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Estudos do PATOLOGIA Quirurgica II Primeira Parcial 06/10/ ❖ O que é obstrução Intestinal? Se define como a dificuldade ou impossibilidade da passagem do conteúdo intestinal através da luz do intestino delgado ou grosso. Podem ser de origem mecânico ou funcional. ❖ Tipos de Obstrução Mecânico = Obstrução ( por obstáculo na luz do intestino) y Oclusão: Quando compromisso do meio (vascular) isquemia. Exemplo: hernia estrangulada, bridas e aderências, vólvulos. Funciona l – Ilion Funcional ou Pseudoobstrução ( Peritonites pancreatites, desequilíbrio hidroeletrolítico) ❖ Chagas pode afetar a motilidade do intestino? SIM. Qual Parte da parede? Plexo Wantenbart? – parte Muscular. ❖ De acordo ao tempo de Evolução dos quadros obstrutivos podem classificar em: agudo ou crônico ❖ De acordo com a anatômica ( topografia) Em altas e baixas Altas a partir da válvula ilio Secal Baixas abaixo da válvula Ilio Secal. ❖ Obstrução intestino Delgado – ALTA Obstrução intestino Grosso - BAIXA ❖ De acordo ao grau de obstrução: pode ser total ou parcial (subobstrução) ❖ Sintomas de um quadro obstrutivo distensão abdominal; Dor abdominal em crisis; detenção de fezes ou gases; náuseas e vômitos
❖ Signo de Balonamento (?) de Baier Peristaltismo se ausculta, visualiza, e palpa. Esse peristaltismo são movimentos de repitação do hipocôndrio Esquerdo a fossa ilíaca Direita. ❖ Balonamento (?) de Ribeiros Movimentos de repitação que termina nos flancos. ❖ Balonamento (?) de Vonwar (?) disse: É uma tumuração palpável fixa e inerte (não tem movimento peristálticos) isso se ve nos valvulos do intestino Delgado. ❖ Sindrome de Coegner (?) Vomitos, náuseas. Quadro de dor periumbilical. Desaparece após desbloqueio (de diarreia, significa que é um quadro de obstrução crônica do intestino delgado) E volta ao normal, dura algumas horas (?). Dor com grande distenção abdominal dura algumas dias.. 3, 4 dias. Desaparece após um desbloqueio gasoso. Obstução crônica do instestino Grosso ❖ Qual o método de eleição para Diagnostico? RX simples de abdômen de pé ( ver nível hidrostático ou hidroaéreo ) Basta ver só 1 nivel hidroaéreo para confirmar. * Na região dos flancos é normal e geralmente é apenas 1. ❖ Empilhamento de moedas se vê no quadro de obstrução do intestino Delgado. ❖ Signo de cálice de champagne. Quadro de invaginação intestinal (quando uma víscera entra em sua própria luz. Metodo de eleição para diagnostico: RX com contraste ( enema Opaco) + comum em lactantes. Está contra- indicado fazer enema opaco após 24 hrs, porque há risco de perfuração. ❖ O que disse Guinar (?) Os movimentos de repitação se palpa se ve, se ausculta. Está falando de Obstrução ❖ O que disse Mondor (?) Nenhum quadro de obstrução mecânica pura, começão com febre. ❖ O que disse COOPER (?) e mondor (?) Dor que aparece em pleno estado de saúde, persistente a mais de 6 horas, mesmo medicado com anti-espasmodico, é uma indicação de Labarotomia Exploratória. ❖ Sinal de Gersumi (?) É a sensação de descolamento a palpação do epigástrico ( é como falso sinal de Godet (?)
- Distinção abdominal em um quadro de peritonites ( No inicio da peritonites o abdômen fica rígido ( tabla). DIVERTICULOS ❖ O que são? Definição. São formações saculares que se originam nas paredes dos órgão ocos. ❖ Classificação: Divertículos Congênitos ( verdadeiros) As paredes do divertículo esta formada por todas as capas do órgão de origem. ( Meckel) Se situam no borde ante mesentérico do íleo a uma distancia da válvula íleo secal de uns 50 cm. Em um terço dos casos existe tecido HECTEROTOPICO gástrico, duodenal, pancreático e neuroendócrino. Divertículos Adquiridos ( falsos) As paredes estão formadas por mucosa e submucosa que fazem protusão através da capa muscular. ( duodenais e yeyunoileales ) ❖ Principais causas de Diverticulos adquiridos:
- Pressão
- debilidade da parede primaria como acontece em enfermidades do tecido conectivo.
- Envelhecimento
- Chagas ❖ Local onde é mais localizado: Yeyuno, mas também pode se apresentar na segunda e terceira porção do duodeno. Se classificando em:
- Pré-ductal
- Retro Ductal
- Inter Ductal
- Desenbocadura de los ductos ( Muy raro) ❖ Quais as complicações do intestino Delgado ( CITE, pode cair assim no exame)
- Inflamação
- Perfuração
- Hemorragia.
- Obstrução Intestinal ( pode invaginar) ❖ Sintomas: Semelhante a apendicite.
- Diarréia
- anemia megaloblástica por déficit de absorção de vit. B12.
- dor cólico abdominal
- Perda de peso.
- 90% dos divertículos cursam de forma assintomática.
❖ Diagnostico: Ingerir 70-100g de gordura, 3 dias antes de realizar o exame fezes. Grado se maior que 6g/Dia, é anormal. Tomografia com duplo contraste, em caso de divertículos complicados (método standart) Quando não esta complicado o método Standart é a endoscopia ( risco de perfuração) Ecografia ( DX diferencial para apendicite) ❖ Quanto tempo após fase aguda posso solicitar endoscopia? 4 - 6 semanas.
Tratamento ❖ Onde é mais frequente os divertículos de colon? Colon sigmoide. ❖ Tratamento divertículo de Meckel não complicado? Diverticulectomia. ❖ Tratamento para divertículo Inflamado? Ressecção do segmento intestinal. ❖ Sintomas leves? ATB em casa ❖ Mais de 2 episódios durante o ano. Indicação colectomia ( hemicolectomia ou colectomia total)
❖ Complicada – Cirurgia de Hartmann (Colectomia com colostomia) Comunica a luz do colon com a parede abdominal. ❖ Não complicada – a colonoscopia é o método de eleição de divertículos de colon. ❖ Complicações no colon
- Abcessos.
- fistulas
- obstrução
- perfuração. HEMORRAGIAS ❖ Classificação topográfica ou anatômica
- alta: a partir do ângulo de Treitz
- baixa: abaixo do ângulo de Treitz ❖ Classificação de acordo com o tempo de evolução
- aguda: hemorragia de grande quantidade e importante velocidade de sangramento.
- Cronica: Hemorragia que se mantem por um tempo prolongado, menor quantidade e velocidade, capaz de permitir compensação hemodinâmica. ❖ Classificação de acordo com a hemodinâmica.
- Estável
- Instável ❖ Classificação de acordo com a etiologia.
- Varicosa
- não varicosa ❖ Hemorragia Digestiva Alta podem ser classificadas com Hipertensão portal e sem hipertensão portal. ❖ Sintomas de Hemorragia Digestiva Alta Hematemesis (vomito com sangue)
❖ Classificação segundo magnitude da hipovolemia ❖ ❖ Objetivo de tratamento
- Identificar local de sangramento
- Deter o sangramento
- Evitar re-sangramento ❖ Diagnostico: clinico. ❖ Como chegamos a hemostasia na endoscopia? Métodos de injeção
- Soro fisiológico – tamponamento.
- Adrenalina – Vasoconstrição
- Álcool e polidocanol – Necroses – tromboses
- ciano acrilato – Tromboses química
- Trombina e Fibrina – Tromboses Fisiológica. Métodos térmicos
- Com contato – cauterização
- Sem contato – Laser Métodos Mecânicos
- Hemoclips nos 2 extremos do vaso
- banda elástica
- Suturas mecânicas
- Endoloops ❖ Classificação da hemorragia Tipo I ( sangramento ativo) IA – sangramento arterial ( chorro/ jato) IIB – Sangramento Venoso ( pequenas quantidades / napeante) Tipo II ( sangramento recente) IIA – Ulcera com vaso visível IIB – Ulcera com coagulo aderido IIC – Ulcera com coagulo digerido Tipo III Sem estigma de sangramento (fibrina, cicatrizado) ❖ Causas de Ulceras Estress Queimaduras Ingestão em excesso de AINES Mais em jovens e sexo masculino ❖ Classificação de Ulcera Gástricas. Johnson (?) Segundo sua anatomia Tipo I – Se estende até curvatura menor Tipo II – Gastroduodenal Tipo III – Pré-pilorica Tipo IV – Fundus Tipo V – Todas as caras do estomago.
Fixo a palpação no cardias e fundus. ❖ Colon Não tem mobilidade na respiração Tem mobilidade na palpação Percussão Mate ❖ Pancreas e retroperitoneais Palpação – fixo Respiração – fixo Forma variável Percussão sonoridade pré-tumoral. Percepção de uma massa com latidos ( pode ser por um aneurisma da aorta) ❖ Métodos diagnósticos
- RX – tumor de um câncer gástrico se pode ver de 3 formas anatômicas. Vegetante, ulcerativa ou Infiltrante.
- Endoscopia
- Ecografia (solido ou liquido)
- Tomografia (relação com órgãos vizinhos)
- Laparotomia Exploradora. ❖ Câncer mais frequente
- Colón sigmoide
- Retal
- Colón Transverso
❖ Retroperitoneo Pseudo quiste pancreático na cauda ou no corpo, senti dor. Pseudo quiste na cabeça do pâncreas não tem dor e tem icterícia. ❖ Classificação de Murakami ❖ Gânglio de Virchow ou signo de Troisier Aumento do tamanho visível de um gânglio linfático supra clavicular esquerdo. Esta relacionado com câncer gástrico, ovárico testicular ou renal. Geralmente já é metástase, apenas cuidados paliativos. ❖ Sexo e idade Crianças – observar hernias epigástricas congênitas. Crianças e jovens – Metástases ganglionares originadas dos carcinomas de testículo.
A icterícia. Colicistites: Colic tipo dor. Vesicula palpável Murphy Positivo. Febre pode ou não aparecer. Se a pedra (litíase) passar pelo colédoco, pode apresentar icterícia.
- Qual é a triada de Charcout? r- Febre com calafrios Dor em crises, subentrante em hipocôndrio direito A icterícia.
- Qual é Pentada raynaud? R- Febre calafrios Dor em crises, subentrante em hipocôndrio direito A icterícia. Alteração de nível de consciência. Choque.
- Colicobiliar pode ter glóbulos blancos elevados? R- Sim, pela dor intensa. Não confirma mas levanta a suspeita. A confirmação vem através da ecografia.
- Como tratar uma colicobiliar? R-Analgésicos NSAIDs Colestectomia eletiva.
- A fisiopatologia da colicistite aguda?
- Começa com cólica biliar
- Dor persistente (a diferença da dor cólico que desaparece)
- Cirurgia Eletiva (programa-se a colecistectomia)
- Começa estudos ambulatoriais de patologias biliares (ecografia)
- Como chama a presença pus da vesícula? Piocolescito
- Quem pode ter piocolecisto e não ter febre e dor? R- Idosos e diabéticos.
- Complicações da colicistites? R- Perfuração livre ( causa peritonites generalizada)
Blastrom vesicular ‘’perfuração coberta’’ ( vesícula perfurada, acaba sendo bloqueada pelo epiplon) Fistula biliobiliar ou biliodigestiva
- Microrganismo mais frequente na colicistite? R- E.coli
- Diagnóstico de colisões? r- Clínica Laboratório ( leucocitoses e PCR elevado) Imagem ( Ecografia ) ( na ecografia encontra: parede maior que 3,5 mm = sinal de vesícula inflamada. Diâmetro transverso maior que 4 cm, também é sinal de vesícula inflamada; Diâmetro longitudinal maior que 10 cm, também é sinal de vesícula inflamada; Sinal de Double halo, que significa ´´sombra da vesícula´´ quer dizer que a vesícula esta edemaciada. Na ecografia também se pode visualizar a ‘’pedra’’ ). Ciclo ecográfico: Litiase vesicular presente, Diametro transversal maior que 4 CM, diamentro da parede maior que 3,5 cm.
- Fístulas biliodigestivas. R- Ordem de frequencia: Duodeno Colón – Fistula colecistocolonica (?) Estomago – Fistula Colescistogastrica Intestino delgado
- Como saber se existe uma fistula? Triada de Rigler (pelo RX) r- Aereobiliar ( ar dentro da vesicula) Lithiasis no intestino Obstrução instestinal ( níveis hidroaéreos)
- Quais os sintomas de obstrução?
- Triada de Mondor? ( associa sinais de clinica e imagem, para montar a triada) R- Clinica de obstrução Instestinal ( náusea, vomito, retenção de fezes e gases)
- Método Standart para DX de coledocolitiases? R- Colangioresonancia Magnética.
- Método de DX e tratamento da coledocolitiases? r- ERCP (Endoscópica Retrógrada Pancreatograma Colangiography)
- Tratamento da colecolitiase? R- Extrair os cálculos da via biliar, através de uma Coledocostomia, que pode ser aberta ou laparoscópica.
- Cholangite aguda. R- Definição: infecção da via biliar principal, e a Sindrome clinica é caracterizada por: Febre, Icterícia, Dor abdominal ( que se desenvolve como consequencia)
- Principais bactérias que podem aparecer. R-E. coli + Klebsiella Pneumonia ( 80%) aeróbias. Anareobicas: bacteroides Fragilis; Pseudomona Aeruginosas
- Tratamento Colangites R- Internação ( nada via oral, boa hidratação e boa analgesia) Antibiótico Terapia ( ciprofloxacina + Metronidazol) Descompressão brusca da via biliar ( CPRE ou coledocostomia)
- Clinica da ictérica post hepática. R- Acolia; Coluria; Icterícia
- Classificação das litiasis? R- Primária ou secundária.
- Classificação de acordo sua composição? R- Mista ( mais frequente) Pigmentado Colesterol (menos frequente )
- Tipo de obstrução do colédoco? R- Podem ser, Parcial ou Total.
- Leões de Courvoisier Terrier R- Icterícia Crônica com Vesícula Palpavel indolor; é patognomonico de adenocarcinoma de cabeça de pâncreas. Icterícia aguda com vesícula palpável e dolorosa; é patognomonico de litíases coledociana
- Classificação de Mirizzi R- 1. Calculo enclavado em bacinet com icterícia ( por compressão da vesícula com o colédoco) 2.Fistula colescistocoledociana (vesícula com colédoco – 1/3 da circunferência do colédoco)
3.Fistula colescistocoledociana ( vesícula com colédoco – 2/3 da circunferência do colédoco) 4.Fistula colescistocoledociana ( vesícula com colédoco – 3/3 da circunferência do colédoco) 5.Fistula Digestiva. Tipo A – sem iliobiliar. Tipo B – com iliobiliar.
- Síndrome de Bouveret R- é um Iliobiliar ( tipo 5 B) Iliobiliar é uma obstrução por litíases. Abdômen Agudo Hemorrágico.
- Classificação de Abdômen Agudo Hemorrágico R- Traumático e não Traumático.
- Os traumáticos podem ser R- Abertos ou Fechados
- Os traumáticos abertos podem ser R- Penetrantes e não penetrantes. Os Penetrantes podem ser causados por arma branca ou arma de Fogo.
- Órgãos mais lesionados no trauma aberto R-1.Instestino Delgado
- Fígado
- Estômago
- Colombo.
- Órgãos Mais Lesionados no Trauma Fechado. R-1. Fígado
- Baço
- Rim.
- Causas de Abdômen agudo não traumático R- Gravidez ectópica Cisto de ovário roto. Aneurisma da artéria aorta abdominal Tumores hepáticos
- Graus de hemorragia Graus de Hemorragia Perda de sangue % de volume Frequência cardíaca Frequência Respiratória Diurese N. Consciência G I 750 ml^ 15% <100 12 - 20 >30ml urina Levemente ansioso