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Tuberculosis Extrapulmonar: Definición, Diagnóstico y Tratamiento, Resúmenes de Medicina

Este documento ofrece una visión general de la tuberculosis extrapulmonar (EPTB), abarcando su definición, epidemiología, presentación clínica y diagnóstico. Se exploran diversas formas de EPTB, como la tuberculosis del sistema nervioso central, miliar, urinaria, genital masculina, linfadenitis tuberculosa, pericarditis tuberculosa, del aparato digestivo, musculoesquelética y ocular. Se subraya la importancia del diagnóstico precoz y tratamiento adecuado para evitar complicaciones graves. Además, se mencionan factores de riesgo y herramientas diagnósticas clave, como la PCR y los cultivos de sangre micobacterianos. Este recurso es valioso para estudiantes de medicina y profesionales de la salud interesados en comprender y abordar la tuberculosis extrapulmonar en diversos contextos clínicos.

Tipo: Resúmenes

2024/2025

Subido el 06/08/2025

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jordan-lopez-6 🇪🇨

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UNIVERSIDAD DE GUAYAQUIL
FACULTAD DE CIENCIAS MÉDICAS
CARRERA DE MEDICINA
CÁTEDRA DE NEUMOLOGÍA
TEMA:
TUBERCULOSIS EXTRAPULMONAR
ESTUDIANTE:
LÓPEZ AVILEZ JORDAN ALEXANDER
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¡Descarga Tuberculosis Extrapulmonar: Definición, Diagnóstico y Tratamiento y más Resúmenes en PDF de Medicina solo en Docsity!

UNIVERSIDAD DE GUAYAQUIL

FACULTAD DE CIENCIAS MÉDICAS

CARRERA DE MEDICINA

CÁTEDRA DE NEUMOLOGÍA

TEMA:

TUBERCULOSIS EXTRAPULMONAR

ESTUDIANTE:

LÓPEZ AVILEZ JORDAN ALEXANDER

CURSO:

DOCENTE:

DR. JORGE MARTINEZ

CICLO

2023- 2024 CI

 - MED-S-CO-8- 
  • TUBERCULOSIS EXTRAPULMONAR.......................................................................... Contents
    • Definición............................................................................................................
    • Epidemiología.....................................................................................................
    • Factores Riesgos.................................................................................................
    • Fisiopatología......................................................................................................
    • Métodos diagnósticos.........................................................................................
    • Presentación clínica y diagnóstico de la tuberculosis extrapulmonar.................
  • TUBERCULOSIS DEL SISTEMA NERVIOSO CENTRAL................................................
    • Definición............................................................................................................
    • Etiología..............................................................................................................
    • Epidemiología.....................................................................................................
    • Factores de riesgo...............................................................................................
    • Fisiopatología......................................................................................................
    • Manifestaciones Clínicas.....................................................................................
    • CLASIFICACIÓN.................................................................................................
      • MENINGITIS TUBERCULOSA...........................................................................
        • Definición...................................................................................................
        • Manifestaciones clínicas.............................................................................
        • Diagnóstico.................................................................................................
        • Diagnóstico inicial......................................................................................
        • Diagnóstico final.........................................................................................
        • Diagnóstico diferencial...............................................................................
      • MENINGITIS TUBERCULOSA...........................................................................
        • Definición...................................................................................................
        • Manifestaciones Clínicas.............................................................................
        • Diagnóstico.................................................................................................
        • Diagnóstico inicial......................................................................................
        • Diagnóstico final.........................................................................................
      • ESPONDILODISCITIS TUBERCULOSA...............................................................
        • Definición...................................................................................................
        • Manifestaciones Clínicas.............................................................................
        • Diagnostico.................................................................................................
      • TUBERCULOMA..............................................................................................
    • Tratamiento.......................................................................................................
  • TUBERCULOSIS MILIAR.........................................................................................
    • Definición..........................................................................................................
    • Epidemiología...................................................................................................
    • Factores de Riesgo............................................................................................
    • Patología...........................................................................................................
    • Manifestaciones Clínicas...................................................................................
    • Diagnostico.......................................................................................................
    • Herramientas de diagnóstico para la tuberculosis............................................
    • Diagnóstico Diferencial.....................................................................................
    • Tratamiento.......................................................................................................
  • TUBERCULOSIS UROGENITAL...............................................................................
    • Definición..........................................................................................................
    • Infección del tracto urinario..............................................................................
    • Epidemiología...................................................................................................
    • TUBERCULOSIS URINARIA.................................................................................
      • Patogenia.......................................................................................................
      • Cuadro clínico................................................................................................
      • Diagnóstico....................................................................................................
      • Exámenes de diagnóstico invasivos..............................................................
      • Tratamiento...................................................................................................
      • Tratamiento Invasivo.....................................................................................
    • TUBERCULOSIS GENITAL MASCULINA................................................................
      • Patogenia.......................................................................................................
      • Cuadro clínico................................................................................................
      • Diagnostico....................................................................................................
      • Tratamiento médico y quirúrgico...................................................................
    • TUBERCULOSIS GENITAL FEMENINA..................................................................
      • Patogenia.......................................................................................................
      • Cuadro Clínico................................................................................................
      • Diagnóstico....................................................................................................
      • Diagnostico pruebas invasivas......................................................................
      • Tratamiento médico y quirúrgico...................................................................
  • TUBERCULOSIS GANGLIONAR O LINFADENITIS TUBERCULOSA............................
    • Definición y Epidemiología................................................................................
    • Manifestaciones clínicas...................................................................................
    • Linfadenopatía Cervical....................................................................................
    • Otras Localizaciones.........................................................................................
    • Diagnóstico.......................................................................................................
    • Tratamiento.......................................................................................................
  • PERICARDITIS TUBERCULOSA...............................................................................
    • Definición..........................................................................................................
    • Incidencia.........................................................................................................
    • Patogenia..........................................................................................................
    • Manifestaciones Clínicas...................................................................................
    • Diagnóstico.......................................................................................................
    • Tratamiento.......................................................................................................
  • TUBERCULOSIS Y APARATO DIGESTIVO................................................................
    • ENTERITIS TUBERCULOSA.................................................................................
      • Patogenia:......................................................................................................
      • Manifestaciones clínicas:...............................................................................
      • Diagnóstico:...................................................................................................
      • Tratamiento...................................................................................................
    • PERITONITIS TUBERCULOSA..............................................................................
      • Patogenia.......................................................................................................
      • Manifestaciones clínicas:...............................................................................
      • Diagnóstico....................................................................................................
      • Tratamiento...................................................................................................
  • TUBERCULOSIS Y SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO............................................
    • Definición y epidemiología................................................................................
    • Patogenia..........................................................................................................
    • Manifestaciones clínicas...................................................................................
    • Osteomielitis tuberculosa extraespinal:............................................................
    • Diagnóstico.......................................................................................................
    • Tratamiento:.....................................................................................................

OTRAS MANIFESTACIONES................................................................................... 44 TUBERCULOSIS CUTÁNEA:................................................................................. 44 Diagnóstico.................................................................................................... 44 Tratamiento................................................................................................... 44 TUBERCULOSIS OCULAR................................................................................... 44 Definción....................................................................................................... 44 Diagnóstico y tratamiento:............................................................................ 44 REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS............................................................................ 45 TUBERCULOSIS EXTRAPULMONAR Definición La tuberculosis extrapulmonar (EPTB) se refiere a la tuberculosis (TB) que ocurre fuera de los pulmones. Si bien la tuberculosis pulmonar, que afecta los pulmones, es la forma más común, la tuberculosis puede afectar otros órganos y tejidos, provocando manifestaciones extrapulmonares. La afectación de sitios extrapulmonares puede plantear desafíos diagnósticos ya que los síntomas pueden variar según el área afectada. Los sitios extrapulmonares comunes incluyen los ganglios linfáticos, la pleura, los huesos, las articulaciones, el sistema genitourinario, el sistema nervioso central y los órganos abdominales. Epidemiología Según la Organización Mundial de la Salud, en 2018 se notificaron aproximadamente 1.050.000 casos nuevos de TB extrapulmonar, correspondientes al 15% de casos de TB notificados; entre el 8% y el 24%, según la región afectada. Es de resaltar que su incidencia se ha mantenido relativamente constante en los últimos años; mientras que la de la TB pulmonar ha venido en descenso. En parte, se cree que es debido a la mayor frecuencia de infección por VIH (la coinfección con TB es cercana al 9%), al uso creciente de quimioterapéuticos o agentes biológicos, patrones de migración y también al desarrollo de las herramientas diagnósticas.

activa. El mecanismo de infección está determinado por la inoculación y por la diseminación de los bacilos por la vía aérea en las porciones inferiores de los lóbulos superiores y las porciones superiores de los lóbulos inferiores. Posteriormente, se da la primera interacción con el sistema inmune mediada por macrófagos alveolares. Sin embargo, algunos bacilos usan diversas estrategias para evadir la acción de los macrófagos y retrasar el inicio de la activación inmunológica. La respuesta inmune adecuada frente al M. tuberculosis está determinada por la acción de los linfocitos T CD4 y la producción de interleucina 2, factor de necrosis tumoral alfa e interferón gamma. De estos mecanismos también depende la formación del granuloma y el daño tisular. Esto, sumado a la actividad de macrófagos y células dendríticas, es suficiente para controlar la infección y establecer una fase latente. No obstante, en algunos individuos esto no es posible y progresan a una fase activa de la enfermedad de TB. La TB extrapulmonar resulta de la diseminación hematógena o linfática del bacilo, la cual puede darse como resultado de una infección primaria o por la reactivación de un foco latente con la consecuente afectación de cualquier órgano, dentro de ellos la pleura, los ganglios linfáticos, el abdomen, el sistema osteoarticular, el sistema nervioso central, el aparato genitourinario, el pericardio y la piel. La diseminación inicial ocurre con el transporte de macrófagos infectados por vía linfática hacia los grupos ganglionares hiliares, mediastinales, supraclaviculares y retroperitoneales, o, también, por vía hematógena a órganos como riñones, las epífisis de huesos largos, vértebras y meninges. Antes de que se desarrolle la respuesta de hipersensibilidad retardada, el crecimiento de los bacilos continúa tanto en el foco inicial como en los focos metastásicos, y ello origina sitios de infección progresiva o infección latente en la mayoría de los casos. Métodos diagnósticos La confirmación bacteriológica requiere la detección de M. tuberculosis en las muestras estudiadas mediante la tinción BAAR, el cultivo de micobacterias o las pruebas rápidas de detección de ácidos nucleicos. El carácter pausibacilar y los sitios de infección no hacen fácil tener muestras adecuadas para microscopía, histología, cultivo o pruebas moleculares. Las

tinciones de Ziehl-Neelsen o la de auramina-rodamina pueden identificar el bacilo cuando su concentración está entre 5000 y 10000 bacilos por mililitro y, por ello, son menos sensibles para el diagnóstico de TB extrapulmonar. El cultivo tiene mayor capacidad diagnóstica con una sensibilidad cercana al 80% y permite tipificar las micobacterias y su perfil de resistencia. No obstante, el tiempo necesario para el crecimiento bacteriano limita el diagnóstico oportuno. Uno de los avances importantes en el diagnóstico de la TB ha sido el desarrollo de las pruebas de amplificación de ácidos nucleicos. La reacción en cadena de la polimerasa (PCR), diseñada para detectar las secuencias de ácidos nucleicos de M. tuberculosis, genera resultados con mayor precisión y en menos tiempo que los cultivos. La PCR es capaz de identificar diferentes secuencias de ácidos nucleicos en muestras con concentraciones de bacilos bajas y, además, identifica la resistencia a la rifampicina codificada en el gen rpoB, que puede ser de gran utilidad en escenarios donde es alta la prevalencia de la tuberculosis multirresistente. Existen diferentes secuencias genéticas para amplificar el genoma del M. tuberculosis; la de mayor uso es la IS6110 por su mayor sensibilidad para detección en tejidos. Debe tenerse en cuenta que la PCR no puede diferenciar los bacilos vivos de los muertos. Adicionalmente, en los últimos años se ha venido estudiando el rendimiento del inmunoensayo, que cuantifica la liberación de interferón gamma (QuantiFERON®, ELISpot) para el diagnóstico de la TB pulmonar, la TB extrapulmonar y la TB latente. Las características operativas de las pruebas son variables dependiendo del sitio de infección y aún falta información para su uso de rutina. Finalmente, el estudio histopatológico orienta el diagnóstico identificando granulomas con necrosis de caseificación, pero debe hacer diagnóstico diferencial con otras enfermedades granulomatosas. La sensibilidad de los métodos diagnósticos es variable según el sitio de afectación y el tipo de muestra analizada. Presentación clínica y diagnóstico de la tuberculosis extrapulmonar Tal como se mencionó, la presentación clínica de la TB extrapulmonar es variada. En la tabla 1 se resumen sus principales características clínicas y posibles complicaciones de cada una de sus formas. A continuación, se profundiza en cada una de ellas.

Factores de riesgo  Mal estado nutricional  Hacinamiento  Alcoholismo y desnutrición  Malas condiciones de vivienda  Exposición con enfermos de tuberculosis pulmonar – laríngea  Antecedentes de Tuberculosis pulmonar  Inmunosupresión (Corticoterapia crónica, neoplásicas, VIH, etc) Fisiopatología La fuente de contagio de a tuberculosis pulmonar es a partir de un paciente con tuberculosis pulmonar, el que al toser elimina gotas pequeñas de saliva conteniendo bacilos en su interior. Estas gotas de saliva con contenido bacilifero, puede ser aspirado por la otra persona. Las gotas de saliva, de pequeño volumen pueden llegar hasta los alveolos, desencadenando la primoinfección. El compromiso del sistema nervioso, se da como complicación inmediata o mediata de la primoinfección, mediante proliferación linfohemática. También se puede dar en casos de tuberculosis crónicas producto de un tratamiento inadecuado. Ya en el sistema nervioso, se producen los focos submeningeos de Richi que al vencer la contención del parénquima liberan gérmenes a las meninges y generan cambios en el LCR y la clínica característica de la meningitis por este microorganismo. Cuando las lesiones son más profundas, estas quedan restringidas al parénquima produciendo los granulomas cerebrales. En otras oportunidades, cuando el compromiso es a nivel torácico el sistema linfohemático podría desplazar al microrganismo hacia las articulaciones intervertebrales produciendo daño en el disco intervertebral seguido de los cuerpos vertebrales, incluso generando colecciones alrededor de estas, y cuando estas se proyectan hacia la luz del canal raquídeo podrían generar síndromes compresivos. Manifestaciones Clínicas Los signos y síntomas de esta infección se manifestaran según la localización, más según el estudio titulado: MANIFESTACIONES CLÍNICAS Y LABORATORIALES (LCR) ATIPICAS EN PACIENTES CON NEUROTUBERCULOSIS EN EL HOSPITAL REGIONAL CUSCO. 2015 – 2017, se pueden considerar las siguientes manifestaciones clínicas en el siguiente orden:  Alteración Funciones Cerebrales Superiores  Cefalea  Signos Meníngeos  Alteración Nivel de Conciencia

 Fiebre  Alteración Nervios Craneales  Paraparesia  Lumbalgia  Triada Típica  Hemiparesia  Alteración Sensibilidad (Medular)  Convulsiones  Alteración Equilibrio  Disfunción Esfínteres Y se presenta el siguiente cuadro con la cantidad de pacientes que refieren la sintomatología: CLASIFICACIÓN MENINGITIS TUBERCULOSA Definición Es una infección de las meninges, las membranas que recubren el cerebro y la médula espinal, causada por el Mycobacterium tuberculosis, es una de las formas más graves de la tuberculosis y más frecuentes. Representa aproximadamente el 1 por ciento de todos los casos de TB y el 5

Como se manifiesta las 3 tienen correlación de sintomatología, más existe una TRIADA CLÁSICA: Cefalea + Fiebre + Signos Meníngeos para Meningoencefalitis Tuberculosa, considerada la forma más frecuente de Neurotuberculosis. Diagnóstico Criterios: A. Criterios clínicos: Signos y síntomas B. Microscopia y cultivos bacteriológicos B1 BAAR positivo en LCR después de la coloración de ZiehlNeelsen, MOSD positivo, L.J. positivo, PCR positiva, Bactec positivo y otros. B2 Ausencia de bacterias en LCR (tinción GRAM). Ausencia de hongos en LCR (tinta

china). B3 Ausencia de células malignas (PAP). C. Citoquímico (LCR) C1 Pleocitosis mayor a 10 células/ml, a predominio mononuclear. C2 Proteinorraquia mayor a 45 mg/dL (ver valor referencial del lab). C3 Hipoglucorraquia menor al 60 % de la glicemia. D. Adenosindeaminasa DI: ADA: > 6 U/L E. Cloruros HIPOCLORURORRAQUIA: < a 710 mg% (VN: 720-750 mg%) o por debajo de 100 mEq/L en LCR. F. PPD PPD: Mayor o igual de 10 mm (adultos) G. Tuberculosis extraneural Con demostración microbiológica (directo y cultivo), radiología o evidencia histopatológica. H. Antecedente epidemiológico  Haber tenido Tuberculosis Pulmonar, cerebral u otros órganos.  Haber estado en contacto con personas con tuberculosis. Diagnóstico inicial Diagnóstico final Diagnóstico diferencial  Meningitis bacteriana (en proceso de tratamiento:

Diagnóstico Criterios: A. Criterios clínicos : Signos y síntomas B. Criterios de neuroimágenes C. Aislamiento del mycobacterium tuberculosis de sitios extra neurológicos Tuberculosis de otro sistema D. Aislamiento microscopico (directo o cultivo) de mycobacterium tuberculosis del sitio de lesión: Biopsia o necropsia E. PPD PPD: >/= 15 mm (adultos) PPD: >/= 10 mm (</= 15 años Diagnóstico inicial Diagnóstico final

ESPONDILODISCITIS TUBERCULOSA

Definición Durante la bacilemia que sigue a la tuberculosis primaria o a la tuberculosis de reactivación tardía, se establece una una diseminación linfohemática mediante el cual el mycobacterium tuberculosis se desplaza hacia las articulaciones intervertebrales produciendo daño en el disco intervertebral seguido de los cuerpos vertebrales (cara anterior principalmente), incluso generando colecciones alrededor de estas, y cuando se proyectan hacia la luz del canal raquídeo podrían generar síndromes compresivos. Manifestaciones Clínicas La presentación clínica de la tuberculosis espinal es variable. Las manifestaciones dependen de la duración de la enfermedad, la gravedad de la enfermedad, el sitio de la lesión y la presencia de complicaciones asociadas, incluidas la deformidad y el déficit neurológico. Puede ir desde un dolor de espalda (Por inflamación, destrucción ósea e inestabilidad) hasta la deformidad, inestabilidad y déficit neurológico. El dolor en reposo es patognomónico y, en raras ocasiones, el dolor radicular puede ser el síntoma principal de presentación. Absceso Frío Estos carecen de todos los signos inflamatorios obvios en los abscesos (De ahí el nombre). En la columna cervical, pueden presentarse en el espacio retrofaríngeo, triángulos anterior o posterior del cuello o la axila. En la columna torácica, pueden presentarse como abscesos pre o paravertebrales; o sobre la pared del torácica. En la columna lumbar, pueden rastrear a lo largo del músculo psoas, el triángulo de Petit, el triángulo de Scarpa o la región glútea. Deformidad El aspecto clínico de la deformidad cifótica se ha clasificado como:  Knuckle (una afectación vertebral)  Gibbus (dos vértebras)  Rounded kyphus (más de tres vértebras). Debido a la mayor participación de la columna vertebral anterior en la tuberculosis, la columna vertebral desarrolla progresivamente una orientación cifótica; especialmente en la columna torácica y toracolumbar. Déficit Neurológico Puede ocurrir ya sea en la etapa activa de la enfermedad (secundaria a la compresión de un absceso, tejido inflamatorio, secuestro o inestabilidad espinal) o durante la etapa curada (generalmente secundaria a la tracción mecánica sobre el gibbus interno o la inestabilidad

TUBERCULOMA

El tuberculoma está constituido por un foco de conglomerado de caseum que se origina a partir de tubérculos tras una bacilemia hematógena. Radiológicamente en la TC craneal se presentan como lesiones nodulares aisladas o múltiples que captan contraste en paciente con o sin meningitis tuberculosa. La presentación clínica es similar a la de una masa cerebral. Dado que el manejo quirúrgico de estas lesiones se puede complicar con una meningitis fatal, se prefiere el tratamiento médico conservador, salvo en los casos de hidrocefalia obstructiva o compresión del troncoencéfalo.

Tratamiento “El resultado clínico depende en gran medida de la etapa en que se inicia la terapia” El tratamiento es con 4 drogas (H+R+P+E)