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4268 capoeira escolar, Notas de estudo de Economia

capoeira texto

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 11/07/2012

roxane-dias-7
roxane-dias-7 🇧🇷

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Projeto CAPOEIRA ESCOLAR
OBJETIVO GERAL
- Desenvolver nos alunos uma práxis de capoeira sob o enfoque da cultura
corporal, enquanto campo de conhecimento elaborado e reelaborado a partir de
experiências concretas dos homens.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Produzir conhecimento científico da capoeira aplicável à nossa realidade
Capacitar os alunos para participarem de eventos, que envolvam
apresentações;
Contribuir para a formação da auto-estima pessoal
Oferecer subsídios relacionados à práxis da capoeira na escola a fim de fazer
com que os alunos conheçam e pratiquem exercícos de maneira criativa
A capoeira...é dança? É jogo? É luta? É tudo isso ao mesmo tempo? Parece que
sim, e é isso que a torna tão complexa, tão rica e tão surpreendente.
É luta, dissimulada, disfarçada em "brinquedo", jogo de habilidade física, astúcia,
beleza... e muita malícia!
A capoeira é uma manifestação da cultura popular brasileira que reúne
características bem peculiares: mista de luta, jogo, dança, praticada ao som de
instrumentos musicais (berimbau, pandeiro e atabaque), palmas e cânticos. É um
excepcional sistema de auto defesa e treinamento físico, destacando-se entre as
modalidades desportivas por ser a única originalmente brasileira e fundamentada
em nossas tradições culturais.
O clássico "Capoeira Angola" — Ensaio Sócio-Etnográfico (Rego -1968), comprova
que ela é brasileira. Até porque nem um pesquisador conseguiu encontrar nada de
concreto que levasse a crer que a Capoeira fosse africana.
O que se sabe é que na África existia "O Jogo de Zebra", ou N'Golo. Uma dança
que era praticada com bastante violência. Esse jogo fazia parte de um ritual de
passagem da infância para a vida adulta (E fundala) onde os negros lutavam em
um pequeno recinto e os vencedores poderiam desposar as meninas da tribo, que
ficavam "mocinhas", sem o pagamento dos dotes tradicional.
Alguns historiadores alegam que o grande motivo pelo qual não conseguimos
provas documentais para resolver a polêmica se a Capoeira é africana ou
brasileira, é o fato de Rui Barbosa, então ministro da fazenda do governo de
Deodoro da Fonseca, ter mandado queimar todos os documentos com relação à
escravidão no Brasil. Ato que praticou dizendo ser necessário para apagar da
memória da nação o fato de o país ter sido anos antes, escravocrata. No entanto,
sabemos haver outras razões, dentre elas, evitar o pagamento de indenizações aos
senhores de engenho e aos escravos libertos.
Os negros vindos para o Brasil eram de todas as partes da África. Principalmente
de Angola, onde os negros Bantos, diziam-se mais fortes e ágeis, por isto teriam
mais aproveitamento no trabalho. Esses negros deram origem à capoeira, daí o
nome Capoeira de Angola.
A Capoeira é, portanto, uma luta disfarçada em dança que foi criada na era colonial
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Projeto CAPOEIRA ESCOLAR

OBJETIVO GERAL

  • Desenvolver nos alunos uma práxis de capoeira sob o enfoque da cultura corporal, enquanto campo de conhecimento elaborado e reelaborado a partir de experiências concretas dos homens.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Produzir conhecimento científico da capoeira aplicável à nossa realidade

• Capacitar os alunos para participarem de eventos, que envolvam

apresentações;

• Contribuir para a formação da auto-estima pessoal

• Oferecer subsídios relacionados à práxis da capoeira na escola a fim de fazer

com que os alunos conheçam e pratiquem exercícos de maneira criativa

A capoeira...é dança? É jogo? É luta? É tudo isso ao mesmo tempo? Parece que sim, e é isso que a torna tão complexa, tão rica e tão surpreendente. É luta, dissimulada, disfarçada em "brinquedo", jogo de habilidade física, astúcia, beleza... e muita malícia! A capoeira é uma manifestação da cultura popular brasileira que reúne características bem peculiares: mista de luta, jogo, dança, praticada ao som de instrumentos musicais (berimbau, pandeiro e atabaque), palmas e cânticos. É um excepcional sistema de auto defesa e treinamento físico, destacando-se entre as modalidades desportivas por ser a única originalmente brasileira e fundamentada em nossas tradições culturais. O clássico "Capoeira Angola" — Ensaio Sócio-Etnográfico (Rego -1968), comprova que ela é brasileira. Até porque nem um pesquisador conseguiu encontrar nada de concreto que levasse a crer que a Capoeira fosse africana. O que se sabe é que na África existia "O Jogo de Zebra", ou N'Golo. Uma dança que era praticada com bastante violência. Esse jogo fazia parte de um ritual de passagem da infância para a vida adulta (E fundala) onde os negros lutavam em um pequeno recinto e os vencedores poderiam desposar as meninas da tribo, que ficavam "mocinhas", sem o pagamento dos dotes tradicional. Alguns historiadores alegam que o grande motivo pelo qual não conseguimos provas documentais para resolver a polêmica se a Capoeira é africana ou brasileira, é o fato de Rui Barbosa, então ministro da fazenda do governo de

Deodoro da Fonseca, ter mandado queimar todos os documentos com relação à escravidão no Brasil. Ato que praticou dizendo ser necessário para apagar da

memória da nação o fato de o país ter sido anos antes, escravocrata. No entanto, sabemos haver outras razões, dentre elas, evitar o pagamento de indenizações aos

senhores de engenho e aos escravos libertos. Os negros vindos para o Brasil eram de todas as partes da África. Principalmente

de Angola, onde os negros Bantos, diziam-se mais fortes e ágeis, por isto teriam mais aproveitamento no trabalho. Esses negros deram origem à capoeira, daí o nome Capoeira de Angola. A Capoeira é, portanto, uma luta disfarçada em dança que foi criada na era colonial

do Brasil por volta do século XVII. Essa luta foi desenvolvida pelos escravos para se safarem, quando fugiam, das capturas violentas e cruéis dos chamados Capitães do Mato. O nome "CAPOEIRA" deu-se em função do seguinte: Os Escravos ao fugirem para as matas, tinham no seus encalços esses famigerados Capitães do Mato, enviados pelos senhores; os escravos em fuga reagiam e os atacavam, nas clareiras de mato ralo, cujo nome é capoeira, com pés, mãos e cabeças, dando- lhes surras ou até mesmo matando-os. Porém os que sobreviviam voltavam para os seus patrões indignados. Estes perguntavam: "Cadê os negros?" e a resposta era: "Eles nos pegaram na capoeira". Referindo-se ao local onde foram vencidos. A Capoeira no meio das matas era praticada como luta mortal. Já nas fazendas, era praticada como brinquedo inofensivo, pois ela estava sendo feita sob os olhares dos Senhores de Engenho. Naquele momento se transformou em dança. Para disfarçarem a luta utilizavam a ginga, a base de qualquer "capoeirista"; e é dela que saem todos os golpes. Esse disfarce foi fundamental para a sobrevivência dos escravos, pois a Capoeira é, principalmente, na sua origem, uma luta de resistência.

Resumo Neste artigo falamos sobre o projeto Capoeira, da implantação da Capoeira na Educação Física Escolar pelo prof. Roberto, professor da referida disciplina no colégio João Cionek, município de Santa Maria do Oeste, Paraná, Brasil.

Este relata a aceitação desta prática na escola, a aceitação pelos alunos. Abordamos também o processo político dessa implantação.

JUSTIFICATIVA

O processo de conscientização quanto ao valor da capoeira já chegou a esfera governamental federal. O MEC sugere a capoeira com disciplina do Currículo da Educação Física. A própria Secretaria e Subsecretaria de Educação Física e Desporto - MEC, lança um Projeto Nacional de Capoeira, visando mobilizar as academias e círculos capoeirísticos "para realizar um levantamento histórico, filosófico e científico em médio prazo, para identificar os Anseios da capoeira" (MEC, 1986).

O projeto Capoeira Escolar busca, além de fortalecer um trabalho que já vem sendo desenvolvido em outra escola, incluir o ensino da capoeira na mesma.

Esse projeto busca dar ênfase a questões culturais de caráter popular, lutando pela cidadania, no combate ao preconceito racial, na elevação da auto-estima da criança e do adolescente; auxiliando na construção de sua identidade social, buscando reaproximar a escola das culturas populares.

O objetivo fundamental da capoeira escolar não é a performance dos alunos, tão pouco seu desempenho físico, visando apenas atingir a consciência do aluno. Não se trata, então, de formar capoeiristas, mas de ajudar na formação de seres humanos capazes de lidar com a diferença, com a austeridade, tornando- se mais livre de preconceitos e mais tolerantes.

A capoeira foi evoluindo dentro dos princípios básicos

tradicionais até que, em janeiro de 1973, foi oficializada

como uma luta eminentemente brasileira, sob a

Regulamentação Nacional da Capoeira.

O ensino de capoeira representa uma oportunidade para

a integração entre diferentes componentes curriculares

como história, educação física, geografia, física, artes

plásticas, música e outros, além de mobilizar os setores

do desporto, turismo, meio ambiente, saúde, segurança,

para citar alguns.

Ciente de vivermos em uma fusão de culturas e

conhecimentos, procuramos apresentar ensaio do

entendimento de uma metodologia didático-pedagógica,

fundamentada principalmente na prática com as escolas.

HISTÓRIA DA CAPOEIRA NA ESCOLA

Inicialmente, analisaríamos a característica

interdisciplinar no ensino da capoeira de mestre Bimba,

que a lecionava para alunos de diferentes cursos

universitários, embora não o fizesse exatamente nas

universidades. Daí caracterizações como formatura,

diploma, medalhas, paraninfo, sugerindo forte influência

de seus alunos. As seqüências, o primeiro método para

ensinar a capoeira, a introdução desses ensinamentos no

CPOR e outras instituições oficiais (incluindo trabalhos

para presidiários).

Mestre Anzol, professor baiano, aluno de mestre Bimba,

seria o primeiro a ensinar a capoeira em uma

universidade, isso ocorrendo na UFRJ, como projeto de

extensão - atividade extra-curricular.

Um ano depois, com o apoio da Secretaria de Educação

Estadual, começaria o trabalho na UFBA, sendo seguido

pela UFES, através de mestre Xaréu. Finalmente

surgiriam projetos de capoeira que atenderiam aos CIEP's

do Rio de Janeiro, depois denominados CAIC's, hoje

CIAC's.

Também o Estado do Paraná viria a desenvolver algumas

iniciativas de inserção desta disciplina em seu currículo.

Resumo Neste artigo falamos sobre o projeto Capoeira, da implantação da Capoeira na Educação Física Escolar pelo prof. Roberto, professor da referida disciplina no colégio João Cionek, município de Santa Maria do Oeste, Paraná, Brasil. Este relata a aceitação desta prática na escola, a aceitação pelos alunos. Abordamos também o processo político dessa implantação.

Unitermos: Capoeira. Educação Física escolar. Cultura brasileira.

JUSTIFICATIVA

O processo de conscientização quanto ao valor da capoeira já chegou a esfera governamental federal. O MEC sugere a capoeira com disciplina do Currículo da Educação Física. A própria Secretaria e Subsecretaria de Educação Física e Desporto - MEC, lança um Projeto Nacional de Capoeira, visando mobilizar as academias e círculos capoeirísticos "para realizar um levantamento histórico, filosófico e científico em médio prazo, para identificar os Anseios da capoeira" (MEC, 1986). O projeto Capoeira Escolar busca, além de fortalecer um trabalho que já vem sendo desenvolvido em outra escola, incluir o ensino da capoeira na mesma. Esse projeto busca dar ênfase a questões culturais de caráter popular, lutando pela cidadania, no combate ao preconceito racial, na elevação da auto-estima da criança e do adolescente; auxiliando na construção de sua identidade social, buscando reaproximar a escola das culturas populares. O objetivo fundamental da capoeira escolar não é a performance dos alunos, tão pouco seu desempenho físico, visando apenas atingir a consciência do aluno. Não se trata, então, de formar capoeiristas, mas

de guerra. Foi músico, pintor, poeta popular, mestre de capoeira, jogador de futebol (pelo ypiranga), alfaiate, engraxate, fez garimpo e foi leão-de-chácara (em casa de jogo). Faleceu em 1981 aos 92 anos de idade, dos quais 81 dedicados a capoeira.

Tratando-se de uma cultura popular, a transmissão de conhecimentos de

geração em geração vem ocorrendo de forma verbal e através da própria

realização da arte. Sua expressão popular faz parte do vasto e rico legado da

cultura brasileira e contém elementos de educação, arte, luta, esporte,

terapia, assim como dança, lazer, folclore, história, ginástica, etc.

A arte na Capoeira se faz presente através da música, do ritmo, do canto, da expressão corporal, da criatividade de movimentos e da presença cênica. A luta representa sua origem e sobrevivência através dos tempos na sua forma mais natural, como um instrumento de defesa pessoal genuinamente brasileiro, e uma estratégia de resistência ao aniquilamento de uma cultura. Como modalidade esportiva, ela possui elementos que se identificam culturalmente com seus praticantes, despertando o interesse da comunidade em geral. A sua prática, como forma de lazer e recreação, representa eventos conhecidos na comunidade como "rodas de capoeira", sendo evidente os seus efeitos terapêuticos em termos educacionais, ocupacionais e de reabilitação.

Mestre João Grande

Sendo a angola a arte precursora da capoeira regional

contemporânea seu aprendizado auxilia em muito o

desenvolvimento na regional. Além de que a angola é universal e

onde quer que se jogue capoeira angola ocorre um entendimento

e parceria maior entre os capoeiristas.

É devido a tudo isso que nós não podemos menosprezar a

Capoeira Angola que foi a precursora da Capoeira Regional. Mais

importante que rotular grupos ou pessoas como praticantes da

Angola ou da Regional é buscar a capoeira como algo mais

amplo. É importante ser um capoeirista o mais completo possível,

ou seja, jogando e tocando todo o tipo de capoeira.

A capoeira dividi-se em mais dois grupos, sendo:

  • estilo angola – criado por Vicente Ferreira da Silva

( mestre PASTINHA )

  • estilo primitivo – criado por Agenor Sampaio

( SINHOSINHO )

A capoeira após grande aceitação social, tornou-se esporte reconhecido

pelo Conselho Nacional de Desportos (CND) em 1972.

A percussão

A capoeira é a única arte marcial, que utiliza instrumentos musicais dentro

de sua prática. Seu som é particular e estão envolvidos:

  • o Berimbau
  • o Atabaque
  • o Pandeiro

Berimbau - de origem indígena é o principal instrumento de sua prática

  • formado por um bastão de 1,5 metro, sendo este arcado por um fio de metal, tendo numa das extremidades, uma caixa de ressonância ligada por um barbante onde tira-se duas notas.
  • seu som é tido por muitos, como místico;
  • possui outros nomes como Urucungo, Gunga, Gobo, entre

outros;

  • em Cuba é chamado BURU-MBUMBA (habla com los muertos);
    • tem o mesmo papel do “Kamissamá” no judô (reverência), pois

antes do jogo, os capoeiristas ajoenham-se junto do Berimbau e se

benzem, fazendo o sinal da cruz.

O berimbau

O berimbau é o instrumento que comanda a roda da capoeira.

Ele é um instrumento de uma só corda composto por uma verga

de madeira (Biriba) , um arame , uma cabaça , um caxixi

(chocalho artesanal) , uma vareta e uma pedra ou dobrão

(moeda de cobre) para emitir seus sons.

As músicas

  • Falam do negro na senzala, do negro livre, da religião, da comunidade,

dos hábitos, seus feitos, cantos de louvor, de tristeza, de revolta, de

desafio, etc.

Reza a tradição que antes de o jogo de capoeira começar, o solista dá o

aviso – “olha a volta ao mundo camará”.

O pandeiro

Pandeiro

Utilizado na velha Índia e Península Ibérica na idade média em

festas de bodas, casamentos e outras cerimônias religiosas. Foi

introduzido no Brasil também pelos portugueses e utilizado

posteriormente em rodas de samba e pelos negros na roda de

capoeira, sendo um instrumento de percussão geralmente mais

agudo que o atabaque.

O atabaque

Atabaque

Instrumento muito antigo de origem oriental, presente entre os

Persas e os Árabes e muito divulgado posteriormente na África.

Chegou ao Brasil introduzido pelos Portugueses para ser usado

em festas e procissões de origem religiosas a princípio. Devido

aos africanos já o conhecerem com o tempo outros tipos foram

trazidos para nosso país chegando aos terreiros e posteriormente

tornando-se um dos componentes do ritmo da roda de capoeira.

É o principal instrumento de percussão da roda marcando o

ritmo e facilitando a sincronia entre os três berimbaus.

A indumentária

Na Bahia, capoeiristas usavam roupas brancas folgadas (calça e camisa),

para se defender das navalhada (aparecia o machucado na luta)

No Rio de Janeiro, incorporou-se o chapéu, paletó e a gravata,

vulgarizando a imagem “malandro”.

Atualmente o uniforme é uma camizeta e calça, ambas brancas e

descalços.

A GRADUAÇÃO

A côr do cordel delimita a graduação e o estágio em que o praticante está.

As cores destes (cordel) são as cores da Bandeira do Brasil (verde,

amarelo, branco e azul).

Os estágios são:

  • (^) iniciante (sem cordel)
  • 1º cordel verde
  • 2º cordel verde-amarelo
  • 3º amarelo
  • (^) 4º amarelo-azul
  • 5º azul
  • 6º entrelaçado (verde-amarelo-branco-azul)
  • 7º branco-verde (3º contra-mestre)
  • (^) 8º branco-amarelo (2º contra-mestre)
  • 9º branco-azul (1º contra-mestre)
  • 10º Mestre (branco)

Nos primeiros estágios, o capoeirista é considerado aluno. (1º,2º,3º,4º

estágios). À partir do quinto estágio (cordel azul), o capoeirista passa a

ser professor (aluno formado), devendo garantir nesta fase, seu título e

para isto, prestar um exame perante uma banca examinadora, contando

com três membros, sendo um professor de Educação Física, um Mestre

de capoeira e um médico. Na presença destes, será questionado sobre:

  • (^) didática da capoeira;
  • primeiros socorros.

Bibliografia

  • FALCÃO, José L. Cirqueira. A escolarização da capoeira.

Brasília: ASEFE - Royal Court, 1996.

  • FREITAS, Jorge L. Capoeira infantil: a arte de brincar com o

próprio corpo. Curitiba: Expoente, 1997.

  • QUERINO, Manuel. A Bahia de outr´ora: vultos e factos

populares. 2º ed. Aumentada. Salvador: Livraria Econômica, 1922.

  • REGO, Waldeloir do. Ensaio sócio-etnográfico da capoeira.

Itapoã, Salvador: 1968.

  • SANTOS, Luiz Silva, 1957. Educação: Educação física: Capoeira.

Maringá: FUEM, 1990.

  • SILVA, Gladson de O. Capoeira: do engenho a universidade. 2º

ed.São Paulo: CEPEUSP, 1995.

  • VIEIRA, Luiz Renato. A ideologia do corpo. In: Humanidades, nº

14, 22-23. Universidade de Brasília, 1987.

  • ________________. Criatividade e clichês no jogo da capoeira: a

racionalização do corpo na sociedade contemporânea. In: Revista

brasileira de ciência no esporte, v.11,nº1, 58-63. Colégio Brasileiro

de Ciência do Esporte.1989.

  • www.efdesportes.com