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ESCOLA TÉCNICA CURSO NOBRE Curso: Curso Técnico de Nível Médio de Técnico em Eletrotécnica Disciplina: Cálculo I I Responsável: EMENTA: CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: À Limites e continuidade de funções: Definições Regras de Derivação (simples e composta) Regra daCaieia Regra L "Hospital Máximos « Mímimos de Funções Funções Crescentes e Decrescentes Concavidade e Ponto de Inflexão Derivada de Funções implícitas OBJETIVOS: Imrodução ao estudo de funções de uma variável, limites, derivadas e integrais, numa abordagem rão formal. casas METODOLOGIA: Estudo de Caso Aulas Expositivas CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO: Pl:nota da 1º Prova FZ: nota da 2º Prova E: Nota do Exame, substitui a menor nota (Pl ou P2) ME: média final ME: PI
7 Aprovado BIBLIOGRAFIA: SCHMIDT, VALFREDO. Materiais Elétricos: Condutores e Semicondutores - Vol. 1. São Paulo: Ed Edgarê Blucher. SCHMIDT, VALFREDO. Materiais Elétricos: Isolantes c Magnéticos - Vol. 2. São Paulo: Ed Edgard Blucher. Materiais Elétricos - Deleyr Barbosa Saraiva, Editora Guanabara Dois BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CALLISTER Jr, William D.. Mate Van Vlack, Lawrence. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1954. ESCOLA TÉCNICA CURSO NOBRE Curso: Curso Técnico de Nível Médio de Técnico em Eletrotécnica Disciplina: Sistemas Digitais e Microprocessados | Responsável: EMENTA: Arquitenra dos microprocessadores e dos microcontroladores. Memória EPROM, Flash e RAM. Dispositivos periféricos para microprocessadores. Blocos básicos dos microcontroladores. Aplicações de microprocessadores c microcontroladores. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Z Sistemas digitais bascados em microprocessadores 2. Micmprocessadores e microcontroladores 3. Arquitetura de computadores: hardware básico, temporização, instruções 4 Programação c Depuração cm Linguagem Assembly 5. Estrutura interna do microprocessador 6. Introdução a UCP (Unidade Central de Processamento): registradores e códigos de condições 7. Sinais de interface e temporização do 8051 (CLK, ALE, /PSEN, (RD, /WR) E Conjumto deinsruções. Modos de endereçamento 9. A família de microcontroladores PIC 10. Interfacesmento com memórias 11. Memórias ROM e RAM: tipos, características elétricas e temporais 12. Baramentos de endereços, dado e controle 13. Espaço de endereçamento, decodificação de endereços 14. Interfaceamento de entrada e saída (E/S) 15. Comunicação entre dispositivos de E/S e o microprocessador 16. Laços de temporização, temporizadores 17. Pilhas e subrotinas, interrupções e eventos reais 15. Entradae saída serial 19. Controladores de E/S, sistemas supervisores OBJETIVOS: Apresentar as diversas cameterísticas relacionadas com as arquiteturas de sistemas de processamento digitais baseaias em microprocessadores e microcontroladeres, os dispositivos periféricos empregados e suas aplicações. METODOLOGIA: Aulas práticas Elaboração de trabalhos práticos, de pesquisa. CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO: Fl: nota da 1º Prova FZ: nota da 2º Prova E: Nota do Exame, substitui a menornota (Pl ou P2) MF: média final MF: PIP2'22 7 Aprovado BIBLIOGRAFIA: UFFENEECK, 1. Microcomputers and Microprocessors: The 8080, 8085, AND Z-80 Programming. Interfacing, and Troubleshooting. 2. ed Englewood Cliffs: Prentice Hall, 1991. 690 p. Inclui índice. ISEN 0-13-584061-9. FEREIRA,F. Microwntroladores PIC: Programação em €. 5ão Paulo: Ed. Érica, 2003. 358 p. Inclui indice ISEN 85-7194-935-2, GAONKAR, R.5. Microprocessor Architecture, Programming, And Applications. Columbus: Chares E. Merrill Publisimg Co, 1984. 656p. METODOLOGIA: A discipline será ministrada através de aulas expositivas, tarefas em sala, tarefas exira-sala e acompanhamento virtual. Além disso, pretende-se estimular o uso de programa de computador para simulação de circuitos elétricos. CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO: Plinota da 1º Prova FZ: nota da 2º Prova E: Nota do Exame, substitui a menor nota (Pl ou 2) MF: média final MF: PI7 Aprovado BIBLIOGRAFI HAYT, Willian H.; Kemmerly.1 E Análise de Circuitos em Engenharia São Paulo: MoGraw-Hill, 1975. IRWIN, 1. David; Análise de Circuitos em Engenharia. 4º. Edição, São Paulo: Makron E ooks, 2000. BOYLESTAD, Rober: L. Imrodução à Análise de Circuitos. 5º. Edição. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1958. JOHNSON, David, HILBURN, Join, JOHNSON, Johnny. Fundamentos de Análise de Circuitos Elétmicos. as Rio de Janeiro: Editora LTC, 2000. ALEXANDER, Chades K; SADIKU, Manhew N. O. Fundamentos de Circuitos Eléricos. 1º. Edição. Rio de Jeneiro: Bookman Companhia Editora, 2003. DORF, Richard C.; SVOBODA, James A.. Introduction to Eletric Circuits. 7º Edição. Editora IEWiley 06. NILSSON, James: RIEDEL, Susan A. Circuitos Elérricos. 6º. Edição. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2005. ORSINI, L. Q. Curso de Circuitos Elétricos. Vol 1e 2. 2. Edição. São Paulo: Editora Edgard Bliicher, 2002 ESCOLA TÉCNICA CURSO NOBRE Curso: Curso Técnico de Nível Médio de Técnico em Eletrotécnica Disciplina: Instalações Elétricas Prediais | Responsável: EMENTA; Tuminotécnica. Projeto de instalação elétrica predial. Segurança em eletricidade CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1 Introdução, 2. Símbolos Gráficos para Instalações Eléricas Prediais. Simbologia Padromizada; 3. Dispositivos de Comando de Iluminação e Sinalização Como Instalar Lámpadas incandescentes com Interruptor Simples Tomadas. Interruptores Paralelos interruptor Intermediário, Interruptor de Minuteria, Interruptor Horário; 4 Previsão de Cargas e Divisão das Instalações Eléiricas, Cargas dos Pontos de Utilização, Previsão de Cargas conforme a NER 5410/9, Quadro de Distribuição, Divisão da Instalação em Circuitos Termineis; 5. Condutores Elétricos: Dimensionamento e Instalação, Conceitos Básicos sobre Condutores, Tipos e Aplicações dos Condmors Eléuicos, Seções Mínimas dos Condutores Elétricos, Dimensionamento de Condutores Elétricos, Emendas cu Conexões em Instalações Elétricas; 6. Proteção em Instalações Elétricas Predisis, Prescrições Fundamentais da Norma NER 5410, Terminologias, Proteção contra Sobrecorrentes, Proteção contra Choques Elétricos e Efeitos Térmicos 7. Elemoduos e Acessórios pam Instalações Elémicas, Introdução, Tipos de Elemodutos, Acessórios para Eleirodutos, Como Executar Roscas em Eletrodutos Rígidos, Executar Curvas em Elemodnros Rigidos, Caixas de Derivação ou de Passagem, Redes de Elerodntos, Dimensionamento de Eletrodutos, Instalação = Fixação de Intermptores, Tomadas e Aparelhos de Iluminação. OBJETIVOS: Anualizar, apresentar e capacitar os participantes para desenvolver, dimensionar e especificar materiais em projetos de instalações prediais em conformidade com as normas técnicas vigentes e as modernas técnicas de instalações disponíveis. METODOLOGIA: Aulas práticas e Aulas Expositivas CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO: Fl: nota da 1º Prova FZ: nota da 2º Prova E: Notado Exame, substitui a menor nota (Fl ou F2) MF: média final MF: PIP2'2>7 Aprovado BIBLIOGRAFIA: COTRIM, Ademaro. instalações Elétricas. 4º. Edição. Prentice-Hall São Paulo. 2003. LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. 10". Edição, Editora Érica. São Faulo. 2005. CREDER, Hélio. Instalações Elétricas. 14º. Edição. Editora LTC. Rio de Janeiro. 2000. NISKIER, Júlio, MACINTYRE, Archibald J. Instalações Eléricas. 4. Edição. Editora LTC. Rio de Janeiro. 2900. MAMEDE FILHO, João. Instalações Elésricas Industriais, 6º. Edição. Editora LTC. Rio de Janeiro. 2001. CAVALIN, Geraldo, CERVELIN, Severino. Instalações Elétricas Prediais. 13º, Edição Revisada. Editora LTC. Rio de Janeiro. 2003. ESCOLA TÉCNICA CURSO NOBRE Curso; Curso Técnico de Nível Médio de Técnico em Eletrotécnica Disciplina: Eletrônica Analógica Responsável: EMENTA: Múlúplos Estágios, amplificadores diferencial, espelhos de corrente. Resposta em frequência. Reslimentação. Amplificadores de Potência. Osciladores, geradores de função. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1-Par Diferencial. O par diferencial TB]. Operação com pequenos sinais do amplificador diferencial com TB]. Outras cameterísticas rão-ideais do amplificador diferencial. Polarização em circuitos integrados com TBJ. O amplificador diferencial com TBJ e carga ativa. Amplificadores diferenciais MOS. Amplificadores de múltiplos estágios. 2- Resposta em Frequência. A função de transferência do amplificador. Resposta em baixas frequências dos amplificadores fonte comum e emissor comum. Resposta em altas frequências dos amplificadores fonte comum e emissor cemum. As configurações base comum, porta comum e cascode. Resposta em fregiência do seguidor de emissor e do seguidor de fonte. À cascata coletor comum-emissor comum. À resposta em frequências do amplificador diferencial. 3-Reslimentação A estrutura geral de malimentação. Algumas proprisdades da realimentação negativa. As quatros paralelo-séris. Determinação do ganho de malha. O problema de estabilidade, O efeito da realimentação sobre os pólos do amplificador. 4 Amplificadores de Potência. Classificação dos estágios de saída O estágio de saída classe A. Oestágio de saída classe B. O estágio de saída classe AB. A polarização do circuito classe AB. Os TEJs de potência. As variações ra configuração classe AB. Os amplificadores de potência integrados em Cls. Os transistores de potência MOS. 5-Osciladores Princípios básicos de osciladores sencidais. Osciladores RC com Amp.op. Osciladores LC e cemtrolados par cristal. Geradores de nda triangular e quadrada Geradores de base de tempo. Geração de um pulso padrão — O Multivibrador Monoestável. Circuitos Integrados temporizadares. Circuitos não-lineares formadores de onda. OBJETIVOS: O principal objeivo do curso é dar ao aluno os conhecimentos básicos sobre dispositivos elerónicos e semicondutores. O curso focaliza o entendimento e a construção de circuitos com dispositivos semicondutores em aplicações analógicas. METODOLOGIA: Aulas práticas e Aulas Expositivas CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO: Pi:nota da 1º Prova FZ: nota da 2º Prova E: Nota do Exame, substitui amenor nota (Pl ou P2) MF: PI7 Aprovado BIBLIOGRAFI. Sedra/Smith — Microelecironio cireuits (Livro Texto) Millman/Grabel Microelectronic. Eoylestad/Nashelsky Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. ESCOLA TÉCNICA CURSO NOBRE Curso: Curso Técnico de Nível Médio de Técnico em Eletrotécnica Disciplina: Tecnologia e Meio Ambiente | Responsável: EMENTA: Desenvolvimento tecnológico e equilíbrio ecológico. Preservação de recursos naturais. O papel do cidadão na preservação ambiental. Desenvolvimento sustentável. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1 História maro sócio-econômico. 2 Fundamentos és ecologia. 3. Interação homem-nanreza &. Interdependência entre tecnologia, economia e meio ambiente. 5. Relação tecnologia e meio ambiente. 6 Fundamentos da economia no aspecto do progresso tecnológico versus meio ambiente. 7. Meio ambiente como processo de formação social e cultural. OBJETIVOS: Compreender arelação homem-namreza, face ao progresso sócio-econômico. METODOLOGIA: Aulas expositivas, seminários, dinâmica de grupo e estudos de casos CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO: Fl: nota da 1º Prova FZ: nota da 2º Prova E: Noia do Exame, substitui « menor nota (Pl ou P2) MF: média final MF: PISP2'227 Aprovado BIBLIOGRAFI. ALMEIDA, 1. Ribeiro. Planejamento Ambiental: caminho para a participação popular e gestão ambiental. 2º Edição. Rio de Janeiro: Thex. 1999 BOFF, Leonardo. Ecologia, mundialização e espiritualidade. São Paulo: Ática, 1999. ODUM, Eugene F. Ecologia Rio de Janeiro: Guanabara. 1988 SARIEGO, José Carlos. Educação Ambiental: as ameaças ao planeta azul São Paulo: Scipione, 2000. EOFF, Leonardo. Ecologia: grito da terra, grito dos pobres. São Paulo: Ática, 1999 DIETZ, Lou Am; TAMAIO, Irineu. Aprenda fazendo: apoio aos processos de educação ambiental. Brasília. WWE, 2000. DREW, David. Processos Interativos Homem-Meio Ambiente. 3º Edição. São Paulo: Bertrand, 1994. FORNARI Emani. Dicionário Prático de Ecologia. 2º Edição. São Paulo: Aquariana, 2001. HUNT,E.K. História do Pensamento Econômico. 7º Edição. Rio de Janeiro: Campos, 1981. MACEDO, Jorge Antônio de Barros. Introdução à Química Ambiental. Juiz de Fora: Jorge Macedo, 2002. 1º MORANDI, Sônia. GIL, Izabel Castanha. Tecnologia e Ambiente. São Faulo: Copidart, 2001. WESSELS, Walter. Economia. São Paulo. Saraiva, 1999. WONNACOTT, Paul; WONNACOTT, Ronald. Economia. São Paulo: Makron Books, 1994. ESCOLA TÉCNICA CURSO NOBRE Curso: Curso Técnico de Nível Médio de Técnico em Eletrotécnica Disciplina: Sistemas Digitais e Microprocessados HI ] Responsável: EMENTA: Propiciar ao aluno o conhecimento dos circuitos básicos de um computador e sua ligação com alógica de proposições. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Microcentrolador E051: Arquiteturas Harvard, RISC, S15C e genérica para microcontroladores; Microcontroladar 8051, amquitemra, modos de endereçamento, interrupções e instruções em assembler, nr 3. Ambiente de simulação para o 6051 (kit didático); Comunicação serial (half-duplex e full-duplex); 4 Programação em C para microconsrolador 8051. Microcontolador PIC: 5. Arquitemra modos de endereçamento, interrupções; Instruções em essembler; Simulação do PIC em Kit didático; 6 Arquiteturas de última geração: Arquiteturas modemas; Instruções assembler para microprocessadores x86; 7. Técnicas de interfaccamemo; Comunicação serisl e paralela via PC; Conversão A/De D/A; Kits Lego. OBJETIVOS: Ao nível teórico, esta disciplina pretende dotar os alunos dos conhecimentos básicos de controlo de sistemas digitais. Ao nível prático, pretende-se que os alunos desenvolvam projetos de controlo de Sistemas Digitais com especial ênfase na utilização de máquinas de estados e no controlo microprogramado. METODOLOGIA: Aulas expositivas e estudos de casos CRITÉRIODE AVALIAÇÃO: Pl:nota da 1º Prova F2:nota da 2º Prova E: Nota do Exame, substitui a menor nota (Pl ou P2) MF: média final MF: PISP2/227 Aprovado BIBLIOGRAFIA: Stephen Brown, Zvonko Vranesic, “Fundamentals of Digital Logic with Verilog Design”, MoGraw-Hill José Tomé, “Controlo de Sistemas Dagutas”, Presença Enunciados de trabalhos de laboratário e coletânea de exercícios de exame preparados pelos docentes. Data Books de componentes digitais (TIL, CMOS memórias). WESSELS, Walter. Economia São Paulo. Saraiva, 1999. Ruchard Sandige, “Modem cigital Design”, MeGraw Hull A. Almaini, “Eleconic Logic Systems”, Zed, Prentice Hall Herben Taub, “Sistemas Digitais e Microprocessadores”, MeGraw Hill ESCOLA TÉCNICA CURSO NOBRE Curso: Curso Técnico de Nível Médio de Técnico em Eletrotécnica Disciplina: Análise Estatística de Processos II Responsável: EMENTA: Arredondamento, Gráficos, Séries Estatísticas, Preparação de Dados para Análises Estatísticas, Medidas esterísticas, Distribuição Normal, Probabilidade, Controle Estatístico de Processo (CEP), Técnicas de Amostragem, Amostragem, Números Índices, Indicadores Econômicos e Correlação e Regressão Linesr. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1 Arredondamento. 2 Séries Estatísticas. Séries Cronológicas ou Temporel ou Evolutiva ou Histórica; Séries Geográficas ou Localização ou Territorial; Séries Especificativas ou Categóricas; Séries Mistas, Séries Mistas com duas variáveis; Séries Mistas com tês variáveis. 3. Preparação de dados para análises Estatísticas. Preparação simples; Preparação para azrupamentos através de valores distintos; Preparação para agrupamentos através de classes. 4. Representação Gráfica das distribuições de fregiências. Histograma; Hisiograms de valores distintos; Histograma de valores em classes. 5. Medidas Estatísticas. Medidas de tendência central; Média; Mada; Mediana; Medidas de dispersão; Separatrizes; Desvio padrão; Coeficiente de Variação, Coeficiente de Assimetria; Coeficiente Percentílico de Curiose. 6. Curva de Gauss ou Distribuição Normal. Propriedades do desvio padrão; A Distribuição normal; Aplicações da estatística 2. 7. Técmicas de Amosmagens Probabilísticas. Amostragem aleatória simples; Amostragem estratificada, Amostragem sistemática; Amostragem par conglomerados. 8. Amostragem. Processo de amostragem para população conhecida; Processo de amostragem para população desconhecida; Tabulação geral c por subgrupo. 9. Indicadores econômicos. Froduio interno bruto (FIB); Índice de preço ao consumidor (IPC), Índice de preço ao produtor (EP). 10. Corrlação c Regressão Linear. Coeficiente de correlação lincar simples; Reta de regressão (reta de ajustamento): Interpolação e Extrapolação. OBJETIVOS: Organizar e apresentar dados estatísticas através de séries; Distribuir as fregiências e construírem gráficos; Calcular e interprear medidas estarísticas; Analisar os resultados e tomar decisões e Elaborar planos de amostragem METODOLOGIA: Aulas práticas c Aulas Expositivas CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO: Pl:nota da 1º Prova FZ: nota da 2º Prova E: Nota do Exame, substitui a menor neta (Pl ou P2) MF: média final MF: PI7 Aprovado BIBLIOGRAFIA: EAREETIA, Peiro Alberto. Estatística aplicada àsciências sociais. 3. ed rev. Florianópolis: UFSC, 2001. Hop.il. SILVA, Emes Medeiros da et al. Estatística para os cursos de economia, administração e ciências contábeis. 2. ed. São Feulo: Atlas, 1996-1995. 2 v. TOLEDO, Geraldo Luciano; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatísticabásica 2. ed. São Paulo: Atlas, 1995. 459 p. il