Eletrólise Ígnea
Salve, salve, galera!
Vamos para mais uma aula de eletrólise.
Só que agora, temos uma definição muito importante.
A nossa eletrólise, ela será do tipo ígnea.
E quando a gente fala eletrólise ígnea, ela vai ser uma eletrólise que ocorre sem a presença de água.
Ela também pode ser chamada de eletrólise liquefeita, liquefeita, ou no estado fundido, fundido aqui.
Só toma cuidado com esse detalhe.
Então vamos analisar para você entender como é que é feito essa eletrólise.
Então aqui eu tenho cloreto de sódio fundido.
Ele está na fase líquida, então NaCl na fase líquida, e aí o que vai acontecer?
Na solução, ela está abarrotada.
De Cl menos, então aqui, Cl menos, em torno do ânodo.
E do lado do cátodo, está cheio de Na mais.
A condição do NaCl na forma líquida, ele libera cargas também.
Lembrando que esse cara aqui é o ânodo.
Está ali escrito, ânodo, e esse aqui é o cátodo, está escrito ali também.
Pessoal, mas o que vai acontecer?
Olha, presta atenção em uma coisa.
Eu tenho a minha solução, no caso NaCl,
não chega a ser uma solução, estava no estado sólido.
Hora que eu aqueci, ele derreteu e formou o Na mais, na forma líquida, mais o Cl menos, também na forma líquida.
E aí, a gente sabe que na eletrólise a gente tem os polos positivos e os polos negativos.
Olha o que vai acontecer.
O Na mais, ele vai ser atraído pelo polo negativo, então ele atrai aqui.
Pum, Na mais.
Só que lembra que o esquema era o cátodo reduz e o ânodo oxida, CRAO.
Então, olha só.
Ele está com um elétron a menos.
Você vai lá, vai adicionar um elétron a ele e ele vai ficar na forma metálica, Na sólido, ele vai formar o Na sólido.
Beleza.
De forma contrária, lá no ânodo, o Cl menos vai ser atraído.
Cl menos foi atraído, está na forma líquida.
Então aqui, deixa eu só colocar, de forma líquida.
Aqui está na forma líquida também, só que ele está com um elétron a mais, então eu vou mandar um elétron embora para formar o Cl dois.
O Cl dois é a forma molecular do cloro, então tem que ser Cl dois?
Sim, para os não metais sim, só que não está balanceado.
E a minha sugestão é que você coloque um meio aqui.
Ah, mas por que eu não posso colocar um dois aqui, por exemplo?
Porque se você coloca um dois aqui, tem que colocar um dois aqui e vai desbalancear toda a equação para cima.
Então a minha sugestão é que você permaneça, deixa aquele meio Cl dois para ficar mais fácil.
E olha o que vai acontecer.
Eu vou passar um traço na semirreação, nas semirreações, chamadas de semirreação, como ela ocorreu no cátodo, semirreação catódica.
E essa que ocorreu no ânodo, semirreação anódica.
Quem eu vou escrever aqui embaixo é a reação global, mas o que eu tenho que fazer?
Cortar todo mundo que está em lado oposto.
Vamos ver então, ó.
Elétron, primeira coisa que você vai analisar é a quantidade de elétrons.
Foi embora.
Cl menos com o Cl menos, foi embora.
Na mais com Na mais, foi embora.
Quem que sobrou?
Sobrou o NaCl na forma sólida, formando.
O Na sólido mais o meio Cl dois gasoso.
Então a eletrólise do sal de cozinha.
Ígnea, ela formou o gás cloro, então gás cloro, formou o gás cloro, e ainda formou, de brinde aqui, o sódio metálico, então formou o sódio metálico.
Então a propriedade da eletrólise é formar novas substâncias ou purificá-las.
No caso da eletrólise ígnea, lembra do detalhe mais importante, que ela nunca vai ter água, geralmente ela só vai formar novas substâncias.