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Sistema Operacional Linux
Tipologia: Notas de estudo
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LINUX - Noções Básicas de utilização
Origem e Histórico
Em 1991, um estudante da Universidade de Helsinki, Linus Torvalds , iniciou o
desenvolvimento de um núcleo de sistema operacional semelhante ao UNIX.
O UNIX é um Sistema Operacional usado em computadores de grande porte
(MAINFRAMES).
O núcleo Linux é considerado o mais importante exemplo moderno de um software livre.
Um fator que se considera essencial para o sucesso do Linux, do ponto de vista do processo de
desenvolvimento, é a escolha pela licença GPL, que garantiu aos colaboradores a preservação
do trabalho contribuído.
O sucesso aparente do processo de desenvolvimento utilizado no Linux o levou a ser imitado e
replicado por outros autores interessados em produzir software livre.
Software Livre / GPL – Licença Pública Geral
·Segundo a FSF, software Livre oferece ao usuário o direito de usar, estudar, modificar e
redistribuí-lo.
A Free Software Foundation (FSF - Fundação para o Software Livre) é uma
organização sem fins lucrativos, fundada em 1985 por Richard Stallman e que
se dedicada à eliminação de restrições sobre a cópia, redistribuição,
entendimento e modificação de programas de computadores.
Definido em quatro liberdades:
· A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito;
· A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades.
Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
· A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa beneficiar o próximo;
· A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda
a comunidade se beneficie. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
Então: O Linux é um Software Livre!
Deviso às diversas vantagens que um software livre tem em relação aos
tradicionais programas pagos (como custos, possibilidade de modificação do
programa), a mudança de ares na informática de empresas públicas e privadas,
saindo do quase onipresente Windows para o onisciente Linux, é inevitável. Cada
vez mais, os até então usuários da Microsoft estão se entregando aos prazeres (e
desafios) de utilizar o sistema do pinguim (alusão ao Linux porque seu “mascote”
ou “logomarca” é um simpático pinguim, chamado Tux ).
A Comunidade Linux
Atualmente, mais de 10.000 pessoas no mundo todo dão sua contribuição valiosa para a
manutenção e evolução do Linux, seja criando novos aplicativos e drivers, seja melhorando o
funcionamento do próprio sistema (que é trabalho dos programadores) ou até mesmo
traduzindo as interfaces para que o Linux se apresente disponível nos mais variados idiomas
(portanto, qualquer poliglota pode fazer parte desse grupo, não precisa conhecer a linguagem
C).
Vamos às comparações : No sistema Windows, qualquer mudança é feita pela detentora do
código-fonte, a Microsoft, que disponibiliza a atualização em seu site “Windows Update”. Quanto
ao Linux, qualquer usuário conhecedor da linguagem C pode mudar alguma coisa que não
ache satisfatória no sistema, permitindo melhorias imediatas sem a dependência de uma
suposta fabricante. Isso, é claro, porque o usuário é o detentor do código-fonte!
Certas mudanças ficam restritas ao computador do usuário que as fez, mas algumas são
enviadas à comunidade, que avalia a relevância da mudança e julga se ela pode ser ou não
adicionada na próxima versão do Linux.
O objetivo da comunidade não é somente criar coisas novas (embora faça isso também),mas,
também, modificar constantemente o centro do sistema Linux, o seu Kernel.
O Kernel do Linux – O centro nervoso
Todo sistema operacional é complexo e formado por diversos programas menores, responsáveis
por funções distintas e bem específicas. O Kernel é o centro do sistema operacional, que entra
em contato direto com a CPU e os demais componentes de hardware do computador, sendo,
portanto, a parte mais importante do sistema.
O Kernel é um conjunto de subprogramas, revistos e alterados pela Comunidade Linux o tempo
todo, ou seja, existem milhares de pessoas no mundo todo, nesse momento, alterando alguma
característica do Kernel do Linux no intuito de melhorá-lo.
Mas o que garante que, sendo o Kernel alterado por tantas mãos, ele não se torne uma
“bagunça” de códigos que gerem incompatibilidades e problemas? Ou seja, o que o faz tão
estável e robusto se é “descendente de tantos outros”? Ou ainda: o que garante que alguém,
dentre esses milhares, não colocaria algo prejudicial no código do Linux parafazê-lo
intencionalmente perigoso?
Resposta: A comunidade tem direito de alterar o Kernel do Linux, mas todas as alterações são
analisadas e julgadas pertinentes ou não por alguns “gurus”, os Mantenedores do Kernel. São
eles: Linus Torvalds, o criador; Marcelo Tosati (um brasileiro escolhido pelo próprio Linus); e Jon
“MadDog” Hall, um dos criadores e principais defensores da idéia de Software Livre. São eles (e
outros) que ditam as regras quanto ao que será adicionado ou retirado da próxima versão do
Kernel do Linux.
De tempos em tempos (não há uma data exata), é lançada uma nova versão do Kernel do Linux
e esse lançamento é realizado pelos gurus, que analisaram todas as propostas de alteração
Distribuições do Linux - A roupa que o Kernel do Linux veste!
Um distribuidor é uma pessoa ou instituição que pega o Kernel do Linux, une esse programa a
outros, criados por ele ou por outrem, e “encaixota” o resultado, dando-lhe nome e oferecendo
suporte a ele (ou seja, responsabilizando-se pela obra), criando uma nova Distribuição do Linux.
Como uma roupa nova cheia de adereços e detalhes diferentes.
Note que diversas distribuições são semelhantes entre si, afinal, têm o mesmo Kernel, e, muitas
vezes, os mesmos programas auxiliares, como aplicativos de escritório e jogos, portanto, a
escolha por essa ou aquela distribuição é um processo pessoal e vai mais pelo gosto do usuário
(Eu mesmo, gosto do Linux Ubuntu!!!)
A figura abaixo mostra as principais distribuições do Linux (são basicamente a mesma coisa,
porque têm se baseiam num único centro: o Kernel):
Todas as distribuições do Linux são iguais?
Não! Há pequenas diferenças entre elas, mas nada que impossibilite o aprendizado delas, afinal,
estamos falando do mesmo produto (o Linux), embalado por várias empresas diferentes (como
uma “Lasanha aos quatro queijos” feita por vários restaurantes diferentes: a receita é a mesma,
mas que dá para sentir diferenças pequenas no sabor de cada uma, dá sim!
Conceitos Gerais
Para utilizar o Linux, não é necessário nenhum conhecimento prévio em Windows ou qualquer outro sistema operacional, mas, é claro que se o usuário que pretende usar o Linux já entende conceitos de outros programas, as comparações que farei aqui entre Windows e Linux serão um excelente modo de estudo.
Alguns dos principais pontos a serem discutidos no Linux são:
mediante a apresentação de um nome e uma senha (previamente cadastrados). Isso significa que será necessário, todas as vezes que um usuário for utilizar o computador, que ele realize o processo de Logon. O Logon consiste na apresentação do Login (nome cadastrado no sistema para o usuário) e da Password (senha).
A conta de Super usuário ou Root
Há várias formas de criar contas de usuário no Linux depois que o sistema está em funcionamento, mas uma conta é criada no momento em que o Linux é instalado no computador, a conta da pessoa que tem direito a fazer qualquer coisa no sistema: o Administrador Geral ou Super Usuário ou ainda ROOT (Raiz).
Se você é o super usuário de sua máquina, você é o dono, o manda-chuva dela. O Login cadastrado para a conta do administrador é: root. Ou seja, para ser reconhecido como super usuário do sistema Linux, é necessário, na inicialização do sistema, que o usuário digite root e a senha.
Recomendação ao Administrador do Sistema: se você é root, não fique usando esta conta constantemente para fazer qualquer coisa (digitar textos, acesso à Internet, jogos). Ao invés disso, crie uma conta de usuário qualquer (sem privilégios administrativos) para poder realizar as tarefas simples.
A idéia é que se, durante um acesso à Internet, por exemplo, seu computador for infectado por um vírus o outro programa malicioso, o referido programa será executado em modo root, e terá acesso completo ao sistema (podendo destruir o sistema completamente). Se, no momento da infecção, você estiver logado como um usuário
Pastas Pessoais dos Usuários
Cada usuário cadastrado no sistema Linux tem uma pasta própria, onde recomenda-se que este guarde seus arquivos pessoais (como “Meus Documentos” no Windows). Claro que essa pasta será usada se o usuário quiser, pois nada (realmente) o obriga a usá-la! É apenas uma questão de organização e praticidade. Para todos os usuários do sistema (com exceção do usuário root), a pasta pessoal fica localizada em /home/xxxx , onde xxxx é o login do referido usuário. Exemplo: o usuário roberto vai ter, quando cadastrado, sua pasta pessoal criada como /home/roberto. Para o super usuário, a pasta pessoal dele é /root, fora da estrutura de /home. E, é claro, a menos que se determinem permissões diferentes, o diretório /root é acessível somente pelo usuário root e os diretórios pessoais dos outros usuários estarão acessíveis apenas por eles respectivamente (cada um no seu) e pelo root. Como o Linux Visualiza os Arquivos
Um arquivo é qualquer conjunto sólido de informações gravado em uma unidade de armazenamento (memória auxiliar, como um disco rígido ou um CD, por exemplo). Normalmente, um arquivo é criado pela execução do comando Salvar, comum em tantos
programas aplicativos. Em outras palavras, quando você digita algo em um programa de texto ou planilha, por exemplo, está criando um Arquivo. Mais precisamente, está criando um Arquivo de Dados.
Arquivos são divididos em alguns tipos:
Arquivos de Dados: contém dados de diversos tipos, os maiores exemplos são os arquivos que manipulamos: textos, documentos, planilhas, figuras, fotos, MP3, etc.
Arquivo de texto ASCII: é um tipo específico de Arquivo de Dados, escritos por programas editores de texto. São arquivos muito simples e só contém texto (caracteres). Esses arquivos não admitem outro tipo de dado, como figuras ou tabelas. Não são possíveis nem mesmo as formatações normais (negrito, itálico e sublinhado). Um arquivo do Word, não é um arquivo de texto ASCII.
Arquivos de Shell Script: são arquivos escritos como textos ASCII, ou seja, em programas editores de texto. Seu conteúdo é formado por comandos que o Linux consegue interpretar. Esses arquivos são como “roteiros” com várias instruções que o Linux vai executar.
Arquivos binários (executáveis): são arquivos escritos em linguagem de máquina (zeros e uns) que podem ser executados pela CPU do computador. Esses arquivos são, na verdade, chamados de programas ou arquivos executáveis. Eles não são escritos para serem lidos pelo usuário, eles são criados para serem compreendidos pelo Linux e executados por ele. Para criar tais arquivos, deve-se escrever um programa em alguma linguagem (como C, por exemplo) e compilá-lo a fim de que se transforme no arquivo binário.
- Diretórios: Sim, os diretórios (pastas) são considerados arquivos no Linux. O sistema entende que um diretório é um arquivo especial, que tem em seu conteúdo um apontador para todos os arquivos que se mostram “dentro” do diretório. A ideia é a mesma de uma pasta no Windows: ou seja, um diretório é uma “gaveta” onde colocamos outros arquivos (inclusive outras pastas). - Links (Vínculos): uma ideia similar à dos atalhos no Windows. Um link é um arquivo que aponta para um outro arquivo qualquer (de qualquer tipo, inclusive diretório). Um link pode apontar, inclusive, para outro link. Exemplo: se há um arquivo chamado teste.doc dentro de /documentos/antigos, você poderá criar um link para ele na pasta raiz, com o nome de teste. Quando você quiser fazer referência ao arquivo, pode-se informar ao programa /teste ou /documentos/antigos/teste.doc que vai dar no mesmo!
Imagine dois arquivos de imagem (são arquivos de dados): uma foto JPEG (JPG) e uma imagem GIF. Mesmo que você não ponha extensões neles, o Linux será capaz de identificá-los por seus conteúdos (porque cada arquivo tem uma espécie de “estrutura”no sistema).
Outra característica interessante sobre os nomes dos arquivos é que nem sempre há apenas um ponto no nome. É simples: como não há essa rigidez quanto às extensões, não há obrigatoriedade de identificá-las com um ponto, portanto, o ponto é um caractere perfeitamente utilizável no nome do arquivo. Claro que a seqüência de caracteres que sucede o último ponto é considerada a extensão oficial do arquivo.
É comum encontrar, no Linux, arquivos com esses tipos de nome:
ethereal-0.20.10-i486-4jim.tar.gz
Ooo_1.1.83_LinuxIntel_install.pt-br.rpm
Permissões de arquivos no Linux
As permissões são um dos aspectos mais importantes do Linux (na verdade, de todos os sistemas baseados em Unix). Elas são usadas para vários fins, mas servem principalmente para proteger o sistema e os arquivos dos usuários. Manipular permissões é uma atividade interessante, mas
complexa ao mesmo tempo. Mas tal complexidade não deve ser interpretada como dificuldade e sim como possibilidade de lidar com uma grande variedade de configurações, o que permite criar vários tipos de proteção a arquivos e diretórios.
Como você já sabe, somente o superusuário ( root ) tem ações irrestritas no sistema, justamente por ser o usuário responsável pela configuração, administração e manutenção do Linux. Cabe a ele, por exemplo, determinar o que cada usuário pode executar, criar, modificar, etc. Naturalmente, a forma usada para especificar o que cada usuário do sistema pode fazer é a determinação de permissões. Sendo assim, neste artigo você verá como configurar permissões de arquivos e diretórios, assim como modificá-las.
Entendendo as permissões
drwx------ ... 2 wester ............. 512 Jan ... 29 23:30 .. Arquivos/
- rw-rw-r-- ... 1 wester ....... 280232 Dec .. 16 22:41... notas.txt
As linhas acima representam um comando digitado ( ls - l ) para listar um diretório e suas permissões. O primeiro item que aparece em cada linha ( drwx----- e - rw-rw-r- ) é a forma usada para mostrar as permissões do diretório Arquivos e do arquivo notas.txt. É esse item, que recebe o nome de string , que vamos estudar. Um ponto interessante de citar é que o Linux trata todos os diretórios como arquivos também, portanto, as permissões se aplicam de igual forma para ambos. Tais permissões podem ser divididas em quatro partes para indicar: tipo, proprietário, grupo e outras permissões. O primeiro caractere da string indica o tipo de arquivo: se for " d " representa um diretório, se for " - " equivale a um arquivo. Entretanto, outros caracteres podem aparecer para indicar outros tipos de arquivos, conforme mostra a tabela abaixo:
d => diretório b => arquivo de bloco c => arquivo especial de caractere p => canal s => socket
- => arquivo "normal"
Repare agora que no restante da string ainda há 9 caracteres. Você já sabe o que significa o primeiro. Os demais são divididos em três grupos de três, cada um representado o proprietário, o grupo e todos os demais, respectivamente. Tomando a linha 2 do exemplo ( - rw-rw-r- ), desconsiderando o primeiro caractere e dividindo a string restante em 3 partes, ficaria assim:
Se o Linux que você utiliza entra direto no modo gráfico ao ser inicializado, é possível inserir comandos no sistema através de uma aplicação de terminal. Esse recurso é facilmente localizável em qualquer distribuição.
Se o computador que você acessa não estiver com o modo gráfico ativado, será possível digitar comandos diretamente, bastando se logar. Quando o comando é inserido, cabe ao interpretador de comandos (também conhecido como shell) executá-lo. O Linux conta com mais de um, sendo os mais conhecidos o bash e o sh.
Quando um terminal é acessado, uma informação aparece no campo de inserção de comandos. É importante saber interpretá-la. Para isso, veja os exemplos abaixo:
Exemplo 1: [root@profroberto /root]#
Exemplo 2: [profroberto@prof /]$
Observação: dependendo de sua distribuição e de seu shell, a linha de comandos pode ter um formato ligeiramente diferente do que é mostrado nos exemplos. No Ubuntu Linux, por exemplo, o segundo exemplo fica na seguinte forma:
profroberto@prof: ~$
Nos exemplos, a palavra existente antes do símbolo @ diz qual o nome do usuário que está usando o terminal (lembre-se de que no Linux é necessário ter um usuário para utilizar o sistema). Os nomes que aparecem depois do @ indicam o computador que está sendo acessado seguido do diretório.
O caractere que aparece no final indica qual o poder do usuário. Se o símbolo for #, significa que usuário tem poderes de administrador (root). Por outro lado, se o símbolo for $, significa que este é um usuário comum, incapaz de acessar todos os recursos que um administrador acessa. Independente de qual seja, é depois do caractere que o usuário pode digitar os comandos.
Os comandos básicos do Linux
Agora que você já sabe como agir em um terminal, vamos aos comandos do Linux mais comuns. Para utilizá-los, basta digitá-los e pressionar a tecla Enter de seu teclado. É importante frisar que, dependendo de sua distribuição Linux, um ou outro comando pode estar indisponível. Além disso, alguns comandos só podem ser executados por usuários com privilégios de administrador.
A relação a seguir mostra os comandos seguidos de uma descrição:
cal : exibe um calendário;
cat arquivo : mostra o conteúdo de um arquivo. Por exemplo, para ver o arquivo concurso.txt, basta digitar cat concurso.txt ;
cd diretório : abre um diretório. Por exemplo, para abrir a pasta /mnt, basta digitar cd /mnt. Para ir ao diretório raiz a partir de qualquer outro, digite apenas cd ;
chmod : comando para alterar as permissões de arquivos e diretórios.
clear : elimina todo o conteúdo visível, deixando a linha de comando no topo, como se o sistema acabasse de ter sido acessado;
cp origem destino : copia um arquivo ou diretório para outro local. Por exemplo, para copiar o arquivo concurso.txt com o nome concurso2.txt para /home, basta digitar cp concurso.txt /home/ concurso 2.tx t ;
date : mostra a data e a hora atual;
df : mostra as partições usadas;
diff arquivo1 arquivo2 : indica as diferenças entre dois arquivos, por exemplo: diff calc.c calc2.c ;
du diretório : mostra o tamanho de um diretório;
emacs : abre o editor de textos emacs;
file arquivo : mostra informações de um arquivo;
find diretório parâmetro termo : o comando find serve para localizar informações. Para isso, deve- se digitar o comando seguido do diretório da pesquisa mais um parâmetro (ver lista abaixo) e o termo da busca. Parâmetros:
name - busca por nome type - busca por tipo size - busca pelo tamanho do arquivo mtime - busca por data de modificação
Exemplo: find /home name tristania
finger usuário : exibe informações sobre o usuário indicado;
free : mostra a quantidade de memória RAM disponível;
halt : desliga o computador;
history : mostra os últimos comandos inseridos;
id usuário : mostra qual o número de identificação do usuário especificado no sistema;
kill : encerra processados em andamento.
ls : lista os arquivos e diretórios da pasta atual;
lpr arquivo : imprime o arquivo especificado;
lpq : mostra o status da fila de impressão;
lprm : remove trabalhos da fila de impressão;
lynx : abre o navegador de internet de mesmo nome;
who : mostra quem está usando o sistema.
Finalizando
Praticamente todos os comandos citados possuem parâmetros que permitem incrementar suas funcionalidades. Por exemplo, se você digitar o comando ls com o parâmetro -R (ls -R), este mostrará todos os arquivos do diretório, inclusive os ocultos.
A melhor forma de conhecer os parâmetros adicionais de cada comando é consultando as informações de ajuda. Para isso, pode-se usar o recurso --help. Veja o exemplo para o comando ls :
ls --help
Também é possível utilizar o comando man (desde que seu conteúdo esteja instalado), que geralmente fornece informações mais detalhadas. Par usar o man para obter detalhes do comando cp , por exemplo, a sintaxe é:
man cp
Se você estiver utilizando o bash , pode-se aplicar o comando help ou info da mesma forma que o comando man :
help cp
info cp
Assim como conhecer os comandos básicos do Linux é importante, também o é saber como acessar seus recursos de ajuda, pois isso te desobriga de decorar as sequencias das funcionalidades extras. Sabendo usar todos os recursos, você certamente terá boa produtividade em suas tarefas no Linux.
Teclas de Atalho do GNOME:
Alt-F2 : Executar Aplicação
Alt-F1 : Abre o Menu Aplicações
Alt-F9 : Minimiza a Janela Ativa
Alt-Tab : Alterna entre os programas abertos
Ctrl+Alt+Seta para Esquerda : Move para o Desktop da esquerda
Ctrl+Alt+Seta para Direita : Move para o Desktop da direita
Ctrl+Alt+Shift+Seta para Esquerda : Move Aplicação atual para Desktop da esquerda
Ctrl+Alt+Shift+Seta para Direita : Move Aplicação atual para Desktop da direita
Ctrl+Alt+L : Bloquear Tela
Ctrl+Alt+Del : Sair
Ctrl+Alt+Backspace : Reinicia o GNOME (cuidado!)
Gerenciador de Arquivos Nautilus (Equivalente ao Windows Explorer)
Shift+Ctrl+N : Cria nova pasta
Ctrl+T : Apagar (para Lixeira)
Alt+ENTER : Propriedades do Arquivo/Diretório
Ctrl+1 : Alternar visualização como ícone
Ctrl+2 : Alternar visualização como lista
F2 : Renomeia arquivo
Ctrl+A : Seleciona tudo
Teclas de Navegação do Nautilus
Ctrl+W : Fecha janela
Ctrl+Shift+W : Fecha todas as janelas
Ctrl+R : Atualiza a janela do Nautilus
Alt+Seta para Cima : Sobe um nível de diretório
Alt+Seta Esquerda : Volta (como no Firefox)
Alt+Seta Direita : Próximo (como no Firefox)
Alt+Home : Vai para o diretório pessoal
Ctrl+L : Barra de endereço
F9 : Alterna barra lateral
Ctrl+H : Exibe arquivos ocultos
Ctrl++ : Aumenta o tamanho dos arquivos
Ctrl+- : Diminui o tamanho dos arquivos
Ctrl+0 : Tamanho normal
Outras teclas de uso geral
Tecla Enter - Ativa o botão em foco na caixa de diálogo
Esc - Termina a ação ou fecha a caixa de diálogo. Se estiver na Ajuda do BrOffice.org: sobe um nível.
Barra de espaço - Alterna a caixa de seleção realçada em uma caixa de diálogo.
Teclas de seta - Altera o campo de controle ativo em uma seção de opção da caixa de diálogo.
Tab - Avança o foco para a próxima seção ou o próximo elemento de uma caixa de diálogo.
Shift+Tab - Desloca o foco para o elemento ou a seção anterior em uma caixa de diálogo.
Alt+Seta para baixo - Abre a lista do campo de controle atualmente selecionado na caixa de diálogo. Essas teclas de atalho
podem ser usadas tanto para caixas de combinação como para botões de ícone com menus instantâneos. Para fechar uma
lista aberta, pressione a tecla Escape.
Del - Envia o(s) item(ns) selecionado(s) para a lixeira.
Shift+Del - Exclui os itens selecionados sem colocá-los na lixeira.
Backspace - Quando uma pasta é mostrada: sobe um nível (retorna)
Ctrl+Shift+Barra de espaço - Remove a formatação direta do texto ou dos objetos selecionados (como acontece em Formatar
Ctrl+Tab - Quando posicionado no início de um cabeçalho, é inserida uma tabulação.
Enter (se um objeto OLE estiver selecionado) - Ativa o objeto OLE selecionado.
Enter (se um objeto de desenho ou de texto estiver selecionado) - Ativa o modo de entrada de texto.