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INSTALAÇÕES a! ELETRICAS EREDIA IA 2.1. Simbologia Padronizada 2.1. Simbologia Padronizada Desde os tempos antigos o homem se preocupa em transmitir para gerações futuras seus inventos, suas idéias, seus pensamentos, e para isso utiliza várias formas, dentre as quais o desenho e os símbolos. Hoje, devido à complexidade do sistema de produção, o caminho a ser percorrido desde o projeto inicial "idéia técnica” até o produto final "projeto executado" passa por diversas etapas, não permitindo que uma mesma pessoa idealize e execute. Devido a isso cabe a cada pessoa ou determinado setor um limitado campo de atuação, isto é, procura-se distribuir as tarefas a um número maior de pessoas. Nos modemos escritórios de projetos elétricos, muitas pessoas participam da sua execução: os projetistas, os engenheiros, os técnicos, os desenhistas, os eletricistas, etc., além de outros especialistas, cada um com uma missão bem-definida. Para que haja perfeito entrosamento e todos os profissionais envolvidos no projeto tenham uma visão de conjunto do que se pretende executar, adota-se uma linguagem comum - a simbologia padronizada. A simbologia, por se tratar de uma forma de linguagem, bem como todo o conjunto que completa um determinado projeto (esquemas, detalhes, desenhos, etc.), deve ser EXATA (para ser compreensível) e também clara e de fácil interpretação para os que a utilizarem. Do mesmo modo que uma língua, a simbologia está subordinada a regras, que são as NORMAS TÉCNICAS (NBR 5444). Veja em seguida uma série de símbolos que deve ser utilizada pelos projetistas de instalações elétricas em duas versões: esquema multifilar e esquema unifilar. Os símbolos dos esquemas multifilares são utilizados somente para representação de esquemas elementares para demonstração ou experiências em laboratório. Os símbolos assinalados com "*" foram acrescentados pelos autores como sugestão na elaboração de desenhos e projetos elétricos, Na coluna denominada "unifilar", a norma NBR 5444 estabelece como sendo "símbolo". o |S Lâmpada Texa-Discol Símbolos Gráficos para Instalações Elétricas Prediais 37 Multifilar Unifilar Significado Observações 7 Cx. pass. (200x200x100) Caixa de passagem na parede, Indicar altura e se necessário fazer detalhe (dimensões em mm). Circuito que sobe. Circuito que desce. Circuito que passa descendo Circuito que passa subindo. Sistema de calha de piso. No desenho, aparecem quatro sistemas que são habitualmente: I- Luz e força Il. Telefone (Telebrás) HIl- Telefone (P(a), Bx, ss, ramais) IV-Especiais (comunicações) B. Quadros de Distribuição Multifilar Unifilar Significado Observações — o Quadro terminal de luz e força aparente. QD O E Quadro terminal de luz e força embutido. QD Quadro geral de luz e força aparente. QD Quadro geral de luz e força embutido. QD —EY— Caixa de telefones. Ass QD Er Caixa para medidor ou Quadro de medição embutido. QM Indicar as cargas de luz em watis e de força em W ou kW. Símbolos Gráficos para Instalações Elétricas Prediais 39 C. Interruptores tduas teclas). E Unifilar | Unifilar ni j Muititilar | Gricial | Antigo Significado Observações a s Interruptor simples de uma seção O) (uma tecla). Agro amb s Interruptor simples de duas seções . PEA D 2 A letra minúscula indica o ponto de Interruptor simples de três seções (três teclas). comando. Conjunto de interruptor simples de uma tecla e tomada. O número entre dois traços indica o circuito correspondente. Conjunto de interruptor simples de duas teclas e tomada. As telas minúsculas indicam o ponto comandado e o número entre dois traços, o circuito correspondente. à Saw Interruptor paralelo de uma seção A letra minúscula indica o ponto e [CM (uma tecla) ou three-way comandado e S3w2 | Interruptor paralelo de duas seções há (Soap) (duas teclas) ... A letra minúscula indica os pontos comandados. Ssws | Interruptor paralelo de três seções (Sao) (três teclas)... Jor a [SE Oy Interruptor paralelo bipolar, Jor A letra minúscula indi & Sw Interruptor intermediário eira andado 9 ponto AD (Si) ou four way. Interuptor simples bipolar. Botão de campainha na parede (ou comando a distância) Botão de campainha no piso (ou comando a distância). [E Minuteria eletrônica, ref. PIAL. 40 Instalações Elétricas Prediais D. Luminárias, Refletores e Lâmpadas Multifilar Unifilar Significado Observações Ponto de luz incandescente no a indicar o número de ht, | letra minúscula indica o 42100 | lâmpadas e a potência em watts. | Honto de comando, e o número entre dois traços, a Ponto de luz incandescente O circuito, no teto (embutido). -4. 2x1004W LO Ps Ponto de luz incandescente | Deve-se indicar a altura na parede (arandela) da arandela. Low a + i | A letra minúscula indica o Ponto de luz a vapor de mercúrio ponto de comando, e o no teto. Indicar o número de a lâmpadas e à potências em watts. | Número entre dois traços, -4 T 125Wym | lâmpadas e à poiénci : o circuito. Ponto de luz fluorescente no | A letra minúscula indica o j a teto (indicar o número de ponto de comando, e o ! 2º asOW lâmpadas e na legenda, número entre dois traços, Í o tipo de partida do reator). o circuito. ! | neo Ponto de luz fluorescente Deve-se indicar a altura i TO CÊ & 4x20W na parede. da luminária. E. CR] Ponto de luz fluorescente aew no teto (embutido). Ponto de luz fluorescente no teto | '— uoow | em circuito vigia (emergência). q Ponto de luz incandescente no teto em circuito vigia 4“ ex100W (emergência). Sinalização de tráfego trampas, entradas, efc.). Lâmpada de sinalização. Indicar potência, tensão e tipo de lâmpadas. Poste com duas luminárias para | Indicar as potências e iluminação externa. tipo das lâmpadas. Refletor. Lâmpada obstáculo. Minuteria. 42 Instalações Elétricas Prediais E. Tomadas Multifilar Unifilar Significado Observações . SO0VA Tomada de corrente na parede, baixa á & (300 mm do piso acabado). E S00VA Tomada de corrente a meia altura | A potência deve ser indicada ao “ps (1.300 mm do piso acabado) lado em VA (exceto ser for de 100VA), como também o número do circuito correspondente e a altura da tomada, se for diferente da normalizada; se a tomada for ; de força, indicar o número de HP, Tomada e corrente fase/fase meia altura CU eu BTU. (1.300 mm do piso acabado). SOOVA Tomada de corrente alta (2.000 do piso acabado). , 600VA Tomada de corrente no piso. Antena para rádio e televisão. Relógio elétrico no teto. Relógio elétrico na parede. Saída de som no teto. SOIGIOF Saída de som na parede. Indicar a altura "h", E] fe Cigarra. Campainha. min Dentro do círculo, indicar o Quadro anunciador. número de chamada em algarismos tomanos. 4$ E Símbolos Gráficos para Instalações Elétricas Prediais 43 8 NI. & Previsão'de Cargas isão das Instalações E étricas 8,1. Cargas dos Pontos de Utilização 8.2. Previsão de Cargas conforme a NBR 5410:2004 8.3. Quadro de Distribuição 8.4. Divisão da Instalação em Circuitos Terminais 8.1. Cargas dos Pontos de Utilização Cada aparelho de utilização (lâmpadas, aparelhos de aquecimento, eletrodomésticos, etc.) necessita, para o seu funcionamento, de uma determinada potência, a qual é solicitada da rede de energia elétrica da concessionária. o objetivo d! :Previgão de: a é deteú nar, dos dora d enitinização «energia elétrica ( Nose o Ue terão parte da instalação. 8.2. Previsão de Cargas Conforme a NBR 5410:2004 A Norma NBR 5410:2004 estabelece as condições mínimas que devem ser tomadas com relação à determinação das potências, bom como as quantidades "aplicáveis a locais utilizados como habitação, fixa ou temporária, compreendendo as unidades residenciais como um todo e, no caso de hotéis, motéis, flats, apart-hotéis, casas de repousos, condomínios, alojamentos e similares, as acomodações destinadas aos hóspedes, aos internos e a servir de moradia a trabalhadores do estabelecimento" (9.5.1) 8.2.1. Iluminação 8.2.1.1. Métodos para o Cálculo de Iluminação Os principais requisitos para o cálculo da iluminação estão relacionados com a quantidade e qualidade da iluminação de uma determinada área, seja de trabalho, lazer ou simples circulação. Existem vários métodos para o cálculo da iluminação. São os seguintes: Pela carga mínima exigida pela norma NBR 5410:2004; Pelo método dos lumens; Pelo método das cavidades zonais; Pelo método do ponto por ponto; Pelos métodos dos fabricantes: PHILIPS, GE, LUMICENTESR, etc. am Notas: 1. Os cálculos de iluminação podem ser feitos com auxílio da informática, possibilitando para as situações mais complexas, soluções rápidas e precisas. 2. O objetivo deste livro é fornecer informações básicas sobre conceitos e grandezas de luminotécnica. Caso necessite de informações mais aprofundadas sobre este assunto, consulte as literaturas específicas ou entre em contato com os fabricantes de lâmpadas e luminárias. Vamos nos limitar apenas ao que diz a norma NBR 5410:2004 sobre iluminação residencial. A NBR 5410:2004 - 9.5.2.1 - estabelece os seguintes critérios para iluminação: 1. A Quantidade Mínima de Pontos de Luz deve atender às seguintes condições Em cada cômodo ou dependência deve ser previsto pelo menos um ponto de luz no teto, comandado por interruptor (9.5.2.1.1). Previsão de Cargas e Divisão das Instalações Elétricas 187 Notas: 1, Nas acomodações de hotéis, motéis e similares pode-se substituir o ponto de luz fixo no teto por tomada de corrente, com potência mínima de 100 VA, comandada por interruptor de parede. 2. Admite-se que o ponto de luz fixo no teto seja substituído por ponto na parede em espaços sob escada, depósito, despensas, lavabos e varandas, desde que de pequenas dimensões e onde a colocação do ponto no teto seja de difícil execução ou não conveniente. « —Arandelas de banheiros: a norma não faz nenhuma referência a respeito das arandelas de banheiros. No entanto, por critérios práticos, recomenda-se a sua utilização, mantendo uma distância mínima 0,60 m (60 cm) do limite do boxe. 2. As Potências Mínimas de Iluminação devem atender como alternativa à aplicação da ABNT NBR 5413. Conforme prescrito na alínea "a" de 4.2.1.2,2 pode ser adotado o seguinte critério: a) Em cômodos ou dependências com área igual ou inferior a 6mê. Deve ser prevista uma carga mínima de 100 VA. Deve ser prevista uma carga mínima de 100 VA para os primeiros 6 mê, acrescida de 60 VA para cada aumento de 4 m? internos. b) Em cômodos ou dependências com área superior a 6m2. Notas: 1. Os valores apurados correspondem à potência destinada à iluminação para efeito de dimensionamento dos circuitos, e não necessariamente à potência nominal das lâmpadas. 2. A NBR 5410:2004 não estabelece critérios para iluminação em áreas externas, ficando a decisão por conta do projetista e do cliente. 8.2.2. Tomadas 8.2.2.1. Recomendações da NBR 5410:2004 8.2.2.1.1. Condições para estabelecer a quantidade mínima de Tomadas de Uso Geral (TUG's) O número de pontos de tomada deve ser determinado em função da destinação do local e dos equipamentos elétricos que podem ser aí utilizados, observando-se no mínimo os seguintes critérios (9.5.2.2.1). Deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada, próximo ao lavatório. Admitem-se tomadas de corrente, no volume 3 (Área a partir de 60 cm do limite do boxe ou da banheira), desde que elas sejam (9.4.3.2): *) Em banheiros a. alimentadas individualmente por transformador de separação ce acordo com 5.1.2.4; ou . b. alimentadas em SELV ("separated extra-low voltage"), usa de extrabaixa tensão, 5.1.2.5; ou e. protegidas por dispositivo DR com corrente diferencial-residual nominal não superior a 30 mA. Nenhum interruptor ou tomada de corrente deve ser instalado a menos de 0,60m da porta aberta de uma cabine de banho pré-fabricada (9.1.4.3.3). b) Em cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas | Deve ser previsto no mínimo um ponto de tomada para cada 3,5 m, ou fração, de perímetro, sendo de serviço, cozinha-área | que acima da bancada da pia devem ser previstas no mínimo duas tomadas de corrente, no mesmo de serviço, lavanderias | ponto ou em pontos distintos (separados). locais análogos. Deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada. : Nota: Admite-se que o ponto de tomada não seja instalado na própria varanda, mas próximo ao seu e) Em varandas . : - a acesso, quando a ser usado para alimentação de mais de um equipamento lão uniformemente quanto possível. Deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada para cada 5 m, ou fração, de perímetro, devendo esses pontos ser espaçados tão uniformemente quanto possível d) Em salas e domitó- | Nota: Particulamente no caso de salas de estar, deve-se atentar para a possibilidade de que um ponto de rios. tomada venha a ser usado para a alimentação de mais de um equipamento (Por ex. Tomadas de corrente para televisor, vídeocassete, DVD, aparelho de TV a cabo, etc.), sendo recomendável equipá-lo com a quantidade de tomadas julgada adequada (4.2.1.2. -'e"). 188 Instalações Elétricas Prediais = Os pontos de TUE's devem ser localizados no máximo a 1,5 m do ponto previsto para a localização do equipamento a ser alimentado. (4.2.1.2.3 -“d”) As tomadas de Uso Específico (TUE's) são aquelas destinadas à ligação de equipamentos fixos ou estacionários, como, por exemplo: iu Figura 8.4 - Chuveiro, Figura 8.5 - Torneira elétrica. Figura 8.6 - Lavadora de louças. 8.2.2,1.4. Conclusão A carga de iluminação é determinada em função da área do cômodo da residência. A carga de tomadas é determinada primeiramente pela quantidade e em função da: * área do cômodo; * valor do perímetro; | « valor da área e do perímetro. 8.2.3. Potências Típicas de Aparelhos Eletrodomésticos Tabela 8.1 - Valores de Potências Típicas de Aparelhos Eletrodomésticos. Aparelho [Potência (W) Aparelho Potência (W) Aquecedor de água por acumulação: Congelador (freezer) 300 a 500 + 30 e 50 litros 2.000 Exaustor doméstico 300 « BO litros 2.500 Ferro de passar roupa 1.000 à 1.250 + 110e 150 litros 3.000 Fogão residencial 4.000 a 12.000 + 200 litros 4.000 Fomo elétrico 900 a 2.400 + 300 litros 6.000 Fomo de microondas 700 a 1.500 + 500 fitros 12.000 Geladeira doméstica 150 a 400 Aquecedor de água em passagem 6.000 Lavadora de louças (residencial) | 1.200 a 2.000 Aquecedor de ambiente 70041500 | | Lavadora de roupas (residencial) | 500 a 1.000 Aspirador de pó 750 a 1.100 Liquidificador 1004250 Batedeira de belo 70 a 300 Máquina de escrever 150 Cafeteira 600 a 1.200 Micro e impressora 500 a 800 Chuveiro 4.000 a 7.500 Minifono 650 a 800 Condicionador de ar: Secadora de roupa (residencial) | 1.400 a 6.000 + 7.500 BTU/1975 kealh 10609 1.195 Secador de cabelo portátil 500 a 2.000 + 9.000 BTU/2375 calfh 925 a 983 Televisor 70 a 300 * 10.500 BTU/2625kcallh 13004 1.510 Tormeira elétrica 4.000 a 5.400] * 12.500 BTUGS125 kcalh 1.560 1.700 Torradeira 2.500 a 3.200 + 15.000 BTU/3750 kealh 1.830 Triturador de lixo residencial | 3004600 + 28.000 BTU/4500 kcalh 1.880 Ventilador portátil 60 a 100 + 21.000 BTUIS250 kcallh | 222022290 + 30.000 BTU/7500 kealh 3.350 190 Instalações Elétricas Prediais 8.3. Quadro de Distribuição 8.3.1. Definição É o local onde se concentra a distribuição de toda a instalação elétrica, ou seja, onde se instalam os dispositivos de proteção, manobra e comando. Recebe os condutores do ponto de entrada (ramal de alimentação) que vêm do medidor ou centro de medição. Dele também partem os circuitos terminais (pontos de utilização) que alimentam as diversas cargas da insta- lação (lâmpadas, tomadas, chuveiros, torneira elétrica, condicionador de ar, etc.). Figura 8.7 - Quadro de distribuição. Cortesia: Fábrica de Quadros Daisteel. 8.3.2. O Que Deve Ser Observado na Sua Montagem Os dispositivos de proteção, manobra e comando devem ser instalados e ligados segundo as instruções fomecidas pelo fabricante, respeitadas as seguintes prescrições (6.5.4.5): «= Acessibilidade: “Todos os componentes instalados no quadro de distribuição devem facilitar sua operação, inspeção, manutenção e acesso as suas conexões. O acesso não deve ser muito reduzido pela montagem dos componentes". (6.1,4) » Identificação dos componentes: "Placas, etiquetas e outros meios adequados de identificação devem permitir identificar a finalidade dos dispositivos de comando, manobras e/ou proteção, de forma clara, e de tal forma que a correspondência entre componentes e respectivos circuitos possa ser prontamente reconhecida, evitando qualquer tipo de confusão. Se a atuação de um dispositivo de comando, manobra efou proteção não puder ser observada pelo operador e disso puder resultar perigo, deve ser provida alguma sinalização à vista do operador”. (6.1.5.1 e 6.5.4.9) Independência dos componentes: "Os componentes devem ser escolhidos e dispostos de modo a impedir qualquer influência prejudicial entre as instalações elétricas e não-elétricas, bem como entre as instalações elétricas de energia e de sinal da edificação" (6.1.6.1). * Componentes fixados na porta: "Quando houver componentes instalados nas portas ou tampas no QD, tais como condutores e instrumentos, devem ser dispostos de tal forma que os movimentos das portas ou tampas não possam causar danos aos condutores". (6.5.4.6) * Espaço reserva: "Deve-se prever o espaço reserva para instalações futuras, conforme tabela seguinte:" Tabela 8.2 - Quadros de distribuição - Espaço Reserva. (Tabela 59 da NBR 5410:2004) Quantidade de circuitos | po mínimo destinado à efetivamente disponível Ri N reserva (em número de circuitos) Até 6 2 7a 12 3 13330 4 N>30 0,15N Nota: À capacidade de reserva deve ser considerada no cólculo do alimentador do respectivo quadro de distribuição. Previsão de Cargas e Divisão das Instalações Elétricas 191 8.3.6. Tipos de Quadro de Distribuição Principal Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS ne Po E SA Eat Seção mínima ámm? —m| Interruptor ou Disjuntor Diferencial Residual - DR (GERAL) - (Bipolar) Jumps de Ligação Liga a fase a todos os disjuntores dos circuitos. Condutor de Proteção (PE) | Barramento de Proteção (PE) Deve ser ligado eletricamente à caixa do QD, bem como ao aterramento da porta. f Disjuntores dos Circuitos dos pontos de utilização Recebe a fase dos disjuntos geral e distribui para os circuitos terminais. Barramento de Neuiro Faz a ligação dos fios neutros das circuitos terminais com o neutro do circuito de distribuição, devendo ser isolado eletricamente da caixa do QD. Figura 8.8 - Quadro de Distribuição Monofásico. Notas Importantes: A Norma NBR 5410:2004 determina: 1. Que os QU's devem ser manuseados por pessoas suficientemente informadas e com conhecimento técnico (4.2.6.2.1). 2. "As instalações para as quais não se prevê equipe permanente de operação, supervisão e/ou manutenção, composta por pessoal advertido ou qualificado(conforme item 1), devem ser entregues acompanhadas de um manual do usuário, redigido em linguagem acessível a leigos, que contenha, no mínimo, os seguintes elementos (6.1.8.3): a) esquema(s) do(s) quadro(s) de distribuição com indicação dos circuitos e respectivas finalidades, incluindo relação dos pontos alimentados, no caso de circuitos terminais; b) potências máximas que podem ser ligadas em cada circuito terminal efetivamente disponível; c) potências máximas previstas nos circuitos deixados como reserva, quando for o caso; e d) recomendação explícita para que não sejam trocados, por tipos com características diferentes, os dispositivos de proteção existentes no(s) quadro(s). São exemplos de tais instalações as de unidades residenciais, de pequenos estabelecimentos comerciais, etc.". 3) "Que deverá ser afixado na parte interna da tampa do QD, a seguinte advertência" (6.5.4.10): uma" sobrecarga ou um curt disjuntores ou fusíveis. por. disjuntor ou fusível por outro'de. H (bitola). Z.' Dá mesma forma, Ni (dispositivo. DR). mesmo em principalmente, “se: as tentativas, de, elétrica apresenta. anomalias inté A desativação ou remoção da.ch risco de vida para os usuários da. Interruptor ou Disjuntor Diferencial e ResiduaL DRIGERAL), PELE Dispositivo de (Tetrapolar) q ARE Proteção contra Surtos (DPS) O PP Seção mínima 4mm? o Í Í Ê AE: DRE ! fal E ja +] E) “tal | a e. Neutro (Azul) O ES — Fase(Preto) | >=» Terra (Verde amatelo) tai, ta -— Vermelho sem: Verde / Lo f Barramento de Neutro Barramento de Proteção (PE) Disjuntores dos circuitos nr at ai Disjuntores dos circuitos dos Terminais monofásicos pontos de utilização bifásicos Disjuntores Reserva Barramento de interligação das fases Figura 8.9 - Quadro de distribuição bifásico. Figura 8.10 - Quadro de distribuição i Fonte: Quadro - Elcosul; Interruptor Diferencial - Pial-l Legrand; DPS - Phoenix. 194 Instalações Elétricas Prediais 8.4.2. Circuito Elétrico É o conjunto de equipamentos e condutores, ligados ao mesmo dispositivo de proteção. É constituído, basicamente dos seguintes elementos: fonte, condutores, proteção, dispositivos de comando (interruptores) e carga. Em uma instalação elétrica, existem dois tipos de circuito: o de distribuição (que atende a várias cargas) e os circuitos terminais (que atendem a uma carga específica - ponto de utilização). Na figura 8.13 vemos os detalhes de uma entrada de energia, desde a conexão do ramal de entrada com o ramal de ligação no poste auxiliar do consumidor. Consultando a concessionária de energia elétrica, comenta-se que para consumidores residenciais a equipotencialização do sistema (BEP) será na própria haste de aterramento, que envolve a rede de entrada de energia juntamente com o condutor de proteção (PE), que segue para a residência. Os DPS somente serão instalados no quadro de distribuição (QD) da residência. Eles não serão instalados na entrada de energia devido à dificuldade de controle por parte do consumidor, e envolveria constantemente a concessionária de energia no caso de sua queima ou manutenção, pois estariam ligados diretamente na rede pelo lado da concessionária. Remal de Ponto de entrega ligação Este desenho (padrão de entrada de energia) é encontrado na norma da concessionária de energia elétrica Rarnal de entrada Quadro de Distribuição (QD) Seção mínima Ramais de Am telefone e N AS e TVa cabo . Ena Muro de alvenaria s k RES DR g [O 9 N Ê Elsie) 8] q Bara- E E wh Cada de mento Disjuntores q medição sd | |] dos circuitos. n dos pontos de nu ak utilização nt Ponto de entrada A af: | — dl: A dE Circuito de | dl! Th 100x100x00mm Ji aismbuição | Ji ASA ASAS: Eletroduto para telefone HR Eletroduto pera TV a cabo sm Nota: Todos os condutores, ponto de entrega, ponto de entrada, Cabo de cobre nu aterramento, disjuntor lermomagnético e caixa de medição devem seguir o = — que determina as normas da concessionária de energia elétrica, e em Haste de Semamento função da categoria de atendimento ou tipo de fomecimento. Figura 8.13 - Detalhes de uma entrada de energia desde o poste auxiliar do consumidor até o QD. 196 Instalações Elétricas Prediais 8.4.3. Critérios para a Divisão da Instalação em Circuitos a. Os circuitos terminais devem ser individualizados pela função dos equipamentos de utilização que alimentam. ] Em particular, devem ser previstos circuitos terminais distintos para: (4.2.5.5) Tomadas | b. Devem ser previstos circuitos independentes para equipamentos com corrente nominal superior a 10 A. | luminação “j e (9.5.3.1) c. Devem ser previstos circuitos individuais (tanto quanto forem necessários) para pontos de tomada de cozinha, a copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos. (9.5.3.2) Il d. Devem ser previstos circuitos individuais (tanto quanto forem necessários) de pontos de tomadas pata os demais cômodos ou dependências (isto é, fora aqueles listados no item "c"). | e. Para cada ponto de Tomada de Uso Específico (TUE) deve ser previsto circuito exclusivo. | £. Limitar em 1.200 VA a 1.500VA em 127 V e 2.200VA a 2.500 VA em 220 V, a potência máxima dos ! circuitos de iluminação. E 1.800VA a 2.000VA em 127V e 3.600VA a 4.000VA para as TUG's, e em i circuitos exclusivos de TUE's podem ser ligadas tanto em 127 V como em 220 V, conforme a necessidade ou as determinações do fabricante. g. Nos circuitos de pontos de tomadas de cozinha, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos, as potências dos circuitos podem ser conforme determina a norma. Em geral, o limite pode chegar a 2.100 VA, que corresponde até seis pontos de tomadas 600VA + 600VA + 600VA + 100VA + 100VA + “mM 100VA. Se forem previstos sete pontos de tomadas, a potência será de 6O0VA + GOOVA + IOOVA + 100VA ; + 100VA + 100VA + 100VA=1.700 VA. (cf. 9.5.2.2.2) | h. Nas instalações alimentadas com duas ou três fases, as cargas devem ser distribuídas entre as fases de modo a obter-se o maior equilíbrio possível. 8.4.4, Circuitos Terminais Os circuitos terminais partem do quadro de distribuição e alimentam diretamente lâmpadas, tomadas de uso geral (TUG's) e tomadas de uso específico (TUE's). > £ & REAd Barramento de | 3 Hi Fase Proteção - PE | to lo) ff Spç8o mínima dem z -E ê ts Ma, Retorno Retomo ; Barramento de Neutro, Neutro (Azul) — Pase (Preto) Disjuntores Unipotares emma Terra (Verde-amarelo) E EE + Vermelho uuea Verde Amarelo Figura 8.14 - Circuito de iluminação (monofásico), Fonte; CSP/PIRELLI; DR e DPS - Fonte: Pial Legrand. Previsão de Cargas e Divisão das Instalações Elétricas 197