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Trabalho de vitaminas, Resúmenes de Bioquímica

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Tipo: Resúmenes

2019/2020

Subido el 20/08/2020

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FACULDADE UNIÃO DINÂMICA CATARATAS
CURSO DE NUTRIÇÃO
1º PERÍODO
GABRIEL HENRIQUE LARREA TOLEDO
TRABALHO DE VITAMINAS
FOZ DO IGUAÇU
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FACULDADE UNIÃO DINÂMICA CATARATAS

CURSO DE NUTRIÇÃO

1º PERÍODO

GABRIEL HENRIQUE LARREA TOLEDO

TRABALHO DE VITAMINAS

FOZ DO IGUAÇU

GABRIEL HENRIQUE LARREA TOLEDO

TRABALHO DE VITAMINAS Elaboração de trabalho com o tema “vitaminas”. Professor: Jackson Luiz Domareski

FOZ DO IGUAÇU

sua solubilidade, não estando relacionada, por exemplo, com a função que elas desempenham no nosso organismo. Nesse contexto o objetivo desse trabalho será descrever sobre o atuação das vitaminas hidrossolúveis (A, D, E e K) e as vitaminas lipossolúveis (B1, B2, B3, B6 e B12.) no corpo humano ressaltando suas definições gerais, o cargo de cada vitamina citada acima, e seus sintomas na carência (Hipovitaminose) e no excesso (Hipervitaminose).

Teor Vitamínico dos Alimentos.

A determinação da atividade vitamínica específica dos alimentos naturais torna-se uma atividade cada vez mais complexa à medida que aumentam o número e a complexidade das vitaminas. As perdas vitamínicas no cozimento e armazenamento dos alimentos serão mencionadas mais especificamente ao se tratar de cada vitamina, em geral, vale ressaltar determinados princípios da sua conservação. As vitaminas lipossolúveis (A,D,E e K) não se perdem facilmente pelos métodos usuais de cozimento, e não se dissolvem na água da fervura, e uma parte das vitaminas pode, realmente , ser destruída pelo calor; (ocorre uma Desnaturação da vitamina) portanto, via de regra, cozer os alimentos até que fiquem macios na menor quantidade possível de água é o melhor procedimento. As perdas vitamínicas devidas ao armazenamento de vegetais tendem a equiparar-se ao grau de perda quando murcham; tais perdas são progressivas no armazenamento prolongado de frutas e legumes frescos. Vitaminas (A,D,E e K) Lipossolúveis. As vitaminas A, D, E e K são todas solúveis em lipídios e solventes lipídicos e, portanto, conhecidas como grupo lipossolúvel. A absorção no trato gastrintestinal segue a mesma via que a dos lipídeos; assim, qualquer condição que interfira com a absorção desses pode causar a absorção insuficiente de tais vitaminas. Todas elas podem ser armazenadas no organismo até certo ponto, sobre tudo no fígado, e consequentemente é provável que a manifestação das deficiências

seja mais lenta do que a da maioria do grupo hidrossolúvel. Em vários casos, a atividade vitamínica não é restrita a uma única substância, e muitas substâncias relacionadas produzem um efeito semelhante no corpo. Vitamina A ou Retinol A função mais definida da vitamina A é a sua participação no processo visual. O aldeído da vitamina A, o retinal, combina-se com a proteína opsina para formar a rodopsina, ou púrpura visual, nos bastonetes da retina do olho, que são responsáveis pela visão na luz fraca (visão escotópica). A vitamina A insuficiente para síntese de rodopsina dá origem a cegueira noturna ou nictalopia A vitamina A tem sido, há muito tempo, relacionada a manutenção do tecido epitelial normal (pele) mas só recentemente é que foram encontradas algumas explicações metabólicas para esta função. Na deficiência de vitamina A, observou-se que as membranas que revestem o nariz, a garganta, a traqueia e outras passagens de ar, o tracto gastrintestinal e o tracto geniturinário mostram alterações nas células epiteliais. Observou-se ainda uma diminuição do limiar do paladar e do olfato. Na deficiência de vitamina A, pode haver também pele áspera, seca e escamosa, especialmente nos braços e coxas, decorrente do aumento de queratinização. Sempre que ocorrem estas alterações de tecido, o mecanismo natural de proteção contra a invasão bacteriana fica comprometido, e o tecido pode tornar- se facilmente infectado. Os ossos também dependem da vitamina A para o crescimento e desenvolvimento normais, e vários pesquisadores acreditam que essa função da vitamina A se relaciona ás alterações celulares que ocorrem durante a diferenciação. A lesão nervosa, que quase sempre aparece na carência de vitamina A, pode ser devida mais à compressão do tecido em crescimento em um esqueleto que para de crescer que um resultado direto desta deficiência.

Para que esse processo de ativação da vitamina D se inicie, é preciso que o indivíduo receba a luz solar direta, especificamente a radiação ultravioleta B (UVB). Uma outra variável que está envolvida nessa etapa inicial de ativação é a quantidade de melanina na pele da pessoa. A carência de vitamina D pode causar sérios danos ao indivíduo como ficar doente ou contrair infecções com frequência, fadiga e cansaço, dor nos ossos e nas costas (dores musculares e nas articulações), depressão, dificuldades de cicatrização, Perda óssea, perda de cabelo. Hipervitaminose D. Demonstrou-se que a vitamina D tem toxicidade específica, quando administrada em superdose. Via de regra a toxidade não se manifesta, a não ser após doses altíssimas. Os primeiros sintomas de intoxicação com vitamina D são perda do apetite, náuseas e vômitos, seguidos por sede excessiva, aumento da emissão de urina, fraqueza, nervosismo e hipertensão arterial. O cálcio pode depositar-se em todo o organismo, especialmente nos rins, onde pode provocar lesões permanentes. Fontes da vitamina D. As vitaminas também estão presentes nos alimentos de origem animal, como leite e ovos, ricos em vitamina D (sintetizada pelo próprio organismo, mas que depende do sol para se tornar vitamina D). Esta vitamina é fundamental no fortalecimento dos ossos e dentes e ajuda na coagulação do sangue. Vitamina E ou Tocoferol

A vitamina E é a principal vitamina lipossolúvel presente no plasma e na partícula de LDL. Existe em oito formas químicas: alfa, beta, gama e delta- tocoferol e alfa, beta, gama e delta-tocotrienóis. Destes, o alfa-tocoferol é a forma biologicamente mais ativa e a mais estudada até o momento. A vitamina E não é produzida pelo organismo e deve ser adquirida por meio da dieta ou de suplementação, de modo que o suplemento de vitamina E é indicado principalmente para pessoas com dietas restritivas ou que não conseguem suprir á quantidade ideal da vitamina somente com a alimentação. Vitamina E é um poderoso antioxidante dos lipídeos das membranas celulares, das proteínas e do DNA, que são as estruturas mais prejudicadas pela ação dos radicais livres. No caso dos idosos, ela também promove a função normal de células chamadas linfócitos T. Essas células, por sua vez, ajudam a defender o organismo de diversos microrganismos como vírus, fungos e alguns tipos de bactérias. Eles são produzidos na migração das células-mãe da medula óssea para o timo — é lá que esses linfócitos conseguem diferenciar os invasores das células e o próprio organismo. A função desta vitamina é ajudar a proteger a integridade das estruturas celulares e evitar a destruição celulares e evitar a destruição de certas enzimas e componentes celulares.  Inibe os radicais livres;  Reduz a incidência de câncer de próstata;  Melhora a circulação sanguínea;  Previne doenças cardiovasculares;  Melhora a resistência a infecções;  É importante para o bom funcionamento do sistema nervoso;  Protege contra os danos da radiação ultravioleta;  Diminui os sintomas pré-menstruais;  Reduz marcas do envelhecimento na pele. A falta de vitamina E é rara e ocorre principalmente em pessoas com má absorção de gorduras, alterações genéticas e recém-nascidos prematuros.

Vitamina K ou fitomenadinona A vitamina K é lipossolúvel e apresenta-se sob as formas de filoquinona (K1 - predominante), menaquinona (K2) e menadiona (K3). A forma com mais atividade celular e consequentemente maiores benefícios é a K2. A vitamina K pode ser medida e microgramas do composto sintético puro, e a atividade da vitamina K de outras substâncias pode ser expressada em termos semelhantes. Um dos métodos de ensaios utiliza frangos novos e baseia-se na dose mínima que manterá o tempo de coagulação normal do sangue ao final de um mês. A vitamina K é necessária para a síntese das proteínas que ajudam a controlar o sangramento (fatores de coagulação) e, por isso, para a coagulação normal do sangue. Ela também é necessária para a saúde dos ossos e outros tecidos. Ela se dissolve em gordura e é mais bem absorvida quando consumida com alguma gordura. Boas fontes de vitamina K incluem verduras de folhas verdes (como couve-galega, espinafre e couve-de-folhas) e óleo de soja e de canola. O principal sintoma da deficiência de vitamina K é o sangramento (hemorragia) sob a pele (que causa manchas negras), nasal, de uma ferida, do estômago ou do intestino. O sangramento no estômago, às vezes, provoca vômitos com sangue. É possível ver sangue na urina ou nas fezes, ou as fezes podem ter uma cor negra. Hipervitaminose K. A vitamina K pode ser tóxica se administrada em altas doses por um período de tempo prolongado. Os sintomas da toxicidade da vitamina K, relatados por Smith e Custer , são hipoprotrombinemia, hemorragias petequiais, degeneração tubular renal e, nos prematuros, anemia hemolítica. Em 1963, a Food and Drug Administration recomendou a retirada da menadiona de todos os complementos alimentares. As vitaminas K1 e K também são permitidas em quantidades cuidadosamente dosadas.

Fontes da vitamina K. A vitamina K possui diversos benefícios, entre os quais podemos destacar a sua ação no processo de coagulação sanguínea. Entre os alimentos fontes de vitamina K, podemos citar: fígado, óleo de fígado de bacalhau, frutas e verduras como acelga, repolho, couve e alface. Clique nas imagens abaixo para ver outras informações sobre este tipo de vitamina. Vitaminas do complexo B (B1,B2,B3,B6 e B12) Hidrossolúveis O complexo de vitaminas B são vitaminas hidrossolúveis e que estão diretamente ligadas ao bom funcionamento do metabolismo celular. Elas desempenham papeis principalmente como coenzimas, permitindo que a célula sintetize substratos importantes para sua manutenção, como ácidos graxos, aminoácidos, lipídios, fosfolipídios e até mesmo hormônios e neurotransmissores. As principais fontes de vitamina B são proteínas de origem animal, como as encontradas em aves, ovos, laticínios, peixes e carne, mas também podem ser encontradas em folhas verdes, feijões e ervilhas. As hidrossolúveis são as vitaminas B1, B2, B5, B6, B12, folato, biotina e vitamina C. Em medicina veterinária são citadas como vitaminas hidrossolúveis as vitaminas C, B1, B2, B6, B12, ácido pantotênico, ácido fólico, niacina, colina e biotina. As coenzimas são geralmente derivadas de alguma vitamina hidrossolúvel, principalmente do complexo B. Normalmente atuam como transportadoras intermediárias de grupos funcionais, átomos ou elétrons. A coenzima incorporadora à estrutura da enzima recebe o nome de grupo prostético.

intestinal com a bile. É armazenada nos músculos esqueléticos, no coração e nos rins, e eliminada na urina. Tem ação antiberibérica e é indispensável à saúde do sistema nervoso, dos músculos e do coração, e à manutenção do apetite. Favorece a absorção de oxigênio pelo cérebro e também promove a respiração dos tecidos, melhorando assim o raciocínio. Participa de maneira intensa no processo digestivo. A vitamina B1 é importante na transformação de carboidratos em lipídeos e participa diretamente na excitação dos nervos periféricos. Esta vitamina funciona também como coenzima importante no metabolismo energético da glicose, fazendo a conversão de glicose em gorduras; atua na manutenção do apetite e do tônus muscular. A vitamina B1 também é recomendada para a manutenção, o crescimento e a reprodução dos animais. Embora não haja uma relação muito bem definida até agora entre as anormalidades bioquímicas e as manifestações clínicas que resultam de deficiência de tiamina, várias possibilidades foram sugeridas: falhas no fornecimento energético necessárias às células; falhas para liberar um composto essencial ao coração ou nervos, ou um acúmulo de substâncias tóxicas. Perda de apetite, obstipação, irritabilidade e fadiga são todos sintomas associados com baixa ingestão de tiamina. Alterações no sistema nervoso periféricos coordenação ocular e raciocínio são encontradas entre os alcoólatras crônicos com ingestão inadequada de tiamina. Hipervitaminose B1: Já o excesso de vitamina B1 raramente causa efeitos adversos. Cientistas observaram que como a absorção da tiamina cai consideravelmente em concentrações maiores que 5 mg/dia e também, sendo uma vitamina hidrossolúvel, sua excreção acontece de maneira rápida, bem como o tempo de meia-vida da tiamina é curto, é raro que a tiamina tenha efeitos tóxicos ao organismo. Apenas efeitos alérgicos podem ser observados em alguns casos de consumo excessivo de vitamina B1. Fontes de vitamina B1.

A vitamina B1 é encontrada principalmente em cereais (milho e outros), levedura de cerveja, vegetais, frutas, batata, fígado animal, gema de ovo e leite. Os animais ruminantes e equinos adultos podem obter a vitamina B1 através das bactérias do rúmen ou ceco, respectivamente, enquanto coelhos e ratos dependem da coprofagia como fonte desta vitamina. Riboflavina (vitamina B2) A segunda vitamina do complexo B riboflavina foi reconhecida na década de 1920, quando evidenciaram algumas de suas propriedades que promoviam crescimento, que após o aquecimento perdem as propriedades anti beribéri. Em 1932, a vitamina foi identificada como parte de uma enzima, e sintetizada em

As duas formas biologicamente ativas são flavina mononucleotídeo (FMN) e flavina adenina dinucleotídeo (FAD), formadas pela transferência de um AMP do ATP para o FMN. O FMN e o FAD são capazes de aceitar reversivelmente dois átomos de hidrogênio, formando FMNH2 ou FADH2. O FMN e o FAD são fortemente ligados – algumas vezes covalentemente – a flavoenzimas que catalisam a oxidação ou a redução de um substrato. A riboflavina está ligada ao açúcar álcool ribitol. A molécula é colorida, fluorescente, fotolábil e termoestável. É encontrada em oxidorredutases como flavina mononucleotídeo (FMN) e flavina adenina dinucleotídeo (FAD), e é necessária ao metabolismo energético tanto de açúcares quanto de lipídeos. A ativação da riboflavina ocorre via sistema enzimático dependente de ATP, resultando na produção de FMN e FAD. A forma ativa é o FAD (flavina adenina nucleotídeo) e o FMN (flavina adenina mononucleotídeo), que recebem e prótons e elétrons, convertendo-se de formas oxidadas (FAD+ e FMN+) para reduzida (FADH2 e FMNH2). O FAD é um importante transportador de elétrons e prótons

A hipervitaminose de B2 não é comum pois a capacidade de absorção desta molécula é limitada. O FDA, órgão americano de controle de alimentos e drogas, nem mesmo possui um limite diário de ingestão para a riboflavina, devido sua ausência de toxicidade. Os métodos de análise de quantidade de vitamina B2 são: a medida direta da riboflavina na urina, a concentração de riboflavina nos eritrócitos e a medida indireta através da atividade de FAD em um meio controlado. Fontes de vitamina B2. A vitamina B2 é encontrada principalmente na pastagem fresca (alta concentração), leite, fígado, rins e coração animal, músculo, peixe, levedura de cerveja, queijo, ovos, vegetais e cereais (baixa concentração) Niacina (vitamina B3) A niacina, como a timina e a riboflavina, também funciona como uma coenzima no metabolismo energético. Ela faz parte das enzimas NAD (nicotinamida adenosina-dinucleotídio) e NADP (nicotinamida adenosina dinucleotídio-fosfato), que são carregadores de hidrogênio essenciais á liberação de energia de glicídios, lipídios e proteínas. Estas enzimas contendo niacina transferem hidrogênio de material oxidável para enzimas com riboflavina. A nicotinamida, um derivado do ácido nicotínico, que contém uma amida substituindo um grupo carboxila, também ocorre na dieta. A nicotinamida é rapidamente desaminada no organismo e, dessa forma, é nutricionalmente equivalente ao ácido nicotínico. As formas reduzidas do NAD+ e do NADP+ são NADH e NADPH, respectivamente.

A niacina é uma parte ativa da coenzima nicotinamida adenina dinucleotídeo (NAD) e nicotinamida adenina dinucleotídeo fosfato (NADP), os quais participam das reações da oxidorredutase. A forma ativa da vitamina necessária para a síntese de NAD e NADP é o nicotinato, portanto a nicotinamida deve ser desaminada antes de tornar-se disponível para a síntese dessas coenzimas. A niacina pode ser sintetizada a partir do triptofano e, portanto, não é uma vitamina propriamente dita. A conversão é, entretanto, muito ineficiente e não consegue suprir quantidades suficientes de niacina. Além disso, a conversão requer tiamina, piridoxina e riboflavina, e em dietas pobres tal síntese seria problemática. As exigências de niacina estão também relacionadas com o gasto energético. Presente nos alimentos na forma de niacinamida (uma amida) e ácido nicotínico (ou niacina, um ácido carboxílico), esta vitamina, que pode ser sintetizada a partir do aminoácido triptofano, participa da molécula de NAD (nicotinamida adenina dinucleotídeo), importantíssimo transportador de prótons e elétrons no metabolismo energético mitocondrial. No sentido exato da palavra, a niacina não é uma vitamina, pois ela pode ser sintetizada no organismo a partir de triptofano (Trp). Porém a conversão de Trp em niacina é relativamente ineficiente e só acontece depois que os requerimentos de Trp estão cobertos. Por outro lado, a biossíntese de niacina necessita de tiamina, riboflavina e piridoxina. Assim, em termos práticos, tanto a niacina quanto o Trp são essenciais e precisam estar na dieta. A riboflavina é uma das vitaminas com mais ampla distribuição. Está distribuída em todas as células de plantas e animais, mas existem poucas fontes ricas nessa vitamina. Os cereais fortificados e os produtos de panificação fornecem grandes quantidades de riboflavina. A deficiência de vitamina B 2 é rara e tem como principal causa a desnutrição, podendo ser influenciada por desequilíbrios da microbiota intestinal e hipotireoidismo. Nas células, interfere no metabolismo do ácido fólico, da vitamina B 6 , da vitamina K e da niacina. As apresentações clínicas de deficiência dessa vitamina são: debilidade, fadiga, dor e sensibilidade na boca, sensação de

compostos químicos muito relacionados entre si – piridoxina, piridoxal e piridoxamina – todos os quais são fisiologicamente ativos. A necessidade para esse fator foi primeiramente demonstra em ratos, porém estabeleceu-se atualmente que é necessária à maioria dos animais. A sua deficiência é associada em algumas espécies com um tipo peculiar de anemia, fraqueza muscular extrema, dermatite e distúrbios nervosos. A vitamina B6 pode ser sintetizada por bactérias intestinais no rato, mas ainda não se estabeleceu se isso ocorre em seres humanos. As necessidades e a função de vitamina B6 em humanos foi demonstrada conclusivamente nos adultos e nas crianças. A desnutrição acidental desse fator numa fórmula de leite enlatado resultou na ocorrência de irritabilidade nervosa e convulsões em bebês. A recuperação foi feita com injeções da vitamina provando conclusivamente que os sintomas notados eram o resultado da deficiência de vitamina B6. O mecanismo de ação da piridoxina e seus vários análogos é associado muito de perto com síntese de metabolismo de perto com a síntese de metabolismo de aminoácidos. O piridoxal-fosfato (PALP), a coenzima B6 é necessário á transaminação o processo pelo qual o grupo amino (NH2) a partir de 1 aminoácido é transferido a outro para produzir um aminoácido diferente necessário para síntese de proteína. A atividade transaminásica (B6-enzimas catalisando transaminações) de sangue pode ser medida B6. A transaminase do ácido glutâmico oxaloacético (GOT) e a transaminase do ácido glutâmico pirúvico (GPT) são transaminases mais frequentemente usadas. Esta vitamina auxilia no metabolismo das proteínas e gorduras, e na formação da hemoglobina; promove o bom funcionamento do sistema nervoso; diminui o colesterol e a pressão sanguínea; ajuda a prevenir doenças cardíacas; fortalece o sistema imunológico. É fundamental para a produção de células do sistema nervoso e para a formação do sangue, já que intervém na síntese da hemoglobina. A absorção dessa vitamina se inicia com a hidrólise das formas fosforiladas no lúmen intestinal, que posteriormente serão absorvidas por difusão passiva; sua absorção depende de pH ácido. A maior parte da piridoxina ingerida é liberada pela circulação portal como piridoxal, e absorvida pelo fígado.

São muitas as reações que dependem de piridoxina. Entre os processos mais importantes com a participação desta coenzima, podem ser citadas: as reações de transaminação entre o aspartato e oxalacetato, α-cetoglutarato e glutamato, e alanina e piruvato; as reações da glicogenólise, nas quais a piridoxina é componente essencial da glicogênio fosforilase e se une a resíduo de lisina, estabilizando a enzima; a biossíntese das aminas serotonina, noradrenalina e histamina; formação de niacina a partir de triptofano; a biossíntese de ácido δ- aminolevulínico, precursor do grupo heme; a biossíntese de esfingolipídeos, componentes da mielina. A deficiência tem relação com dieta de baixa qualidade. Os principais sintomas são dermatite, gengivite, anemia, fraqueza, dores de cabeça, distúrbios gastrintestinais, secura na pele e depressão. A síndrome dependente de vitamina B6 de origem genética foi identificada quando os pacientes necessitavam de grandes quantidades de vitamina para prevenirem convulsões e retardos mentais. Deficiências semelhantes de outras enzimas depende de B6 também foram identificadas porem somente quando doses maciças dessa vitamina facilitavam a atividade enzimática. Hipervitamiose B6. Apenas concentrações muito elevadas de vitamina B6 podem causar problemas, por isso, o risco de excesso é maior devido à suplementação, mas também pode ocorrer por meio da alimentação. A hipervitaminose de vitamina B6 pode causar danos nos nervos, nos braços e pernas. Os efeitos variam entre: dor de cabeça, insônia, náuseas, neuropatia sensorial e periférica. Fontes de vitamina B6. É encontrada nos alimentos em três formas: piridoxina (um álcool), piridoxal (um aldeído) e piridoxamina (uma amina). É coenzima em reações do metabolismo dos aminoácidos, como por exemplo, as transaminações.