Q^ π^ π ψ θ φ π

[ cos 2 ( cos 0)][ 2 0] 4

Q π π ψ π

2

Q Q

ψ^ π μ μ C π

( b ) a superfície fechada definida por ρ = 26 cm e z = ± 26 cm.

i s L T (^) i Ts

L T T S S S S

ψ = (^) ∫∫ D dS ⋅ = (^) ∫∫ D dS ⋅ + (^) ∫∫ D dS ⋅ (^) ∫∫ D dS

G G^ G G^ G G^ G G

w w w w

dS L = ρ φ d dza^ ˆ ρ

G

Ts z

dS = ρ d ρ φ d a

G

dST (^) i = ρ d ρ φ d (^) ( − a ˆ z )

G

2

r

Q

D a π r

G

2

2

2

2 0

L

L L

L r S

Q

D dS a d dza r

π ρ φ ρ π

∫∫ ∫ ∫

G G

w

2

2

2

2 0

L

L L

L r S

Q

D dS a a d dz r

π

ρ

ρ φ π

∫∫ ⋅^ =^ ∫ ∫ ⋅

G^ G

w

a sen a sen sen a a ˆ ˆ (^) r cos ˆ (^) x ˆ y cos z [ ] ( )

2 (^2 ) 0 2 2 2 3 2 sec 4 L

L

L S L

Q

D dS d tg

π ρ φ ρ θ θ π (^) ρ θ ρ

∫∫ ∫

G^ G

w

a ˆ^ ρ= cos φ a ˆ x + sen φ a^ ˆ y

ar ⋅ a ρ= sen θ cos φ + sen sen θ φ

( )

ara (^) ρ= sen θ cos φ + sen φ

a^ ˆ^ r ⋅ a ˆ ρ= sen θ

Observe da figura que:

z ρ

z θ r

G

r

y φ ρ

x

sen r

ρ θ =

2 2 r = x + y + z

2

2 2 ρ = x + y

2 2

r = ρ + z

Então:

a^ ˆ^ r a ˆ r

ρ

ρ ⋅ =

Substituindo, teremos: 2

2

2

2 (^40)

L

L L

L S

Q

D dS d dz r r

π ρ ρ φ π

∫∫ ⋅^ = ∫ ∫

G G

w

2

2

2 2

3 (^40)

L

L L

L S

Q

D dS d dz r

π ρ φ π

∫∫ ⋅^ = ∫ ∫

G G

w

(^2 )

3 L^40

L

L S L

Q

D dS d dz r

π ρ φ π

∫∫ ∫ ∫

G G

w

( )

(^2 )

2 2 3 2 L^40

L

L S L

Q

D dS d dz z

π ρ φ π ρ

∫∫ ∫ ∫

G G

w

Chamando: 2

z = ρ tg θ ⇔ dz =ρsec θ d θ

( )

3 2 (^2 3 2) 3 2s (^4 ) L

L

L S L

Q

D dS d tg

ρ π ec θ θ π (^) ρ θ

∫∫ ∫

G G

w

2 3

2 sec 4 sec L

L

L S L

Q

D dS π θ θ d π θ

∫∫ ⋅^ = ∫

G G

w

2 sec L

L

L S L

Q

D dS d θ θ

∫∫ ⋅^ = ∫

G^ G

w

cos 2 L

L

L S L

Q

D dS θ d θ

∫∫ ⋅^ = ∫

G G

w

L

L S

Q

D dS sen θ π

∫∫

G G

w

Como: 2 2 1

tg z sen tg z

2

θ θ θ ρ

2 2

L

z

L S (^) z

Q z D dS z ρ

=

=−

∫∫

G G

w

2 2 2 2

L

L S

Q

D dS

⎝ +^ + ⎠

∫∫

G G

w

L

L S

Q

D dS

∫∫

G G

w

L

L S

Q

∫∫ D dS ⋅^ =

G G

w

L^2

L S

Q

∫∫ D dS ⋅^ =

G G

w

2

2 0 0

s 4 Ts

R

T r z S

Q

D dS a a d d r

π ρ ρ φ π

∫∫ ⋅^ =^ ∫ ∫ ⋅

G G

w

Observe da figura que:

ˆ (^) r ˆ (^) z cos

z a a r

⋅ = θ=

2

2 0 0

s 4 Ts

R

T S

Q z D dS d d r r

π ρ ρ φ π

∫∫ ⋅^ = ∫ ∫

G G

w

( )

2

2 2 3 2 (^40 )

s Ts

R

T S

Q z D dS d d z

π ρ ρ φ π (^) ρ

∫∫ ∫ ∫

G^ G

w

( a ) uma carga pontual QA = 55 mC em Q (-2,

3, -6).

2

A R

P A

Q a D π r r

G

G G

rA ′ = − 2 a^ ˆ^ (^) x + 3 a ˆ y − 6 ˆ

G

az

rP = 2 a ˆ^ x − 3 a ˆ y + 6 a^ ˆ z

G

ˆ R P

P P

r r a r r

−^ ′

G G

G G

4 ˆ^6 ˆ^12 ˆ^14 14

x y z R x x y z

a a a a a a a a

a ˆ (^) y + a ˆ z

2

x y z

m D a a a

G

6.38 ˆ 9.57 ˆ 19.14 ˆ ( 2 )

C D ax a (^) y az (^) m

μ = − +

G

( b ) uma linha de cargas uniforme de ρ LB = 20

mC/m no eixo x.

ˆ

L a D

G

( )

(^2 ) ρ = − 3 + 6 = 45

a (^) ρ = − a y + a ˆ z

a y az m D

G

y z

m D a

G

a

2 212 ˆ^ y 424 ˆ z

C

D a a m

G

( c ) uma densidade superficial de carga de ρ SC

= 120 μC/m^2 no plano z = -5m.

S D aN

G

D aZ

G

60 ˆ ( 2 )

C D aZ (^) m

μ

G

Exemplo 8 (e 3.3 – Hayt pg. 36)

Dada a densidade de fluxo elétrico D =0,3 r^2 ar nC/m^2 no espaço livre: ( a ) determine E no ponto P ( r = 2, θ = 25°, φ = 90°). ( b ) determine a carga total dentro da esfera r =

( c ) determine o fluxo elétrico total que deixa a esfera r = 4.

Solução:

( a ) 0

E D

G G

2

0

E 0.3 nr a ˆ r

G

9 2 12

E ar

− = (^) − ⋅ ⋅

G

135,5 ˆ ( ) V E = ar (^) m

G

( b ) S

Q = Ψ = DdS ∫∫

G G

w

2 2 0.3 ˆ r S

Q = Ψ = nr a ⋅ r sen θ d d θ φ

w∫∫

2 4

0 0

Q 0.3 nr sen d d

π π = (^) ∫ ∫ θ θ φ

4

Q =0.3 3 4 n π

Q = 305 nC

( c ) S

Ψ = (^) ∫∫ D dS

G G

w

2 2 0.3 ˆ r S

Ψ = (^) w∫∫ nr ar sen d d θ θ φ

4 Ψ =0.3 4 4 n π

Ψ = 965.09 nC

Exemplo 9 (e 3.3 – Hayt pg. 36)

Calcule o fluxo elétrico total deixando uma superfície cúbica formada por seis planos x , y , z = ±5, se a distribuição de cargas é: ( a ) duas cargas pontuais, uma de 0,1 μC em

(1,-2,3) e outra de

1

7 μ C^ em (-1, 2, -2);

( b ) uma linha de cargas uniforme de πμC/m em x = -2, y = 3; ( c ) uma superfície de cargas uniforme de 0,1μC/m

2 no plano y = 3 x.

Solução:

( a ) (^1 ) S

Ψ = (^) ∫∫ D dS ⋅ = Q + Q

G G

w

1 7

Ψ = 0, 243 μ C

( b ) (^) i S

Ψ = (^) ∫∫ D dS ⋅ = Q

G G

w

z

d

3 y

x O comprimento da linha que está dentro do

cubo possui uma carga de:

L S

Ψ = D dS ⋅ = ρ d

∫∫

G G

w

Ψ = πμ 10

Ψ = 31, 4 μ C

( c ) uma superfície de cargas uniforme de

0,1μC/m

2 no plano y = 3 x.

A interseção do cubo de lado 10 com o plano dá um retângulo, de dimensões:

d/ y=

x= 5/ 5

5/3 x

2 2 2 5 2 5 25 2 3

⎛^ d ⎞ ⎛ ⎞ ⎜ ⎟ =^ +^ ⎜ ⎟ =^ + ⎝ ⎠ ⎝ ⎠

2 225 25 250

4 9

d + = = 9

4 250

9

d

d =

A Carga interna ao cubo será:

Qi = ρ s S = ρ s ⋅ d ⋅ 2 l

Q i = μ⋅ ⋅ ⋅ = μ

Ψ = Qi = 10,54 μ C

Exemplo 10 (e 3.5 – Hayt pg. 39) Uma carga pontual de 0,25μC está localizada em r =0, e duas densidades superficiais de cargas uniformes estão localizadas como se segue: uma de 2mC/m

2 em r = 1cm e outra de -0,6 mC/m

2 em r = 1, cm. Calcule D em: ( a ) r = 0,5 cm. ( b ) r = 1,5 cm. ( c ) r = 2,5 cm. ( d ) Que densidade superficial de carga uniforme deve ser estabelecida em r = 3 cm para causar D = 0 em r = 3,5 cm?

Solução:

( a ) r = 0,5 cm

v v V

Q

Q dV D V

= ρ ⇔ ∇ ⋅ = ρ ≅ ∆

∫∫∫

G G

Q = ∆ V ⋅∇ ⋅

G G

D

( 2 )

4 2 4 2 3 8 ˆ^4 ˆ^16 ˆ

pC D = xyz a (^) x + x z ay + x yz az (^) m

G

( ) ( ) ( ) ( ) D 8 xyz^4^4 x z^2 4^16 x yz^2^3 p x y z

⎛ ∂ ∂ ∂ ⎞ ∇ ⋅ = (^) ⎜ + + ⎟ ⎝ ∂^ ∂^ ∂ ⎠

G G

4 2 ∇ ⋅ D = 8 yz p + 0 + 48 x yz p

G G 2

( )( )

4 2 2

D 8( 1)3 0 48 2 ( 1)3 10

G G

( )

12

( )

4 2 2 D 8( 1)3 0 48 2 ( 1)3 10

− ∇ ⋅ = − + + ⋅ −

G G 12

21 Q V D 2,376 10 C

− = ∆ ⋅∇ ⋅ = − ⋅

G G

Exemplo 12 (e 3.7 – Hayt pg. 42)

Para cada um dos seguintes itens, determine

um valor numérico para div D no ponto especificado:

( a ) (^) ( ) ( ) ( 2 )

2 2 2 2 ˆ (^) x 2 ˆ y C m

D = xyzy a + x zxy a + x ya

G

ˆ z em

PA (2, 3, -1).

( b ) (^) ( 2 )

2 2 2 2 2 2 ˆ^2 ˆ^2 ˆ z C m

D = ρ z sen φ a ρ + ρ z sen φ a φ +ρ zsen φ a

G

em PB ( ρ = 2, φ = 110°, z =-1).

( c ) 2 cos ˆ^ r cos cos ˆ ( C 2 ) m

D = rsen θ φ a + r θ φ a θ − rsen a φφ

G

ˆ (^) em

PB ( r = 1,5; θ = 30°, φ = 50°).

Solução:

( a ) (^) ( ) ( ) ( 2 )

2 2 2 2 ˆ^ x 2 ˆ y C m

D = xyzy a + x zxy a + x ya

G

ˆ z em

PA (2, 3, -1). Em coordenadas cartesianas:

Dx D y Dz D x y z

G G

( ) ( ) ( )

2 2 2 2 xyz y x z 2 xy x y D x y z

G G

∇ ⋅ D = 2 yz − 2 x + 0

G G

∇ ⋅ D (2, 3, -1) = 2 3⋅ ⋅ − ( 1 ) − 2 2⋅

G G

(2, 3, -1) (^10) ( 3 ) C m

∇ ⋅ D = −

G G

( b ) (^) ( 2 )

2 2 2 2 2 2 ˆ 2 ˆ 2 ˆ z C m

D = ρ z sen φ a (^) ρ + ρ z sen φ a (^) φ + ρ zsen φ a

G

em PB ( ρ = 2, φ = 110°, z =-1).

( ) z

D D

D D

z

φ ρ

G G 1 1

( )

( ) ( )

2 2 1 2 2 1 2 2 2

z sen zsen D z sen z

2 ρ φ ρ ρ ρ φ ρ ρ ρ φ

∂ ∂^ ∂ ∇⋅ = + + ∂ ∂

G G φ

( )

2 2 2 2 2 (^2 )^2 (^ )

2

z sen z sen^ 2 z D sen z

φ ρ^ φ ρ ρ ρ ρ ρ φ

∂ ∂^ ∂ ∇⋅ = + + φ ∂ ∂ ∂

G G

2 2

2 2cos2 2 1

z sen

D z sen

φ ρ φ ρ φ ρ

G G

2 2 2 2 2

∇⋅ D = 4 z sen φ+ 2 z cos2φ + 2 ρ sen φ

G G

( )

(^2 ) ∇⋅ D ( ρ = 2, φ=110 , ° z = -1) = 4 − 1 sen 110º+

G G

( ) ( )

(^2 2 ) 2 −1 cos 2 110 ⋅ ° + ⋅ 2 2 sen 110 °

( )

(^2 ) ∇⋅ D ( ρ = 2, φ=110 , ° z = -1) = 4 − 1 sen 110º+

G G

( ) ( )

(^2 2 ) 2 −1 cos 2 110 ⋅ ° + ⋅ 2 2 sen 110 °

( 2, 110 , -1) 9.06 ( (^3) ) C ∇⋅ D ρ = φ= ° z = = m

G G

( c ) (^2) cos ˆ (^) r cos cos ˆ ˆ( C 2 ) m

D = rsen θ φ a + r θ φ a (^) θ − rsen a φφ

G em

PB ( r = 1,5; θ = 30°, φ = 50°).

( )

2 (^ ) 2

1 1 1 r

sen D^ D D r D r r rsen rsen

θ θ φ

θ θ θ φ

∂ ∂^ ∂ ∇⋅ = + + ∂ ∂ ∂

G G

( )

2 (^ ) 2

1 1 cos^ cos 2 cos

sen r D r rsen r r rsen

θ θ φ θ φ θ θ

∂ ∂ ∇⋅ = + + ∂ ∂

G G

1 ( rsen )

rsen

φ

θ φ

∂ −

( )

3 2

2

2 cos cos (^2)

sen

sen r D r r r rsen

θ

θ φ φ

θ θ

⎛ ⎞ ∂⎜ ⎟ ∂ (^) ⎝ ⎠ ∇⋅ = + + ∂ ∂

G G

r ( sen )

rsen

φ

θ φ

− ∂

2 2

2 cos cos 2cos 3 2

sen r D r r rsen

θ φ φ θ

θ

⎛ ⎞ ∇⋅ = + (^) ⎜ ⎟+ ⎝ ⎠

G G

1 cos sen

φ θ

cos cos 2 cos D 6 sen cos sen sen

φ θ φ θ φ θ θ

∇⋅ = + −

G G

2 6 sen cos cos2 cos cos D sen

θ φ θ φ

θ

  • − ∇⋅ =

G G φ

( )

2 2 2 6 sen cos cos sen cos cos D sen

θ φ θ θ φ

θ

  • − − ∇⋅ =

G G φ

2 2 2 6 sen cos cos cos sen cos cos D sen

θ φ θ φ θ φ

θ

  • − − ∇⋅ =

G G

(

φ

)

2 2 2 6 sen cos 1 sen cos sen cos cos D sen

θ φ θ φ θ φ

θ

  • − − − ∇⋅ =

G G φ

2 2 2 6 sen cos cos sen cos sen cos cos D sen

θ φ φ θ φ θ φ

θ

  • − − − ∇⋅ =

G G φ

2 4 sen cos D sen

θ φ

θ

∇⋅ =

G G

∇⋅ D = 4 sen θ cosφ

G G

∇⋅ D = 4 sen 30 cos50° °

G G

1 4 0. 2

∇⋅ D =

G G

1,28 (^) ( 3 ) C ∇⋅ D = m

G G

Exemplo 13 (e 3.8 – Hayt pg. 41) Determine a expressão para a densidade

volumétrica de carga associada com cada campo D a

seguir:

( a ) (^) ( 2 )

2 2

2

ˆ (^) x ˆ (^) y ˆ (^) z C m

xy x x y D a a a z z z

G

.

( b ) ˆ cos ˆ ˆ z ( C 2 ) m

D = zsen a φ (^) ρ+ z φ a φ +ρ sen a φ

G

( c ) ˆ r (^) cos ˆ (^) cos ˆ( C 2 ) m

D = sen sen a θ φ + θ sen a φ (^) θ + φ a φ

G

Solução:

( a ) (^) ( 2 )

2 2

2

ˆ (^) x ˆ (^) y ˆ (^) z C m

xy x x y D a a a z z z

G

.

Em coordenadas cartesianas:

x y z v

D D D

D

x y z

G G

2 2

2

4 xy 4 x 2 x D x z y z z z

∂ ⎛ ⎞ ∂ ⎛^ ⎞^ ∂⎛

G G (^) y ⎞ ⎟ ⎠ 2

3

4 4 0

y x y D z z

∇ ⋅ = + −

G G

2 2

3

4 4 v

yz x y D z

ρ

− = ∇ ⋅ =

G G

( )( 3 )

2 2 3

4 (2, 3, -1) C m

y D z x z

∇ ⋅ = −

G G

( b ) ˆ cos ˆ ˆ z ( C 2 ) m

D = zsen a φ (^) ρ+ z φ a φ +ρ sen a φ

G .

( )

(^1 1) z v

D D

D D

z

φ

∂ ∂^ ∂

G G

1 1 ( z cos^ ) ( sen )

D zsen z

φ ρ φ ρ φ ρ ρ ρ φ

∂ ∂^ ∂ ∇⋅ = + + ∂ ∂ ∂

G G

( cos^ )

0

zsen z D

φ φ ρ ρ ρ ρ φ

∂ ∂ ∇⋅ = + + ∂ ∂

G G

zsen zsen

D

φ φ

ρ ρ

G G

(^0) ( (^3) ) C ρ =∇⋅ v D = m

G G

( c ) ˆ (^) r cos ˆ (^) cos ˆ( C 2 ) m

D = sen sen a θ φ + θ sen a φ (^) θ + φ a φ

G .

( )

2 (^ ) 2

1 1 1 r

sen D^ D D r D r r rsen rsen

θ θ φ

θ θ θ φ

∂ ∂^ ∂ ∇⋅ = + + ∂ ∂ ∂

G G

( )

2 (^ ) 2

1 1 sen^ cos sen D r sen sen r r rsen

θ θ φ θ φ θ θ

∂ ∂ ∇⋅ = + + ∂ ∂

G G

1 ( cos )

rsen

φ

θ φ

( )

2 2

2

2

sen

sen sen sen D r r r rsen

θ

θ φ φ

θ θ

⎛ ⎞ ∂⎜ ⎟ ∂ (^) ⎝ ⎠ ∇⋅ = + + ∂ ∂

G G

1 ( cos )

rsen

φ

θ φ

2

2cos 2 2

sen sen sen D r r rsen

θ φ φ θ

θ

⎛ ⎞ ∇⋅ = + (^) ⎜ ⎟+ ⎝ ⎠

G G

( )

1 sen rsen

φ θ

2 sen sen sen cos2 sen D r rsen rsen

θ φ φ θ φ

θ θ

∇⋅ = + −

G G

( ) 2 2 2 2 sen sen sen^ cos sen sen D rsen rsen rsen

θ φ^ φ^ θ^ θ φ

θ θ θ

− ∇⋅ = + −

G G

( ) 2 2 2 sen sen sen^^1 2 sen sen D rsen rsen rsen

θ φ^ φ θ φ

θ θ θ

− ∇⋅ = + −

G G

2 2 2 sen sen sen 2 sen sen sen D rsen rsen rsen

θ φ φ θ φ φ

θ θ θ

− ∇⋅ = + −

G G

(^0) ( (^3) ) C ρ =∇⋅ v D = m

G G

Exemplo 13 (e 3.9 – Hayt pg. 45) Dado o campo:

( 2 )

1 1 6 2 ˆ^ 1, 5 cos 2 ˆ C m

D = ρ sen φ a (^) ρ+ ρ φ a φ

G

calcule ambos os lados do teorema da divergência para a região limitada por: ρ = 2, φ = 0, φ = π, z = 0 e z = 5.

Solução:

i S V

Ψ = (^) ∫∫ D dS ⋅ = Q = (^) ∫∫∫∇ ⋅ DdV

G G G G

w

Assim:

S S L ST (^) i ST (^) s Spi

∫∫ D dS ⋅^^ =^ ∫∫ D dS ⋅^^ +^ ∫∫ D dS ⋅^^ +^ ∫∫ D dS ⋅^^ +^ ∫∫ D dS

G G^ G G^ G G^ G G^ G G

w

( ) (

5 1 1 2 2 0 0

6 ˆ 1,5 cos ˆ ˆ L

L S

D dS sen a a d dza )

π

∫∫ ⋅^ =^ ∫∫ ρ^ φ^ ρ+^ ρ^ φ^ φ ⋅ρ φ ρ

G G

Como: a ˆ^ (^) ρ ⋅ a ˆ^ (^) ρ= 1 ∴ a ˆ^ (^) ρ ⋅ a ˆφ= 0

5 (^2 ) 2 0 0

6 L

L S

D dS sen d dz

π

∫∫ ⋅^ =∫∫^ ρ^ φ φ

G G

5 (^2 ) 2 0 0

L

L S

D dS dz sen d

π

∫∫ ∫ ∫

G G

[ ] [ ]

(^2 ) 6 2 0 2cos (^20)

L

z L (^) z S

D dS z

φ π φ

φ

= = ∫∫ ⋅^ =^ ⋅^ = − =

G G

[ ] ( ) (^) ( ( ))

1 1 24 5 0 2cos 2 2cos 20

L

L S

D dS ⋅ = − ⎡^ − π − − ⎤ ∫∫ ⎣ ⎦

G G

24 5 2 [ ]

L

L S

∫∫ D dS ⋅^ =^ ⋅

G G

S L

∫∫ D dS ⋅^^ = C

G G

( ) (^ )

2 1 1 2 2 0 0

6 ˆ^ 1,5 cos ˆ^ ˆ i Ti

T z S

D dS sen a a d d a

π

∫∫ ⋅^ =^ ∫ ∫ ρ^ φ^ ρ+^ ρ^ φ^ φ ⋅ −ρ^ ρ φ

G G

Como: a ˆ^ (^) ρ⋅ a ˆ^ (^) z = 0 ∴ a ˆ^ za ˆφ= 0

S Ti

∫∫ D dS ⋅^^ = C

G G

( ) (^ )

2 1 1 2 2 0 0

6 ˆ 1,5 cos ˆ i Ts

T z S

D dS sen a a d d a ˆ

π

∫∫ ⋅^ =^ ∫ ∫ ρ^ φ^ ρ+^ ρ^ φ^ φ ⋅ρ^ ρ φ

G G

Como: a ˆ^ (^) ρ⋅ a ˆ^ (^) z = 0 ∴ a ˆ^ za ˆφ= 0

S Ts

∫∫ D dS ⋅^^ = C

G G

( )

5 2 1 1 2 2 0 0

6 ˆ 1,5 cos ˆ S p

∫∫ D dS ⋅^^ =^ ∫∫ ρ sen^^ φ a^^^ ρ+^ ρ^ φ a^ φ^ ⋅ −(^ d^ ρ dza ˆφ)

G G

Como: a ˆ^ (^) φ ⋅ a ˆ^ (^) φ= 1 ∴ a ˆ^ (^) ρ ⋅ a ˆφ= 0

5 2 1 2 0 0

1,5 cos S p

∫∫ D dS ⋅^^ =^ ∫∫−^ ρ^ φ ρ d^ dz

G G

5 2 1 2 0 0

1,5cos S p

∫∫ D dS ⋅^^ = −^ φ^ ∫ dz^ ∫ρ ρ d

G G

( )[ ]

2 2 1 5 (^2 ) 0

1,5cos 0 2 p

z z S

D dS z

ρ

ρ

=

=

∫∫

G G

( )[ ]

2 2 2 0 1,5cos 0 5 0 2 2 Sp

D dS

∫∫

G G

1,5 1 5 [ ][ ] 2 S p

∫∫ D dS ⋅^ = −^ ⋅

G G

S p

∫∫ D dS ⋅^^ = − C

G G

S S L ST (^) i ST (^) s Spi

D dS ⋅ = D dS ⋅ + D dS ⋅ + D dS ⋅ + D dS ⋅ ∫∫ ∫∫ ∫∫ ∫∫ ∫∫

G G G G G G G G G G

w

S

D dS ⋅ = + + − ∫∫

G G

w

S

D dS ⋅ = C ∫∫

G G

w

¾ Integral de volume:

V

Ψ = ∇ ⋅ DdV ∫∫∫

G G

( )

1 1 D^ Dz D D z

φ

∂ ∂^ ∂

G G

( 2 )

1 1 6 2 ˆ^ 1, 5 cos 2 ˆ C D = ρ sen φ a (^) ρ+ ρ φ a φ m

G

( ) ( )

1 1 2 2

D 6 sen 1,5 cos z

G G ∂ 0

( ) (^ )

1 (^2 ) 2

6 1, cos

sen D

φ ρ ρ φ ρ ρ ρ φ

∂ ∂ ∇ ⋅ = + ∂ ∂

G G

1 2 1 2

(^6) 1,5 1 2 2

sen D s

φ ρ ρ en φ ρ ρ

⎛ ⎞ ∇ ⋅ = + (^) ⎜ − ⎟ ⎝ ⎠

G G

1 1 2 2

1, 12 2

∇ ⋅ D = sen φ− sen φ

G G

1 2

22,

2

∇ ⋅ D = sen φ

G G

5 2 1 2 0 0 0

V^2

DdV sen d d dz

π

∫∫∫ ∇ ⋅^ =∫ ∫ ∫ φρ^ ρ φ

G G

5 2 1 2 0 0 0

V^2

DdV dz d sen d

π

∫∫∫ ∇ ⋅^ = ∫ ∫ ρ^ ρ^ ∫ φ

G G

[ ] (^) [ ]

2 2 (^5 ) (^0 ) 0

2 cos 2 2

z z V

DdV z

ρ φ π φ ρ

= = = = (^) = =

∫∫∫

G G

[ ] ( ) (^) ( ( ))

2 2 1 1 2 2

22,5 2 0 5 0 2cos 2cos 0 V^2 2

DdV π

⎡ ⎤ ∇⋅ = − − ⎡−^ − − ⎤ ⎢ ⎥⎣ ⎦ ⎣ ⎦

∫∫∫

G G

[ ][ ][ ]

22, 5 2 2 V^2

∫∫∫∇⋅ D^ dV =

G G

225 V

∫∫∫ ∇ ⋅^^ DdV^ = C

G G

( )

10 0 , 2 1

3

Q = ⋅ ⋅ e e

Q C

12 9 , 438410

− = ⋅

Q = 9 , 4384 pC

4. As superfícies cilíndricas r = l, 2 e 3 cm

possuem densidades superficiais de carga uniformes

de 20, - 8 e 5 nC/m

2 , respectivamente, (a) Quanto

fluxo elétrico passa através da superfície fechada r = 5

cm, 0 < z < l m?

(b) Determine D em P (l cm, 2 cm, 3 cm).

5. Seja: 2 2 2 D = 4 xya ˆ x + 2 ( x + z ) a ˆ y + 4 yza ˆ zC m

G

Calcule as integrais de superfície para

determinar a carga total contida no paralelepípedo

retângulo 0 <. x : < 2. 0 < y < 3, 0 < z < 5 m.

Solução :

Observando a figura:

z Sxy 5

Sxz Syz 0 3 y 2

x

( ) ∫∫ ∫∫ ∫∫

= =

0 5

z

xy z

xy S

z S

z S

Qi D dS D a D a

G G G G

∫∫ ∫∫^ (^ )

= =

3 0

y

xz y

xz S

y S

D ay D a

G G

∫∫ ∫∫^ (^ )

= =

2 0

x

zy x

zy S

x S

D ax D a

G G

Q yz dydx yz dydx i (^) ∫ ∫ (^) z = ∫ ∫ z =

2

0

3

0

5

2

0

3

0

0

+∫ ∫ x + z dzdx −∫ ∫ x + z dzdx

2

0

5

0

2 2

2

0

5

0

2 2 2 ( ) 2 ( )

yx dzdy yx dzdy ∫ ∫ x^ =^ ∫ ∫ x =

3

0

5

0

0

3

0

5

0

Qi = − ∫ dxy dy

3

0

2

0

5

0

3

0

  • (^) ∫ ydydz +

( )

5 0

3

0

(^32)

0

2

20 2 0 z

y y Qi

Qi = ⋅ +

Qi = 180 + 180

Qi = 360 C

6. Duas linhas de cargas uniformes de 20 nC/m cada estão localizadas em y = l., z = ± l m. Determine o fluxo elétrico total deixando a superfície da esfera de raio 2 m, se ela está centrada em: (a) A (3. l. 0); B (3, 2, 0). 7. Uma densidade volumétrica de carga está localizada no espaço livre com: r v e^

1000 2

− ρ = nC/m

3 para 0< r < l mm e rv =

O em qualquer outra parte, (a) Determine a carga total contida na superfície esférica r = l mm. (b) Usando a lei de Gauss, calcule o valor de D , na superfície r = l mm.

Solução :

(a) A carga total será dada por:

Q ρ dV Q ρ rsen θ drd φ d θ

V

i v v

i v

2 ∫∫∫ ∫∫∫

∫ ∫ ∫

− − = ⋅

π π θ θ φ

2

0 0

  1. 001

0

9 2 1000 Q 2 10 re dr sen d d

r i

[ θ ] [ ]π 0 φ^20 π

  1. 001

0

2 (^9 1000) cos 500000000

11000 500000 (^2 10) ⎥ − ⎦

⎤ ⎢ ⎣

⎡ ⎟⎟ ⎠

⎞ ⎜⎜ ⎝

⎛ (^) + + = ⋅ −^ − −

r r Qi e r

Q i = 2 ⋅ 10 −^91 , 606 ⋅ 10 −^102 ⋅ 2 π Qi = 40 , 36 ⋅ 10 −^19 C Qi = 4 , 036 ⋅ 10 −^9 nC (b) Usando a lei de Gauss:

i S

= (^) ∫ DSdS = Q

G G

∫ ∫ Dr^ r sen θ d θ d φ= Q^ i

π π 2

2

0 0

2 4 r

Q

D (^) r i

( )

12 32

18 0 , 3211710 4 10

4 , (^03610) − −

− = ⋅

π

D r

13 2 Dr 3 , 211710 Cm

− = ⋅ 4 2 Dr 3 , 211710 nCm

− = ⋅

8. Duas linhas de cargas uniformes de 5 nC/m

estão localizadas no espaço livre em x = 1, y = 1 e z =

l.

(a) Obtenha a expressão para D^ em

coordenadas cartesianas em P(0, O, z);

(b) Esboce | D | versus z em -3< z < 10.

9. Uma densidade volumétrica de carga

uniforme de 80 mC/rn^3 está presente na região 8 mm <

r < 10 mm. Seja rv = 0 para 0 < r < 8 mm.

(a) Determine a carga total dentro da

superfície esférica r = 10 mm;

(b) Determine D , em r = 10 mm; (c) Se não

há carga para r > 10 mm, determine D , em r = 20 mm.

Solução :

(a) A carga total será dada por:

Q ρ dV Q ρ rsen θ drd φ d θ

V

i v v

i v

2 =∫∫∫ ⇒ = ∫∫∫

Q rsen θ drd φ d θ V

i

6 2 ∫∫∫ 8010

− = ⋅

φ θ θ

π π

Qi rdr d sen d ∫ ∫ ∫

− = ⋅ 0

2

0

  1. 01

0

6 2 8010

( )

π π

0

2 0

  1. 01

  2. 008

3 6 cos 3

r Qi

3 3 6 ⋅

Qi π

80 10 1 , 6266710 4 π

6 7 = ⋅ ⋅ ⋅ ⋅

− − Q i

80 10 1 , 6266710 4 π

6 7 = ⋅ ⋅ ⋅ ⋅

− − Q i

Qi C

13 1635 , 30710

− = ⋅

Qi = 163 , 5307 pC

(b) D , em r = 10 mm

i S

= (^) ∫ DSdS = Q

G G

∫ ∫ Dr^ rsen θ d θ d φ= Q^ i

π π 2

2

0 0

2

12

2 4 0 , 01

π r π

Q

D (^) r i

8 13 , 0110

Dr = ⋅ 9 130 , 110

Dr = ⋅

2 Dr = 130 , 1 nCm

10. Seja rs = 8 mC/m

2 na região onde x = 0, -4 < z < 4 m e rs = 0 em qualquer outra parte. Determine D em P(x, 0, z ), onde x > 0.

11. Em coordenadas cilíndricas, seja rs = 0 para

r < l mm, ρ v = 2 sen 2000 πρ(nC/m

3 ) para l mm < r

< l ,5 mm e rs = 0 para r > 1,5 mm. Determine D em toda parte.

Solução :

∇ ⋅ D = ρ V

G G

Em coordenadas cilíndricas:

( ) z

D D

D D

z

ρ φ

ρ ρ ρ

φ ρ

G G 1 1

( ρ ) ( πρ)

ρ 2 2000

D = nsen

( ρ ) ρ ( πρ)

D ρ (^) = 2 n sen 2000 ∂

( ρ D (^) ρ ) = 2 n ∫ρ sen ( 2000 πρ) d ρ

( ) ( ) C

sen D n +

− + = (^2) 4000000

2000 cos 2000 2000 2 π

πρ πρ πρ ρ (^) ρ

⎥ ⎦

⎤ ⎢ ⎣

⎡ = − + + C

n sen D π

πρ ρ πρ ρ π

ρ 2000

( 2000 ) cos( 2000 ) 2000

2

( )

[ πρ πρ πρ π] ρ (^) ρ π 2000 cos( 2000 ) ( 2000 ) 2000 2000

2 2 sen C

n D = − + +

[ (^2000) ( cos( 2000 )) ( 2000 )] 410

2 10 2 6

9 π ρ πρ πρ ρ (^) ρπ D C − + sen

[ 2 ( 10 10 cos( 2000 )) ( 2000 )] 2

(^10 ) 2

15 π ρ πρ πρ πρ

D ρ (^) = C − + sen

12. Uma densidade volumétrica de carga não - uniforme de rv = 120 r C/m^3 está situada dentro de uma superfície esférica de r = l m e rv = 0 em qualquer outra parte, (a) Determine D , em toda parte; (b) Qual densidade superficial de carga rs2 deve estar presente na superfície r= 2 m de modo que Dr’r= Drr’+? (c.) Esboce Dr versus r para 0 < r < 5 com ambas as distribuições presentes.

3 9 2 1 1

1

C m L

L

D ρ μ

ρ

− = −

3 9 2 1 1

1

D ρ μ C m

ρ

− = −

(c) Calculo de: D r em r = 0,8mm=8.10-4m

D ρ( ρ 1 = 8 mm )= 0

Pois não há carga interna a uma superfície

Gaussiana cilíndrica de raio r 1 = 0,8mm. A

distribuição de carga é nula para r 1 < 1mm.

D r em r = 1.6 mm

D r em r = 2.4 mm.

D dS Q S

∫∫ ⋅^ =

G G

( ( ) )( C )

L

D d dz

L

μ

π ρ φ

π

ρ

33 9

0

2

0

9 2 ( 8 1 ) 10 2 3

C m L

L

D μ

ρ

− = −

9 2 ( 8 1 ) 10 3

D μ C m

ρ

− = −

Substituindo: r = 2.4 mm=2.4.10-3m

9 2 3 (^81 )^10 3 2 , 4 10

D ρ μ C m

− − − ⋅ ⋅

6 2 D ρ 3. 8810 μ C m

− = ⋅

16. Dada a densidade de fluxo elétrico

D xyax xay zaz (C/m

2 3 = 2 ˆ + ˆ + 6

G

2 ) use a lei de

Gauss para calcular a carga total contida no volume 0

< x ,y,z < a ;

(b) Use Eq. 8 para determinar um valor

aproximado para a carga acima. Calcule as derivadas

em P ( a , a /2, a /2);

(c) Mostre que os resultados dos itens a e b são

equivalentes no limite a ö0.

17. Um cubo é definido por l < x,y,z < 1.2. Se

D 2 x ya ˆ x 3 x ya ˆ y (C/m

2 2 2 = +

G

(^2) ):

(a) aplique a lei de Gauss para determinar o

Fluxo total deixando a superfície fechada do cubo.

(b) calcule x

D

x

D

x

D (^) x y z

no centro do

cubo.

(c) Estime a carga total contida dentro do cubo usando a Eq. 8.

Solução :

z

S

y

x

(a) Fluxo total no cubo de superfície S de superfícies S 1 , S 2 , S 3 , S 4 , S 5 e S 6 especificadas por:

dS dS dydz S x a a

S x a a

n x

n x 1 2 2

1

: 1. 2 ˆ ˆ

2

1

⎧ ⇔ = = = ⇒ =

= ⇒ =− dS dS dxdz S y a a

S y a a

n y

n y 3 4 4

3

: 1. 2 ˆ ˆ

: 1 ˆ ˆ

4

3

⎧ ⇔ = = = ⇒ =

= ⇒ =− dS dS dxdy S z a a

S z a a

n z

n z 5 6 6

5

: 1. 2 ˆ ˆ

: 1 ˆ ˆ

6

5

Escrevendo a integral fechada sobre a superfície S na soma de todas as 6 faces:

∫∫ ⋅^ =∫∫ ⋅^1 +∫∫ ⋅^2 +

2

2 1

1

D dS D a ˆ^ dS D a ˆ dS S

n S

n S

G G G G

3 4 5 5

5 4

4 3

3

D a ˆ dS D a ˆ dS D a ˆ dS

S

n S

n S

∫∫ ⋅^ n^ +∫∫ ⋅ +∫∫ ⋅

G G G

6 6

6

D a ˆ^ dS S

+ ∫∫ ⋅ n

G

Como: , ilustramos esse

campo vetorial na região abaixo:

D 2 x ya ˆ x 3 x ya ˆ y

2 2 2 = +

G

Fazemos os produtos escalares:

D an D ( ax ) x y

2 ˆ ˆ 2 1

G G

D an D ax x y

2 ˆ ˆ 2 2

G G

( )

2 2 ˆ ˆ 3 3

Dan = D ⋅− ay =− x y

G G

2 2 ˆ ˆ 3 4

Dan = Day = x y

G G

ˆ ( ˆ) 0 5

Dan = D ⋅− az =

G G

6

Dan = Daz =

G G

D dS ydydz y dydz S

∫∫ ⋅ =∫ ∫− ⋅ ⋅ + ∫ ∫ ⋅ ⋅

  1. 2

1

  1. 2

1

2

  1. 2

1

  1. 2

1

G G 212 21. 2

+∫ ∫ − ⋅ xdxdz +∫ ∫+ xdxdz

  1. 2

1

  1. 2

1

2 2

  1. 2

1

  1. 2

1

2 2 3 1 3 1. 2

∫∫ ⋅ =− ∫ ∫ + ∫ ∫

  1. 2

1

  1. 2

1

  1. 2

1

  1. 2

1

D dS 2 ydy dz 8 ydy dz S

G G

− ∫ ∫ + ∫ ∫

  1. 2

1

  1. 2

1

2

  1. 2

1

  1. 2

1

2 3 xdx dz 4. 32 xdx dz

  1. 2 1

  2. 2

1

2

  1. 2 1

  2. 2

1

2

2

  1. 44 2

2 z

y z

y D dS S

∫∫ ⋅ =− +^ ⋅

G G

  1. 2 1

  2. 2

1

3

  1. 2 1

  2. 2

1

3

3

  1. 32 3

3 z

x z

x − +

∫∫ ⋅ =−^ (^1.^22 −^12 )(^1.^2 −^1 )^ +^1.^44 (^1.^22 −^1 )(^1.^2 −^1 ) S

D dS

G G

( )(^ )^ ( 1. 2 1 )( 1. 2 1 ) 3

  1. 32
  2. 2 1 1. 2 1

3 3 3 3 − − − + − −

∫∫ ⋅ =^0.^44 (^0.^44 )(^0.^2 )^ +^0.^44 (^0.^728 )(^0.^2 ) S

D dS

G G

∫∫ ⋅ =−^0.^44 (^0.^44 )(^0.^2 )^ +^0.^44 (^0.^728 )(^0.^2 ) S

D dS

G G

( )( ) ( 1. 728 1 )( 0. 2 3

  1. 32 − 1. 728 − 10. 2 + − )

∫∫ ⋅ =^0.^44 (^0.^44 )(^0.^2 )^ +^0.^44 (^0.^728 )(^0.^2 ) S

D dS

G G

∫∫ ⋅ =^0.^03872 +^0.^064064 S

D dS

G G

2 D dS 0. 102784 C m S

∫∫ ⋅^ =

G G

(b) y

D

x

D

∇ ⋅ D =

x y

G G ∂

( ) ( )

y

x y

x

x y D

2 2 2 G G 2 3

2 2 ∇ ⋅ D = 4 xy + 6 x y

G G

( )

2 2 ∇ ⋅ D 1. 1 , 1. 1 , 1. 1 = 4 ⋅ 1. 1 ⋅ 1. 1 + 6 ⋅ 1. 11. 1

G G

∇ ⋅ D ( 1. 1 , 1. 1 , 1. 1 ) = 12. 826

G G

(c) Q V D V

Q

D (^) v

G G G G

Q 0. 2 12. 826 Q 0. 1026 C

3 = ⋅ ⇒ =

18. Seja um campo vetorial dado por

G 5 x y za ˆ y

4 4 4

G

.Calcule ambos os lados da Eq. 8 para

este campo G o volume definido por x = 3 e 3,1, y = 1 e 1,1 e z = 2 e 2.1. Calcule as derivadas parciais no centro do volume.

19. Uma superfície esférica de raio 3 mm está centrada em P (4, l, 5) no espaço livre. Seja

D = xa ˆ x

G

C/m

2

. Use os resultados da Seção 3.4 para

estimar o fluxo elétrico líquido que deixa a superfície esférica.