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A história do avião de ataque naval a-4 skyhawk, produzido nos anos 1950, e sua adição à marinha brasileira (mb) em 1998. Após a publicação do decreto presidencial nº 2.538, a mb pôde operar novamente suas aeronaves de asa fixa a bordo de seus navios. Foram adquiridos 23 jatos a-4 skyhawk do kuwait, sendo 20 monopostos e 3 bipostos de treinamento. Essas aeronaves, designadas af-1 e af-1a no brasil, participaram da operação tempestade no deserto em 1991. Em 2009, um contrato de $120 milhões foi assinado para modernização de nove af-1 e três af-1a. Em 2000, a mb adquiriu o porta-aviões r-99 foch da frança, que foi transformado em a-12 são paulo e reativou a capacidade aérea da marinha.
Typology: Exercises
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O A-4 Skyhawk é um avião de ataque naval desenvolvido nos anos 1950 e amplamente empregado por diversas forças armadas ao redor do mundo. As aeronaves operadas pelo Brasil foram produzidas originalmente para o Kuwait e entregues a partir de 1977 e designadas como A-4KU e TA-4KU. No brasil, em 1998 foi publicado o Decreto Presidencial nº 2.538 que deu a Marinha do Brasil (MB) o direito de voltar a operar suas próprias aeronaves de asa fixa a partir de suas embarcações. A MB já estava em negociações para aquisição de caças, o que culminou na compra de 23 jatos McDonnell Douglas A-4 Skyhawk do Kuwait, após a aposentadoria dessas aeronaves pelo Kuwait. Desses, 20 são monopostos (versão A-4KU) e 3 bipostos de treinamento (versão TA-4KU), as quais começaram a chegar ao Brasil em 1998. Outras 5 aeronaves monopostos são utilizados como fontes de peças. No Brasil, o modelo monoposto foi designado AF-1 e o biposto AF-1A. Os AF-1 e AF-1A são aeronaves veteranas de guerra, tendo participado de missões de combate da Operação Tempestade no Deserto no início de 1991. Durante o conflito de 1991 voaram com uma camuflagem em areia, marrom e cinza, além de levarem escrito na lateral da fuselagem as palavras "Free Kuwait". Os Skyhawk brasileiros ficam sediados na Base Aérea Naval de São Pedro Aldeia (BAeNSPA), são operados pelo Primeiro Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (Esquadrão VF-1) e operavam embarcados no NAe São Paulo.
Em 15 de abril de 2009, a Embraer e a Marinha do Brasil assinaram um contrato de $120 milhões para modernização nove AF-1 e três AF-1A. No ano 2000, a MB adquire da França o porta-aviões R-99 Foch, descomissionado pelo país gaulês e comissionado no Brasil como A-12 São Paulo e transformado em Nau Capitânia. Assim, a MB reativava de vez a sua capacidade aérea.