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Asma: Definição, Quadro Clínico, Fisiopatologia e Diagnóstico, Resúmenes de Pediatría

Uma definição detalhada da asma, incluindo seu quadro clínico, fisiopatologia e diagnóstico. A asma é caracterizada por inflamação crônica das vias aéreas e hiperresponsividade brônquica. O texto descreve os sintomas, exame clínico, fisiopatologia e classificação da doença, além de expor os métodos de diagnóstico clínico e funcional, como espirometria, broncoprovocação e testes alérgicos.

Tipo: Resúmenes

2020/2021

Subido el 17/08/2021

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brenaviaq 🇵🇾

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ASMA
1) DEFINIÇÃO: Caracterizada por
inflamação crônica das vias aéreas e
hiperresponsividade brônquica.
Hiperreatividade brônquica: e como uma
resposta broncoconstritora exagerada a
estímulos que em situações normais, não
causam sintomas em indivíduos normais.
2) QUADRO CLÍNICO: clássico inclui
Tosse, dispneia, sibilância e opressão
torácica, especialmente à noite ou no início
da manhã. Os sintomas variam ao longo do
tempo e intensidade. A obstrução do fluxo
aéreo na asma é parcial ou totalmente
reversível, espontaneamente ou após uso de
medicamentos. (Estímulos que levam a
broncoconstrição que deve ser questionado
na anamnese: Poeira doméstica e ambiental,
fumaças, odores fortes, alterações da
temperatura, exercícios,alimentos,
medicamento, ansiedade).
3) FISIOPATOLOGIA:
4) CLASSIFICAÇÃO
Leve
Modera
do
Grave
Sintomas
Semanal
Diário
diário ou
contínuo
Despertar
noturno
mensal
semanal
quase
diário
Necessidad
e de beta-2
para alívio
eventual
diária
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Limitação
de
atividades
presente nas
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P.exa
continua
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Variação
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Asma
alérgica
Mais facilmente reconhecido,
geralmente com início na infância,
associado com antecedentes
familiares de doença alérgica
(eczema, rinite). Exame de escarro
revela predominância de eosinófilos.
Normalmente respondem bem ao tto
com corticoides inalatórios.
A. Nao
alergica
asma não associada à atopia. O
perfil celular do escarro pode ser
neutrofílico, eosinofílico, ou células
inflamatórias. Possuem menor
resposta aos corticóides inalatórios.
A. início
tardio
+ em adultos, do sexo femenino, com
inicio dos sintomas apenas na vida
adulta. Atopia, e requerem dosis mais
elevados de corticoides ou sao
refratários a eles
A. com
limitaçã
o fixa ao
fluxo
aéreo
Alguns com asma de longa duração
desenvolvem limitação fixa do fluxo
aéreo, em virtude de um processo de
remodelamento da parede das vias
aéreas.
A. e
obesida
de
apresentam sintomas respiratórios
proeminentes e inflamação
eosinofílica das vias aéreas.
A. na
gestante
Piora em 1 ⁄3 das mulheres asmáticas
durante a gestação. Está relacionado
com aumento da incidência de
pré-eclâmpsia, prematuridade e baixo
peso ao nascer e maior
probabilidade de parto cesariano. Se
usa os corticoides inalatórios
Budesonida e Beclometasona .
Resposta a
broncodilatador
VEF1 > 12% e > 200ml após
broncodilatador.
Variações > 15% e > 400ml
aumentam a
especificidade p/ asma.
Pico de fluxo
expiratório ao
longo de 2
semanas
Variações maiores que 10%
ao longo do dia apontam
para variabilidade
excessiva.
Melhora
significativa da
função pulmonar 4
sem após o tto.
VEF1> 12% e > 200ml após
broncodilatador
Broncoprovocação
Queda no VEF1> 200ml
com metacolina ou
histamina.
Queda no VEF1 > 10% e 200
ml após o exercicio.
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ASMA

  1. DEFINIÇÃO: Caracterizada por inflamação crônica das vias aéreas e hiperresponsividade brônquica. Hiperreatividade brônquica: e como uma resposta broncoconstritora exagerada a estímulos que em situações normais, não causam sintomas em indivíduos normais.
  2. QUADRO CLÍNICO: clássico inclui Tosse, dispneia, sibilância e opressão torácica, especialmente à noite ou no início da manhã. Os sintomas variam ao longo do tempo e intensidade. A obstrução do fluxo aéreo na asma é parcial ou totalmente reversível, espontaneamente ou após uso de medicamentos. (Estímulos que levam a broncoconstrição que deve ser questionado na anamnese: Poeira doméstica e ambiental, fumaças, odores fortes, alterações da temperatura, exercícios,alimentos, medicamento, ansiedade).
  3. FISIOPATOLOGIA:
  4. CLASSIFICAÇÃO Leve Modera do Grave Sintomas Semanal Diário diário ou contínuo Despertar noturno mensal semanal quase diário Necessidad e de beta- para alívio eventual diária dia.. Limitação de atividades presente nas exacerbação P.exa continua Exacerbaçõ es afeta atividade e sono A. ativ frequent e VEF, ou PFE >/= 80% predito

predito </= 60% p Variação VEF, ou PFE

Asma alérgica Mais facilmente reconhecido, geralmente com início na infância, associado com antecedentes familiares de doença alérgica (eczema, rinite). Exame de escarro revela predominância de eosinófilos. Normalmente respondem bem ao tto com corticoides inalatórios. A. Nao alergica asma não associada à atopia. O perfil celular do escarro pode ser neutrofílico, eosinofílico, ou células inflamatórias. Possuem menor resposta aos corticóides inalatórios. A. início tardio

  • em adultos, do sexo femenino, com inicio dos sintomas apenas na vida adulta. Atopia, e requerem dosis mais elevados de corticoides ou sao refratários a eles A. com limitaçã o fixa ao fluxo aéreo Alguns com asma de longa duração desenvolvem limitação fixa do fluxo aéreo, em virtude de um processo de remodelamento da parede das vias aéreas. A. e obesida de apresentam sintomas respiratórios proeminentes e inflamação eosinofílica das vias aéreas. A. na gestante Piora em 1 ⁄3 das mulheres asmáticas durante a gestação. Está relacionado com aumento da incidência de pré-eclâmpsia, prematuridade e baixo peso ao nascer e maior probabilidade de parto cesariano. Se usa os corticoides inalatórios Budesonida e Beclometasona.
  1. DIAGNÓSTICO CLÍNICO E FUNCIONAL : Sugerido por 1 ou mais sintomas (dispnéia, tosse crônica, sibilância, opressão torácica), associado a exames que comprovam varia;ao e limitação ao fluxo aéreo expiratório. Resposta a broncodilatador VEF1 > 12% e > 200ml após broncodilatador. Variações > 15% e > 400ml aumentam a especificidade p/ asma. Pico de fluxo expiratório ao longo de 2 semanas Variações maiores que 10% ao longo do dia apontam para variabilidade excessiva. Melhora significativa da função pulmonar 4 sem após o tto. VEF1> 12% e > 200ml após broncodilatador Broncoprovocação Queda no VEF1> 200ml com metacolina ou histamina. Queda no VEF1 > 10% e 200 ml após o exercicio.

Variação excessiva na função pulmonar entre as avaliações variações do VEF1 maiores que 12 % e 200 ml. 1-ESPIROMETRIA: COMO FUNCIONA? Pct sentado, respirando normalmente usando o volume corrente e em determinado momento faz uma inspiração máxima forçada. Depois uma expiração com força máxima e esforço vigoroso. Essa expiração deve durar pelo menos 6 segundos.A manobra deve ser realizada ao menos 3 vezes. MEDIDAS IMPORTANTES: FVC forced vital capacity capacidade vital forçada. Volume máximo de gás exalado com o esforço máximo, partindo do estado de inspiração máxima forçada. A medida mais alta de FVC deve ser utilizada para interpretação FEV1 volume máximo de ar exalado no 1ro segundo de uma expiração forçada que segue uma inspiração forçada. Reflete a taxa média do fluxo durante o primeiro segundo da manobra da FVC. Seu parâmetro de normalidade e > 80% do valor predito FEV1/FVC Representa a proporção do volume que o pct expirou no 1ro segundo em relação ao tempo total da manobra. Usar medida mais alta de FEV1 e de FVC. A resposta ao broncodilatador é considerada quando o VEF1 aumenta ao menos 200ml e 12% do valor pré-broncodilatador.

400 ml e 15% aumentam p/ o dx de asma

2)BRONCOPROVOCAÇÃO: Teste que mostra a hiperresponsividade das vias aéreas. COMO SE MEDE: por inalação de substâncias construtoras (metacolina ou histamina); ou Broncoprovocação por exercício, havendo uma queda do VEF1 em pelo menos 20%.

  1. PICO DE FLUXO EXPIRATÓRIO (PFE): Medidas matinais e vespertinas são aferidas por uma ou duas semanas, em dois. O menor PFE é subtraído do maior PFE e o resultado é dividido pela média entre o maior e o menor PFE do dia. Variação da PFE maior que 20% e sugestivo de asma. 4)TESTES ALÉRGICOS: Presença de atopia aumenta a probabilidade de asma. A atopia deve ser através do teste cutâneo de leitura imediata (prick test) ou por níveis séricos de imunoglobulina E (IgE) específica. 5)RX do tórax: Habitualmente é normal e não essencial para o dx, mas pode auxiliar na exclusão de outras condições.
  2. DX DIFERENCIAL: -Obstrução das vias aéreas superiores: presença de estridor laríngeo e dificilmente há sibilos bilaterais. -Disfunção da glote; -Doença endobrônquica:Tumor, estenose, corpo estranho -Insuficiência cardíaca descompensada:Sibilos bilaterais, acompanhados de outros sintomas de Icc( turgência jugular, presença de b3 a ausculta cardíaca); -Neumonia eosinofílicas; -Vasculites sistêmicas; -EPOC:história de tabagismo ou exposição de queima de biomassas (Ex:fogão a lenha) ; Embolia pulmonar:Pode haver hemoptise e dor torácica
  3. CRITÉRIO PARA CONTROLE DE ASMA:
  4. TRATAMENTO: Corticóide Dose baixa Média alta Budesonida 200- mcg

Beclometasona (HFA, partícula extrafina)

Beclometasona (HFA, partícula padrão)

Furoato de fluticasona 100mcg - 200 Propionato de fluticasona

Mometasona 200 >/=400 > ciclesonida 80-160 >160-320.